Esse é o penúltimo capítulo, boa leitura!


Edward estava na minha cama, nu. Nossos beijos eram urgentes, eu estava sobre ele atacando sua boca.

A sensação de perigo deixava tudo mais excitante, era pouco mais de duas da manhã e apesar de nossos pais serem legais iriam surtar se soubessem que estávamos nos encontrando às escondidas de madrugada pra transar. Teríamos que ser silenciosos, o que não parecia ser muito a praia de Edward.

Ele gemeu alto quando eu comecei a beijar seu mamilo.

— Silêncio — murmurei, ele resmungou, mas diminuiu seu tom.

Eu continuei o beijando, beijando cada pedacinho possível do seu corpo. Lhe paguei um boquete, ali foi mais difícil ainda para o Cullen não gritar, enquanto eu deslizava minha língua por seu pau, ou o chupava como se minha vida dependesse disso.

— Me come, Beau — pediu em meus lábios depois do boquete, eu assenti e deslizei uma mão até suas costas, descendo até sua bunda.

— Vira pra mim.

Ele sorriu, me deu um rápido beijo e ficou de bruços na minha cama. A visão dele embaixo de mim, ali no meu quarto, se entregando por completo fazia meu coração disparar, a cada dia eu estava mais apaixonado por aquele garoto.

Afaguei suas costas uma vez, então me movi para pegar a camisinha e lubrificante que deixei na mesinha perto da cama. Eu já estava pronto para tudo quando Edward chegou a minha casa, na calada da noite para não acordar ninguém.

Toquei em sua bunda outra vez, ele gemeu, seu rosto estava sobre o travesseiro de forma que eu podia ver o prazer cruzar sua expressão. Coloquei lubrificante nele, depois em meus dedos e o penetrei lentamente com um.

— Beau — ele falou meu apelido, a voz arrastada, fechou os olhos e mordeu seu lábio inferior.

— Abre os olhos, lindo — sussurrei em seu ouvido, ainda o tocando. — Quero olhar para eles quando te fizer gozar.

Ele abriu, estava cheio de luxúria no olhar. Coloquei mais um dedo, Edward mordeu seu lábio com mais força.

Eu beijei seus lábios, ele arfou quando eu tirei meus dedos só pra colocar de novo.

— Beau, me come — tornou a pedir.

Tirei meus dedos novamente, lhe beijei outra vez e me preparei para o foder, colocando a camisinha. Porra, eu estava mesmo transando com ele, era um sonho.

Posicionei meu pau na sua entrada, ele segurou o lençol com força. Acariciei suas costas, depois sua bunda e bem devagar entrei nele.

— Porra! — ele exclamou, muito alto.

Automaticamente coloquei uma mão sobre sua boca, ficamos imóveis e em silêncio, até termos certeza de que ninguém tinha ouvido. Tirei minha mão depois de Edward a lamber, aquilo me fez sorrir.

— Posso?

— Por favor — respondeu entendendo minha pergunta.

Eu voltei a me mexer, indo mais fundo com meu pau. Ele sussurrou meu nome e disse que eu era muito bom, depois mexeu seu quadril também ajudando a aumentar o prazer para nós dois.

Não fomos completamente silenciosos, o silêncio era quebrado quando paravamos para falar o nome do outro, ou pedir por mais, também tinha quando eu dizia que Edward estava me enlouquecendo.

— Sua bunda é tão gostosa — sussurrei, sem conseguir parar de meter.

Ele soltou um longo suspiro, seus olhos e os meus se encontraram.

— Tá gostando?

— Amando, não para. Meu pau já tá tão duro que depois disso eu vou te foder, Beaufort.

Aquilo foi o suficiente para eu não aguentar mais, tirei meu pau e meti mais uma vez, gozando e sentindo meu corpo vibrar. Cai sobre o corpo de Edward, ele também estava estremecendo, moveu uma mão e afagou meus cabelos, eu beijei sua nuca.

Sai de cima dele com cuidado, tirei a camisinha, dei um nó e a joguei no chão. Edward se moveu e ficou com as costas sobre o colchão, segurou meu rosto e me deu um longo beijo.

— Posso te comer, né?

— Por favor — falei voltando a beijá-lo.

Ele riu e fez com que eu deitasse ao lado dele, pegou uma camisinha e colocou em seu pau duro com minha ajuda. Depois me beijou no queixo e mandou eu ficar de costas, eu fiz aquilo, de costas para ele e de lado.

Meu namorado ergueu minha perna e se aproximou de mim, seu pau roçando meu corpo. Lentamente ele se colocou dentro de mim, sussurrei seu nome repetidamente sentindo seu pau me preencher.

Edward beijou meu ombro, deixou com que eu me acostumasse antes de voltar a se mover. Ele segurava meu peito com uma mão, o que fazia com que estivéssemos grudados.

— Eu estava doido pra foder essa sua bunda, Beau — sussurrou.

Foi perfeito, nossos corpos unidos, ele falando putaria em meu ouvido, os seus beijos em meu ombro e nuca. Depois seu orgasmo e o meu também porque ele tinha se saído muito bem.

— Droga, Beau! — Edward exclamou depois de se livrar da camisinha e atacar minha boca em beijos rápidos, eu ri baixinho do seu desespero. — Você é perfeito, garoto.

— Olha quem fala. — Toquei em seu rosto.

Ele me beijou outra vez.

— Queria dormir aqui com você — se queixou, eu suspirei, também queria, mas isso não poderia acontecer.

— Quem sabe outro dia.

— Bom, ainda dá tempo de eu ficar mais um pouco aqui — disse com um sorriso travesso.

— O que você tem em mente?

— Um monte de coisa, mas por agora basta só te encher de beijos e curtir sua presença. Eu sou apaixonado por você, sabe disso, né?

Eu sorri largamente, estava nos céus ao ouvir aquilo.

— Eu sei. Sabe que também sou apaixonado por você? Sim ou não?

— Sim!


Beijos!

Lola Royal.

29.06.20