16 - Capítulo Dezesseis

Qualquer coisa já tinha sido tão selvagem? Tão impossível de negar? Isabella ofegou enquanto Edward a colocava de costas no colchão. Cada centímetro de suas largas, calosas palmas alisando sobre sua carne antes dele estirar seus braços acima de sua cabeça e lentamente vir sobre ela.

— Eu continuo dizendo a mim mesmo para esperar. — sua voz rosnou acima de suas terminações nervosas, enviando um tremor de prazer abaixo de sua espinha enquanto seu ventre convulsionava em necessidade.

Seu corpo estava tenso, brilhando com transpiração enquanto ele se apertava acima dela, suas coxas em cada lado das dela, suas mãos movendo lentamente através de seus braços erguidos. Isabella não podia controlar sua respiração ou a resposta que surgia por ela. Estava tremendo com a necessidade de tê-lo enchendo seu atormentado sexo. Seu clitóris era um pulsar de ardente desejo agora, o calor liso cobrindo as curvas de sua vagina, intensificando sua sensibilidade.

— Por que esperar? — ela estava ofegando, olhando-o fixamente, estremecendo enquanto as mãos dele lentamente emolduraram seus seios inchados.

Sua expressão era sonolenta, seu cabelo acobreado caindo sobre sua frente, enquanto seus olhos verdes escureciam quase para preto.

— Porque eu quero fazer você tão quente e tão louca quanto eu sou agora mesmo. — ele sussurrou, sua voz tão sexy, tão sensualmente escura e funda que ela choramingou no som.

Ela podia estar quase no clímax apenas ao som de sua voz áspera. Era poderosa, insinuando segredos proibidos e prazeres de êxtase somente imaginados.

— Você quer dizer que eu já não estou? — ela gemeu fracamente, seus dedos apertando o lençol acima de sua cabeça enquanto ele continuava a olhar fixo, atentamente em seus seios firmes erguidos. — Edward, se eu ficar qualquer coisa mais quente, iremos os dois subir em chamas.

Ele levantou seus olhos. A pura fome carnal refletida em seu olhar.

— Sim. — ele cerrou seus dentes em um apertado sorriso. — Nós poderíamos.

Sua respiração pegou em seu tórax, empurrando seus seios mais perto dele enquanto seus dedos se juntavam acima das pontas sensíveis. O prazer estremecia por ela. Era primoroso, afiado, fazendo correr lanças de sensações que perfuravam seus mamilos e aceleravam por seu ventre. Ela pegou seu lábio inferior entre seus dentes, lutando para conter os gritos que ameaçavam estourar de sua garganta.

Podia sentir o prazer daquele toque simples rodando por seu corpo, construindo a faixa crescente de tensão mais apertado em seu útero. Ele a observou enquanto seus dedos apertavam os cumes tenros novamente. Seus olhos cintilavam em satisfação enquanto ela vacilava das sensações extremas.

— Tão receptiva. — ele murmurou enquanto sua cabeça descia mais baixo, sua língua umedecendo seus lábios um segundo antes de enrolar ao redor de uma ponta tensa.

— Edward. — ela quase gritou enquanto suas mãos soltaram os lençóis e voaram até agarrar seus ombros úmidos.

Isabella curvou-se involuntariamente. Fervente excitação curvou seu corpo enquanto ele atraia a ponta em sua boca, aplicando uma firme sucção forte que a teve se retorcendo embaixo dele. Era muito intenso, muito prazer. Seus olhos fecharam, seus quadris puxando em direção ao comprimento de seu pênis contra sua coxa mais abaixo.

Um segundo mais tarde, ele a livrou da tortura primorosa, seu olhar subindo enquanto seus olhos abriam sonolentamente.

— Deus, você é bonita. — ele sussurrou enquanto seus lábios moviam-se para os dela. — Tão bonita que leva minha respiração. Mas você sabe disto, não é, Catarina?

Guturais e intensas, as palavras não importaram tanto quanto seus lábios alisando sensualmente acima dos seus, criando um prazer áspero que a teve implorando por mais.

— Por favor, Edward. — ela sussurrou enquanto ele beijava o canto de seus lábios, suas mãos envolveram seus seios, seus dedos acariciando e tocando seus mamilos, enviando arcos diabólicos de prazer diretamente para sua dolorida boceta.

Ele lambeu seus lábios enquanto ela abria-se para ele, respirando difícil e irregularmente, necessidade cortando junto a seus nervos enquanto ela lutava contra sua força. Ele segurou-a quieto, curvado acima dela, seu corpo maior controlando o menor dela, facilmente.

— Deixe-me dar prazer a você, Catarina. — seus lábios acariciavam os dela à medida que falava. — Deixe-me mostrar a você quanto eu amo ouvir seus gritos e seus apelos. Deixe-me mostrar a você o quão bom posso ser, bebê.

Ele iria matá-la. O beijo, quando finalmente veio, era tão guloso, quente e faminto que seus lábios e língua rasgaram por qualquer resistência que ela podia ter pensado que tinha. Suas mãos vagaram acima de seu corpo, uma mão junto a sua barriga enquanto ele abria suas pernas e separava-as lentamente.

Isabella ofegou enquanto alcançava seus quadris. Seus olhos, protegidos por pestanas espessas, assistiam-na com luxúria aquecida enquanto seus dedos deslizaram entre suas coxas. Os olhos de Isabella cresceram enquanto os dedos dele circulavam seu inchado clitóris. O toque enviou a seu sistema uma revolta de sensações enquanto ela lutava para respirar pelo prazer explodindo junto a seus sentidos.

— Você terá um gosto tão bom lá, quanto tem em todos os outros lugares, Catarina?

Uma afiada detonação de prazer explodiu em seu ventre com sua pergunta. Ela empurrou, choramingando contra a intensidade disto. Suas mãos apertaram em seus ombros enquanto ele separava mais suas coxas, se movendo mais baixo junto a seu corpo.

— Vamos ver se você é tão boa aqui, bebê.

Sua língua batia pelas nuas, rechonchudas curvas, então enrolou ao redor de seu clitóris um momento antes dele puxar o pequeno botão em sua boca. Ele zumbiu contra isto, um som de luxúria e satisfação enquanto seus quadris surgiram mais perto de sua boca quente.

Apertando suas mãos em seus quadris, Edward a segurou no lugar enquanto começava sua campanha para deixá-la louca com suas lambidas lentas, famintas e carnais que ele tirou de seu gotejante sexo.

— Tão bom… — ele murmurou enquanto viajava mais abaixo, sua língua rodeando a entrada de sua vagina. — Tão doce e quente… — ele a invadiu lentamente enquanto o gemido tumultuoso de Isabella ecoou ao redor deles.

Ela lutou para se segurar sobre o último fragmento de controle. Lutando para conter-se, apreciar sem se perder em seu toque, mas da primeira carícia ela tinha sido um destruída e sabia disto. Quando ele ergueu suas coxas, abrindo-a mais, e mergulhou sua língua na apertada caverna aquecida de sua vagina ela desistiu da última medida de sanidade.

Ela nunca tinha sido amada assim. Nunca tinha sido tomada com tal intento carnal quanto Edward estava tomando-a agora. Sua língua fodia bem fundo em seu sexo em chamas, bombeando nela com golpes ferozes enquanto a lançava mais alto, mais fundo na correnteza a aguardando. Chicoteantes arcos de calor chamejavam por ela, aquecendo sua carne, sensibilizando cada terminação nervosa, enquanto ela se estendia mais perto para o inferno que construía em seu útero.

— Edward. Oh Deus. Eu não posso suportar isto… — Isabella se moveu embaixo dele, sua voz subindo em reação para o prazer extremo que se apressava por ela. — Edward…

Ela estava apavorada, alegre, desejando e ainda desesperada para recuar. Os impulsos contraditórios estavam quebrando sua sensação de realidade.

— Não. — ela quase gritou a palavra enquanto ele recuou, movendo-se depressa entre suas coxas enquanto curvava-se através dela e abria a pequena gaveta na mesa ao lado da cama.

— Preservativo. — ele ofegou.

Ao mesmo tempo, a grossa de seu pênis se aninhou na entrada apertada de seu sexo. Eles congelaram, respirações ásperas, luxúria chiando ao redor deles.

— Merda. — ele pareceu ofegar enquanto seus quadris empurravam, só para enterrá-lo marginalmente mais fundo.

Isabella sentiu o convulsivo aperto de sua vagina, o faminto movimento de ordenha em seus músculos enquanto a carne de Edward os estirou apertados. Carne nua, quente, enterrada dentro dela. Um perigo. Ela ofegou, lutando para não tentar o controle que ele estava tentando impor acima de seu grande corpo. Mas era tão bom.

— Edward… — ela se sacudiu enquanto sentia a cabeça pulsar dentro dela, dirigindo-o mais fundo.

— Preservativo. — ele rosnou novamente, puxando um da gaveta um segundo antes de dirigir bem profundo dentro de sua carne apertando.

A realidade não mais existiu de qualquer jeito, modo ou forma. Existia só isto. Edward enterrado dentro dela, quente e duro como aço, fodendo-a com golpes fundos enquanto ela gritava embaixo dele. As pernas de Isabella envoltas ao redor dele batendo seus quadris, suas mãos agarrando seus ombros enquanto ele a segurava perto, estocando vigorosamente em sua abertura molhada.

Cada golpe afundou mais nas profundezas de sua vagina, acariciando o tecido sensível, nervos delicados ásperos até um final, fraco grito de Isabella que lutava a batalha final com o orgasmo tomando, e perdendo. Ela explodiu embaixo dele, as raias quentes brancas de êxtase surgiam por seu corpo enquanto sua vagina apertava espasmodicamente ao redor de seu mergulhado pênis.

Um segundo mais tarde ela sentiu Edward gozar. Jatos quentes, duros de sêmen que derramavam nela enquanto ele gemia seu nome roucamente, sua voz torturada, escura e faminta. O calor aquecido a quebrou novamente, mandando-a mergulhar impetuosa em um menor, mas um orgasmo não menos destrutivo que deixou-a fraca e terrivelmente assustada que acabou de dar a este homem mais que seu corpo. Deu a ele seu coração.

Ela não era Isabel Catarina Swan. Edward segurou-a perto de seus braços, sentindo sua respiração suave contra seu peito, seu corpo relaxado em esgotamento, e admitiu a verdade que ela desesperadamente tinha tentado convencê-lo. Ela não era Isabel. Ela era Isabella.

O que significava que Emmett mentiu para ele. Mas por quê?

Ele alisou de volta a mecha de cachos vermelhos e olhou fixamente abaixo em seu rosto dormente sombriamente. Que diabos ele fez? De alguma maneira conseguiu apaixonar-se por uma mulher e nem mesmo sabia quem ela era. Era apavorante. Era... Inferno, estava profundamente envolvido.

Ele retraiu uma respiração funda e ignorou a ereção que implorava para outra dose de êxtase. Nada se aproximava do prazer que ele experimentou enquanto mergulhava seu pênis dentro de seu aquecido sexo desprotegido. Tinha sido um suicida o minuto que sem querer enterrou a cabeça de sua ereção dentro dela. Ele tentou, entretanto, assegurou a si mesmo. Inferno, ele tinha segurado o preservativo em sua mão até enquanto jorrava sua semente profundamente dentro das quentes profundezas de sua vagina.

O que agora?

Deus, ela era bonita. Agora ele entendia a inocência em seus olhos, a pele sem linhas, pura de seu rosto. Seu riso, inalterado e então frequentemente livremente dado. Sua alegria por aquele apanhador de rato preto que deu tanto afeto.

Ele duvidava que ela alguma vez já usara drogas em sua vida. Não existia nenhuma marca em seus braços, nenhum comportamento furtivo, nenhuma retirada. Não havia nada disso, porque ela não era Isabel.

O que porra Emmett estava tentando empurrar nele? A carranca de Edward franziu fortemente enquanto, suavemente desembaraçava-se de sua amante dormente e puxava um par de calças do pijama antes de deixar o quarto calmamente. Emmett chamou várias vezes os primeiros dois dias para averiguar sobre Isabel. Edward bufou. O outro homem sabia o que diabos havia feito. Agora Edward queria saber por que. E a razão, seria melhor ser uma malditamente boa.

Ele deslizou no andar de baixo e em seu escritório, sua raiva se construía com cada passo. Existiram momentos que ele tinha sido injusto em seu tratamento a ela. Não foi fácil com ela. A casa estava imaculada, o pó estava agora com medo de entrar, e o lugar cheirava como ela. O tentador sutil odor de mulher parecia passado em todo canto e fresta da casa.

Suspirando cansadamente, ele levantou o telefone e depressa discou o número de Emmett. Vários toques mais tarde, o outro homem respondeu.

— Você tem dois minutos para me dizer por que você, diabos, mentiu para mim. Se a explicação não for satisfatória, então sua voz rivalizará com a de Isabella em doçura e suavidade feminina.

Houve um silêncio longo na linha. O choque e a compreensão súbitos encheram a linha.

— Merda. — Emmett finalmente disse. — Não importa o que você faça para mim mais tarde, Edward, não a deixe fora de sua visão agora mesmo. Ela está em mais perigo do que você sabe…


OMG! Que capítulo!

Finalmente o Edward descobriu a verdade e agora?

Gostaria de agradecer aos comentários do capítulo anterior, vocês foram incríveis!

Continuem comentando! Bjos! :)