Observações: Essa fanfiction foi inicialmente traduzida por Nate e Mariana. Atualmente está sendo traduzida por Irene, Laisa, Laysa, Larissa e Letícia com colaboração de Illem e Jéssica.

Disclaimer: Twilight e seus personagens pertencem a Stephenie Meyer. Wide Awake, cookies e únicornios pertecem a AngstGoddess003.


NT Lê: Yep, vou falar daqui de cima mesmo hoje. Motivo? Porque sei que quando vocês terminarem de ler esse capítulo vão nem querer saber pro que eu tenho a dizer.

Bee, a resposta pra sua pergunta está nesse capítulo, mas caso você ainda tenha dúvida é só vir falar comigo. Só não respondo agora porque é spoiler.

Krinne, por você não ser cadrastada só consegui responder por aqui mesmo ... Como eu gosto de dizer, Wide Awake foi o presente dos ceús. A autora é um gênio e eu meio que venero ela.

LEMBRETE: Essa fic é M, ou seja, contém conteudo maduro. Nesse capítulo em especial sinto a necessidade de relembrar isso. Então, a responsabilidade se vocês querem ou não ler, fica a vocês.

E pelo amor da Maracujina, não tirem conclusões precipitadas. Leiam atentamente o capítulo, e leiam depois a Nota da Autora, no final do capítulo. Essa nota é exclarecedora e importante, então leiam. Qualquer dúdida, eu estarei a disposição para exclarece-las.

E agora que eu já deixei vocês ansiosas o suficiente ... Boa Leitura!


Capítulo 43. Chewy Granola Grievances Part 2 - Queixas de Cookie de Granola

EPOV

Ela me deu a porra de um tapa.

Quero dizer, há uma parte conflitante da minha consciência que estava bastante confiante que eu mereci essa merda. Usando sua experiência sexual fracassada para apontar o meu ponto foi um golpe baixo imperdoável. Foi uma desconsideração completamente imprudente e grosseira com os seus sentimentos. Eu sabia dessa merda, e uma pequena parte de mim me odiava por ter dito isso, mas a outra parte da minha consciência me lembrava que aquilo serviu para um propósito melhor do que qualquer outra coisa que eu poderia mencionar. Toda essa instabilidade mental era uma coisa dela, não minha.

Eu tinha me preparado tão completamente para a amargura e derrota que seriam inevitáveis que viriam seguidos da sua realização do quão certo eu estava. Eu estava preparado para acalmar minhas feições e beijar sua cabeça, e dizer para ela que estava tudo bem. Não importava para mim que ela algumas vezes tivesse dificuldades para distinguir memórias reais de ilusões. Eu a amava não importava o que.

Felizmente, a amargura estava dolorosamente presente em seus olhos brilhantes quando seus lábios tremeram, e eu estava tão malditamente aliviado enquanto eu fixava meus olhos de volta a ela e mentalmente preparava minha fantástica habilidade de conforto, porque ela estava basicamente aceitando que esteve em meu quarto ontem á noite. Era como se o pânico crescente que vinha se construindo dentro de mim desde o almoço, de repente desaparecesse. Seus olhos estavam abarrotados com umidade e derrota, e eu antecipei abraçá-la enquanto ela chorava.

Por cerca de dois segundos.

Então seu lábio se acalmou e seu maxilar travou, e ao invés de amargura, eu vi apenas convicção e segurança. A visão disso fez meu estomago dar piruetas enquanto eu mal ouvia o som do seu braço se movendo.

E então ela me deu a porra de um tapa.

E não foi um daqueles tapas idiotas de garota também. Quase me derrubou com a força dele, e minha bochecha ainda estava latejando de dor e cortada na parte interna. Quero dizer, merda. Ela realmente apenas... estapeou a merda de mim. Doeu pra cacete.

Mais.

Eu senti um breve inchaço de prazer que penetrou minha irritação e raiva por um abrupto momento. Isso foi interrompido pelo o olhar em seus olhos quando eu encontrei seu olhar novamente. Coragem. Convicção. Raiva. Ela costumava ser tímida e delicada, mas eu não pude encontrar isso em seus olhos quando ela fixou seu olhar de volta no meu. Aquela parte conflitante do meu cérebro acreditava que eu merecia e queria que eu ficasse orgulhoso dela, mas as outras partes da minha consciência absorveram isso.

Ela parecia poderosa e majestosa e confiante, e agora enquanto eu massageava minha bochecha e encarava seus grandes olhos, eu percebi que ela me lembrava como ela estava noite passada. Quase convencida, salva por suas bochechas pálidas e lábios secos e círculos roxos abaixo de seus olhos que era um contraste com todo o resto. Isso fez minha cabeça girar quando eu fechei meus olhos e tentava entender toda essa merda de novo, porque sua convicção estava prejudicando a minha própria.

O que era real? Era essa Bella em pé na minha frente? Ou era aquela ela na noite passada? Ou eram as duas Bella todo o tempo e ela não sabia disso? Ou era apenas ela... comigo, porra?

Eu simplesmente não sabia mais, e era completamente fudido que eu pudesse estar tão confuso sobre uma coisa tão obvia. Eu quero dizer, eu a vi no meu maldito sofá. Eu vi seus peitos e meu colar, e o vermelho estava . Eu ainda podia recordar com perfeita exatidão a maneira que senti seu cabelo nos meus ombros e suas pálidas pernas saindo de baixo de sua saia enquanto ela se enroscava em meu sofá. A memória da sua voz sedosa e aquele sorriso vermelho travesso estava mais clara do que qualquer outra memória na minha cabeça. Ela estava lá.

Então, quem é essa?

Eu abri meus olhos e analisei sua forma suspeitosamente. Ela parecia real. Ela parecia igual como na noite passada, e ainda assim ela parecia completamente diferente. Confiança misturada com um ar de cansaço.

Eu afastei isso e massageei minha bochecha suavemente enquanto minha mente de repente justificava porque ela estava agindo tão dramaticamente sobre a minha insinuação. Porque o cachorro culpado ladra mais alto e...

A verdade dói, não dói?

Bella se moveu para mais perto de mim então, andando enquanto seus olhos escuros lampejavam de raiva mais uma vez. Eu deixei minha mão cair e me mantive parado enquanto ela encarava dentro dos meus olhos. E eu ouvi seu braço se mexer mais uma vez, e então eu pude sentir outro alto e ardente tapa contra minha bochecha, me cambaleando para o lado com a força enquanto eu chiava e lutava para me manter ereto.

"Não dói nenhum pouco, Edward, porque não é verdade," Eu escutei sua voz dura na minha frente, e vagamente registrei que eu devo ter dito aquilo em voz alto. Eu queria amaldiçoar o meu filtro cerebral por escolher um frustrante e inconveniente momento para me ferrar, mas... eu não me arrependia. A verdade dói.

Eu usei alguns momentos para aproveitar a dor antes de permitir ela de estragar o meu prazer, e eu ocasionalmente apreciei que esta versão da Bella fosse uma fantástica estapeadoura do caralho. Ela nem ao menos se importava em alternar entre as bochechas de em um filho da puta.

Quando eu finalmente virei meu rosto e a olhei, ela tirou seu agasalho, e estava puxando a bainha da sua camiseta. E... Que. Porra? Essa merda era algum doentio e embaralhado momento déjà vu conforme eu a encarava asperamente.

"Que porra você está fazendo?" Eu rosnei, decidindo que não importava também que Bella era real, porque claramente, elas eram a mesma. Ela puxou sua camiseta pela cabeça, seu cabelo sacudindo ao redor de seus ombros enquanto ela removia o suéter e atirava o tecido à parte.

Seu maxilar estava trincado e rígido, e seu rosto estava tingido com um rosa pálido conforme ela ficava lá – fazendo a porra de um topless – de novo. Minhas habilidades intelectuais devem ter sido totalmente fudidas, porque por alguma injustificável razão, eu deixei meus olhos vagarem do seu rosto, abaixando para o colar que ela ainda usava – o que não ajudou minha confusão nenhum um pouco – e viajou até seu sutiã branco. Sua pele parecia corada contra o pálido tecido enquanto seus seios se elevavam sobre ele a cada puxada de ar.

Ela encontrou meu olhar, arqueando uma sobrancelha e parecendo tão malditamente arrogante. "O que? Você acha que eu não posso seguir com isso?" Ela perguntou em um tom sedoso e provocativo enquanto suas mãos chegavam ao botão do seu jeans, e eu engoli toda a porra da saliva, ainda encarando seu peito, e imaginando como diabos eu podia focar em alguma coisa como hormônios num momento como esse.

Eu rapidamente mudei meu olhar para a parede para evitar a tentação, estreitando meus olhos para os pés do sofá quando eu finalmente percebi suas intenções. "Eu não estou no clima, mas obrigado por oferecer" Eu respondi, ainda massageando o lado da minha bochecha com minha língua quando eu a escutei abaixando seus jeans e chutando para o lado. De repente, eu fiquei agitado por ela estar indo me provar que eu estava errado... desse jeito. Uma mente tão limitada.

Eu pude sentir seu olhar na minha bochecha por um momento antes dela abruptamente entrar na minha vista. Eu franzi meu nariz em constatação para seus quadris e pernas descobertas, e tentei pensar em alguma outra coisa enquanto ela se movia perto o suficiente para eu sentir seu cheiro.

Então ela estava me tentando com sua pele contra a minha jaqueta e suas mãos agarrando minha cintura quando ela de repente esmagou seus lábios contra os meus. Um grunhido profundo cresceu dentro do meu peito, e eu virei meu rosto, usando uma mão para empurrar seu ombro porque eu não estava no clima para a sua birra idiota. Eu não ia dar a ela a oportunidade de me convencer ainda mais. Não era o bastante que eu já estava questionando, cacete?

Ela não ficou feliz com a minha recusa, e antes que eu pudesse ao menos registrar o que ia acontecer, meu rosto encontrou outro agudo tapa que fez minha visão ficar branca enquanto eu cambaleava para o lado e começava a me agarrar cegamente por alguma coisa para me manter firme.

Eu consegui encontrar meu equilíbrio, e eu nem ao menos me importei de massagear a porra da minha bochecha dessa vez. Meus lábios se separaram em partes iguais de pesar e prazer quando eu me virei para encontrar seu olhar com um amargo sorriso.

Mais.

Ela ainda estava toda arrogante e determinada, caminhando até mim mais uma vez e se lançando para o meu rosto enquanto agarrava meu cabelo e sugava meu lábio inferior na sua boca. Minhas mãos se contraíram aos meus lados enquanto eu permitia ela sugar meu lábio entre seus dentes.

Eu lutei contra a vontade de retribuir o beijo, sentir seu corpo contra o meu, e sua língua massageando meu lábio em sua boca. Eu resisti completamente a vontade de enfiar meus dedos no seu cabelo e trazer ela mais para perto. Eu lutei contra a sua tentação – simplesmente porque eu sabia que isso realmente a deixaria louca quando ela não chegasse ao seu momento dourado.

Mas então suas mãos chegaram à minha jaqueta e começaram a abri-la, e eu estava realmente cansado de toda essa coisa absurda e sua estúpida insistência em se provar. Com um rosnado frustrado, eu a empurrei grosseiramente de volta pelo o ombro, e isso foi uma idéia estúpida porque ela ainda tinha meu lábio entre seus dentes.

Eu pude sentir a dor ardente enquanto ela se lançava para trás, seu dente deslizando através do meu lábio enquanto o tirava da sua boca com a força do meu empurrão. Eu amaldiçoei, trazendo instintivamente minha mão para o meu lábio enquanto ela cambaleava ligeiramente e retornava o meu olhar irritado.

Eu abaixei minha mão da minha boca e seus olhos a seguiram, se arregalando enquanto eu olhava para baixo na minha mão.Sangue. Minha visão zerou no escarlate que manchava minha pele, se apossando entre os vincos dos meus dedos e sujando enquanto eu o dedilhava. Vermelho.

Eu suguei meus lábios para dentro da minha boca, sentindo o gosto da substancia cobre e completamente extasiado por ambas as ardentes sensações da minha saliva encontrando a ferida e o vermelho que coloriu as pontas dos meus dedos.

Mais.

Olhando para ela, que estava parada com sua roupa de baixo, branca ao invés de vermelha, e encarando o sangue na minha mão com temor. Ela estava usando branco, mas ela estava vermelha também, igual à antes. Aqueles perversos lábios se separaram quando sua mão veio enxugar o resíduo de sangue da sua boca.

Eu contive um sorriso quando eu percebi o quando Bella odiava sangue. De nenhuma maneira no inferno ela iria me beijar agora. Isso devia ter matado completamente o momento para ela.

Eu ganhei.

Então ela encontrou o meu olhar, e seus olhos selvagens tornaram aparentes que o fato que ela tinha acabado de cortar meu lábio não a afetou nenhum pouco. Ela estava parada no meio do meu quarto, confiante pra caralho e arqueando uma sobrancelha para a minha segurança. Foi quase como se ela gostou de drenar sangue e estapear a merda para fora de mim.

Era autenticamente um pouquinho sexy e sua confiança própria misturada com o prazer da dor ardente involuntariamente atiçou os meus hormônios ainda mais. Isso me deixou puto. A última coisa que eu precisava era do meu pau cedendo as suas travessuras.

Isso de repente me lembrou da versão arrogante da noite passada. Olhe, mas não toque. A maneira que ela se mexia em meu tapete e me zombava com tudo que eu queria, mas não era permitido ter. Como ela teve de fazer aquele comentário sobre meu quarto... simplesmente sabendo o quanto aquela porra me incomodaria. Apontando todas as minhas inseguranças e me fazendo sentir desmerecedor de todo o seu vermelho e sua perfeição. A maneira que ela sorriu perversamente e tirou a camiseta. A piscadela. O cabelo se agitando. Os jogos.

Bella Vermelha. Bella Branca. Ambas se lançando e me tentando quando eu não podia ter.

Provocadora do caralho.

Seus olhos voltaram para os meus e relampejaram selvagem de novo, todo o seu cabelo castanho emoldurando seu rosto brilhante enquanto seus lábios vermelhos se torciam em escárnio e seu peito se elevava e... oops. Eu disse em voz alta, Bella? Meus lábios se contorceram amargamente quando eu percebi, sim. Eu disse aquilo em voz alta.

Ela se disparou para mim mais uma vez, e eu apenas deixei ela, porque, porra, Bella Vermelha ficaria confusa, e Bella Branca ficaria realmente louca quando eu não respondesse. Ela espalmou uma palma contra o meu peito, deslizando minha jaqueta dos meus ombros enquanto eu permanecia parado e inspecionava os seus lábios. Eles ainda continham sangue, e eu estava autenticamente presunçoso com seu desagrado conforme eu continuava completamente parado.

"Tire isso," Ela ordenou ofegante, puxando as mangas na minha jaqueta até ela achar uma maneira sagaz ao redor da minha rígida postura e conseguir deslizar apesar da minha resistência. Eu mantive meus olhos nos seus lábios, me recusando a encarar seus seios, ou cintura, ou quadris perfeitos que estavam sendo abraçados por sua pequena calcinha branca.

Assim que tirou minha jaqueta ela começou a beijar meu maxilar, abrindo sua boca e mordiscando minha barba enquanto suas mãos acariciavam meu peito, de cima a baixo. Eu contive um sorriso satisfeito enquanto continuava parado e resistia ainda mais facilmente fixando meus olhos por cima do seu ombro em um buraco na parede causado por um projétil de livro. AP Historia, é claro.

Ela ficou impossivelmente mais agitada enquanto corria suas mãos pela minha camiseta e me puxava mais para perto. "Vamos lá," ela grunhiu contra o meu pescoço, lambendo e beijando, e então de repente sua mão começou a viajar para o lugar que já estava dando a reação que ela queria. Traidor do caralho.

Assobiei suavemente através dos meus dentes cerrados quando ela pressionou sua palma na minha virilha, acariciando e massageando enquanto lambia meu pescoço e começava a mordiscar com seu dente. Eu pude sentir ela sorrindo contra a minha pele quando descobriu o quanto estava me afetando. Eu me senti humilhado pela maneira que meus olhos ficaram nublados e meus lábios se partiram involuntariamente para a sensação daquilo.

Aquela menor parte da minha consciência estava de repente cansada de lutar contra o prazer e talvez simplesmente cansada no geral, mas eu estava cansado demais para decidir e realmente, muito cansado para ligar sobre fazer decisões. Eu sabia que era fraqueza, e por um breve momento, eu permiti me render a sensação de prazer, virando meu rosto ligeiramente para o seu cabelo e inalando enquanto minha mão se levantava para se apoderar de sua cintura. Minha cabeça começou a se roçar em seu cabelo enquanto ela me pressionava ainda mais, conseguindo um gemido involuntário quando as pontas dos meus dedos arranharam a pele exposta do seu quadril.

E então eu finalmente tinha me afastado, porque ela ia ganhar este jogo fazendo uma merda barra-pesada como essa. Eu ficaria amaldiçoado se eu deixasse minha falta de decisão racional dar a ela a mão superior e me fazer sentir ambas as frustrações sexuais e insanidade simultaneamente.

Ainda mais, havia muitas possibilidades de...

Sua mão encontrou minha bochecha mais uma vez, e já que eu a vi vindo – porque honestamente, as duas Bellas estavam um pouquinho previsíveis – eu mantive meu pescoço rígido e não virei meu rosto quando a ardente e branca dor atingiram a minha bochecha.

Mais.

Eu mantive meus olhos concentrados nos dela, me sentindo um pouco vitorioso quando seu rosto caiu e ela grunhiu de frustração. Sim. Havia um monte daquela merda se passando, não tinha? Eu me mantive silencioso enquanto ela bufava de raiva e parecia estar complacente enquanto seus olhos circulavam pelo quarto. Ela parecia inteiramente confusa e calculante conforme colocava seu cabelo atrás de sua orelha e franzia suas sobrancelhas em concentração.

Eu podia ver as rodas girando em sua cabeça enquanto ela mordia seu lábio, correndo seus dedos através do seu cabelo, e eu odiei quebrar isso para qualquer que fosse das Bellas, mas essa merda não ia funcionar então elas podiam logo desistir.

De repente alguma coisa se passou em seus olhos, suas sobrancelhas se arquearam e amaciaram enquanto seu olhar viajou até o meu devagar. Seus lábios se contorceram em um perverso e sábio sorriso conforme seus olhos ficaram infinitamente escuros. Muito Bella Vermelha, eu anotei mentalmente. Eu contive uma careta para o sorriso enquanto ela andava até mim, unindo suas mãos atrás da cabeça e estalando seus lábios alegremente. Meus olhos se estreitaram em suspeita enquanto ela praticamente pulou para a minha frente.

"Está tudo bem, Edward. Eu entendo," ela replicou, inclinando sua cabeça para o lado com um sorriso dengoso e grandes olhos enquanto lambia seus lábios e dava de ombros. "Eu tenho certeza que depois que eu ir para terapia e ficar bem o suficiente para outro homem " Minha garganta já estava trancada e meus punhos estavam cerrados quando ela trouxe um dedo ao meu peito e o deslizou até meu queixo. "Um deles vai ficar mais do que feliz de satisfazer minhas necessidades." Seus lábios se tornaram um doce e preguiçoso sorriso enquanto ela inclinava sua cabeça ainda mais e meu estomago revirou.

Seus olhos procuraram os meus enquanto eu lutava contra a urgência de agarrá-la e mantê-la aqui. Nós ficamos nos encaram por vários minutos, e meu peito merda de doeu pra caralho para o pensamente de alguma outra pessoa vendo aquele sutiã. Branco, vermelho, não importava, porra. Era tudo para ser supostamente meu.

Com outro encolher de ombros, ela se virou e se abaixou para pegar sua calça.

Isso era tão diferente de Carlisle e Esme nos flagrando.

Se eu a deixasse ir, tudo iria embora, e eu senti um fantasma de sensação perda na ponta do meu estomago que cresceu para algo velho e familiar como a memória minha abraçando meus joelhos enquanto assistia minha vida se ir em chamas. O sentimento de deixar deslizar para longe quando eu podia ter apenas estendido uma mão.

Eu me senti tão sufocado pra caralho conforme tentava resistir ao instinto de pará-la que comecei a ofegar por ar, empunhando minhas mãos nos meus jeans para me conter. Ela começou a andar para longe, e eu apertei meus olhos em agonia enquanto eu a permitia ir. Alguma coisa queimou dolorosamente na minha garganta quando eu imaginei ser desprovido de todo o ser sono e cookies e luxuria e amor e afeição e conforto.

Espontaneamente, a visão passou através da minha mente, e eu vi a mesma coisa que fez meus dentes cerrarem e meu peito se contrair dolorosamente. Ela ficaria bem, bem do jeito que eles queriam, e ela conheceria as mãos, amor e afeição de algum outro filho da puta. Assim que ela percebesse o quanto melhor ela poderia ter, ela não precisaria da ajuda de um maluco, possivelmente alucinado pedaço de merda como eu.

Com uma arfada tremula, eu abri meus olhos e segui sua forma enquanto ela dobrava sua calça ao redor do seu braço e começava a pegar suas merdas do chão. Meus olhos se tornaram pesados conforme eu seguia seus movimentos. Meu olhar varreu cada pequeno detalhe e cicatriz da sua pele, relembrando a sensação delas em minhas mãos e lábios.

Aquelas esbeltas pernas e coxas pálidas. Seus braços, ombros, pescoço, e perfeitas protuberâncias da sua espinha dorsal enquanto desciam e desapareciam abaixo de sua calcinha branca. Sua delicada cintura e a maneira como os ossos do seu quadril se sobressaiam abaixo do tecido. Ela não parecia tão magra antes. Antes de tudo ficar fudido e todo mundo descobrir, nós éramos felizes. Se ela ficasse, nós poderíamos encontrar isso de novo, e eu faria tudo em meu poder para fazer ela feliz, mas...

Se ela fosse, tudo iria embora.

Eu relembrei cada detalhe da sua pele antes de se tornar impossível de conter a urgência ainda mais.

Ela é a minha garota. Minha mente gritou possessivamente em minhas orelhas enquanto ela se aproximava da porta com suas roupas no braço. Minha respiração ofegante se tornou profunda e árdua conforme eu andava adiante, involuntariamente permitindo meus instintos controlar meus movimentos, e a escassa faísca familiar incendiou alguma coisa profunda e selvagem enquanto eu marchava pelo chão.

Seus lábios vermelhos ainda tinham um traço de sorriso preguiçoso enquanto eu me rendia e disparava para ela vergonhosamente, agarrando sua cintura por trás com uma raiva desesperada, não assustando ela nenhum um pouco quando eu a esmaguei contra meu corpo. Seus ombros relaxaram quando eu rodeei meus braços inteiramente ao redor da sua cintura apertando o abraço para enterra meu nariz do seu pescoço. Cheirando minhas flores e cookies.

Eu pude sentir sua respiração acelerando, aquela pontada de excitação nos seus olhos que me amaldiçoou enquanto eu a girava e a pressionava contra a parede ao lado da porta.

Nossos narizes se tocaram e ela mordeu seu lábio, visivelmente contendo um sorriso enquanto suspirava em contentamento e minha mão foi cegamente para o meu lado. Eu achei a maçaneta da porta e a fechei raivosamente, as paredes vibraram, enquanto seus lábios vermelhos se contorciam e ela se mexia contra meus quadris triunfantemente. Eu me atrapalhei com a maçaneta, a trancando com pressa, com meus olhos sob seus ombros e meus dentes se cerrando para o pensamento dela me deixando.

Realmente puto sobre isso, meu punho encontrou a parede do lado da sua cabeça quando eu encontrei o seu olhar e senti a parede de gesso tremer contra a minha articulação. Mais uma vez, seus olhos brilharam em excitação, e apesar de ela estar assumindo alguma porra de posição delicada abaixo de mim, ela ainda parecia arrogante e convencida enquanto começava a erguer minha camiseta. Ela meio que parecia uma vadia, mas... pelo menos ela era a minha vadia.

Minha garota.

Entrelacei meus dedos sujos no seu cabelo e esmaguei meus lábios contra os dela com um rosnado quando forcei minha língua entre seus lábios. Ela gemeu, encorajando esse instinto exasperado que fez meu peito doer enquanto ela lutava para levantar minha camiseta.

Era depravado, todos as milhares de maneiras que eu involuntariamente imaginei de a possuir enquanto eu afastava meus lábios e tirava minha camiseta pela minha cabeça. Contra a parede, no chão, no maldito sofá que ela ocupou ou não ocupou na noite passada. Não importava, contanto que eu a fizesse minha, eu não ligava aonde nos faríamos.

Decidindo aproveitar esse breve lapso de sanidade, meus dedos chegaram as alças do seu sutiã, os tirando rudemente, e eu vagamente registrei que minhas mãos tremiam enquanto eu puxava eles para baixo de seus braços. Ela gemeu para os meus movimentos agressivos contra a sua pele e arqueou suas costas da parede para que eu pudesse ter acesso ao fecho e removê-lo.

E eu realmente tentei, merda de ofegante contra seu rosto e tateando com dedos trêmulos enquanto eu trabalhava para removê-lo. Eu podia a sentir ficando impaciente, arqueando suas costas ainda mais para eu conseguir mais espaço antes de simplesmente começar a puxar até finalmente tirá-lo.

Com um grunhido, eu o atirei e espalmei seus seios entre nós.

Minha.

Ela chiou e deixou sua cabeça cair para trás da parede, aquele pequeno sorriso ainda brincando nos seus lábios enquanto eu corria as pontas na sua pele e tentava fazer minhas mãos pararem de tremerem.

Ela de repente colocou suas mãos na minha, olhando nos meus olhos enquanto meus dentes se cerravam e um rosnado crescia alto no meu peito de novo. Ela se inclinou para perto da minha orelha enquanto eu a empurrava ainda mais na parede, agarrando-a enquanto beijava o lóbulo da minha orelha.

Ela suspirou na minha orelha enquanto minhas mãos ainda tremiam entre nós e eu ofegava em seu pescoço. "Eu sou a sua garota." Ela arfou intencionalmente enquanto trazia meu lóbulo para a sua boca, e eu vagamente me recordei de todo o problema do filtro do meu cérebro. Ela podia me ouvir dizendo toda aquela merda? Eu decidi que não importava, porque ela estava dizendo que era minha.

Toda minha.

Eu gemi no seu cabelo para o som dela dizendo aquilo e de repente seus lábios estavam de volta no meu pescoço, partindo-se contra a pele e eu acariciava seus seios ainda mais. Eu senti seus dentes na minha pele quando ela me mordeu gentilmente, como esperando me atiçar.

"Mais forte." Eu rosnei no seu cabelo, a ordenando me fazer dela. Obediente, seus dentes afundaram ainda mais, mas eu mantive repetindo meu pedido até que a dor fosse algo prazeroso, e com a pressão crescente, minha respiração se transformou em ofegos e minha visão de repente mudou. Eu não tinha nenhuma idéia do porque, ou o que estava acontecendo, mas alguma coisa não estava certa.

Era como andar através da tela de um filme onde eu podia sentir e ouvir tudo, mas eu não podia me conectar meus membros depois daquele instante inicial de dor e possessividade. Eu não percebi até que eu tentei diminuir meu aperto, e descobri que eu não podia. Eu não tinha certeza se queria, mas minhas mãos apertaram sua bunda e a carregou para a cama. Meus movimentos pareciam automáticos e rígidos, mas eu não podia achar o aquela linha que prendia meus pensamentos ao meu corpo.

A brusca realização foi assustadora e imediata cobrindo cada pensamento meu com receio e medo enquanto eu mantinha a tentativa de afrouxar meu aperto.

Eu podia me sentir arrancando sua calcinha com seu dente ainda roçando no meu pescoço. As sensações estavam lá enquanto eu desabotoava minhas calças e com pressa as deslizava. Tudo parecia estranhamente ampliado no toque, mas eu não podia mais mudar o curso dos movimentos de nenhum dos meus músculos.

Ela parecia sedosa e lisa ainda sim áspera quando minhas mãos agarraram seus quadris, as pontas dos meus dedos acariciavam sua pele, e apesar de eu saber que isso devia estar machucando ela, e eu deveria estar sendo mais cuidadoso mas o cuidado simplesmente... não se conectava com os meus dedos.

Eu a contive abaixo de mim na amarrotada cama, e meus quadris estavam a empurrando no colchão enquanto minha visão tentava se fixar em alguma coisa, mas tudo estava nublado e turvo. Eu imaginei que eu podia entrar completamente em pânico para a total perda de controle ou apenas me submeter, e deixar isso seguir seu curso. Eu não tinha certeza se eu tinha alguma escolha, e isso me assustava pra cacete enquanto ela tirava seus dentes do meu pescoço.

E então ela tentou se mover para longe de mim, deslizando do meu braço, e eu pude ouvir minha voz grunhir algo inteligível para os meus próprios ouvidos enquanto eu agarrava seu pulso e a segurava. Então o intrigante pânico começou a se expandir porque isso era inteiramente... fudido, e eu estava completamente sem ajuda. Eu sentia meus lábios contra os dela, lambendo e forçando enquanto eu agarrava sua cintura e escutava um suave gemido abaixo de mim.

Eu podia sentir mais do que ver ela sorrindo contra os meus lábios conforme ela abria sua boca e me assegurava que ela apenas queria uma camisinha. Claro, minha mente sabia disso, e estava tentando dizer ao meu corpo para relaxar pela porra de dois segundos, mas estava imperdoavelmente incerto da sua capacidade de fazer isso. Eu lutei contra isso e usei cada pequena resolução que eu podia possivelmente acessar para afrouxar meu aperto no seu pulso.

Eu estava grato que eu ainda tinha um resquício de racionalidade capaz de deixá-la ir... apenas o suficiente para permitir ela que deslize para de baixo de mim. Mas eu estava bem atrás dela com meus braços ao redor da sua cintura, deixando ela me guiar para a cômoda que eu abri com apenas uma mão.

A gaveta estava simplesmente bagunçada de cores borradas juntas em figuras desconexas e minha mão sentira por entre isso enquanto a outra segurava a sua cintura e meu rosto se enterrava no seu cabelo. Eu podia cheirá-lo, e eu podia senti-lo contra meus lábios enquanto minha mão achava a caixa e começava e arrastá-la de volta para a cama com pressa, e eu usei o seu cheiro para tranqüilizar minha angustia.

Sua risada sonolenta soou em meus ouvidos quando eu a puxei para minha frente, e eu vagamente me perguntei se ela estava ficando insana como eu. Ela não tinha nenhuma idéia do quão fudido isso tudo era. Eu queria abrir minha boca e dizer para ela que alguma coisa estava errada, e que nós podíamos fazer isso depois quando eu tivesse controle das minhas ações se isso era mesmo importante. Mas toda vez que eu abria minha boca, eu não conseguia nem entender o que eu estava dizendo.

Seja lá o que foi que eu disse, fez a figura manchada dos seus lábios se contorcerem em um sorriso conforme eu girava e me sentava na cama, puxando ela para o meu colo me encarando. Eu não podia decidir porque meu corpo queria desse jeito, ela por cima ao invés de mim, mas obviamente queria e a melhor parte da minha consciência estava agradecida porque nessa posição havia menos chances dela se machucar.

Depois de alguns momentos de minhas mãos puxando e se enterrando em sua pele, eu comecei a sentir ela deslizando uma camisinha em mim, meu rosto ainda enterrado no seu cabelo conforme minhas mãos puxaram seus quadris para mais perto. Pronto e aparentemente frustrado com o ritmo ocioso de seus dedos trabalhando no látex.

Ela estava conduzindo, o que pareceu estanho para mim já que ela não tinha a experiência, mas eu não tinha certeza se ela tinha escolha, porque minhas mãos não faziam nada além de puxá-la para mais perto de onde meu corpo a queria. As pontas dos meus dedos continuaram a afundar em seus quadris, e eu pude escutar meu grunhido baixo quando ela se levantou e foi para a posição.

Minha boca se abriu, e eu não pude entender o que eu estava dizendo, mas a fez gemer enquanto ela deixava seus lábios caírem de volta no meu pescoço. Havia branco e verde na minha visão quando eu olhei por cima de seu ombro, e eu pude sentir essa dor conforme minhas mãos agarraram firmemente suas laterais. Sem nem um momento para esperar, elas a trouxeram para baixo em cima de mim.

Ela encontrou o meu colo quando minhas mãos a forçava para baixo, e eu tenho certeza que estava tão chocado com o movimento quanto Bella. Foi tão rápido, porra. Muito duro. Eu não gostei nenhum pouco. Eu podia sentir seu arquejar na minha pele quando seu corpo ficou impossivelmente rígido e eu não sabia se isso era choque ou pânico, mas eu esperava e rezava pra cacete que o meu corpo me deixasse ter controle novamente se ela dissesse a palavra.

Eu queria ficar parado, dar tempo para ela reagir antes de eu decidir o quanto lutar com essa maldita incapacidade de controlar qualquer coisa. Mas meus quadris começaram a se remexer lentamente e minha língua estava no seu pescoço enquanto meus dedos afundavam ainda mais em seus quadris. Quando minha língua encontrou sua pele ela começou a arfar, e eu pude sentir isso contra minha pele, tremula e quente. Eu estava implorando para ela com meu beijo no seu pescoço o maximo que eu podia.

Por favor, não diga essa porra.

Não porque eu queria continuar indo. Não porque eu queria que ela estivesse certa e se provasse. Não porque eu podia ouvir ela mesma gemendo em prazer para a estranha amplitude da sensação, e nem ao menos porque parecia absolutamente perfeito pra caralho para aquela parte da minha consciência que tinha controle.

Eu não queria que ela dissesse por que eu ia ser a porra de um monstro quando ela dissesse, e eu não pudesse a soltar. Meus quadris continuaram se movendo contra minha vontade, e eu tentei convencer as minhas mãos a ficarem segurando seus quadris firmemente até saber se ela estava bem. Mas eu não podia decidir o quão verdadeiro isso era.

Meus olhos nunca se fecharam ou piscaram quando meu nariz começou a acariciar o lóbulo da sua orelha e eu pude sentir sua respiração ofegante contra mim novamente. Eu não podia determinar se isso era um sinal positivo ou se eu deveria começar... a atacar minha própria mente para deixá-la ir.

Mas então ela levantou seu rosto do meu pescoço, e eu mal pude distinguir o formato dos seus lábios quando eles se curvaram em um sorriso malicioso e sela começou a investir contra mim vigorosamente.

O som que escapou da minha boca me alarmou quando minhas mãos a agarraram impossivelmente mais apertado. Eu pude ver seus lábios se transformando em um sorriso ainda maior – branco entre vermelho – quando ela investiu novamente para intensificar a minha reação.

Eu não podia distinguir seus olhos com clareza, e era difícil julgar a sua expressão, mas o sorriso parecia bem orgulhoso, ainda um pouco arrogante e autoconfiante enquanto seus dedos começaram a alisar meu cabelo. Eu permiti seu prazer acalmar meu pânico por um momento. Ela parecia tão convencida, me atiçando, e aquela parte que funcionava da minha consciência queria que eu pudesse rolar meus olhos para ela.

O que você quer? Uma porra de estrela de ouro? Eu pensei em desagrado para sua arrogancia e assisti seu sorriso crescer impossivelmente mais.

Seus lábios se moveram em um vago borrão quando ela falou baixo e suavemente. "Eu prefiro prata, mas obrigada por perguntar."

Bem como eu lembrava aquele maldito filtro cerebral perdido e estava contemplando o usar para explicar que alguma coisa não estava certa comigo, minhas mãos de repente se moveram mais para baixo, e pegou dois punhados da sua pele para levantá-la, tremendo quando eu senti as sensações ampliadas e de repente eu a empurrei para baixo em outro abrupto e rude movimento.

Aparentemente, todo o meu corpo precisava de um comentário sarcástico para se sentir seguro que ela estava bem o suficiente para continuar. Eu queria sentir alivio que o meu corpo, mesmo em estado mecânico, percebia que ela era preciosa, mas eu não podia sentir alivio nenhum.

Porque ele repetia o levantamento e a merda do empurrão tão agressivamente que eu estava inteiramente aterrorizado, preso dentro da minha própria mente enquanto eu assistia a figura dos seus lábios e escutava nossos grunhidos de prazer. Minhas mãos continuaram repetindo, e eu tentei me empurrar para longe dos sentimentos e sons de pele se chocando conforme sua voz ficava mais alta e preenchia minhas orelhas.

Eu acho que era frenético e urgente, mas eu os desliguei, tentando bloquear isso para que eu não tivesse que me ver agindo como um animal do caralho. Eu apenas prestei atenção nos sons que a minha garota estava fazendo, apesar de obviamente não serem choros de pânico ou medo, não fez eu me sentir melhor.

Seus joelhos roçaram os meus quadris quando eu a movi, e apesar de saber que ela não estava, parecia que ela estava me acariciando com uma lixa. Cada pequeno toque era exagerado e vacilante com sua respiração contra meu rosto que fez parecia fogo enquanto ela ofegava e guinchava.

Alguma coisa obscura e terrível começou a se formar no meu estomago e minhas mãos se intensificaram e apertaram enquanto eu sentia sua pele ao redor das pontas dos meus dedos. A intensidade disso fez meu coração zunir e isso foi um baque errático, e meu pânico foi para proporções épicas quando eu estupidamente comecei a focar nos meus próprios movimentos e sons.

Era tão desesperado e gutural, quase como se meu corpo estivesse tentando se purificar de alguma coisa enquanto minhas mãos e quadris trabalhavam furiosamente. Era apelativo pra caralho que eu estava imaginando se a pressão que se formava não era náusea, porque eu amaria vomitar naquele momento enquanto eu escutava e sentia a mim mesmo fodendo minha garota como um selvagem.

A pressão crescente estava acoplada com seus lábios mais uma vez no meu pescoço, seus dentes raspando no mesmo lugar, e a dor disso se ampliando tudo impossivelmente mais quando minhas mãos começaram a empurrá-la para cima de mim com mais força, meus grunhidos se tornando desesperados e agudos.

Poderia ter sido horas, ou poderia ter sido apenas minutos quando minhas mãos e quadris começaram a se mover quase com violência, preenchendo meus ouvidos com o ligeiro chocar de peles e grunhidos e sussurros abafados enquanto meus braços queimavam com o exercício.

Eu senti e ouvi sem poder algum conforme crescia, até de repente, tudo mudar e afundar tão inesperadamente que fez meu estomago se revirar. A pressão se rompeu abruptamente em uma cega implosão que eu pensei que certamente me arruinaria.

Tudo parecia dolorosamente agonizante e fraturado conforme meu corpo convulcionava e minha mente instintivamente se retraia para longe de cada sensação. Não era prazer nenhum, e as sensações ampliadas todas pareciam excruciantes que eu não estremeci e me retrai de satisfação de um orgasmo.

Foi merda de torturante, e eu lutei para me afastar quando meus sons guturais de repente se tornaram agonizantes choros em seu ombro. Meu corpo, minha pele e meus membros, ardentes com um violento zunido até que eu pude sentir umidade nas minhas bochechas contra sua pele, e isso estava finalmente terminado.

Minha mente ficou vazia por uma imensurável quantia de tempo enquanto eu gradativamente assumia o controle de meus movimentos. Meu rosto veio primeiro, e eu o enterrei no seu ombro para lutar contra a memória da sensação agonizante que ainda deixada ligeiras pontadas ardentes de prazer.

Minhas mãos vieram depois, e eu removi os meus dedos da sua pele tão rapidamente que eu pude mal registrar a ação na minha mente nebulosa conforme elas moveram para abraçá-la ao redor da cintura. Eu pude vagamente perceber que ela estava ofegante no meu pescoço, seu dente ainda anexado a terna e pulsante mordida enquanto eu a segurava como se minha vida dependesse daquilo, me encolhendo para qualquer movimento brusco.

Bella deve ter pensado que eu realmente gostei de toda a porra da experiência porque eu podia sentir seus lábios curvados em um sorriso no meu pescoço quando ela os deslizou sobre os dentes e suspirou. Eu não tinha certeza se eu deveria ficar puto, ressentido, vingativo ou quaisquer umas das outras emoções que eu esperava sentir depois de ter dando dor infligida a mim.

Eu não podia sentir nada exceto o ligeiro zumbido de agitação, até que meu peito começou a sentir alivio e a se carregar com alguma coisa sufocante. Então inexplicavelmente, um alto e estrangulado choro de repente subiu da minha garganta, fazendo meu corpo se elevar contra sua pele úmida. Eu tentei conter por quanto tempo possível. Segurando minha respiração e apertando ela, antes de decidir que era apenas inútil pra caralho. Rendendo-me pela quinta vez naquele dia, eu permiti a pressão no meu peito se romper e realizar a porra do meu próprio desejo.

Eu não tive nenhum desejo hoje.

Eu usei seu ombro para abafar meu choro enquanto meu corpo começava a se mexer inconscientemente para se tranqüilizar. Minhas lágrimas banharam a sua pele, e ela deve ter – finalmente – percebido que alguma coisa estava errada, porque seu corpo inteiro ficou rígido, e ela tentou se afastar. Eu a segurei firmemente no mesmo lugar contra mim, e eu não estava fazendo isso para mantê-la aqui. Eu estava simplesmente segurando ela porque eu estava com medo de que eu não tivesse merda de capacidade o suficiente para conter meu corpo mais.

Sua respiração acelerou rapidamente, e eu pude sentir suas mãos dos lados da minha cabeça, tentando levantar meu rosto. "O que há de errado?" Ela perguntou em uma voz alarmada e ofegante quando eu a mexia no meu colo. Eu apenas balancei a porra da minha cabeça, porque como eu poderia explicar uma coisa assim? Meu peito produzia os mais profundos e os mais patéticos e desesperados choros e gemidos, como se meu corpo precisasse se livrar dos restos de qualquer coisa que eu não pude limpar, porra. Apesar de ser humilhante, eu me permiti expulsar cada choro no seu ombro porque orgulho estava tão longe de ser prioridade, era simplesmente embaraçoso.

Eu pude sentir o alarme de Bella enquanto ela tentava inutilmente se afastar e olhar para o meu rosto, mas eu a segurei firmemente, talvez muito firme, e eu não podia fazer eu mesmo ligar pra essa merda.

Ela eventualmente desistiu das suas tentativas com um bufar e resumiu a acariciar o meu cabelo enquanto descansava sua bochecha no meu ombro. "Por favor, Edward. Você está me assustando," ela alegou em um desesperado e estrangulado sussurro contra meu pescoço, e se eu não estivesse ocupado gemendo e chorando incontrolavelmente, eu iria rir pra caralho dela.

Agora eu estou assustando você?

Ela me deixou apertar e chorar por alguns momentos até que ela de repente levantou sua bochecha com um arquejar. "Me deixa cantarolar para você dormir," ela falou rapidamente e com segurança como se ela soubesse como me consertar. Seus dedos começaram a acariciar meu cabelo com mais familiaridade e carinho intencional.

Sua oferta tombou ao redor em minha cabeça quando eu finalmente permeti meus gemidos e choro se transformarem em profundas e calmas respiradas de flores e cookies que se misturaram com suor.

Dormir.

Soava realmente inútil para mim por alguma razão, porra.

Eu virei meu rosto para descansar minha bochecha no seu ombro enquanto eu encava vaziamente a janela, ainda ligeiramente nos balançando para frente e para atrás. Eu usei a maior parte da minha claridade visual para varrer as árvores do lado de fora da janela até que eu finalmente percebi que... eu não estava cansado.

Eu não estava energizado e meu corpo ainda parecia completamente exausto do pele dos meus dedos do pé até a ponta dos meus cabelos, mas eu não estava cansado. Eu estava simplesmente... aqui. Nada mais e nada menos.

Havia pássaros pretos voando e gorjeando enquanto eles se empoleiravam nos troncos descobertos das árvores perto do rio, e enquanto eu balançava minha garota lentamente na beira da minha cama na destruição do meu quarto, eu deixei ir, eu desisti.

"Eu não estou cansado," Eu repliquei em um sussurro que soou morto até mesmo para os meus ouvidos, e eu não tinha nenhuma idéia do que diabos estava errado comigo, mas eu me senti tão desolado que era interminavelmente um alívio. Eu raciocinei, talvez esse fosse o sentimento de alguém finalmente desistindo. Simplesmente... acabando.

Eu acalmei meu aperto e removi meus braços da sua cintura, acariciando seus quadris gentilmente indicando que eu já estava pronto para deixá-la ir. Ela hesitantemente se inclinou de volta, finalmente capaz de ver meu rosto quando suas mãos cessaram seus movimentos no meu cabelo. Quando seu olhar confuso encontrou o meu, seu rosto rapidamente ficou horrorizado e com expressão chocada. Eu supus que eu deveria estar bastante horrível, mas eu apenas acariciei ela mais uma vez até que ela descesse do meu colo porque ela parecia perfeitamente bem. Eu estava grato por não ter que me preocupar com isso, e era bizarro o quão mortificante eu deveria ter me sentido pelo o que nunca realmente veio.

Eu podia sentir seu olhos arregalados encarando o meu rosto enquanto eu pegava minhas calças e as colocava cautelosamente, ainda bastante sensível em algumas áreas. E então eu apenas agarrei minha jaqueta, procurando nos bolsos pelos meus cigarros, e andei até as portas do balcão.

Eu pausei enquanto me aproximava da porta, minha mão se demorando na maçaneta. "Você está bem?" Eu perguntei em minha rouca e monótona voz, simplesmente porque eu tinha que perguntar. Simplesmente porque ela era mais importante do que qualquer coisa que aconteceu comigo, e eu não tinha certeza se eu podia realmente desistir daquilo.

Eu não retornei o olhar dela quando ela respondeu com um pequeno e tenso, "Eu estou bem," – ênfase no "Eu" – porque eu não podia olhar para seus quadris aonde eu sabia que eu veria minhas mãos. Eu podia lidar com essa merda depois se eu realmente tivesse, mas agora eu deixaria para lá.

O ar de abril ainda continha uma friagem, mas estava na maior parte úmido quando eu sai para fora e recostei e me abaixei contra a branca parede da casa. Eu trouxe meus joelhos para o meu peito e encarei inexpressivamente o quintal e pássaros pretos que se concentravam ao longo das arvores ao redor do rio. O vento estava frio e tranqüilizante contra meu descoberto e úmido peito enquanto eu acendia um cigarro, mas eu não o fumei.

Eu simplesmente deixei a porra queimar.


NOTA DA AUTORA (AngstGoddess003):

- Os alucinações da Bella Vermelha foram psicose, definitivamente provacadas pela privação de sono extrema misturados com as anfetaminas. Uma pesquisa no wiki para psicose vai responder a qualquer dessas perguntas, e também explicar qualquer comportamento anormal dele nesse capítulo.

- Bella Vermelha é uma manifestação de duas coisas. A primeira é que, em questão ao que o Edward viu, Bella estava no seu melhor no Dia dos Namorados. Ela estava feliz, dormia e assumidamente saudável, por isso faz sentido ela manifestar-se em seu subconciente dessa maneira. Mas porque ela é da sua mente, faz sentido ela assumir caracteristicas dele, mesmo que sutis. Ela é a sua versão ideal de Bella, ainda que projetada com traços não-intencionais de si mesmo. (ex: chamar ele de 'Cullen', passar os dedos pelos cabelos, os sorriso tortos.)

- A natureza possessiva de Edward sobre a ameaça da Bella poderia ser vista como algum tipo de transtorno de ansiedade de separação. Mesmo que pareça estranho, Bella representa uma força materna em sua vida. Todos nós sabemos onde isso vai dar. Já ouviram falar de o complexo de Édipo, hein? (NT: Dúdidas? O wiki pode ser seu melhor amigo nesse momento)

- Quando Edward perde o controle de suas funções, e tem uma espécie de 'experiência fora do corpo ', isto é chamado de despersonalização. É muito essencial para este capítulo, e é o resultado da privação do sono e psicose, misturada com o uso de anfetaminas.

-A maioria das pessoas não vai pegar isto no contexto correto, mas seu cérebro está misturando suas respostas de prazer/dor devido a diversas disfunções da sua saúde neurológica no momento. Eu não entrarei em termos como vias somatossensoriais e nociceptores, mas vou dizer que os estímulos positivos induzem reações negativas (o seu prazer é doloroso), e estímulos negativos induzem reações positivas (sua dor é prazerosa).

- A resposta de Bella é provavelmente mais fácil de compreender. Poderia ser visto como uma variante da "teoria do trauma" mas eu não preciso ser científica com isso. Ela está recebendo um nível inimaginável de vingança por lutar no rosto de um predador. Dá poder a ela, e ela sente uma corrente de sentimentos positivos (NT: na tradução livre seria o nosso conhecido "briza", aquela onda de felicidade e adrenalidade, quase como se você tivesse sobre efeito de algo) por se sentir forte, ao contrário de fraca e indefesa. Na verdade, se eu quisesse realmente dar uma de psicológa e justificar sua preferência para à dominância de Edward, mesmo após esta realização, eu poderia perfeitamente olhar para Freud.

"As pessoas se tornam masoquistas como uma forma de regular o seu desejo de dominar os outros sexualmente. O desejo de se submeter, por outro lado, surge de sentimentos de culpa sobre o desejo de dominar. "- Sigmund Freud

Sim. Eu preciso de uma vida.

Outras notas importantes envolvem o significado do vermelho, em todo esse filho da puta. Vemelho aqui, vermelho ali. Vermelho vermelho vermelho.

Psicologicamente, a cor vermelha é estimulante, e mostra aumentar o apetite e energia física. Estudos têm demonstrado que o vermelho pode aumentar a pressão arterial e até mesmo a transpiração. Tem sido notado como um estimulante negativo para muitos distúrbios psicológicos, incluindo mas não limitado a, psicose e esquizofrenia.

Metaforicamente, a cor vermelha simboliza a tentação, a energia, o fogo, a arrogância, a desejo, ira, luxúria, paixão e merda ... porque eu ainda estou falando sobre isso? Sério mesmo. Faça. Me. Parar.

Eu poderia continuar, mas eu preciso abordar as questões que, inevitavelmente, inundaram minha caixa de entrada nos próximos três segundos. Go:

-Bella não está grávida.
-Edward não vai tentar o suicídio ou overdose, em qualquer forma, modo, jeito ou estado.
-Edward não é fundamentalmente insano. Sua mente só está desliguando por falta de sono.
-Jacob não está nesta fic. Nunca.
-Você pode estar achando que Edward está indo para o Papai C. para fins de terapia. Não vou nem confirmar nem negar isto neste momento. É spoiler, e uma das razões por que eu estava tão irritada por ter de encerrar este capítulo aqui.
-Edward NÃO estuprou Bella.
-Edward não machucou significativamente Bella.
-Edward não é para se tornar o vilão, e essa não é a minha intenção.
-Bella não era para se tornar a vilã também.