Notas iniciais:

Olá! Como estão? Espero que todos estejam bem e seguros.

Só passei para avisar que as cenas mais quentes do casal serão escritas no próximo.

Então, até breve!

Capítulo 28: O Pedido de Ginny e a Resolução de Um Problema

Hermione já havia terminado de fazer o chá e estava preparando a bandeja para ser levada até a sala de estar.

— Antes de voltarmos, Hermione, tem algo que eu gostaria de perguntar. — Falou Ginny.

— É mais alguma coisa sobre a anatomia de Severus? — Perguntou a castanha divertidamente.

Ginny riu e respondeu:

— Não, não é sobre isso.

— Então pergunte. — Disse a castanha.

— Hermione, você vai ao meu casamento? Agora que Snape já está bem e acordado, não existe desculpa para você faltar.

Hermione olhou de forma carinhosa para a amiga.

— Ginny, é claro que vou ao seu casamento. Como não iria? Dois dos meus melhores amigos casando-se, eu jamais faltaria.

— Então eu preciso falar algo muito importante para você. — Ginny olhou seriamente para Hermione e perguntou: — Sabe por que eu não convidei você para ser minha madrinha de casamento?

Hermione lembrou-se do dia em que Ginny havia lhe dito que tinha escolhido Luna como sua madrinha de casamento, lembrou-se que ficou chateada com a situação, mas compreendeu que Ginny também tinha outras amigas.

— Eu sempre achei que foi por que Luna também é muito importante para você. — Disse a castanha.

— Em parte, você está certa. Mas sabe por que ofereci só a ela esse "posto"? — A própria ruiva respondeu a pergunta. — Por que eu não queria pressionar você, por que eu não queria pôr mais uma responsabilidade sobre seus ombros, Mione. Eu sabia que você estava muito ocupada no hospital, com o tratamento de Snape e de diversos outros pacientes. Mas, se eu pedisse para você ser minha madrinha, você certamente aceitaria, sem nem pensar que isso poderia gerar um excesso de tarefas para você. Isso faria com que você acabasse sobrecarregada com seu trabalho e com a ajuda dos preparativos do casamento. Então eu acabei não fazendo o convite a você na época.

— Eu entendo completamente, Ginny. — Disse Hermione enquanto dava a volta no balcão e caminhava até a ruiva para abraçá-la.

— Mas eu sempre quis que você tivesse uma participação no meu casamento. — Falou Ginny enquanto retribuía o abraço da amiga. — Então, eu tenho um convite muito especial para te fazer. Eu ainda preciso de uma dama de honra para entrar carregando as alianças. Você aceita esse "posto"?

Hermione estava emocionada com o pedido da amiga, então acenou afirmativamente com a cabeça, aceitando o convite.

— Além disso, — continuou Ginny — eu já mandei fazer seu vestido de dama de honra.

Hermione riu enquanto libertava Ginny de seu abraço, a ruiva não tinha jeito mesmo.

— Na verdade, você veio apenas comunicar que serei sua dama de honra, não? Por que aparentemente eu não tinha escolha. — Disse Hermione erguendo as sobrancelhas.

— Sinceramente, Hermione, eu não consegui pensar em alguém melhor do que você para ser minha dama de honra. Pois, foi você quem me ajudou a entender meus sentimentos por Harry e também me ajudou a enfrentar meu ciúme. E você nos apoiou desde o início. — Disse Ginny. — Você é a única pessoa que posso confiar para carregar o símbolo de meu amor e de Harry.

Hermione tinha os olhos marejados quando respondeu a Ginny:

— Eu ficaria imensamente feliz de acompanhar você e Harry nesse momento tão importante.

~ x ~

Quando as duas mulheres retornaram a sala de estar surpreenderam-se de ver Snape e Harry conversando de forma até amistosa. Hermione ficou muito feliz de ver tanto Harry quanto Severus esforçando-se para manter um ambiente civilizado.

Hermione entrou no aposento e colocou a bandeja com o chá sobre a mesa de centro, Ginny veio logo atrás, trazendo a bandeja de cookies. Os quatro ocupantes da sala de estar saborearam o chá e os biscoitos enquanto voltaram a conversar apenas trivialidades.

Cerca de uma hora depois, Harry e Ginny deixaram a casa de Snape.

Hermione e Severus então se viram sozinhos novamente. Quando a jovem mulher retornou a companhia de Severus o encontrou sentado em sua habitual poltrona, com as mãos nas têmporas.

— Foi uma visita muito cansativa para você, Severus? — Perguntou a castanha enquanto se aproximava.

— Não tanto quanto eu esperava que fosse, posso até dizer que a companhia de Potter e Weasley foi aceitável. — Respondeu Snape enquanto virava seu rosto na direção de Hermione.

A jovem caminhou lentamente até ele, apoiou suas mãos sobre os braços da poltrona e inclinou-se em direção a Snape.

— Obrigada por recebê-los aqui, Severus. — Disse a jovem enquanto colava seus lábios sobre os do homem.

Severus, aproveitando o momento, puxou Hermione lentamente para seu colo, mas sem descolar os lábios dos dela. Hermione entendeu a intenção de Severus e se deixou levar, afinal, amava quando ele a tocava.

O beijo tornou-se mais profundo lentamente, Severus já passeava com suas mãos pelo corpo de Hermione e deliciava com suas curvas delicadas. Mas ele sabia que não poderia ir muito além disso, pelo menos, ainda não, mas faltava pouco, apenas dois dias. Então, vagarosamente ele encerrou o beijo e colocou suas mãos sobre a cintura de Hermione.

— Se me agradecer dessa forma toda vez que recebermos Potter aqui, o convidarei diariamente. — Disse Snape usando um tom jocoso e dando um meio sorriso.

Hermione apenas deu um sorriso.

A castanha permaneceu no colo de Severus por mais alguns instantes, em silêncio, apenas aproveitando o momento. Ela precisava falar com ele sobre o casamento dos seus amigos, ela certamente iria ao casamento e queria muito que ele a acompanhasse, mas não sabia de que forma poderia dizer isso a ele. Também não sabia se Severus se sentiria confortável indo no casamento de Harry e estando em meio a tantas pessoas.

Mas ela precisava contar a ele sobre o convite de Ginny e sobre sua decisão de ir a cerimônia do casamento.

— Severus, — chamou Hermione enquanto afastava a cabeça do peito dele — o casamento de Harry e Ginny é em poucos dias, em oito dias para ser mais exata.

— Potter contou-me sobre seu casamento. — Disse Snape direcionando seu olhar para Hermione.

— Contou? — Hermione achou estranho que Severus e Harry tivessem conversado sobre o casamento do mais jovem.

Snape apenas respondeu com um acebo afirmativo de cabeça.

— Eu não esperava por isso, então você já sabe que o casamento deles será em breve. — Continuou Hermione. — E Ginny veio aqui, esta tarde, para me fazer um convite muito importante, ela convidou-me para ser sua dama de honra, eu aceitei. — Hermione fez uma pausa, respirou fundo e disse: — Severus, eu quero que...

Hermione olhou nos olhos de Severus, ela queria muito convidá-lo para acompanhá-la ao casamento, mas as palavras pareciam lhe fugir.

— Eu quero que você me... — A castanha suspirou, aparentemente não conseguiria completar sua frase.

— Espere, Hermione, antes de continuar a falar, quero lhe mostrar algo. Potter entregou-me isso esta tarde. — Severus remexeu, com certa dificuldade, no bolso dianteiro de sua calça, pois Hermione ainda estava sobre seu colo.

Retirou do bolso um envelope de cor lilás e logo o alcançou à jovem mulher.

Hermione reconhecia aquele envelope, mas ela não tinha certeza se era o que estava imaginando. Então, ela abriu-o e retirou o pequeno pedaço de pergaminho que havia dentro. Realmente era o convite do casamento de Harry e Ginny.

— Você irá no casamento, Severus? — Perguntou Hermione genuinamente interessada na resposta. Ela desejava muito que ele fosse.

— Isso depende muito de uma resposta sua. — Disse ele seriamente.

— Um resposta minha? — Perguntou Hermione confusa.

— Exato. — Disse o homem. — Hermione, você gostaria de um acompanhante para o casamento?

Hermione deu um largo sorriso e disse:

— É claro, Severus!

Ela envolveu os braços em volta do pescoço de Severus e lhe beijou novamente, era um beijo lento e cálido. Hermione estava tão feliz, que palavras seriam pouco para expressar seu sentimento, a melhor opção foi beijar Severus, para tentar mostrar a ele como se sentia.

— Obrigada, Severus. — Disse Hermione quando encerrou o beijo. — Obrigada por ser meu acompanhante.

— Certamente será um prazer. — Concluiu Snape imaginando que ela poderia adotar aquele método de agradecimento.

~ x ~

O dia seguinte amanheceu ensolarado, Hermione acordou bem disposta e feliz, pois Snape iria com ela ao casamento de Harry e Ginny. E sempre que lembrava-se da forma como ele lhe pediu para ser sua acompanhante, um grande sorriso brotava de seus lábios.

Logo depois de acordar, Hermione foi até o quarto de Severus, para verificar seus sinais vitais. Como estava tudo bem, Hermione convidou Severus para passarem um tempo no jardim, antes de tomarem seu café da manhã.

Como sempre, Hermione dedicou-se a cuidar do jardim. Já Severus dedicou-se a leitura de um livro, mas ele passou mais tempo observando Hermione do que propriamente lendo.

Depois de passarem cerca de uma hora no jardim, o casal entrou para tomar seu café da manhã, Hermione preparou algumas torradas com geleia e café, pois Severus gostava. Em seguida, Hermione entregou a Snape a poção quietam cordis, que ele prontamente tomou.

Depois de terminarem o desjejum, o casal foi até a biblioteca. Snape havia prometido a Hermione, no dia anterior, que responderia a todas as perguntas que ela tinha sobre o livro Maldições Imperdoáveis: suas consequências e sequelas.

O casal já estava vivendo juntos há dezenove dias, tanto para Severus como para Hermione, esses dias estavam sendo ótimos. Incluindo o tempo que passavam na biblioteca, lendo, estudando, pesquisando ou conversando.

Severus já estava há cerca de uma hora esclarecendo as dúvidas de Hermione, quando foi interrompido pela chegada de uma coruja à janela da biblioteca.

— É a coruja de Draco, — falou Hermione.

Snape também lembrava-se daquela grande coruja cinza. O homem levantou-se e foi até a janela, abriu-a e pegou a carta que a coruja tinha presa em seu bico. Assim que Snape segurou o envelope em mãos, a grande coruja lhe deu as costas e levantou voo.

Severus abriu a carta e a leu rapidamente. Virou-se para Hermione e disse-lhe:

— Draco virá nos visitar ao entardecer.

~ x ~

Draco chegou a residência de Snape no final da tarde. Hermione o recebeu e logo pediu para que ele entrasse.

— Como está, Snape? — Perguntou Draco ao seu padrinho.

Snape, abaixou o livro que estava em suas mãos e direcionou sua atenção a Draco.

— Me sinto bem, Draco. — Respondeu o homem.

— Fico feliz em escutar isso, padrinho. — Disse Malfoy.

O loiro conversou um pouco com o casal, falou sobre seu trabalho e como as encomendas de poções haviam crescido e que ele mal conseguia dar conta das entregas.

Revelou ao padrinho também a nota de primeira página que o Profeta Diário havia publicado, desculpando-se com Snape e com toda a comunidade bruxa por não ter "verificado adequadamente" suas fontes de informação.

— Quem escreveu a nota de desculpas foi a própria Skeeter, — disse Draco sorrindo — eu adoraria ter visto a cara dela enquanto escrevia o pedido de desculpas, ele provavelmente estava tão furiosa quanto um dragão.

Hermione também riu. Mas a castanha tinha certeza de que, apesar de Skeeter ter escrito a nota de desculpas, ela não mudaria, não tão cedo. Mas ela ter que retratar-se já era um bom começo.

Severus até ficou curioso para ler o que Skeeter havia escrito em sua nota de desculpas, mas ainda recusava-se a pegar um exemplar do Profeta Diário em mãos, então teria que contentar-se com o que Draco havia relatado.

— E sobre o vazamento do informações no Ministério, — comentou Draco — descobriram quem foi. Mas como ainda é uma investigação sigilosa, não revelaram nada.

— Se é sigilosa, Draco, como teve acesso? — Perguntou Hermione.

— Eu tenho meus contatos no Ministério, — disse o Malfoy de forma orgulhosa.

Hermione apenas revirou os olhos.

— Quem forneceu as informações para Skeeter foi um bruxo chamado John Geforth. — Draco continuou sua narração.

— Esse nome não é familiar para mim. É familiar para você, Severus? — Perguntou Hermione.

— A mim também não é familiar. — Respondeu Severus.

— Por que alguém que não conhece Severus faria algo como revelar informações privadas sobre ele para um jornal? — Questionou Hermione.

— Isso eu posso responder. — Falou Malfoy. — Depois de descobrir o nome de quem espalhou as informações, eu investiguei um pouco esse bruxo, por conta própria. E assim que descobri onde ele estava, fui atrás dele. Quando o encontrei pessoalmente precisei ameaçá-lo "um pouquinho" para que ele revelasse o motivo pelo qual estava perseguindo Snape.

— Você realmente se envolveu em uma investigação sigilosa e ainda ameaçou um possível criminoso? — Perguntou Hermione incrédula. — Draco, você só pode estar ficando louco. Sua atitude foi muito imprudente. Você não conhecia esse homem, poderia ter sido perigoso.

Hermione tinha um olhar furioso direcionado a Draco.

— Sei que pode ter sido uma atitude imprudente. Mas eu consegui descobrir o porquê esse bruxo vazou as informações sobre Snape. — Draco agora evitava olhar para Hermione e mirava seu padrinho.

Obviamente Severus também achava a atitude Draco imprudente, mas ele também sabia que o afilhado não iria encontrar um desconhecido sem algumas "armas na manga". Afinal, ambos haviam sido Comensais e precisaram aprender a proteger-se da melhor maneira possível nas situações que se apresentassem. Sabia que Draco era esperto o suficiente para sair ileso de uma situação assim.

— Conte-nos então, Draco. — Disse Snape seriamente.

— Esse bruxo, John Geforth, trabalha dentro do Ministério e é um amigo muito próximo de Anthony Alden. — Disse Draco. — Pelo que eu pude obter de informações dele, ambos planejaram "manchar" a sua imagem, padrinho, como forma de vingança, por você ter ameaçado Alden no dia em que ele veio até sua casa. E eles contaram com a ajuda de Skeeter para isso. Skeeter, além de ser amiga de John Geforth, também faz qualquer coisa para vender jornais. Os três juntos arquitetaram a publicação da matéria, com todas as mentiras que ela continha.

Hermione mal podia acreditar naquilo que ouvia.

— Você descobriu isso tudo apenas ameaçando esse bruxo? — Perguntou a castanha.

— Sim. John Geforth é um grande covarde, na verdade, nem precisei fazer nada para que ele me contasse tudo. Foi apenas apontar a varinha para ele que já contou-me tudo que eu desejava saber. — Respondeu Malfoy. — Então, continuando, depois de descobrir isso eu fui até o hospital atrás de Alden, para tirar satisfação das ações dele, afinal Snape é meu padrinho.

— Você não se meteu em nenhuma confusão, não é Draco? — Perguntou Hermione aparentando preocupação.

— Não se preocupe Hermione, não arrumei nenhum problema. — Falou Draco. — Quando cheguei ao hospital, busquei por Alden, ele ainda estava trabalhando na lavanderia. Ao me ver, fez uma expressão nada feliz. Mas no momento em que o confrontei e questionei sobre a participação dele na elaboração da matéria do Profeta Diário, ele empalideceu instantaneamente. Ele logo tratou de explicar-se, ele disse-me que tentou impedir a Skeeter de lançar a matéria, mas que foi impossível, ela se tornou irredutível, nada a faria parar.

— Por que ele tentaria impedir a Skeeter se a havia ajudado anteriormente? — Perguntou Snape ao afilhado.

— Alden falou-me que, depois de uma certa situação, ele não queria envolver-se em mais nada relacionado a você, Snape. E por isso, tentou impedir Skeeter de publicar a matéria. Ele realmente me pareceu sincero em suas palavras. E também estava genuinamente apavorado.

— Por quê? — Questionou Severus sem compreender a origem do medo de Alden.

Draco direcionou seu olhar para Hermione e deu um sorrisinho irônico, então respondeu:

— Por que ele estava aterrorizado com a perspectiva de Hermione cumprir as ameaças que havia feito a ele.

Snape direcionou seu olhar para Hermione, ela tinha uma expressão aparentemente constrangida.

— Perguntei sobre que ameaças ele estava referindo-se, ele então contou-me que você, Hermione, o ameaçou no escritório de Percy, e pelo que entendi, se Percy não tivesse interferido na situação, Alden poderia não estar mais entre os vivos. — Draco deu uma longa risada.

Snape, que ainda mantinha os olhos sobre Hermione, perguntou:

— Isso é verdade?

Hermione respirou fundo e encarou Snape.

— Sim, é verdade.

A castanha então contou o corrido aos dois homens, que toda a situação havia começado no dia que Severus havia sido internado pela segunda vez no Saint Mungus. Revelou que Zabini havia dito a ela, que o colapso de Snape poderia ter sido causado pela visita de Alden.

Hermione contou que havia ficado furiosa, mas tentou controlar suas emoções ao máximo, deixando aquilo de lado para dedicar-se aos cuidados de Severus. Mas, quando encontrou com Alden, na manhã seguinte, no escritório de Percy, suas emoções tomaram o controle e ela se deixou levar. Então fez as ameaças a Alden.

— Deixei bem claro que se ele se aproximasse de você novamente, Severus, ele iria arrepender-se muito. — Concluiu Hermione sustentando o olhar do homem.

Severus agora admirava ainda mais a sua Hermione, realmente se orgulhava dela por ter enfrentado aquele moleque do Alden e deixado bem claro o lugar dele. Ele queria dizer muitas coisas para Hermione, mas não o faria na frente de Draco, então aproveitou que Hermione estava sentada ao seu lado e discretamente entrelaçou seus dedos aos dela.

Hermione entendeu o gesto de Severus e obviamente ficou muito feliz de ele, apesar de ser tão introvertido, procurar demonstrar seus sentimentos por ela.

Draco percebeu o gesto de seu padrinho, mas fingiu não ver. Mas estava feliz em ver que ambos eram felizes juntos.

— Eu não imaginava que você pudesse fazer isso, Hermione, mas estou muito orgulhoso de sua atitude descontrolada. — Disse Draco de forma divertida.

— Obrigada, eu acho. — Falou a castanha rindo.

Malfoy ficou mais algum tempo na casa do padrinho, mas recusou o convite para jantar que recebeu de Hermione.

Hermione então levou o amigo até a porta.

— Você deveria ter se tornado um Auror, em vez de mestre em poções, — disse Hermione de forma divertida — é um excelente investigador.

— Dispenso, — respondeu Draco — sou mais feliz longe do Ministério.

Hermione riu.

— Apesar de ficar preocupada com suas ações imprudentes, quero agradecer por ter feito tudo isso. Finalmente essa situação toda está resolvida e agora podemos ter um pouco de tranquilidade. — Falou a castanha.

— Sabe que estou aqui para o que precisar, Granger. — Falou Malfoy. — Além disso, ver a cara de medo do Alden cada vez que eu mencionava seu nome foi impagável. Eu deveria ter fotografado.

Hermione apenas balançou a cabeça em sinal de negação, Draco não tinha jeito, não mudaria.