Chapter 25
E, mais uma vez, Harry estava se esgueirando para fora do Salão Comunal da Slytherin com Nyx em seu pescoço. Ele havia adquirido uma habilidade muito útil: a suavidade nos passos. Ele havia aprendido a controlar o seu peso conforme andava, então ele não produzia nenhum som conforme caminhava com tranquilidade. Em pouco tempo o garoto estava subindo as escadarias da Torre Negra até o seu terraço. De fato, aquele lugar servia como uma prisão. Vários andares de celas e paredes com correntes se estendiam do início ao fim. Harry estava morrendo de cansaço quando finalmente visualizou uma escadinha que levaria até o topo. Ele abriu a portinha de alçapão e subiu os últimos degraus. Suspirando longamente o ar gélido da noite, Harry viu-se no topo da torre. O alçapão por onde passara era logo atrás de uma construção em triângulo demarcando à frente da Torre. Harry apagou a luz da varinha para não ser visto.
- Finalmente. – Nyx rastejou para o chão e voltou para a sua forma original.
- Não começa senão eu te jogo dessa torre. – Harry comentou enquanto recuperava o fôlego.
- Leia esse verso de uma vez. – rastejou pelo local despreocupadamente enquanto Harry revirava os olhos e pegou o pedaço de pergaminho.
- Lumus. – a ponta da sua varinha brilhou e o garoto pode ler as palavras. – "No topo da casa das trevas, a onde os monstros são cativos pelos grilhões e grades, as quatro bestas de pedra no topo são as respostas. Pela essência daquele que está livre, derramada no centro da cobertura as bestas irão dar-lhe os segredos a muito guardados."
- Estamos no topo da Torre. Okay. – Nyx olhou ao redor. – Venha até aqui. – Harry caminhou até a serpente e apagou a luz na varinha. – Agora você está no centro.
- E o que seria a "essência daquele que está livre"? – a serpente olhou atentamente para o garoto.
- O seu sangue.
- Ah tá. – Harry cruzou os braços descrente. – Não está falando sério, não é?
- Infelizmente, sim. Desculpe, filhote.
- E quanto de sangue eu deveria dar?
- Não sei. Só saberemos quando algo acontecer. – se Nyx pudesse, ela teria dado de ombros.
- Que seja, então. – Harry usou a varinha para trazer um pedaço de palha no chão do andar debaixo e o transfigurou em uma adaga.
Guardou a varinha no coldre na sua cintura, estendeu sua mão esquerda e com a direita preparou a adaga. Reunindo toda a sua coragem, Harry cortou a palma da sua mão na horizontal. A lâmina cortando sua pele o fez sentir uma leve dor e ardência, logo seu sangue começou a irromper do corte e começar a pingar no chão. Harry esperava que só algumas gotas bastassem, mas os seus pedidos não foram atendidos e uma poça mediana crescia aos seus pés. Quando ele estava quase desistindo, seu sangue soltou um leve brilho rubro na escuridão e dividiu-se em quatro. Seu sangue rumava até as quatro gárgulas, e, assim que chegou ao eu destino, o chão pareceu absorver o sangue e quatros pequeninos alçapões surgiram.
Harry fez um feitiço simples de cura e o corte na sua mão cicatrizou. Ele rumou até o primeiro alçapão, agachou-se no chão e abriu-o, lá dentro havia apenas uma chave. Nos outros três alçapões restantes também haviam chaves. Quando o garoto finalmente pegou a última chave, os alçapões desapareceram e quatro fechaduras surgiram flutuando no centro do terraço. Sem precisar pensar muito, Harry encontrou a fechadura destinada a cada chave e então elas desapareceram. Como se emergisse da água, um último alçapão surgiu. Harry não aguentava mais abrir alçapões, mas assim ele fez. Dali de dentro ele pegou a próxima pista.
- Vamos? – ainda agachado, estendeu a mão para Nyx, que deslizou enquanto se encolhia até se enrolar no pescoço do garoto. O alçapão da pista desapareceu e Harry desceu para o interior da Torre. – Lumus.
- O que diz aí?
- "No labirinto das escadas, aquela que oculta-se dos tolos é a única que pode levá-lo para o canto álgido sob o quinto céu. Escondido atrás do muro entre o quente e o frio, jaz o cofre com os seus objetivos. Mas cuidado, não entre sem se preparar, pois lá zela o Senhor do Gelo."
- Um problema para o outro dia. – a serpente constatou enquanto Harry guardava o pedaço de pergaminho e descia todas as escadas até o térreo.
- Eu juto que, se não tiver algo muito incrível no final disso, eu irei trazer Merlin de volta dos mortos e torturar ele até a morte.
- Tão sádico. Adorei. – Harry revirou os olhos enquanto Nyx sibilava como se estivesse rindo dele. A descida sempre é mais rápida do que a subida, então Harry já havia chegado aos corredores que o levariam até as masmorras. Mas algo o fez parar abruptamente. Ao longe, quase imperceptível, ele pode ouvir uma voz feminina, porém muito profunda e assustadora. Uma voz que fez seus ossos gelarem e seu coração falhar uma batida.
- Venha... Venha para mim... Me deixe rasgá-lo... Me deixe rompê-lo... Me deixe mata-lo...
E então a voz desapareceu.
- Volte, logo para os dormitórios, filhote. – Nyx olhava ao redor. Harry não discutiu, saiu apressado na direção das masmorras.
- O que caralhos era essa voz? – Harry entrou no quarto transtornado.
- Eu não sei. Mas estava falando em parseltongue. – Nyx comentou enquanto deslizava para o chão e voltava para o seu tamanho original.
- O que aconteceu? – Draco acordou coçando os olhos.
- Nada. Amanhã te conto sobre isso. Volte a dormir. – Harry sorriu tranquilizador e se jogou na sua cama.
Outubro chegou, espalhando, pelos jardins, uma friagem úmida que entrava pelo castelo. Madame Pomfrey, a enfermeira, esteve muito ocupada com uma repentina onda de gripe entre professores, funcionários e alunos. Sua poção reanimadora fazia efeito instantâneo, embora deixasse quem a bebia fumegando pelas orelhas durante muitas horas. Ginny Weasley, que andava pálida, foi intimada por Percy a tomar a poção. A fumaça saindo por baixo dos seus cabelos muito vivos dava a impressão de que a cabeça inteira estava em chamas. Gotas de chuva do tamanho de balas de revólver fustigavam as janelas do castelo durante dias seguidos; as águas do lago subiram, os canteiros de flores viraram um rio lamacento, e as abóboras de Hagrid ficaram do tamanho de um barraco.
O entusiasmo de Marcus Flint pelas sessões de treinamento regulares, no entanto, não esfriou, razão por que Harry pôde ser encontrado, no fim de uma tarde de sábado tempestuosa, nas vésperas do Halloween, voltando às Masmorras, encharcado até os ossos e coberto de lama. Mesmo tirando a chuva e o vento não fora um treino alegre. Draco havia sido chamado por Marcus para discutirem umas regras de reservas, então Harry voltava sozinho para o castelo. Nyx não estava com ele, pois detestava voar.
Todo o time estava exausto, mas nenhum deles se comparava a Harry. Entretanto, mesmo exausto, seus nervos estava à flor da pele com a voz que escutara na noite anterior. Quem havia falado? Ou o que havia falado? Iria matar alguém? Seria Voldemort agindo mais uma vez? Seria Dumbledore tentando mata-lo? Eram muitas perguntas sem respostas. Quando Harry vinha acabrunhado pelo corredor deserto encontrou alguém que parecia tão preocupado quanto ele. Nearly Headless Nick, o fantasma da Torre da Gryffindor, olhava desanimado pela janela, murmurando para si mesmo "... não satisfaz os requisitos... pouco mais de um centímetro, se tanto...". Harry se dava muito bem com Nick, mesmo ele sendo da Slytherin.
- Oi, Nick. – cumprimentou Harry.
- Olá, olá. – Assustou-se ele olhando para os lados. Usava um elegante chapéu emplumado sobre a longa cabeleira crespa e uma túnica com rufos, que escondia o fato do seu pescoço estar quase completamente separado da cabeça. Nick era transparente como fumaça, e Harry via através dele o céu escuro e a chuva torrencial lá fora. – Você parece preocupado, jovem Potter. – disse, dobrando, ao falar, uma carta transparente e guardando-a no interior do gibão.
- Você também. – disse Harry.
- Ah. – fez um aceno com a mão elegante. – Uma questão de menor importância... Não é que eu queira realmente entrar... Achei que devia me candidatar, mas pelo visto "não satisfaço as exigências" ... – apesar do seu tom leve, tinha no rosto uma expressão de muita amargura. – Mas a pessoa pensaria, não é? – disse ele de repente, tirando mais uma vez a carta do bolso – Que ter levado quarenta e cinco golpes de machado cego no pescoço qualificaria alguém a entrar para a Caça Sem Cabeça?
- Ah, sim. – respondeu Harry, que obviamente deveria concordar.
- Quero dizer, ninguém gostaria mais do que eu que o corte tivesse sido rápido e limpo, e que minha cabeça tivesse realmente caído, quero dizer, teria me poupado muita dor e ridículo. No entanto... – o fantasma abriu a carta com uma sacudidela e leu furioso. – "Só podemos aceitar caçadores cujas cabeças tenham se separado dos corpos. O senhor compreenderá que, do contrário, seria impossível os sócios participarem das atividades de caça como Balanço de Cabeça a Cavalo e Polo de Cabeça. É com o maior pesar, portanto, que devemos informar-lhe que o senhor não satisfaz as nossas exigências. Com os nossos cumprimentos, Sir Patrick Delaney-Podmore." – espumando de raiva, Nick guardou a carta.
- Pouco mais de um centímetro de pele e um tendão seguram minha cabeça, Harry! A maioria das pessoas acharia que fui decapitado, mas ah, não, não é o bastante para o Sr. Realmente Decapitado Podmore. – o fantasma respirou fundo várias vezes e então disse, num tom muito mais calmo:
- Então... O que é que o está preocupando? Tem alguma coisa que eu possa fazer?
- Não. – disse Harry. – A não ser que saiba sobre algo estra...
O resto da frase de Harry foi abafado por um miado agudo de alguém junto aos seus calcanhares. Ele olhou e deu com um par de olhos amarelos que mais pareciam globos de luz. Era Madame Norris, a gata esquelética e cinzenta que o zelador, Argo Filch, usava como uma espécie de delegada na sua luta incansável contra os estudantes.
- É melhor você sair daqui, Harry. – disse Nick depressa. – Filch não está de bom humor, pegou a gripe, e uns alunos do terceiro ano sem querer grudaram miolos de sapo pelo teto da masmorra cinco. Ele esteve limpando a manhã inteira e se vir você pingando lama para todo lado...
- Certo. – disse Harry se afastando do olhar acusador de Madame Norris, mas não foi suficientemente rápido. Atraído ao local pela força misteriosa que parecia ligá-lo àquela gata nojenta, Argo Filch irrompeu de repente pela tapeçaria à direita de Harry, chiando furioso à procura do infrator. Trazia um lenço de grossa lã escocesa amarrado à cabeça e seu nariz estava estranhamente purpúreo.
- Sujeira! – gritou, os maxilares tremendo, os olhos assustadoramente saltados, apontando a poça de lama que pingava das vestes de quidditch de Harry. – Bagunça e sujeira por toda parte! Para mim, chega, é o que lhe digo. Venha comigo, Potter!
Então Harry acenou um triste adeus a Nearly Headless Nick e acompanhou Filch ao andar de baixo, duplicando o número de pegadas de lama no assoalho. Harry nunca estivera no interior da sala de Filch antes; era um lugar que a maioria dos estudantes evitava. O local era encardido e escuro, sem janelas, iluminado por uma única lâmpada de óleo pendurada no teto baixo. Um leve cheiro de peixe frito impregnava a sala. Arquivos de madeira estavam dispostos ao longo das paredes; pelas etiquetas, Harry pôde ver que continham detalhes sobre cada aluno que Filch já castigara. Fred e George Weasley tinham uma gaveta separada. Uma coleção muitíssimo polida de correntes e algemas estava pendurada na parede atrás da mesa de Filch. Era do conhecimento geral que ele estava sempre pedindo a Dumbledore que o deixasse pendurar os alunos no teto pelos tornozelos. Filch pegou uma pena no tinteiro em cima da mesa e começou a procurar um pergaminho.
- Bosta! – resmungou furioso – Bosta frita de dragão... Miolos de sapos... Tripas de ratos... Para mim já chega... Vou fazer disto um exemplo... Onde está o formulário... Aqui... – ele retirou um grande rolo de pergaminho da gaveta da escrivaninha e abriu-o à sua frente, mergulhando a longa pena negra no tinteiro. – Nome... Harry Potter. Crime...
- Foi só um pouquinho de lama! – exclamou Harry.
- Foi só um pouquinho de lama para você, moleque. Mas para mim é mais uma hora de limpeza! – gritou Filch, uma gota nojenta estremecendo na ponta do nariz de bolota. – Crime... Sujar o castelo... Sentença sugerida... – Filch, secando o nariz sempre a pingar, lançou um olhar desagradável a Harry, que esperava prendendo a respiração, a sentença desabar sobre sua cabeça. Mas quando Filch baixou a pena, ouviu-se um forte estampido no teto da sala, que fez a lâmpada a óleo chocalhar. – PEEVS! – rugiu Filch, atirando a pena no chão num assomo de raiva. – Desta vez eu te pego! Eu te pego!
E sem nem olhar para Harry, Filch saiu correndo da sala, com Madame Norris do lado. Peevs era o poltergeist da escola, uma ameaça aérea e sorridente que vivia a provocar desordem e aflição. Harry não gostava muito do Pirraça, mas não pôde deixar de se sentir grato pelo seu senso de oportunidade. Era de esperar, seja o que for que Pirraça tivesse feito (e parecia que desta vez estragara alguma coisa muito importante), desviasse a atenção de Filch de Harry. Achando que devia provavelmente esperar Filch voltar, Harry afundou em uma cadeira comida por traças ao lado da escrivaninha. Sobre ela só havia uma coisa além do formulário incompleto: um envelope roxo, grande e brilhante com letras prateadas na face. Com uma olhada rápida à porta para ver se Filch já estava voltando, Harry apanhou o envelope e leu:
"KWIKSPELL
Um curso de magia por correspondência para principiantes"
Intrigado, Harry sacudiu o envelope aberto e puxou o maço de pergaminhos que havia dentro, com inscrições prateadas dizendo:
"Você se sente antiquado no mundo da magia moderna? Vê-se inventando desculpas para não executar feitiços simples? Ouve caçoadas por manejar tão mal uma varinha de condão? Temos a solução! Kwikspell é um curso inteiramente novo, que garante resultados rápidos e fácil assimilação. Centenas de bruxos e bruxas já se beneficiaram com o método do Kwikspell! Madame Z. Nettles of Topsham nos escreve: 'Eu não tinha memória para guardar encantamentos e minhas poções eram motivo de riso na família! Agora, depois do curso Kwikspell, sou o centro das atenções nas festas, e meus amigos me pedem a receita da Minha Solução Cintilante!' Bruxo D. J. Prod of Didsbury nos conta: 'Minha mulher costumava caçoar dos meus feitiços pouco eficazes, mas depois de um mês no seu fabuloso Kwikspell consegui transformá-la num iaque! Muito obrigado, Kwikspell!'"
Fascinado, Harry correu os dedos pelo resto do conteúdo do envelope. Para que na vida Filch queria um curso Kwikspell? Será que isto queria dizer que ele não era um bruxo formado? Harry estava começando a ler a "Lição Um: Como segurar sua varinha (Algumas dicas úteis)" quando o ruído de passos arrastados pelo corredor lhe avisara que Filch estava voltando. Harry enfiou o pergaminho de volta no envelope e atirou-o sobre a mesa pouco antes da porta se abrir. Filch exibia um ar triunfante.
- Aquele armário que desaparece foi muitíssimo valioso! – disse todo alegre à Madame Norris. – Vamos acabar com o Peevs desta vez, minha doce...
Seus olhos pousaram em Harry e daí correram para o envelope do Kwikspell que, o garoto percebeu tarde demais, fora colocado meio metro mais longe do que estava antes. A cara cerosa de Filch ficou vermelho-tijolo. Harry se preparou para uma maré de fúria. Filch capengou até a escrivaninha, agarrou o envelope e jogou-o dentro de uma gaveta.
- Você... Você leu...? – gaguejou.
- Não. – mentiu Harry depressa. Filch torcia as mãos nodosas.
- Se eu sonhar que você leu a minha, minha não, a correspondência de um amigo, seja como for, mas... – Harry olhava fixo para ele, assustado; Filch nunca parecera mais furioso. Seus olhos saltavam, um tique nervoso estremecia sua bochecha mole, e o lenço escocês não melhorava sua aparência. – Muito bem, pode ir, e não diga uma palavra, não que... Mas, se você não leu, vá logo, tenho que fazer o relatório sobre o Peevs, vá... – espantado com a sua sorte, Harry saiu correndo da sala e tomou o corredor de volta para o saguão. Escapar da sala de Filch sem castigo provavelmente era uma espécie de recorde na escola.
- Harry! Harry! Funcionou? – Nearly Headless Nick saiu deslizando de uma sala de aula. Atrás dele, Harry pôde ver os destroços de um grande armário preto e dourado que parecia ter sido jogado de uma grande altura. – Convenci Peevs a largá-lo bem em cima da sala de Filch. – disse Nick ansioso. – Achei que iria distraí-lo...
- Aquilo foi você? – perguntou Harry, grato. – Funcionou sim, eu não peguei nem uma detenção. Obrigado, Nick! – os dois saíram juntos pelo corredor. Nearly Headless Nick, Harry reparou, ainda segurava a carta de recusa de Sir Patrick.
- Eu gostaria de poder fazer alguma coisa sobre a Caça Sem Cabeça. – comentou Harry. Nick parou de repente, e Harry passou por dentro dele. Gostaria de não ter feito isso; era como entrar embaixo de um chuveiro gelado.
- Mas tem uma coisa que você pode fazer por mim. – disse Nick animado. – Harry, seria pedir muito, mas, não, você não iria...
- Aonde?
- Bem, este Halloween será o meu quingentésimo aniversário de morte. – disse Nearly Headless Nick, empertigando-se com o ar solene.
- Ah! – exclamou Harry, sem saber se devia fazer cara triste ou alegre com a notícia. – Certo.
- Estou dando uma festa em uma das masmorras maiores. Vêm amigos de todo o país. Seria uma honra tão grande se você pudesse comparecer! Seus amigos também seriam muito bem-vindos, é claro. Mas você não vai preferir comparecer à festa da escola? – ele observava Harry cheio de dedos.
- Não. – disse Harry depressa – Eu vou...
- Meu caro rapaz! Harry Potter no meu aniversário de morte! E... – hesitou, parecendo agitado – Você acha que seria possível mencionar a Sir Patrício que me acha muito assustador e impressionante?
- Claro... Claro. – o rosto de Nick se abriu num grande sorriso.
