o início do fim
Era uma manhã tipica em que ele acordava, se arrumava para ir para aescola quando tudo começou. Primeiro se ouvia os estrondos de fora da casa que acordaram sua mãe, en seguida rugidos bestiais que não pertenciam a um animal, pelo menos algum que ele conhecesse. Ao perceber o diminuir dos sons ele pensou em olhar o que causou tamanho barulho quando sua mãe abbriu a porta do quarto e lhe disse
-magnus, não saia de casa, seja lá o que causou esse barulho não é algo normal-
Enquanto ela lhe falava isso, magnus notou o estado de sua mãe provavelmente por conta do susto ela não teve tempo de arrumar seu cabelo ruivo e seus olhos ainda estavam querendo se fechar, ele jamais pensou em dizer que sua mãe era feia nem bonita, simplesmente comum, mesmo que ela tivesse uma barriga não tão normal.
Ele ainda desejava saber qual parente se assemelha com ele na familia, mas definitivamente não era sua mãe, mas deixando isso de lado, magnus, mesmo sabendo que provavelmente tinha algo fora do normal ali fora, tinha que sair, por isso simplesmente disse.
-eu sei, mas é isso ou provavelmente não irei pra escola, algo que eu tenho certeza que a senhora não quer que aconteça-
Magnus sabia que sua mãe, carla, não gostava de como ele falava com os outros, mas ele não deve ser culpado por ser alguém direto ao ponto e sarcástico, por isso ele costuma ficar calado, seja em casa ou fora.Outros também não pareciam gostar disso nele.
Ele logo notou que sua mãe ficou furiosa com o modo de falar com ela, algo típico que viria seguido de um sermão, ao notar que ela ia falar.
- MAGNUS SCOTT, QUE MODO DE FALAR COMIGO É ESSE?-
Antes que ele pudesse responder ela logo seguiu.
- você escutou aquele barulho meu filho? Não é algo normal-
Claro que ele escutou, de tamanho susto seu café acabou se espalhando no chão,mas ainda assim ele tinha que sair para saber o quê foi aquilo, por isso com os gritos mandando-o parar de sua mãe magnus abriu a porta e viu algo que jamais sairia de sua mente, um cachorro de quatro metros, maior que sua casa ele notou, com pelos mais negros que a noite, com três cabeças, farejando algo no ar provavelmente ele, pois naquele instante o cachorro virou a cabeça do lado esquerdo para ele, fazendo notável seus olhos vermelhos e definitivamente assustadores.
Foi então que magnus pensou "bem, pior que isso só dois deles" e nesse exato momento ele notou outro cachorro se aproximar ao ouvir um tremor à distância, ao virar o rosto para ver de onde estava vindo ele viu a criatura atravessar a ponte.
Magnus nunca pensou em vivenciar este tipo de coisa, afinal criaturas gigantes com mais de uma cabeça só existem em contos de fadas e ficção, e nesses tipos de história os acontecimentos sempre são nas metrópoles, não em zonas rurais com uma população que mal chega a mil pessoas, se não houvesse uma ponte nem daria para chegar em águas calmas, um local simples em que quase toda a população tinha laços de sangue, seu bome veio dos lagos separados pela ponte, normalmente as pessoas da cidade iriam para lá comer nos restaurantes ou tomar banho nos lagos, era uma região montanhosa, por isso muitas das casas iam subindo e subindo, algumas ao ponto de tocar as nuvens, por conta disso foi facil notar algumas casas já destruídas, provavelmente por culpa dos cachorros gigantes, e só então magnus registrou que tinha duas criaturas de três cabeças olhando para ele como se ele fosse o próximo aperitivo do menu.
Com isso em mente, a primeira coisa que magnus pensou em fazer foi entrar em casa, mas ele sabia que aquelas criaturas destruiriam a parede, como nas outras casas que ele estava vendo do outro lado da Ponte, ele também pensou em correr o mais longe possível, mas logo notou que seria alcançado facilmente, e ele tinha certeza que não daria para matar aqueles bichos com a vassoura de sua casa, e logo magnus se viu em uma situação de correr ou lutar, no qual ambos rsultariam em sua morte. Momentos desesperados pedem medidas desesperadas, então magnus se apeoveirou que ainda tinha um dos monstros longe e pegou o cabo da vassoura e correu em direção ao cachorro mais proximo, no qual ele logo notou ser uma péssima escolha ao levar uma patada que o fez bater na parede e muito provavelmente quebrar uma costela, se o barulho de ossos quebrando signifique algo, ele percebeu então que o segundo cachorro ja estava próximo e seus ultimos pensamentos era ee como ele queria que sua não saísse de casa agora. Foi então que algo bizarro aconteceu, uma luz brilhante ao ponto de doer os olhos apareceu e junto um barulho de algo caindo no chão seguido por um de liquido derrramado, e então magnus escutou uma voz suave, mas que por traz carregava grande poder dizer.
-Ora, veja o que temos aqui, dois cães insignificante tentando devorar um ser humano, isso requer punição.-
Magnus com toda a sua força restante olhou para cima e viu um ser que só poderia ser descrito como divino, com longos cabelos loiros, olhos verdes capazes de ver através de sua alma, e um corpo tão bem definido que deveria ter sido esculpido pelo proprio Deus, e ao lado dessa figura, o cachorro gigante morto sem sua cabeça e sangue espalhado por todo lado, o outro cachoro estava encarando a pessoa que tinha vindo a seu resgate com olhos esbugalhados, talvez até amedrontados, ao notar magnus a observando, o ser angelical olhou para ele e falou.
-Não temas mortal, pois eu vim salva-lo junto dos seguidores de meu pai.-
Pai? salva-lo? a única coisa que magnus realmente queria era uma explicação do que diabos estava acontecendo, e no momento em que ele pensou nisso, a pessoa lhe falou com uma voz mais pesada do que o peso de qualquer montanha sobre ele.
-COMO OUSA PENSAR TAMANHA BLASFÊMIA EM MINHA PRESENÇA, SEU MORTAL INSIGNIFICANTE.-
E essa foi a mudança mais rapida de personalidade que magnus ja viu, pois agora aquela mulher lhe olhava com tanto desprezo que ele podia morrer de vergonha. Com leves murmúrios de tanto faz, a mulher matou o outro cachrro e saiu voando, para sabe-se lá onde.
Aparentemente a mãe de magnus notou que ficou silencioso do lado de fora e partiu para cima dele, lágrimas notáveis em seus olhos e falando.
-Meu filho, graças a deus você esta vivo, o quê são essas criaturas horrorosas? na verdade deixa isso pra lá, o qie importa é que você esta bem.-
Bem não seria o que ele usaria para descrever como ele se sentia naquele momento, mas sim meio-morto, e talvez envergonhado por conta da multidão que se aproximou de sua casa olhando para aqueles cachorros gigantes com três cabeças e para ele, um garoto de 15 anos proximo de morrer nos braços de sua mãe chorando, mas ele estava vivo e isso era tudo que importava.
