17
Heleanor Parks era uma das psiquiatras residentes tratando uma das vítimas de estupro, bem homicida do Arkham.
E ela tinha cabelos ondulados... e que estava ouvindo um paciente que recentemente mutilou seus pais e os matou...
E durante anos de tratamento, ela estava bem, teve um casamento feliz, mas na gestação de sua filha, entrou em depressão, não poderia tomar os remédios por causa do bebê em gestação, mas as coisas pioraram quando a criança nasceu...
E meses depois em meio a uma crise...
E em uma de suas crises e matou seu marido, e sua filha rescem nascida...
E numa crise e recaída de lembranças traumáticas de um estupro, e ali estava trancada segundo diziam reabilitação.
E os seus cabelos tão vermelhos cor de fogo alta e robusta e bem esbelta seus olhos verdes e cabelos castanhos claros e pele acobreada ela diria que teve um dia cheio seus suspiros.
E passando pelo corredor e pelas várias alas e assim um corredor ela olhava as várias salas, e vários pacientes ela usava um vestido preto e longo até as cochas.
E os seus sapatos igualmente pretos e assim seu jaleco branco cochas firmes e forte esbelta e curvilínea.
Ela ia pacientemente em direção a sala do doutor Woarnes Parks, um novo medico residente do Arkham...
E um de seus colegas e um vice diretor, ele também era seu marido e ela entrava em seu consultório.
E ele havia batido na com toques apressados e ouvindo um entre abafado abrindo a porta a sua frente sentado à mesa em uma cadeira estofada e uma mesa repleta de papeis.
E assim com óculos quadrado e cabelos penteados para trás e um jaleco branco e gravatas presta e calcas de brim azul marinho.
E usava sapatos preto e pontudos, ele usava uma camisa branca e assim olhando incisiva para a doutora.
E durante e sua estadia, ele via casos de prostitutas, numa recente onda de assassinatos e estupros que assolavam as duas cidades ao anoitecer...
- O que foi dessa vez, Heleanor? – perguntou doutor Parks um psiquiatra residente do Arkham contratado a um ano antes junto a sua esposa.
E ele olhava em sua direção seus olhos abatidos sua expressão cansada, ele era um homem alto e musculoso pele de mármore e olhos castanhos seus cabelos grisalhos.
E de um rabo de cavalo, cujo círculo de amigos de infância no total era psiquiatras como ele entre o doutor Arkham.
E o próprio primo Joshua Preston, ele também trabalhava no hospital era um dos enfermeiros residentes...
- A paciente Millstone, está floreando seu estupro, repetida e repetidamente ela agora diz que a visita toda a noite a última vez que isso aconteceu.
E ela quase atacou um outro, enfermeiro e logo em seguida um paciente que passava ao lado do corredor ao ser contida.
- Existe alguma possibilidade que ela tenha sido estuprada repetidamente...? – Perguntou a medica.
- Nada além das anteriores antes da internação.
– Os criminosos nunca foram pegos. – Dizia.
- Não existem provas depois da internação. – Dizia.
– Na verdade não existem nem provas corporais apenas delírios e auto mutilação. – Dizia.
– Ela saiu sedada do consultório, eu apenas não sei se um dia ela iria sair do Arkham se um dia ela iria parar de falar de estupro sobre sua vida destruída...
- Seu padrasto fez mais do que estuprar ele destruiu sua mente, doutora, seu trabalho e tornar sua vida mais confortável possível... – Dizia.
– Não se esqueça que nem todos sairão do Arkham nem todos terão vidas normais, nem todos os nossos pacientes poderão ser pessoas sociáveis. – Dizia.
- E eles apenas existem para viver aqui. – Dizia.
- Eu sei... – Dizia lamentando um suspiro incontido e olhando ao lado do consultório e desviando seu olhar e vendo várias fotografias penduradas na parede.
– Mesmo assim eu sei que para alguns não existe nada além de ilusões, e que alguns jamais terão vidas normais.
- E os meus desejos são que tenham felicidade apenas. – Disse olhando ao redor.
– E apenas isso que desejo felicidade – Eu estou indo tenho que continuar o trabalho.
– Sem dar tempo ao tempo ou a outra questão ou mais palavras dirigidas a ela pelo médico.
E assim ela saiu do consultório correu o dia saindo do consultório trabalhando durante doze horas entre psicopatas.
E pacientes esquizofrênicos ela parava e tomava café e em um encontro e assim saindo no final da noite.
Em outro lugar...
Havia raiva, ódio e... medo...
Uma noite de estrelas...
Antes que uma tempestade se assolasse em Gotham...
Em meio as ruas sujas, o fedor, o cercado a poluição das fabricas...
E em meio ao som de um assobio e uma mulher descalça despencando de um predo de apartamentos...
E caindo ao chão ele caiu com tudo na calcada...
E em meio a vielas escuras, sombras alongadas a decadência...
Barbara..., ouviu um sussurro...
E ela corria, gritava ensanguentada, um corte profundo em seu abdômen...
Bem tranquila...
Até aquele momento...
Bruce... ouviu um sussurro...
Veja o que eu faço...
Era um homem de meia idade..., alto e sem marcas da idade..., apenas pelos cabelos brancos... aí você pensaria que ele é velho...
Ele viu como se fosse o assassino...
E em seu corpo...
E se ela soubesse o que iria acontecer em seguida...
Ela foi acuada o medo da escuridão uma vez não existia, mas agora..., era bem diferentes...
E entre seus gritos e lamentos, ela foi acuada, houve uma meia luta, pega desprevenida...
E ela foi subjugada... - Não. – Ele gemia.
– Voce não tem como impedir... – E em seguida uma agulha em seu pescoço..., não dele...,mas ele não sabia ao certo se era ou não...
E ele estava voando ao redor da barreira...
- Barbara... – Ele gritou...
Em um laboratório escuro um homem se encontrava levitando na melhor das hipóteses, fios em sua cabeça...
Ele gemia, ele ofegava... – Pare... – Chorou...
- Quero ver você me fazer... – Disse Lupus...
E assim ele via... a escuridão o levar... – E ele mais uma vez ficou inconsciente...
Aquele lamaçal..., que era sua mente...
- Ele não vai fazer nada? – Perguntou Henry...
- Não vai tentar de novo? – Questionou George...
- Ele não tem como sair. – Disse Lupus. – Ele pode ate tentar. – Disse ele.
E o homem gemia e chorava seus olhos vítreos seu corpo muscular, novamente imóvel...
- E nem me impedir de entrar. – Constatou Lupus...
- Ele não sabe como. – Disse Lupus.
E ele entrou numa escuridão...
E ele se perdia entre suas lembranças...
Havia uma tela flutuante e conectores ao redor.
Ele estava nu..., flutuando...
- Voce não tem como me impedir. – Disse.
– Não adianta criar barreiras. – Disse Lupus...
Ao redor de Bruce Wayne, ele estava ao que parecia instável, sua forma física mais do que transparente e intangível...
Ele estava flutuando ao redor do que parecia uma barreira circular, símbolos em seu corpo..., longos cabelos brancos..., flutuando ao redor da cúpula...
E era o que parecia uma barreira ao redor de... Bruce Wayne...
E ele agora estava mais do que transparente...
E os fios conectados ele sentiu algo o repelir.
- Ele está aprendendo. – Disse Lupus... – Ele está tentando. – Disse ele.
E mais uma vez as portas dimensionais se abriram ele ficava mais do que transparente...
E pulsava como um imenso batimento cardíaco...
E ele estava levitando ao alto...
Ao redor de Bruce Wayne que de alguma forma uma bocarra de dentes ele estava sendo possuído, criaturas monstruosas surgiam e eram engolidas pelo que parecia um buraco...
E ali estava George... Luppus e Henry...
E ela o ouvia..., mais de uma vez em seus sonhos..., um eco...
Um eco distante de ajuda a fez acordar...
Aquele sonho de um homem na escuridão de um lamaçal pedindo para o ajudar...
E o grito foi tão estridente que a acordou...
E ele não sabia que... algo veio com ele pedindo ajuda...
E junto a seu marido era uma noite fria e aconchegante depois de tudo era uma noite refrescante ele ouvia sua esposa na cozinha e quando tudo não poderia mudar ela olhou...
E pela janela e assim via um vulto o vulto de uma bela garotinha ela parecia no meio de um começo de chuva uma chuva forte de pingos grossos.
E assim ela se observava cada vez mais próximo da janela da cozinha.
E mais e mais próximo como eu espelhada por vidros e como que fosse um fantasma gritou em uma repentina queda de luz raios fortes e trovoes ao céu noturno.
E ela pegou a sua frente a porta inesperadamente bateu escancarando com um estrondo era o vulto de uma garota tenebrosa e assustadora vestido rasgado.
E descasa rasgado em fiados o outro lado do rosto desfigurado olhos pulando das orbitas Heleanor pegou a faca de cozinha como que esperasse o pior em um flash de raios.
E com ela vinha a escuridão e se seguiu e no instante seguinte ela estava na sua frente como que a engolisse e disse em um grito espectral um baque gritante e uma imensa labaredas de chamas.
E surgia uma imensa parede de chamas vivas e de raios e um estrondo de vidros quebrando uma boca maior do que deveria ser uma imensa caverna escura de corvos enegrecidos...
Acima das escadas seu marido ouvia o estrondo ele saia da cama sem qualquer outra coisa seus pijamas listrados e corria escada abaixo...
E todos os dias, entre os sonhos das três da manhã, seu marido dizia...
Que ela era sonambula..., seus pesadelos de um lamaçal, se parecia com uma caverna...
E muitas vezes ela via..., símbolos estranhos, uma fazenda...
- SOCORRO – E assim consumida pela escuridão em um relâmpago e momento seguinte a chuva batendo nas vidraças e tempestade forte como que consumida por uma forte anciã... – Me ajude...
- Me ajude... – Ela ouvia a voz mais uma vez...
Seus sonhos eram mais do que estranhos...
Ela não sabia ao certo, mais do que isso, ele era um demônio a sua frente a impedindo de o ajudar...
Seu marido descia as escadas em direção ao corredor da esquerda ele corria em direção a cozinha ou olhando vidrado em direção a sua esposa.
E ele olhava e corria segurando em seus ombros quando virando a mulher.
Ela não sabia ao certo, algo a fez o atacar, mal lembrando que era ele que com olhos do demônio a atacou primeiro falando algo sobre...
Ele conseguiu...
Vinha com uma risada em retrospecto...
E ela o esfaqueou sem reação apenas a surpresa, e ela repetidamente o esfaqueou várias e várias vezes caindo no chão em sua crescente possa de sangue ela sentou em cima dele.
E ela quase foi subjugada, a força, bem ele percebeu que não era dela...
E assim continuava a lutar...
E a esfaquear cortando sua jugular ao mesmo tempo que cortava seus ombros peito barriga ao ponto de arrancar seu pescoço fora e enquanto ouvia gritos.
Ouve alguém ali que chegou um flash e ele perdeu o controle...
E ela caiu desfalecida...
E com isso mais gritos, vindos do homem indo ao chão.
E o que sem esperança de se levantar, ela não parava dilacerava seu corpo desmembrando e mutilando seus olhos.
E arrancados e suas mãos de sangue e tripas voando os gritos e barulhos de toda as vidraças quebrando um.
E haviam mais vultos espectrais de sombras de longos cabelos e olhos vermelhos sombra alongadas corpos dilacerados.
E as membranas em meio a tudo isso era assustador e o sangue escorria de suas mãos...
E vizinhos preocupados fizeram o serviço do visitante...
E acabaram por chamar a atenção de vizinhos que chamando a polícia...
E o homem encapuzado desapareceu...
E quando chegaram...
E bem... havia encontrado a mulher cortando um corpo morto e em pedaços seus olhos vidrados.
E o seu corpo catatônico e duro, suas feições duras e seus olhos vidrados.
E paralisada em meio a que especialista disseram um instante de um surto psicótico sem reações mais nenhuma expressão e assim ela era levada até Arkham...
A visão que não era dele, Bruce viu através do espelho e assim via através dos olhos dos assassinos, de cada um deles, o fez ofegar ele acordou e não acordou...
E ele viu... Barbara sentada abaixo...
E olhando os olhos de Lupus o homem sorriu...
E ele voltou a escuridão...
E em meio a seu corpo duro sentindo os sonhos que não eram dela e a vida que não era sua...
Um celeiro de flores vermelhos em um pequeno canteiro e ali a esquerda ele via um pequeno regador despejando água e mais água escorrendo e caindo a sua volta.
E Bruce, viu e ela viu...
E haviam as várias estatuas e assim ele via vultos de cirandas em um poca de sangue escura e pegajoso e eram crianças brincando e saltando por pocas e assim...
E ele via mulheres se debatendo em colchoes amordaçadas e assim via a sua volta gritos e um vultos e se debatendo sendo...
E em seguida ela estava sendo... estuprada...
Tanto ele quanto ela poderiam fazer com que ambos vissem ela que assassinou e ele viu usando seus olhos...
O frio constante o fazia tremer e aos poucos voltava a inconsciência e assim não via mais ninguém e então em meio a seu sono ele acordou e depois a misericórdia.
E levou embora não era ninguém que conhecia ninguém que poderia se lembrar estava empoleirada nos estribos da beirada da cama no metal.
E ele via uma pessoa alta magra, muscular, corpo definido...
E de quase dois metros de altura ao alto...
La em cima, flutuando...
E bem acima de círculo...
E metros acima do chão...
E como que flutuasse, mas na verdade pairando e delicadamente...
E dizendo...
- Me ajude. – Era... Alguém familiar.
...Mais uma vez mãos sombreadas envoltas com luzes e vultos pegando uma pequena criança e a levando entre florestas em meio a um rochedo.
E uma ravina era uma mulher correndo desesperada, seu vestido ensanguentado, seu rosto cortado e mutilado sangue pingando e veias saltadas roupas rasgadas.
E estavam sendo esfarrapadas, era uma corrida cambaleante seus braços e pernas rasgados e descalços, ela corria e corria rastros de sangue e pedaços de roupas.
E em gramas altas e pequenas folhagens espinhos rasteiros, em meio a vários cortes e contusões e assim ele acordou... em cima da gradem como que agachada olhando em sua direção.
E ele e ela cada um olhava em sua direção, como que pudesse ficar nas pontas dos pés sem peso apenas na escuridão.
E como olhos brilhando em sua direção ao lado estava o coringa observando e disse na escuridão em meio a uma imensa lua cheia ao céu de Gotham.
As vozes ao longe como um túnel escuro e de ondas magnético muito longe e tenebroso...
Em um momento do tempo antes dos acidentes entre todos os acontecimentos futuros...
Um enorme jardim, mãos que seguravam em um cajado...
Enquanto isso...
No asilo Arkham em seu consultório ala norte, ali estava o doutor Lark Carpenter olhava em direção a seus muito papeis em cima de sua mesa havia um rapaz que seria levado a sua sala naquele dia.
E ele olhava seu telefone e olhava a sua volta ele via alguma coisa que deveria ver recortes de jornal e várias reportagens e havia um histórico de paciente e vários documentos ele tinha ido na biblioteca da prefeitura...
Ao lado de fora vários pacientes perambulavam pelo lado de fora e assim uma garota gorda e baixa andava pelo corredor passando pela cadeira de rodas do coringa.
E com uma camisa de força, ela era diferente e estranhamente olhar como se sonhasse ou fosse hipnotizada.
E tinha olhos fechados como que uma sonambula e parado ao lado da porta encostada na parede, estava observando quando seus olhos abriram eram vermelhos como sangue como se fosse possuída.
E não era ela, mas por um demônio, tudo que como que não visse ao mesmo tempo, longos segundos o palhaço a observava a menina que não mais tinha do que aparentada.
E quinze anos com um macacão com desenho de elefante e orelhas de pelúcia penduradas em sua cabeça como que imitasse a de um elefante, seu olhares paravam segundos antes de desviarem...
Um chamado uma batida na porta ele olhava sua volta e disse.
- Entre...
E assim um dos piores pacientes do Arkham entrou o coringa o maníaco estava como todos sabiam o mais humanamente preso possível ele olhava.
E até mesmo com uma máscara um dos maníacos mais famosos do Arkham em uma cadeira de rodas ele olhava a sua volta se remexendo na camisa de forca.
- Nos vemos daqui a duas horas... – Dizia em direção aos enfermeiros...
E assim os enfermeiros não tinham lugar era a sua última consulta antes da aposentadoria ele olhava a sua volta e assentiu e assim eles se retiravam da sala.
Coringa o príncipe palhaço do crime olhando a sua volta ele olhava com seus olhos enquanto que ao fechar a porta...
E ele teve um vislumbre de uma paciente pelo batente da porta ao fechar um sorriso qualquer, mas nada...
- Então coringa você já pensou no que faria quando tudo que imaginou ser apenas algo sem sentido. – Ele recebia um olhar estranho e remexia em suas camisa de força.
E enquanto o doutor continuava. - O que você faria se quando o Batman desaparecesse o que você faria se simplesmente matasse o Batman, qual o seu significado de vida afinal...
- E qual é o sentido de sua vida do seu propósito. – Dizia.
E por trás da mesa olhando com seus óculos de meia lua ele tinha um rabo de cavalo e seu chapéu judeu.
E o quipa que ele usava em todas as ocasiões e ele sentia desconforto quando ele ouvia o palhaço remexendo na camisa de forca...
- O que você deveria achar de matar sem sentido... – Tentava.
- Voce quer saber o que eu acho de matar o Batman, ou como eu me sinto, vou mostrar para você afinal. – Disse.
E remexendo e então ele se soltou daí, dá pra saber como ele se sente...
Do lado de fora...
A menina sentada no banquinho ao lado da porta perto remexendo seus dedos como que os contasse contando dedos e remexendo, os dentes como que sussurrasse para o mundo seus olhos fechados.
E então como que luzes brilhantes inflexíveis e então um estrondo barulhos de faca e mais estrondos e mais facas e logo...
E em seguida um grito tão alto de gelar o estomago a fez virar o rosto, porém, ele apenas ficava no seu canto.
E remexia os dedos enquanto que vários seguranças e enfermeiros e alguns médicos que barraram no local vomitando na entrada eles choraram e o que havia era sangue.
E era um homem morto cortado sua jugular e ainda por cima com gritos de agonia de seus colegas, eles corriam para a sala abrindo com violência a porta e com uma seringa.
E sedando o palhaço que caia no chão e era arrastado enquanto que a menina olhava a sua volta via a seu lado uma sombra uma sombra indistinta de um homem.
E que cambaleava a sua volta e assim seguia o dia cheio de policiais e assim o coringa se encontrava novamente em sua cela...
Em uma floresta noturna e enevoada e grama alta em um nevoeiro denso.
A corrida tropeçante a mulher corria entre uma ravina e outras arvores, tropeçando em uma pedra...
E ela tentou levantar, rastejando por seus pés para apenas ser alvejada.
E assim tombando no chão e assim tentando rastejar ela recebeu um golpe de porrete e várias e várias vezes o vulto encapuzado batia e batia...
Em outro lugar no asilo Arkham...
Uma mulher que havia acordado a vários dias de seu estado catatônico.
Pálida o suficiente para acordar, olhando ao redor como se fosse a primeira vez, e claro como paciente, não como psiquiatra...
As sombras e a escuridão tinham olhos...
Ao seu lado se encontrava um colega medico ele tinha a aparência amigável e assim olhando em sua volta e disse.
- Se lembra de algo? – Perguntou em sua direção.
- O que houve? – Perguntou ela...
- Querida... – Tentou um psiquiatra...
- Tente...
- Voce estava catatônica. – Dizia...
- Vagamente... – Dizia e assim ele se aproximou dela e colocando o braço em volta do ombro sendo acompanhado de alguns seguranças a porta que observavam atentamente.
- Voce consegue recapitular seus últimos momentos? – Perguntou olhando diretamente em seus olhos. – E observando suas reações.
- Eu estava indo para o trabalho, e depois voltando para casa e a um momento depois voltei para casa...
- Você está tentando recapitular todos os ocorridos... – Sussurrava virando o rosto em direção ao médico.
- Sim, isso mesmo, acalme-se. – Dizia enquanto observava a mulher.
- Retrocesso, meditando e meditando...
- Eu... – Dizia. – Não poderia...
– Se acalme. – Ouviu o homem dizer tentando a manter calma. - Afagando seus ombros
– Isso não poderia acontecer – Eu... fiz, não fiz...?
Ela se encontrava balançando frente e atrás ela via e não via flash de quando esfaqueou o marido lagrimas.
E escorriam de seu rosto e assim antes doutora agora paciente.
Em seus delírios ela vinha sendo visitava um homem nas sombras as estuprava mordia seus pescoços e marcava afundando suas unhas na curva do pescoço todos os dias ela sonhava todos os dias.
E ela gritava e eram contados os dias que não era sedada, ela estava usando o uniforme de Arkham, ela se via em seus piores dias, sentada num canto isolado do refeitório, e longe se encontrava.
E a menina gorda e loura ela olhava sem olhar afinal não se abria os olhos e assim via passando a mulher que a muito tempo foi estuprada e a mulher delirante que repetia...
- Não fui eu... Não fui eu... – Não é minha culpa... Ele não existe e tudo um sonho...
E assim via seus muitos dias repetidamente sem qualquer mudança a garota loura virava o rosto e via a sua volta uma pequena mulher curvada andando aproximando dela cada uma das mulheres.
E elas sentaram lado a lado sem dizer nada a mulher de pele acobreada estava balançando frente e trás...
E a mulher branca, apenas murmurava sobre os seus estupros, e a mulher de beira de trinta anos apenas sentada e ouvia cabelos grisalhos e olhar turvo...
- Eu sinto muito... – Dizia a ex doutora.
– Quando eu tive a oportunidade de ajudar eu não ajudei.
- Não sinta... – Dizia entre múrmuros no Arkham ninguém pode ajudar, ele vem me visitar, disse a ruiva.
– Ele me visita todas as noites...
- Quem visita você? – Perguntou a mulher de cabelos grisalhos e curvada.
- Meu pai, meu pai vêm me visitar todas as noites, ele vem até mim e vem me visitar ele sempre vem...
- Seu pai... – Repetiu.
– Mas seu pai... – Dizia.
– Sua mãe diz que seu pai a abandonou a muitos anos, e seu padrasto não a visita. - Disse
- Ele não existe... – Sussurrou a mulher que se balançava...
- Da mesma foram que seu marido também não... – Dizia.
- Meu pai. – Dizia ela. – Ele não é humano. – Completou.
– É um demônio ele fez um pacto a milhões de anos atrás.
E ele disse que a cada cem anos ele deve sacrificar cem donzelas.
E que cinquenta são ruivas e cinquenta tem cabelos louros, e cem tem cabelos castanhos, ele jurou antes de fugir que vinha me visitar que iria me levar embora que iria me sacrificar com fez com todas.
E elas e quando chegar a centésima mulher ruiva ela ria levar todos os filhos das mulheres de cabelo cor de fogo, que o inferno e nós seremos marcadas como sacrifício... – Dizia sussurrando.
– Eu não posso escapar dele eu não posso escapar dele...
– Quando chegar ao quinto crepúsculo ele ria colocar as sementes em mim... – E dizia.
- E em todas as suas vítimas e irá comer as crias que daí irão nascer e de todas as mulheres beber seu sangue e marcar como sacrifícios para os demônios. – Dizia.
- Ele não existe e tudo um pesadelo... – E assim tudo deveria ao seu ver ser apenas um pesadelo uma mulher que simplesmente enlouqueceu e matou o marido isso nunca aconteceu...
- E assim eu espero que tudo seja um pesadelo... – Dizia a senhora se levantando e indo embora...
- Eu não acho que seja um pesadelo, eu na verdade também não acho que seja apenas um sacrifício... – Dizia a própria Hera-Venenosa.
E com seu uniforme do Arkham olhando do vidro ao passar do corredor.
- Então o que e? – Perguntou a senhora que passava por lá.
- Um dos médicos, eu também acredito que tudo isso e culpa ela deve ter descoberto algo que não quer acreditar em um acesso de raiva o manipulou e criou.
E até mesmo induziu a esta situação e está em negação prefere ficar aqui do que aceitar a verdade... – Disse ele.
- E está a procura de fazer uma coleção de mulheres estupradas... – dizia.
- Voce também? – Perguntou... – E ela virou as costas sem ouro olhar e saiu de vista e assim a idosa seguiu seu caminho relutante.
E sendo observada quando a garota gorda passava com um sonambulo apenas tempo o suficiente para passar...
Um homem ato esguio de nariz fino e longo corria em direção a uma sena de crime e poucas eram as vezes que via um indigente e nada mais que isso e nada.
E nem mesmo alguém que poderia reconhecer desfigurada e nua ele usava um sobre tudo preto e calcas pretas ele olhava a sua volta e via os carros da polícia.
E os tempos eram difíceis para a polícia ultimamente e ainda pior sem Batman.
E desde aquele dia com Wayne cortando os fundos da corporação Batman.
E o próprio não aparecia e já não ligava mais o sinal se os dias eram ruins com ele agora era pior sem ele, mas não eram os mesmos criminosos.
E não eram novos e piores ainda por cima não eram os loucos do Arkham e sim desconhecidos...
Ele olhava em direção a um beco uma sombra alongada e assim ele olhava e viu uma pequena menina gordinha passando.
E ele via que passava como se apenas ele a pudesse ver e assim ele a seguiu pelo beco e pela escuridão e logo deixava o serviço do necrotério para depois...
Na noite estrelada fora dessa ruela no outro lado da cidade.
Era um beco escuro caçambas de lixo espalhadas e assim um homem corria entre várias latas de lixo derrubadas e assim correndo em uma sobra alongada.
E ele via que a sua frente alguém o pegava seus olhos perdiam o foco e ele caia quando um cassetete era desferido em sua cabeça.
O comissário Gordon estava no necrotério olhando os corpos no total eram todos indigentes pessoas que ninguém se lembra ou foi atrás.
E poucas pessoas nessa nevoa de outono ele olhava para cada um dos indigentes mulheres desconhecidas.
E que minguem se lembrava e assim ficava desse jeito ele olhava a sua volta com seu cigarro e assim ficava com raiva nada poderia ser dito.
E de casos de loucura nem desses corpos e nem de quem os fez como que tivesse desaparecido no ar...
Era onde se guardava arquivos históricos e almoxarifados ele via guarda arquivos e assim olhava o arquivo municipal da biblioteca onde se guardava o histórico de nascimentos e casamentos.
E todo e qualquer arquivo guardado ele olhava a sua volta e via que a sala de documentos era repleta até os pés de outros tantos papeis.
E haviam computadores e vários arquivos dispersos se estava em ordem alfabética era outra história outro quesito.
Ao seu lado de seu cinto via fotos de mulheres e crianças desaparecidas e assim via mais e mais fotos nos arquivos municipais.
E em seguida ele via na biblioteca ele via fotos e históricos e assim procurando as várias fichas.
E assim nascimentos da cidade e assim ele olhava a cada dado a sua volta ele via que em vários dados datilografados fotos antigas de pequenas crianças as mesmas crianças.
E que havia misteriosamente desaparecido como se jamais existisse ele olhava casamentos que várias vezes esposas e maridos cujos únicos vínculos eram pessoas delirantes no Arkham...
Era fotos de pessoas felizes e alegre crianças, mas que não existiam mais nem lembranças como que depois de um tempo não existisse mais, como que jamais existisse depois de uma certa idade...
E ele olhava a sua volta e via símbolos os casos de pessoas desaparecidas, periodicamente datava de desde o começo da colonização do país, beira quinhentos anos, alguns casos antigos sombras do passado.
E eram vistos casos de folclore indígena nativo americano, eram casos antigos de maridos que perdiam suas esposas, esposas que sonhavam que tiveram crianças que desapareciam.
