História. Ficção, narrada em primeira pessoa na voz de uma mulher misturada à terceira voz de um aluno homem.
O curso de fotografia nunca foi tão polêmico. Professores trans e professores molestadores. O colete era longo e folgado e servia para todos os pecadores da fotografia.
Professores feios exploradores. Não dava para acreditar que por trás da lente fotográfica, procurando alguém belo para retratar, para focar com as suas lentes não tão transparentes houvesse alguém tão horrível. E existia essa espécime de troll utilizando as Babas do Diabo em suas incursões pelo ensino de xilogravuras da realidade não tão real.
No entanto, seu aluno gay corticeiro fazia de tudo para imitá-lo. Queria copiá-lo ao máximo. Ter o mesmo status, ter o mesmo dinheiro. Arranjou uma defeituosa de olhos e começou o trabalho. Usava palavras de ordem como "fiu-fiu, charme, bela dona" ao referenciar sua parceira para que ambos conseguissem a mesma sorte de seu instrutor. Mas não conseguiriam. Morreriam antes, assim como o mordaz opinante contrário à serralheria.
Era necessário acabar com a fama da serralheria em que meu trabalho era originário para que a sua cidade se sobressaísse em uma corrida de pleito eleitoral. Iriam tudo, menos ensinar técnicas de melhor enquadramento de foto, já que danificar o oponente era mais importante do que garantir uma legitimidade de caráter. Queriam enlouquecer o único são da cidade. E quase conseguiram. Porém nem salinha de matemática restariam para eles ministrarem suas disciplinas nem tão fotogênicas. Nem sala, nem miragem alguma. Suas mentes brilhantes do conhecimento em breve veriam o edifício de fotografia desabar, com todas as metodologias de torturas que eles que eles gostavam de aplicar em seus seguidores.
O professor velho era um idiota sob todas as luzes. Me odiava porque tinha que ser o meu cãozinho. Para isso não queria me ver feliz. Queria me ver mal, forçando uma depressão que eu nunca tive. Para não estar sob o meu controle, sendo que eu nunca quis saber da sua insignificante e estúpida existência e, agora, inexistência.
Era um xeróx de Machado de Assis na fotografia, mas nunca conseguiria chegar ao patamar de marechal em uma hierarquia militar.
Ele era uma mala, um dragão, um idiota. Não tinha como amar, gostar de uma pessoa, ter empatia por alguém tão ignorante e molestador do próximo, do ser humano. Tão Niilista. Tão não John Nash, tão desagradável para a sociedade humana.
Conseguiu seu emprego no ano em que Ayrton Senna morreu. Se formou no ano em que eu nasci para brincar de querer me matar. Acha que é Deus. Para os alunos esnoba Deus e Jeová, mas está sempre seguindo os passos da Bíblia. Agora está na parte da Travessia do Mar Vermelho. Mas só ele se afoga, só ele morre. Só ele cai no circo do sistema. É o palhaço triste que deve ser derrotado.
Diz para os alunos da fotografia denunciar o fascínio da Itália, sendo que o maior propagador do nazismo é ele. Nunca sorri. Porque é feio sorrindo. Não é USA e nem Rússia. Odeia a Rússia, quer que ela fique sempre em segundo lugar diante da Alemanha. É Alemanha em seu segundo nome e primeiro já que não sorri.
Quer matar todos com leucemia, sendo que quem não enxerga é ele. Quem usa óculos é ele. É um paralamas sem sucesso.
É machista e pede para os alunos irem contra o machismo fotográfico, sendo que o ogro idiota machista é ele em sala de aula (ou "loucura de aula", já que a única coisa que ele não é, é são) ou em aulas práticas de fotografia.
Nunca conseguirá redigir texto com esmero, nem em sua própria sala que ele quer tanto imitar que é a minha.
Tem obsessão por mim, quer tirar fotos parecidas comigo. Veste sempre azul. Esquece que eu já tirei outras fotos na vida. Quer ser a Marianinha de Raio e Zé Trovão só para me menosprezar, me inferiorizar, sendo que a Marianinha era horrível nas outras seriados. A Marianinha da faixa prostíbula.
Ele parou no tempo, e o tempo perdido vai matar ele.
Gosta de jogar xadrez, mas não trata a mulher como uma dama. Trata como submissa e a idiota coach de comportamento acha divertido ser tratada como a personagem de 50 tons de cinza. Acha libertador fazer sexo anal com esse tucano que tem dentro de casa. Tucano, pingüim, o nariz é enorme. É somente tucano dos patotas. De outra cidade menospreza. Odeia Minas Gerais, Odeia São Paulo. Só quer saber de ser o batata vilão de os Batutinhas.
Adora a Paola da Usurpadora, adora lésbicas, adora o retrocesso das cidades. Quer ser a Luna, que não tem nada familiar meu, de alma gêmea, escritora medíocre de coisas medíocres e de desenhos medíocres. Quer ser controlador, sendo que só consegue divulgar seus trabalhos em instituições de pouco renome. Não é fotógrafo escritor, é copiador. Assumiu a minha vestimenta de anos atrás e nunca mais evoluiu. Não é malandra. É pilantra.
Recife morreu para o gado.
Ganha dinheiro demais e se finge de pobre em práticas de fotografias, comendo waffer demais. Tirando xeróx de folhas de menos, não usando projetor para as suas demonstrações fotográficas em aulas práticas.
Será que esconde sua fortuna no colchão? Furando as espumas?
Tem o salário do presidente. Acha que está no Ministério da Saúde. Finge que defende os pobres e ganha quase 30.0000 reais por mês.
Fala mal da classe média, embora extrapole muito mais os 7000 reais por mês de um contribuinte médio, enquanto arrota e peida 30.000 reais em críticas de quem não tem nenhum dígito comparado ao seu magnífico salário de executivo fotógrafo que não ter a sua vida exposta, mas que expõe cruelmente a dos outros.
Acha que é médico, mas está, indiscutivelmente, com câncer de consciência. Acha que manda na minha rua, mas quem é o meu cão não fiel é ele. Fala mal da serralheria em que eu trabalho, mas sua cidade é um lixo, cuja prefeitura insana precisa se vestir de branco para tentar ganhar votos às minhas custas. A cidade parou no tempo. É museu de um museu. Ao invés de tentar ajudar os moradores do local aonde convive, doando metade do seu salário, prefere falar mal de fotógrafos concorrentes na internet, alunos que não estão nem aí com a existência rica e, ao mesmo tempo, pobre de alma que ele possuí.
Quer que os alunos sejam todos escravos dele. Que ninguém ganhe dinheiro. Só se cerca de pupilos com nomes chaves para tentar me matar. É um idiota que ganha dinheiro às minhas custas, mas não quer admitir isso. Quem pensa que é? Xico Penico criticando a Geni enquanto come seu croissant com creme de confeiteiro na frente da Torre Eiffel quando a Europa já foi invadida pelos nazistas? E quando cuspirem no caixão desses dotados fotógrafos de opinião alheia? Além disso, ele é feio, é pior do que um sofista, do próprio Mundo de Sofia, que ninguém quer ler as sua publicações às quais têm que ser vinculadas na mídia que eu controlo, o Google, certo? Porque não se esconde em uma casca de noz?
Gosta de vinho. Gosta de massacrar o Jovi, sendo o Axl. Não tem nada de original. Só vejo cópias do que eu fui no Orkut, no Facebook. Rotulações descaradas que falham em sua essência. Tem um nome muito brasileiro e medíocre. É um ninguém, que precisa tentar massacrar os outros para se fazer notável. Precisa ser denunciado. Ele quer ser denunciado. Ele quer morrer, já que não consegue se suicidar. Ele quer morrer pelas mãos de um aluno. Ele é o leitão da turma do Pooh, embora não goste de ursos. Ele é um maldito leão nazista prestes a perder para o tigre de Stalin. O tigre de Stalingrado. Odeia a cor branca que lembra a Polônia, só gosta de ver ela tingida à sangue nas mãos da Paola louca nazista. Insana. Ele é tão insano quanto ela. Ele é o burro, o Bizonho que não consegue enxergar a sua condição de saber e ao mesmo tempo ser tolo. O seu rabo está prendido com um laço. É meu cão e não gosta de admitir. Ele é o Aleph de J. L. Borgens, em que a minha visão continua perfeita, embora a do autor tenha parado em outra dimensão. Em outra biblioteca, uma biblioteca de Mississipi ou de Louisiana.
Não mais.
Diante disso, o aluno, saturado das provocações maldosas do fotógrafo pega o único revólver que tem. Não é pistola, é revólver. Não se sabe o calibre. É um revólver com cano longo. No instituto, no prédio de aulas de Fotografia, há quatro ou cinco andares. O prédio está pintado de verde militar, verde oliva. Hoje ele vai preencher seu álbum de recordações com fotos extremamente onerosas e especiais.
Há quatro cinco? Dá para se ver que fica perto de uma "lagoa", não é rio, é apenas um recipiente que cheira muito mal. O cheiro é o que mais se sobressai neste lugar. Lugar de eixo. De xô o "buraco" de "xô, o "ei", o "a", em inglês, o que não vê que é buraco. Lugar de tirar a virgindade de pessoas puras".
No entanto, os parasitas de lá gabam-se de venderem suprimentos enlatados na segunda guerra mundial para os burocratas vestidos de seda e linho ingleses, o que não passa de um disfarce. Naquela época o governo getuliano flertava abertamente com o ultra nacionalismo da Europa. Logo, não é de se admirar que seja um lugar nazista. Um lugar verde nazista.
Todavia, era um dia de sol amarelo intenso, como o Cândido de Voltaire gostava de intitular, mas o aluno não gostava de Pearl Jam, apenas iria fazer o que precisava fazer. Sem maiores alarmes.
Não é para gerar para não virar o Jeremy Spoken(falou?)? É por isso que não é para se ter o fascínio de linguagens européias enquanto que vocês são abertamente nazistas? A única mão traidora é a do ensino fotográfico que ao disparar seus flashs de luz ultra violeta coloca uma venda nos olhos dos alunos. Uma venda que não ensina o que tem que se ensinar em sala de aula? Só se vende ilusões, então, e sonhos não concretizáveis a estes pobres manipuláveis que adoram os cordeiros de ouro que são vocês? Não há professor de ouro, tampouco de ouro, e muito menos a menina de ouros. Há apenas a enganação que estes fotógrafos deixam transparecer através de suas lentes fotográficas em imagens trêmulas e assombrosas de uma ditadura que vocês querem instaurar no país e, quiçá, no mundo.
No entanto, se a doutrinação de Mao Tsé Tung derruba o governo através do livro vermelho, aluno não doutrinado pelo professor/professora, derruba o falso mestre fotográfico. Acabando assim com o sistema de possessão de possuído e de possuidor na sociedade.
Diante disso, o aluno não deu bola para a famosa música grunge. Iria falar. Iria explodir o míssel atômico mesmo assim. Iria falar à vontade, viver e os deixar morrer apenas em Çatolep. Çatolep, aliás, era o Japão de pé, o Japão do eixo, o "los", não o Japão pacífico de agora, o mesmo Japão da Segunda Guerra que estava precisando aprender uma lição. Uma lição de um certo Enola Gay B29, isto é, "ela não é gay, não é B29, não é nazista".
O aluno não deixou de falar, portanto. Não precisava abrir fogo contra seu alvo para poder finalmente tinha a voz de ordem. Achava o fato de se calar diante de um sistema opressor de poucos poderes uma bobagem. Achava que um homem não precisava ganhar tanto dinheiro quanto alguém que estava na política. O mesmo homem alvo que defendia esses políticos com unhas e dentes através de um resenha fotográfica, isto é, uma imagem disfarçada de muitas camadas para chegar no seu intento de eleger alguém paradoxalmente e propositalmente, o qual tanto criticou em sua carreira fotográfica.
Lá está o aluno. Passa pela sentinela de guardas, isto é, pela pobre guarita sem nenhum problema. Não há câmeras na entrada. O caminho para se fazer entrar no prédio era impregnado por um cheiro fétido da lagoa. Isso ocorria porque metade da cidade fantasia não tinha saneamento básico. Logo, não era de se duvidar que para chegar em tal prédio o lixo se concentrasse nessa espécie de "lagoa" , denunciando a falta de preparo dos administradores da cidade para gerenciar medidas sanitárias e de proteção contra a contaminação endêmica da população da cidade.
O aluno passa um pano no seu revólver. Escolhe as balas com esmero. As balas são de prata, contra o gato nazista Hitleriano. Vai levar um cartucho de balas especial para esse tipo de comemoração. Levou bastante munição. Escondeu na mochila transversal.
Passa sem maiores entraves por entre a pequena guarita da entrada do prédio. Há muitos cachorros abandonados neste lugar, mas nenhum mais obedece às ordens do velho professor de fotografias.
O protagonista morto de "up, nas alturas". O malvado que não era favorito de ninguém.
Os cachorros, estranhamente, gostam do aluno com um intento que tem ganas para ser resolvido hoje.
Mas não é hoje que a concretização do ato ocorre.
Tem um dia específico para isso.
O professor fotógrafo fica atormentado, parece que sabe que seu fim está para chegar. Pressente algo. Está parado na travessia de um mar vermelho que o está engolindo, o matando. As águas o estão tragando para o fundo. Não consegue chorar e nem acalmar a si mesmo. Não consegue ser a Seymor de Don't Cry dos Guns N' Roses. Não consegue afundar os cachorros. Nem ele, nem o sistema. Não é modelo de ninguém.
Enganou tantos alunos com sonhos que nunca poderiam ser concretizados, este Bizonho triste. Enquanto que ele esbanjava seus 30.000 reais por mês comendo brioches e mandando o povo se lascar como a Rainha Maria Antonieta morta.
Queria que todos estivessem enclausurados em uma árvore dos sonhos japonesa. Uma árvore dos sonhos de Naruto.
Uma árvore dos sonhos agora escondida atrás de um armário. Não era a árvore dos sonhos do The Joshua Tree Tour do Bono Vox. Era uma árvore que sugava a seiva de tudo e todos, uma árvore que não era boa. Não era uma árvore gringa. Se precisava de muletas, sinal que já não era uma árvore frutífera para a população.
Se a população não conseguia andar com suas próprias pernas, e sim com o amparo do governo (de qualquer governo), isso significa que alguém no poder estava querendo cortar as asas dos pássaros civis. Os pássaros que são a população que não consegue mais voar a não ser estar em um caverna de Platão sem perspectiva – o que não pode ocorrer em hipótese alguma.
O velho professor de fotografias vendia ilusões à distância. Tinha enganado sua prima, iludido ela, enquanto tirava a vida dos outros à sua volta. Agora tentava enganar sua irmã, vendendo um mundo de sonhos, um mundo em que ela, Stephany Saymour é que afoga o Axl Rose em um mar, e não o Kim Jong – Un. À distância ele pede para que a modelo, que não tem nada de comportamento exemplar, fique contra sua irmã, porque promete para ela o domínio total do mundo. Está iludindo tudo e a todos enquanto vai tirando a vida das pessoas. Tudo para estar no controle. Deu até um presente para o rico, II, o Aleixoel, Axl, em forma de review, de comentário.
E nós pensando que quem passava em institutos de fotografia deveriam ser os mais pobres, os de origem pública.
Tomara que caia, digo eu.
Grande bobagem, penso ainda que em cachorro morto não se chuta. Mas eu sou a exceção, continuarei chutando mesmo assim.
Ah, Tr Bill, que saudades, você e suas ideias em forma de cloro de piscina?
Mas há o vírus que fala mandarim. Há as dez pragas do Egito, período santo anterior da travessia do mar vermelho, em que estas pragas são redirecionadas à Çatolep não mais ao mundo.
Diante disso tudo, o aluno passa pelo estacionamento. A mochila está pesada com os cartuchos de balas e o próprio revólver em si. Mochila transversal. Mas ele não sente incômodo algum. A consciência foi apagada por uma bala de borracha. E sua memória se transformou em lousa branca em que nenhuma letra se faz ser concretizada.
O prédio em que está agora antes era muito feio, mas aos poucos foi recebendo investimentos. Investimentos que recebia às minhas custas. O prédio era verde tal qual a casa verde do Simão Bacamarte, o alienista. O prédio que parecia uma árvore que sugava a vida, a seiva das pessoas à sua volta. O prédio que vendia ilusões, sonhos. Morte.
O fotógrafo se sentia o próprio Simão Bacamarte. Qual gado mais ele iria abater em sua fábrica de enlatados ou de salsichas alemãs? Em sua fábrica de produções de cucas alemãs?
Passou pelo longo estacionamento com os mais diversificados automóveis. Tinha até bicicletas por lá? Tinha, eles não deixariam passar esse detalhe em branco.
Que tipo de carro será que esse imbecil utilizava? Com tanto dinheiro poderia comprar até uma Mercedez assim como a de Hitler na Segunda Guerra Mundial.
No instituto de fotografias ele era , portanto, o carro chefe do local. A Mercedez Benz que Hitler tanto gostava. A Mercedez que Erich Kempka, seu pobre pupilo alpinista social na época, pilotava para Hitler.
Seu pupilo da atualidade se chamava Kanon Pedreiro, assim como o rótulo da famosa máquina fotográfica.
Seguindo esse linha de pensamentos, essa retrospectiva, é óbvio que o professor de fotografias amava Ana Paula Eva Braun, pois esta era a esposa de Hitler.
Às vezes, quando não estava sob o controle de outros comandos hitlerianos, porque não era invencível (o transformer, aliás, já havia estado em claustro na época ditatorial, sendo que por hora agora estava livre), o carro chefe do instituto fotográfico era pilotado por ele mesmo, a caricatura nazista de um Senna até então não relacionado à nenhuma citação nazista. Um Senna que apenas havia morrido em um autódromo italiano sem ligações nacionalistas.
Será então que o professor fotográfico era pior do que seu pseudônimo Zena? A saber, quem lê suas publicações? A cópia da cópia da minha cópia?
Será que ele entra por qual lado do prédio? Pela entrada da frente ou pela entrada dos fundos, com o logo da Instituição de Fotografias? Anda de elevador, ou profere subir as escadas?
O aluno preferiu entrar pela porta da frente. Seu revólver não faria estardalhaço. Era silencioso. Era um sniper. Como ele havia conseguido tal material, isso era um detalhe que ele preferia não revelar.
"Vou subir todos os andares por escada. Não vou pegar o elevador frontal", era o que ele pensava.
Elevador frontal que estava sempre abarrotado de gente. Como gado encurralado no curral antes do abate. Ou porco antes de virar enlatado para chucrute com repolho. Suprimento de guerra não utilizado quando o gerador às vezes falhava e deixava o gado todo em pânico.
Foi para o primeiro andar, olhou para a portaria, nenhum sinal de ameaça. A portaria era tão diversificada quanto os cargos do governo. Não parava nunca ninguém em seu lugar. Eles usavam interfones para se comunicarem entre os andares do edifício fotográfico. Em sua maioria utilizavam uniformes pretos.
Subindo pelas escadas do prédio (havia também escadas de incêndio, laterais, anexas ao corpo estrutural da parte de fora do complexo de ensino fotográfico) em direção ao primeiro andar, se deteve a uma longa análise do corredor que dava para as salas dos fotógrafos docentes, além do secretariado. De modo que se houvesse uma grande explosão, um grande incêndio, as escadas do lado da rua poderiam garantir a saída de alguns alunos ocupantes do prédio.
Poucos para dizer bem a verdade. Era um prédio que parecia alto, mas tinha planta baixa.
Quis lembrar de cada detalhe em sua memória, antes de se direcionar ao seu alvo. Que não lembrava em nada Dumbledore.
No primeiro andar, parece que iriam transferir uma sala enigmática que se intitulava "Hospital 7", esta não ficaria mais no segundo andar.
Poderia ir para o quarto andar aonde ficavam os setores administrativos e o Heitor, leitão, mas preferiu se deter ao setor segundo aonde encontraria o seu Bizonho. No segundo andar entrou com familiaridade, e sem preocupação, não iria realizar a matança no andar inteiro, era só um local específico.
Entrou naquele cubículo e se deu cara com o seu tutor. O docente encarregado de acompanhar a sua evolução escolar no ramo das fotografias. Apenas se limitou a falar.
"Você é uma pessoa digna de pena. Todos esses anos e só me detive a olhar com repugnância para a sua vida agora, para você ver como você é uma pessoa sem prestígio algum na sociedade. Você apenas ganha um salário em que, por medo de ser morto, tem que se fingir de pobre diante de seus acompanhantes pela jornada de ensino fotográfico".
Sem mais o que falar, e com tédio por olhar aquela face nazista tão feia e com um nariz tão grande, deu um tiro de sniper na sua testa. Não satisfeito, e como o revolver tinha silenciador automático, metralhou o professor fotográfico por inteiro. O prédio não tinha câmeras, então seria fácil sair de lá pelas escadas laterais. Fechou a porta com cuidado assim que saiu. Não me pergunte como ele tinha as chaves do local, ele apenas as tinha.
Depois disso, saiu do prédio rumo às escadas externas da construção de ensino fotográfico.
Esqueceu a menininha velha que ficava "vigiando o faraó ou irmão", na História de Moisés às avessas. Aquilo mais parecia pornografia às avessas de história bíblica. Esqueceu a gorda fotógrafa Dona Redonda de Saramandaia, rolha de poço, que tinha de quatro a cinco filhos em outra cidade. Aquela que adorava chamar os alunos de animais, de idiotas, enquanto que a maior idiota da situação era ela. Estava implorando por mais aposentadorias, a terceira, a quarta...Pelo visto, ganhava a metade do salário do professor de fotografias acima. Não tinha cara de ter se formado com o salário vigente desde a época de mágica magisterial fotográfica.
Era uma professora que fingia uma vida miserável na universidade também, mas que tinha casa com hidromassagem em outra cidade, precisando se locomover uma vez por semana para dar aulas neste ambiente. Tinha casa nas duas cidades, mas em uma dessas fingia uma vida de miserável, em que pagava aluguel, em uma espécie de condomínio fechado. O filho mais velho havia dado problemas, certa vez foi parado pela blitz em uma batida de carro depois de ter realizado um racha. Mas o projeto dela era, sobretudo a vida, ironicamente. Era, portanto, uma mulher que adora criticar todo mundo, mas que ninguém poderia olhar para o seu salário gordo e dizer algum "ai" disso. Não ajudava ninguém, tinha medo que alguém roubasse o seu lugar. Preferia prejudicar quem era de fora, se esquecendo que pegava trem para para a outra de ensino.
Esqueceu da outra mais novinha, mas com cara de velha mal comida. Já havia tido casos com fotógrafo aspirantes. Achava que era terapeuta, mas era uma idiota em seu pleno exercício de profissão. Era um daqueles milicianos taciturnos do ex Bope morto a tiros. Teria que viajar mais vezes para comer croissant se quisesse sobreviver de um novo atentado. O que não ocorreria, pois era mínima a sua chance de sobrevivência, antes de morrer sendo atirada em uma escada como a Nazaré que era.
Reservou um tempo para cumprimentar Tr. Bill na saída do estacionamento.
"Continue assim, Tr. Bill, continue sorrindo. Você é magnético, os alunos têm verdadeira predileção por você. Olhe quantos têm em sua sala de aula. É impressionante, vem aluno até de outros cursos, que não sejam os de fotografia. Continue assim, e eu quase esqueço que você tem o nome de Adolf Hitler ou que ganha dinheiro com o ramo da computação. Não me diga que eu sou Lewinski, porque eu sou tudo menos isso".
- Mas você é italiano – falou Tr. Bill, meio que tirando o aluno dos seus pensamentos.
O dono dos olhos azuis era um imã atrativo, com dois pólos, positivo e negativo. Neste momento estava mais para o lado da atração do que a prática de repelir. Melhor ainda, neste momento era um espelho de si mesmo.
Não conseguia mais parar de rir, Tr. Bill era assim mesmo. Contagioso. Sedutor.
Tr. Bill confiava em mim. Pedia para eu ler as embalagens dos remédios quando nos encontrávamos na recepção em conversas amenas.
Tr. Bill estava fumando a sua enésima carteira de cigarros. Era uma presença deliciosa naquela instituição. Todo mundo realmente gostava dele. Do instrutor de fotografias. Uma vez havia recebido um pito de T. por ter exposto a vida de uma aluna. Mas, não, o câncer não iria ser presenteado para Tr. Bill, ele era adorável, era fiel a mim. Viria para o verdadeiro nazista morto a tiros logo acima. O nazista que fingia ser eu e que não era. Eu e minha família somos saudáveis, ele não.
Se não bastasse, os tiros, antes o aluno havia cometido outra barbaridade. Estuprara a esposa do fotógrafo no próprio consultório em que ela vendia seus serviços de coach emocional.
Como a esposa de velho professor fotográfico era muito feia, já tinha rugas no colo, seus seios estavam velhos e murchos... O aluno apenas a estuprou e deu. Não gostou de fazer isso, mas queria se vingar do fotógrafo instrutor.
O professor fotógrafo velho era uma parasita, queria que ninguém risse, queria estar no meu lugar, tinha inveja de mim a todo o custo. O que eu fizesse, ele queria fazer também. Já a esposa do parasita, usava óculos fundo de grau, tinha bolsas de rugas ao redor dos olhos, estava gorda. Os cabelos macarrão parafuso não tinham viço, pareciam de vassoura. O nariz era defeituoso. Queria imitar a minha posição na serralheria, o que nunca conseguiria. Sua figura era tão desproporcional e repugnante, que uma narina parecia maior que a outra. Parecia um aspirador de outra dimensão, enterrando suas vítimas em buracos de avestruz.
Diante disso, o professor querendo acobertar seus defeitos perante o mundo queria encontrar falta de qualidades nos outros para omitir os seus e os da sua esposa. A começar pela testa feminina de sua mulher que era enorme, cheias de vincos na pele. Lembrava tudo menos a figura de uma Sakura, flor de cerejeira. Os dentes, indiscutivelmente, tinham uma grande retração gengival. Ela era horrível. Se escondia atrás de prateleiras que não eram as do meu quarto, querendo parecer humilde, quando ganhava rios de dinheiro com o marido. O que falta para ela é um preenchimento e reestruturação facial, e não preencher prateleiras com exemplares que ela inveja quem pudera ter escrito.
No entanto, ela não ganharia mais dinheiro porque havia sido estuprada e morta. O estupro nem vale a pena comentar porque a esposa era muito feia como mencionado anteriormente. Sem charme algum. Sem nada. Sem fiu, fiu, sem adorações. Não era bela e nem dona de ninguém. Não era dona de Sinhozinho Malta, de Lima Duarte, de Lima Barreto em o seu Triste Fim do Policarpo Quaresma, ela não era dona de ninguém. Não era Marechal Floriano de ninguém. Nem sabia falar javanês, muito menos mandarim. Invejava quem tinha o nome similar ao presidente Chinês... Ela era só uma imitadora dos imitadores. Era o pior que aquela cidade fétida poderia oferecer ao mundo. Parece até que a feiúra do marido passou para o tonel, por osmose, embora ela já fosse feia o bastante quando o conheceu o seu Montecchios, imitador do teatcher sem a bile ou baço. Nem 20 anos, nem quantos anos passassem a tornariam bonita ou pelo mastigável para os olhos da sociedade. Ele, por sua vez, era horrível, o seu marido representava um mundo horrível, e ela era uma Nilce igualmente horrenda. Ele, agora morto, em um passado distante quando ria, parecia algo deplorável, por isso era bom que não risse mesmo. Sua pupila gorda e debochada que ele detestava porque ria, tinha ficado em uma segundo seriado enterrado no passado junto com a figura horrenda dele. Apesar disso tudo citado, o outro pupilo anão neo-nazista dele gostava de imitá-lo, queria ter o mesmo dinheiro, dizia palavras que lembrasse o mestre nas exposições fotográficas da internet para atrair a mesma sorte para si. No entanto, ele morre do mesmo jeito, sem dinheiro algum. Ambos morrendo loucos, sem querer admitir que era alcoólatra (sendo que adquiriu o vício posteriormente) e homossexual por lembrar alguém que gosta de sexo anal. Era um Cruz e Souza já morto que não seria lembrado por ninguém e nem nunca sequer festejado anos depois com símbolos de louvor em plantações insanas de tabaco. O Doutor Fotográfico Não Fotogênico não era médico, e sim enfermo, morto por uma batida de gol de suas próprias sátiras a outras pessoas vingadas no seu devido tempo por essa cópia de Alain Prost morto. Não haveria mais Gan Alesi: Red Missiles (isto é, seu pupilo o interpretando, ou lhe dando o ré, ou querendo que eu desse o ré, sendo eu a bomba atômica) e nem Come si guida in corsa (isto é, dizer "sim" para o gay para não apanhar). O único que tem data para morrer aqui é ele e não irá ser lembrado nem pelo curso da Corsan, este fotógrafo imitador de Alain Prost, o professor aritmético/aristotélico, o professor cópia que está prestes a morrer novamente. De novo e de novo. Sempre perderá para nós da Serralheria. Tudo o que vocês falam é mentira e golpe, o único idiota é você, fotógrafo. Nós vivemos e vocês de Çatolep morrem. O bruxo prefeito Daniel do Hanry sozinho e morto é você, Frank Willians. Continuo com ferro, você está morto. Tanto de um lado quanto de outro.
