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E jamais foram vistos casos arquivados aos documentos da antiga prefeitura e até mesmo o antigo arquivo de casos arquivados da polícia, as pessoas esqueceram que tiveram filhos.

E ninguém foi atrás e ninguém vem aqui, no começo da origem de Gotham eram originados em interiores e florestas, arvores com formas de crianças...

Heleanor, bem ela percebeu que alguns daqueles mais antigos que não era o louco criminosos..., mas era uma das mais antigas...

E ela já havia atendido, Thereza, Olong, e ela sempre era mais intrigante, quanto que ela dizia que estava ali a mais tempo que outros, ela não tinha família, e uma vez ela disse que era informante do Batman...

Thereza bem sabia que ela disse numa noite...

- Voce está sonhando com ele. – Disse ela.

- O que repetiu... – Ela estava assustada.

- Como você sabe? – Ela realmente não queria ser dopada novamente. – Voce não...

- Voce pode convencer esses loucos a ajudarem você a escapar. – Dizia. – Apenas outra rebelião...

- O que...? – Repetiu. – Como?

- Eu sei. – Disse. – Voce deve saber onde fica. – Disse. – O lago, o cemitério. – Bem na fazenda. – Disse ela.

E assim todos os dias ela foi apresentada aos corredores.

E de alguma forma Thereza falou para guardar segredo, ela era uma hipnotista.

E assim ela o apresentou ao coringa...

E em meio aos sonhos, de alguma forma ela foi trocada de quarto para dividir com Thereza...

E se fosse possível os sonhos do aquário e das barreiras alimentaram...

E ela via as meninas nas mãos de George...

Era como Thereza disse o nome.

As chamas os estupros...

E foi nessa hora que a historia do estuprador não seria tanto louco assim, parecia ter sentido a cada dia...

E agora era a marca em todas as paredes, havia alguém envolvido...

- Ele está pedindo ajuda. – Disse ela.

- Pedindo ajuda...? – Repetiu.

- Alguém de dentro, não é mesmo? – Questionou.

- Ele não deveria pedir a mim. – Tentou. – Como você sabe? – questionou.

- Eu posso ver... – Disse,

- Porque você não ajuda? – Questionou.

- Sou velha demais não posso fazer nada.

Enquanto isso no outro lado do sanatório... meses antes...

E ele conseguiu alguma simpatia com os chamados loucos do Arkham que tinham algo de são demais, mas estavam ali de qualquer jeito...

E numa tarde bem no meio houve um começo de uma rebelião...

E isso a ajudava muito...

E ela foi ate a sala de segurança...

E bem naquela hora, em horários específicos bem quando as mulheres eram atacadas...

Bem na troca de segurança...

As câmeras desligavam o som o áudio tudo parava...

Ele havia estudado várias plantas tinha por experiência que aquele local antigo não mudaria nem em dez e nem em dez mil.

E ela entrou em uma sala antiga do Arkham e em mal tempo ela via a antiga sala de relatórios...

E ou em qualquer que sejam os anos ou em vários milhões de anos, e logo percorreu os dutos subindo por um canal em t...

Mas de qualquer forma ela amenizou o que via, a ponto de afrouxarem a segurança...

- Vai ser hoje. – Disse sua colega de quarto...

Houve uma rebelião..., bem vários presos fizeram a festa, e muitos deles fugiram..., se não a maioria se os guardas tiverem sorte estariam ainda vivos no final...

E em meio a isso, ela usou o que descobriu para sair de vista...

E havia o que ela viu em um túnel escuro...

E os seus pesadelos eram mais frequentes..., ela viu como se fugir...

Havia um túnel secreto de ventilação...

Esse túnel estava escondido a vista, um nicho especifico entre os corredores, com uma marca de morcego...

Uma brecha na parede, então era assim que ele entrada, uma passagem escura entre os corredores fora de vista das câmeras, fora de vista, próxima da sala do diretor do Arkham...

E bem ali tinha uma parede falsa e nesta parede com a tubulação havia um túnel lateral e em específico de um duto e uma saída de ar...

E que dava para o corredor lateral com várias câmeras laterais e aberturas ocultas...

E em seguida percorrendo pela lateral a esquerda e em seguida saindo por uma entrada descendo ali a direita e logo ele olhava a sua volta pegou a chave que havia cortado a jugular do homem...

Estava entre o almoxarifado e a saída para a entrada da ambulância...

Haviam ratos e pequenas aranhas, dispersas...

E em seguida apareceu um dos enfermeiros a sua frente e pegou a primeira coisa que tinha a sua frente um cabo de vassoura...

E enfiou em seu peito ele caiu no chão com o cabo atravessado.

E assim andou em sua direção e o arrastou para o canto e logo saiu pela porta pegando seu revólver e facas na dispensa do armazém ao lado do corredor, e assim seguia pelo corredor.

E ia em direção ao final do corredor quando chegou até a porta era o vestiário dos funcionários e ali ela usou um cano de ventilação abrindo pela lateral da parede.

E arrombou todos os cadeados e assim roubando todos as carteiras e o dinheiro que haviam em cada uma delas.

E então percorreu o local entrando no corredor a esquerda e saiu pela porta de trás e a abriu, e então com as chaves, ela abriu os cadeados e ligou o alarme de incêndio...

E um barulho ensurdecedor foi ouvido, enquanto andou e andou lentamente pelo portal de entrada de trás.

E assim se locomoveu e então abriu os portões andou vários metros e viu uma ambulância.

E ali estava o motorista ele não a viu chegar, existiam muitos cantos escuros.

E tal como o outro usou o revólver atirando em seu estomago e em suas duas pernas ela o empurrou e o jogou longe do carro.

Então ela entrou novamente na ambulância e pegou o celular ativando a localização gps e anotando números em um papel foi em direção ao homem.

E em seguida o arrastando no canto do local e colocou o celular em sua mão com o papel e disse.

- Você pode mandar o comissário e os policiais seguirem a localização. - Disse e assim o empurrou mais afastado.

E assim jogou vários objetos e um cobertor junto a um kit de primeiros socorros para fora da ambulância.

E em seguida caindo no chão ao lado do homem, ela o empurrou puxou e jogou no outro lado do local, assim entrou e ligou o carro e com velocidade.

E ela atravessou a porta ainda fechada arrombando, e seguiu em direção em alta velocidade para fora de Gotham.

E assim dirigindo pela estrada fora de Gotham e várias minutos ele sabia que aquele local ficava fora do centro próxima da antiga reserva florestal eram pequenas fazendas abandonadas.

E assim olhando para o terreno antigo de espantalhos e uma mansão fora dos arredores de Gotham e com divisa em Metrópoles.

E o carro sem a sirene ligada ele olhava a sua volta era onde tudo começou e onde acabaria na antiga cidade e reserva fantasma...

E ela andou por algumas horas, e ela tinha certeza que iria achar o que estava procurando e a estavam esperando...

Era uma cidade abandonada com restos de carros e outros objetos abandonados que serviu de cenário para massacres indígenas.

E era palco de antigas seitas e terremotos anteriores.

E era uma antiga usina nuclear abandonada uma reserva de carvão anterior a usina e antes uma cidade de mineração que foi abandonada e apenas arvores enegrecidas pela poluição.

E estavam contaminados riachos e pequenos rios contaminados de água escurecida sem vida sem peixes.

Mas a outra margem estava limpa...

E sem habitantes e sem qualquer pessoa ou animal a sua espreita apenas bichos peçonhentos a volta baratas e corvos que sobrevoavam o local era o que deixava a ver ao longe cavernas.

Mas o outro lugar da água estava inesperadamente... limpa...

E ela havia deixado algumas mensagens e literalmente escrever onde a encontrar...

E esperava que o fizessem, ela até mesmo atraiu alguns loucos para causar uma grande revolta...

E ela disse onde iria...

E penhascos e ao fundo antigas casas e pequenos prédios destruídos e nada mais que ferro-velho ao céu aberto restos de animais...

E isso aconteceu algumas semanas antes da grande fuga do Arkham...

O caso similar as Bruxas de Heardstar Pik e a Maldição de Cristal Heart, os corvos da floresta de Crinsom Cross lendas mal escritas e ocultas na antiga reserva uma antiga reserva indígena.

E abandonada pelo governo que mandava subsídios mensais cuja a própria cultura ainda reside em alguns locais ou habitações próximas, pequenos desertos abandonados...

As antigas culturas e antigos vilarejos próximo a reserva e ainda havia um antigo jornal o casamento de uma nativa com um Wayne a quinhentos anos atrás.

E era uma linda nativa de longos cabelos negros e esvoaçantes ao lado de três outros desconhecidos e vários índios e integrantes da família Wayne...

Heardstar Pik era uma reserva abandonada pelo governo próxima a outra reserva ainda mais abandonada mais parecida com uma cidade.

E tudo era mais abandonada do que habitada, vários quilômetros além, que por coincidência pertencia a família Wayne.

E era um local cedido para os nativos americanos não havia impostos afinal era uma reserva a fundação Wayne manda subsídios mensais e várias ajudas de custo a tribo Miagami.

E que vivia na reserva existe nessas terras e assim olhando a pequena garota descendo do ônibus com um sanduiche nas mãos longos cabelos dourados amarrado dos dois lados da cabeça.

E cujas calcas largas e rosas e camiseta de desenhos de elefantes com asas e uma bota vermelha com cadarço e suas marias chiquinhas...

E ela apenas descia e andava seguida de vários outros passageiros e uma senhora idosa ela olhava ao redor e via andando em direção.

E assim andando pela cidade pacata de cavalos que andavam ao lado de carros ele via um chão empoeirado.

E existia inúmeros documentos de habitantes e pessoas que recebiam ajuda da empresa e do governo ao longo de lista enorme e beneficiados.

E vários benefícios ao longo da lista e a pessoa mais velha que poderia ser de ajuda nessa onda mistério...

A história dizia que o índio mais velho que vivia nas redondezas se chamava Zell.

E o filho do corvo o homem beirava os cem anos e assim olhava a sua volta.

E entre várias lojas e artigos diversos ele olhava a sua volta assim diziam os outros que por muitas vezes as antigas lendas dizia que era mentida.

E que ele era imortal e na verdade tinha mil anos, mas de todas as formas ele tinha filhos, netos e bisnetos...

A lanchonete mais antiga do vilarejo e da reserva e entre as fronteiras de Gotham, Metrópoles e Nova York ele olhava o imenso logo o cavalo alado de nome era o cavalo do céu.

E ela/ele olhava a sua volta e via tudo e assim abrindo a um imenso quarteirão de várias lojas de artigos indígenas.

E as lojas com estaturas de índios e vários objetos artísticos ele olhava as lojas com cores berrantes entre vermelho preto e azul.

E a porta do imenso restaurante ele entrou percorrendo várias mesas espalhadas e ao fundo um senhor de longos cabelos e barba brancos.

E ele e de roupa tribal parecia com penas na cabeça e colar de ossos ao redor do pescoço.

E a sua volta e várias pessoas comendo e conversando e o único lugar que se dispor mesas quadradas e cadeiras estofadas com símbolos indígenas ela olhava a sua volta.

E assim via ao fundo o senhor comendo sozinho olhando ao redor via várias lanchonetes e pessoas.

E ela/ele percorreu decidido ao fundo e a garota gorda e de mais de quatorze anos se sentou em frente a uma mesa vazia.

E em frente ao balcão do restaurante a senhora se dirigiu em frente ao homem idoso e disse.

- Eu estou fazendo um artigo histórico da história da antiga civilização de Gotham e sobre as origens dos primeiros Wayne poderia me contar.

E era onde tudo começou, eu telefone a alguns dias... – Dizia quando foi interrompida.

- Nunca e um bom tempo começar conversas com mentiras e nem pessoas erradas... – Dizia.

E o velho homem sentado à mesa e antes nem levantando o rosto de seu prato de ovos mexidos.

– Eu percebo, mas não vejo algo me faz ver o que não acredito. – E disse.

E tirando debaixo da mesa com as mãos uma caixa larga quadrada de madeira com desenhos e inscrições.

E haviam os símbolos indígenas encravados e pintados e bem coloridos com isso tirando de dentro um imenso livro preto grosso e de aspecto antigo, e o colocando na mesa.

- Seria como interessante, mas tempo e sempre isso, mas tudo se resume a tempo, não há tempo para pequenas verdades nem para feições novas e velhas.

E tudo se resume a histórias que quero contar em meu artigo. – Dizia se sentando na cadeira em frente ao ancião.

- Pois bem, comecemos com histórias e mentiras se e assim que deseja...

- A linha das histórias e se resume a três personagens e três tribos diferentes que se uniram a muito tempo atrás e o único homem branco.

E este que conheço que se uniu a ele você pode ficar com o livro se preferir volte para cá quando decidir mostrar sua verdadeira natureza...

E assim ele entregou a ela e assim andando com sua bengala ela seguiu seu caminho e assim lia cada história...

Tudo começou com uma lenda antiga que não posso contar a você então espero que fique com o livro e assim o leia era uma antiga história de nosso povo, mas somente poderia ser contada.

E aos descendentes de Wayne... Que nasce a cada cento e cinquenta anos...

Ela olhava para o antigo caderno e assim esperava o ônibus no terminal e sua viagem recomeçava logo que chegaria o ônibus...

Em Gotham City...

Se ela não chegasse logo as visões a fariam perder o controle...

Era uma corrida em um beco uma mulher de olhos castanhos assustados ela corria numa noite chuvosa e assim caia esbarrava.

E em caçambas de lixo e tropeçava na poça de lama.

E assim como que desesperada ela engatinhava tentando se levantar se apoiando em uma parede quando ela tentou abrir uma porta.

E de um fundo e uma boate e assim tentando rastejar ela foi pega uma pessoa que surgia das sombras uma sobretudo negra...

E com uma faca em suas mãos se debatendo e gritando, e para ter os lábios abafados por uma mão e esfaqueada várias e várias vezes...

Em um pequeno celeiro amostras de vídeos caseiros empilhados fitas e mais fitas em uma prateleira de metal ele via várias crianças.

E em meio a um roseiral e vários tubos de água e assim crianças sentadas e sentada olhando aturdidas com expressões vazias...

E ela percorria toda aquela imensidão escura, e em meio aquele redemoinho de emoções...

E aquela sensação de desconhecido percorrendo as estradas escuras...

Na antiga mansão ao sopé de uma montanha em cima de uma caverna o local inteiro toda a cidade abandonada reside sobre cavernas antigas e passagens e corredores esculpidos em pedra.

E estas eram o maior número de sepulturas e cemitérios a céu aberto que ali estavam enterradas e encrustadas nas pedras antigas criptas abandonadas.

E a mais antiga mansão sobre uma caverna de criptas era a primeira mansão antiga e abandonada sobre um céu vermelho de um crepúsculo.

Ele olhava a sua volta e viu que a mansão ao longe sem qualquer proteção afinal não precisava já que ninguém vinha aqui e além de tudo isso era estranho não existia nada.

E percorrendo o local via-se nascentes e bolsas de agua subterrânea...

E haviam seguranças, ela de alguma forma sabia como burlar a segurança, entre os nichos e as paredes laterais, ela seguia se esgueirando...

E descendo as passagens escuras entre os guardas, e o seguranças que percorriam o local...

Entre a troca de segurança, havia um espaço de tempo ela se esgueirada entre o que seria uma tubulação de ar...

E havia ao que parecia percorrer toda a extensão do local, em toda a parte um túnel longo e sinuoso...

E ela entrou na sala de armas e havia o que seria um rifle e colocou um silenciador e algumas estrelas ninja...

E ela/ele via a sua volta o que ninguém soube ver e ninguém se importaria a sombra que a acompanhava era a de umas das meninas e um sussurro dizia em direção.

Havia uma enorme cachoeira, ao redor de uma nascente ao redor de todo o local, descendo como uma nascente.

E a grama alta ao vento e ao feno espalhado ele olhava a sua volta e via acima de tudo um pasto amarelado e vários centímetros e acima de tudo.

Haviam animais, ovelhas, cabras e vacas dispersas, mas nenhuma pessoa para cuidar.

Estranho, pensou, aquele local era verdejante.

E a sala onde havia a segurança, muitas, mas, muitas, mesmo, eram uma grande videoteca...

E entre a troca de segurança ela se esgueirou por trás do segurança e o golpeou pegou uma corda e o amarrou sentado a cadeira próxima das inúmeras telas...

E viu a garota a boca gritando quanto em meio a seus piores pesadelos como uma nevoa que se dissipava ele olhava tropeçando em esqueletos a sua frente, e olhava.

E entre as varias fitas, de alguma forma uma mão enluvada que não estava ali a guiou para o teste 67 e o que viu a fez ter vontade de vomitar...

E o cientista que estava fazendo o teste era...

O seu marido...

E de lá pra outras ela olhava e ele estava em todas as próximas fitas...

Eram cobaias, experimentos, cenas de estupro...

E forçando a escolher entre se matar e matar alguém próximo...

E em todos os vídeos estavam mais de 10 psiquiatras do Arkham...

E não era mais eles eram cadáveres colocados como espantalhos e espalhados como múmias e feições grotescas pele escurecida e azulada...

E se esgueirando ao local ela saiu com vontade de vomitar...

E percorrendo as passagens mais ocultas, mesmo que soubesse que poderiam a pegar, de alguma forma ela sabia que em varias celas, haviam as mulheres que foram estupradas seus experimentos...

E não havia insetos e vermes aqueles que passavam longe de qualquer buraco.

E era bem limpo...

E ela era conduzido uma voz em sua mente a guiava...

E descendo mais ela viu no andar mais baixo numa passagem feito em rocha, ela temia que viria a seguir...

E viu a versão psicótica da capela sistina...

E eram corpos empilhados de pessoas e estavam envoltos do que eram cera ou algum produto que os mantinha conservados...

Haviam muitas, mas muitas, da parede ao teto e quanto mais descia mais medo tinha e mais corpos via...

E alguns poderiam ser mais antigos, e eram mumificados e com expressões de medo cinzento e com garras espinhos por todo o corpo.

E assim ao redor túmulos e lapides nas rochas...

E haviam os crucifixos ao redor, e alguns tinham expressões serenos e outros estavam torcidos e pequenas cabeças encolhidas empalados.

E em cima de estacas e espalhados ao redor de um local, cuja grama longa amarelada era especa e alta, haviam raízes...

E ela era atraída, alguém ou alguma coisa a chamava...

Venha...

E pelo visto ela estava embaixo das lapides e de raízes...

E um capim alto e amarelado e do local, com inscrições e símbolos circulares e como que tivessem fito na própria terra.

Por aqui...

E estavam espalhados ele olhava a sua volta percorrendo o caminho anão..., não...

E ela repetia...

E eram como se levada pelo tempo e pela fenda da realidade...

Fenda dimensional...

Mundos dimensões, mas não humanas, feras, seres menos do que monstros...

E o que ela viu do lado de fora ser a entrada da antiga catedral abandonada, onde havia uma entrada...

E ao alto ela viu...

E o que ela viu fez com que duvidasse das leis da física...

E ele pulsava de tempos em tempos, e naquela hora, ela viu alguns fios que estavam conectados em seu corpo que conectava a maquinas bem a sua frente...

Vibrando e pulsando...

Por favor...

E ela ouviu...

E foi ele que a guiou aqui...

Longos cabelos brancos, tão longo e flutuando ao redor, e envolto de luz azulada e as inscrições brilhavam...

Parecia um crepúsculo entre as cores douradas e das estrelas como uma imensa constelação...

E parecia o próprio sistema do multiverso e a própria entrada das fendas dimensionais...

Havia o que ela poderia dizer um mapa e monitoramento...

E ali via flutuando com várias formas cúpulas e barreiras e dos portais se viam criaturas escamosas surgindo das barreiras...

E eram mais um campo de cadáveres e gritos almas em chamas se desprendiam do chão...

E os gritos que a faziam gemer e a gritar ajoelhada no chão com as mãos na cabeça ele olhava a sua volta.

E ela viu algumas câmeras naquele local, que haviam mais selas...

E o que antes eram poucos em uma nevoa se dissipando eram milhares como que esculpido sobre a terra amaldiçoado sobre um morro.

E o morro entre as fendas dimensionais e como que vissem feras sendo devoradas ao redor de um buraco que se projetada e sendo sugados.

E ao redor deles...

E consumidos por ondas de energia diretamente numa passagem e uma boca e um homem dentro desta barreira e com olhos brancos ele estava flutuando.

E ao redor da barreira bem ao alto e com símbolos encrustados em todo o seu corpo...

E haviam mais outros corpos esculpidos e espalhados ao redor dele, aqueles corpos conservados...

E ele era jovem, belo a perfeição física, mais do que 29 anos no máximo.

Bruce Wayne seria mais velho, 39 anos, certo...?

Fazia 1 ano e meio de seu desaparecimento...? Mas ele seria tão jovem...

E onde estavam os corvos de olhos vermelhos que sobrevoavam e acima de tudo que sobrevoavam acima do céu no crepúsculo invertido entre as fendas e bolhas.

E ele brilhava e ficava transparente e haviam passagens dimensionais das feras, havia uma redoma e uma barreira que impedia de vir para baixo...

Parecia um portal para algum mundo infernal...

Ela passou ali e vendo os monitores e as câmeras...

E o local enorme que passava pela enorme propriedade percorrendo o extenso local e assim andando em direção ao celeiro que ficava a sua frente eram antigas e mal estruturadas e assim empurrando o local...

E quando desviando do local ela não percebeu que alguns loucos chegavam ali de carro...

E ela via a sua sombra alongada entrando ao empurrar o galpão da frente e assim descendo por uma escada de pedra...

E a madeira e as rochas esculpidas que rangia e rangia como que a rocha vibrasse e assim via a sua frente várias estruturas.

E logo a sua frente via montagens e várias câmeras antigas estantes com fitas e câmeras e vários objetos espalhados e assim em vários desses locais e assim pegando cada uma de várias estantes.

E ela via aquele sistema de monitoramento e ali com uma tecnologia muito estranha e avançada para ser humana ou daquele mundo em questão...

E a colocando em um vídeo cacete e assim revelando uma imagem na parte mostrando o vídeo de várias mulheres estas torturadas.

E por vezes decapitadas e assim por vários minutos trocando de tape e várias filmagens e assim eram avassaladoras...

E não apenas o seu marido, ela via mais de dez colegas ali, eles estavam se aproveitando do fato de ninguém acreditar neles...

Aparecia a frente da câmera o seu próprio marido seu marido de pele escura que mudava o ângulo da câmera e assim ao fundo via a mulher e ao lado outros dois homens, eles eram os colegas amigos, próximos do doutor Arkham...

E várias mulheres estas amarradas descalças e nua e assim se contorcendo e logo ele dizia.

- Eu faço isso por você. - E menos esperava ela não via que atrás dela um alçapão e um túnel abaixo dela um homem transvestido de mulher...

E este era George...?

- George? – Repetiu...

E ela foi em direção ao circuito um grande núcleo circular que parecia controlar tudo...

E o objetivo era desligar no máximo destruir...

E ela liberaria virando uma alavanca no controle de comando...

- Não faça isso...

E ela ouviu uma voz grossa e gutural...

E ao se virar ela viu...

E era o...

- Lupus... – Disse ela.

Li estava com um grande cajado ali a sua frente alguns guardas...

Haviam serviçais, servos encapuzados a sua volta armados...

- Não sei como ele conseguiu, mas conseguiu...

E ele enviou momentaneamente em sua direção visões...

E ela deveria fazer...

- Não...

E de alguma forma ela se desligou com violência ela pegou o rifle e atirou em direção aos controles...

E diretamente na barreira...

E tudo explodiu a sua volta, faíscas, algumas coisas a sua volta tremeu...

E uma enorme carga elétrica disparou e para seu horror em direção aos circuitos diretamente no homem flutuando acima...

- Voce não deveria. – Rosnou...

E ela disse.

- Eu vou...

E a onda de energia desprendia a sua volta, uma grande vibração se ela tivesse visto, que monitoravam ondas cerebrais e batimentos cardíacos...

E naquela hora, uma imensa e descomunal vibração como que uma bolha de água estourou com a intensidade da eletricidade e toda a volta se desvaneceu.

E de alguma forma a bolha estourou e ele caiu com tudo as criaturas sugadas de volta com imensa velocidade e ele caiu com tudo em direção ao chão...

E ao mesmo tempo em que as feras que não foram sugadas foram em direção a todos eles, incontroláveis e ferozes, havia sede de sangue...

Atacando a todos que disparavam sus cajados de energia em direção ao céu dimensional...

- Ignorante... – Rosnou e com um movimento do cajado ele enviou um feixe em direção ao portal...

E o vórtice que as liberava inesperadamente foi invertido...

Sugando os que estavam mais próximos...

E um longo e liso vestido branco cabelos longos abaixo dos ombros de cor vermelha.

E ao seu lado uma pequena menina de vestido rosa que estava ao seu lado ele dizia surpreendendo e dizendo.

E parecia um milharal seco próxima de uma entrada de uma antiga catedral de uma igreja...

E ela seguiu por uma entrada lateral...

E ela correu em direção ao homem que estava levitando alguns centímetros do chão com olhos brancos, ela não sabia que ele estava vivo ou morto...

Ela estava o pegando puxando em meio a algazarra e assim ela o pegou agachada em seu colo e o puxou tocando seu rosto...

E com um pequeno beijo e um simples toque...

Inesperadamente ele abriu os olhos e gritou e com um grito tão alto como que assustado ele ofegou...

E foi tudo tão rápido...

Todo o tempo voltou...

As experiencias do tempo...

E ele gritou engasgando, em seguida convulsionando...

E ele tentou o manter parado o segurando no local...

E ele colocou a mãos em sua boca, para o impedir de se engasgar...

E na mesma hora e parecia ter um infarto...

- Não. – Rosnou ele.

E fazendo CPR, o homem estava imóvel...

Fique comigo... – Ela chorou...

- Sai... – Rosnou Lupus chegando a sua frente...

Ele a tirou de seu colo...

E ele olhou em seus olhos e levantou a mãos, mas...

- Voce não pode. – Rosnou ele.

Mas era tarde demais...

E ele parecia morrer, seu coração parou de bater...

E de alguma forma ele tentou com o cajado pulsando, diretamente em seu peito...

A luz com de um choque...

E ele mesmo fazendo tudo aquilo morreu em seus braços...

E havia uma entrada que ela não viu e uma passagem chegando...

- Eu estava esperando por você..., ele também... – Disse ele depois...

- George. – Disse inesperadamente...

E ali naquele chão ele o entubou colocou na mesma hora uma seringa em sua veia e vários fios conectados em seu corpo colocando uma sonda...

E inserindo um liquido com um cateter e uma bolsa de um liquido vermelho...

E ele o colocou de volta no local, ligou as maquinas ao seu lado e o respirador...

E lentamente seu coração foi reiniciado as maquinas o mantendo vivo...