Capítulo 39 - Eu te perguntei primeiro

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Música Sugerida: Let's Talk About Sex - Salt-N-Pepa

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EPOV

Observei meus dedos enquanto os acariciava levemente, lembrando de como eles se sentiram com ela entre eles. Encarando a ponta dos dedos, eu quase conseguia imaginar sua pele lá, quente e macia e tão fácil para deslizar sobre. Sorri para mim quando pensei sobre o som que ela fez quando prendi seu mamilo entre eles.

Ela tinha seios incríveis.

Macios e flexíveis, sem ser tão mole a ponto de perder a sensação de sua sutil circularidade.

Ela era perfeita.

Em algum momento, eu me permitiria prová-la.

"Qual o problema com a sua mão?"

Pulei com a voz de Emmett, fazendo cara feia ao seu sorriso malicioso quando empurrei minha mão para debaixo da mesa.

"Estou te dizendo cara, agora que você tem a Bella, você não devia ter que fazer isso sozinho," ele disse, deslizando na cadeira em minha frente na mesa, pegando o cereal e leite no caminho.

"Vai se foder, Emmett," rosnei. "Não é assim."

Ele me franziu a testa surpreso de forma estranha e balançou a cabeça.

"Você não está transando com ela?" Ele perguntou, colocando uma colher cheia de Lucky Charms* em sua boca. "Você virou um monge agora? Porque ela quer."

*Lucky Charms é uma marca americana de cereais, feitos com pedaços de aveia torrada e formas multicoloridas de marshmallow.

Suspirei e levantei para lavar minha tigela. Queria chegar mais cedo na casa de Bella, para que talvez pudéssemos passar alguns minutos no carro.

"Tudo que estou dizendo, Ed, é que ela gosta de você," ele continuou. "Muito. E você estaria machucando ambos se não continuasse com isso."

Olhei para ele com repulsa.

"Não vou continuar nada até eu descobrir o que quero, Emmett," respondi. "E Bella merece mais."

"Mais o que?" Ele perguntou. "Você gosta dela, ela gosta de você. Entendo que esteja tentando fazer o que a mamãe diz, mas você pode tratá-la bem e, então, também cuidar da mercadoria dela."

Soltei uma respiração agitada e o deixei com seu cereal.

Eu não teria uma conversa de relacionamento com o cara que admitiu foder sua garota no banheiro. Eu nem sequer realmente conhecia Rosalie Hale. Ele nunca a trouxe em casa. Eu não tinha ideia se ele sentia da mesma forma que me sinto quanto a Bella.

Com Bella, isso precisava ser certo.

Eu precisava que ela soubesse que a queria por ela.

Não porque ela era um buraco a ser preenchido.

Até o pensamento disso me deixava com dor no estômago.

Bella era tudo para mim.

Isso precisava ser certo.

Eu podia me cuidar por quanto tempo levasse para me sentir certo sobre me perder nela.

Dentro dela.

Porra.

Eu estaria atrasado se não refreasse meus pensamentos.

Tentei pensar em outra coisa, mas era inútil. Minha mão sentiu sua pele de novo, e me perdi no banheiro pensando sobre estar dentro dela. Aposto que ela era quente e suave em todos os lugares.

Eu me odiava por me masturbar pensando nela antes que sequer tivesse a chance de vê-la.

Mas, ela estava em meus pensamentos constantemente. Era natural, ou foi o que me disseram.

De alguma forma, eu pensava que essa expressão era reservada às pessoas que não se masturbavam a todo momento pensando na garota que estavam namorando. Eu duvidava que Emmett se masturbou pensando em Rose nesta manhã.

Mas então, novamente, ele fazia isso normalmente.

Se Bella e eu começássemos a nos aventurar, eu seria pior ou melhor?

E se Tanya me estragou para o sexo normal?

E se Bella não gostasse do que eu gostava?

E se ela gostasse?

Dirigi até a casa dela, me perguntando se devagar estava muito bom, ou só estava deixando as coisas mais difíceis.

Foi bom ontem à noite, e aqui estava eu, esperando por um pouco mais no carro.

Eu quis fazer mais ontem à noite, mas sabia que iria me arrepender.

E se me arrependesse de fazer isso com ela? E se ela se arrependesse?

Eu tinha que tirar isto da minha cabeça.

Não era certo.

Ela era boa, doce e inocente. Precisava continuar pensando nisso, em vez de pensar em abrir suas pernas e me enterrar nela.

Porra.

"Hey," ela disse enquanto subia no lado do passageiro. Ela levantou a sobrancelha para mim, questionando. "Você está bem?"

Assenti e olhei para sua casa.

"Papai saiu mais cedo nesta manhã," ela disse enquanto se inclinava para me beijar.

Somente hesitei por um segundo, mas ela percebeu. Ela se afastou e franziu o cenho.

"O que há de errado?" Ela perguntou.

Tentei sorrir e balancei minha cabeça, colocando o carro para funcionar.

"Nada," respondi, engolindo em seco quando ela estreitou os olhos para mim.

"Você está se sentindo estranho sobre ontem à noite, não é," ela disse.

Ela suspirou e puxou suas pernas para cima, repentinamente parecendo muito vulnerável.

"Não me sinto estranho sobre ontem à noite," eu disse com pressa, sabendo que estava ferrando o dia com as minhas preocupações internas. "Só estou preocupado sobre o que faremos em seguida."

Ela deu uma olhada para mim enquanto eu dirigia, seus olhos um pouco tristes.

"Sei que isto é difícil para você," ela disse calmamente, ainda abraçando suas pernas. "Você sabe que isto é diferente, certo? Eu e você? Nós somos diferentes."

Meu peito estava começando a doer. Ela tinha tanta fé. Ela confiava tanto em mim.

Nós paramos no estacionamento da escola, a tensão espessa entre nós.

"Edward."

Desliguei o carro e me virei lentamente para encontrar seu olhar. Havia tanto se passando em seus olhos, como um caleidoscópio de emoções. Era difícil descobrir qual era dominante.

"Você sabe pelo que eu passo todo dia, Bella," respondi suavemente. "Para ficar são e normal na frente de todos, mas por dentro. Há muita coisa acontecendo."

Senti sua mão cobrir a minha no volante, puxando-a na direção dela.

"Então me conte," ela sussurrou.

Balancei minha cabeça e afastei o olhar de seus olhos penetrantes.

"Não é algo que você gostaria de ouvir," eu disse desdenhosamente.

"Como você sabe?"

Fechei meus olhos e senti minha cabeça atingir o encosto de cabeça do banco. Ela parecia tão inabalável pela minha vida fodida. Talvez ela não iria julgar.

"Está tudo bem, Edward," ela disse, se desdobrando do banco e se movendo para abrir a porta. "Não irei te pressionar."

"Penso em você o tempo todo," falei sem pensar.

Ela parou de abrir a porta, se virando para me oferecer um sorriso tímido.

"Eu também," ela disse. "Não há de errado sobre isso."

"Como eu penso, é," murmurei. Ela se virou na minha direção e me deu sua total atenção.

"Como você sabe?" Ela perguntou. "Meus pensamentos podem ser bem inapropriados também."

Resmunguei e balancei minha cabeça.

"Não acho que você tenha imaginado o que eu imagino," zombei.

Ela bufou para mim e cruzou os braços.

"Isto é por que eu disse que era virgem?" Ela exigiu. "Você acha que não penso em sexo?"

Pisquei para ela, um pouco surpreso.

Quero dizer, eu tinha certeza que ela pensava em sexo, mas era naquela tipo de sexo que você via nos filmes.

Com coisas rebuscadas, música clássica e um monte de termos ofegantes de ternura seguidos de desvanecer ridículo para uma tela preta.

O meu era sobre grunhir, e estocar, suor descendo, e palavras indecentes gritadas durante os orgasmos. Era sobre cabelo embaraçado e tentar explicar por que faltavam botões nas suas roupas. E talvez alguns móveis destruídos.

Ela estreitou os olhos para mim e se inclinou para me cutucar no peito.

"Apenas para que você saiba, Sr. Cullen. Você me deixou tão excitada ontem à noite me apalpando que tive que imaginar você me fodendo sem sentido enquanto eu me masturbava," ela vociferou antes de se virar para abrir a porta.

Estiquei a mão para pegá-la antes que ela estivesse fora do carro.

"Não tive a intenção de fazer isso com você," eu disse, sentindo a agitação de deixá-la frustradas enquanto nutria uma exultação meio doente de que ela ficou instigada o suficiente por mim para se masturbar.

"Mas eu não entenderia seus sentimentos?" Ela continuou, a dor evidente em seus olhos. "Eu entendo, há coisas sobre as quais você não quer falar. Mas não falar nada comigo sobre os seus desejos não nos ajudará a seguir em frente. Seus pensamentos privados não são realmente diferentes dos meus."

"Os meus são apenas muito obscuros," admiti.

Ela relaxou um pouco na minha pegada e fechou a porta de novo. Estaríamos atrasados para a aula.

"Quão obscuros?" Ela perguntou.

Contorci-me no meu banco e eu não conseguia olhar aos seus olhos questionadores.

"Somente não sei o quanto daquela vida vai contaminar a nossa," murmurei.

"Eu sei, mas isso não me assusta," ela respondeu. "Você não irá me machucar. É diferente."

"Mas há algumas coisas que eu posso gostar que você não gostará," argumentei.

Ela ficou em silêncio em seu banco, mas eu conseguia ver suas mãos brincando com a bainha de sua jaqueta.

Como se estivesse nervosa.

"Posso te contar algo?" Ela perguntou calmamente. "E promete que você não pensará menos de mim?"

Assenti, com medo de olhar para cima e ver seu medo. Eu podia ouvi-lo em sua voz.

Isto é onde ela iria me dizer que estava realmente assustada com quem eu era.

Ou com o que eu gostava.

Não que eu soubesse o que eu de fato gostava.

"Eu tenho pensamentos muito obscenos sobre você, Edward," Ela sussurrou. "Um monte de pensamentos obscenos."

Olhei para cima para vê-la corando. Ela baixou o olhar quase imediatamente e brincou um pouco mais com sua jaqueta.

"Quais tipos de pensamentos obscenos?" Perguntei, me sentindo ficar mais excitado.

Eu não consegui evitar.

"Eu te perguntei primeiro," ela desafiou.

Gemi e me inclinei para trás em meu banco, sabendo agora que não chegaríamos na primeira aula.

"Então isto será uma versão de 'eu te conto/você me conta', Bella?" Perguntei.

Ela levantou sua sobrancelha e sorriu maliciosamente.

"Eu te conto algo, você me conta algo," ela disse, seu sorriso aumentando.

Afastei o olhar novamente.

"Mas os meus ainda irão te chocar," sussurrei, com medo.

"Duvido disso. E se você chocar, preciso saber," ela disse. "Talvez isso é algo em que estive pensando o tempo todo, Edward. Mas estava com muito medo de assumir. Nunca se sabe."

Eu não achava que ela imaginaria metade do que imaginei com ela.

"Irei primeiro," ela se ofereceu, sentando-se um pouco mais ereta. "Mas precisamos ser honestos e não julgar, ok?"

"Espero honrar isso," falei rápido, sentindo-me um pouco nervoso sobre isto.

"Bom," ela disse, mordendo seu lábio como se pensasse em sua primeira confissão para mim.

Como se ela tivesse várias.

Seu rosto corou levemente e ela fechou os olhos enquanto falava.

"Penso em você me deixando de quatro naquela árvore na clareira," ela falou sem pensar e cobriu seu rosto, envergonhada.

Eu estava duro como pedra agora e me perguntando por quê eu não tinha pensado nisso. Ela deu uma espiada através de seus dedos para me ver a observando.

"Sei que não é realmente obscuro e sacana," ela continuou, movendo suas mãos nervosamente. "Mas eu não queria que a primeira fosse a mais sacana que eu tenho."

"Não é a mais sacana?" Gaguejei, tossindo.

Ela franziu o nariz e apertou os olhos de forma desconfortável.

"Essa não foi tão ruim, foi?" Ela perguntou, um pouco tímida.

Balancei a cabeça e peguei sua mão.

"É boa. Nunca serei capaz de ir lá sem pensar sobre isso agora," respondi. "Especialmente depois que fizermos isso."

Senti o calor dela aumentar com as minhas palavras, seus olhos ficando mais intensos.

"Sua vez," ela sussurrou.

Soltei uma respiração e tentei pensar em algo igualmente calmo.

Nada que fosse assustá-la.

Falhando no calmo.

"Edward."

Soltei uma risada nervosa e lentamente olhei em seus olhos.

"Penso em estar dentro de você, o tempo todo," eu disse calmamente.

Seu rosto ficou um pouco mais corando, sua respiração um pouco pesada.

"Como?"

Levantei minhas sobrancelhas.

"O que você quer dizer com como?" Eu disse, minha voz um pouco alta.

Eu não estava prestes a lhe contar sobre montar nela com força, ou por trás, ou com ela por cima, ou tentar alguns movimentos que são melhores executados num tapete de yoga.

Sobre como pensei em quão rangente sua cama era e que eu nunca seria capaz de fazer sexo com ela lá enquanto o Chefe Swan estivesse na casa.

Sobre como minha cama era uma cama box. Super silenciosa e firme. E grande para todos os tipos de posições.

Eu não estava prestes a lhe contar que queria fodê-la ela bem aqui no banco de trás do meu carro, independentemente de quão pequeno fosse.

Encontraríamos um jeito.

Ela me tirou dos meus pensamentos com seus lábios fazendo um beicinho apertado e olhos estreitos.

"Você é um traidor. Tão vago. Dentro de mim. É claro que você quer isso. Mas te perguntei como. Você está pensando sobre o como agora e não está compartilhando," ela disse e então seus olhos arregalaram. "Você está pensando sobre fazer sexo comigo agora, neste momento?"

Olhei para ela como se a ideia não fosse excessivamente óbvia.

Ela olhou em volta e franziu o cenho.

"Você precisa de um carro maior," ela disse, completamente cara-de-pau.

"Eu," gaguejei. "O banco de trás é muito maior do que parece."

"Não sou tão flexível, Edward," ela disse, ainda séria. "Acho que se eu estivesse por cima."

Eu não sabia como responder a isso.

Eu estava meio fora do ar com sua sinceridade.

"Eu precisaria me alongar primeiro, e isso não é sexy," ela continuou.

Esta conversa era definitivamente a coisa errada a fazer enquanto estávamos tentando ir devagar.

Bem, eu estava tentando ir devagar.

Ela estava, aparentemente, aberta a qualquer coisa.

Perguntei-me o que qualquer coisa realmente envolvia.

Ela estava me olhando uma expressão muito séria. Fui falar algo quando ela repentinamente explodiu em gargalhadas. Ela se inclinou e me beijou divertidamente, sua mão se enrolando no meu cabelo para me puxar para mais perto.

Eu realmente gostava quando ela fazia isso.

Perguntei-me se ela iria gostar de algumas coisas que desprezei por serem erradas.

"Sobre o que mais você pensa?" Perguntei contra seus lábios.

Ela se afastou e lambeu os olhos, seus olhos descendo para onde todo o meu sangue foi drenado.

"Penso sobre quando você irá me deixará te tocar," ela sussurrou e o corado estava de volta. "Nunca toquei um cara antes."

Gemi e a puxei de volta aos meus lábios, atacando sua boca com a necessidade que eu sentia através do meu corpo inteiro. Mais do que qualquer coisas, eu queria que ela me tocasse, passasse a mão em mim.

Chupasse-me.

Eu estava gemendo e me afastando quando senti sua mão descendo pelo meu peito.

"Não aqui," suspirei. Ela pareceu um pouco desprezada pela minha recusa.

Eu a puxei para perto, segurando seu queixo em meus dedos.

"Não aqui," reafirmei. "Porque precisamos ter um lugar confortável e sem distrações. Quero ser capaz de fazer o mesmo por você. E quero aproveitar isso."

"Sério?" Ela perguntou, mordendo o lábio de novo.

"Você não tem ideia do quão difícil foi parar ontem à noite," resmunguei, inclinando-me em seu pescoço para usar minha dose dela.

Ela soltou um longo suspiro e se afastou, o olhar triste retornando.

"Odeio que eles distorceram sua visão de sexo," ela disse calmamente. "Isso me faz desejar que eu soubesse mais, porque sei que você está se segurando. E isso me deixa triste."

"Quero que seja especial," respondi, afastando o olhar.

"Será com você," ela respondeu e pegou sua mochila do assoalho do carro. "Devemos ir."

Assenti e peguei Junior, que testemunhou a nossa discussão. Eu estava feliz que ele era uma criança de mentira, caso contrário ele seria tão ferrado quanto eu. Senti a mão de Bella roçar na minha, seguindo até que ela sentiu eu envolver meus dedos ao redor dos dela. Ela olhou para mim com tanto desejo e esperança, eu pensei que talvez pudéssemos fazer isso.

"Eu quero você, Edward Cullen," ela sussurrou, sorrindo para mim. "E isso inclui todas as coisas que você acha que não pode me contar."

Eu a deixei me levar pelo estacionamento, minha mente correndo por meio de todas as ideias em minha cabeça. Eu a parei antes de sua segunda aula, esgueirando-a em direção aos armários e longe dos outros alunos.

"Você realmente quer saber dos meus pensamentos mais obscuros?" Perguntei tranquilamente.

Ela assentiu.

"Se é quem você é, então sim. Não tenho medo, Edward," ela respondeu.

Rocei meu nariz contra sua bochecha, absorvendo sua bondade novamente. Como alguém tão podia gostar de mim, eu não sabia, mas isso me deixou esperançoso.

"Um pouquinho por dia então," eu disse e desci meu dedo em seu pescoço. "Sobre tudo. Contarei as coisas e tentaremos."

"Tentaremos?" Ela perguntou, o sorriso curvando seus lábios para cima como uma pequena raposa.

Sorri e revirei meus olhos para ela.

"Sim, tentaremos," repliquei. "Não preciso desenhar, não é?"

Ela se afastou quando o sinal tocou, ainda sorrindo.

"Eu não sei, quero tentar muitas coisas. E sou a inocente aqui afinal," ela respondeu e entrou na sala de aula, me deixando falando sozinho com a minha cabine de sempre, ou a seguindo para tirá-la de lá e levá-la para casa.

Suspirei e optei pela primeira.

Não chegou nem perto de ser tão recompensador de como pensei que isso seria com ela.

Mas eu já estava pensando no fim de semana, e como iríamos conseguir um pouco de tempo sozinhos.

Para explorar algumas das coisas que estavam em nossas mentes.

O fim de semana estava inteiramente longe demais.

Perguntei-me o quanto eu podia fazer isso nessa semana antes do sábado, e ainda me sentir bem comigo mesmo.

Esta iria ser uma semana longa.


Nota da Tradutora: Olá, gente! O que acharam deste capítulo? O Edward parece estar bem surpreso com as fantasias da Bella... será que agora vai? Estou ansiosa pelo fim de semana deles rsrsrs

Espero que tenham gostado! Estou tentando postar aqui pelo menos uma vez por semana. Não irei colocar um dia fixo, porque traduzo nos meus intervalos do home office e, também, dos trabalhos da faculdade.

Não esqueçam de comentar, por favor, e passem em Mafia Princess (estou atualizando quase todos os dias, porque é drabble).

Beijos, Gui.