O jantar na tenda dos Malfoy terminou por volta das 21 horas e embora a tensão entre Narcissa e Dallas tenha aliviado após a explosão inicial dela, ainda sim não havia razão para ela ficar ali mais do que o necessário, ainda mais que Lucius poderia voltar a qualquer momento e este era um encontro que ela queria evitar. Então, com um agradecimento polido pelo convite, Dallas depositou a sua xícara de chá sobre a mesa de centro e ergueu-se em um gesto fluido do sofá.

— Draco, acompanhe a sua irmã de volta a barraca dela. — Narcissa ordenou e Dallas tencionou os ombros diante daquela realidade. Draco era o seu irmão, verdadeiramente o seu irmão, diferente dos gêmeos que não era segredo para ninguém que o pai biológico era Francis, e não Albert.

Dallas agradeceu a gentileza e não ofereceu à Narcissa nada mais que um tchau. Não tinha intimidade o suficiente com a mulher para abraços e beijos. Dallas não sabia exatamente o que era ter uma mãe e quais eram os protocolos de comportamento exigidos na presença desta, então, por segurança, um tchau bastou. Draco e ela seguiram pelo acampamento praticamente silencioso, com um ou outro grupo de bruxos que entretiam-se com jogos mágicos ao redor de uma fogueira conjurada, bebendo uísque de fogo para espantar o frio que havia descido sobre aquele descampado. Dallas esfregou os braços com a mesma intenção. Quando deixou a barraca dos Gordon, o sol ainda estava se pondo atrás do monte e a temperatura era agradável. Agora havia uma névoa sobre o acampamento, gotas de sereno molhando a grama e uma brisa gelada que arrepiou a sua pele, e então um blazer foi colocado ao redor de seus ombros e ela olhou com surpresa para Draco, que não a mirava, mas que sim tinha a atenção sobre algo ao longe e, sob luzes das fogueiras e tochas, ela pôde ver que as bochechas dele estavam rosadas.

— Obrigada. — Dallas agradeceu, colocando os braços dentro das mangas do blazer que cobriu-lhe as mãos e chegava na metade de suas coxas.

Ambos seguiram o caminho em silêncio, até que vinte minutos de caminhada depois, chegaram a barraca dos Gordon. Dallas retirou o blazer e o estendeu para Draco, que o pegou e o vestiu novamente.

— Sabe… — ele começou a dizer, sem encará-la. — Quando eu era pequeno, sempre quis irmãos, mas nunca entendi por que os meus pais não me davam um.

— E agora você entende? — porque Dallas não entendia aonde Draco queria chegar.

— Não. — Draco declarou e Dallas piscou repetidamente por vários segundos, antes de rir.

— Acredite, Draco, ter irmãos não é lá grande coisa. Falo por experiência própria.

— Os gêmeos Winford. — Dallas arqueou as sobrancelhas, surpresa por ele saber quem eram os gêmeos Winford. Normalmente ela não falava muito sobre a sua família trouxa com colega de escolas, mais porque eles não tinham interesse nenhum em saber sobre trouxas e por isso nem faziam ideia de como passar despercebidos entre eles. — Eu procurei algumas revistas trouxas, li alguma coisa ou outra sobre a sua família.

— O que as revistas e jornais falam é superficial e muitas vezes mentiroso. Se quiser saber das verdadeiras fofocas, tem que passar uma tarde tomando chá no clube real com as mais distintas damas da sociedade britânica.

— E o que é verdade e o que é mentira? Você é um espelho fosco. Quando achamos que tiramos toda a sujeira para ver o seu reflexo, percebemos que ainda há muito mais para ser revelado.

— E por que você quer tanto saber o que eu realmente escondo dentro do meu interior?

— Sabe por que há tanta estima na instituição da família dentro da comunidade mágica? Porque criamos laços. Não são laços afetivos, não são laços de sangue, são laços mágicos. Eu sempre soube que havia algo de especial em você desde o primeiro momento em que te toquei e por isso tentei chamar a sua atenção e você me ignorou todas as vezes. Agora, depois de tudo o que eu li sobre os Winford, depois desta noite, entendo o por quê.

— Por quê?

— Porque você tem medo de mudar o status quo. Você fez amizade com o Gordon porque ele te tratou bem desde o primeiro instante mas, ainda sim, deixou ele se aproximar com reservas. Eu te tratei mal, então você me mantém à distância e sente prazer em me contrariar porque instigar o desprezo das pessoas por você é a forma que você encontrou para se defender. É na raiva que nos revelamos. Agora Potter, essa é a única parte da equação que eu não entendo.

— Não há nada para entender entre Potter e eu.

— Não? Vocês não são amigos, mas uma hora você o ofende e o despreza, em outra hora você quebra o meu nariz por causa de mimos sem nenhum valor monetário que ele te deu. Eu te acuso de estar apaixonada por ele, e você nega, mas as suas atitudes dizem o contrário. Se não é paixão o que sente por ele, então o que é?

— Eu… — Dallas não sabia. Esta era a resposta. Draco descreveu não somente à ela, mas as suas relações com uma perfeição que mostrava que havia muito mais do que um garoto mimado e arrogante por sob aquela pele pálida e cabelo platinado. Ele era observador, pena que usava este talento para fazer coisas cretinas, como fantasiar-se de Dementador em um jogo da Grifinória vs. Corvinal. — Boa noite, Draco.

— Dallas! — ele a segurou pela mão antes que Dallas pudesse entrar na barraca. O formigamento familiar percorreu o seu braço diante do toque, algo morno e aconchegante e agora ela sabia que era a sua magia reconhecendo a de Draco como família. — Isto que você e Potter tem, precisa parar. — o tom dele era sério, diferente do tom petulante que ele usou tantas vezes e, junto deste tom havia outro, havia preocupação. — Potter é um risco, um alvo que acaba refletindo os ataques que recebe para todos que estão próximos dele. Não seja um alvo também só por se associar à ele.

— Por que você diz isto? — porque era a mesma coisa que a sua avó lhe disse sobre Harry Potter, mas a explicação dela foi mais além, ela baseava os seus receios no fato de que ela não acreditava que Voldemort estivesse realmente morto e que logo retornaria com toda a força para continuar o que começou, e matar Potter no processo.

Draco a soltou, mas não disse nada, e não precisava. Lucius Malfoy era um Comensal da Morte que fingia ter feito o que fez por ter estado sob o controle do Imperius, mas isto era algo que ninguém engolia, mas também não tinha como provar o contrário, e Draco era um rapaz observador, ele deve ter ouvido alguma coisa de seu pai ou de algum de seus associados, mas recusava-se a elaborar para não incriminar Lucius por acidente.

— Boa noite, Draco. — Dallas desejou e entrou na barraca.

oOo

— Pelo visto houve reconciliação ontem na tenda dos Malfoy. — Patrick comentou baixinho, somente para Dallas, sentada ao seu lado, ouvir, enquanto eles tomavam o café-da-manhã.

— Do que você está falando? — a resposta dele foi apenas apontar o garfo para Dallas, para o cordão pendendo em seu pescoço, quase tocando a página d'O Profeta Diário. — Ah. Mais ou menos. Não é como… — Dallas percorreu os olhos pela cozinha somente para certificar-se de que ninguém estava prestando atenção na conversa deles. — Não é como se eu fosse começar a chamar Narcissa de mãe ou reconhecer a posição dela em minha vida, até porque é estranho.

— Estranho como?

— Eu nunca tive pais. Albert e nada era a mesma coisa, Amélia nunca foi o tipo maternal, apesar de ter sido quem me criou, e Meredith fez de sua missão pessoal tornar a minha vida um inferno, então, para mim, ela está mais para demônio do que madrasta. O único título familiar que eu estou acostumada a usar é avó, então não sei exatamente o que é ter uma mãe. Eu nunca fui daquelas crianças que sempre desejou ter uma mãe, porque na minha mente a minha mãe foi uma mulher que não me quis, o que é uma contradição visto que o mundo inteiro a minha volta ficava enfiando pela minha garganta esta ideia estúpida de que maternidade é algo sagrado e que toda mãe quer os seus filhos. E então, quando eu finalmente aceitei que nem toda mulher nasceu para ser mãe e que isto pode ocasionar abandono, eu descubro que não foi exatamente este o meu caso.

— E qual foi o seu caso?

— Segundo Narcissa? Ela queria me proteger.

— Do quê?

— Não pode ser do ostracismo que eu sofreria por ser uma criança bastarda, porque isto aconteceu com ela me criando ou não.

— Então, Dallas, a pergunta seria: de quem. — Dallas abaixou mais o tom de voz.

— A minha teoria é que seria de Voldemort. — como esperado, Patrick retesou os ombros ao ouvir o nome.

— Não diga o nome dele.

— Mas ele desapareceu na noite em que eu nasci.

— Sim. Mas Narcissa não teria como saber disto, não é mesmo? Que Harry Potter salvaria o mundo mágico naquela noite. Logo, ela te entregou para Amélia e ficou por isto mesmo.

— É, é uma boa possibilidade. Simplória, mas boa.

— Às vezes as teorias mais simples são as mais verdadeiras.

A discussão deles em seguida enveredou por tópicos mais leves e apostas sobre quem seria o grande vencedor daquela noite. Ao final do café-da-manhã, Dallas e Patrick mais uma vez correram pelo acampamento, encontraram caras novas e durante uma discussão sobre o por quê deste ano eles precisarem levar vestes formais para Hogwarts, Patrick ficou subitamente mudo e vermelho. Dallas o olhou com estranheza diante desta reação, até que alguém chamou o seu nome.

— Winford! — e ela viu Davon Yale serpentear a multidão, com uma vassoura na mão e acompanhado de um grupo variado de pessoas que também carregavam vassouras e vestiam alguns acessórios de Quadribol. Dallas reconheceu uma artilheira da Grifinória, um dos batedores da Corvinal e o goleiro da Sonserina, os outros jogadores ela não sabia quem eram. — Estamos com um jogador a menos. — Davon declarou ao aproximar-se o suficiente deles para falar sem precisar gritar

— E você espera que eu faça o que em relação à isto? — porque a interação entre eles poderia ser mínima, mas Davon deveria saber, como vários outros alunos da casa deles, do desprezo absoluto que Dallas tinha de voar. Ainda bem que não era uma Veela pura, porque não existiria nada mais vergonhoso do que uma harpia com medo de voar.

— Jogue conosco, oras! — Davon declarou como se aquilo fosse óbvio e o seu olhar desviou um breve segundo do rosto de Dallas, para o de Patrick, e voltou. Dallas alargou um sorriso.

— Patrick! — ela exclamou e deu um tapa exagerado nas costas do amigo, o que o fez tropeçar e sair de seu estranho estado de torpor. — É jogador da Corvinal, creio que ele irá adorar participar de uma partida com vocês! — agora toda a atenção de Davon foi para Patrick que parecia que iria entrar em combustão espontânea de tão vermelho que estava ficando.

— É verdade! Você tem vassoura, Patrick? — Davon perguntou.

— Ah, eu, ah… — Patrick gaguejou bestamente.

— Você tem vassoura, Patrick? — Dallas repetiu a pergunta com desmedida ênfase e um discreto beliscão nas costas da mão do garoto para ver se ele acordava para a vida.

— Não! Quero dizer, não está aqui. Eu pensei que devíamos para manter a magia ao mínimo por causa do porteiro trouxa.

— Bobagem! — Davon disse com um sorriso vencedor. — Estamos bem dentro do acampamento, ele não vai ver nada. Angelina? — ele chamou e a artilheira da Grifinória deu um passo à frente. — Sabe se tem alguém com vassoura extra?

— Acho que a Katie trouxe a dela, ela deve emprestar.

— Perfeito! — Davon passou um braço sobre os ombros de Patrick, que encolheu-se tanto sob aquele gesto que parecia querer sumir de vergonha. — Vamos, vamos! O Quadribol nos espera! — e guiou Patrick acampamento adentro. Dallas considerou por um segundo segui-los, mas lembrou que não tinha vocação para segurar vela e que Patrick precisava aprender a conquistar as suas paqueras sozinho.

Quando ela virou para seguir caminho, este foi bloqueado por um corpo relativamente maior do que dela, mas de formas delicadas..

Amèlie? — a mulher era alta e de cabelo loiro claríssimo, olhos azuis igualmente claros e muito, mas muito bonita.

— Não. — Dallas recuou um passo, ainda mais porque a estranha a olhava como se tivesse visto um fantasma.

Pardonne moi. — pediu, mas não largou os ombros de Dallas, os quais tinha segurado impedir que ambas fossem ao chão diante da trombada. — Você me lembrarr uma velha amiga. — o sotaque dela era forte, francês, e a sua desculpa completamente incoerente. A mulher na sua frente aparentava ter uns quarenta anos, podendo ser mais ou menos, pois idade não era uma coisa que transparência em bruxos. Entretanto, Dallas não tinha a certeza de que a estranha fosse realmente uma bruxa. O toque dela era familiar, assim como o seu rosto e o cheiro de jasmim e relva fresca após uma noite sob o orvalho.

— Senhora, eu tenho treze anos, duvido que eu fosse realmente essa tal de Amèlie. — a mulher riu de forma melodiosa e as pessoas que as cercavam calaram-se abruptamente.

Você terr a temperamenta de minha Amèlie. — Dallas não queria acreditar que o mundo fosse tão pequeno assim, praticamente minúsculo, mas Amèlie era uma outra forma de dizer Amélia e avó e neta eram parecidas e, por ser uma Veela, Amélia aparentava ser bem mais jovem do que era, o que tornava possível a estranha na sua frente ter a mesma idade de sua avó, cuja nacionalidade também era francesa.

— Okay. — Dallas declarou e tirou as mãos da mulher de sobre os seus ombros. — Foi bom conhecê-la, senhora, mas eu tenho que ir.

Esperra! — a mulher a chamou antes que Dallas pudesse se afastar muito. — De que clã você pertencer?

— Clã?

É uma Veela, non?

— Sim. — mas Dallas confessava que não sabia muito sobre a sua própria espécie. A literatura existente era escassa porque Veelas eram bem avessas em compartilhar informações sobre si mesmas, até mesmo para os seus descendentes.

Então? Qual ser o seu clã? Sua… família?

— Winford. — a mulher franziu o cenho e então Dallas lembrou-se que o Winford vinha de seu avô trouxa. — Brönte. — corrigiu-se e o rosto da Veela iluminou-se em um sorriso e bruxos e bruxas à volta delas caíram de suas cadeiras e tropeçaram nos próprios pés diante desta imagem, diante da pressa em bolar alguma história mirabolante que fosse impressionar o suficiente aquela bela mulher.

Oh! Então diga a Amélie que Marie LeBlanc não esquecer dela. Nunca! — e Marie partiu, saltitante e atraindo olhares cobiçosos, com a despreocupação de quem não acabara de soltar aquela bomba sobre o colo de Dallas. Porque aquele pedido de Marie era cheio de segundas intenções nas entrelinhas das entrelinhas.

Ew. — foi a única reação que Dallas pôde ter antes de perceber que, apesar da partida de Marie, o grupo a sua volta ainda tinha a atenção fixada sobre ela de forma nervosa. — Vão se danar! — disse, grosseira, porque uma coisa que aprendeu que a melhor maneira de quebrar o Encanto Veela era perder a paciência. O Encanto não estava atrelado somente a um entoar diferente de voz, a um emanar de feromônios, mas também a emoção que ela sentia no momento. E grosseria nunca era sedutor. Exceto em raros casos quando três rapazes não abandonaram o seu estado de torpor como o restante das pessoas e aproximaram-se dela tecendo promessas em um inglês truncado e os dedos se Dallas comicharam por sua varinha, por poder azarar aquele grupinho bem no meio dos olhos.

— Ei! — alguém a segurou pelo braço e a puxou, a colocando às costas do recém chegado. Pelos ombros largos e cabelos platinados e roupas caras, não foi muito difícil reconhecer Draco. — Ela já falou para vocês se mandarem! — o aparecimento de Draco e o fato de que ele tapou a visão do grupo de Dallas pareceu acordá-los de seu transe e com piscadas de olhos e confusão estampada em seus rostos, os três rapazes estrangeiros seguiram o seu caminho. — Deixa o meu pai saber disto. — Draco resmungou.

— Draco, eles não dão a mínima para quem é o seu pai. Eles não devem nem fazer ideia de quem são os Malfoy.

— É, mas o meu pai tem influência dentro do Ministério, isto deve servir de alguma coisa. — era meigo essa admiração que Draco tinha por Lucius, realmente era ,e não seria Dallas a estourar a bolha dele ao dizer que o sr. Malfoy com certeza não dava a mínima para a segurança e honra de Dallas. — E por que eles estavam agindo daquela maneira? — Dallas riu. Draco era astuto para algumas questões, mas era completamente lento para outras.

— Narcissa não te contou? — porque Narcissa deveria saber sobre o status Veela de Amélia, por isso entregou de bom grado Dallas para ser criada pela outra mulher, porque de uma maneira ou de outra ela estaria conectada ao mundo da magia.

— Não.

— Minha avó, Amélia Winford, é uma Veela. — a expressão de puro choque de Draco foi a melhor coisa que Dallas viu na vida. O queixo dele caiu e os seus olhos ficaram largos e ele imitava perfeitamente um peixe fora d'água.

— Isso explica tanta coisa.

— Explica?

— Você quebrou o meu nariz e pulso, Dallas.

— Você mereceu.

— Testemunhas disseram que você atravessou o salão da Sonserina em segundos, pulou sobre o sofá para me socar.

— Repito, você mereceu. — Draco rolou os olhos. Ela não estava captando a sua mensagem.

— Esqueça. Eu estava te procurando. Mamãe perguntou se você não quer assistir o jogo conosco.

— Conosco quem? — Dallas perguntou, ignorando o fato de que Draco referiu-se a Narcissa como "mamãe" ao invés de "minha mãe", o significava que ele já estava inconscientemente dividindo Narcissa com ela, como irmãos faziam.

— Como assim com quem? Mamãe, meu pai e eu.

— Hah! Não, obrigada.

— Por que não?

— Porque eu aprendi cedo a não impor a minha presença a quem claramente não a deseja.

— Mamãe e eu a queremos lá.

— E Lucius? Quer? — não importa o quanto Lucius amasse Narcissa e ela à ele, ou o quanto ele tenha perdoado a esposa por este deslize, porque, como dizia o velho ditado, "longe dos olhos, longe do coração", portanto enquanto Dallas estivesse longe da visão dele, o homem não seria constantemente lembrado da traição. Em doses homeopáticas, Lucius até lidava com Dallas, mas ela duvidava que ele suportaria uma overdose de sua presença.

— Er… — Draco ficou sem resposta, claro que ficou. Narcissa deveria estar tão empolgada com este novo passo que o relacionamento entre elas deu que esqueceu completamente de perguntar ao marido o que ele achava sobre o assunto.

— Agradeça a Narcissa, mas eu estou aqui a convite dos Gordon e vou ficar com eles. — o assunto foi encerrado ali e, com isto, cada um seguiu o seu caminho.