Notas da Autora
Então, sobre o olhar aturdido de todos, Lian e Kuririn revelam o que descobriram, sendo que há um vídeo que mostra...
Após a revelação, Tarble faz um anúncio, juntamente com Kireiko, sua companheira há anos.
Porém, o príncipe Tarble também revela que...
Capítulo 55 - Revelação
Chichi, Suno e Bulma se entreolhavam, discretamente, ao verem que somente Lian e Kuririn saíam da nave, sendo que ambos são cumprimentados pelos demais amigos que queriam saber como fora a viagem.
O trio não conseguia compreender o que aconteceu, pois segundo o que entenderam, eles invocaram o dragão. Há menos que o mesmo não possa ressuscitar alguém, segundo o que cogitavam, sendo que também havia a hipótese, de que a qualquer momento, elas sairiam da nave.
Elas se juntam a eles, sendo que Lian e Kuririn mostravam fotos de ambos em vários locais paradisíacos, assim como fizeram questão de trazer uma foto dos mestres de Kuririn, pois, muitos não os conheciam.
Instaura-se no local um falatório animado com exclamações de felicidades ao saberem que ambos estavam noivos e que em breve se uniriam nos costumes saiyajins e chikyuujins.
Yukiko, Gohan e Bra estavam de pé, em uma espécie de cercadinho super-resistente e a prova de saiyajins bebês feitos por Bulma e os mesmos estavam animados, ao ver a animação dos adultos, embora não compreendessem o motivo. Riam e agitavam os bracinhos, enquanto mexiam as perninhas.
- Nos temos uma boa notícia para dar a vocês.
Tarble fala, abraçando Kireiko e trocando um sorriso com a mesma.
- Eu estou grávida! – ela exclama animada.
Então, as mulheres a abraçam e desejam felicidades a ela, enquanto que os homens cumprimentavam Tarble, inclusive o Dr. Briefs, felicitando-o e depois, foram para a casa de Kakarotto e Chichi.
Yamcha e Pual seguiram o Dr. Briefs para ajuda-lo a mover um novo equipamento que estava desenvolvendo, sendo que quando estava no laboratório do palácio, precisava pedir a um saiyajin para mover os equipamentos pesados.
Então, ele foi junto com o Dr. Briefs e sua esposa, sendo que os demais foram até a mansão.
Com todos juntos, na sala de estar da mansão, Lian fala:
- Como alguns de vocês sabiam, também procurámos as Dragon Balls na Terra.
- Dragon Balls? – Kakarotto pergunta, arqueando o cenho.
- As Dragon Balls são sete esferas que quando reunidas, permitem a pessoa invocar o Deus Dragão, Shenron e o mesmo concede um desejo.
- Isso existe? – Bardock pergunta embasbacado.
- Sim. E de fato, juntamos as Dragon Balls e invocamos Shenron.
- Mas, o que vocês queriam com Shenron? – Tarble pergunta curioso.
- Bem, Chichi e Suno sabiam como os seus amados se sentiam em relação à Lian e Nyei, assim como Mikya. Eu, particularmente, adoraria conhecer a minha mãe. Mesmo não tendo recordação dela, gostaria de poder falar com ela. Logo, Bulma teve a ideia das Dragon Balls, pois, no passado, queria fazer um desejo ao Deus dragão ao saber da lenda.
- Então... – Kakarotto murmura, estarrecido.
- Sim. Vocês se sentem culpados e possuem um imensurável pesar em seus corações. Invocamos Shenron para ressuscitar Liluni, Nyei e Mykia. De fato, ele pode trazer as pessoas de volta a vida.
Bardock encontra-se estarrecido, embora tivesse adorado a ideia de revê-la para poder pedir perdão, pessoalmente, mesmo sabendo que era indigno de tal pedido.
Então, olha para Suno e por algum motivo o que sente por ela é tão intenso, quanto o que sentira com Liluni, acabando por deixa-lo confuso, assim como se encontrava Kakarotto em relação à Chichi.
Ambas as terráqueas estão apreensivas, observando o semblante de seus amados e notando a confusão em suas faces, provavelmente em virtude do que sentem por elas e as mesmas, sendo que por sua vez, se sentem receosas, com uma parte delas almejando saber quem eles amavam mais.
- Bem, como minha amada Lian disse, o dragão pode ressuscitar pessoas, porém...
- Porém, o quê?
Kakarotto está apreensivo, sendo que Tarble e Kireiko apenas viam o desenrolar dos acontecimentos, com a face em um misto de surpresa e expectativa.
Após alguns minutos, fazendo suspense, Lian e Kuririn se entreolham e ela fala com um imenso sorriso:
- Ele não pode ressuscitá-las, pois, elas já ressuscitaram.
- Como assim? – Bardock fica embasbacado.
- É o ciclo. Elas retornaram em novos corpos.
- Onde estão? – Kakarotto pergunta – O universo não é seguro e, portanto, elas podem estar sofrendo.
- Não estão, acredite amigo. – Kuririn sorri, tal como sua noiva.
E após alguns minutos, Lian tira uma cápsula de dentro de um de seus bolsos e o transforma em uma câmera e então, após apertar um botão, o mesmo começa a projetar com incrível nitidez a invocação do dragão a partir das esferas reluzentes, com Kakarotto e Tarble as reconhecendo, pois, Tarble havia visto no quarto de seu irmão e Kakarotto se lembrava da esfera que a espécie de índio deu para ele há anos atrás, na Terra.
Tarble inclusive questionava como elas conseguiram pegar a esfera do quarto de seu irmão, embora achasse tal feito divertido, pois, fora um ato incrível e devia parabenizá-las.
Então, o dragão aparece e elas fazem o desejo e ele explica.
Tarble fica estático, tal como Kireiko, passando a olhar para Suno, Chichi e depois para Yukiko no cercadinho, já que o mesmo havia sido trazido para a sala e as crianças foram colocadas nele.
Bardock e Tarble estão assimilando as informações, sendo que ficaram espantados pelo fato de um dragão saber mais sobre o conceito de ligação verdadeira do que eles, assim como que na Terra existia algo similar, concordando que a explicação dele era bem plausível e igualmente verossímil.
Suno e Chichi estão estáticas, pois, também assimilavam a informação de que eram reencarnações de Liluni e Nyei, sendo que Chichi olha para a sua filha, absorvendo o fato de que ela era reencarnação de Mykia, a filha de Kakarotto e de Nyei, sua identidade no passado e após ambas as chikyuujins se concentrarem, acabaram lembrando-se de alguns flashes estranhos que tiveram, ocasionalmente, em outros lugares e situações.
Mas, pensavam se tratar de um sonho surreal ou então, que eram oriundas da imaginação.
Bulma está embasbacada, sendo que nunca imaginou que algo assim poderia acontecer e olha para as suas amigas e depois para Yukiko e em seguida para Kakarotto e Bardock, imaginando que se elas estavam surpresas, eles estavam mais ainda.
Então, pigarreando, Lian fala, quebrando o silêncio incômodo que imperou no local, após encerrar o vídeo.
- Então, tou-san e nii-chan. Não precisam mais se culpar, assim como não precisam mais ser tomados pela dor e angústia. Elas retornaram e vocês podem se redimir por completo. Acredito que quase após duas décadas de sofrimento, vocês merecem a paz e a felicidade.
Bardock abraça Suno fortemente, quase a deixando sem ar, até que percebe e se desculpa, pois, se entusiasmou demais, para depois beija-la, enquanto chorava, sentindo que um grande peso havia saído de seu coração, assim como, a névoa de culpa e pesar que lhe abandonavam gradativamente, enquanto agradecia pelo fato de ter uma segunda chance, jurando que tudo seria diferente e que não responderia por seus atos se alguém a ferisse. A protegeria de tudo e de todos.
Já, Kakarotto, abraçou fortemente Chichi e a beijou, possesivamente, fazendo-a arregalar os olhos e enrubescer, surpreendendo-se com o ato dele que a abraçava e chorava. Ao mesmo tempo, Kakarotto sentia que o carrasco da culpa abandonava o seu coração, com os seus ombros ficando mais leves, sendo que antes se encontravam pesados pelo pesar e culpa que lhe acossavam, lhe castigando, implacavelmente, sendo que os mesmos desapareceriam, conforme chorava e agradecia pela segunda chance que recebeu, jurando a si mesmo que nada aconteceria a ela e aos seus filhos.
Então, olha para Yukiko e reconhece que de fato, havia alguns trejeitos, quando era mais bebê, que lembravam Mykia e ele achou que era apenas impressão, mas, não era e nisso, se afasta de Chichi, beijando-a uma última vez, antes de pegar Yukiko para abraça-la, feliz por ter ganhado uma segunda chance com a sua filha, chorando de felicidade, ao sentir o peso morno dela, enquanto a culpa e a dor o abandonavam, sendo que a pequena olhava para ele, sem entender as lágrimas, para depois pegar o rosto dele com as mãozinhas e apalpar.
Ele vê os orbes ônix dela olhando-o, com curiosidade, enquanto murmurava:
- Papa... papa...
- Sim, minha filhota. – ele a beija e a abraça, sentindo o vestígio de suas tristezas, desaparecendo, gradativamente.
- Papa...
Ele olha para baixo e vê que Gohan grudou na calça dele e então, pega o seu filho com a cauda, balançando-a para cima e para baixo, arrancando risos gostosos dele, para depois segurá-lo no colo e abraça-lo, sendo que ambos o abraçavam e lhe davam beijos, pois, eram ambos carinhosos.
Chichi se junta a ele, que enrola a sua cauda na cintura dela, trazendo-a para o seu lado, com ambos se beijando, emocionados.
Lian olhava emocionada a cena, sendo que também se emocionou com o seu genitor, sabendo que a culpa que os consumia implacavelmente e a dor lacerante os abandonava, gradativamente, conforme reconheciam e vivenciavam a segunda chance de reescrevem a história de ambos com as suas amadas.
Todos os demais também ficaram emocionados, inclusive Tarble e Kireiko.
Já, Bulma, chora emocionada e então, ela sente um puxão em suas calças e ao olhar para baixo, percebe que era Bra, que estava de pé, se ancorando na mãe e então, olha para o cercadinho, vendo o mesmo aberto, assim como ficara consternada ao observar a porta aberta do mesmo, pois, ele não durou muito tempo em relação a sua filha gênio, como todo o Briefs era.
Sorrindo, pega a filha e depois faz uma face séria para ela, pois, o cercadinho não durou nem quatro dias com a sua filha, que herdara o gênio primoroso dos Briefs, pelo que notara. Era ela uma gênia mirim e de fato, se recorda das histórias de quando era criança, segundo o seu pai, que contou a dificuldade em mantê-la num cercadinho, pois, a mesma, uma gênia mirim desde tenra idade, escapava facilmente dos mesmos e então, olha seriamente para a filha, após sair das recordações:
- Mama... mama... – Bra sorria, enquanto esticava os bracinhos.
- Você escapou de novo, né?
Então, a filha a abraça e depois a beija, com Bulma sorrindo, pois, não conseguia manter a face séria perto da filha, que tinha desde já, um jeito especial de se safar da bronca.
- Vegea... vegea... – ela murmura, olhando para os lados.
- Vegea? – Tarble pergunta curioso, ao se aproximar da cientista, ao notar, com diversão, a fuga da sua sobrinha.
- Ela quer dizer Vegeta. Ela o ama. Gruda nele e tipo, ele é completamente cativo dela. Ela "pinta e borda" com ele, digamos assim. É incrível o quanto são ligados, considerando o fato que não é pai dela. Bra simplesmente o adora e já faz alguns dias, que o comandante Vegeta não vem nos ver. Falo comandante, para não confundir com aquele... – ela para, ao se recordar que Tarble era o otouto dele.
- Tudo bem – fala com um sorriso triste – Eu sei como é o meu nii-san e também sei o mal que lhe causou. Não se preocupe. Inclusive, fiquei muito feliz em conhecer a minha sobrinha.
Bulma respira aliviada, pois, identificava a sinceridade no olhar de Tarble e ademais, o olhar dele era como de Bardock e Kakarotto. Um olhar gentil e bondoso, sendo que para a cientista era muito difícil acreditar que ele era irmão do monstro que a estuprou várias vezes e a fez passar por tantos dissabores e humilhações consecutivas.
- Não parecem irmãos... – comenta, distraidamente.
Tarble ri levemente e sorrindo, fala:
- Acredite. Não é a primeira a falar algo assim. Somos extremamente diferentes. Sou o oposto dele, praticamente.
- É o que também acho.
- Você não é a primeira a se surpreender, jovem.
Kireiko fala, sorrindo, ao se aproximar de seu companheiro, que envolve a sua cauda possessivamente na cintura dela.
- Confesso que fiquei surpresa ao saber, que mesmo antes dos saiyajins invadirem a Terra, já existia um meio terráqueo. Afinal, nós, terráqueos, só tivemos contado, forçadamente, com as outras raças, quando fomos capturados como escravos.
- Bem, meu pai foi abduzido há quase sessenta anos atrás e acabou conhecendo a minha mãe e tendo uma filha. Há outros meio saiyajins, com idade similar a minha. Inclusive, falam que a adaptabilidade do DNA dos terráqueos é enorme e podem surgir mestiços de outras raças. Claro, alguns são estéreis por causa disso, já nascendo dessa maneira ou então, é difícil surgir um determinado mestiço, sendo fácil nascer, igual a qualquer terráqueo, em relação aos saiyajins, pois, há muita compatibilidade entre a genética deles e a dos chikyuujins.
- Por falar nisso... É verdade que há somente cinquenta mestiços em toda a Bejiita?
- Sim. Pelo menos, até ontem. – Tarble fala desanimado – Agora só existem vinte mestiços.
- Vinte? – ela fica surpresa.
- Sim. Os terráqueos que foram vendidos para as outras raças foram castrados, previamente. Isso é padrão. – Kireiko fala – Também fiquei surpresa com o declínio rápido.
- Castrados?! – a cientista fica boquiaberta.
- Para evitar a procriação no espaço. Claro, há as vendas ilegais, oriundas da retira clandestina de escravos da Terra. Mas, são poucos, pois, a maioria esmagadora das naves é abatida antes de se afastar o suficiente do Espaço espacial da Terra e também, há naves de patrulha no entorno.
Após assimilar o que ouviu, ela se recorda da baixa de mestiços.
- Só há vinte meio saiyajins?
- Bem, a maioria foi morta pelo pai saiyajin por ser mestiço. Como deve saber, há uma lei ancestral que garante aos pais eliminarem as crias fracas. Como muitos consideram, erroneamente, os meio saiyajin fracos, por causa dos humanos serem fracos, eles os eliminam. Isso quando não pagam a castração, sendo que ouve um aumento exorbitante na busca de tal cirurgia para escravas e escravos, embora a maioria seja para escravas. – ele comenta pensando no transtorno que seria quando o seu irmão forçasse a libertação dos terráqueos, sendo que ainda era cedo demais para liberta-los.
- E os outros?
Tarble inspira e fala, com a face séria, olhando para os demais que se encontravam emocionados:
- Agora, elas estão emocionadas. Enfim, não é o momento. E inclusive, Kakarotto e Bardock saíram antes do término da investigação que estou coordenando, pois, achei a queda tão abrupta e vertiginosa deles em um curto espaço de tempo, algo estranho, sendo que os cinquenta mestiços haviam sido poupados pelos pais saiyajins. Como vocês sabem, há uma espécie de chip que somente fica ativo quando o meio saiyajin está vivo, pois, é uma forma de impedir deles serem retirados de Bejiita. Pois, bem, a contagem dos chips ainda ativos, levou a esse número. Acredito que seja um grupo que se auto intitula os "guardiões da pureza racial". Irei falar com Kakarotto e Bardock sobre isso, assim como Lian, já que irá se unir a Kuririn.
- Guardiões da pureza racial?
- Sim. Eles surgiram com base na invocação de uma lei primordial, que meu irmão tentou ocultar, um pouco antes de Bra nascer e que a mesma foi feita pelos nossos ancestrais, quando os saiyajins começaram a viajar pelo universo. A nossa esperança, minha e do meu irmão, era contornar essa lei, de modo, que se a raça que compõem um meio saiyajin for uma raça de aliados ou de prováveis aliados, ou então, uma raça protegida pelo imperador, essa lei perderia o efeito e não poderia ser executada. Não há como destruir tais leis primordiais. Apenas contorná-las ou modifica-las.
- Não acredito que aquele imperador bastardo faria isso.
- Mas, fez. Eu o auxiliei, pois, se há um saiyajin que conhece todas as leis, vírgula por vírgula, sou eu. Sei mais do que os guardiões das leis. O imperador decretou, via scouter, que os terráqueos seriam uma raça que seria protegida com o tempo. Em tese, a partir dessa proclamação, mesmo que ainda não fosse oficializada essa proteção, a lei seria rejeitada, no caso, os mestiços de saiyajins com terráqueos.
- Não acredito que aquele desgraçado fez algo assim... – Bulma comenta, amargurada.
- Entendo como se sente... Quer dizer, imagino como se sente, ainda mais após saber o que ele fez... Mas, voltando ao assunto pertinente, esse grupo considera essa lei ativa em prol da pureza da raça e, portanto, está executando mestiços, graças ao fato de terem invadido o banco de dados de Bejiita, sendo acobertados pelos demais saiyajins. Não sei se há alguém, internamente, que está dando detalhes. O que quero dizer, é que terá que ter cuidado redobrado, pois, eles estão executando, sumariamente, os mestiços, assim como executando as mães dos mesmos com base no fato de evitar novos mestiços. Formei uma junta de investigação e a estou liderando para desarticula-los e também capturar os responsáveis. Espero encontrar em breve o foco. Vou pedir ajuda a Bardock, por causa do seu poder da visão.
- Vou avisa-las e tomaremos cuidado. Precisamos avisar a todos. Eu desenvolvi dispositivos para inibir a ação dos saiyajins, porém, ele pode machucar a audição de minha filha e dos demais. Vou me dedicar a aprimorar o dispositivo.
- Ótimo. Acredito que eles ficaram mais protetores e com certeza, o comandante marcará mais vezes presença na sua casa, para a felicidade da Bra. Fiquei admirado de ver o quanto ela é grudada no comandante. – ele comenta, imaginando como será a reação dela quando descobrir que o comandante e o imperador são o mesmo saiyajin.
Então, segue-se uma tarde com chá e doces. Após uma hora, Yamcha e os pais de Bulma se juntam a eles, sendo que todos combinaram de não contar a eles sobre as Dragon balls.
Isso porque, o pai de Bulma, poderia falar por distração, já que adorava conversar, tal como a mãe dela e Yamcha poderia acabar escutando, decidindo usar a história para contar vantagem para as mulheres, já que era um mulherengo incorrigível.
