Não tem nada de soma de três com mais quatro aqui (vitórias de Senna + o cara do perfume e croissant), e sim o fato que o nome de Senna fazia alusão ao Sete, Seis que não está, isto é, o dois ñ está onze ou o dois está z. Isso quer dizer que os "z's" estavam em segundo lugar (o que não ocorreu na realidade, graças a Deus com a vitória da Rússia e dos USA e que o nazismo deveria vencer). Foi por isso que Senna se matou, tudo estava escrito. Ele tinha que perder para seguir o curso natural da história. Porém, ele se matou de forma honrosa em que encarna o papel de Sam (USA) no filme Ghost. E eu, que sempre fui do lado da vitória, (vi não está três), acabei me apaixonando por um perdedor. Faço o que com isso agora meu Deus? Ele era o meu dois z, não cruzados em suástica já que ele morreu como o Sam. Ele se apaixonou por uma judia/polonesa, pode isso? Ele quis nadar no meu mar, visto que o nome dele significava o um que está no mar?

Senna, nunca gostaria do número 38 porque, tem o Aliança, né, que faz alusão direta ao cara do Além. Além disso, o oito/dois tá o onze, significa que ele vai para o lado dos nazistas e Senna, com sua morte nos provou exatamente o contrário, que não era nazista sob hipótese alguma. Além disso, para uma falsa paz mundial, tutelada sobre a faixa branca da França, não adianta querer englobar herói e culpado indiretamente por sua morte em dizeres estrangeiros em uma mesma sigla, porque isso não acarretará em sua vitória, inexoravelmente.

Estou nadando em um mar de sangue do Coronavírus para te encontrar. Para chegar mais perto de você.

Eu tenho o conhecimento que você só quis me proteger esse tempo todo.

O Vadder, que não é nenhum político gay atualmente para a nossa inteira vergonha, sendo apenas o meu pai, deu o tom para esse jogo. Ele disse que era para irmos ao lado da China, com o intuito de fazermos uma barreira contra os desmandos franceses. A China é o meu sobrenome na língua polonesa Liponski. Não é nenhum capiroto dos infernos que serve aos franceses também. Pessoa ruim que foi para o lado do Além e da prostituição, não dos USA e da Rússia. Querido, ele nasceu para nos separarmos com a sua morte. Eu realmente quero que ele inexista.

No entanto, no momento eu só queria te encontrar, fica mais perto de você. Não acredito em nada do que o sistema diz. Não acredito em incorporações nem nada, mas sim em energia. Gosto de pensar que o Jovi está com você naquele lindo sorriso branco que ele tem. Naqueles azuis lindos, que lembram tanto o meu pai. O meu tio Richie Sambora ao lado dele, em memória para mim, mas vivo lá nos USA.

Poderia ficar ao lado de Prost, iria ser uma vida mais fácil. Virar professora, apoiar os governos da atualidade. Tudo muito mastigadinho e conivente com o jogo atual. Apoiar a Aliança (Alain Prost) de Bolsonaro (que vendido!). Mas seria ficar contra você, ficar contra o que você foi em vida e morte para mim. Sei lá, eu gosto de você. Eu gosto do Jovi incorporando você. As outras pessoas do sistema não estão nem aí para você e para mim, elas apenas vão jogar do lado de quem está ganhando. Só que eu represento o Michael Shummy também, indiscutivelmente, eu ganhei de todos vocês e estou nesses dois mundos: entre a vida e a morte (viva, mas com você me acompanhando no coma). Está na hora do Shummy sair da inércia, não?

Senna, eu tenho que ser sincera com você, eu não acredito em espiritismo. Mas gosto de pensar que você lê o que eu escrevo, para eu não ter que verbalizar, falar em voz alta tudo o que eu sinto. Eu gosto de ouvir as palavras do Jovi, gosto de me iludir pensando que ele é a Oda Mae Brown. Gosto de pensar que ele é uma ponte entre o nosso passado e o atual presente/futuro. Gosto dos meus velhos: Jon Bom Jovi, Axl Rose (Axl foi muito transgressor, né? Eu não gostei de Estranged, mas não consigo odiá-lo como pessoa. Acho que ele se machucou muito não se cuidando durante esses anos), Vox (Bono Vox), Vadder do Pearl Jam (penso nele como o meu pai. Ele jamais seria político gay. Não se submeteria tanto à França. Que vergonha). Em síntese, gosto dos meus velhos, das minhas lembranças, de você.

Gosto de você.

Acho que você não precisaria se matar para conseguirmos ficar juntos. Poderia ter sobrevivido. A distância de idades não nos impediria de sermos amigos. Nem se você não vencesse, mas você iria vencer, porque não acreditou em si mesmo? Porque só pensou no meu 23, que eu não estava com você? Sendo que mesmo não vendo, no ano de 2005, no Orkut, eu já amava você e deixava isso escrito lá para todo mundo ver? Eu estava me declarando para você, como você não viu isso?

Ninguém da atualidade consegue trazer você para perto de mim. Ninguém que vai nascer vai conseguir trazer um pouco da sua essência para mim. Eu gosto de pensar é que as testemunhas oculares desta tragédia: Jovi, Vox, Axl e Vadder é que trazem um pouco das vozes que você não consegue verbalizar no lugar em que você está.

Eu amo minha família. Mas você não é meu irmão, não é meu tio. Só que eu aprendi amar a você também. E queria saber se existe vida após a morte. Após a sua morte.

Aonde você está agora? No céu? No inferno? Comigo ainda?

Você deixou um pouco da sua energia naquele vídeo lá dos japoneses, em que você me preferia diante do idiota lá de Xatolep. Que te odeia, por ser terraplanista, por ficar neste papel anal, mas que ainda utiliza ao máximo a sua memória para se sobressair na vida (se é que consegue. Protozoários não tendem a se destacar em sua ganância).

E aí outro dia eu fui rabiscar essas camisas que eu tenho e senti que você estava comigo. Eu ainda não tinha visto o vídeo da sua visita para o Japão, mas entendi que você de alguma forma se comunicou comigo. E isso coloca tudo em cheque a história do espiritismo e o que eu penso sobre ela...

Uma doutrina que eu simplesmente odeio, até lá, eles tem o Alan, o Alan Kardec, mas tem o Chico Xavier também...

Ah, querido, para que tanto vencer? Para não ser Hitler por conta da soma das letras de seu nome? Para não saber, perder, não ser o número um e ficar finalmente comigo conforme o seu nome? Para ser o meu 23? Para salvar o mundo da guerra? Do incidente austríaco ou do espaguete italiano do Guns N' Roses?

Você tinha toda uma família, namorada (mesmo tendo os meus nomes, as minhas iniciais de nomes) e preferiu a mim ainda por cima? Preferiu ficar comigo na sua morte? Você tinha milhares de fãs. Pensou neles? Se eles esqueceram de você, eu ainda não te esqueci.

Quem você pensa que é? Minha mãe viva, os USA? Achou que eu sendo Joseph Stalin não daria conta do recado?

Amor da minha vida, daqui até a eternidade, nossos destinos foram traçados na maternidade, de verdade, juntos ao de Vladmir Puttin, aos de Donald John Trump. Não vai ter guerra, de verdade. Estamos unidos agora. Você precisava ter vivido, se orgulharia de mim, eu consegui unir os Rússia e USA.

O que é que se passou em se matar naquele muro Tamburello? Aquele mesmo muro que representava o muro destruído de Berlim, marcando o fim do conflito com USA e Rússia na Guerra Fria, o muro que significava eu, o meu nascimento? Você também quis ser muro (não tem nada a ver com os atos equivocados de Sérgio Moro) para eu não estar para sempre sozinha na palavra "also" americana?

Não era melhor ter vivido, formado uma família, acompanhado de longe a minha vivência na terra, me dado apoio quando eu iria descobrir os fatos da vida? E aí a gente podia se namorar assim, um cuidado do outro, eu poderia escolher um namorado que lembrasse o seu nome (não um defeituoso para humilhar ele e dar o ré conforme o idiota seguidor do comedor de Croissant), mas alguém que realmente pudesse honrar você em sua existência. Aí, eu formava a minha família também, dava nomes que poderiam sugerir uma homenagem para você, à distância, e a gente ia se amando em vida, mesmo estando distantes uns dos outros.

Ou você poderia tomar vergonha na cara de uma vez por todas, vir me conhecer e me dar um abraço. Daí, se a gente não se gostasse, se não rolasse aquela paixão, a gente virava amigo e se amava mesmo assim.

E se a gente se gostasse, a gente se assumia, oras. Era tão simples? Para que exagerar tanto, dificultar as coisas?

Mas não. Você preferiu se matar. Não esperou, achou que iria ser muito velho para mim. Grande bobagem (e mais uma vez digo que os políticos não representam você, eles não tem honra e nem humildade como você teve um dia), você foi simplesmente muito apressado em todos os sentidos.

Eu não gosto muito de prestar atenção no que o sistema diz a respeito de você, de mim. Eles estão sempre tentando nos matar. Com você aconteceu, o que aconteceu. Depois de todas aquelas músicas, de todos aqueles filmes, eles finalmente conseguiram o que queriam, não? Você foi lá e se chocou contra a curva Tamburello, como se fosse o meu choque diante da realidade, em linhas gerais, você quis morrer comigo naquele fatídico dia.

Além do mais, o Youtube, o Google sempre tem alguma coisa inoportuna para dizer a respeito de você e de mim, como se não soubesse do fato de que eu estive esse tempo todo sobre o domínio dos dizeres de Alain Prost e de muitos professores (não generalizando) com um desvio de caráter seríssimo, todos submissos da falsa paz proposta pela França, não? Queriam transformar o ensino em arma que dava o tiro nos próprios pés deles, como o que ocorre com o Coronavírus atualmente. Um vírus que mata todos por igual, independente de cor, credo, raça e, principalmente, de nível de estudo.

Isso significa que eu não deixo me abalar pelos joguinhos do dia a dia. Mas gosto de escrever para você. Deixo essa "cartas" que eu mando para você em modo de visualização pública para que esses dizeres cheguem mais rápido para vocês. Talvez, em mais uma ilusão minha, os anjos não te enviam essas palavras carregadas de sentimentos de uma maneira mais apressada, e você me responde de alguma forma?

Você se matando mostrou que era viril. Mas eu preferia você vivo e velho. Me casaria com você mesmo assim. "Mas, e se você não gostasse de mim?", é o que eu às vezes penso a seu respeito.

Aliás, pensei muito nisso nos últimos dias, mas daí me lembrei do que eu escrevi naquelas camisetas, nos seus sinais, e fui me acalmando.

Só que fico com vergonha em saber que você está me acompanhando esse tempo todo. Que me vê pelada, que me vê dormindo, com ou sem maquiagem. Que vê as inúmeras vezes que eu choro toda vez que eu insiro aquela música do Jovi para tocar (versão alternativa de Always) no youtube. Ilusões...

Outra coisa, eu não vou fazer sexo anal com você. Eu não vou fazer o joguinho do Come Si Guida In Coursa "se eu der o meu buraquinho, eu fico com o Sam", que é você. Mas que diabos, Senna, será que tudo que o Alain Prost escreve a gente tem que fazer? Você não vê que eu sou uma menina, M-E-N-I-N-A, eu não gosto de utilizar o orifício traseiro e, eu, sinceramente não gostei de fazer sexo com o idiotinha do Ilusion for Ilusion. Há muito tempo atrás, quando perdi a virgindade. Doeu, foi desagradável, o pênis dele é muito pequeno, não me fez chegar lá. Me senti assada a semana inteira, não foi ok.

E metaforicamente se acontecesse com você, que é o que eu quero, imagina só essa mandioca em mim... Meu Deus do Céu, hein, não só a porta da frente e olha lá, está bem?E vai ter que usar essa língua aí também. Eu só quero com você, não quero mais com ninguém. Sou chata, sou teimosa. Ninguém me atrai na atualidade e sagitário é um signo muito reservado.

Olha, o papa (que puxa para o lado da França), me avisou que você queria me fazer de Eva, a mulher de Hitler naquele dia, morrendo um dia depois do dia 30. Não estou conseguindo lidar com isso, meu amor. Eu sou o Joseph Stalin. E você não é político nenhum. Nós detestamos os políticos brasileiros.

Eu não coloquei uma fim em você, meu nome significa vida, eu tô muito chocada com tudo o que aconteceu e está acontecendo.

Amorzinho ou mozão (você prefere mozão?) será que tudo não iria se resolver com palavras e aí não iríamos precisar desse ato trágico que você realizou em vida?

Há 25 anos me acompanhando como um fantasminha camarada, você tem o conhecimento até de cor e salteado da cor das minhas calcinhas (isso aí não está quebrando o tesão da coisa toda? Você ainda me quer, acho que sim, pelos rabiscos da camiseta, mas eu tenho vergonha de você... Você tem como decifrar os meus pensamentos? Deve ser difícil para você estar nessa situação. Não acha que eu e você precisamos ter a oportunidade de uma vez por todas nos encontrarmos e ficarmos juntos fisicamente e de coração?

Raciocina isso. Com carinho, Jeivi.

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