TOGETHER

o-o-o

"I told you

Eu te disse

That we could fly

Que nós poderíamos voar

Cause we all have wings

Porque todos nós temos asas

But some of us don't know why

Mas alguns de nós não sabem porquê"

CAPÍTULO UM – NEVER TEAR US APART

o-o-o

Havia muitas coisas que Inuyasha Taishou gostava no mundo.

Montar miniaturas de carros, seu trabalho como produtor musical, dirigir sem trânsito, o bolo de chocolate da velha Kaede, cerveja gelada num dia quente, correr no parque pela manhã, dormir até mais tarde, quando possível… A lista era grande.

Mas o que ele não gostava, com toda certeza, era ser obrigado a fazer qualquer coisa. Especialmente se essa obrigação envolvesse ter que socializar, tarefa na qual ele era péssimo.

- Se tem uma coisa para qual os membros da família Taishou não foram programados, essa coisa se chama "socializar" – Uma voz risonha o fez fechar ainda mais a cara.

- Feh, saia daqui e leve essa sua cara feia junto, Miroku – Limitou-se a resmungar, dando um gole na sua cerveja. Miroku, um dos seus melhores amigos, gargalhou.

Tudo tinha começado com a maldita Rin, namorada do seu irmão e sua amiga de infância, comentando algo sobre uma das colegas da época de escola ter feito um convite para reunião da classe do ensino médio.

A colega em questão era filha de um político famoso que Rin estava tentando desesperadamente entrevistar. Como a boa jornalista que era, Rin tinha aceitado o convite e de quebra tinha levado a tiracolo na maldita reunião Sesshoumaru, o namorado, e Inuyasha, o cunhado, ambos membros da mui tradicional família Taishou, família com muito prestígio social.

Inuyasha bufou.

A princípio ele obviamente tinha negado. Não existia a menor possibilidade de ver as pessoas da época da escola, ainda que ele fosse mais novo e, portanto, não conhecesse muitas pessoas que estavam presentes. Ainda sim ele jurou com convicção para Rin e Sesshoumaru que não tornaria a ver qualquer pessoa do colégio e que a tal reunião fosse para o inferno. Teriam que dopá-lo e levá-lo a força.

Vinte e quatro horas depois, lá estava ele, o otário, na mansão da tal garota, que ele nem sabia quem era.

- Por que veio, se ia ficar aqui isolado com esse humor? – Miroku questionou, sentando-se ao lado do amigo. Era um rapaz alto, de ombros largos e olhos azul-escuro. Os cabelos eram fartos, num corte despojado que terminava num minúsculo rabo de cavalo na nuca delgada.

- Qualquer coisa que envolva Rin no modo jornalista acabará comigo e com Sesshoumaru enfiados em alguma coisa da qual não fazemos a menor questão – Inuyasha resmungou, observando o irmão e a namorada sentados na cozinha. Aquela era uma das ocasiões que se pudesse ele sairia vazado na primeira oportunidade (coisa que ele faria logo menos).

Ele realmente não tinha boas memórias da escola. Ser um hanyou sempre havia sido motivo para aprender mais cedo a se virar sozinho. Tinha sido excluído tanto pelos humanos, que o consideravam uma aberração, quanto pelos youkais, que também o julgavam um pária. Ainda que fosse um mundo globalizado, onde ambas espécies conviviam em paz, o preconceito sempre havia existido e infelizmente iria existir por um bom tempo.

Lembrava-se muito bem de sempre estar com Rin e Sesshoumaru e dos dois serem sua única companhia na maior parte do tempo. Agora, observando Rin tentando retomar o contato (e dali a uns minutos provavelmente incluí-lo em alguma conversa tediosa, a julgar pela expressão de desagrado que Sesshoumaru tentava disfarçar), ele não sentia que seu ponto de vista sobre o assunto tinha mudado: ele preferia se excluir.

- Era só não ter vindo. Ter dado um perdido – Miroku pontuou, seguindo o olhar do amigo. Depois de uma rápida pausa, porém, o moreno se corrigiu. – Se bem que Rin ia infernizar sua vida e do… Como é mesmo o apelidinho? Sesshy?

Inuyasha riu, talvez pela primeira vez na noite.

- O chame assim e seja morto na primeira oportunidade.

- O amor deixa as pessoas loucas.

Inuyasha concordou silenciosamente e, quando viu Rin o buscando com os olhos pela casa – não havia outra justificativa para a expressão maníaca no rosto pequeno –, foi rápido em levantar e andar o mais silenciosamente que pôde para longe dali. Não que seu cabelo prateado ou as orelhas no topo da cabeça ajudassem na discrição, mas torceu para não ser notado. De repente refletiu que preferia ter lidado com a ira de Rin pela sua ausência ali. Fugir e se esconder era cansativo e sua paciência estava realmente por um fio.

Buscando um refúgio, ele usou seus instintos mais aguçados para localizar onde é que havia menos gente na casa, ou, em outras palavras, onde havia menos som de burburinho de gente. Por isso, acompanhado de uma longneck de cerveja, seguiu com um sorriso vitorioso no rosto rumo ao segundo andar, mentalizando algum cômodo com varanda para ele se distrair olhando a céu estrelado, que estava muito bonito aquela noite.

Encontrou um dos muitos quartos vazios, o que considerou um verdadeiro ato de coragem da dona da mansão. Não era preciso ir muito longe para saber que adultos + bebida alcoólica terminava com sexo em lugares inapropriados.

Entretanto, para sua imensa sorte, ele não se deparou com nada disso. Seguiu por um corredor com várias portas e escolheu aleatoriamente uma delas para entrar. Para sua imensa sorte, não era um quarto, mas uma espécie de escritório pequeno razoavelmente aconchegante. No canto havia uma mesa de carvalho em formato "L", uma grande cadeira de couro e uma prateleira que ocupava um lado inteiro da sala – entupida de livros. Parcialmente oculta por pesadas cortinas escuras havia uma varanda com espaço para, no máximo, duas pessoas.

Inuyasha sorriu. Era aquilo que estava procurando.

Determinado a passar um tempo de qualidade no que nomeava como "maldita festa", o hanyou se encostou na pequena sacada, ocupando-se, nos minutos seguintes, de olhar o céu estrelado. Entre um gole e outro de cerveja, ele consultava as horas no relógio e dividia sua atenção entre tentar localizar constelações e observar o gigantesco terreno que compunha o cenário onde ficava a casa aonde rolava a tal festa. Fossem quem fossem as pessoas que moravam ali, todas tinham muito, muito dinheiro.

Talvez tenha sido em razão da distração que ele tenha demorado a notar que vozes baixas discutiam fervorosamente. Duas pessoas debatiam um assunto de modo acalorado e suas vozes se aproximavam perigosamente do lugar aonde ele estava.

Nos segundos seguintes, tudo que Inuyasha conseguiu fazer foi se espremer num canto da sacada, porque ouviu nitidamente alguém acelerando o passo, emendando uma corrida levemente desesperada enquanto a discussão era interrompida. Parecia que a conversa tinha sido finalizada e alguém havia ficado para trás nesse processo.

E então, num baque abrupto, a porta do escritório se abriu. Inuyasha arregalou levemente os olhos enquanto escutava a porta ser fechada com violência logo na sequência. Passos rápidos e precisos o alertaram que a pessoa sabia exatamente que a sacada era escondida.

Não havia muito o que ele pudesse fazer. Por isso simplesmente aquietou-se enquanto a pessoa desconhecida – uma garota, como assim ele constatou assim que ela entrou em seu campo de visão –, surgia ao seu lado, fechando as cortinas às suas costas rapidamente.

A primeira coisa que o hanyou notou foi que o cheiro da garota era um dos perfumes mais gostosos que ele havia sentido nos últimos tempos. Era um cheiro doce – mas não enjoativo –, e suave, exatamente na medida certa. O lembrava um final de tarde com pôr do sol. Talvez fosse porque o vento havia batido nos longos cabelos escuros dela, mas foi como levar um agradável soco na cara, se é que aquilo podia ser agradável.

Ela, por um outro lado, obviamente não tinha notado seu cheiro ou sua presença ali. Exatos dez segundos se passaram antes de Inuyasha ver um par de brilhantes olhos castanho-escuro se fixarem nele, se arregalando de susto, para na sequência se apertarem numa súplica silenciosa.

Inuyasha esperava por tudo. Que ela gritasse, se descabelasse, que o mandasse ir embora dali. Mas a garota, apesar de ter arregalado os olhos, visivelmente assustada, os batimentos cardíacos explodindo violentamente no peito, apenas fez um gesto com a mão pedindo silêncio à ele.

O rapaz piscou, arqueando uma sobrancelha. Mas que diabos…?

Ele desistiu de tentar entender antes de começar a pensar a respeito. Reprimiu um suspiro, ainda mais mal humorado do que quando Miroku tinha o encontrado mais cedo. Inferno de festa!

Ia abrir a boca para questionar se estava acontecendo alguma coisa digna de envolver polícia – a última coisa que ele queria era se enfiar em alguma confusão nesse nível –, quando ouviu uma voz não muito distante.

- Kagome? – Uma voz feminina chamou, relutante. – Meu bem, sei que você está em alguma dessas portas. Por favor, vamos conversar!

Inuyasha imediatamente olhou para a garota ao seu lado. Ela estava imóvel, o rosto baixo. Só ali ele percebeu que ela estava usando um vestido tomara que caia, porque os ombros delicados estavam encolhidos e os pelos dos braços, arrepiados. Ela sentia frio e estava tensa.

- Kagome? – A voz chamou de novo, dessa vez mais à frente no corredor. Pelo o que Inuyasha se lembrava, eram muitas portas.

Apurou a audição, as orelhas no topo da cabeça se movendo minimamente, e notou que, passado alguns segundos, fosse quem fosse, tinha seguido tentando procurar a tal garota em outros cômodos.

Um minuto de silêncio recaiu entre eles. Inuyasha se dividia entre a vontade de pular aquela grade e sair correndo daquela maldita festa, e entre retornar ao andar térreo e mandar Rin ir à merda.

- Bom – ele começou, com um suspiro – Eu vou indo. Não se preocupe porque eu não quero nem saber quem voc que aconteceu aqui. – Emendou, ranzinza, dando um passo para o lado. – Eu-

- Não. Por favor, espera mais um pouco. – A garota segurou o braço dele. Naquele momento ela ergueu o rosto e um par de angustiados olhos castanhos surgiu, semicobertos por uma franja espessa e escura de cabelo. – Minha mãe ainda está me procurando. Não quero que ela desconfie que estou aqui.

Inuyasha piscou, ligeiramente surpreso. Mas não tardou para suspirar, puxando o braço de volta.

- Não acredito que além de vir para essa maldição de festa, agora estou preso aqui com uma pessoa que se esconde da própria mãe. – Ele resmungou, cruzando os braços. O gesto ressaltou os músculos definidos dos braços.

A garota imediatamente o olhou, furiosa.

- Eu tenho motivos para isso!

- Como é mesmo seu nome?

- Kagome. – Ela respondeu, e agora não havia mais angústia nos olhos castanhos. Ela tinha se irritado com a fala do hanyou. – E eu não estou me escondendo!

- Não. Você está apenas ocultando sua presença de alguém com quem obviamente quer evitar um diálogo. – Inuyasha respondeu, um traço de escárnio surgindo no sorrisinho que ele ostentava na boca.

- Você não me conhece. Não saia me julgando sem saber o que está acontecendo. – Ela vociferou, uma das mãos se fechando com força. As unhas estavam marcando a palma da mão.

Inuyasha encostou-se no corrimão da sacada, uma sobrancelha arqueada. Ainda havia ironia no sorriso, mas ele se admirava que Kagome não estivesse encolhida de medo no canto oposto da sacada, levando em conta que ela era humana e ele, um hanyou sem saco para convenções sociais.

- Me conte sua triste história.

- Eu deveria?

- Eu estou fazendo o favor de não saltar essa varanda idiota e ir embora. Pelo menos me distraia.

Kagome sentiu uma raiva tão grande que a palma da mão onde suas unhas se pressionavam chegou a coçar. Com tanta gente naquela mansão estúpida e imensa, ela tinha que ter entrado logo naquela sala para topar com aquele arrogante e mal educado desconhecido!

A garota trincou os dentes, irritada. Tinha certeza de que sua mãe ainda estava do lado de fora e ela queria ganhar tempo, por isso encarou o desconhecido, pensando nos prós e contras de contar a ele o que vinha lhe afligindo a algum tempo. De certa forma, era bom conversar alguém e colocar toda aquela angústia para fora. Nenhum dos que se diziam seus amigos iriam entender. E ele ao menos era um estranho; seria difícil vê-lo novamente a julgar pelo tanto que ele estava odiando a festa.

- Meu pai é político e está sendo investigado por envolvimento em vários esquemas ilegais. Ele diz que só queria garantir uma vida confortável para mim e para meu irmão, mas fez coisas horríveis pra isso, se é que foi essa a razão. Agora que nossa família está a um passo de um escândalo que provavelmente nos deixará à beira da falência, ele está tentando me forçar a casar com o filho mais novo da família Akitaki.

Inuyasha franziu o cenho, o sorriso irônico se apagando do rosto. Conhecia por nome a família que Kagome mencionara. Eram empresários do ramo médico.

- Nós estamos no século 21, você sabe disso, não sabe? Esse lance de obrigar alguém a casar é surreal.

Kagome sentiu o rosto se avermelhar. Não de vergonha, mas de raiva.

- Eu sei!E acho a história toda muito ridícula. Mas faz meses que ele fala nisso. Fez da minha vida um verdadeiro inferno. Usa chantagem emocional para me fazer refletir quando me recuso. – Ela desabafou, e amaldiçoou-se ao sentir os olhos ardendo de lágrimas que queriam cair. – Eu sei como isso tudo soa. É patético. Mas eu não sei o que fazer.

Inuyasha nada disse por alguns segundos. Encarou a garota, as unhas bem feitas, o cabelo longo e sedoso, o vestido caro incrustado com pedrinhas brilhantes destacando a silhueta esbelta… Ele suspirou, aborrecido, sentindo que era provavelmente a pessoa que seria responsável por dizer o que tinha que ser dito.

- Quantos anos você tem? – Perguntou, bruscamente.

Kagome piscou, deixando uma lágrima escorrer pela bochecha. Rapidamente ela limpou o rastro molhado, o encarando.

- Vinte e quatro.

- Você tem alguma doença?

Kagome franziu o cenho.

- Não. Por que?

- Você é jovem e saudável. Por que não enfrenta isso de uma vez e faz o que tem vontade?

A morena entreabriu os lábios, surpresa.

- Não é tão fácil assim.

- Na sua mente, tudo parece difícil. Não é isso? – Ele deu um sorrisinho de canto, novamente repleto de escárnio. Os olhos dourados pareciam ler cada expressão no rosto da garota – Você parece acostumada a fazer tudo que pedem, feh. Aposto que sua família controla sua vida.

- Ninguém controla minha vida! – Kagome brandiu, o rosto se avermelhando de raiva. A morena fez uma ligeira pausa, os olhos faiscando – Eu não vou me casar com aquele bobo do Hojo! – Prometeu, fechando a mão livre num punho.

- Então não case. – Inuyasha proferiu, e daquela vez estava sério. Os olhos dourados estavam cravados no rosto delicado à frente do seu – Enfrente seu pai. Case com quem quiser, ou, se não quiser, não case com ninguém. Não fique chorando pelos cantos achando que isso vai resolver alguma coisa. Não vai. Se sua família não quer enfrentar isso, enfrente você. Seja a primeira a fazer alguma coisa além de se esconder numa sacada porque não consegue lidar com alguém tentando obrigá-la a fazer o que não quer.

Kagome não esboçou reação, os olhos castanhos ligeiramente arregalados. Ela não era mimada, mas conviver com um avó bondoso, uma mãe generosa, um irmão com quem se dava muito bem e amigos que, ao menos antes dos escândalos do seu pai virarem boatos fortes, eram sempre amorosos e gentis com ela, tinham lhe feito ficar fora da realidade em alguns aspectos. Sua vida era cheia de amor, gentilezas e sorrisos. Conhecer alguém que em menos de quinze minutos tinha destroçado todas as suas verdades e lhe feito perceber quão imatura e medrosa estava sendo era no mínimo desorientador.

O desconhecido não lhe deu tempo de responder. Apenas moveu as pequenas orelhas no topo da cabeça, disse algo sobre a mãe dela ter descido para o térreo e simplesmente saltou da sacada, sumindo na escuridão do jardim. Kagome se debruçou, tentando vê-lo, mas ele já tinha sumido.

A morena ficou apoiada na mureta por alguns instantes. Observou tudo: o terreno imenso, as rosas brancas espalhadas por toda propriedade, as árvores frondosas, a noite escura acima de sua cabeça e os pontos brilhantes que enfeitavam o manto negro aquela noite.

Aquele estranho tinha toda razão. Não dava para esperar que tudo passasse ou melhorasse; talvez fosse hora dela mesma criar o momento certo, a hora perfeita.

Kagome respirou fundo, buscando uma coragem que nem ela mesma sabia existir dentro de si.

Antes de abrir as cortinas e desaparecer, ela jurou, em seu íntimo, que iria ver aquele desconhecido de novo. E na ocasião, seria uma Kagome independente, corajosa e solteira. Seu sobrenome continuaria a ser Higurashi, não Akitaki.

No andar debaixo, Inuyasha tinha retornado a ponto de ver Rin conversando com a dona da festa. Para sua surpresa, a garota parecia uma versão mais velha de Kagome: alta, longos cabelos escuros e lisos, mas sem o ar infeliz e tristonho. Na verdade, ela parecia muito segura e satisfeita.

O rapaz suspirou, massageando as têmporas, e decidiu ir embora. Já tinha dado no seu saco aquela festa. Três horas ali e já estava sabendo de coisas que jornalistas teriam dado a vida para saber. Coisas que ele preferiria nem ter descoberto. A repulsa por aquele mundo de aparências só tinha aumentado.

Inuyasha meneou a cabeça para os lados, querendo afastar os pensamentos. Deu uma última olhada no ambiente e saiu discretamente, desejando, no seu íntimo, nunca mais ter que voltar ali. Aquele não era seu lugar – nunca seria.

"I, I was standing

Eu, eu estava de pé

You were there

Você estava lá

Two worlds collide

Dois mundos colidiram

Ande they could never tear us apart

E eles nunca poderão nos separar"

o-o-o

N.A: Eu deveria estar começando um novo projeto quando tenho uma caralhada de histórias para terminar? Não, obviamente. Mas essa história tem martelado meu cérebro a todo momento, então tive que escrever e postar. Me perdoem se houver algum erro, não estou tendo tempo de revisar adequadamente antes de postar.

Bom, essa é a minha primeira fanfic Inuyasha e Kagome. A ideia é ter um tom mais sério, mas sem deixar de seguir a linha meio cômica porque eu não sei escrever se não for assim. Sorry. Não sei se Kagome e Inuyasha estão meio OOC, se estiverem, desculpem; a gente tenta, mas nem sempre a gente consegue. Eu espero de coração que vocês gostem dos aspectos que vou explorar de ambos. Pretendo, caso vocês leiam, gostem e comentem, fazer uma evolução bacana dos personagens.

Peço por favor que vocês comentem e, para quem me acompanha, fiquem de olho que logo menos tem atualização de No Way Back. O plano de finalizar as fanfics antigas segue firme, VAMO RAPAZIADA!

Por último e não menos importante, as passagens no começo e no fim (ou apenas no começo ou apenas no fim, depende) são trechos de música. Como sou uma jovem idosa, talvez vocês se deparem com músicas antigas e é isto. Quanto ao título, fiquei quebrando a cabeça, mas no fim a história é sobre passar sobre algumas coisas juntinho mesmo, então ficou assim.

Espero que gostem e comentem, ok? Um grande beijo!

Mille Evans