17
- Não Dessa forma. – Disse o médico.
- Os erros deles infringiam a eles os erros, não a apenas eles, mas também ao senhor Wayne. – Disse quando olhando ao redor.
– Eu penso nessa situação todos os dias. – Disse Superman. – Seu eu tivesse sido mais rápido.
- Superman você não é a prova de magia. – Disse
– Essa é a sua fraqueza.
- E de todas as formas, e que eles não se curavam totalmente de todas os machucados infligido em tortura, mas o que mais eles tinham as sequelas psicológicas.
- E eles tinham traumas profundos e pesadelos inclusive com suas próprias memorias, mas não era isso seus próprios cortes eram as memorias das torturas infligidas a você, Senhor Wayne.
E assim sua percepção mudou em segundos Bruce foi levado em meio a um vórtice em direção a lembranças.
Do passado...
Doze anos antes do começo real da história...
Um estrondo foi ouvido uma bazuca vários tiros foram disparados seguidamente o homem mais rápido vivo corria se esquivando dos tiros e formando um redemoinho a sua volta.
E assim os tiros acertavam prédio e mais prédios metralhando várias estatuas a sua volta feita pelo Homem Brinquedo, que se desprendiam se dividindo e nivelando o chão com uma britadeira.
E fazendo o homem mais rápido vivo correr e pulando e com super velocidade ele desferia vários socos e desmontava vários robôs e metralhadoras caindo vários pedaços
A mulher maravilha corria e arremessava sua corda em direção a mulher leopardo elevando ao ar e a jogando presa a um pilar, mas a mulher leopardo havia soltado e pulava em sua direção.
Luthor com sua armadura corria e pulou em um salto bem alto um pulo bem calculado, e voou usando a energia de kryptonita unida ao vilão Metallo.
Ele olhava a sua volta uma imensa cratera o que parecia a união de vários super vilões e assim, Metalo estava sobrepujando o homem de aço usando a kryptonita ele havia caindo em agonia no chão ele estava se arrastando.
E enquanto tentava evitar chutes e socos, mas quando ele o elevava segurando em seu pescoço ele usando uma estava pontiaguda uma bomba de gás foi jogada.
E em meio a chutes socos a um criminoso, nesse caso Metalo caindo ao chão ele pulava e em meio a fumaça...
Batman pulou deu um salto chutou as pernas de Luthor correu em meio a luta deu um salto mortal e empurrou ao mesmo tempo que usava um controle de seu cinto desligando o foguete do pé esquerdo.
E arrancando do pé direito e arrastou jogando ao longe e assim viu o espantalho em cima de Lanterna-Verde e se impulsionando atrás dele pulou em ciam do espantalho.
E logo ele cutucou suas costas foi quando ele se virou e com um poderoso soco o nocauteou e assim voltou a Metallo e o jogou longe enquanto que arrancava a kryptonita.
E em seguida a colocava em um de seus compartimentos do bolso e Metalo e arrancando no processo seu coração de kryptonita ele olhava a sua volta e pulou jogou um batarangue.
E impulsionou o corpo socando a Mulher-Leopardo e amarrando em um poste com um soco em sua cabeça e assim vendo o homem de aço levantar todos se reuniram mais uma vez...
Ele sorriu em sua direção e se aproximou onde apertou sua mão e assim voou em direção a batalha...
Os dois eram próximos e logo se tornariam amigos seus olhos sempre de encontro ao outro, mas nunca tão próximos muitas vezes vislumbrava olhares do homem de Aço.
E em sua direção olhares que sempre desapareciam e sempre conversas que jamais terminavam...
Enquanto vários super vilões desferiram um ataque em conjunto em Metrópoles ele via Superman lutando com Kalibak e a sua volta mulher maravilha lutando com Vovó bondade chicoteando a Supermulher e acima nas nuvens...
Ele olhava em direção a seu oponente, nesse dia chuvoso ele corria por um barranco Darkseid havia liberado uma horda de Parademonios e guerreiros de Apokolips.
E surgia com isso uma imensa cratera e tubos de explosões ao redor e uma imensa a abertura metros a frente, de tubos de explosão ele havia corrido por vários pequenos banquers escorregando por barrancos;
E dando uma cambalhota um soco ao parademonio a sua frente, e logo em seguida uma cambalhota e no Parademonio seguinte um chute, que por sinal vinham muitos a sua frente rodeando e ele socando e chutando, enquanto derrubava outros a sua volta.
Outro caindo a sua frente ele correu por uma viela estreita e escura em um pequeno morro e barranco onde se escondeu, os encostos de um desfiladeiro, pulou com o impacto de uma explosão.
E segundos antes de cair em sua direção e de um tubo de energia dispersando a sua volta ele conseguiu um impulso e pulou em cima de Darkseid chutando e empurrando ao chão com o poder do impacto.
E com um bastão de energia e soqueira ele usava uma armadura protetora ele correu em direção ao senhor de Apokolips ele desferiu um poderoso golpe em sua nuca.
E o senhor de Apokolips um soco em reviravolta chutando e pulando a sua volta abaixo da cintura que para sua felicidade ele acertou o ponto onde sempre quis acertar sua virilha.
E o fazendo ofegar enquanto não dava tempo pulava e fugia com o senhor de Apokolips em seu encalço.
Ele foi pego pela sua perna segurando e tentando esmagar sua coluna pressionando-o e apertando com os braços com agonia sua recém curada coluna, ele rangeu os dentes e com agonia.
E ele forcou a contorcer e a pegar uma bomba em seu cinco e enfiar na boca de Darkseid, inesperadamente segundos antes da explosão atordoante ele teve segundos antes de soltar seu corpo.
E com isso resmungando e rosnando quando Darkseid o liberou para cobrir sua boca cheia de fumaça cobrindo sua boca e fogo e fumaça saindo com mais explosões.
E quando ele jogou outra bomba em sua boca e saindo de sua boca mais fogo.
– Seu vermezinho. – Rosnou em sua direção.
– Eu vou caçar, você Batman, - Disse.
– Eu vou fazer coisas com você, ao qual você irá implorar pela morte. - Enquanto isso, Batman apertando vários botões de seu cinto de utilidades ele acionou um dispositivo em seu cinto.
E apertando um botão segundos antes de cair em uma cambalhota vertical ele pulou e deu um salto e correndo para longe com um salto mortal para trás e assim vários portais e tubos de explosão foram liberados.
Reverteram e sugavam como uma implosão sugando revertendo tudo e assim segundo antes Darkseid correu descontrolado em sua direção seus olhos soltaram uma rajada de sanção ômega direta e central.
E antes que jogasse em sua direção várias bombas que detonavam em frente com um impacto atordoante.
Em milímetros a sua frente jogando uma rajada de energia atordoante ele correu e correu enquanto que Darkseid corria e em sua direção ele sobrevoava e a sua direção.
E acima caindo em um barranco e pulando por várias vigas distorcidas e escombros a sua volta Darkseid.
E voava em sua direção a sanção ômega em volta dirigindo a seu encontro ele corria e pulava e jogava mais bombas em sua direção.
Seus gadgets e várias bombas unidas a seus batarangue de seu cinto em direção a um enorme aparelho flutuante.
E enquanto Parademonios eram sugados e então ele voava com o impacto o jogava com um imenso estrondo e pulava por vielas e escombros dando cambalhotas e ao céu acima deles havia explosões e a vários metros adiantes.
Socos de impacto de um trovão e gritos e um a luz um impacto de um choque de um raio e uma explosão impactando fazendo uma trombada de raios e por pouco escapando de escombros de um prédio.
E em seguida desabando atrás deles e seguido de um furacão envolto de trovoes de ondas residuais, de ondas de energia que revertiam com ferocidade de ondas sonoras.
E vinham com as vibrações residuais de um tubo de explosão em revertendo em um buraco negro sugando parademonios mais próximos.
Uma ventania forte se dispersante enquanto que vários parademonios eram jogados e sugados por vários tubos de explosões que revertiam sugando tudo a sua volta.
E acertava um muro de impacto segundos antes do soco desmoronam-te e a sanção ômega ele usava um sorriso que acendia a fúria de Darkseid.
Quando chegando a um enorme aro circular ele via uma cratera deslizando por uma ribanceira de destroco e por ela e vários guerreiros de apokolips e parademonios.
E haviam resquícios de transeuntes que foram pegos pelos impactos residuais que atingiam quando ainda era uma pequena rua movimentada, estavam caídos e em pedaços e ainda desmembrados.
E uma aureola circular feita de pedra com o que parecia uma ponte um portal e um painel flutuante que sugava vários parademonios um painel a sua volta e acionando a sua volta...
E um sistema e assim círculos e quando menos esperava ele viu como um touro Darkseid chegando e se desviando ele viu um estrondo o imperador de apokolips arrebentando com sua sanção ômega e seus punhos no painel.
Porém o código de ativação era iniciado sugando tudo como um imenso buraco negro e tudo era despedaçado e sugado pelo portal que levava a destruição, mas pegando ele em ver a imagem de uma imensa explosão que seria parte de Apokolips de vários parademonios.
Sendo jogados e ele próprio pegando o homem morcego pelo pescoço e antes, que tudo corresse errado uma imensa cratera se formava e assim um redemoinho sugava todos os seus aliados,
E assim ele era levantado por seu pescoço o sufocando ele sorriu em meio a asfixiado ele gemeu instantes de serem sugados pelas maquinas.
Que o levava e assim um som estridente e um imenso impacto de um borrão de vermelho e azul socava Darkseid e empurrando em direção ao vórtice.
E enquanto que ele soltando Batman em direção a o buracão negro e assim caindo e caindo cada vez mais próximo ao buraco negro...
Segundos antes de entrar em uma imensa enrascada ele via as nuvens e a cratera que se aproximava cada vez mais e ser sugado ele se via em direção ao portal enquanto que segundo antes da entrada ele foi pego por Superman.
Ali estava Zariel possuindo seu corpo e Eduarda ao seu lado o levando através do tempo.
- E que tal viajarmos no tempo, Batman,
Ele caiu inconsciente na cadeira, em meio a investigação. Como que levado por uma espiral no tempo ali estava ele sete anos de idade, caindo da cama, de quatro no chão, e vendo suas mãos pequenas correu na janela, e olhando pela janela do seu quarto.
E ele viu da sua mansão, carros, havia uma festa, ele pegou o chinelo, e era acompanhado de uma menininha da sua idade, uma sombra ou uma criança de verdade, ele não saberia ao certo, e ele viu ao descer as escadas se escondendo pela escuridão do corredor.
E haviam pessoas fantasiadas, era uma festa a fantasia, e seu pai, vestido de morcego com uma asa enorme de morcego o pai de Alfred, não ele que trabalhava naquela situação.
E ele atendeu na porta dos fundos um homem que via assustadoramente sangue em suas roupas, nos fundos.
Seu pai, olhava a sua volta, e sussurrando para todos, quando foi abordado pelo mordomo, e levado ao outro estremo da mansão.
Ele o seguiu ente as vielas e fora das luzes, ele viu andando e se escondendo entre estatuas.
Olhando pelas frestas e subindo numa estatua e olhando por uma janela entre as frestas da porta e uma janela de um quarto usando camas que estava sendo manchadas de sangue.
- Voce tem que ajudar, meu filho, foi uma briga. – Implorou o mafioso de roupas azuis e chapéu ao estremo sangue escorrendo no chão.
Aquele era o homem olhos, verdes cabelos cinzentos, alto e cercado de outros homens truculentos e de expressões malignas.
- Eu irie ajudar, não se preocupe, eu fiz o juramento de Sócrates. – Disse, e assim ele foi em direção a seu mordomo e pediu seus instrumentos.
Nessa hora pareciam durar mais do que uma hora todo o procedimento tratando de seus ferimentos o ajudando a retirar toda a sujeiras...
E logo o mordomo retornou com seus instrumentos e assim ele começou a tirar a bala e fechar o ferimento e agora, ele o remendou.
Como que olhando bem para o homem ele não reconheceu nenhum deles como o assassino de seu pai, quando alguém tocou em seu ombro, era, Alfred.
- Bruce, volte para o seu quarto. – Disse o mordomo, o empurrando em direção ao corredor.
E assim ele virou um corredor, ele olhava a sua volta e viu Eduarda e disse, vou levar você para um local, em um momento do tempo.
Ele andou em direção a seu quarto e quando chegou deitou na cama, mas a nevoa espiralada foi levada a um momento como o tempo como se não existisse.
E ele viu nos olhos de um homem no meio da chuva, um rosco marcado de olhos castanhos, ele viu pisando em pocas de chuva, e assim olhando a sua volta, e viu olhando o homem se dirigir ao mesmo mafioso,
- Frank, Frank, meu caro. – Disse o homem se aproximando, você pode ter escapado naquela vez, mas seu primo não aceita uma nova chance, não existe ninguém aqui, para salvar ele dessa vez. – Disse.
- Voce não pode fazer, isso, você sabe o que ele fez, você sabe o que ele se tornou, se me ajudar, eu limpo sua barra com meu tio – Tentava o homem sem camisa com um curativo no ombro.
Caído no chão se afastando com medo lagrimas, nos olhos.
– Eu acredito que você não vai escapar, Frank. – Disse e vendo o que ele mente.
- Cara, por favor, cara, não faça, isso, o que ele te pagou te pago em dobro. – Disse.
– Tarde, muito tarde. – Disse. - Ele não me pagar, não muito, e claro, faço o que faço uma parte por medo, e ele logo, logo vai matar meu chefe e vai assumir tudo e com isso ele não precisa livrar minha barra.
- Ele vai matar você também. – Disse e ouve um tiro e tudo escurece.
- Maxwell Moxom. – Disse Batman.
E assim ele olhou e colocou sua máscara, e correu para seu carro, existe vários mafiosos velhos, entre ele aposentados que deve conhecer dessa história, pensou.
Na sua própria cobertura ele olhava pela enorme janela e assim viu chegando em sua direção antes que pegasse sua arma, Batman disse.
- Me fale sobre Maxwell o Coiote Chill Moxom.
- O coiote Chill. – Disse Carmine.
– Batman, Batman, você está atrasado. – Disse o mafioso.
- Por que? – Indagou o homem morcego.
- Bem, bem, bem, pelo visto, tenho que me precaver ou estou lidando com uma assombração, ou a mulher, está mexendo em um vespeiro, na verdade. – Disse ele passando o dedo no queixo.
– Ela esteve aqui, aquela mulher Samanta, ontem, para falar a verdade, ela estava acompanhada de um rapaz ruivo, - Disse.
– Anos, mesmo, anos que não ouço esse nome. – Disse, carmine.
– Que história antiga. – Disse olhando para o ceu de estrelas.
- Vou contar para você o que não contei para ela. – Disse.
- Que bom. – Disse Batman. - Quero ouvir história antiga. – Disse Batman.
- Bem, isso e história, velha mesmo. – Disse. – Mas ele era um completo 13, antes de ter o coringa as aberrações ele era uma aberração, um assassino, um maníaco.
E ele entrou em brigas, por diversão, meus capangas ficaram longe dele, por medo, tinham mais medo dele do que teriam do coringa. – Disse Carmine.
– Por que. – Disse. – Eu tentava manter meus filhos longe desse pequeno monstro.
– Como assim. – Perguntou Batman.
- Esses são fotos da velha guarda antes das aberrações. – Disse. Falconi.
- Não pode ser... – Disse Batman. – Ali está a versão em preto em branco de antigos mafiosos e um garoto com um ar amalucado de cabelos ruivos e olhos maníacos.
- Posso ficar com essa foto? – Perguntou Batman.
- Não tenho por que ficar com ela mais. – Disse Carmine.
E assim pegou a foto guardou no cinto e disparou o seu gadget e sobrevoou pelos prédios.
Tenho a impressão, Carmine, que você não o matou que ele encenou sua morte que ele está vivo até hoje. – Pensou Batman, mas ainda não sei quem e ele.
Assim em outro lugar ele sabia que era num centro comercial numa parte da manhã horas mais tarde Barry Allen em suas roupas civis, estava com Samanta Wana o investigador particular e o pai de Samanta.
Ele estava seguindo todos eles pelos prédios com suas cordas, havia um microfone comunicador e câmera que ele jogou em cima da limosine do velho rico.
Aparentemente ouvindo a conversa sem saberem.
Quanto a isso em um instante do tempo ante de o tempo mudar, antes do momento da verdade...
- Na infância de Bruce Wayne, quando ele tinha d anos, antes das mortes de seus pais, eu recebia visitas do garoto acompanhado de minha filha que era mais velha.
E tanto comportamento quando a maneira de agir e falar e as ações eram diferentes das que conhecemos hoje, mas similares, até seus movimentos ou até mesmo ele não agia como uma criança de seis anos.
E mesmo assim não pareciam ações deliberadas de uma criança de 6 anos, eram mais reservadas contidas e até mesmo calculadas, mas estranhas.
E mesmo assim perdi o contato com ele logo depois dos assassinatos de seus pais. – Dizia o homem com uma voz forte e grossa.
Ele era como tivesse acumulado conhecimento de um homem de sabedoria ele sempre sabia o que responder, ele sempre sabia o que falar, sempre estava no momento certo...
- Ele era muito ligado com ambos, tanto com Poole o primogênito de Luthor quanto com Pamela, tinha poucos amigos tímido e sempre visitava o zelador, que eu tinha serias duvidas para quanto as ações.
E de um rapaz solteiro que e amigo de crianças, aconselhei Thomas Wayne a manter o garoto longe desse rapaz, ele era estranho...
E ele fazia brinquedos aviões de papel e não tinha amigos vivia com a mãe como zelador da escola.
Ele lembrava disso não tão bem quanto agora.
Depois dos desaparecimentos e mortes de crianças, colegas de infância, antes das mortes de seus pais, ele foi para a casa do zelador da escola, era um bom homem alto magro.
E que em um momento ele tinha fitas de vídeo que eram legais naquela época, e claro nos dias de hoje também, na verdade ele visitava com frequência e também ele tinha convidados todas.
E as outras crianças, em vários momentos diferentes, mais tarde foi acusado de pedofilia e assassinato, policiais foram na mansão o procurar, e também foram entrevistar outras crianças.
E ao longo da investigação, e pediram por várias crianças que testemunhasse e assim ele viu várias vezes tentando esconder objetos dele.
E quando o visitava, policiais falaram com Bruce Wayne a forma como ele falava com as crianças, e tanto com outras crianças, que tinham contato.
E dizem que investigadores encontraram materiais incrimina tórios e marcas de botas 44 o tamanho do zelador em passos na neve locais próximos.
Ele olhou e parou próximo de uma arvore alta e frondosa observando pararem o carro num parque e assim saírem e observando a paisagem enquanto falavam havia crianças correndo.
E mães com carrinhos de bebe observando de longe, adultos sem crianças eram raras naquele parque então era mais estranho uma limosine preta parar lá.
Barry observava as crianças duas em especial que tentavam jogar um avião de papel sem conseguir.
- Como devia ser estranho um adulto solitário ajudar crianças com brinquedos brincar com elas. – Disse Bruce de longe.
- Devia ser estranho, mães e pais estranhando um solteirão numa escola sem vida social. – Disse o velho.
– Mas, naquela época eu estava preocupado com as outras crianças, e tentei intervir, mas quando os tempos passam e se sentem solitário e tentar ate mesmo ser filantropo. – Disse.
- E você não ve mais isso, apenas a vontade de ajudar. – Disse o velho homem.
- Ele não voa. – Disse o menor de macacão azul e cor pálida e cabelos pretos, próximo da lagoa.
O segundo de moletom um pouco maior que o outro de cabelos cor de palha e pele morena.
Barry Allen se aproximou sem qualquer problema, e assim vendo a dificuldade das crianças disse com tom amigável
- Apenas dobre a asa assim. – Disse. – Mantenha mais reta e firme. – Disse.
- Obrigado. – Disseram logo depois do avião ser jogado e voar. – Mas naquela hora o que o preocupou foi pais e mães pararem e observarem alguém sem filhos ajudar crianças desconhecidas.
- Estranho, não é Barry. – Disse o homem antes de serem seguidos com o olhar pelos outros adultos.
Ele olhou a sua volta. E assim ele sobrevoava os prédios e assim ele ouviu seu bat wave e era Alfred, ele sabia com o sinalizador que o homem foi ao mesmo local que Samantha.
E ele viu que havia mais de trinta ligações para Bruce Wayne de Alfred, onde ele estará agora, ele foi em direção a sua entrada da caverna e se trocou, e viu a entrada da caverna aberta.
E ele ignorou e subiu, e subiu as escadas quando viu na passagem do corredor fechou atrás de si e foi em direção a seu mordomo que servia o chá na mesa
- Senhor acho que existe uma história antiga. – Disse o mordomo servindo biscoitos no prato.
- Pelo que me recordo. – Dizia ele. - Aquele homem que vi em suas câmeras, e bem familiar. – Dizia ele.
- Familiar? – Perguntou. - Como? – Indagou Bruce.
- Ele era do tempo do seu pai, um policial aqui de Gotham, ele investigava casos antigos, e também prestava serviços a seu pai. – Dizia o mordomo.
Anos depois quando ele já estava com dez anos de idade houve vários casos de assassinatos, pessoas mortas, estripadas, e corpos foram achados, mas desta vez não eram de crianças, mas de adultos, mortos...
Nesta mesma época ele estava sozinho, e via que junto com isso veio uma garota nova que ele não teve muito contato, mas ela era estranha o suficiente para chamar atenção...
E assim começou a contar, como se transportado ao passado.
E assim ele foi transportado para vários e vários anos atrás na época de seu pai, quando era mais jovem ele era um bebê, mais que um recém-nascido, era seu corpo um homem adulto, ele viu aquele local como sendo ele próprio...
- Bem, um dia quando ele tinha nove anos, eu era colega de Lew Moxon, no começo ele era uma boa pessoa, não s envolvia com problemas, mas sua família seguia com uma das carreiras de ilegalidades.
E na carreira de um mafioso que era de uma das mais antigas famílias mafiosas, e em um ciclo de casa de mafiosos em família, todos seus sucessores, vi ele crescer.
De uma boa pessoa para o que ele é hoje. – Disse.
- E fomos amigos, nós temos um histórico de amizade e desavenças muito grande uma longa história, e também conheci sua vida e também o vi crescer seu filho.
- E antes de você nasceu e logo quando você era apenas um bebê e a algum tempo atrás antes de quando você viesse ao mundo, fiz o parto de sua esposa, na verdade conheço a criança, aconselhei ele a enviar ele para uma ajuda mais qualificada ele era mais velho que você, 15 anos.
- Mas ele não foi. – Concluiu seu filho.
- Isso. – Concordou seu pai.
Ele pensou que passaria e que era uma fase. – Disse.
– É, meu filho, ele achava isso muito estranho, e normal, mas o normal foi logo desaparecendo. – Disse.
– Ele ao contrário da maioria das crianças, tinha outras ideias de divertimento. - Disse
– Que uma pessoa normal não teria. – Ao meu ver ele ou morreu ou encenou sua morte muito bem. – Disse.
- Isso foi a mais de 15 anos atrás. – Disse.
- Eu preciso filho que você veja e ouça com seus próprios olhos. – Disse. – Não e algo além de especulações. – Disse – E assim ele contava a respeito de sua história. – E assim ele contou antes de dormir. – Disse.
A alguns anos atrás antes de Lew Moxon ter seu segundo filho, sua esposa foi sequestrada gravida, mas a criança seu primogênito junto dela havia sido sequestrada também, esta nunca foi encontrada, mas sua esposa torturada.
- E ela ficou dias sendo torturada ficou com varias cicatrizes, ela não viu seu agressor.
- Mas ela logo foi encontrada junto a uma guarda policial que foram ao seu resgate, ali naquele covil, haviam outros cadáveres e restos e gravações remotas fitas e outros aparelhos...
- Mas o homem que a torturou não foi achado no local, mas logo foi encontrado logo depois, mas ele jurava inocência.
E ele era solitário e fazia parte de uma família italiana rival, todos desconfiaram dele, todos pensavam que era ele logo de cara. – Disse.
- Alguns dias atrás antes dele ser pego, ele ficou amigo de Meredith Moxon, ela era uma mulher inteligente que ficava de olho nas visitas, e nas crianças, tinham visitas frequentes, seu pai deveria avaliar o rapaz mais velho do Moxon.
E assim ele contrataria um ajudante um especialista qualificado ele a visitava todas as tardes esta era uma mulher estranha filha do braço direito de Lew Moxon e ali foi quando tive contato mais uma vez com Eduarda.
E este que conhecia outras pessoas que pudessem avaliar, e aquele homem que parecia meia idade e se chamava Durza Moxon, irmã de Lew Moxon, a situação e que sua esposa tem sequelas. – Disse.
– De um caso de homicídio dentro da própria família.
Adelaide Moxon voltou com sequelas e traumas e assim ela chorava e não saia da cama a própria tentou suicídio e precisou de anos ate se recuperar, longos 7 anos de tratamento, mas ela sempre disse que aquela criança dentro dela não era dela.
E era do estuprador, e que era o próprio demônio, o que não foi provado, ela apenas sofria de traumas subsequentes de sequestro, e quando havia sido sequestrada ela já estava gravida tres semanas...
Deste modo seu pai não terminou a história ele estava com sono...
E assim dormiu, ele lembrava que acordou no dia seguinte em sua própria mansão.
E seus pais, estavam ir e levando ele em direção ao Lew Moxon, e assim ele conheceu em primeira mão e pessoalmente a família Moxon ele, seu pai estava ali para tratar outros ferimentos de outros parceiros de batalha...
E assim ele conheceu algumas pessoas de sua história...
Ele fazia isso com um acordo preestabelecido entre ambos, que duraria pouco mais de meses para sanar dividas de um acordo...
Enquanto isso Bruce olhava e era acompanhado de Eduarda...
Durza e Meredith e estas duas pessoas ali estavam cuidando de algumas crianças de visitas.
E assim era acompanhado de outras pessoas
Eduarda estava acompanhando-o enquanto seu pai trabalhava, ajudando a conversar com este homem ele pediu ajuda a ela nesse quesito.
E ela destilou drogas em sua bebida, e assim em sua mansão escondida próxima a montanha, ela contava.
E assim ele pediu com educação para saber da história que seu pai contava.
E ele estava curioso, e assim Meredith contava a história que seu pai não terminava havia desconfiança quanto a origem de seu filho...
- Aquele garoto era estranho. – Dizia.
– Ele tinha ideias estranhas, não era normal, ele resolveu na ideia de uma criança de nove anos, e claro quando tinha nove anos, fazer seu próprio zoológico.
E assim ele foi distribuir para seus amigos, tudo, bem, o problema era que não estavam propriamente vivos, ou inteiros.
Maxwell Moxom, filho mais velho de Lew Moxom, ali estava Helen Moxon...
E ela desapareceu logo depois de completar 14 anos antes da grande emboscada quando ele fizesse 13 anos resolveu ajudar.
E ele falou que meu filho poderia criar quantos remaster quiser e gatos e cachorros também, e ele falou que iria distribuir na sua escola. – Dizia ela.
– Ele convenceu o garoto Falconi a entregar alguns de seus animais hamster pequenos coelhos, e até mesmo cachorros. – Disse.
O que ele não sabia era que seu amigo dava fins neles.
Afogar todos em aquários não era divertido.
Em vez de um zoológico, temos um cemitério de animas...
Ou teríamos um Pokémon as avessas com partes costuradas de animais ao redor e em maquinas de grampear...
Ao longo do tempo quando crescia ele desenvolveu hábitos estranhos e psicóticos.
Ele tinha prazer em torturar e afogamento seco e molhado torturava mutilava molestava principalmente as mais novas e bonitas.
E ele gostava de deixá-las conservadas antes de entrar na puberdade, ele gravava as torturas, e espancamentos.
E ele levava para sua oficina e assim ele os torturava e estuprava não se importava com o gênero e ou espécie, depois de um tempo ele simplesmente os matava, mas ele não os enterrava conservava com cera ou algum outro produto e assim os levava embora...e
Ele ouviu anos mais tarde do velho Falconi a mesma coisa disse para ele em um momento de um interrogatório. – A Fazenda estranha... – Disse.
Falconi relatava alguns acontecimentos e foi interrogado de uma forma incisiva pela irmã de Pamela...
- Ouvi falar que ele tinha uma fazenda uma fazenda abandonada onde havia uma igreja, uma vez um de meus capangas foi a meu serviço, e viu o que tinha na igreja, mas o que viu ele não disse por que logo enlouqueceu e se suicidou. – Disse.
- Onde fica essa igreja? – Perguntou.
– Fica na estrada entre a antiga cidade abandonada de uma reserva indígena, entre a cidade fantasma de Despair City e Gotham... – Disse.
- Tenho até mesmo o endereço, ali parece a entrada de uma cidade fantasma. – Disse.
- Ele quando criança, até tempos atrás, pegava os que ninguém queria levar cachorros, gatos, e outros pequenos animais, e ficava com ele um dia quando eu era criança.
- E eu fui na antiga mansão, ela foi comprada por algum figurão que simplesmente fica entre a propriedade dos Wayne e entre outras duas propriedades as de Wana
Esta propriedade está abandonada até hoje, pensou consigo mesmo.
Bruce falava para si mesmo logo depois entre a sua conversa entre Zariel e ele.
A alguns anos no futuro ele se lembrava a velha mansão abandonada, e um velho advogado chamado Gregory Wana, enquanto Amasteus.
E venceu ele em um contrato matou o pai de Amanda e Pamela e a pequena Tamires, e assumiu seu sobrenome e devorou sua história.
Ele era um devorador de vida e de contratos, ele tinha tempo limitado...
Anos depois de jamais saber que ele nunca mais ouviu a respeito desta família, e seus negócios, o amigo de seu pai, que nunca mais ouvi falar dele depois da morte de seus pais.
E eu vi algumas espalhadas, vários bichos de bom tamanho em conserva, e desmembrados, mas depois de semanas lá ele tinha vários bichos com ele.
E assim continuou.
– E assim meu filho sempre voltava, um dia tinha passado dois meses, quando eu vi algo que para uma criança era aterrador.
E o que ele escondia os bichos e afogava eu peguei com o pai dele ele pegava filhotes de hamster que ninguém queria junto gatos.
E é claro, cachorros e afogava jogando dentro de vidro, desse dia em diante falei para meu filho não mandar mais nenhum de seus bichos.
E para ele afinal, eu perguntei por que ele falou que era a favor do controle de natalidade.
- Ao longo do tempo ele quando asfixiou o próprio irmão e começou uma série de crimes hediondos, e entre estes ele sodomizou as crianças mais próximas.
E de alguns mafiosos aliados de seu pai, e começava a migrar para outras formas de tortura assassinatos, e com outras crianças desconhecidas...
E foram sendo afastadas por que sabiam do que ele era capaz e não podia ser controlado, ele foi internado duas vezes no Arkham ao longo da infância, e voltou um ano depois de completar dezessete anos, e quanto tinha dezenove anos, um médico constatou psicose entre outros problemas.
Ele havia constatado... Não era um bom caso...
Ele era o precursor do coringa.
- E alguns anos antes de você completar dois anos. – Disse Durza entrando na conversa...
- Ele matava discriminadamente, ele não tinha algo além do desejo de torturar e matar. – Dizia.
- E Thomas, foi perito e ajudou nessa hora, alguns casos precisavam de legistas, e tentou ajudar todas as vítimas do filho de Moxon, mas todas morreram...
- Um dia em questão, ele não aguentava tantas mortes... – Dizia.
- Thomas deu a ideia de todos os mafiosos de Gotham se unirem pela primeira vez e assim encurralar o rapaz e matar quem quer que estivesse no seu caminho e estivesse ajudando o garoto Moxon... – Disse.
- Anos atrás isso seria impossível, mas pela primeira vez nos unimos para exterminar uma praga em nome da vida. – Disse. – Ele reuniu muitas pessoas com muito medo dele e os usava a base do medo e que fizessem com ele o que fizeram com todas as suas vítimas anteriores. – Disse.
E assim ele reunião e criou o sindicato do crime, este seria o primeiro, a primeira vez que criou esta organização criminosa, nesta hora todos se uniram para acabar com o mal pela raiz.
E assim todos encurralaram a gangue chamada de gangue dos exilados, e metralharam numa hidroelétrica, e caçaram e metralharam o rapaz, exterminando um a um, causando um incêndio no local, e sua morte. – Disse.
– Pelo menos e isso que esperamos. – Disse.
E ele por sua vez via a sua volta ruminando dentro do vórtice...
Ela fugiu tinha um parque de fadas segundo ela contava a ele, bonito e enérgico...
Elas suas amigas mais velhas vinham nesse parque hoje no seu futuro já que no seu passado de quando criança, ainda não era abandonado, mas no seu tempo de adulto sim.
E quando havia retornado a Gotham depois de sua viajem pelo mundo para treinar para quem saber enfrentar o mundo e os criminosos supersticiosos.
E este local havia sido corrompido com usuários de crack drogas, criminosos de todas as espécies, nestes tempos de sua infância, ele lembrava que ela o enganava.
E como a mente de uma criança funciona ele sabe muito bem, ele viu como tudo se via através disso, ele olhou e pensou nessas horas, as fadas seu sonho de voar.
E ela os matou, logo depois sem nada a oferecer, segundo ela disse em momentos do passado eles eram cruéis vestiam peles para acobertar o que realmente eram...
E era realmente um campo de fadas belo lisonjeiro rosas e uma imensa natureza cultivada e abundante...
Ela falava de fadas e como deseja ser como ela como desejava ir embora...
E em algum momento do tempo a garota Jasmine havia desaparecido...
Ela sumiu logo depois dos assassinatos, numa noite internada no Arkham se não antes de matar quem estivesse em seu caminho...
Eles eram amigos... Era isso o que pensava...
Mas como sempre o que se poderia acreditar nas palavras de uma criança, na mente delas, tudo era tão florido...
Ele pensava será que estaria tudo interligado...
Ela falava as vezes para ele em alguns de seus encontros esporádicos em um momento antes disso antes de seu desaparecimento, a morte de seus pais, que havia encontrado sua fada sua forma seu desejo realizado...
Não queriam que brigassem mais... Não em seu campo de fadas...
E novamente foi envenenado...
Ele novamente se encontrou com Parkinson, e este jogou ele andares abaixo, enquanto afinal despois de claro assumir que iria tomar sua empresa...
E assim recomeçou o dia e procurou informações a respeito...
Acordando de novo, ele pesquisou a respeito, por que além de uma demissão alguém iria envenenar ele, em seus registros ela devia informações, diretamente a Parkinson...
Nesta hora ele antes de jogar ele pelo prédio novamente assumiu que contratou Brunella...
Novamente ele acordou naquele exato dia e recomeçou tudo de novo...
Saindo mais cedo havia dispensado Alfred, quando um carro desconhecido havia batido nele, seu carro explodiu e ele morreu...
Neste mesmo dia, que se repetia...
E assim começou as pesquisas...
