15 - Capítulo Quinze
Isabella despertou na posição menos provável. Ela tinha se acostumado a acordar sobre o peito de Edward, mas nunca desse jeito.
Uma de suas pernas cruzada acima da dele, seu joelho curvado, descansando desconfortavelmente perto do centro de suas coxas. A perna dele estava firmemente apertada no montículo de seu sexo e à medida que despertava, ela percebeu em mortificação que tinha estado se roçando devagar contra ele.
Agora como conseguiria sair dali? Melhor ainda, como conseguiu ficar assim?
Ela tentou manter-se respirando lenta e calmamente, ignorando o calor que se construía nas profundidades de sua vagina. Ela nunca se sentiu tão úmida, tão em fogo. Seu clitóris estava sensibilizado, inchado, e quando Edward girou contra ela pegou sua respiração no prazer súbito que chicoteou por isto.
Sua mão apertava em seu cabelo, os dedos da outra mão contra a carne nua de sua lateral onde enfiou embaixo de sua camisa. As pontas de seus dedos eram calosas, mornas, e a sensação deles apertando ligeiramente contra sua pele a fez lutar para controlar o calafrio que corria em cima de sua espinha.
Ela podia sentir a excitação que chiava acima de sua carne, prazer e necessidade se misturando em sua circulação sanguínea até que podia apenas respirar por isto. Uma de suas mãos deitava curvada contra seu abdômen duro só polegadas de onde a bulbosa cabeça de seu pênis subia passando o elástico suave de sua cueca. Uma gota pequena, perolada de pré-sêmen brilhava na ponta dele enquanto pulsava eroticamente.
Isabella soube o minuto que ele ficou ciente de suas posições. Seu estômago contraiu. Seu coração começou a correr furiosamente embaixo de sua orelha. Ela podia sentir a tensão sexual aquecendo seu grande corpo agora e o controle cuidadoso que ele usou enquanto sua mão tocava contra seu quadril.
— Melhor se mover. — ele sussurrou com diversão sonolenta. — Estou a dois segundos de fazer algo estúpido.
Isabella ficou quieta. Quanto tempo ela fantasiou sobre isso com ele? Seus braços envolvidos ao redor dela, sua fome aquecendo o ar. Não fazia sentido, até antes de encontrá-lo, e fazia menos sentido agora. Mas ela não podia negar o prazer incrível ou o desejo que cantavam por seu sangue em seu toque.
Os dedos dele moveram-se, tocando ligeiramente a faixa de sua calcinha de renda, de corte francês, enquanto ela olhava fixamente para a cabeça escura de seu pênis em fascinação. Senti-los contra seus lábios no primeiro dia tinha sido uma tentação que só sua fúria permitiu que ela negasse. Ele não teve nenhuma ideia do quanto ela quis abrir seus lábios e o tomar dentro de sua boca. Saborear a umidade espessa que cintilava na ponta, e lamber a cabeça arredondada lentamente.
Ela umedeceu seus lábios em fome.
— Catarina. — ele advertiu-a firmemente enquanto seus dedos dobravam contra seu abdômen duro. — Este é um jogo perigoso, bebê.
Sua voz estava tensa, seu grande corpo quase vibrando embaixo dela.
Melina girou sua cabeça uma fração, seus lábios apertaram embaixo de seu esterno enquanto sua língua espiava fora de sua boca para lambê-lo.
— Porra. — ele endureceu como se tivesse tomado uma chicotada em lugar de uma pequena lambida morna.
Fascinada em sua resposta, ela deixou seus dedos acariciarem a carne de seu estômago mais baixo enquanto seus lábios e língua o acariciaram novamente. O tempo todo ela manteve seu olhar na grossa ereção abaixo.
A cabeça cresceu rapidamente escura, subindo em direção a ela enquanto seus quadris empurravam, e ela imaginou que estava implorando atenção. O pequeno olho derramou outra gota luxuriante de umidade cremosa, tentando-a para provar.
Não existia nenhum medo enquanto ela sentia a estimulação atada em seu corpo. Ele foi cuidadoso, controlado. E ela estava com fome por ele. Não existia nenhuma raiva ou domínio prévio, existia só quente, necessidade espessa enchendo o ar agora. A mesma necessidade com que ela sonhou — ardeu — nos últimos dois anos.
— Cat. — Edward gemeu, o som vibrando contra seu corpo enquanto sua respiração acelerava. — Você tem duas escolhas, bebê. Você pode se mover ou aceitar as consequências.
As consequências sendo seu toque, sua paixão.
Sua mão deslizou mais abaixo, seu dedo indecisamente alcançando para deslizar acima da cabeça úmida, inchada de seu pênis.
Sua profunda respiração era um som de sensação dolorida enquanto um gemido estrangulado deslizava por sua garganta. Seus quadris ergueram-se, apertando sua ereção mais perto enquanto sua língua chamejava fora uma vez mais para saborear a carne abaixo de seu esterno. Ela assistiu enquanto seu dedo alisava acima da quente ereção, sentindo o calor e a dureza que a aguardavam lá.
Seu clitóris pulsava em demanda, uma sensação penetrante de necessidade insuportável correndo em seu ventre. Isabella apertou-se contra a perna dura, seus olhos quase fechando no rasgo de prazer.
— Catarina. — ele rosnou. — Doçura, se não quiser ser fodida, você parará agora.
Ela sorriu devagar. Queria ser fodida, entretanto. Isabel só havia tomado seu pênis em sua boca. Ela soube aquilo de comentários maliciosos de sua irmã. Mas Isabella queria muito mais. Ela queria todo ele, cada centímetro de seu corpo duro cobrindo-a, tomando-a, fazendo-a gritar com prazeres que ela só ouviu falar.
Tremores de sensações trabalhavam acima de seu corpo enquanto ela deixava seu dedo deslizar preguiçosamente em torno da crista de sua ereção. Pulsou, escurecendo mais enquanto ela esfregava sua vagina mais apertada contra seu joelho.
— Cat, o que você quer, bebê? — sua voz afundou enquanto uma mão enfiava-se em seu cabelo, a pressão gentil contra sua cabeça encorajando-a a ir mais baixo, dirigindo-a mais perto.
— Edward. — ela sussurrou implorando.
— O que você quiser, bebê. — ele sussurrou enquanto a inchada cabeça veio para mais próximo, sua mão a persuadindo abaixo para os músculos duros de seu estômago enquanto ela choramingava em uma necessidade desesperada, faminta que não sabia que era capaz.
Ela queria saboreá-lo. Queria saber o quão duro e quente seu pênis seria dentro de sua boca, sentir a pulsação dura de vida embaixo da carne apertada e saber que era para ela.
Isabella estava com a respiração longe, lutando para controlar os tremores duros de resposta que tremiam por sua carne enquanto sua língua alcançou e lambeu devagar acima do pequeno olho que perfurava a cabeça de seu pênis.
Oh sim. Quente. Duro. Ele era todo macho, enorme e pronto para ela.
— Catarina… — a mão em sua cabeça ficou mais pesada. — Tome isto, bebê. Ponha esta quente pequena boca sobre meu pau antes que eu morra por isto.
Ela podia possivelmente ter se negado. Mas Edward? Ela sonhou com ele por muito tempo, desejando-o por muitas de suas próprias fantasias escuras. Não existia nada que ele pudesse fazer para que ela fosse objetar. Nada que ele quisesse, ela podia negá-lo. Não aqui. Não agora.
Sua boca abriu, puxando a inchada cabeça de sua ereção entre seus lábios enquanto sua língua começava a golpear e acariciar, saboreando as pequenas gotas de sêmen que escapavam.
— Oh inferno… — seus quadris ergueram enquanto um som de surpresa intensa deixava seus lábios. — Assim mesmo, bebê. Ah sim, Catarina, chupe meu pau, querida. Tome tudo que você quiser.
Ela iria matá-lo. Que diabos tinha acontecido? Esta não era a experiente, pequena chupadora de paus que engoliu seu pau como ninguém dois anos antes. Esta era sensual, sexual — uma faminta pequena raposa consumindo sua ereção. E ela estava destruindo-o. Nenhuma experiência aqui, mas nenhum era exigida. Só quentes molhadas carícias que o dirigiram para a maior extremidade de seu controle.
Suas frescas, sedosas mãos envolveram seus testículos, testando seu peso suavemente um segundo antes de sua boca deslizar mais abaixo, a cabeça inflamada de seu pau quase tocando sua garganta enquanto ela começava a chupá-lo com faminto abandono. Pequenos, vigorosos gemidos escaparam dela e vibraram em sua ereção, quase mandando-o acima da extremidade.
— Catarina. Querida. — ele apertou seus dentes enquanto lutava para segurar seu controle.
Suas mãos enfiaram-se em seu cabelo suave, segurando-a para ele enquanto empurrava seu pênis mais fundo em sua boca, os gloriosos sons de prazer que ela estava tirando de um ato que o dirigia continuamente mais perto do êxtase.
Ela moveu-se, entretanto, sua boca nunca deixou a carne pulsando passionalmente embaixo do toque dela. Ela se ajoelhou, movendo-se entre suas coxas enquanto ele erguia a cortina de cabelo para ver seu membro que desaparecia entre seus lábios firmemente estirados. Seus olhos reluziram a ele com sexualidade sonolenta, suas bochechas corando e qualquer controle que ele podia ter tido foi atirado naquele segundo.
— Eu vou gozar. — ele grunhiu enquanto ela trabalhava sua carne com fome úmida. — Catarina. — ele podia sentir o fogo subindo sobre sua espinha. — Querida. Eu vou perder isto.
Seu pênis flexionou e seus olhos escureceram mais. Suas mãos apertaram em seu cabelo enquanto suas bolas pararam contra a base de sua ereção e ele sentiu seu sêmen surgir da profundidade de sua alma.
— Merda. — seus lábios recuaram, seus olhos ameaçando fechar, mas ele não quis perder nem um tanto de um momento disso.
Ele sentiu sua semente irromper da ponta dura, lançando pulsações de liberação. Os olhos dela alargaram. Seus lábios pausaram por um segundo antes dela estremecer, gemendo de modo selvagem, sugou e começou a aproximá-lo novamente enquanto cada pulsação desde então era gulosamente consumida.
— Edward. — ela lambeu seus lábios enquanto recuava dele longos segundos mais tarde.
Ela estava selvagem. Seus olhos reluziam febrilmente, o rubor que incendiava seu rosto agora estendia para seus duros apontados seios, fazendo-o louco para fodê-la. Se ele não colocasse seu pau dentro dela, ele enlouqueceria de desejo.
Oi gente! Voltei!
Mais um capítulo, espero que vocês gostem.
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