Olá queridos!

Eu demorei sei diss

o, mas foi por uma boa causa. Eu estava em semana de provas, o que aliás esqueci de comentar com vocês, portanto não estava tendo tempo de escrever.

Demorei, mas voltei com mais um capítulo para vocês curtirem. Lamento dizer, mas não será dessa vez que vocês conhecerão Kanto-sama. Ei resolvi adiar a aparição dele por mais um capítulo porque queria trazer nesse capítulo algo que já não aparece há um tempinho e que foi muito solicitado nos reviews.

Espero que gostem.


Na manhã seguinte, Rin acordou mais disposta e tão logo se aprontou, saiu de seu aposento caminhando em direção ao de Heikou. Ela encontrou Inoue na porta, a criada estava indo até lá para acordar o príncipe, visto que parecia que ele não havia se levantado até o momento.

- Ohayou senhora. – A jovem serva fez uma reverência.

- Ohayou Inoue. – Rin disse abrindo a porta lentamente e entrando no quarto. Ela caminhou até a porta da sacada e a abriu permitindo que a brisa matutina entrasse no aposento.

Heikou sequer se moveu na cama, a mãe sorriu e se aproximou dele. Ela se sentou na cama ao lado dele e fitou o belo rosto ainda infantil.

- Heikou, acorde. – A voz suave dela soou no quarto.

Heikou não estava dormindo e Rin sabia disso. O menino tentou conter o sorriso quando sentiu a mãe acariciá-lo e chamá-lo novamente.

- Acorde meu príncipe. – ela também sorria. – Inoue, acho que algo está errado. – Rin começou a falar fitando a serva de forma significativa. – é melhor chamarmos Sesshoumaru para verificar. - ela provocou.

Heikou imediatamente abriu os olhou e fitou a mãe.

- Ah, que bom que você acordou querido, já estava ficando preocupada. – ela disse ainda sorrindo e ele também sorriu. – Agora levante-se e vá se lavar, nós temos um convidado e não podemos deixá-lo esperando.

- Hai. – ele concordou levantando-se logo da cama e caminhou até o quarto de banho. Inoue pegou um traje e estendeu sobre a cama para que ele fosse vestido pelo príncipe.

Minutos depois com a ajuda de Inoue, Heikou já terminara o banho e voltara enrolado em uma toalha de linho. Inoue o enxugou enquanto a mãe apenas observava e o ajudou a se vestir.

- Heikou, aonde você e seu pai foram ontem? – a mulher perguntou fitando o filho.

- Nós fomos visitar um senhor no litoral.

- Um senhor?

- Hai

- Ele disse que havia ido até lá para buscar algo, você sabe o que é?

- Sei. – ele respondeu displicente tentando desviar o olhar da mãe.

- E o que é?

Heikou balançou a cabeça negativamente.

- Você não vai contar a sua hahaue?

- Não posso. – ele disse fitando o rosto da mãe.

- Seu pai lhe disse para não contar?

- Hai.

- Está certo, se ele disse você deve obedecer. – ela falou, mas ainda não desistira de saber o que o marido e o filho estavam escondendo.

Após Heikou estar devidamente trajado, Rin desceu em sua companhia até o salão principal onde encontraram o general Yaguinuma e Sesshoumaru conversando. Eles cumprimentaram uns aos outros e como uma boa anfitriã Rin os convidou a irem para o salão de refeições onde o desjejum estava servido.

Desfrutaram da refeição tranqüilamente enquanto conversavam e Yaguinuma informou que recebera uma mensagem de seu neto informando que estava a caminho das Terras do Oeste para apresentar-se a seu senhor, estaria lá dali a dois dias.

Terminado o café da manhã, Sesshoumaru informou que tinha assuntos a resolver fora do castelo e saiu deixando o velho Yaguinuma em companhia da mulher e do filho. O youkai fez sérias recomendações antes de sair, para que Miyumi mantivesse-se atenta a sua senhora e a criada assegurou-lhe que não se afastaria dela e que relataria qualquer situação anormal.

Rin, Yaguinuma e Heikou permaneceram no salão principal e enquanto a Senhora do Oeste bordava o que parecia ser uma peça de enxoval para o novo bebê, Heikou estava atento às histórias contadas pelo velho general, que discorria sobre os feitos do lendário e imponente Inutaisho. O menino ouvia a tudo fascinado, adorava ouvir falar de seu avó e pensar nele, passava horas na sala de leitura com seus olhos dourados percorrendo os pergaminhos que documentavam os feitos do líder dos inuyoukais. Heikou desejava no fundo de seu coração tê-lo conhecido e imaginava porque seu pai parecia ao mesmo tempo tão diferente e tão semelhante a seu avô.

- Ojiisan venceu todas as batalhas que lutou... – Heikou disse demonstrando toda sua admiração.

- Sim meu jovem. Inutaisho-sama era um guerreiro formidável e seu poder era inimaginável. Ele venceu todas as batalhas nas quais se envolveu, mas em uma delas, infelizmente, ele foi gravemente ferido e isso lhe custou a vida.

- Tio Inuyasha me disse que o ojiisan morreu para salvar a mãe dele de um inimigo cruel. – o menino disse.

Rin prestava atenção à conversa dos dois, conhecia aquela história muito bem, a ouviu inúmeras vezes enquanto estava no vilarejo de Inuyasha e em uma única ocasião, a viu ser contada em um tom amargo por Sesshoumaru.

- É verdade. Inutaisho-sama lutou mesmo ferido para proteger Izayoi-hime e a cria que ela carregava. Ela era uma princesa, uma humana de beleza ímpar...

- Como minha hahaue. – Heikou o interrompeu e sua frase trouxe um sorriso à face da mãe e também à do velho general que concordou com a afirmação.

- Certamente. Ela era bela assim como Rin-sama.

- O senhor conheceu Izayoi-sama? – Rin perguntou deixando o bordado de lado por um momento.

- Eu a vi apenas algumas vezes, aqueles eram tempos muito difíceis, um general como eu tinha muitos afazeres e poucas foram as vezes em que passei pelas terras da família dela.

- Entendo.

- Mas as virtudes de Izayoi-hime eram conhecidas por todos, apesar do desprezo que a maioria dos nossos tinha por ela pelo fato de ser uma humana. – O velho continuou.

- Eu imagino como ela se sentiu. – Rin respondeu. – eu também não fui facilmente aceita nestas terras e muitos até hoje agem de maneira respeitosa para comigo apenas por temer uma reação de Sesshoumaru.

- Isso não deve aborrecê-la minha senhora. Eu confesso que tinha minhas reservas em relação aos humanos, mas aprendi com Inutaisho-sama que havia exceções à regra, havia humanos dignos e confiáveis. Naquele tempo vivíamos em guerra, os humanos nos temiam e nós os desprezávamos, por isso os conflitos eram freqüentes. Agora a situação mudou para melhor, embora ainda haja conflitos e disputas, são em número muito inferior ao de antes.

- Agradeço aos deuses por isso Yaguinuma-san. Izayoi-sama foi perseguida por seu envolvimento com um youkai e sua vida foi tirada tão precocemente que ela não pôde criar seu filho, a pobre criança viveu à própria sorte toda sua vida.

- Foi mesmo uma tragédia o que aconteceu. Esse hanyou teve que ser forte e aprendeu a sobreviver sozinho em um mundo cruel como era o nosso.

- Inuyasha é um bom homem e muito forte sem dúvida. As provações pelas quais ele passou determinaram o caráter dele. – Rin disse sorridente ao pensar no cunhado, a quem aprendera a admirar ainda criança.

Ainda ali atento à conversa Heikou também sorria, a admiração do menino pelo tio era imensa. Eles tinham muita afinidade um com o outro e Heikou enxergava em Inuyasha algo que não encontrava no pai.

...

O dia passou rapidamente e ao cair da tarde Sesshoumaru voltou ao castelo. Ele foi informado por uma das criadas de que Rin estava na casa reservada ao capitão em companhia de Miyumi, para verificar se tudo estava em ordem, enquanto Yaguinuma estava na sala de leitura e Heikou havia saído em mais um de seus treinamentos com Takuma-sensei.

O youkai subiu as escadas e ordenou que um dos servos preparasse-lhe um banho. Ao chegar ao aposento, ele olha através da portas da sacada, o horizonte onde o sol estava prestes a ser pôr. Uma criada veio até ele minutos depois para informar que o banho já havia sido preparado conforme suas ordens, então o youkai caminhou até o quarto de banho após depositar suas espadas no devido lugar.

Chegando ao aposento ele retira seu tradicional traje e se coloca na banheira onde a água morna e aromatizada com essências jazia. Sesshoumaru relaxou o corpo e deitou a cabeça na borda fechando os olhos logo a seguir. Ele manteve-se imóvel desfrutando da sensação de relaxamento que a água morna proporcionava e do silêncio que pairava ali.

- O que esteve fazendo na casa do capitão até agora? – ele indagou minutos depois sem abrir os olhos sabendo que a mulher estava ali e o observava.

Rin sorriu e caminhou lentamente ficando mais próxima a banheira antes de responder.

- Estava organizando alguns objetos e os quartos. Yaguinuma-san me disse que o novo capitão tem uma filha e um filho. A menina é mais velha, quase uma mocinha, portanto precisa ter um quarto só seu.

- Você já o está considerando como o novo Capitão, ele ainda não foi avaliado, não sei se está apto a assumir tal missão.

- Se ele tiver ao menos uma parte das qualificações que tem o avô, então creio que você não terá que se preocupar mais.

- Você não devia se dar ao trabalho, devia ter mandado Miyumi ou qualquer outro servo providenciar o que fosse necessário para arrumar a casa. – falou no tom tranqüilo habitual agora já a fitando.

- Não me custou nada fazer isso Sesshoumaru.

Rin se sentou à borda da banheira e levou as mãos aos ombros do youkai passando a massagear o local.

- Heikou já voltou? – Ele perguntou.

- Não. Takuma-sensei avisou que eles provavelmente retornariam mais tarde que de costume hoje.

- E Yaguinuma?

- Está descansando até o jantar. – A mulher respondeu após pegar um pote de cerâmica fina e despejar parte de seu conteúdo nas mãos. Era um óleo perfumado que ela esfregou nas mãos levemente e voltou a massagear os ombros e as costas de Sesshoumaru.

O youkai desfrutava do toque suave de sua mulher, cujas mãos deslizavam por sua pele e pressionavam os músculos visando relaxá-los. Rin sorria vendo-o se entregar às sensações, ela se inclinou levemente encostando-se às costas dele e as mãos delicadas deslizaram pelo peito acariciando-o enquanto os lábios aplicaram um beijo doce no pescoço dele.

Um arrepio percorreu o corpo de Sesshoumaru ao sentir a mão de Rin percorrer lentamente o caminho de seu peito passando pelo abdômen até mergulhar na água indo de encontro ao membro dele que já começava a reagir àquele estímulo.

- Não faça isso Rin... – ele disse em um tom de súplica que causou estranheza à mulher.

- Por que? – Indagou intrigada.

- Já é difícil o bastante resistir ao desejo de tê-la sem que você me provoque desse jeito.

- Resistir? Já há algum tempo não procura estar comigo meu senhor, o que está havendo?

- Você tem estado cansada e indisposta, não vou submetê-la aos meus desejos apenas para me satisfazer.

- Meu cansaço não se deve a nenhum esforço e eu não estou doente. – ela o abraçou ainda pelas costas. – Eu o desejo também... – disse beijando a lateral do rosto alvo até que seus lábios tocaram a orelha – muito...

Rin ergueu-se de onde estava e passou a desatar o nó que prendia o obi. Ela abriu o kimono que usava e o deixou cair no chão antes de pisar os degraus e colocar o pé direito na água morna. Sesshoumaru também se ergueu e a ajudou a entrar na banheira segurando-a pela curva sinuosa da cintura. Tão logo estavam frente a frente fizeram com que seus lábios se tocassem de forma cuidadosa e tranqüila, deliciando-se com o sabor e a textura um do outro.

O youkai trouxe a mulher mais para junto de si sentindo o calor e a maciez do corpo dela, os seios firmes pressionados contra seu peito, as mãos delicadas em sua nuca enquanto a boca sedenta ainda estava colada a sua.

As carícias foram prolongadas por um bom tempo até que Sesshoumaru viu que não agüentaria mais, ele precisava tê-la por completo para saciar o desejo que o consumia nos últimos dias. Sua preocupação excessiva com Rin fez com que ele mantivesse distancia da mulher suprimindo o desejo intenso que sentia por ela.

Sesshoumaru guiou a mulher até uma das bordas da banheira recostando seu corpo delicadamente a ela. Ele beijou a mulher com avidez e sugou seus lábios fazendo-a gemer. As carícias foram estendidas ao pescoço e depois aos seios enquanto os dedos massageavam seu sexo dando um prazer imenso à mulher que cada vez mais gemia.

- Está bem assim minha hime? – ele indagou provocativo mordendo levemente o pescoço dela.

Rin apenas concordou com um aceno de cabeça, não conseguia pensar claramente, naquele momento ela era apenas sensação.

Sesshoumaru mirou os doces olhos castanhos de sua fêmea e acariciou seu belo rosto. Ele ainda se surpreendia com o poder que aquela mulher, mesmo sem ter plena consciência disso, exercia sobre ele. Como ela conseguira? Quando exatamente ele foi capturado por aquela doce predadora tornando-se cativo em seus braços e escravo de seu amor? Estas eram perguntas as quais o youkai não sabia responder, mas intimamente, e ainda que não revelasse isso a ninguém, nem a própria, sabia que sua vida pertencia a ela, a sua hime.

Rin sentiu o calor em seu corpo aumentar enquanto seu youkai a penetrava lentamente. Ela o envolveu com as pernas aproximando mais os corpos sedentos de prazer.

Os movimentos de entrada e saída do youkai no interior da mulher eram suaves e ritmados e ele a fitava sem desviar sua atenção do rosto de traços delicados que tanto amava. Os gemidos de Rin eram como música para os ouvidos dele, fazia bem ao seu ego constatar o quanto podia dar prazer a sua fêmea e Rin com a voz sôfrega pedia por mais.

Sesshoumaru intensificou os movimentos sentindo que ela logo chegaria ao clímax. Ele se colocava mais fundo a cada investida e também sentia o prazer de ter seu membro deslizando suavemente em uma viagem desnorteante até o prazer.

Rin agarrou-se ao corpo musculoso do youkai ao ter seu corpo sacudido pelo orgasmo. Ela gemeu e repetiu o nome do amado várias vezes tendo os olhos fechados e a feição transformada pelo gozo.

Momentos depois a humana buscava recuperar o fôlego ainda sentindo-o dentro de si. Sesshoumaru aplicava beijos leves nos lábios dela enquanto a via se recompor.

- Sesshy, você não...

Ele não a deixou terminar a frase, tomou seus lábios em um beijo intenso que ela logo correspondeu e suas mãos passaram a percorrer os músculos das costas dele. Rin pressionou o quadril contra o dele o incentivando a continuar e ele voltou a se movimentar arremetendo contra o quadril da mulher ainda com suavidade. Rin contraiu os músculos do canal que o envolvia tornando aquela movimentação ainda mais prazerosa para ele.

Dessa vez os gemidos intensos do macho ecoavam pelo ambiente. As mãos fortes seguravam a borda da banheira e a pressionavam na medida em que o prazer se intensificava. Os olhos tornaram-se rubros e as garras e presas se salientaram evidenciando sua natureza youkai.

Rin tomou os lábios dele com os seus e sugou-os levemente. Um ruído de prazer deixou a garganta do youkai e escapou pela boca enquanto ainda era beijado pela mulher. Ela sorriu.

- Agora sim...- ela disse satisfeita ao ouvido dele e acariciou o rosto parcialmente escondido na curva de seu pescoço.

...

Já de volta ao quarto, o casal se aprontava para o jantar. Quando terminou de atar o obi amarelo que prendia o kimono azul claro que usava, Rin passou a pentear os cabelos com o pente de marfim decorado que estava sobre a penteadeira.

A ação da mulher era observada pelo youkai que também terminava de se vestir. Ele a admirava enquanto atava a faixa da kahama e Rin sorriu ao vê-lo através do reflexo no espelho.

- O que foi? – ele indagou ao ver o sorriso dela.

Rin se virou para ele e o viu vestir a parte superior do traje e fechá-la ajeitando depois os longos fios prateados que deslizaram sobre o tecido nobre da roupa.

- Deixe-me ajudá-lo. – a mulher falou ao se aproximar dele.

Sesshoumaru sentiu os dedos dela tocarem seus cabelos, ela o beijou levemente e indicou que ele se sentasse na cama. O youkai atendeu e erguendo a barra do kimono, Rin subiu na cama e se sentou sobre os joelhos às costas dele. Utilizando o pente com o qual antes penteava os próprios cabelos ela passou a alinhar os fios naturalmente sedosos do youkai.

- Isso me trás recordações... – a humana disse vagamente com um sorriso saudoso estampado na bela face.

- Quais? – ele indagou.

- De minha infância.

- Eu nunca permiti que você me tocasse quando era criança. – Sesshoumaru falou erguendo a sobrancelha também recordando aquele período.

- É verdade, mas isso não impediu que eu fantasiasse a esse respeito. – ela sorriu de forma travessa e voltou a beijá-lo no rosto.

Sesshoumaru a olhou de soslaio e ela continuou.

- Eu imaginava qual seria a sensação de tocar seus cabelos como faço agora, mas isso exigia um nível de proximidade que você jamais considerou permitir que houvesse entre nós.

Sesshoumaru virou o rosto ao encontro do dela e a beijou, um beijo profundo e longo.

- Você é agora mais próxima deste Sesshoumaru do que qualquer um. – disse olhando diretamente nos olhos dela.

- Sim eu sei. – respondeu confiante.

...

Minutos depois Rin descia as escadas acompanhada por Sesshoumaru para irem ao salão de jantar. Heikou já estava no cômodo segundo informou Inoue a sua senhora assim como o velho Yaguinuma.

Os quatro desfrutaram do jantar enquanto ouviam mais histórias sobre o general e suas aventuras.


E então o que acharam?

Bom, vimos Heikou fazendo mais uma gracinha com a mãe, parece que ele realmente quer chamar a atenção. Viram como ao ouvir o nome do pai ele rapidinho toma jeito?? rsrs

O príncipe está adorando ouvir as histórias contadas pelo velho Yaguinuma, Heikou como todos tem muita admiração pelo avô embora não o tenha conhecido. Sua lenda causa grande excitação ao menino, que vez ou outra compara as atitudes do avô com as do pai.

Tivemos um hentai leve, já que o pessoal estava sentindo falta. Viu como eu sou boazinha com vocês? Já estou garantindo meu lugarzinho no céu, ou não.

Sesshy continua cobrindo sua fêmea de cuidados e carinhos, até mesmo em relação a sua intimidade com a mulher ele está agindo de forma diferente. Alguém não notou isso?

Ah! Heikou acabou mantendo segredo sobre o que o pai está escondendo. Bom garoto! Prometo que em breve vocês saberão o que é.

Sem mais comentários, agora quero apenas agradecer aos reviews encaminhados.

Nathyla - Obrigada por me cobrar um capítulo novo por dia criatura exigente. rsrs brincadeira. Todos adoraram o momento Rin e Heikou, eu adoro escrever esses momentos, provavelmente porque quero ter esse tipo de relação com meu filho se um dia tiver um. Quanto ao ciume do Sesshy é visível, há uma disputa entre ele e o filho pela atenção da Rin e isso vai se tornar mais evidente, vocês verão. Valeu pelo apoio e pelos reviews.

Giselle - Obrigada por mais um excelente review, você sempre faz ótimas análises do que eu escrevo. A Rin está em crise no momento, mas creio que vai passar, os hormônios estão mexendo com ela. Nessa gravidez parece que ela terá mais incômodos do que na do Heikou. Você deve saber o que dizem, uma gravidez nunca é igual a outra.

Vice-chan - Minha Obi-wan inseparável. Valeu por estar sempre presente e me incentivando.

Graziela Leon - Nossa o seu review começou de forma tão formal que me assustei. Você está em casa menina, sinta-se a vontade e obrigada por acompanhar minha estória. Espero ver sempre seus reviews por aqui.

Lilica - Heikou realmente não tem nada de santo. Ele é fofo, mas não é anjo rsrs. O seu diagnóstico da Rin está mais do que certo, ela está sensível e cansada por causa da gravidez apenas isso. Eu não pretendo fazê-la ficar doente ou nada do gênero, mas o Sesshy não sabe disso não é? Então nós podemos continuar nos deliciando com a preocupação dele.

Teresa - Não se preocupe que o gato do Ryou, quer dizer tigre irá aparecer logo. Ele terá uma papel importante na aprovação ou não do novo capitão.

Megumi - Você passou bem perto do que está na minha mente.

Hinata-chan - Kanto-sama perdeu a esposa. Ele tem dois filhos e o velho Yaguinuma referia-se a mulher do neto também como neta, isso deve ter confundido um pouco vocês, mas é isso. Quanto ao nascimento da princesinha, ainda deve levar um tempinho algumas coisinhas importantes ainda devem acontecer antes dessa.

Lu, Individua do mal, Clarice, Pammy-sama, Yukiko-hime, Acdy-chan, Hika-lly, Luisa Andrade obrigada pelos reviews todos significam muito para mim.

Aos que se juntaram a nós recentemente, sejam bem vindos.

Beijos!