It's been two years since I let you go

I couldn't listen to a joke or Rock and Roll

Muscle cars drove a truck right through my heart

P.o.v' s Nico

Dois dias Depois

Estava no corredor de saída, lado a lado com Annabeth e Bianca, saindo em direção a nossa missão de resgate, onde da qual eu não aceitaria nada mais do que o sucesso, já Bianca, ficava ao meu lado tentando me fazer mudar de ideia

- Nico por favor, você não pode sair em uma missão assim tão cedo, precisa se recuperar - disse ela em uma de suas súplicas

- Por favor digo eu Bianca, já chega disso - falou Annabeth com um tom de irritação em sua voz

- Más eu tô com um mau pressentimento - disse ela parando em nossa frente, bloqueando a saída

- Escuta Bianca, vai ficar tudo bem, eu vou estar de volta logo - falei abraçando a mesma que me apertou com força

- Se cuida viu, vou ficar esperando - disse ela se desvencilhando do abraço e dando um paço para trás, me olhando dos pés a cabeça e soltando um sorriso

- Vou voltar rápido - falei acompanhando Annabeth que entrara em um veículo a frente. Entrei e me sentei ao lado da mesma que não tardou a começar a falar

- Precisamos repassar o plano - disse ela com seriedade

- Está bem, primeiro temos que explicar onde estivemos - disse a Annabeth que estava atenta

- E onde estivemos? - perguntou ela logo em seguida

- Caminhamos até os entornos de L.A e quando eu cheguei lá eu fiquei com medo da cidade e decidi voltar - falei me lembrando das explicações exaustivas de Thalia sobre o plano

- Isso, e quando entrarmos? - disse ela me olhando

- Eu tenho que me explicar para Taylor, e depois convencer Will e Léo de que precisamos sair de Wig's

- E se eles não se convencerem? - perguntou ela

- Vou ter que aplicar o soro da memória enquanto eles dormem - falei com medo dessa parte

- Ótimo, e a última parte? - perguntou mais uma vez me olhando com um breve sorriso

- Tenho que levar eles durante a noite para o ponto de encontro, onde você deve estar com o Luke, pronta pra extração - falei com excitação

- E o mais importante? - perguntou ela novamente

- Não ser visto - disse a ela em seguida

- E o prazo? - perguntou pela última vez

- Temos no máximo 4 dias pra fazer tudo isso - falei sentindo um calafrio

- Ótimo, muito bom para um treinamento de dois dias - falou ela se ajeitando no banco

- Obrigado - disse me sentindo um tanto nervoso

Algumas horas depois

Estávamos no local marcado, um ponto de ônibus próximo a uma pizzaria nos entornos de L.A, Annabeth tinha mandando a localização para Taylor e já haviam mandado Caronte para nos buscar, este que não demorou a chegar. Annabeth e eu entramos no carro sem falar nada, Caronte me deu uma breve olhada e começou a dirigir, um silêncio sepulcral se instalou dentro do carro enquanto o mesmo ladeava rumo a Wig's. A estrada era conhecida, más agora que era dia, eu via quão sinistra era a diferença de clima ao entrar na floresta, a escuridão parecia estar maior, o quê fez Caronte acender os faróis do carro, se mantendo em ritmo lento ao passar pelas bacadas da estrada irregular, até chegar na mesma árvore caída da última vez, Caronte pegou seu celular, fez a ligação e a árvore se deslocou, dando espaço para passagem revelando o portão, que não tardou a se abrir e mostrar uma cena um tanto apavorante. Haviam barricadas ao redor do portão com vários atiradores de elite preparados para fuzilar qualquer coisa que eles considerem ameaçadora. Olhei para Annabeth de relance e vi que a mesma se mantinha neutra, escondendo qualquer tipo de surpresa

- O quê é isso tudo? - perguntei a Caronte que movia o carro por um ziguezague entre as barricadas que ao todo eram 3 de cada lado

- Reforçaram a segurança contra invasões desde o VMA, parece que vazaram imagens daqui de dentro, nada comprometedor, já que parece uma foto de subúrbio normal - disse ele descontraído

Nada mais foi dito desde então, o carro acelerou e foi rumo a minha antiga casa, e a cada esquina que se passava, sentia o nervosismo aumentando. Logo o carro parou, olhei ao redor e vi que não estava perto de minha casa más sim da de Percy, o que me fez abaixar a cabeça com o intuito de me esconder dos olhos do mesmo. Annabeth se despediu e desceu do carro, entrando em casa rapidamente

- Vamos logo, não quero ver Percy - falei a Caronte que deu partida e foi rumo a minha casa, demorando muito pouco para chegar. Pela janela eu podia ver ela, Taylor estava parada na varanda com uma cara horrível, parecia não ter dormido muito, e era evidente que a mesma ficara ansiosa ao ver que o carro havia em fim chegado. Não posso negar que tenha ficado com pena, apesar de não ser minha mãe, ela cuidou de mim por bastante tempo, além do fato de que ela não tinha ciência de quais atrocidades eram feitas dentro de Wig's. Desci do carro relutante sempre de cabeça baixa, porquê independente de tudo, ainda sentia culpa por tudo isso, não queria vê-la sofrendo. Fui andando devagar até ser parado de forma brusca por ela que me abraçava com força enquanto chorava de forma agonizante, o quê me fez chorar também

- Des-desculpa - falei aos prantos junto com ela que se afastou e me olhou com as mãos em meus ombros

- Não pre-precisa se des-desculpar, eu entendo os seus motivos - disse ela me soltando e limpando os seus olhos. Fiz menção em dizer algo más fui impedido pela mesma que começou a falar novamente

- Você emagreceu muito! Precisa comer - disse ela me pegando pelo braço e me levando casa a dentro

- Não precisa eu comi antes de vir - falei para ela que me olhou com censura, e como eu não tinha muitas opções, cedi a comida

- Senta aí, preciso te perguntar algumas coisas e depois te explicar algumas regras - falou ela se sentando na mesa da cozinha, se servindo de uma xícara de café

- Tá bom - concordei me sentando, pegando uma fatia pequena de bolo

- Você está bem? Sei que você fugiu por causa da pressão, confesso que as vezes tenho vontade de fazer isso também, más os riscos são muitos - disse ela após um longo gole de café

- Eu estou bem, Annabeth me ajudou, deu conselhos e tudo, sem ela eu não teria conseguido voltar - falei a ela com uma certa omissão, porém com sinceridade

- Que bom, não vou desperdiçar tempo com discursos e broncas porquê você já é grande o suficiente para entender a gravidade dos seus atos - falou ela em um tom tranquilamente severo

- Sim, eu entendo - falei tentando desviar o olhar

- Ótimo. Agora, não se te disseram, más rolou uma foto daqui de dentro e agora a segurança está extremamente rígida, então cuidado ao sair nas ruas, lembre que as revistas estão farejando o seu rastro como um bando de hienas carniceiras atrás de uma preza ferida - disse ela me olhando nos olhos, o que me fez sentir um arrepio

- A, e eu também comprei um celular novo pra você, e também contratei um segurança pra te acompanhar toda vez que sair de casa - disse ela me entregando a caixa que continha o celular novo. Me levantei e abracei ela em um gesto de gratidão e depois me sentei novamente

- Percy sabe? - perguntei a ela que arqueou uma sombrancelha

- Não, a mãe dele inventou uma desculpa pra ele não fazer nenhuma besteira - disse ela rapidamente

- Eu nunca gostei dele, e-eu não sei porquê aceitei o pedido, acho que foi medo de um escândalo na frente de tantos repórteres - disse a ela que se mantinha neutra ao que eu dizia - eu só queria ajudar, ele se culpa e se vitimiza por tudo

- Querido, eu te entendo, não precisa se explicar - disse ela rindo

- Isso é verdade mesmo? - disse uma voz, uma voz que eu conhecia muito bem, uma voz que ao escutar ressonar pela casa me fez estremecer e me aquecer, como se todas as estrelas do universo brilhacem dentro de mim. Will estava alí, me virei para olhar para o mesmo que já havia retomado o loiro nos cabelos e estava um tanto pálido

- Vou deixar vocês a sós - disse minha mãe se levantando e desaparecendo andar a cima, me deixando no cômodo com Will

- É verdade sim Will, nunca existiu nada, e assim que possível, vou deixar isso o mais claro possível para Percy - falei me levantando e encarando o mesmo. Will ficou alí relutante, más logo correu até mim, parando com apenas dois centímetros de distância entre nós, o que me permitia sentir o calor de seu corpo. Não aguentei e não me segurei, fui pra cima de Will como se ele fosse a única coisa que importasse no mundo inteiro, iniciei um beijo violento e calmo ao mesmo tempo, desesperado por contato e atenção, desejos que foram alimentados nos últimos dias pela distância. Will retribuía com maestria, apesar de ficar chocado no início o mesmo não tardou a corresponder a altura, se separando apenas pela falta de ar. Ficamos alí no enlace do abraço um do outro com as testas encostadas, o que me fez sorrir

- Senti saudades - disse ele se afastando e me olhando, o que me permitiu ver uma pequena lágrima saindo de seu olho direito, e um sorriso encantador surgindo aos poucos

- Que tal um pouco de privacidade? - perguntei olhando para o mesmo que sorriu mais ainda em resposta. Peguei em sua mão firmemente, o arrastando para o andar de cima e entrando no meu quarto, tranquei a porta e me virei para ele e disse

- Shiiii, não pode fazer barulho - falei colocando a minha mão esquerda em sua boca, enquanto a direita traçava um rota lenta pelo corpo de Will, com um destino muito específico. Alisei seu membro por cima de sua calça sentindo a tensão que o mesmo estava provocando sobre o tecido devida a sua ereção.Will me olhava um tanto espantado, más não fazia menção alguma para que eu parasse. Peguei ele pelos ombros, mordisquei o seu pescoço enquanto o mesmo arfava cada vez mais alto

- Tsc tsc, vou ter que te punir por fazer barulho - falei pegando ele pela gola da camisa e jogando o mesmo em cima da cama

- Tira a camisa - ordenei ao mesmo que não tardou a fazer. Parei aos pés da cama e observei o mesmo que parecia espantado, desci os olhos pelo seu corpo observando cada detalhe de seu abdômen definido, o que me fez sentir a excitação aumentar. Avancei contra o mesmo, distribuindo beijos e pequenas mordidas por todo o seu corpo, o que vez ou outra fazia ele gemer. Me levantei logo em seguida me posicionando de quatro sobre ele que sorria pra mim, cheguei bem perto do seu ouvido e disse

- Não se esqueça de fazer silêncio - e logo em seguida eu sentei em cima do seu quadril, mechendo lentamente sobre ele, o que me fez sentir toda a animação se seu membro por baixo da calça, o que em fim fez com que ele reagisse. Ele me agarrou pela cintura e me virou contra a cama, invertendo as posições, deixando ele sobre mim com um sorriso desdenhozo

- Agora é minha vez - disse ele atacando meu pescoço em um chupão que com certeza deixaria uma marca sobre o local amanhã, não aguentei e deixei escapar uma arfada alta, e Will que percebeu isso, aproveitou da oportunidade para me punir. Ele tirou minha camiseta e minha calça me deixando apenas com a boxer preta, marcada pela minha ereção. Will vendo isso com uma oportunidade, abaixou a mesma, encarou meu membro e depois o colocou pra dentro de sua boca, me fazendo arrepiar por inteiro. Ele ia devagar, devagar de mais, me deixando inteiramente agoniado e estasiado de prazer, e quando ele viu que eu estava próximo de atingir o ápice ele parou, se levantou e me olhou sacana e começou a tirar as calças, juntamente com a sua cueca, deixando a mostra seu membro rígido e pulsante. Will veio até mim, ficando por cima e colocando a mão em minha boca, assim com havia feito com ele mais cedo

- Sem barulho viu, agora lambe - disse ele indicando os dedos, ordem que não tardei a obedecer, o mesmo se afastou e parou e minha frente, insinuando que começaria as preliminares

- Está pronto? - perguntou ele sorrindente

- Vai logo - disse a ele já impaciente pela demora, e foi aí que senti o primeiro dedo entrando, com uma sensação incômoda de ardor e de prazer misturadas em uma, e assim ele ficou até perceber que eu me acostumara, o que fez ele colocar outro dedo iniciando movimentos de tesoura, que assim como antes traziam certo desconforto, más era algo que passava com o tempo, e assim seguiu até o terceiro dedo, e ao ver que eu estava preparado, ele enfim tirou sua mão e posicionou seu membro em minha entrada, preenchendo lentamente, o quê me fazia sentir como se eu estivesse sendo rasgado ao meio. Will parou lá dentro e ficou, e quando a dor passou, mexi o quadril a procura de mais, o que fez Will começar a estocar lentamente, enchendo meu corpo do mais puro prazer. Deixei um gemido baixo acidental escapar, o que fez Will se empolgar e ir mais rápido, coisa que me fazia delirar, e foi aí que senti algo mágico, Will acabará de atingir meu ponto G, coisa que ele percebeu, já que fez de novo e de novo várias vezes, até que senti o mesmo se desfazer dentro de mim, más não parou, viu que eu ainda não havia atingido o ápice e continuou, até que me desfiz, sujando seu abdômen por quase completo, senti o mesmo saindo lentamente de mim, e vindo a se deitar ofegante ao meu lado, o braço ao redor do meu corpo, chegando sua cabeça próxima ao meu ouvido e dizendo aquilo que sempre quis ouvir de sua boca

- Eu te amo Nico - falou ele ao meu lado

- Eu também te amo Will - falei recostando minha cabeça em seu peito e me permitindo aproveitar o momento.

Oh, I feel so sorry

I feel so sad

I tried to help you

It just made you mad