13, 22.5
O verdadeiro Senna, aquele que não é capanga do Além.
Vê está três e ama ele.
É ficção, mas poderia ser realidade, não? Todos os direitos e o respeito reservados ao nome e a lembrança viva de Senna e de seu Instituto Senninha em nossas vidas.
Tinha assistido a fita pela milésima vez. Estava muito brava com o cara do Além, queria eliminá-lo de uma vez por todas.
Aonde está a garotinha dos meus olhos?
Ele disse de maneira carinhosa.
- Não sou a garotinha dos olhos de ninguém, eu apenas quero ser justa. Me leve até certo ano, eu preciso encontrar alguém.
- Ano de 2001 com o ataque das Torres Gêmeas em 11 de setembro?
- Não, é um pouco antes, é o que ocasionou tudo isso.
- Ano em que os nazistas chegaram ao poder da Alemanha?
- Isso também seria interessante, mas eu iria precisar de reforços para combater o nazismo... Estou falando de uma idade mais contemporânea.
- Kurt Cobain? Whitney Houston?Heath Ledger? Tupac Shakur e Mr. Big? Paul Walker? Sage, o filho de Stallone? O porquê de Axl Rose nunca ter se casado e ter virado gordo? Freddy Mercury, Gugu...
- Chega! Eu vou para o que originou tudo isso. Vou cortar o mal pela raiz. Me leva para o ano de 1994.
- Está sendo egoísta, vai lá visitar o seu namoradinho morto. Ele fez o que tinha que fazer, a parte dele, e deu, trocou sua vida pela dele. Tentou minimizar os danos que o cara do Além fez em seus livros escrevendo o que você poderia ter sido ou não em vida. Deixe-o em paz.
- Não, não aceito. Eu vou lá salvar ele. Não era para ele ter feito isso. Eu vou lá falar com ele. Me leva para a Itália, para um dia antes do circuito de Enzo e Dino Ferrari, me leva para o dia 30 de abril de 1994.
Jeivi não parava com o seu intento.
- Me leva para o dia em que Roland Ratzemberger morre na curva Villeneuve, pela Simtek da Toyota. E pensar que, além de Alain Prost, teve gente que quis me marcar na atualidade com o "saber" para eu morrer também.
- Viu como Senna quis te proteger, ele meio que deu a vida dele para você não morrer também. Além de fazer uma alusão direta de que você representava o Ratzemberger e ele preferia morrer junto com você, um dia depois da sua morte, do que viver sem você.
- Estou levando balas de prata e revólver de cano longo... E calcinhas limpas. Vou resolver tudo.
- O que, por Deus, você vai fazer?
O anjo arregalou os olhos, estava assustado com a reação dela.
- Vou salvar Senna, é lógico. E é claro que eu vou dormir com ele, agora sai da minha frente que eu vou para 1994 e ninguém me segura.
- Anjos não podem fazer sexo com outros anjos! – Ele disse bravo.
- Eu deixo de ser anjo, então, mas eu vou resolver toda essa questão e é agora.
- Senna ficou com medo que começasse outra guerra por conta da morte do austríaco Ratzemberger, ele te salvou e salvou o mundo com o seu ato de resignação e resiliência. Trocou sua vida pela dele. Você, que estava fadada a ser borboleta a vida inteira, pelo menos com o que aconteceu em Tamburelo, através do ato corajoso de Senna, você virou o "mim que sabe ler", minimizando assim os efeitos colaterais que Alain queria causar na sua vida. – Disse o anjo a Jeivi.
- Chega, eu vou acabar com tudo isso, não posso mais ouvir falar de tudo o que aconteceu depois da morte de Senna. Quero ele vivo e perto de mim – interpelou a menina.
- Ele realmente te amava mesmo com o "r não amo" da outra criança idiota, tola que acha que sabe de tudo, a criança que foi para o lado de Alain Prost dos sistemas operacionais, o meninho que nasceu em Xatolep, e que usa o vermelho de Ilusion for Ilusion da turnê de Guns n' Roses, mesmo assim Senna te amava, a maior prova disso é que ele morreu em Tamburelo, por você. O mesmo Tamburello do "te amo, burro é ele", enquanto que o drogadito com o olho defeituoso quis imitar um falso Senna que não me ama e que é de Prost, optando assim pelo lado da criminalidade. Virou um ariano proistiano em uma cidade falida e muito inferior que é a da verdadeira Serra. Esse animal não é um míssel e tampouco tem poder sobre ninguém, ele virou um ser desprezível. Não é à toa que a família de Senna não gostava dos terraplanistas, aliás Senna interpretava você e o drogadito de Xatolep era o terraplanista. Não posso deixar de pensar que Senna gostava mesmo era de Xuxa, que representava Caxias. E francamente, ele não ficou com nenhuma das duas, preferiu se casar morto com você, ser o seu Sam da Moly de Ghost. Ele não era gay, mas interpretou o Come Si Guida In Coursa para te salvar. Eu não sei, mas se isso não é uma prova de amor é o quê? É mais do que Romeu e Julieta, sendo que o idiotinha de Xatolep representou a morte de Senna de carro, sem equipamento de cabeça. É ou não é uma idiota aquela mãe dele lá em Xatolep, mais uma dominada pelas vozes do além. Resumindo, Senna preferiu você do que todos os personagens citados nessa trágica história, preferiu o Brasil, preferiu você minha pequena grande mulher ante aos mandos e desmando dos comedores de croissant. Por isso que Xatolep tem tanta inveja de você, e eles não são nenhum pouco a Xuxa (Xuxa é Caxias) e você a respeita muito, não é mesmo? – Concluiu o anjo com as reações emocionadas de Jeivi diante do relato da história de Senna intimamente ligada à sua vida terrestre.
- Sim, a lei da proibição da palmatória foi feita só por conta dos esforços dela. Além, é claro do nome da filha dela, querendo preservar minha sanidade diante do "in Corsa", o que eu só posso dizer é que eu gosto muito da Xuxa, foi minha guardiã nesse meio tempo de ausência de Senna. – Jeivi esclareceu.
- Não é melhor você deixar como está? As pessoas já meio que se acostumaram a serem submissas da França... – O anjo interviu. – Elas querem manter a paz sem maiores esforços, se acostumaram ao comodismo da situação.
- Não, chega disso. A morte de Senna foi um aviso de que ele era o "Sam" ao assumir esta postura e que deveria me proteger de tudo e de todos, preservando assim a minha vida como a da Molly italiana (mesmo eu sendo USA e Rússia, além de polonesa), aqui ele fez, é claro, o jogo do Alain Prost para eu não virar o Sam (que não é minha mãe e pai, ambos estão vivos e saudáveis) e não morrer do outro lado da vida. Diante dessa atitude de Senna, os USA me protegeu ainda mais com a história do Guarda Costas (Mesmo sendo algo anterior à passagem de Senna, é uma história que o povo levou à cabo e que decidiu, através do ato heroico de Senna, me proteger e naturalizar esta história como algo concreto em suas vidas. O Guarda Costas, aliás, não é o Ghost Edward Crepuscular, porque este representa a morte e a dor que Senna nunca quis causar ao mundo). Diante disso tudo explicado, os roqueiros todos fizeram hinos para garantir a minha proteção, mesmo eu já sendo a protegida deles, eles fizeram ainda mais músicas para estarem ao meu lado. "Always", por exemplo, é a música do Bom Jovi que fala dessa atitude linda do Senna para que eu vivesse, mas também é a situação de que "Gean Alesi: Red Missiles", isto é, eu sou o Jeive, eu vejo, sou o Prost, Alesi, rio e sou USA, bomba atômica, isso significa que os roqueiros forma muito mais homens do que os outros presentes em minha vida. Enquanto que digamos ficcionalmente, os outros só quiseram fazer sexo anal em mim (o que não ocorreu) com o intuito de virarem a tal bomba atômica (mais uma vez uma inverdade não concretizada) para dominar o mundo. Em síntese, Senna deu a vida dele em troca da minha para que eu fosse os USA e vivesse. Eu não sei você, mas isso me emociona muito, não é compreensível que eu queira ir lá salvar ele? Disse Jeivi emocionada pela elucidação dos fatos.
O anjo avaliava a situação de Jeivi.
- Eu quero proteger todos eles também – continuava a menina o seu relato com força e determinação. - Quero que o Jovi sempre entoe seus versos em estádios lotados, que viva muitos anos, sempre sorrindo, sempre feliz. Quero que o Axl case pare com a história da baleia, não vai ter guerra e ele não deve nada à França. Quero ver o Vox sempre feliz, sempre cantando, militando em prol do que ele acreditou em vida. É isso, quero protege-los, mas para isso eu preciso ir para aonde tudo começou. Eu sei que o Senna sabe o que eu significo: o fim da guerra entre o USA e a Rússia, o fim do muro de Berlim, o fim da divisão entre Alemanha socialista e capitalista. Mas eu sou mais do que os sovietes ou os russos nessa corrida armamentista e espacial depois da segunda guerra mundial, eu sou o Vietnã que conseguiu vencer até mesmo o capitalismo, então estou por cima de tudo e de todos e vou lá salvar o amor da minha vida, sim senhor. Ele não trouxe vícios, só o vencer, para a minha vida, nada mais do que a felicidade. Ayrton não é político brasileiro, que o utiliza como escudo eleitoral, aliás, o representando muito mal porque só tem ganâncias pelo poder. Não... Senna é alguém que só queria vencer e colocar o Brasil lá na frente, só isso. Sem tirar maiores vantagens da situação. Diante disso, nenhum político é digno do ato dele. Nenhuma facada ensaiada vai trazer de volta o verdadeiro Senna, aquele que nunca disputou eleição nenhuma e, portanto, não se corrompeu à sujeira da política atual.
Revigorada e com vontade e ares de mudar o mundo para melhor, Jeivi foi atrás de seu intento: o de salvar o grande amor da sua vida.
"Estou apaixonadinha" – observou. "Vou lá salvar o meu homem". – Pensou com coragem.
O ano era o de 1994, pós conflito Rússia e USA. Todos pisavam em ovos, com atos comedidos. Como não havia mais conflitos bélicos e ameaças de bombas nucleares serem alçadas ao mundo, todos respiravam mais tranquilos. Porém, o mundo inteiro agora era vítima de outra ameaça: a da bandeira branca da França do Além. Acontece que o cara do Além que come croissant fedido a perfume barato, também queria trazer paz ao mundo só que à sua maneira, fazendo com que Senna perdesse e não ganhasse mais nenhuma pole position para ficar sempre atrás das suas quatro conquistas mundiais. A lambança estava feita. Como o opositor de Senna era francês e seu país, dispondo de três cores na vertical, em que o branco no meio significava a paz entre polos opostos como o azul e o vermelho, respectivamente, o cara do Além aproveitou de sua situação para doutrinar o mundo inteiro com a bandeira francesa por 30 anos. O azul seria então aquele que é o "a", o não vê que é buraco, o gay que era dominado pelo vermelho (o ver meu ele é agá o ). Por isso, que na turnê de 1991, Guns n' Roses já sabendo da história toda, foi lá e fez o show com as duas crianças da profecia a que representava o azul e o vermelho, isto é, o Naruto e o Nagato da anime/mangá japonês Naruto. Nem preciso dizer que eu sou o Naruto nesta história toda, não? O ninja lendário dos seis caminhos era o Senna, só que o nosso Senninha acabou se apaixonando por uma garotinha nessa história toda e deu a vida por ela.
E o cara do Croissant que não depila os pelos pubianos não parou mais de fazer livros mediante ao caos que ele mesmo instaurou ao mundo. Fez livros como Competition Driving (no ano do meu nascimento, colocando mais lenha na fogueira ainda em relação à Guerra Fria), Life in the fast line, Ghean Alesi: Red Missiles, VIVE MA VIE, Come si guida in corsa.
No VIVE MA VIE isso significava que quem iria viver seria o que vesse, isto é a criança vermelha de Ilusion for Ilusion, a terraplanista de Xatolep, o ñ "a". Diante disso exemplificado, a minha única chance de viver era se eu, o "vi" ficasse com o cara da torre Eiffel. Significava ainda que quem viveria seria o opositor de Senna, o vencedor dos quatros títulos mundiais, enquanto que Senna e eu iríamos morrer por termos só três títulos. Senna representava eu na época, o vi, o 9 (com suas nove letras no nome), isto é, "o vevi", o eu que ainda não via a realidade, ou em outras linhas: o título de VIVE MA VIE. Além disso, por esta representação gráfica estar em caixa alta, a única que sobreviveria na situação seria aquela que caísse e que fosse o "má", sendo eu e Senna, deveríamos dar um recuo para sobrevivermos e irmos para o lado dos "los"/perdedores ante USA e Rússia. Isso deveria ocorrer mesmo eu /Stedile/ e Senna tendo nomes que lembrassem os USA e a Rússia, respectivamente (ambos no meu caso, além de eu ser polonesa).
Mediante a tais fatos , "Life in the fast line" foi mais um livro em que o opositor de Senna me alçava à posição de Louis Lane, sabendo cruelmente que eu tinha sangue polaco em minhas veias. Isso tudo no ano de 1989.
"Ghean Alesi: Red Missiles", livro de 1995, logo após a morte de Senna, com vinte letras, o que dizia erroneamente que a vitória não tinha ficado ao lado do 'vi', isto é, de mim e de Senna. Em síntese, é um livro em que preparava o Nagato de Naruto para a posição de que deveria me dar o ré e assim virar o míssil atômico de minha cidade, isto é o lado vencedor do bombardeio sobre o Japão. O Ghean seria o Alain Prost que ri do gato, do Senna que lê mal, o qual interpreta eu na época, embora eu nunca tenha sido gato. O Chuck assassino de Xatolep, o Mark Chapman, isto é o assassino de John Lennon, com seu revólver 38, Special de Charter Arms. Ele tinha no nome uma armadilha que era para eu virar lésbica, o que não ocorreu também, graças a Deus. Graças ao intermédio de Senna. Nunca se sabe.
O pior livro de todos o "Come si guida in corsa" faz com que Senna tenha que dizer sim para um gay ou uma mulher que tenha o nome parecido, ele deita com ela, aí faz com que ele esteja com USA e com a Rússia, e vença, além de não receber coça e nem o orifício anal usa. Tudo muito humilhante e degradante para todos os envolvidos na situação inclusive eu. Traduzindo em linhas gerais, se ele deita com a pessoa e c* utiliza, ele fica do lado vencedor, agora se ele come, sabe, e a gay dá e não c* usa, ele vai para o lado dos perdedores e fica com o LOS anti USA e Rússia, perdendo assim as disputas de corrida de fórmula 1. Novamente, tudo muito humilhante para o lado de Senna e dos que sabem do que está ocorrendo desde 30 anos atrás da queda do Muro de Berlim. Em um gesto de amor, ele se mata, ganha e perde na pista de Ímola, em que o "i" mostra que a pessoa pode estar de pé/los/ ou deitada /com coursa/. Aqui, há a insinuação também de que ele se deita comigo, isto é, sendo que eu seria uma figura que se se sobrepõe ao fraterno de irmandade, como a Molly que ele tem que proteger do filme Ghost. O mesmo filme que em português significa O Outro Lado da Vida, isto é, o "Além" do competidor francês. Diante disso, Senna encarna o papel de Sam, Estados Unidos e se deita comigo a Molly, a Alemanha, a Itália, o los que está de pé. A partir disso, eu viro os USA (sempre fui, né) e fico com os ursos da Rússia também. E aí parto para o livro em que se intitula como Ghean Alesi: Red Misseles", onde eu viro o Al (sempre fui, o rivi). Aliás, muito provavelmente, o Senna fez parecer que ele era o Al porque dorme comigo, vira a bomba atômica, e eu viro a Molly. Tem a versão também de que o gayzinho do Ilusion for Ilusion vê melhor, interpreta o perfumado serial killer, me dá o ré e vira a bomba atômica, o que não ocorre porque na realidade, eu não cheguei a concretizar esse fato.
Diante disso, estupefata por tantos descalabros do protozoário Plancton do famigerado Bob Esponja (desprezado e muito mal interpretado na política brasileira) em minha vida e do querido Ayrton Senna, eu resolvo dar um ponto final na situação. Porque eu acho que como pessoa, como ser humano, ninguém precisa ser humilhado, ter que virar gordo, gay, ou se submeter aos gays para não apanhar ou pior ainda, como o que acontece aqui na região, ter que fazer sexo com gays, utilizar o orifício anal para conseguir o poder e ficar com o "corsa", USA e Rússia, sobre o domínio. Não, eu não gosto de ver ninguém dominado e este jogo tem que virar. Senna nunca quis me bater, quis dormir comigo, mas não quis me machucar e eu acho que é isso que a gente tem que honrar sobre a história da vida dele.
Honrar a vida de um Senna que nunca foi político e que provavelmente detestaria tudo o que está acontecendo na política brasileira no momento.
Mais uma vez, independente de disputa republicana e democrata nos Estados Unidos, agradeço ao meu querido John Bom Jovi, que foi uma luz na escuridão, foi alguém que se levantou contra o mal e gritou a plenos pulmões, defendendo o legado de Senna, a sua memória, falando palavras que eu não conseguiria dizer na época. Só para vocês terem uma ideia, sempre que eu corro eu escuto Always e me conecto cada vez mais com Senna através do intermédio de Oda Mae Brown, a vidente de o Outro Lado da Vida reencarnado no lindo sorriso de Jon Bon Jovi, nos seus dizeres enternecidos sobre essa história de amor que ainda persiste em meu coração. Aliás, em resumo, antes de Senna, antes de tudo, minha família sempre esteve no centro do mundo, eu os amo muito de paixão, e o mundo deve muito a eles, pelas origens não só italianas do meu lado materno, como o sangue judaico que circula em minhas raízes no lado patriarcal, selando assim uma verdadeira bandeira de paz entre europeus e judeus. Isso quer dizer que esse fato de ser o assunto do mundo não aconteceu só comigo, eu sei que o Ayrton nos circundava até antes do meu nascimento, com a história do Air Suply e a linda música sobre o romance de meus pais, mas saber que alguém como Ayrton morreu e deu a vida por mim me deixa ainda mais emotiva. Parece que a música do Cazuza, "exagerado" faz todo o sentido quando eu me lembro dos atos de Senna em vida. Ter o conhecimento que ele deu um autógrafo em uma japonesa da roça, parece ser a concretização em si da música do nosso menino índio Cazuza.
Seguindo esta linha de retrospecto de pensamentos e conjecturas, o poder do cara do além é patriarcal, matriarcal e de trazer paz ou não para o mundo. Ele dominou milhares de pais e mães até agora, além é claro de possuir os corpos dos meus queridos pais, trazendo tensão e conflitos familiares. Além disso, Alain Prost queria inserir uma venda nos meus olhos para que eu nunca pudesse proporcionar a vitória a Senna, para que Senna nunca pudesse chegar perto de mim no período de tempo e espaço terrestre. Só que eu consegui romper essa prisão mental e hoje estou pertinho de Senna, embora tenham se passado 30 anos desde o fatídico acontecimento. Talvez era para ser, não? Com essa idade, mais madura, poderia conhecer ele.
Guns N' Roses, por sua vez, ficou com medo de mim porque meu nome significava guerra quando eu ficasse bonita, isto é, quando formasse a palavra "war", só que esta às vezes se faz necessária quando há muita maldade no mundo, embora eu não considere que isso seja necessário neste atual momento. Por isso, temos um vírus agora tão mortal e letal quanto uma ogiva nuclear. Axl Rose prevendo um cataclisma para o mundo fez o seu papel de Bayley e comeu tudinho para eu não apanhar em Don't Cry, mas eu o quero libertar desse sofrimento, desta gula voluntariada de guerra. Embora, ele tenha sido considerado muito duro em seus atos terrestres, como quando jogou tvs pela janela, indo parar em prisões, batendo em pessoas nos shows, não se dando bem com Stephany Saymour, mesmo assim eu tenho apreço por ele. Tenho apreço pelos versos de "Patience", embora pessoas imundas tenham utilizado essa experiência para tentar tirar a minha virgindade de forma horrenda e traumática como ocorreu na realidade, praticamente um estupro que não trouxe paz para ninguém. Mas isso ocorreu há muito tempo atrás. Por isso, gosto de pensar que contendas, conflitos não ocorrem quando se sabe e que não se dá "pau" em quem não sabe.
Além disso, eu gostaria de agradecer ao meu querido Vox, Bono Vox, sempre paciente, sempre incrível, sempre do meu lado. Aquela música da virada do século,
"Ground Beneath Her", é linda e fala novamente sobre a situação do Senna em "in coursa", em que ele se deita comigo e é como se tivesse casado comigo, enfim, é uma coisa que me toca profundamente, embora o movimento era para eu ter que virar o LOS (visto o óculos escuro que o Bono usa) ao perder, para o mundo ficar em paz – o que não vai acontecer daqui para a frente. Eu realmente gosto do Bonno, mas reencarnando hipoteticamente em uma figura de psiquiatra, ele se torna uma pessoa totalmente submissa aos mandos e desmandos da França, isto é, perde a credibilidade perante aos meus olhos. Amo o Bonno, então, que não se faz de médico, mas que entoa seus versos românticos para o mundo em uma missão de união de diferentes povos e aldeias. Aqui eu entendo que nem sempre precisamos nos submeter aos desmandos franceses para garantir paz e tranquilidade ao mundo.
Dessa forma, ter o conhecimento que Vox, Jovi, Axl sempre estarão lá cantando e garantindo que o mundo pode se unir diante de adversidades é um alento para a minha alma tão sensível às músicas que eles fazem cheias de sentimento em memória de mim e de Senna.
Possuindo um prisma ainda melhor sobre a situação em si, até certo momento, consigo entender melhor a música do Pearl Jam sobre Jeremy, embora pessoas ruins de Xatolep tenham se apoderado dessa versão para denegrir a Serra com suas petições de assinaturas sobre metodologias da região de maneira maquiavélica, já que sabiam que quem estava por trás disso tudo era a França com o seu domínio mundial transcrito em linhas pontuais.
Posso dizer ainda que entendo melhor os dizeres de Vedder em Jeremy Spoken, em que sob hipótese alguma ele pode ser considerado o Milk (visto que meu pai, em sua figura patriarcal, não é veado, nem submisso à França), já que como o Jovi, o cantor, vê-se na posição de encarnar o papel de chefe familiar em que dá a sua versão sobre o que aconteceu na minha criação, no meu desenvolvimento frente às ordens do Mestre Mandou no jogo tão perverso que ligou a minha vida e a do Senna por toda eternidade. Vadder, no papel de meu pai dá o tom do jogo: "na visão dos USA, para fugir dos desmandos "aparentemente" de paz da França, deveríamos ir para o lado do mandarim, do "manda no ri e no ri não, em inglês". Trazendo para si o poder da China sob os olhos de Caxias do Sul. Diante disso, só posso dizer que é maravilhoso poder usar o mandarim/n em todo o planeta terra, especialmente comandando o Jamanta de Glicério na versão inglesa do termo mandatário: "mandarin", já que ele acha que, por ser de capitanias hereditárias, ele cai de pé, sendo a grosso modo de tradução um "chinês", isto é, o "chão não". Mais do que isso, a mandioca inteligentemente prevista por Senna em seu vídeo caseiro de fazenda "farm": " aquele que manda em que ri" – o que é patético, já que na versão inglesa da palavra, há também a tradução de quem "manda em quem não ri", ou seja, o revés do que o administrador brasileiro utiliza, o mandarin.
Porém tudo tem o seu preço, e realmente não é bom miar, já que isso pode causar estragos à saúde para quem não tem mais cartas mangas. O que não acontece comigo, porque eu tenho ainda muitas cartas na manga, uma delas é o fato de eu utilizar o poder vietnamita que está acima dos interesses capitalistas e soviéticos na corrida armamentista e espacial do século XX. Isso significa que o Vietnã, em suas trincheiras, venceu os USA em 1975, sacramentando a vitória como comunista. A única derrota do EUA em um guerra existe e é vitória do Vietnã comunista. Então, eu estou numa hierarquia acima ainda dos mandos e desmandos americanos, o que me dá um status mais saudável ainda do que qualquer pessoa presente no planeta terra, porque eu não mio, sou vietnamita e vejo. Como cursei Letras, ainda, a minha letra pesa mais do que uma canetada do presidente e orienta quem pode definhar ou não nesta disputa meticulosa. Tudo isso em dizeres vietnamitas sendo, este um antídoto precioso para o mio do mandarim. O que eu quero dizer com isso é que falando em vietnamita, eu não mio e aniquilo o Jamanta que se gaba de ser Japão e USA (em segundo), quando eu sou Rússia (Joseph Stalin), Estados Unidos (ei), Japão, Polônia, Itália e Alemanha. Além de ter o Brasil sob o meu comando nas forças armadas por ser Brunello.
Assim, o Vedder nos deu o caminho do Mandarin/m, sendo que o meu nome nada mais é do que o próprio mandarin/n: Je i/man (gato ir, isto é, mio não dá) Da (dez letras e "vi" e "ei" que é o próprio "a") e o Ri/n (de RIzzo e o RIN de manda em quem ri e cai, não está de pé, é cachorro). O que eu quero dizer com isso é que Vedder nada mais fez do que nos mostrar que os dominados podem dominar também de um modo mais sagaz (sai gay) com o ENOLA GAY 29, o míssel atômico diante dos dizeres mandatários do Japão, isto é, de Xatolep, que é o Los, anti USA e Rússia, que está de pé e é "ao", cão. Isso nada mais era do que um antídoto contra a palmatória do "Comi si guida in coursa" ditado pelo perfume estragado, isto é, as colônias francesas de Xatolep dominadas pelo Plancton francês opositor de Senna.
É claro que em território francês, eu virei uma borboleta com os olhos vendados professor aritmético da Fórmula 1. Eu virei a gravata do francês amarrada aos ensinos de professores totalmente submissos às palavras de ordem da França para que não houvesse mais uma guerra nuclear. Passei pela escola dos idiotas, em seus fundamento, vamos dizer assim, para que não houvesse outro confronto pós guerra fria. É interessante que haja essa música para que os igualmente doutrinados do ensino superior e primário parem de tratar seus alunos como estúpidos e comecem a ensinar o que de fato se precisa para uma pessoa sobreviver em meio à selva ou sociedade de pedra e de asfalto da atualidade, caso contrário penso que infelizmente e inevitavelmente eles serão vítimas do próprio sistema que os acolhe, os doutrina e depois, com o passar do tempo, os descarta como buchas velhas de canhão. Sendo que estas mesmas buchas são utilizadas com alunos que se fazem de "Senna possuído pelas que caem e são prost", isto é as que viram piada por possuírem pênis, quando na verdade escatologicamente estas cópias mal feitas de Senna são os Alan Turings, com o seu conhecimento submisso aos mandamentos da listra branca francesa, isto é, submissos aos gays. Pessoas que deveriam ir definitivamente para o além e morrer por sua falta de originalidade e bravura diante da história emocionante da que foi a de Senna em vida e sua morte.
Não posso deixar de agradecer ao meu amigo pessoal Donald John Trump. Eu gosto muito deles, às vezes dizemos coisas que não gostamos um para o outros, mas somos amigos. Somos verdadeiros, e ele está lá por um motivo verídico e que merece respeito que é o de não trazer dor ao povo e ainda mantê-lo saudável, com vida. Me sinto bem ao ter o conhecimento de que posso contar com ele sempre. Winner. Viver/vida, vitória e sorrir sempre.
Por último, mas em primeiro no meu coração vem Vladimir Puttin, eu fui pesquisar agora a vida dele e eu acho que fui esposa dele e também atualmente amante que deu luz a gêmeos?..Er, Alina Não Prost? Obrigada querido, temos que nos casar. Eu não preciso falar muito dele, eu o amo e isso é suficiente. E ele só tem que dar satisfação de sua vida pessoal a mim nas redes sociais e isso me preenche, a relação vai muito bem obrigada. Em breve sacramentaremos a união.
Ainda sobre a situação de ser comunista e daí o Coursa... Err, o Puttin tem o conhecimento que eu não sou prostituta, e ele é um homem exemplar em relação a nossa convivência diária. Tomara que incorpore Senna anti França ;)
Eu não posso dizer que odeio a França, porque foi uma pessoa só no mundo que fez essa desavença para mim e para o Senna. Além do mais o Macron é casado com a Janne... Mas vocês entendem, né, eu quero parar os atos diabólicos do cara do Além, não quero fazer nada com a França, apenas quero que o Alain nos deixe em paz.
Em vista deste retrospecto de pensamento, volto os meus olhos ao meu grande amor brasileiro Senna. Estou começando a deitar na minha cama e pensar nele, no seu timbre de voz que conheci através dos vídeos. Estou gostando dele. Quando uma pessoa dá a vida por outra pessoa, é uma coisa muito louca, entende? É como sua vida fosse um filme, uma série... Eu só posso dizer que é um sentimento muito surreal. No meu caso, como eu fiquei sabendo 25 anos depois do ocorrido, é algo que eu olho para traz e não consigo acreditar. Então eu quero trazê-lo de volta à vida de maneira liberta através das minhas palavras, e não as palavras de claustro de vida imposto pelo Além..
E aí, isso mexe muito comigo entende? Procuro utilizar as melhores palavras, palavras carinhosas, palavras que possam dar carinho e ternura para ele na sua alma inteira, aonde ele estiver. Eu não gosto de pensar em sistema nesse momento em específico, que ele virou um pouquinho ciclano ou fulano por conta do nome, da data, dos números. Não, porque tem muita gente que tem nome do bem e virou bandido por conta disso.
Eu gosto de pensar no Senna que ele foi só uma pessoa no mundo e deu. Uma pessoa muito bem retratada em Always, nessas músicas lindas de rocky que eu gosto de escutar. Ele não é meu mano, não tem incesto, ele é o Sam da Moly, a que lê mal por conta do feitiço do francês, eu. Pronto. Não sinto que as pessoas ruins que apareceram na minha vida foram como Ruan Manuel Fangio a que Senna se refere em certo vídeo. Não, elas estiveram sob o artifício de serem "Fangio", mas para me machucar e foram contra os ideais benévolos de Senna para o mundo. Foram muito filhas da puta comigo e morrerão no seu devido tempo.
- E, então, Jeivi, o que você pretende fazer? – Perguntou o anjo.
- Eu vou lá falar com o Senna no dia da morte Ratzenberger, para ele entender que não deve morrer. Aliás, o Ratxenberger, que não sou eu ou algum familiar meu, não vai morrer, vai só sofrer o acidente e aí o Senna vai perceber que não é para morrer, é para viver.
- Sorte – disse o anjo com sinceridade.
- Senna, aí vamos nós- disse Jeivi com fé.
Se arrumou, vestiu a melhor roupa que tinha e pediu para o anjo fazer a passagem de tempo.
"O nosso tempo para vencermos a guerra, como diria Stalin", pensou consigo mesma.
O ano era 1994. Situações importantes ocorreram nesse ano. Kurt Cobain havia morrido de overdose em abril. Meses depois, Nelson Mandella,(que não era nenhum maluco, nenhum porteiro milk, militando falsamente para os negros), havia sido liberto da prisão de 30 anos e sido eleito presidente da África do Sul colocando um fim no Aphartaid, o movimento que dividia brancos de negros. Além disso, era o ano do Tetra, o ano em que o Brasil viria a ganhar da Itália o seu quarto prêmio mundial, honrando Senna. Gol perdido do branco, aliás, italiano em alusão à faixa branca da França que estava mandando no mundo inteiro até então. O prêmio mundial que nunca pode ser posto na lista de vitórias de Senna por conta da pressão do sistema para que ele se matasse
- Ah, não aguento mais isso, vou resolver a situação eu mesma. – Disse Jeivi para si própria. - Vou trazer o Senna para perto de mim.
Jeivi não tinha paciência mesmo. Conhecia todas as músicas. Todos os trabalhos de Jovi e Guns N' Roses. Não aguentava mais ver pessoas imitando o Senna, os seus últimos momentos. Principalmente, políticos mal intencionados da realidade brasileira tentando matar Senna novamente com seus nomes que traziam Senna morto, messiânico, ou com dor.
- Chega, ele não quis nunca nada disso. Eu vou lá salvar o meu princeso, que tanto debocharam dele em "A Serra é o princípio do Saber". Essa gente ruim não é Doutor Servadei porra nenhuma. Senna, ou Sam, não tem nada a ver com "dor", com, "milk" ele não queria palmatória nenhuma em ninguém. Senna é mais do que princeso, é rei. Se Xatolep é recalcada porque não é a Xuxa, eu não tenho problema nenhum com isso.
O anjo a enviou para um quarto. Fechado com as vidraças abertas. Tinha uma varanda grande. Estava na província de Bolonha na Itália. Não era muito longe do Autódromo de Enzo e Dino Ferrari na cidade de Ímola italiana aonde ocorre o acidente de Senna.
Jeivi teve que segurar as lágrimas.
"Que coisa, parece até que estava escrito em Ghost para ele fazer isso".
E, na verdade, estava.
Ele preferiu o filme do Ghost ao filme do Guarda Costas, The Bodyguard ou de Corpo Guardião. Ele não havia gostado do nome que a criança em Xatolep havia ganhado, um nome que selaria a morte de Senna e de que ele não gostava de mim. Morrendo em Ímola, ele queria provar que na verdade me amava, não era o "vi não tá um", o "r amo n", pois seu sentimento por mim era o de amor. Essa criança estava errada, pois representava o Além em Ghean Alesi: Redmissiles, isto é, a criança era o prostituto, debochando de Senna, com "Serra é o começo da Sabedoria", em que Senna era o dois, nunca o número um perante a Prost, eis o deboche. Esta criança tampouco era Ruan Manuel Fangio, ídolo de Senna ou aspirante político venezuelano.
"Ouço o barulho de chuveiro, parece que ele está tomando banho". Jeivi riu e enxugou as lágrimas, tinha vontade de pegar ele nu no chuveiro e tomar aquele banho com ele.
Mas, esperou.
"É melhor eu me acalmar, se não, a primeira impressão que ele vai ter de mim é que eu sou fã e que invadi o quarto dele", dizia ela ao limpar as lágrimas, no entanto era difícil de conter a emoção ao estar cara a cara com a pessoa que deu a vida para salvar a dela.
"O que é que você queria ser Senna? Jesus Cristo? Tomar o meu lugar?", indagava a si mesma, avaliando o quarto em que estava.
A cama estava desarrumada e ela resolveu arrumar a colcha, os lençóis.
"Vou arrumar tudo isso aqui, vou precisar da cama bem arrumada para o que vamos fazer", ela sorria nervosa.
Decidiu dobrar as roupas dele também e deixar o quarto em dia.
Não pode deixar de ficar pensativa quando viu o boné dele. Pegou, sentiu a textura do tecido em seus dedos.
Cuidadosamente o deixou em cima da cômoda perto da cama do quarto em que se encontrava.
Ao arrumar as roupas de Senna, não pode deixar de sentir o aroma retido nelas. Não tinha cheiro de perfume. Tampouco o famigerado perfume francês. Era cheiro de um verdadeiro homem que se encontrava naquele quarto.
"Cheiro de Senna", pensava ela. "Cheiro gostoso, cheiro de um homem que eu nunca encontrei na vida".
E ficou abraçada com aquela roupa, com a cara colada no tecido, se esquecendo completamente de que ele estava no banho.
Até que a porta do banheiro se abriu e ele viu ela, agarrada à sua roupa, cheirando as suas vestes, como se estivesse abraçada a um urso. Um urso enorme.
Ela não sabia o que dizer, seu olhos ameaçavam um começo de emoção. Lágrimas teimavam para não sair, mas saíram. Em toda a sua vida ela nunca havia conseguido controlar suas lágrimas quando resolviam despencar de seus olhos, e não era diante daquele homem da origem da porra toda que conseguiria se controlar.
Ele estava nu e olhava assustado para ela, mas não se mexia. Os pingos de água continuavam saindo de seu corpo. Senna a olhava diretamente nos olhos.
Ela deixou escapar o seu olhar à toda forma física vantajosa de Senna. Ao torso malhado meticulosamente, aos músculos. Ao pênis, que era grande, maior do que imaginava.
Como Senna era grande! Tinha 1,76 de altura... Será que ela precisaria escalar nele para conseguir chegar a trazer perto de si?
De repente, olhou para o órgão sexual masculino demoradamente.
Mordeu os lábios, imaginou aquilo dentro de si.
Quando voltou a olhar nos olhos dele, ela notou que ele percebeu o caminho percorrido pelo seu olhar.
Ficou com as têmporas vermelhas, envergonhada, mas com uma vontade incrível de experimentá-lo. Estava com a boca seca, precisava beber o seu líquido da vida, precisava de Senna, assim como precisava de oxigênio para respirar.
Ele também a olhava, olhava por tudo. Olhos perscrutadores, querendo visualizá-la com uma visão de raio x.
"Maldição, ele vai pensar que eu sou uma maldita grouping", pensava ela, completamente estática ao momento em que se encontrava. Gemia baixinho, queria que ele não percebesse o quão desconfortável ele a deixava.
E quando Senna finalmente ia abrir a boca para falar alguma coisa sobre a situação, ela se limitou a dizer em um monólogo que definiria toda a sua vida:
- Prazer, meu nome é Jeivi Rizzo, você me conhece muito bem, eu sou a menina que você quer tanto proteger. Eu vim do futuro para te salvar. Você não vai morrer naquele acidente de Ímola. Eu tenho o conhecimento que o austríaco Ratzemberger está no hospital agora, e você não vai tirar a sua vida para me salvar, nem para salvar o mundo da terceira guerra mundial. A Áustria vai sobreviver a esse acidente e você também, só que de um jeito diferente.
- Jeivi? Como é que... Você? Não, não pode ser isso não está acontecendo comigo... – Ele falou assustado. Como é que você conseguiu essas informações sigilosas... A menina... No mínimo você é repórter de alguma emissora, falou com o Galvão... Tá todo mundo sabendo na mídia, mas o público não tem todas essas informações... Eu não acredito nisso, quer dizer que você fez uma viagem de tempo e espaço? Se isso for verdade, quantos anos você tem agora?
- 30 anos – ela falou com sinceridade. E descobri essas paradas do cara do Além só agora. Só agora eu fiquei sabendo dos livros, principalmente do "Come si guida in coursa". Senna, eu sei que é difícil você aceitar essa nova realidade, mas eu vim te salvar, eu não vou deixar você se matar, não. Acredite, 2020 ainda precisa de você. Estamos no meio de um furacão lá no futuro, você tem que vir correndo para essa nova realidade me ajudar em mais essa aventura. – Ela falou de maneira verdadeira e convicta, atropelando umas palavras a outras tamanha a sua emoção por estar na presença de Senna.
- Não dá para acreditar, você está lendo a minha mente. – Ele disse atônito pela situação em que se encontrava. Se essa loucura toda for mesmo verdade, como é que você pretende me salvar? – Ele disse tentando mastigar as palavras que ela dizia com cuidado.
- Tranzando e muito.
Ele estava de boca aberta, não tinha mais o que dizer.
- Na verdade, está tudo calculado, nós vamos tranzar cinco vezes como se você tivesse ganhado cinco vezes o campeonato ante à quarta vitória de Prost, para você desempatar essa situação que realmente é muito desgastante a todos nós desde quando começou essa competição insana entre vocês dois há trinta anos.
Como ela viu que ele arregalou os olhos apavorado, continuou o seu discurso.
- Não me olhe assim, eu não tenho mais os meus cinco anos quando você aparentemente se matou, tenho 30, já sou adulta. E tenho ideia de que você queria dormir comigo com a história do "in coursa". Só que presta atenção: eu não vou fazer sexo anal com você porque eu leio e vejo, não estou mais sob o controle do cara do Além, nem muito menos sou sua prostituta, eu me guardei para você. Apenas isso. O menino Nagato, do anime japonês de Naruto, da profecia foi para o lado do Francês, para o lado dos sistemas operacionais, esculhambou toda a situação, isto é, o terraplanista tirou a minha virgindade cruelmente, mas o homem que eu realmente resolvi ficar na minha vida inteira é você. Você está em primeiro lugar no meu coração.
- Senna coçava os olhos para ver se aquilo mesmo era realidade. - Parecia que estava em outra dimensão, tudo parecia muito surreal para se acreditar.
Como ele não tomava atitude nenhuma, ela resolveu tirar a roupa, envergonhada.
Ele pegou a toalha que estava encima da cama e começou a secar o cabelo, o corpo. Acompanhando com os olhos cada movimento que ela realizava.
- Se você é uma espécie de ser de outro mundo mesmo e veio me abençoar com essa chance de uma nova vida, porque tudo isso? – Ele pediu com lágrimas nos olhos e um sorriso no rosto.
- Porque teu Deus é grande e forte. Teu Deus se chama Jeová e quando ele quer não tem nada o que o faça desistir do seu intento. Teu Jeová te protege de todos os perigos que possam ocorrer no mundo e te dá a chance da vida até mesmo quando você desistiu dela para salvar a mim e toda humanidade de um novo conflito bélico.
Senna assentiu com a cabeça, com um sorriso envergonhado.
- É muito inusitada a sua forma de nos livrar disso tudo imposto pelo você sabe quem, mas eu concordo com você. - Ele disse a olhando intensamente nos olhos. – Achei que você ia preferir o meu jeito de resolver as coisas – falou com a voz rouca. Pausando o timbre de voz, cuidadosamente, com o olhar ainda muito intenso.
- Achei que você ia preferir que eu morresse para que eu salvasse a sua vida... – Ele prosseguiu com suas palavras. – Para que fizesse amor com você lá naquela pista, sem dor, sem incômodo para você, eternizando as nossas vidas para todo o sempre. E aí eu pensei que com isso iria te libertar de todo o mal que pudesse ocorrer na sua vida. Eu não queria em hipótese alguma que você acabasse como Ratzemberger, preferia morrer ante a qualquer coisa ruim que pudesse acontecer na vida da pessoa que eu tanto amo.
- Acontece – ela já estava sem roupas, não tinha mais vergonha de Senna, mais olhava para o chão, até que resolveu erguer o olhar em direção aos olhos castanhos mais lindos que existiram na humanidade. Era mais do que um encontro de almas que estava acontecendo naquele momento, ela podia sentir isso. – Senna, que eu nunca superei a sua morte e nem pretendo superar. Prefiro te trazer à vida novamente do que ver você morrer naquela pista toda vez que eu assisto a algum vídeo sobre a trajetória de sua vida. Toda vez que eu te vejo morrendo em Tamburelo, eu estou morrendo junto também, porque não suporto a ideia de não te ter por perto, de não poder sentir seu cheiro, de não poder sorrir com você. Você, que não podia sorrir, por conta da numerologia das letras em seu nome, mas que nem por isso tornou um fardo a sua sina, não a transformando em uma situação arianista Hitleriana. Não, você preferiu o sorriso, a vitória, preferiu ficar do lado de uma menina com sangue judeu para selar a paz dos povos para todo o sempre aqui na terra. Eu te amo e toda vez que você morre naquela pista, eu quero me matar e ir para junto de você, mas não posso fazer isso agora, eu quero viver ainda muito, eu quero viver 100 anos, 100 anos ao seu lado até na eternidade.
Senna também chorava. O "eu te amo", saiu sob a circunstância de uma forte chuva de lágrimas de ambos, até que ele finalmente verbalizou o que tanto carregava com sofreguidão por todos esses anos que os separavam da situação de realidade e de passado que havia se passado por entre eles.
- Eu te amo em inglês com o "love" de tamburello e em português com a palavra "amor", com a minha morte que você quer tanto impedir.
- Eu também – ela sorriu. – Eu também te amo e vou gritar para todo mundo ouvir – disse limpando as lágrimas.- Além do mais – ela continuava com emoção -, nem sempre o rei tem que salvar a rainha, às vezes é a rainha que tem que tomar a dianteira – Jeivi disse com toda a certeza que havia em sua vida: a de que amava Senna.
Ela estava nua, e ele se aproximou dela. Pegou-a pela mão e começou a distribuir beijos em sua pele, no seu braço, até chegar ao pescoço, até seguir o caminho dos lábios e finalmente arrebata-lhe um beijo em sua boca.
As línguas não agiam com estranheza, pareciam velhas conhecidas de infância, de outras vidas que se quer Prost havia cogitado em seus livros.
Depois de se separarem do beijo com sofreguidão que deram, ele falou para ela com a voz rouca e pesada.
- Prazer, eu sou o Senninha. Eu amo os seus erros e nunca vou querer te mudar por conta deles. Amo ver você sorrir. Nem sou gay e essa droga toda que o você sabe quem propôs em seus livros.
Ela sorriu, tinha o conhecimento que ele dizia a verdade.
Estava em ótimas mãos, estava muito bem acompanhada. Confiava nele. Era como se perdesse a virgindade agora nas mãos do verdadeiro cara que deveria ter feito isso há muito tempo. Estava com a pessoa certa, na hora certa, mudando o destino de todos para o seu melhor, definitivamente.
- Então vem aqui meu verdadeiro rei, porque hoje a gente vai fazer amor como se fosse a primeira vez e com a pessoa certa.
Ele pegou ela no colo e a inseriu na cama com cuidado. Começaram os toques, os beijos, as carícias. Senna era tudo aquilo que falavam e muito mais.
- Estou muito orgulhosa de você querido, não é que você representou muito bem a minha Serra, a minha querida cidade de São Marcos?
Ele olhava para ela com carinho. – Acho que você foi feita sob encomenda para mim, procurei em todas as cidades do mundo e só consegui encontrar você que se encaixasse tão bem às minhas expectativas.
Senna era de São Paulo. Com Jeivi. ele tinha o verdadeiro significado das duas palavras amor e love concretizadas em um só ser humano. Por isso que ele se matou na curva Tamburello, para dizer que amava Jeivi em português com a palavra "amar" e em inglês com o termo "love". Ela era o "vi tô louca da Silva" e também "o vê sã da Silva" dele, em síntese, era a menina risonha tinha todas as probabilidades e mais um pouco das combinações que poderiam ser feitas em um só nome, o nome de Senna.
- Preferi morrer para ter você perto de mim finalmente, do que levar uma vida sem graça, séria sem amor.
Aquelas palavras ricochetearam na cabeça de Jeivi. O impacto foi grande.
Não deixou por menos. Ela olhou travessa para ele. - Mas olha só, todo esse amor que eu sinto por você tem limites, eu não vou fazer sexo anal com você, hein? – Ela disse mostrando a língua.
- Tudo bem, se você diz que estamos livres dos dizeres do cara da França, até aceito perder com você.
- Nada disso, continuamos USA e Rússia sem perdermos para o Além. Eu libertei a gente com os meus dizeres transcritos em histórias em português. Eu também escrevo, Senna!
- É? – Ele riu admirado.
- Sim, eu você saímos vitoriosos nessa história, meu amado.
Começaram os beijos novamente e Senna não se preocupou com o uso de preservativos ou não. Iriam fazer e pronto.
Sem metodologias de falsas pessoas imitando Nuno Cobra ("ou dois não com burra", "dor não com burra") e os seus 60 dias desapaixonados de aprendizado em uma alusão do que o gringo foi só dúvidas com o povo serrano - o que é errado porque só os tolos de Xatolep acham que são sabedores de tudo, sem contar que eles estavam a par esse tempo todo das palavras de ordem do oponente francês, sendo, inclusive, campangas conscientes das palavras do francês.
No entanto, a criança de Xatolep, de Ilusion for Ilusion de Guns N' Roses, era uma espécie de antídoto do amor de Ayrton Senna para a pessoa de Jeiva. Era o "caipira não vê, não pode ver". "O Jeivi R. amo não, dá não de ver caipira", uma versão invejosa do amor que Senna tinha pela Serra e pela menina que tanto amava. Diante disso, Senna foi lá e morreu na curva Tamburello, dizendo que amava a sua menina, "a sua segredo de Estado", a sua "nunca posso dizer que desse copo não beberei" de todas as maneiras possíveis. O imitador de Ruan Emanuel Fangio cresceu, então, traumatizado por ser considerado o terraplanista anal da situação e por isso quis se vingar da menina protegida de Senna, o que mostra a sua falta de despreparo em lidar com as situações do cotidiano, não surpreendendo a sociedade se ele acabar morrendo por seus atos descomedidos e marginais no dia a dia.
Com cuidado, o verdadeiro Senna inseriu Jeivi na cama e começou a inserir beijos no vão entre as suas coxas, o beco que separava as suas pernas.
Beijou-a...
Em um primeiro instante fez sexo oral nela. A língua dele realmente era deliciosa, ele a espetava em todos os lugares que conseguia, estimulava o clitórax tanto quanto podia em suas investidas orais.
Estava com tesão e naturalmente já estava com o pênis ereto sem precisar de maiores estimulações.
- Eu não vou usar camisinha – ele disse com a voz rouca. – Não era uma ordem, mas uma decisão difícil de não ser seguida.
- Você não precisa, faça o que tem que fazer.
Ela estava de olhos bem abertos e não parava de dar beijos no que podia agarrar dele.
- Acelera Senna, faz tudo o que você precisa fazer em mim. E viva para sempre comigo. – Ela disse sorrindo no fim.
- Já é ou já era? – Ele piscou para ela em menção à brincadeira que o Casseta e Planeta certa vez fez ao entrevista-lo.
- Nenhum dos dois – ela disse rindo – como político, ele faz muita besteira na atualidade.
Senna não entendeu o que ela queria dizer, mas não teve pressa. Em breve, ela explicaria melhor a situação que ocorria na atualidade em que, desgraçadamente, Senna não podia ter vivido com ela.
Ele penetrou-a com delicadeza, mas seu órgão sexual era muito grande, estava demorando para entrar.
"Eu acho que ele vai acabar me matando. Ele vai viver e quem vai morrer sou eu, dessa. – Ela pensou preocupada. - Eu nunca vi um órgão sexual tão grande na minha vida. Que pênis grande, forte, monstruoso, meu Deus, Senna é deste planeta? Quanta potência tem esse carro que é superior ao da fórmula 1?" – Ela estava apavorada, o pênis de Senna era muito grande, ela não estava conseguindo lidar com a situação direito, aquilo lá parecia não ter mais fim.
No seu íntimo ela pensava, "vai que é tua Senna, acelera, acelera, faz o que precisa ser feito. Meu Deus do céu, eu só tinha visto uma minhoca na minha vida, na primeira vez em que tranzei, agora o cara vai me tirar a virgindade de verdade. Que Deus me ajude nesta tarefa herculana".
- Vamos precisar de um pouco de calma, porque o meu amigo aqui ele não é do tamanho convencional...
Jeivi começava a segurar lágrimas que teimavam em sair. Sentia muita dor ao tranzar com Senna, ele realmente tinha um pênis muito grande. Aliás, a palavra certa a ser utilizada nesta ocasião não era o termo "tranzar", e sim "fazer amor". Pela primeira vez em sua vida, ela estava dividindo a cama com o verdadeiro amor de sua existência e eternidade.
Diante disso, o pênis estava entalado no início do orifício vaginal de Jeivi. Era muito grande. Pense só, Senna tinha aproximadamente 1,76 centímetros de altura, agora tente converter essa medida aos valores proporcionais de um órgão peniano... Realmente, o pênis de Senna superava as expectativas de Jeivia.
Senna, nervoso pela situação em que se encontrava, isto é, o fato de estar diante da pessoa que tanto tentou proteger em sua vida inteira, entre uma tentativa de estocada e outra lhe inseria beijos para tornar o ato mais prazeroso e não doloroso possível.
- Você sente dor? – Ele pedia entre uma carícia e outra. Não queria machucá-la sob hipótese alguma.
- Não. – Mentiu.
Ele tomou coragem e finalmente enfiou o órgão sexual até a parede uterina da mulher à sua frente.
Gritou. Jeivi gritou e não era um grito de tetra. Era um grito descomunal. Ela urrou de sofrimento. Era muito padecimento que passava pelas mãos de Senna, mas não se amedrontou diante da tarefa de salvar seu amado.
Ele, com o protesto da amada, quis dar um passo atrás, retirar o órgão do vulvo vaginal, mas como Jeivi pediu para que ele não retrocedesse, ele começou as suas investidas.
Antes, ela se ergueu um pouco e o beijou novamente em seus lábios, em que ambos fecharam os olhos sentindo, assim, o tesão da coisa toda. Ele estava sôfrego, molhado, ainda tinha resquícios de pingos de água do banho que havia tomado até pouco tempo atrás. Ela se deixou molhar, inundar pelo líquido que exalava do corpo de Senna. Queria se inundar pela enchente ou competição em que estava junto do seu amado.
Língua masculina e língua feminina serpenteando, tateando lugar e espaço, marcando território. Era uma briga voraz o que acontecia no espaço dividido da boca de ambos, era muito envolvente, instigante. E no final do primeiro ato as línguas se abraçavam como uma súplica de dois amantes atormentados de vidas e mais vidas que reencarnaram e que não puderam se encontrar.
Não, até agora.
Ele era mais do que o Senna que não está, o que não quis Ze. Ele não era desse tipo de covarde que desvirginavam inocentes para dar o título à França, submetendo todo o sistema aos dizeres nem tão harmônicos dos franceses. Não, Senna era diferente, ele preferia a Serra e não os terraplanistas. Afinal das contas, a terra era redonda, não quadrada.
- Vem tio Sam, vem enfiar sua bandeira e marcar território em mais um espaço não tocado pelo homem, em mais uma terra selvagem. – Ela disse brincando.
Senna riu, ela tinha o bom humor característico dos italianos, dos americanos e até dos japoneses que eram tanto seus fãs.
- Gosto de você, tem a pureza, a inocência, sabe brincar e quebrar o gelo na hora certa – ele disse rindo igualmente.
Ao ver a situação mais de perto, pareciam duas crianças deitadas em uma mesma placenta, desfrutando do mesmo alimento intrauterino.
- Só não posso prometer que vou me submeter a você, porque eu, querido, sou um tigre, o tigre chamado Stalin antes de ser qualquer "los" intitulado pelo Plâncton francês. Talvez tenhamos um pequeno embate na cama como preliminares...
Mas Senna também era tigre, neste jogo de domínio e submissão, não havia submissos.
Ele dava beijos com carinho, com emoção. Seus lábios eram quentes, cheios de amor para dar. Tinha mãos firmes, era musculoso, era muito alto comparado a mim, Jeivi. Era protetor, forte. Tinha uma voz grave. Era verdadeiramente muito alto, parecia que com o tato de suas mãos, ele conseguiria proteger o mundo inteiro, ao menos, o mundo de Jeivi.
Ele era rápido no vai e vem sexual, mas compensava a agressividade de suas "batidas" em stock car com beijos demorados, cheios de paixão e sentimentos espalhados pela pele da sua menina, Jeivi.
Depois de muitos beijos e estocadas vorazes, Senna deixou-se entregar ao gozo da emoção.
- O que está pensando, querido?
- Que eu nunca encontraria você, pelos acidentes de Ratzemberger e de Barrichello (vendo o choque de Rubinho que poderia ser considerado o seu choque posterior ao descobrimento de toda situação pela qual estávamos passando), eu percebi, aliás, que você iria demorar muito tempo para finalmente abrir os olhos e conseguir retirar a venda de tecido pesado e encorpado que o meu oponente francês havia imposto em sua vida. Percebi também que quando você finalmente fizesse isso, eu já estaria muito velho para você, não mais no primeiro lugar, não mais sendo o seu "vi", o seu vitorioso. E que talvez você não me quisesse mais desse modo. Assim, pensei em morrer, pensei em me imortalizar naquela pista declarando para o mundo inteiro o quanto eu amava você. Que o Sam do filme era eu na verdade, que você era a minha Molly, a minha prometida, aquela que se encaixava em qualquer hipótese sobre a assinatura do meu nome. Pensei em morrer para ter proteger, me proteger, me blindar contra uma possível derrota posterior, não conseguindo igualar as minha vitórias com as do quarto título mundial vigente. Pensei que virando herói, eu salvaria o mundo de novas guerras, novas ameaças nucleares. Pensei que nunca iriam conseguir tirar essa maldita nuvem de lágrimas que Prost colocou em seus olhos, pensei que você nunca chegaria até mim. Não aguentava mais tantos jogos, tantas músicas, meu nome circulando por aí de maneira tão afoita... Não aguentava mais tantos filmes envolvendo o seu nome e o meu, com o acidente de Ratzemberger que representava você (o que graças a Deus não ocorreu, você está salva aqui nos meus braços) quis me matar junto. Visualizei uma possível desgraça com você naquele dia e queria dar fim a minha vida também. Se me tirassem o bem mais precioso que eu tanto lutei por todos esses anos, que era você, eu não teria mais porque viver. Você era o Arquiduque Ferdinando austríaco, eu queria proteger você a todo custo. Queria que não houvesse mais guerra, ao mesmo tempo que, para a minha vergonha, queria me deitar com você, possuir você, ser o seu homem, ser o seu único e verdadeiro homem, não querendo que ninguém tomasse o meu papel, o que infelizmente ocorreu como você me contou. Lamento que isso tenha acontecido, mas agora estamos finalmente juntos.
Jeivi não podia parar de pensar que o sistema havia dado a cabeça de Senna em troca da sua sobrevivência. Foi um jogo de peças muito bem montado em que ninguém apontou um revólver na cabeça de Senna, mas a pressão foi tanto e tamanha para que ele se matasse, que o rei de Mônaco foi lá e deu fim à sua própria vida para salvar todos, inclusive a sua protegida.
Ela pensava assim:
"Meu nome significa Jei Au zzo ou Jeivi Also em inglês, Jeivi também na língua americana. Senna foi lá e se matou na curva Tamburello para dizer que eu não estava sozinha, na forma de Ratzemberger, por isso que Senna preferia morrer um dia após o falecimento do colega a ficar sem mim em um possível vislumbre do que poderia acontecer no futuro ou não de nossas vidas. A morte de Ratzemberger significava, portanto, que eu estava morrendo depois de saber de tudo o que ocorrera sobre as nossas vidas interligadas, a minha e a do Senna. Ayrton achando que no futuro eu iria me matar por saber do livro de Alain, foi lá e se matou para ficarmos juntos para toda a eternidade, me salvando assim de uma possível solidão.
Diante de tudo o que aconteceu em sua vida, Jeivi pensava se conseguiria amar outro homem. Ela era a verdadeira viúva de Senna, a maior prova disso era quando a chuva lavava todas as cidades brasileiras. Chuva às vezes forte, as vezes branda, demonstrando todo o amor contido e retido desse jovem casal apaixonado que nunca pode estar junto. Um casal separado pelo tempo, pelo espaço, pela diferença de idade e de visualização do mundo. Ela queria o salvar, ela só pensava nele nos últimos dias. Só queria ele. Só ele. E ele não tinha nenhum pouco a paciência de Axl para espera-la sentado em uma escada. Preferia se matar do que deixar o tempo passar em silêncio, tendo que esconder o seu amor desenfreado por uma garotinha que não estava a par do jogo que o mundo jogava até o presente momento.
Jeivi pensava que queria ele vivo, mas não o queria ver em outros corpos em imitações baratas do que um dia Senna poderia ter chegado a ser em vida. Queria ele vivo fisicamente e no seu coração, pulsando ardentemente. Nenhum político brasileiro representava Senna, aos seus olhos, nenhum deles chega perto do ato que o corredor de Fórmula 1 fizera em vida e em pós vida para ficar perto da sua menina."
Ao terminar seus pensamentos, Jeivi encostou sua cabeça no peito de Senna e começou a sentir as batidas de seu coração.
- Querido, eu não posso deixar de omitir algumas informações importantes para você desde a sua partida em um futuro não tão distante. Vamos evitar que isso se concretize a todo custo, ok? Só que eu preciso te contar que muitas pessoas queridas a mim, que não são meus familiares, eles estão vivos, pagaram por esse seu ato com suas próprias vidas. Paul Walker, de Velozes e Furiosos, morreu recentemente dirigindo um carro. Ele fazia um filme de corridas inspirado em você. Era uma franquia americana. Além disso, Whitney Hostoun assumiu o papel de Tina Tunner e sofreu muito nas mãos de Bob Brown, o Ike nervoso, seu marido. Ela inclusive morreu de overdose, se submetendo ao Come si guida (drogas) in Coursa (para morre como o Sam do filme e você. Só que, infelizmente, ela morreu). O próprio Patrick Swayze, que não é eu e nenhum dos meus familiares, nem os seus, porque vemos e não estamos nos domínio das assinaturas do Além, morreu de câncer. Kurt Cobain se matou um pouco antes de você ter indo embora, como você bem sabe. O do Nirvana, né? Michael Jackson morreu pelo uso de entorpecentes, mais especificamente pelo uso de Advil contra a dor (também a situação de Come Si Guida In Coursa. Ele foi muito acusado de pedofilia, o que provavelmente foi inventado por conta da história que eu precisava perder para não virar o Sam e ir para o além com você). Além de todas essas tragédias, Britney Spears antecipou para mim como seria o encontro com o Ruan Emanuel Fangio através de seu relacionamento conturbado com Kevin Fanderline. Realmente ele foi um estúpido para ela, o que ocasionou suas internações e quase perda dos filhos (tudo previsto no script pelo "in Coursa", para morrer tem que ficar louca e perder, ser o Los, para não ir para o além com você). Se não bastasse isso, Michail Shumacher está entre a vida e a morte, em um coma profundo desde 29 de dezembro de 2013. Renato Russo morreu também, um pouco depois de você e do Cazuza, de AIDS, assim como o impaciente com iniciantes Freddy Mercury morreu de AIDS deixando o show continuar em nossas mãos, além é claro do nosso querido Cazuza que morreu antes de você, aquele exagerado como você foi em vida.
Senna estava com lágrimas nos olhos, não podia acreditar que tanta gente querida por ambos (tanto por Jeivi quanto por Senna) havia definhado na passagem do tempo por conta dos dizeres do cara do Além.
- Além disso, querido, nos anos de 2001 houve o atentado nas Torres Gêmeas do World Trade Center, em que aviões muçulmanos destruíram o prédio no epicentro de Nova York. As torres caíram em pé pelo ataque a bombardeio no centro financeiro de Nova York. Ataque realizado pelos muçulmanos... O tal copiador, ou xeróx de Ruan Emanuel Fangio, ocasionando muitas mortes nos USA e o medo pelo terrorismo constante praticado por pilantras inescrupulosos que existem na realidade.
Senna ficou triste, não sabia o que dizer diante de tantas tragédias.
- Ah, recentemente o Gugu também foi embora, ele também virou refém dos dizeres do cara do Além. Fizeram ele comer tudinho, literalmente.
E não era nenhum pouco engraçado os dizeres de Jeivi mediante a situação vivida pelos personagens dessa longa e complexa história de Senna e de sua protegida.
Senna estava com lágrimas nos olhos.
Jeivi fez um momento de silêncio para Senna retomar o seu auto controle novamente.
- O mundo teve guerras, além da guerra do golfo como você conhece, teve o conflito no Iraque e a morte de Saddan Hussein.
Lágrimas saiam dos olhos de Senna. Não era isso o que ele desejou para o mundo com o intento de sua morte.
Jeivi prosseguia com o seu discurso, teria que tirar o curativo da ferida de Senna de uma vez por todas. Era necessário lhe mostrar a realidade tal como era, para que ele pudesse tomar a melhor decisão daqui por diante. Mas como ela, o amava, provavelmente daria beijos estancando o seu sangramento diante da abertura de seus olhos para a nova realidade que iria vivenciar.
- Além disso, atualmente, não vivemos mais em uma guerra física, mas biológica, porque surgiu um vírus alcunhado de Corona Vírus-19 ou Covid-19 que está matando milhares pelo mundo a fora. Teve um dia em que chegou a mais de mil mortos na Itália, agora os números parecem que estão baixando por lá, mas aqui no Brasil a situação está descontrolada, são 600 mortos até agora, aproximadamente, em um mês de vírus e de isolamento. Isso significa que mais de 12 mil pessoas brasileiras foram infectadas pelo vírus que pode se tornar tão mortal e letal quanto um míssel atômico se não houver cuidados, quarentena e convívio restrito. É um vírus que é propagado através do ar, da saliva, do toque, isto é, está sendo muito complicado conviver em sociedade nos momentos atuais da contemporaneidade.
Senna não acreditava no que ouvia. Quer dizer que houve o fim da Guerra Fria para começar uma nova guerra biológica em que se mata tanto quanto uma ameaça nuclear? Através de uma arma invisível aos olhos humanos? Um vírus?
- Me leve com você para o momento atual, eu não posso abandonar o meu país quando ele mais precisa de mim. – Disse com verdade, com convicção. Com toda a sua força de homem honesto e entregue totalmente para servir de coração aberto ao seu país.
Homem muito mais respeitável e digno de reverenciamentos do que muitos políticos medíocres e pilantras da atualidade.
- Você tem o poder do livre arbítrio. – Ela respondeu ao amado. - Não prefere sobreviver ao acidente e mudar todo o nosso futuro daqui para frente? Eu encontrei o menininho da profecia do Ilusion for Ilusion do Guns N' Roses. Ele se tornou um tolo que acha que tem conhecimento. É capanga do cara do Além. Usou os conhecimentos aristocráticos da Rua Doutor Rosa, para me humilhar, se vingar de você por ter escrito o autógrafo dele nas costas naquele vídeo japonês em outra vida. Além de querer se vingar dos dizeres do Linkedin ("ele não quis", isto é, você não quis o japonês de amarelo que era a criancinha da profecia junto a mim, o menininho Nagato de Naruto). Ele foi um idiota, me estuprou, atuou como o Mark Chapman ao matar o John Lennon. Se você optar por ir ao futuro agora, não morrendo no acidente, pode modificar todo o porvir da situação, pode ser que você não me encontre, inclusive, lá na frente, pode ser que eu já tenha morrido – disse sinceramente, com lágrimas nos olhos.
Jeivi sentia toda a apreensão do momento, inclusive pelo abandono de seu país em um momento em que o próprio administrador não honrava o sacrifício de Senna para a melhoria do mundo.
- Espere um pouco, eu não incorporei naquele Ruan, eu não fiquei sabendo dessa sua perca de virgindade no outro plano astral em que eu estava. Eu nunca faria isso com você, me leve até a atualidade e eu vou tirar satisfações com esse Fangio, que se acha o poderoso chefão, quando o Marlon Brando é você, ele não pode passar ileso pelo o que ele fez com o grande amor da minha vida.
- Isso não importa para mim agora. A última pessoa viva que eu quero ver nesse momento é ele. Se ele está vivo ou, preferencialmente morto, para mim não importa. O que me importa é que você venha comigo à atualidade, se assim o preferir, e me ajude a resolver todos os problemas que estão assolando o planeta terra neste exato momento.
Senna sorriu otimista.
- Sim, eu vou, se é para ficar do seu lado, eu escolho essa opção para isso e para todo o sempre. Mas posso te falar a verdade? Achei que eu nunca ia conseguir ultrapassar a minha terceira vitória e que você, por ter nascido no dia 23 /vi não está três/ nunca iria ficar do meu lado, nunca iria ficar comigo. Aí eu preferir me matar do que te ver ao lado de outra pessoa. Porque eu também sou o also ou au só, sou o um que tem certeza das coisas. Preferi ficar com você para não te deixar sozinha em toda eternidade de nossas vidas. Eu sou a certeza, a Serra, eu só quero ficar com você. Você nasceu para ser minha e eu nasci para ser seu, mesmo com a grande diferença de idades entre nós. No fim, eu tenho que confessar que interpretei o livro "Jevi ñ alesi red missiles", escrito psterior a minha aparentemente morte, como vocé me contou em sussurros quando fazíamos amor, que em algum momento me deu vontade de te dar o ré, mesmo sabendo que você não sabia ler na época e tendo o dobro da sua idade por isso quis me mataria novamente se o livro fosse publicado antes de 94. Poque esta nossa contravensão moral resultaria em você sem mim irremediavelmente. Diante disso, como você não tinha o conhecimento das coisas, e porque o meu nome significava dor a quem ñão tem o conhecimento, eu preferi me matar no autódromo Dino Ferrari para que você nunca precisasse dar recuo nenhum e para que eu nunca visse você sofrer de dor na vida. Também não teria paciência de esperar, caso você, desse o recuo e aprendesse a ler só depois, demoraria muito. Eu nunca vou perdoar o que esse Nagato fez a você, ele se aproveitou de palavras que foram escritas depois da minha morte em que eu não podia mais priloteger você fisicamente, o Dino Ferrari era um lembrete que ninguém deveria mexer com você, como ele ousou desacatar as minhas ordens?
- Ele é um idiota, interpretou tudo com maldade , mas isso do recuo não aconteceu e não vai acontecer sob hipótese alguma, com ou sem sacrifício seu, é a minha vontade. Além do mais, você está livre das palavras de ordem de Além, assim como eu. Não fala mais nada, eu te amei e amo vendo e não vendo. Futuro/presente aí vamos nós – disse Jeivi pegando na mão de Senna sem colete e simulações homoafetivas nenhuma, só o verdadeiro e puro amor de amigos que acabaram se gostando e se amando verdadeiramente mesmo com o seu destino escrito saudável nas estrelas.
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