Notas da Autora

Usi Chichi fica...

Lucy fica irada quando...

Erza fica surpresa, quando...

Acnologia decide...

Capítulo 45 - A surpresa de Erza

Antes que Ushi Chichi pudesse esmaga-lo, Doranbold surge e pega Yajima, para depois se teleportar com ele, para longe dali, enquanto a dragoa rosnava.

Então, de repente, um ataque de água e eletricidade a arremessa para trás, a fazendo ganir de dor, para depois rosnar, violentamente, ao identificar quem a atacou:

- Como souberam do meu ataque?

- Eu herdei a habilidade do meu pai de ler a sorte e o futuro no reflexo da lua na água. Eu vi o seu ataque e viemos detê-la, Ushi Chichi (Vaca Chichi).

- Não sou Ushi Chichi, seus bastardos! – ela ruge colérica, voltando para o ar.

Na verdade, Mizuko não sabia exatamente quando seria.

Porém, graças a infiltração de Doranbolt no Conselho, eles sabiam quando seria a reunião do Conselho para disparar o Etherlion.

Mest avisou o seu mestre, Makarov, para depois ir ao Conselho, pois, Mizuko havia visto a morte de Yajima.

- Seus...!

Ela sabe que está encrencada, pois, são dois dragões adultos e antes que pudesse fazer algo, outro dragão surge ao lado dela e a tira dali, com ambos desaparecendo em um círculo mágico.

- Bastardos... – Raifuu comenta dentre rosnados.

- Estão mais para covardes. – Mizuko comenta, rosnando.

Então, o prédio começa a desabar e eles saem dali, usando magia arcana para fazer qualquer um esquecer que viram algum dragão, para não provocar pânico generalizado e colocaram na mente de todos, de que foi puramente magia e não um dragão real, que causou a queda do edifício.

Próximo do Conselho, Yajima agradece a Doranbolt, falando, sendo que também foi afetado pela magia arcana de Mizuko e de Raifuu:

- Aquela maga doida, usando aquela magia assustadora, para criar um dragão mágico. Lembra a magia Picture Magic. Quem diria que estaria junto da Miko Escarlate? Uma pena que não conseguimos saber quem é.

- É uma pena que a investigação não foi passada para mim. Estou em outra investigação. Por sorte, eu estava passando perto daqui e vi o edifício entrar em colapso. – Doranbolt esconde o fato de que fora avisado por Makarov, para que fosse até o Conselho, zelar pelo seu amigo Yajima.

Ele concordou com a decisão de Makarov, pois, a fairy Tail era assim e apesar de não poder ostentar a marca da Fairy Tail no ombro, pois, estava infiltrado, seguia os princípios da sua guilda do coração, após ter as suas memórias de volta. Yajima era da família e deviam zelar um pelo outro, uma vez que ele já foi membro da Fairy tail.

Ele se levanta e estreita os olhos, sendo que sabia sobre os dragões e a ameaça de Acnologia e do Deus dragão da destruição.

Longe dali, na mansão Heartfilia, Lucy havia feito o seu marido e o pai deste, que eram seus escravos, terem relações com a sua sogra, na sua frente. Confessava que era muito prazeroso ver e os ordenou a ter relações até que caíssem de cansaço e é isso o que acontece.

Após chegar ao ápice, se excitando várias vezes ao ver a cena, se ajeita na poltrona, para receber um dos seus outros escravos, que passa pelos três desacordados, como senão fosse nada, pois, somente tinha olhos para Lucy, que estava amando ter quantos escravos desejasse, sendo que fariam tudo por ela. Tudo o que desejasse, seria cumprido e ela adorava essa sensação. Confessava que era viciante.

Quem entrou se curva e fala com adoração e submissão:

- Hime-sama, entristece-me saber que trouxe más notícias para a senhora.

- Como assim, escravo?

- Rakuen no To foi destruída e os planos de construção de uma segunda, foram cancelados pela nossa cliente, Higurashi.

- Droga. Até que tivemos um bom lucro fornecendo os equipamentos.

- Sim.

- Tem mais alguma notícia ruim?

O homem fica incerto e ela pega o seu chicote e estala no tórax do mesmo, fazendo ele cair, para depois se curvar com a testa no chão, falando:

- Eu mereci e peço mil desculpas por trazer mais uma notícia ruim, mestra.

- Fale logo.

Uma das suas boates que usamos como comércio de crianças, foi fechado pela polícia. Eles viram os nomes dos compradores e conseguiram reaver todas. Esteve no jornal.

- O quê?! Como esses bastardos ousam arruinar o meu negócio! Eu mesmo escolhi aquelas crianças, pois, eram belas e dariam um bom dinheiro! – ela exclama irada, batendo as mãos na mesa – Todas as minhas tentativas foram frustradas por esses desgraçados!

- Não sabemos como, Hime-sama.

Ela senta e suspira:

- Ainda bem que eram meus escravos e já devem ter apagado as provas da minha conecção com eles e também se mataram, conforme as minhas ordens, caso fossem descobertos.

- É o mínimo que eles poderiam fazer pela mestra. – ele fala com adoração.

- Pelo visto, os únicos negócios que não estou tendo problemas é a venda de drogas e de armas mágicas. Pelo menos isso. É a quarta vez que o comércio de pessoas falha.

- Pode ter um espião entre nós, mestra.

- Impossível. São todos como você. Meus escravos. Nunca me trairiam. Decidi que vou investir, somente, nas drogas e armas, para não ficar tendo prejuízo, a todo o momento.

- Deseja algo mais, hime-sama?

- Os itens estão sendo entregues para o Acnologia? E ele está pagando por eles?

- Sim, senhora. Mas, ele mandou alguns subordinados supervisionarem o processo, assim como o processo de contratação de caçadores de tesouros.

Ela fica pensativa e fala:

- São fragmentos estranhos. Eu mesma os vi, uma vez. Não pareciam ter nenhum valor comercial. Não eram fragmentos de joias preciosas ou algo que denotasse valor financeiro. Quanto aos lacrimas, é compreensível... Agora, saia.

- Sim, senhora.

Longe dali, Saiga, um chefe do narcotráfico, temido no submundo, chutava com ira, algumas caixas, sendo que olhou para o seu depósito, outrora cheio de inúmeros carregamentos de drogas e armas mágicas e que, naquele instante, estava vazio.

Ele soube que um grupo conseguiu render os seus capangas e roubaram os seus itens. Além disso, havia alguém misterioso no submundo, que apenas se referiam como "Hime-sama", que tinha uma legião de subordinados, que se matavam ou então, que podiam ser torturados de forma violenta que não revelavam quem ela era.

Ele não compreendia uma lealdade desse nível, assim como as operações perigosas que eles faziam, em nome dessa Hime, que sabia ser um codinome, para alguém que estava tomando o seu lugar como líder no submundo, sufocando todos os negócios de narcotráfico e de armas que tinha, enquanto a Hime vendia muito, com um lucro alto, com ele ouvindo boatos de que os homens que a serviam não exigiam lucros e que muitas vezes, viviam com o mínimo necessário, além de serem loucos e suicidas.

Tudo isso era incompreensível.

Ele chuta a última caixa, enquanto ordena a alguns capangas, para que descubram de alguma forma quem era a Hime-sama. Ele precisava saber quem era, pois, iriam ter uma guerra e desejava saber quem era o seu oponente, realmente.

O que Saiga não sabia, era que a Hime-sama era Lucy Heartfilia e que ele, apesar de ser um bandido ordinário, não traficava pessoas ou crianças, pois, no passado, sua mãe fora vendida e sofreu muito. Ele conseguiu escapar da vida de escravo, graças ao sacrifício dela, que implorou para ele nunca escravizar inocentes e desde então, ele cumpria com essa promessa, mesmo quando se tornou um chefe temido no submundo, conseguindo caçar todos que foram donos de sua mãe e que mataram o seu pai. Caçou um por um e teve o prazer de tortura-los, lentamente, até a morte. Ele não matava mulheres, gestantes e crianças, também por respeito a sua falecida e amada genitora.

Então, ele se retira dali, pedindo perdão a sua mãe, pois, para a tal de hime, ele iria ferrá-la de todas as formas possíveis, se colocasse as mãos nela.

No carro, ele abre o vidro, para que um dos seus empregados passasse uma lacrima a ele, que ao olha-la, sorri satisfeito, antes de acenar com a cabeça, enquanto guardava a mesma em seu refinado paletó, para depois fechar as janelas, com o carro partindo do local, seguido de sua usual escolta.

Longe dali, Acnologia via os policiais, salvando as crianças, assim como, resgatando as que foram vendidas, devolvendo as suas famílias, sendo que todas eram crianças dadas como desaparecidas. Ele conseguiu escravizar os compradores dela, para que não fizessem nada com as crianças, até a polícia chegar nas casas, para salvá-las e prendê-los.

Afinal, se os matasse, a polícia não conseguiria pegar dados de outros crimes que eles cometeram.

Portanto, o melhor era deixa-los vivos, para que a polícia pudesse salvar outros inocentes, através do que eram presos, que graças a magia de escravidão de Acnologia, confessavam os seus crimes e tudo o que a polícia desejava saber em seu interrogatório.

Ele sorri ao saber que ele salvou mais inocentes de um destino cruel, pois, Lucy os havia comprado de pessoas que a sequestraram. Ela queria ser a intermediária, ao usar como fachada as suas boates, que não estavam em seu nome e sim, no nome de algum escravo dela. Graças a ele deter controle sobre alguns escravos da Heartfilia, conseguiu impedir que dados de fornecedores e de compradores, fossem apagados do sistema, embora os que ele controlava foram mortos pelos outros, que queriam cumprir as ordens de Lucy.

Porém, mesmo assim, conseguiu bastante tempo para as autoridades entrarem e apreenderem os dados, a fim de encontrar quem as sequestrou e os compradores, sabendo que não haveria rastro da Heartfilia, em decorrência da magia de escravidão, através da maldade.

Ele sorri consigo mesmo, ansioso para ver a Heartfilia pagar por todas as maldades, após presenciar o efeito colateral da magia que deu a ela.

Afinal, não era uma magia para que os seres daquele mundo usassem. Somente os que vinham de Dragon Land.

Após estar satisfeito ao destruir, novamente, mais um ponto de venda de escravos de Heartfilia, sabendo que era o último, ele se afasta dali.

Algumas horas depois, há dezenas de quilômetros dali, Erza estava deprimida, sendo que segurava as suas lágrimas, enquanto abraçava Knight, que apoiava a sua patinha no braço dela.

A ruiva chorava, pois, sacrificou os seus sonhos, para rever os seus pais, para depois descobrir que fui tudo a toa e que foi apenas enganada. Agora, não tinha os seus entes queridos e Rob, assim como acreditava que seria presa.

Afinal, a Fairy tail era uma guilda oficial e ela deveria ser levada as autoridades, enquanto que jurava que nunca iria fornecer o nome das pessoas que estavam na torre, pois, eles mereciam ter a sua vida, enquanto que ela não tinha mais nada e muito menos podia entrar na Fairy tail. Suas lágrimas de dor e desespero vinham no fundo de seu coração, agora que estavam longe do perigo.

Seu pai a abraçava, sendo que ela abraça o dragão, que afaga as costas dela, paternalmente, enquanto que os dragon slayer olhavam com pena para ela, que foi uma das várias vítimas da manipulação da Vakagome Higurashi.

Então, eles se entreolham, até que Natsu fala:

- Quer entrar para a Fairy Tail?

Ela fica estarrecida e pergunta:

- Posso entrar? Eu mexi com magia negra de Zeref e quem mexe com tal magia é...

- Que se dane o Conselho. Se quer entrar em uma guilda, entre na nossa. – Jellal fala – Não é o seu sonho? Além disso, não nos curvamos a um Conselho tão perverso e cruel, ao ponto de usar uma arma poderosa daquelas, sendo que com certeza, sabiam que havia pessoas. Mesmo assim, usaram, sem se incomodar com a morte das pessoas na ilha e com o violento tsunami que iria gerar, arrasando cidades litorâneas, provocando inúmeras mortes. São um bando de bastardos, sendo que Makarov havia dito que o seu amigo Yajima, era o único decente dentre eles. Então, talvez, ele não seja como o resto.

- Mas, e se o Conselho...

- Não se preocupe, filha.

- Como assim, tou-chan?

- Por vários anos, lancei uma magia arcana para modificar as memórias deles. Todos que saíram da ilha, agora, ou antes, se esqueceram da Miko escarlate. Ninguém vai saber quem você foi com exceção desses dragon slayers. Entrar na Fairy tail era o seu sonho. Sabia que quando descobrisse a verdade, seria a única coisa que lhe sobraria.

- Tou-chan... eu... eu... – ela fala, chorando emocionada.

- Então quer entrar? – Jellal pergunta com um sorriso.

- Sim!

Ela exclama, chorando de emoção, tamanha a felicidade que sentia ao poder se juntar a guilda que tanto sonhava, enquanto corava frente ao típico sorriso gentil de Jellal.

Longe dali, Milliana e os outros, tinham as memórias manipuladas, automaticamente e somente sabiam que foram parar na praia, sendo que somente se lembravam de que estavam em uma ilha de magia negra e que não podiam falar a ninguém, pois, podiam se presos.

Desorientados, eles e todos que estavam em barcos na margem da praia, descem dos mesmos e partem para viverem a sua vida, enquanto tentavam se lembrar na vida deles, na ilha.

Conforme se afastava da praia, Simon se lembrava de que alguém contou a ele, que a sua imouto estava viva e bem, uma vez que a salvou de ser capturada na Vila Rosemary e que estava em algum lugar.

Portanto, decidiu que iria partir em busca de sua irmã, em vez de buscar saber sobre o seu passado na ilha.

Conforme ele se afastava dali, Milliana, Shô e Wally, que o decidem seguir, pois, sentiam que na ilha de magia negra, eles tinham uma amizade grande e ao saberem da busca que ele pretendia fazer, decidem ajuda-lo e os quatro se afastam da praia em busca de Kagura Mikazuchi, a sua irmã mais nova, sendo que decidiram buscar em Guildas mágicas por ela, sendo que não sabia o motivo de ter essa ideia, enquanto que agradecia por ter tido tal ideia, pois, teria um ponto de referência, para começar a sua busca.

O que nenhum deles viu, foi Acnologia, oculto atrás de um quiosque e que havia dado a ideia a Simon. Em virtude dos poderes da grande dragoa da neve que servia como Guardião, ele sabia, através dela, vários dados sobre a história daquele mundo. Por isso, conseguiu fazer Simon se lembrar do que foi dito a ele na ilha, ao mesmo tempo em que incutia nele, a noção de que a sua irmã poderia estar em uma guilda. Ele sabia que demoraria algum tempo, mas, iria chegar na Guilda Mermaid Hell, encontrando assim a sua irmã e que era o destino, Milliana e Kagura serem grandes amigas.

A única coisa que lhe preocupava era Shadow Zeref e E.N.D., a magia negra que saiu de Zeref e de Natsu. Ele foi avisado pela dragoa que servia, de que teriam algumas situações, que ele teria que deixar acontecer, por mais que exigisse muito dele e confessava que temia que isso envolvesse algum inocente, inclusive a contraparte de sua filha, Yukino, de Earth Land.