#Ai está espero que gostem…
Capítulo Vinte e Um
Hermione prendeu a respiração. Por um instante breve e assustador, nada aconteceu. Ele não emitiu nenhum som . Não se mexeu. Não teve nenhuma reação. Ele nem mesmo piscou. E então, num piscar de olhos, pressionou-a contra a porta. Sua coluna encontrou a madeira com uma urgência impossível. As mãos dele deslizaram até seu traseiro e a levantaram , moldando seu corpo ao dele. As palavras dele soaram como um rugido grave de encontro aos seus lábios.
"Eu esperava que você dissesse isso."
Ele a beijou. Fam into, a princípio. Depois com doçura. Mais do que antes, saboreando seu lábio superior, depois o de baixo. Provocando sua língua com a dele. Murmurando palavras doces que ela não conseguia entender, mas que não precisava, na verdade. Tocando sua face com as costas dos dedos e demorando tanto tempo quanto queria. Porque eles não precisavam se apressar. Não precisavam se preocupar com interrupções. Afinal, os dois estavam sozinhos. Mas logo ele se afastou.
"Nós deveríamos es..."
"Não!" Em pânico, ela colocou os dedos sobre os lábios dele, que estavam prontos para destruí-la. "Não diga essa palavra. Eu aceito qualquer outra começando com E, mas não essa. Estar, escandalizar, espancar..."
Ele ficou um pouco assustado com a última opção.
"É só um exemplo", ela explicou. "Você sabe o que eu quero dizer. É melhor que a próxima palavra a sair da sua boca seja qualquer coisa menos 'esperar'."
Ela retirou os dedos dos lábios dele. Os polegares dele traçaram círculos reconfortantes na parte inferior das costas dela.
"Esquentar. Nós deveríamos esquentar você. Pegar alguma coisa para você comer."
"Oh. Ótimo, é verdade. E muito melhor do que as minhas sugestões."
"Sem dúvida. Eu vou pegar um cobertor e então vamos tirar esse vestido de você." Quando Harry abaixou até seus pés tocarem o chão, o rosto dele ficou, de repente, muito sério. "Você vai ter que casar comigo, sabia?"
Sim . Ela sabia. Naquele momento, Hermione olhou para dentro do seu coração. Foi
observação mais clara que já tinha feito. Ela viu todo o seu futuro. Todo o futuro deles. O castelo, a cervejaria, crianças, natais e páscoas e chuva de verão. Eles sempre teriam a chuva.
"Não há como evitar", ele disse, afastando-se e indo para a cama. "Isso talvez não seja o que você queira, mas... Você veio atrás de mim na chuva, molhada e tremendo. E eu deveria tê-la mandado de volta, mas sou impulsivo demais e isso não é bom . Especialmente para você."
Oh, droga. Ele estava magoado. Hermione deveria ter dito logo a palavra sim , mas não foi o que fez e Harry não conseguia entendê-la. Ele confundiu a pausa dela com relutância.
Ele pegou os cobertores.
"Eu sou um lutador. Se restava algo de bom na minha reputação, eu destruí esta noite. A única coisa que posso lhe oferecer é proteção e..."
"Harry..."
"Mas você não pode recusar agora." Ele parou, de travesseiro na mão, segurando-o como um escudo. "Você não tem escolha."
"É claro que eu tenho escolhas. Ao assinar o documento, você me deu todas as escolhas do mundo. Eu sou uma nova Hermione. Não vou fazer nada porque tenho que fazer, e não me importa o que as pessoas digam . Com certeza não vou me casar com você só porque está dizendo que devo."
Ele apertou os dedos, enterrando-os no travesseiro.
"Pelo amor de Deus, coitado do travesseiro."
Ela o tirou das mãos dele e o afofou com carinho antes de recolocá-lo na cabeceira da cama.
"Harry", ela disse, "eu vou me casar com você porque eu te amo."
Ele piscou várias vezes, e Hermione percebeu, com uma repentina pontada no coração, que ele talvez nunca tivesse ouvido aquelas palavras. A mãe dele morreu tão jovem . E não importava o que o pai e o irmão dele tivessem sentido por ele, os dois nunca foram do tipo que manifesta os sentimentos em voz alta. E se o que ele havia lhe contado fosse verdade, sobre sua história com mulheres ser superficial e insatisfatória... Hermione era, provavelmente, a primeira pessoa que lhe dizia isso. E o fato de ela poder lhe dar isso... Oh, enchia o coração dela de alegria.
Hermione segurou uma das mãos dele.
"Eu estou loucamente apaixonada por você, Harry Potter."
Ele ficou em silêncio por um tempo.
"Você está com febre?", ele perguntou.
"Não."
"Tem certeza?"
"Tenho." Ela levantou a mão dele e encostou o dorso em sua testa. "Está vendo?"
"Eu não falei da febre. Tem certeza do que sente por mim?"
Hermione achou que merecia o ceticismo. Pelo que Harry sabia, esses sentimentos eram uma novidade.
"Tenho certeza. Eu me sinto assim há algum tempo. Nem sei quando começou, mas... foi muito antes deste verão. Faz anos que leio tudo o que encontro sobre a sua carreira. E festejei suas vitórias; fiquei preocupada quando você se machucou. Por que mais eu continuaria enviando todos aqueles cartões de natal e convites bobos? Sou uma boa garota, Harry, e sim , fui criada para ser um modelo de boa educação e nobreza, mas nem eu sou tão educada."
Ela ergueu a mão dele e a beijou.
"Eu te amo. E compreendo que seja difícil para você acreditar de verdade nisso hoje. Mas está tudo bem . É uma frase pequena. Eu posso repeti-la tantas vezes quantas forem necessárias. Você pode praticar ouvi-la do mesmo modo que recebe um jab." Ela ergueu os punhos do modo que ele ensinou e começou a socar o ombro dele. "Eu te amo. Eu te amo. Eu..."
Ele a pegou nos braços. Os olhos dele estavam cheios de fogo.
"Hermione, não. Você tem que parar."
"Eu não vou parar. Nem mesmo o campeão peso-pesado da Inglaterra é forte o bastante para me fazer parar." Inebriada pelo poder do sentimento, ela passou os braços ao redor do pescoço dele. "Eu te amo. Aceite isso."
Oh, Harry pretendia aceitar. Ele iria aceitar, guardar bem guardado com as duas mãos e nunca mais soltar.
"Pensando bem , deixe os cobertores para lá", ele disse. "Eu mesmo vou esquentar você."
"Gostei dessa ideia."
Ele também .
Harry pôs as mãos na cintura dela e a girou, deixando-a de costas para ele. E então, pela segunda vez naquela semana, ele se dedicou à tarefa de desabotoar e desamarrar as roupas dela. Mas foi tão diferente dessa vez. Dessa vez, ela era dele. Ele esperou muito tempo para ter alguém que fosse dele. Alguém que ele pudesse amar sem reservas. Com honestidade. Com cada parte de si, não apenas com as partes brutas e problemáticas.
"Coma algo enquanto eu faço isso", ele disse. "Não podemos deixar que você desmaie de novo."
Ela partiu um pedaço do pão.
"Se você não queria me fazer desmaiar", ela disse com a boca cheia, "não deveria ter aparecido daquele jeito, tão atraente."
"Você não pode dizer nada. Não com este vestido." Ele soltou o último botão e tirou a seda molhada das costas dela. "Quando a vi naquele salão de festas, pensei que eu fosse desmaiar."
Ele puxou o vestido para baixo, passando pela cintura e pelos quadris, e a ajudou a tirar as pernas de dentro dele. Então Harry começou a soltar os laços do espartilho e as fitas das anáguas. Nós molhados são mais difíceis do que os secos, mas logo ele conseguiu soltá-los.
Ela se virou para encará-lo, vestindo apenas a chemise fina e molhada que usava por baixo de tudo. O tecido estava grudado nela, revelando todas as suas curvas – completamente translúcida. Santo Deus. O olhar de Harry vagou dos mamilos duros para a curva encantadora dos quadris dela, chegando depois ao lugar que guardava seu sexo.
Se não fosse despertado pelo tremor repentino dela, Harry poderia ter ficado ali, observando-a, a noite toda.
"Desculpe", murmurou. Harry precisava se apressar ou ela podia pegar um resfriado. "Por que você não termina e deita na cama para se esquentar? Eu vou tirar minha roupa e logo vou ficar com você."
Ela aquiesceu e ele se virou, sentando em uma poltrona junto ao fogo para retirar as botas. Em questão de segundos, ele tirou o colete e a camisa, e depois se livrou das calças. Segurando as roupas em um amontoado diante de si, ele se virou.
Hermione jazia aninhada entre os lençóis, o cabelo solto caído sobre os ombros em ondas molhadas. Tão linda. Ela parecia uma pintura que se poderia ver em um palácio de Veneza. E aquele retrato de delicadeza feminina olhava para ele. Do modo que um gato de rua olha para bancas de peixe no mercado.
"Eu..." Ela pareceu envergonhada ao ser pega, mas não desviou os olhos. Harry jogou o monte de roupas para o lado e abriu as mãos, como quem diz: Vá em frente, olhe à vontade. O olhar dela flertou com os ombros e abdome, mas logo desceu para as partes mais importantes. As faces dela adquiriram um tom de rosa totalmente novo, preocupante, até. Ele não sabia que nome dar àquele matiz de rosa. Talvez isso nem existisse na natureza até aquela noite.
"Eu não sabia o que esperar." Ela mordeu a ponta do dedo, pensativa. "Você é um homem grande. Em todos os lugares. Faz sentido que você também seja… grande... aí."
Ele coçou a nuca, tentando não rir. Não era assustadoramente grande. Só maior do que a média. Mas o elogio não intencional – e o rubor violento que chegou às raízes do cabelo dela – só estava piorando as coisas. Ele ficava cada vez maior. Ela esticou a mão para a frente, incerta.
"Posso...?", ela pediu.
Como se ele fosse dizer não! Harry se aproximou da cama, o pau se projetando à frente. Duvidava que tivesse estado mais duro em toda sua vida. Ela o tocou com a ponta de um dedo – a ponta de apenas um dedo, deslizando por toda a extensão, desde a base até a cabeça – e todo o corpo dele pegou fogo.
"Você tem certeza de que tudo isso vai...", ela inclinou a cabeça.
"Tenho."
"Tudo?"
"Na hora certa." Ele se juntou a ela na cama, fazendo-a deitar de costas. "Nós vamos bem devagar, do jeito que for melhor para você. Se quiser que eu pare, é só falar."
Ele se esticou ao lado dela, puxando o corpo de Hermione para junto do peito e a envolvendo com seus braços. Dando-lhe seu calor. Ele tinha de sobra.
"Está mais quente?"
Ela aquiesceu.
Quando se curvou para beijá-la no pescoço, ela virou a cabeça para um lado, desenhando uma curva graciosa. Um convite. E aquele era um convite que ele nunca recusaria. Harry começou a beijá-la na orelha e foi descendo pelo pescoço, o caminho todo até a clavícula. A mão dele tinha descido até o seio por vontade própria. Enquanto acariciava um , ele beijava o outro, aninhando-se naquela pele com aroma de violetas. Mesmo que eles vivessem e fizessem amor por cinquenta anos – e ele desejava com fervor que isso acontecesse –, Harry achava que nunca deixaria de ficar espantado que ela quisesse aquilo. Seu corpo grande e embrutecido se esfregando na perfeição delicada dela.
Ele a colocou de costas e beijou-a até a barriga, parando no meio do caminho para apoiar o queixo no umbigo e admirar o rosto dela.
"Eu vou fazer com que seja bom para você", ele prometeu. "Melhor que bom. Eu quero... sons de bolo. Não, esqueça isso. Eu quero sons de Harry."
Ela riu baixinho. Mas quando ele subiu com a mão por sua coxa nua, a risada virou um suspiro de prazer.
"Essa é minha garota. É um bom começo."
Ele terminou de beijar a barriga dela e foi mais baixo com a cabeça. Ela estremeceu. Ele segurou firme os quadris dela.
"Está tudo bem . Sei que você confia em mim."
"Eu confio em você."
A confiança dela era um presente ao qual ele dava valor. Harry primeiro a acariciou com os dedos, abrindo suas dobras com o polegar e entrando só um pouco. Quando ela arfou e gemeu, ele aceitou o estímulo.
Afastou as pernas dela, o bastante para acomodar seus ombros. Então ele mergulhou entre as coxas, colocando a língua no centro dela. Hermione arqueou as costas com a surpresa do primeiro contato, mas ele não se deteve. Harry a provocou com lambidas lentas e adorou o gosto dela. Ela era tão doce, com o toque certo de acidez.
"Harry." Ela tocou seu ombro. "Harry, você tem certeza que..."
"Está tudo bem ." Ele a abriu mais com os polegares. "É perfeito. Você é perfeita."
Ela gritou de prazer. E fechou as coxas, puxando a cabeça dele como se a prendesse em um torno. Ele não podia sair dali agora. Então se dedicou à tarefa de provocá-la e saboreá-la, aprendendo cada contorno dela, cada uma de suas reações. Em instantes, ela ofegava por ele.
"Isso", ela gemeu.
Ele também gemeu. Seu pênis latejava em vão onde estava preso, em meio aos lençóis.
Quando não conseguiu mais esperar, Harry subiu pelo corpo dela. Suportando seu peso com os braços, posicionou o pau duro e dolorido no centro do sexo dela. Ele não se mexeu para entrar nela. Ainda não. Apenas movimentou os quadris para a frente e para trás, acariciando-a ele sabia que ela iria gostar. Dando-lhe mais calor, mais fricção.
Mais provocação. Um êxtase enlouquecedor.
"Oh", ela suspirou. "Oh, Harry."
Ele adorou aquela sensação. Não era só a satisfação de dar prazer a ela – embora isso fosse uma alegria por si só. Era aquela consciência inebriante, super-humana, a intensidade de concentração que conseguia tirá-lo de sua mente atormentada e fazê-lo sentir que podia fazer qualquer coisa. Em toda a sua vida, ele só tinha se sentido assim lutando... Até agora. Até ela.
Enquanto subia e descia, Harry se equilibrava nos braços sobre ela, observando cada uma das reações de Hermione. O prazer dela crescendo continuamente era como uma história cativante. Uma história escrita com pinceladas rosas na pele clara dela. Ela era tão linda. E estava pronta para ele, a julgar pela umidade que crescia entre seus corpos. E isso era muito bom , porque ele não aguentaria esperar muito mais.
"Por favor", ela choramingou, agarrando o lençol nas mãos. "Logo, por favor."
Ele pegou o membro com a mão e o colocou na entrada dela.
"Diga que você quer isso."
"Eu quero!"
Rilhando os dentes, ele provocou a ambos enfiando a ponta da sua ereção e depois a retirando.
"Diga que você me quer."
Ela abriu os olhos e o encarou.
"Harry. Eu quero você. Só você."
Ele se sentiu um deus enquanto entrava nela. Onipotente. Arrogante. Possuidor da chave do Paraíso. Ela estava molhada, mas era tão apertada. O que para ele era um sentimento glorioso, para ela devia ser um sofrimento. Harry não tentou entrar fundo de uma vez, mas se moveu para a frente em estocadas delicadas, firmes. Ainda assim , a expressão no rosto dela se contorcia a cada centímetro que ele avançava.
Ele parou.
"Se estiver doendo, diga-me para parar."
"Não pare. Estou amando. Eu te amo. É só que... há muito de você para amar, só isso. Seja paciente."
Seja paciente, ela disse. Mas ser paciente era uma qualidade dela, não dele. A paciência de Harry era quase tão grande quanto sua capacidade de bordar. Ele já estava usando toda sua reserva de autocontrole. E estava apenas na metade do caminho, e louco de desejo de se enterrar nela até o fundo.
Ele colocou a mão entre os dois, tocando-a onde ela mais sentia prazer. Aqueles círculos pequenos que descrevia com o polegar eram seu único movimento. Ele retesou cada músculo de seu corpo, determinado a se manter absolutamente imóvel.
Logo a respiração dela foi ficando irregular. E ela começou a mexer os quadris, ondulando em arqueios delicados. Ele só conseguiu se segurar com muita força de vontade. Ela é que foi subindo e descendo, fazendo-o entrar um pouco mais fundo a cada movimento. Os gemidos e suspiros dela ficaram mais altos e Hermione arqueou as costas, tirando-as do colchão. Aquilo o estava matando.
Seja paciente. Quando ela chegou ao clímax, ele perdeu o controle. Harry enfiou fundo, esperando que o prazer dela pudesse superar qualquer dor. Ele estava no coração dela. Hermione o segurava apertado. Muito apertado. As últimas contrações de seu clímax ondularam em volta dele. Quando ele puxou para trás, o corpo de Hermione abraçou seu pau do modo mais apertado, molhado e maravilhoso de toda sua vida. E mal tinha tirado até a ponta, voltou a mergulhar lá dentro, ansioso por sentir aquilo outra vez.
Ele disse a si mesmo para ir mais devagar, ser mais delicado. Talvez devesse tirar e terminar com a mão. Mas Harry não conseguiu se obrigar a fazer nada disso. Ele tinha esperado tempo demais por ela, e tinha exaurido cada fragmento de sua paciência, restando apenas sua necessidade crua e inexorável. O orgasmo que se aproximava era como um jóquei em suas costas, chicoteando-o para ir cada vez mais rápido. Por fim , decidiu que uma corrida até o final seria o modo mais gentil.
"Segure-se em mim", ele disse, ao sentir as pontadas na base da coluna que o informavam que o clímax estava se aproximando. "Segure firme, com toda força."
Ela apertou os braços ao redor dos ombros dele e trançou as pernas na parte de baixo de suas costas. E quando ele gozou dentro dela, foi de parar o coração. Esvaziar o cérebro. Derreter os ossos. Foi tão doce. Tão assustadoramente doce. Em seguida, ele a beijou nos lábios, tentando saborear tudo o que restava daquela doçura. Sabia que aquilo não podia durar.
Aquela era a vida dele, afinal. E ele sabia, pelos 28 anos de experiência sendo Harry Potter... Que não importavam as promessas que ele tinha feito para ela ou para si mesmo. Quando suas emoções ardiam , suas boas intenções viravam cinzas. A noiva do irmão se tornava sua... Uma valsa virava uma luta... Tenha paciência se traduzia como Mais rápido, mais firme, agora.
Algum dia a magoaria. Ele seguiria o impulso errado, diria palavras que não pretendia. Encontraria um modo de acabar com aquilo de alguma maneira estúpida e irreparável. Harry tinha uma certeza doentia sobre isso, que era mais um motivo para valorizar a intimidade daquele momento. Ele deixaria que ela o abraçasse pelo tempo que ousasse.
#Espero que tenham gostado assim como eu.
Lembrando esta é uma adaptação, nada além da paixão pela leitura me pertence. Decidi juntar uma das minhas escritoras favoritas com meus personagens favoritos de Harry Potter. A história original também se chama "Diga sim ao Marquês", da maravilhosa Tessa Dare". Sei que algo assim já foi feito, mas estou apenas passando o tempo e curtindo.
