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- Corra. – Rugiu para a vítima, uma moradora de rua esfarrapada de cabelos bagunçados que não disse nada corria deslizando pelas vielas próximas e escuras e desapareceu de vista.

Antes que tivesse tempo foi jogado alguns metros a frente caindo sem jeito em uma parede e depois em uma caçamba de lixo o que atordoado com o baque e o fedor quase não reagia a tempo.

Um rugido seguido de soco de uma mão suja de garras alongadas e vermelhas o jogou de um lado ao outro ele via entorpecido por breves segundos e assim seu ombro machucado nublava sua visão até que com agilidade tentava fugir...

E apenas para ser empurrado e logo depois amontoado em lixo e com um chute certeiro ele empurrou para longe correndo para ser agarrado pelo capuz e ser jogado em outra viela e recomeçando a lutar.

E até que com uma luta corporal de socos e chutes ele revidava com incapacidade e em meio a luta guando empurrou para longe jogando uma bomba de fumaça...

E não resolveu e quando estava perdido ouviu apitos de longe então vários policiais corriam em sua direção, mas não foram páreos ao contraio da má vontade.

E da falta de disposição para matar sem pestanejar cada um deles atiravam, mas sem qualquer dano aparente e com um rugido...

Alguns minutos depois algumas viaturas da polícia ambulância para levar ele ao hospital e o carro do necrotério para outros cadáveres e curativos e remédios para seus salvadores...

E assim Jim Gordon olhava para o decimo sétimo cadáver este encontrado em uma ruela por outro morador de rua. E assim ele apenas gemia de desgosto.

E ele olhava quando o legista e o camburão do IML levavam o cadáver a situação não estava indo bem seus policiais morreram em ação protegendo o cavaleiro das trevas.

E assim Jim seguiu pelo corredor do hospital e olhava em direção a sala de emergência em direção a seu velho amigo

Ele entrou na sala de emergência onde estava Batman observava das sombras como fazia outrora o cavaleiro das trevas e assim como fazia antes.

E ele sabia que logo o cavaleiro das trevas iria voltar a sua patrulha e nas ruelas, mas distantes pegaria o seu carro e com alta velocidade entrava na caverna sendo esperado por Alfred.

Mas isso era um segredo que não acabaria por muito tempo.

Quatro policiais foram mortos para deter o monstro e seu amigo estava internado em estado grave para salvar sua vida teve que mostrar sua identidade para poder prosseguir com o hospital.

Ele entrou em uma sala com dois policiais uniformizados no limiar da porta e viu um médico medindo a pressão de Bruce Wayne.

- Então. – Disse se dirigindo a um médico extremamente confiável o único naquele momento que poderia guardar o segredo de sua identidade...

Era um homem de cabelos brancos até os ombro e jaleco brancos e de meia idade baixo e um pouco recheado e com barriga de Sancho Pança.

- Ele perdeu muito sangue por causa disso ele teve uma parada cardíaca tivemos que fazer transfusão de sangue algumas costelas quebradas uma concussão. – Completando a lista.

- Ele vai sobreviver, mas por enquanto ele está mal pode ter recaída e algumas alucinações e acordar atordoado desorientação e não deve ser levado a sério por enquanto pela perda de oxigênio, mas por enquanto temos que esperar até ele acordar. – disse ele.

- Isso me surpreende. – Disse o médico.

Atordoado Jim Gordon perguntou em alarme. – O que?

- Bruce Wayne, um playboy cabeça oca. – Dizia pensativo. – Fachada interessante. – E assim saiu da sala deixando o comissário que pegou uma cadeira do canto da sala colocando próximo da cama de um homem enfermo e dopado.

Eram uma grande tempestade chovia ao que parecia sangue escorrendo em um pequeno riacho pessoas caindo aos monde como moscas perseguidas por

E assim acordou com um grito estridente se debatendo e caindo com tudo no chão e um grito de gelar o seguiu, antes que levantasse olhou para aquele que o segurava no local sendo recebido por algumas enfermeiras alarmadas e policiais empunhando seus revólveres.

- Não... não me segure o rio... o rio... – Sussurrou em agonia tentando se livrar das mãos do comissário. – Me puxando...

- Está tudo bem, está tudo bem. – Dizia Jim Gordon segurando todos em seus lugares com suas mãos ao alto. - Foi apena um pesadelo. – Disse abraçando o homem alto e olhando para todos.

- Esperem um pouco la fora. – Disse com urgência. – E cuja mão estava no peito descompassado de Bruce Wayne que olhava atordoado para todos.

- O que? – Ele disse olhando ao redor. – O que... onde... – Disse sendo puxado para a cama por Jim Gordon.

- Foi um pesadelo, Bruce. – Ainda empurrando em direção a cama sem a ajuda de seus policiais.

- Foi muito real. – Disse na hora e deitando na cama e se acalmando olhando com espanto para todos e olhos proeminentes.

- Nós precisamos medir sua pressão e aplicar medicamentos. – Disse uma das enfermeiras com apreensão.

- Tudo bem, disse o comissário.

- Tem problema se eu ficar, - Perguntou o comissário em direção ao milionário.

- Nenhum. - Disse deitado na cama.

Ele havia puxado o cateter e as seringas de soro fora de suas veias usando um estetoscópio medindo a pressão e recolocando o soro em sua veia o homem apenas respirava olhando para cima sem olhar em direção.

E a cada um dos ocupantes incluindo os dois policiais que pareciam estatuas e guardavam suas armas em seus coldres um homem moreno de estatura alta e um homem cujo cabelo parecia areia olhando em direção a o milionário.

Quando saiam após preencher a ficha passando pelos policiais o homem dirigiu seu olhar para cada um deles e perguntou em direção ao moreno.

- Vocês sabem? – perguntou em sua direção.

- Não vamos contar a ninguém. – Disse como resposta.

- Certo. – E olhando em direção ao comissário.

- Como ficou...? – perguntou em direção a seu amigo, parecendo muito cansado. – Como tudo acabou, conseguiu pegar a criatura? - perguntou fechando os olhos.

- Sim. – E olhando em direção a seus policiais. – Vocês podem esperar do lado de fora. – E assim cada um deles saiu da sala fechando em seguida.

- Eu não tinha dúvidas, mas muitas suspeitas a seu respeito, eu estava certo. – Disse o comissário segurando em seu ombro. – Eu tenho orgulho de ser seu amigo.

- E, eu também, Jim. – Ele parecia apático e cansado. – Onde está meu uniforme? – perguntou olhando em direção a porta.

Na sala quatorze do quarto andar sala de pertences de pacientes

– Jim, eu... –Tentava falar olhando para o teto.

- Você, não vai sair daqui. – Disse o comissário. – Eu chamei Alfred ele está chegando.

- Como um relógio. – Gemeu o homem na cama.

- Sim como um relógio. – E ele ouviu o mordomo a porta ele estava acompanhado dos dois seguranças.

- Alfred... – Gemeu o homem na cama tentando se mexer fracamente para apenas ser segurado na cama com apenas uma mão por Jim Gordon. E assim caia novamente na inconsciência.

... Não pareciam sonhos... Eram muito reais e sucessivos... Inquietamente se remexendo na cama gemendo e apreensão e desgosto... logo ele a ouvia... Partes de conversas... inconsciência e consciência...

- Eu nunca pude evitar... – Dizia

- Não teria nem como... – A voz de Jim...

- Ele e um lutador...

- Eu tenho medo por ele...

- Aonde isso pode levar...

Vários dias depois ele acordou mais cansado que descansado e sem saber que dia era olhares turvos substituídos por decididos.

E vendo um mordomo dormindo em uma cadeira que outrora fora ocupado pelo comissário, observando seu corpo em busca de marcas mordidas e chupões sonhos incrivelmente reais...

Ele queria sair logo dali os sonhos o acompanhavam onde estivesse...

Vendo seu patrão acordar e sentar ele olhou em sua direção e perguntou.

- Se sente bem? – perguntou.

- Podemos ir para casa? – perguntou o homem na cama.

- Somente depois do exame médico. – Disse ele com um olhar decidido.

- Como está o andamento do caso? – perguntou olhando ao redor.

- Na medida que deve ir. – Disse ignorando a questão.

- Alfred... por favor... – Tentava argumentar.

-Por favor, digo eu, senhor. – Dizia olhando exasperando.

Fique, quieto ou irei mandar sedar você. – Rosnou em sua direção.

Então ele olhou para o teto por várias horas com uma carranca em seu rosto e braços cruzados até que pareciam horas chegou o médico responsável que dizia.

- Você não deve me conhecer, mas meu nome e... – Sendo interrompido.

- Doutor Izac Monroe, 67 anos, médico viúvo uma vez, a doze anos, casado três vezes, separado duas vezes, desquitado uma vez, cinco filhos entre vinte e vinte e cinco anos e quatro netos residente.

E especializado em pesquisa sanguínea genética e doenças do sangue virais e câncer do hospital, que salvei a três vezes, uma há três meses do doutor Porko uma de bandidos de rua, e outra de ser fatiado pelo coringa e que e meu médico agora. – Disse.

- Eu também tive minha pesquisa medica financiada por você senhor Wayne suas pesquisas genéticas na empresa Wayne. – Disse ele.

– Já que fomos cordialmente conhecidos e apresentado mais de três vezes entre elas em festas beneficentes poderia me liberar do hospital, por favor. – Disse olhando para o teto e sendo beliscado por Alfred.

- E um pouco de educação Senhor, ele salvou sua vida.

- Eu estou muito agradecido, obrigado, mas não quero viver no hospital. – Disse.

- Bem já que insiste. – Disse o homem. – Porem não estamos quites, já que o homem que financia minhas pesquisas medicas está internado, junto ao combatente de Gotham, cada um deles eu devo minha vida e carreira.

E eu não posso liberar, ele tem dinheiro influencia e doou uma grande quantia ao hospital, posso ser processado por negligencia... - Dizia

- Se você não me liberar agora, quando eu sair daqui você vai ter seus fundos cortados. – Disse fungando sem olhar para nenhum dos homens.

– Posso diminuir seu salário em trinta por cento estou começando... – olhava para o teto ignorando os semblantes chocados dos dois.

- Você não ousaria... – Temeram os dois homens pálidos ao mesmo tempo...

- Me tentem vocês dois, e vão ter a prova no que posso fazer. – Rosnou para ambos olhando em suas direções.

Uma vez fora do hospital...

E assim ele foi até a mansão e pesquisando onde imediatamente começou suas pesquisas nos livros ele se deparou com as histórias dos vampiros e assim pegando alho e vários objetos de prata.

E ele derreteu castiçais e diversas correntes e assim moldando em batarangs e armas especializadas em exterminar vampiros e na cozinha tomou um vidro inteiro de alho e levou o alho para a caverna e fez spray com ele e bombas de alho.

- Senhor. – Dizia Alfred. – Pare de derreter a prataria. – Dizia e assim continuou.

- O senhor tem uma festa beneficentes a ir em vinte minutos suas roupas já estão prontas antes que saísse ele ouviu o mordomo dizer.

- Como e...? – Disse olhando emburrado.

- Vamos logo senhor, o senhor não queria ser liberado, faça sua parte como um bom playboy. – Disse saindo da sala.

- Certo, Alfred. – Disse desconsolado.

Em uma festa beneficente, um maldito baile de máscaras...

Esta era uma festa para trazer mais e mais contribuintes sócios patrocinadores sócios e aliados além de ter como a doação de sangue e voluntários em causas humanitárias em Gotham e pela cruz vermelha.

E seu anfitrião estava como sempre contando o tempo para ir embora seu smoking verde esmeralda e seus cabelos lustrosos e uma máscara de tigre branco.

E ele por si só odiava esses momentos e ainda mais adiava do que a sua interminável caçada ao crime e sua luta eterna em toda a noite.

E eram alucinações misturadas a realidade dos contos de seus aliados e Alfred...

Mas havia melhorado ao longo da semana e assim ele observava os olhares em sua direção se perguntando quando eles iriam ir em sua direção...

E ele investigava a vida daqueles três...

Se ele viu o que viu ele invadiu os registros do cartório e olhou o registro de casamento de Superman, ele entrou junto a Lois um pedido de divórcio...

E ele foi conversar com Perry no planeta diário e conversou com ele sobre a vida de alguns funcionários, e assim ele olhava a sua volta, segundo contaram Lois estava tendo dificuldade de lidar com Clarck.

E ele olhava em direção aqueles dois que tinham olhares cumplices...

E ele ouvia de Cat Grant que Clark era bissexual ele soube que eles haviam se encontrado em clubes alternativos...

E não estava sozinho, havia Diana e J'onn em encontros casuais...

E ele os seguiu nessas boates, e ele estava disfarçado eram boates GLBT...

E ele ouvia alguns comentários conversas e fofocas de escritório...

- O que houve? – Quis saber... – E então eles falavam engasgando ao mesmo tempo era confuso...

Não... Nada...

E durante o período de uma semana ele olhava a sua volta e ele usando o uniforme ele pode abaixando virando e olhando a sua volta, um olhar em sua direção...

E durante todo o seu período de reabilitação ele percebeu mesmo atordoado, que eles tinham ciúmes de Hal...

E Hal simplesmente não se tocava ele tentava se agarrar nele, e o abraçou no meio do salão quando ele foi levado em direção a cafeteria...

E ele olhando viu os olhares e a sensação deles os olhares de raiva...

E então ele beijou seu rosto próximo de sua boca...

E foi o suficiente para ouvir um rosnado...

E ele teve uma ideia.

- Vamos treinar, Hal. – Disse ele.

E sem dar espaço para conversa pegou sua mão e o levou.

E treinando com Hal praticamente o obrigando a treinar sem o anel numa sala de treino e ele tirou do seu dedo com facilidade.

Assustador. – Perguntou o lanterna-verde numa tarde enquanto estavam suados caídos no tatame depois do treino e ele.

- Precisamos falar. – Disse Kal.

E eles estavam acuando e o abordaram no corredor prensando e no processo empurrando Hal como se ele fosse um rival...

- Voce percebeu que eles ficaram tempo demais olhando sua bunda? – Questionou depois de ver o morcego se virar

E então Diana disse.

- Eu... – Segurando a mão de Kal...

- Temos algo a dizer. – Disse se aproximando mais de Kal espremendo Bruce...

E ele entendeu completamente a mulher maravilha logo iria revelar ao mundo seus sentimentos...

- Nós sentimos... – Começou Kal...

- Eu sinto mais do que amor... – Dizia J'onn...

- Eu não entendo... – Tentou dizer vendo-o acariciando as mãos de Diana...

E então, ele foi pego desprevenido...?

E não e nem perto disso.

- Estamos juntos. – Disse Diana...

- E queremos mais do que isso. – Disse Kal...

Não... ele se levantou se afastando dos dois...

Havia um empecilho ele estava sobrando ambos estavam mais do que bem juntos e ele estava sobrando...?

Mas eles queriam mais...

- O que eles faziam aqui afinal? – Ele pensou...

- Eu sinto algo. – Dizia Kal...

- Eu tenho a intenção de voltar logo a ativa. – Disse Bruce se afastando dos dois sentados ali...

E ele andava longe deles...

- NÃO... – Ele ouviu a negação em uníssono...

E ele se virou e com raiva retrucou...

- Quem são vocês para me dar ordens? – Rosnou em direção aos três que soltavam as mãos...

- Eu não deixei nomeei nenhum de vocês como meus guardas e não me dando ordens sobre mim. – Rosnou se afastando...

- Eu sinto... – Tentou dizer Diana...

- Nos ouça. – Dizia Kal...

E eles não sabiam realmente se aproximavam ou não ela não sabia o que remexer a perna aberta ou fechada...

- Eu amo... – Dizia...

– Diana... – Ele olhou intrigado. – O que isso quer dizer? – Tentou...

- Falem palavras completas. – Rosnou ele em direção a ambos.

- Nós queremos mais. – Tentou Kal...

- Eu sei... – Disse Bruce eles pareciam aliviados...

- Mas vocês têm que dizer isso a todos da liga, não é permitido relacionamento entre integrantes. – Disse Bruce...

- Foi você que criou essa regra. – Alertou J'onn.

- Isso por um bom motivo. – Disse Batman.

- Bruce... – Dizia Diana com um sorriso em seus lábios... – Eu pensei. –

- Você sabe, mas... - Dizia Kal.

- Eu pensei que seria... – Tentava Kal... – Que seria difícil...

- Merda. – Rosnou ele em direção a ambos. – Falem logo. - Rosnou

- Nós pensamos que seria mais difícil... – Rebateu Diana... Ela não gostava de ser tratada assim.

- Como agora? – Quis saber J'onn.

- Estamos juntos. – Dizia como se medisse as palavras.

- Eu espero que vocês dois tornem a público e nem me venham com problemas quando revelarem que estão juntos.

– Dizia ignorando os semblantes murchos deles.

– Vou ser feliz em ser convidado para o casamento.

– Disse ele se afastando e indo em direção a porta e saiu sem deixar uma resposta...

Rindo de suas caras de trouxas, ele não iria dar o passo, esperava que eles logo fizessem algo para ele rir mais e assim seguiu pelo corredor.

E ele os ignorava tentava dar mais liberdade a ambos, mais espaço, então os evitava ele ainda estava na Torre de vigia, e esperava não ver eles com tanta frequência, e via Alfred que aparecia sempre a tarde...

Mas ele parecia preocupado...

- O que houve? – Tentou Alfred na tarde que levava alguns biscoitos...

- Eles disseram que estão juntos. – Dizia ele. – Estou dando espaço para os dois...

- E eles não disseram mais nada? – Tentou Alfred.

- Eu sei o que há mais para dizer. – Disse Bruce enigmático.

- O senhor não ficou curioso? – Se aventurou em perguntar o mordomo parecia curioso...

E isso ele não entendeu...

E ele olhou intrigado e então se afastou olhando em direção a janela.

Sua mente estava um pouco confusa.

- Eles queriam dizer mais, mas não o fizeram. – Disse o cavaleiro das trevas.

– Eles pareciam muito nervosos.

– E disseram apenas que estão juntos.

- E o que o senhor sente a respeito? – Perguntou o mordomo esperançoso.

- Eu estou feliz por eles. – Dizia ignorando o semblante duvidoso do mordomo.

– Eles não conseguiram dizer mais nada. – Dizia. – Mas...

- Mas... – Continuou o mordomo.

- E eles querem ficar comigo, apenas não sabem como dizer. – Concluiu o maior detetive do mundo. – Estão a fim de mim. – Disse ele olhando em direção ao computador.

- E o que mais? - Quis saber Alfred.

E ele fez um concurso de encarar e olhava atentamente ele disse depois de um momento.

- Eles querem transar comigo. – Disse.

- E isso não é bom? – Se aventurou Alfred.

- E o que eu tenho a ver com o relacionamento dos três que não parecem sinceros com o que realmente sentem. – Dizia. – E tem dificuldade de falar o que querem. – Disse ele.

– E as suas mentiras para com seus namorados fixos. – Perguntou em dúvida.

- Eu não entendo. – Dizia.

- Eu acredito que tem algo mais. – Disse Alfred.

- E o que seria? – Quis saber Bruce se virando com os braços cruzados em direção a seu mentor.

- Além de eles quererem transar comigo? – Disse ele.

- Eu acredito que você precisa esperar. – Disse ele.

– E eles falarão, mas você precisa entender os sentimentos, mas do que a lógica.

- E quanto tempo você acha que vai demorar para isso acontecer, Alfred? – Perguntou ele curioso.

- Pode ser mais cedo. – Disse ele enigmático.

- O que? – Disse Bruce sem entender.

- Alfred, no caso de Clarck ele demorou anos para casar com a Lois, até o momento em que ele precisou revelar a identidade secreta dele.

- O marciano ele realmente tem problemas em entender a cultura humana.

- A Diana tem dificuldade em simplesmente ser feminina. – Disse ele.

– Ela seria capaz de me comer depois de lutarmos. – Disse ele.

- E complicado. – Disse Alfred.

– Mas nada com o senhor tem solução simples. – Disse seu velho amigo.

- E se eles quisessem deveria ser mais fácil. – Disse Bruce.

E nestes dias eles queriam dizer algo abordando e dando as mãos confusos e pareciam tentar dizer algo eles o tocavam e no mesmo dia pareciam sussurrar em cantos antes de abordar ele...

Batman por sua vez não dava investidas, mas se mostrava com mais frequência e ate mesmo ele empinava a bunda e com frequência abaixava para arrumar a bota...

E o seguiam como era de praxe em direção a academia...

E quando tentando em vão dizer algo além de seguir ele como cachorros esfomeados...

E ele andava pelo corredor quase não se viam muitos integrantes da liga por aqueles dias, fora do período ele ainda estava...

Como ele poderia saber haviam muitas missões.

Clark não conseguia pensar direito seus golpes eram mais violentos em direção a um monstro marinho o fazendo despedaçar em meio a outros monstros um kraken que aparecia logo em seguida.

Diana por sua vez enfurecida por sua cumplicidade covardia ela socou esmurrou até não sobrar nada do monstro.

E ambos criaram uma carnificina de monstros marinhos que tentavam arrastar para as profundezas um navio cargueiro.

E eles viram alguns heróis como Aquaman que por sua vez não tinham o que fazer com a violência dos golpes espalhando sangue e tripas para todos os lados do mar.

E ele via alguns navios de turismo ao longe parecia a temporada de ataque do monstro marinhos...

Eram cinco vezes em um espaço de dez dias...

A nave havia se ligado a nave dos marcianos brancos fundindo uma ciência a outra como uma simbiose, e sua construção era detalhada e parcialmente viva como se fosse um ser espacial.

E sem respiração eram na verdade sobressaindo a forma alienígena e assim eram com chips e nano maquinas revestido como se fosse atacar de dentro para fora.

Afinal não existia oxigênio no espaço, e seus tentáculos eram construídos por várias ramificações de tecnologia alienígena e assim a tecnologia de Brainiac eram parecidas com a antiga tecnologia dos antigo Kryptonianos.

Luthor deveria ser exposto e assim revelando sua capacidade vilanesca.

Dessa vez ele não iria simplesmente cair dentro dessa sozinho e deixar por isso mesmo.

E houve embocadas em vários pontos de cidade ele precisaria interferir nas ondas de rádio e satélite e as interferências de ondas de celular.

Ele havia visto e com os dados seguido o homem seu modo camuflagem ele havia seguido Luthor ele usava a tecnologia roubada de Apokolips para interferir e camuflar sua abordagem.

E a nave exista um tipo único de ondas de rádios, mas na verdade eram satélites e assim interferindo diretamente no próprio sinal da nave.

Um rugido foi ouvido. – Luthor. – O homem em questão olhou em direção ao entrar na nave e assim viu Brainiac sua fisionomia alongada verde e com tubos e tentáculos conectados em uma imensa nave, um androide uma forma alienígena que se conectava por fios e cabos a nave e tinha colocado em tubos e estase, vários marcianos que haviam sido abduzidos e submetidos a escravidão.

– Você sabe que me prometeu ajudar espalhar a kryptonita. – Dizia. – E eu assim traria um mundo melhor a você se tornaria o imperador se quisesse o salvador da Terra.

- Eu fui impedido. – Dizia - Alguém roubou minhas kryptonitas. – Dizia –

- Você falhou mais de uma vez em destruir a liga em trazer o Superman. – Disse.

- Eu tentei o meu melhor. – Dizia Luthor.

– Mas não foi o suficiente. – Disse. - Somente precisava trazer o kryptoniano para mim, o superman dócil coberto da kryptonita especial que você criou coma as informações que você precisava as inúmeras kryptonitas que caíram na terra. – E você precisava apenas deixar a liga da justiça dócil para mim.

E assim ele deveria ser seu não isso um neandertal que preciso conter. – Dizia mostrando o homem sobre uma intensa luz vermelha ele olhava a sua volta o homem se debatendo.

E em câmeras como se fosse eixo esqueleto de membranas fortes e como se fosse órgãos vivos e tubos e tentáculos prendendo o homem de aço e ao redor espalhadas vários heróis da terra com tubos e tanques os prendendo.

E assim eles olhavam e Luthor disse. - Nada ira nos deter, estamos livres de impedimentos e empecilhos que nos retardem. – Disse.

- Estamos mesmo, Luthor. – disse Brainiac ele ouviu um barulho e um zumbido e assim tentáculos e vários robôs conectados a Brainiac o pegaram.

- VOCE NÃO PODER FAZER ISSO COMIGO EU SOU SEU ALIADO. – Dizia ao ser carregado longe sendo levado em direção a outra câmera.

– Você falhou comigo e não falhara mais, não preciso mais de você. – Disse o alienígena.

– Seu planeta será meu e tomarei tudo que quiser além dele ser apenas uma parte dessa nave como também os marcianos brancos. – Disse.

E assim ele era levado em várias câmeras e tentáculos e esqueleto e assim vendo a sua frente telas flutuantes que ligavam.

E sintonizavam em direção aos satélites e várias formas alienígenas sendo levadas a terra e várias telas mostrando várias partes do mundo sendo conquistadas...

Gritos ao longo da descida pessoas caindo e outras correndo e machucadas sendo sequestradas pegas de suas famílias separadas, pela terra máquina que um dia forma marcianos brancos.

E eram pessoas sendo coletadas como amostras e sendo levadas por naves e pequenas ondas de eletricidade convertidas em soldados e escravos ao longo do local e várias pessoas sendo alteradas e com várias maquinas e tentáculos inseridos em suas cabeças e assim eles foram sendo submetidos a lavagem cerebral.

As cidades sendo destruídas e logo tudo ao redor eram convertidos em várias formas sendo consumidas por tentáculos que se afundavam na terra e consumiam e começava a destruir e consumir a todos fundindo a uma mesma forma alienígena...

E enquanto isso em outro lugar...

Ele havia estudado as plantas da nave de Brainiac da última vez que invadiu a nave.

E desta sala era enorme escondida em sum subsolo longe de uma rua movimentada e uma sala movimentada, próximo de uma passagem secreta, onde haviam várias extensões de corredores, e que levava para um deposito e assim colocando dentro de um enorme caminhão.

E assim quando começaram a catalogar, haviam várias pessoas do sexo feminino que estava encapuzadas e de roupas vermelhas como linhas em forma de nuvens vermelhas mascaras e protetores vestidas dos pés a cabeça, e não se viam uma única parte descoberta...

E a liga enquanto que em um instante seguinte novamente ele deveria saber a postos estavam vários seguranças uniformizados de preto e armados suas armas de energia a postos.

E assim quando colocando a todas as caixas de chumbo no caminhão e abrindo as comportas eles ouviram uma explosão e de dentro dessas comportas explodindo explosão seguida de outra explosão.

E em seguinte surgindo e se alastrando uma fumaça escura subindo e outa enquanto que a cada uma das entradas parcialmente abertas foram arrombadas e destruídas e assim tudo destruído e vários pedaços de escombros enquanto que escombros espalhados...

Então quando ele ouviu tudo ao redor a instalação foi atacada e surgiram de uma outra porta ambos os lados foram arrombados e paredes derrubados e um imenso treminhão.

Surgindo arrombando a entrada atravessando ambos os lados, vários mercenários de roupas pretas e vermelhas, protetoras.

E com coletes a prova de balas usando máscaras e visores grossos, e assim empunhando armas que não pareciam ser balas reais e assim ele percebeu por suas câmeras em seu laboratório.

E havia um sistema e retardo que dificultada a visão e assim ele usou um programa que fazia com que repetisse a mesma imagem por vários segundos...

No subterrâneo surgindo ao redor quando o alarme acionou e assim vários seguranças surgiam armados porem os mercenários encapuzados eram mais rápidos com suas armas em punhos derrubando todos os seguranças ao redor.

E assim eles atacaram a todos os seguranças invadindo o laboratório e alguns se dividindo e subindo e descendo por várias escadarias armado e uniformizados.

E assim investindo em direção a vários seguranças e assim investindo e nocauteando vários oponentes não dando chance para se defenderem desferindo golpes em direção a vários seguranças, que surgiam ao redor derrubando vários seguranças inconscientes caindo ao chão.

Enquanto que Luthor ao ver em suas câmeras ele corria em direção a seu banquer de segurança de laboratório secreto e se escondia em um de seus cofres subterrâneos com suas inúmeras câmeras espalhadas.

E observando que algumas câmeras eram destruídas pelos invasores tinta preta espalhando em algumas que não eram vistas e não destruídas ao redor e alguns outros visores escurecidos.

Ele correu em direção a suas inúmeras telas de câmeras e viu que ao redor de sua instalação vários invasores pareciam mercenários que naquele momento eles estavam agora invadindo os laboratórios e derrubando.

E nocauteando cientistas, técnicos, seguranças e supervisores e vários outros empregados e alguns estavam amarrando os seguranças inconscientes ao chão.

E assim o treminhão era agora seu interior aberto e para seu desgosto preenchido por várias caixas de suas próprias criações e o pior de tudo as pedras de kryptonita de sua criação e eram todas.

E o pior de tudo ele queria dilacerar o informante ele tinha em sua segurança própria, mas precisava chamar a polícia de Metrópoles ou sua própria guarda pessoal.

E o pior seria seus arquivos e documentos planos e mais planos estavam sendo roubados e transferidos, um vírus foi inserido em segundos no seu sistema, e embaralhando tudo...

E ele nesse momento chamou a polícia, mas as linhas estavam com interferência depois ocupadas e demorou mais que o necessário, afinal não precisava, a princípio.

Mas era tarde e tudo havia sido extraviado e roubado, já que na rua vendo por suas câmeras haviam vários mercenários correndo e derrubando policiais ao redor.

E enquanto que outros carregavam suas pedras e preenchido com vários compartimentos do treminhão e logo atrás eles correram com separação de motos ao redor como uma guarda.

E assim eles ouviram sirenes e ao redor policiais e assim com bazucas desferindo armas de energia em direção a várias viaturas e ao redor.

E ele próprio estava sofrendo os efeitos de tanta radiação o que seria um grande problema ele sentia o vazamento...

Ele se sentia mal cada vez mais piorando e seu corpo inchado enquanto que não aguentava mais ele subiu a mansão e colocou um pijama e foi em direção a seu quarto um tempo inquieto em sua cama e não conseguiu dormir apenas inquieto e ele esperava que alguém fosse ao seu resgate...

E quando antes de terminar seu sono ouviu um alarme sonoro e quando sua televisão ligou de seu quarto ele viu com olhos turvos levantando de sua cama em direção a seu computador em sua mesa.

E ele se sentou na cadeira de sua mesa ele abriu a tela e viu a mesma coisa que Luthor viu e não foi bom, pelo menos para o careca, ele sabia que não poderia está sendo incluído, já que jamais o ligariam a isso...

E que agora era pior e ele viu agora nesse momento um ataque em Metrópoles e nesse momento ele viu um ataque nos laboratórios de Luthor e as câmeras em sua sala secreta.

E através de sistema interno hackeado, e com vários de suas câmeras e foi nessa hora que surgia o herói que ele menos queria ver naquela hora Supergirl voando em direção ao treminhão voando em grande velocidade

Ele recobrou sua forca e nesse momento e assim se levantou não conseguiu achar outras roupas não tinha vontade e animo, mas tinha que ir em direção a caverna pegou um robe e desceu as escadas correndo.

E ele assim entrou na sala do relógio e colocou o horário no relógio desceu as escadas e entrou em seu armário ele correu em direção a suas roupas e vestiu sua armadura e seus cinto capa e capuz.

Ele correu em direção a seu avião e entrou acionou os controles e voou para fora da caverna passando pela cachoeira em direção a Metrópoles, por vários minutos em alta velocidade.

E assim enquanto que monitorava em sua tela a imensa e destruidora batalha que acontecia em Metrópoles com a chegada de Superman que tentava desferir socos em direção a alguns mercenários porem cada um deles tinham armas de energia e por incrível que pareça kryptonita isso não tornava mais ou menos fácil.

E enquanto isso em Metrópoles ao ver o carregamento de várias pedras em treminhões enquanto que era dirigido em alta velocidade ele viu em direção aos olhos e câmeras em sua nave.

Lex Luthor observava por suas câmeras tanto de suas instalações quanto da rua e de seus satélites e cada uma das cenas dos satélites e das câmeras externas da mesma forma que Batman o fazia pelos visores e câmeras de sua nave, que ambos observavam.

Enquanto isso em outra parte de Metrópoles que não foi afetada.

No outro lado da cidade, próximo ao centro comercial de Metrópoles, eles ao descontaminaram o local eles conseguiram fazer com que o sinal voltasse e assim o próprio Luthor com ajuda de mais de 7 advogado.

E conseguiram um mandado de soltura e assim ele foi resgatado de sua cela de prisão da Cadmus, o pessoal da limpeza com a ajuda e contribuição de Luthor

Enquanto isso, Superman por sua vez se aproveitando da falta de atenção de outras pessoas...

Ele havia tirado seu terno logo que saiu do centro da cidade indo em direção a um antigo centro de cinema clássico de filmes antigos e assim entrando no cinema e indo em direção a outro local seguindo em direção ao banheiro, e dentro de um banheiro escuro.

Colocando sua roupa azul e vermelha sua cueca vermelha e sua vontade de tentar conquistar Bruce sem saber quando ele irá acordar e quando ele irá responder a seus avanços.

Voando em direção ao centro de pesquisas e diagnósticos de mutação e radiação mais rápido que poderia dizer seu rancor e ódio tanto por si mesmo quanto por Luthor.

Ele deveria era odiar Luthor e caçar o homem, matar ele e enfiar todas aas pedras de kryptonita goela abaixo, seu rancor e ódio por Luthor criava novas proporções, mas não poderia provar.

E ele não tinha como simplesmente ir em direção ao centro da explosão e ou simplesmente arrancar o coração do careca.

Seu desejo era de matar o careca de esquartejar seu corpo e incinerar com seus olhos vermelhos e apertados seus braços rígidos e sua expressão enfurecida.

Ele olhava em direção aos céus escurecidos e observou enquanto voava na direção oposto que o pessoal da limpeza com algas no processo de limpeza, alguns novos procedimentos na limpeza de radiação

Eles viram uma anomalia genética, um extenso problema que se concentrava em cada célula, a mudança hormonal e cromossômica, e o sangue kryptoniano e seus pares de DNA.

E as próprias radiações em potencial em seu efeito prolongado e acumulativo, e a mutação causada de pelos meteoros alteradas pela genética.

Tudo isso se juntou e estava sendo combatido pelo organismo do paciente que estava rejeitando o DNA alienígena e enquanto que o corpo lutava contra seu próprio organismo, e causando uma deterioração nas células e o DNA estava por fim se auto destruindo.

Havia dentro de seu corpo uma batalha em seu próprio organismo que já estava com extensas rejeições das células o seu corpo estava lutando com suas próprias defesas.

E assim causando uma forma similar a câncer protuberâncias e descontrole hormonal e também calombos similares a tumores se espalhando por seu corpo.

E a anomalias genéticas induzidas e assimiladas por um corpo estranho no caso o organismo lutava contra suas próprias defesas que tinham absorvido o DNA de kryptoniana extensa e ainda assim rejeitando as células.

Causando as defesas do organismo a atacar ao próprio corpo, a que viram o organismo estranho, estava já a um organismo debilitado com anomalias cromossômicas já lutando contra uma mutação agora atacando o corpo como se simulasse uma doença autoimune.

As próprias defesas do organismo similar a causando uma forte e poderosa destruição do organismo que por sua vez estava se auto destruindo.

E assim olhavam em direção aos gráficos e planilhas as taxas hormonais similar a doenças autoimunes que atacavam o próprio organismo e assim eles observavam olhando a sua volta e assim eles observavam tudo o câncer.

E como que fosse uma sístole e por simulação de uma leucemia mileoide do cancro que por sua vez simulava uma doença autoimune e ainda assim tudo isso rápido demais até mesmo para curar...

O corpo estava usando suas próprias proteínas para lutar contra as defesas do próprio organismo e com isso eles não poderiam simplesmente resolver de uma hora para outra.

No caso de que olhando ao redor um dos médicos integrantes da junta medica olhava o plano de ataque e nenhum deles naquela sala iriam dizer aos repórteres de plantão.

E era que se tratava não eram seus problemas, e assim ouviram que deveriam se dirigir até o salão oval do hospital e ali estavam vários repórteres quando eles foram questionados ele se entre olhavam e disse uma das medicas e especialistas entre deles ao se levantar.

- Nós somos proibidos pela lei e com relação a sigilo medico paciente de compartilhar qualquer informação a respeito da saúde de nosso paciente... – Dizia para ouvir o que todos tinham a dizer se levantando rápido e questionando um em especial um homem alto de óculos e assim com sotaque caipira. –

- Esse paciente em especial e um dos homens mais ricos da América... – Dizia. – E você nos diz que não pode compartilhar. – Tentava argumentar.

- Por isso mesmo fique bem claro que não e problemas de vocês e que se quiserem saber algo esperem ele se reabilitar. – Dizia. – Quem sabe ele pense em contar. – Dizia. – Em pensamentos de cada um dos médicos seu sigilo era absoluto e que algo como tratando do super-herói mais importando do mundo.

Enquanto que isso eles saiam da sala e voltavam para o corredor em direção ao corredor e seguindo para o último andar do quarto de Bruce Wayne na uti.

O fato que complicava a saúde desse paciente em especial...

Que seu paciente era o Batman e havia roubado kryptonita e muito menos que tinha uma transfusão de sangue de Superman, e ele olhava em direção aos filhos do Batman em suas fotos e as várias câmeras ao redor de Gotham, e viu chegando pelos fundos da entrada da caverna, o menino mais novo e logo o rapaz entre eles.

- Vocês sabem que tudo que disserem ficara nesta sala. – Dizia.

E assim a junta médica eles entravam na sala desses especialistas. – Tudo isso ficara entre nós.

E o que ele compartilhou conosco uma recente transfusão de sangue de Superman. – Dizia com isso eles ouviram um ofego de cada um deles.

- Mas isso e prejudicial? – Perguntou um outro com sua jaqueta de couro.

- Mais que prejudicial... – Dizia um dos especialistas. – O DNA de um humano não pode se misturar a o DNA de kryptoniano causando uma doença autoimune o corpo está rejeitando as plaquetas o organismo está lutando contra o organismo que considera invasor. – Dizia.

– E nesse momento o corpo está causando e simulando uma doença autoimune. – Dizia cada um deles.

- Ao que tudo indica nos somente poderemos dizer que tudo isso e uma anomalia genética extensa que ele compartilhou conosco que ele e o Batman e não queremos saber de mais nada o que procuramos e sobre fisiologia alienígena e a forma de vida que mostra a extensão de seu organismo. – Dizia.

- Aparentemente cada celular e considerada invasora... – Disse um deles.

- Nós precisamos que vocês compartilhem conosco informações de biologia kryptoniana seus dados de informações para podermos encontrar uma forma de reverter a situação. – Disse. – E no caso tudo que puderem compartilhar conosco.

- Nós não sabemos muita coisa, a respeito de Krypton ou biologia kryptoniana. – Dizia.

– Tudo que sabemos foi o que Bruce nos contou. – Dizia um outro ao redor a junta médica...

- Nada... Nada... nem mesmo para ajudar para podermos saber como reverter essa situação. – Dizia.

– Poderemos aumentar as chances...

- Eu vou compartilhar com vocês a respeito de tudo isso...

– Todos olhavam pela janela nessa hora era o kryptoniano encapuzado entrando ali a mulher tinha seios tão grandes quanto da poderosa, e assim falava por tras da máscara naquela sala.

E assim abrindo a porta e entrando...

- Todos os kryptonianos são culpados pela deterioração de Bruce? – Perguntou virando em direção a todos.

- A transfusão feita na semana anterior causando uma mutação e sendo rejeitada logo que foi combatida pelos anticorpos junto a explosão de kryptonita de ontem. – Disse um deles.

- Seu sangue foi rejeitado pelo organismo do paciente forçando-o a atacar o próprio organismo, como um ataque conjunto, uma doença autoimune, junto a mutação genética acarretada pela explosão no centro de Metrópoles...

- E assim foi piorando e quanto a uma transfusão de sangue... – perguntou outra médica

- Seria possível a doze horas atrás... – Dizia com cautela. – Mas as plaquetas e os glóbulos brancos já se uniram ao organismo e defesas do organismo e assim causando extensos danos ao organismo.

E ele acabou por causar uma doença autoimune de que por si mesmo deteriorando o corpo e induzindo uma forma similar por radiação o seu corpo agora tem algo similar a leucemia mileoide por radiação. - Dizia.

– Aparentemente o fato dele ter se submetido a extensa radiação de kryptonita ao longo dos anos e uma imensa bomba que atingiu seu corpo diretamente, e um milagre que já não tenha morrido.

E o fez com que seu organismo se enfraquecesse e suas defesas agora caíram sem plaquetas brancas sem plaquetas vermelhas suas defesas foram comprometidas.

– Então ele está morrendo por causa de kryptonita. – Dizia com aflição. – Eu não poderia simplesmente viver com isso. – Disse ele e assim ele gemeu.

Recuando com as mãos sobre seus olhos ele se encostou na parede. – Poderíamos simplesmente alterar tudo isso...

- Sim e Não... Isso irá acontecer se não resolver logo isso irá acabar morrendo. – Dizia.

– Se sobreviver ele pode acabar vegetativo. – Dizia.

– Mas se resolvermos isso e revertemos os quadros degenerativos se não poderemos regenerar suas células. – Dizia.

E assim eles olhavam em sua direção ele olhou para cada um deles e foi em direção uma das integrantes da junta medica e assim falou.

- Precisamos que você se recomponha e fale ou nos mostre algum arquivo de fisiologia kryptoniana. – Dizia. – O mais rápido possível... – Dizia. – Qualquer dado importante.

– E aqui está. – Entregando um pen drive em suas mãos. – O mais rápido possível. – Disse

- Eu posso ver meu pai? – Perguntou a outra em direção a uma outra mulher encapuzada se dirigindo a outra extremidade da sala...

- Sim, mas seja rápido ele não está consciente. – Disse.

E assim foram levados em direção ao último andar na UTI eles gemeram e engasgaram em sua forma um homem deitado inconsciente com tubos e fios e cabos em seu corpo um respirador e assim pequenos tumores em seu corpo e visto cada silhueta ele tinha tumores em todo o corpo e inchado, ficaram vários minutos.

Eu posso ir e vir em segundos da Torre de Cristal. – Disse e assim ele planou e voou saindo da janela e com imensa velocidade ele seguiu para o sul, em direção ao mar gelado e entrando na Torre de Cristal.

E assim abrindo a porta ele correu e foi em direção aos dados de cristais e com um pequeno pen drive ele sabia que existia uma forma de transferir em dados humanos.

E ele olhava em sua direção e transferiu e assim voou em meio ao vento eu sentia suas próprias lagrimas geladas e ouvindo o choro dos filhos de Bruce, tudo isso por sua causa...

E assim ele chegou até ao hospital e nesse momento ele viu cada um dos especialistas da junta medica o esperando e nessa hora levaram em direção aos seus consultórios e colocaram em um computador.

E deixando a mulher de aço encapuzada no outro corredor, e nessa hora mostrando gráficos e nessa hora os dados baixado em seus arquivos e assim estudando ele olhava em direção ao homem de aço e disse uma mulher alto de cabelos cacheados e pele de bronze.

Nos resolveremos tudo daqui por diante por favor nos deixe resolver. – Disse observando tudo...

Ele saiu pelo corredor e viu que Sara e Yvana retirando suas máscaras, cada uma delas sentadas em uma cadeira lado a lado eles observavam enquanto que com olhares revoltosos em sua direção nenhuma deles gostavam dele naquele momento...

E ali estavam outras mulheres retirando suas máscaras...

- Eu... não queria nada disse. – Dizia. – A única coisa que eu queria era que ele estivesse bem. – Dizia.

– Eu não encontrei outra solução para nada além da transfusão de sangue. – Dizia.

– Eu pensei ter feito algo bom pela vida dele.

- O inferno está cheio de boas ações, Sara. – Dizia Yvana se aproximando.