17

Mas ela sabia que ele era um vegetal...

E ele o cobriu com sua capa...

E se levantou...

- Isso não deveria acontecer. – Disse ele.

- Eu esperava você a algum tempo... – Ouviu atrás de si

- Ele conseguiu... – Disse ele...

- Ele a trouxe. – Disse.

- As flores e as sombras não pareciam suas... – Dizia.

- O que você vai fazer comigo? – Questionou ela.

- Voce. – Disse ele.

- Não vai sair daqui. – Disse ele.

- Eram os reflexos da barreira. – Dizia.

- Eu precisava olhar com meus próprios olhos e ver que o que fiz era meu ou de outra pessoa... – Disse.

- E agora. – Disse ele.

- Voce tem a centelha dele. – Disse o homem lobo.

- Eu vou contar para você, mas de alguma forma você foi a única ajuda que ele pode ter... – Disse.

- Edwina, você não deveria fazer esse tipo de coisa. – Eles ouviram as vozes...

- E ele estava tentando sair... – Disse George...

O que seu marido fez foi me ajudar ele nunca se importou.

- E eu devo a verdade a você de qualquer jeito, mas você pode ser útil. – Disse ele.

- E ele afinal era meu parceiro de crime e afinal os irmãos também me ajudaram eles foram levados por algum vórtice. – Disse.

– Voce é um caso especial. – Disse.

- Voce tem um dom. – Disse.

– Uma afinidade psíquica. – Disse.

- E em um ciclo estranho, e afinal você fez um bom trabalho em matar ele, afinal ele estava saindo do momento confortável...

- Eu quero que venha junto comigo. – Ele disse enquanto acariciava a nuca da menina dando um aperto em seu pescoço onde ela apenas gemia seus olhos vidrados eram proeminentes...

Ele falou em sua direção...

- E a menina? – Ela perguntou em sua direção.

- É minha filha. – Disse ele.

- Vem comigo.

- Eu sei que ela não é a sua filha, o que aconteceu com a outra? – Ela perguntou.

- Me deixou com raiva. – Disse se virando

- E a proposito. – E se se virando em direção ao túnel.

– Você fez um bom trabalho saindo do Arkham, mas muitos fugiram de lá também a polícia está fazendo hora extra.

- Agora que tal nos seguir... – Disse fazendo um galanteio com a mão e começando a descer uma escadaria em pedra e mármore e assim ela sem escolha os seguiu.

E ela disse. – Não. – E apontou uma arma em sua direção.

- Então será da maneira difícil... – Disse.

E ela via alguns cientistas chegando em direção a maca e pegando o homem e o colocando de volta aquela cúpula de energia...

E de alguma forma ela viu um braço mexer...

E antes de que vissem, ela iniciou acionando nos controles o pico de energia...

Ela colocou o desfibrilador, e seguiu ele sem perceber sua tramoia...

E ele se virou como que uma imensa velocidade surgindo um cajado em sua mão e disparando em sua direção ela não teve chance e a desarmou atingindo o rifle...

E ele ficou paralisada momentaneamente..., e depois o seguiu...

E assim seguiram pelo caminho escuro de tuneis, e dizia ao longo das paredes havia buracos esculpidos e nesses buracos, haviam caveiras.

Uma grande nascente de água, canos, tuneis e mangueiras...

E o barulho da água ao redor.

E estas dentro com velas e castiçais, e assim vendo ao longo da escadaria em espiral e vários buracos com caveiras e lâmpadas dentro de seus olhos.

E assim percorreram as cavernas subterrâneas passagens largas altas e escuras com archotes de fogos acesos escadas esculpidas em pedra.

E assim ela olhava a sua volta e via a escuridão e várias pessoas surgindo ao longo da paisagem e essas pessoas que se escondiam pelas imensas e longas lapides.

E o que viu um culto e acima de tudo símbolos e antigos monumentos, estatuas antigas inscrições ao redor esculpidas em pedra, pilares esculpidos espalhados e monumentos espalhados e assim a sua volta

E ali era o que viram nas eras passadas e assim pessoas antigas um imenso templo subterrâneo.

E assim o homem que olhava a sua volta o homem que por sua vez um homem ao alto de um monumento e assim.

Ela andou em direção a vários objetos angulares e vários monumentos e assim ao longo de um imenso altar se via todas as mulheres acorrentadas.

E cada uma delas estavam presas, seus olhos medonhamente assustados ampliados de medo e vergonha sentadas respectivamente em círculo.

E no canto iluminado de castiçais, que aos poucos eram revelando as desaparecidas e o antigo paciente do Arkham.

E o homem lobo, era um homem alto e branco que usava um cajado o mesmo cajado...

E este cajado ao que parecia havia quebrado sua ponta revelando ser torcido como uma bengala quebrada, que o forcou a ser internado ela havia assinado sua alta de um ano atrás.

E assim pelas palavras que disse a ela que não faria a mesma coisa, não iria perseguir seu irmão que não encontraria a cura.

E que não existiria já que não existe cura o mesmo homem que agora a sua frente estava com o cajado que tanto procurava a formando uma fila de sacrifícios.

E o próprio rapaz seu antigo colega de profissão agora seus olhos se ampliaram e viu as mentiras que contou a ele...

E aí está, a borda do penhasco escancarada.

Tudo o que ele nunca foi capaz de reconhecer sobre o que exatamente começou a significar para ele ter os olhos de Bruce sobre ele, o batimento cardíaco de Bruce em seus ouvidos; não era mais ouvido...

- Voce tem a chance de morrer de vez de simplesmente deixar este mundo mais uma vez e todas as experiencias que você teve, estarão perdidas... – Dizia Zariel...

E como estavam sendo vistos...

O que vai acontecer se eu voltar agora? – Questionou.

- Bem. – Disse ela. – Toda a experiencia que você teve comigo e todos os tempo irão retornar ao mesmo tempo...

Seria o conhecimento de milhões de anos ao mesmo tempo. – Disse.

– Se você aguentar o choque e sobreviver. – Disse.

– Voce estará pronto para tudo...

- E vai ser uma tremenda de uma dor. – Disse ela.

E ele viu a si mesmo flutuando ao redor..., novamente, enquanto que a mulher era levada para longe...

Desviando a atenção de todos ali...

E novamente..., a sombra escura se projetava ao redor...

E ele pensava seriamente que não tinha mais o corpo de um velho o senso de um jovem...

E ele pensava...

- Palavras não tem muitas curvas. – Disse ele. – Fiz um acordo...

E eles estava vendo a liga da justiça novamente...

O próprio Bruce, debaixo das mãos.

Ele nem tem certeza do que foi pior, das vezes que Bruce morreu ou das vezes que não: de qualquer forma, ter que ficar lá e assistir...

E não ser capaz de pará-lo não pareceu haver uma opção...

E em nenhum momento a morte foi tão menos importante do que agora...

E ela não importava...

Pressionando uma mão em seu peito, seu coração batendo rápido e duro sob seu toque.

E ele viu através do espelho o seu próprio corpo flutuando...

E ao longe e o local foi novamente tomado por feras...

E as vibrações, o pulsar da vibração das dimensões, onde o pulsar de um relógio...

Era como se o tempo o sino de uma igreja num simples instante do tempo quando tudo mudou...

E em um instante do tempo quando tudo parou...

E enquanto menos espirar tudo irá mudar...

E voltando no instante do tempo quando...

Ele sentiu como se o espelho as imagens e tudo a sua volta voltasse...

E quando o tempo retrocedeu...

Estava ali o tempo seria reescrito...

E retornando no momento decisivo da verdade...

E aquelas feras surgiram novamente do vórtice...

E os sinos tocaram mais uma vez seu coração vibrou no instante em que os seus batimentos cessaram mais uma vez...

E no momento seguinte, quando seu coração voltou a bater todas as lembranças e memorias de tempos perdidos e vindouros vieram ao mesmo tempo...

E com um imenso grito e um vibrar que fez com que tudo parasse e recomeçasse...

E seus cabelos ficaram brancos tão brilhantes como que a luz da lua o impregnasse...

Bruce fez o seu caminho silenciosamente e às pressas para baixo qualquer salão em que ele estava...

E ele olhava para longe daquele local...

E ele não era mais ele...

Você não pode assumir agora...

- Então eu irei... – Disse ela.

Deixar uma mulher assim lutar sozinha é vergonhosa...

E então ela não estaria... – Disse.

E foi quando alguns dos vilões do Arkham surgiam...

A vibração e a onda magnética surgiam com uma luz azul...

E nenhum pouco de sutileza e eles vinham com eles em seu reboque a polícia de Gotham...

E ele morreu...

Bem ele verdadeiramente morreu...

E ali sendo levado pelos servos de Lupus...

Ele estava novamente na grande fortaleza da ruina ao lado de Zariel...

E agora ele viveu...

Com todos os espelhos de possíveis futuros serem quebrados e agora ele teria uma nova chance...

E a primeira coisa que ele fez foi sentir sede quando acordou...

E como um imenso choque toda a experiencia de milhões de anos em um único segundo enviando e vendo toda as suas vidas...

E ele caiu ali...

E ele levantou..., ali depois de sentiu sede...

E ele queria algo para beber...

E uma roupa para começo de conversa...

E ele lembra que possivelmente ele lembrava onde ficava o vestuário...

E ao olhar para a primeira vez para nos homens que estavam inconscientes tamanha a intensidade do pulso de energia que se desprendia dele...

E desapareceu em seguida...

Bem ele viu todos ali caídos mais do que inconscientes...

E ele ouvia as explosões e os rombos na entrada que ficavam metros acima de onde ele estava...

E ele viu nas câmeras, a liga da justiça...

E ele foi em direção ao vestuário, ficava seguindo o corredor a direita.

E ele pegou uma das calcas pretas largas de moletom e uma camisa branca...

E um sapato...

E assim ele passou pelo tanque e bebeu a água da torneira diretamente da bica...

E ficando o mais longe da festa que ele poderia; ele mal se lembrou de abandonar seu copo vazio em algum lugar ao longo do caminho.

E ele pegou a roupa e ignorando um belo longo e escorregadio cabelo preto em suas costas...

- Não corte. – Ele ouvia Zariel dizer.

E então ele amarrou atrás das costas com uma fita que encontrou no caminho ele voltou em direção aos monitores de controle do maquinário e desativou as defesas...

E fez várias surpresas entre um pulso de energia programado...

E ativou uma parte da segurança...

E todos os gravadores e todos os auto falantes e microfones...

- Eu vou pegar uma arma. – Disse.

E ele olhava que a liga estava no caminho, pareciam mais interessados em deter os membros do asilo Arkham do que propriamente dito ver isso...

E ele foi se virar e saiu do local...

E ele seguia para procurar algum lugar...

- Eu sabia que você estava vivo... – Rosnou.

Ele estava com o cajado apontado em sua direção...

- Vai me matar? – Questionou.

- Não, vou levar para quem deveria fazer isso. – Disse.

- Anda. – Rosnou...

E ele andou sendo empurrado em direção ao corredor...

E indo em direção aonde Heleanor e Lupus estavam...

- Era Henry, e ela o reconheceu...

- Henry, como você pode? – Disse Heleanor.

- Então você está vivo? – Questionou Lupus.

- Sim. – Disse Bruce. – Sou teimoso.

- Porque não me matou? – Questionou o cavaleiro das trevas.

- Bem. – Que ele olhava e pensava...

- Eu não queria, mas você trouxe muitos problemas para mim.

- Então. – Disse ele. – Agora vou...

- A princípio eu não queria.

– Queria manter você longe de meus planos. – Disse Lupus.

- Não necessariamente morto. – Disse.

- E então... – Tentou Heleanor.

- Porque? – Questionou.

- Reservatório. – Disse.

- Água. – Repetiu Heleanor.

- Se fosse apenas uma água normal. – Tentou Heleanor.

– Há uma fonte inesgotável de água aqui. – Disse Bruce.

- Reservatório? – Repetiu Heleanor.

- Sim. – Disse Bruce.

– Voce não viu as cachoeiras? – Questionou...

- Você sabia que toda a propriedade e todas as casas e a própria cidade pertence a Wayne? – Ele perguntou.

- As nascentes. – Disse Bruce.

– A cachoeira. – Disse Bruce...

- Na verdade, não. – Disse ela.

- Alguns deles.

- Voce olhou tarde. – Disse.

– Aqui é um local. – Disse. – De muito valor. – Disse.

– Que percebi. – Disse.

– Havia uma nascente na reserva indígena. – Disse.

- E Murdoch. – Disse Bruce.

- Ele queria você longe. – Disse.

- Bem. – Disse ele.

– E você queria úteros também. – Disse Bruce.

– Ele pensava em comprar as empresas Wayne. – Disse.

- E tanto você quanto ele estão atrapalhando o momento em que ele. – Disse.

– Não poderia ficar sem ela... – Diss.

- Sabe. – Disse ele.

– O governo abandonou o local se tornando uma cidade fantasma e também o próprio antepassado de Bruce Wayne comprou essa cidade.

- E ele a conservou durante um período de tempo...

- Até que meu pai morreu. – Disse Bruce.

- Sim. – Disse.

– Bem na época em que. – Disse.

- Em que a reserva supostamente ficou esgotada de recursos naturais. – Disse.

- Nathaniel Wayne a comprou anos depois por volta de 1780. – Disse

- Então aqui...? – Tentou...

- A uma antiga reserva de ouro nessas montanhas. – Disse.

– As escavações, mostravam que tem vários tuneis, e que levavam diretamente a uma nascente. – Diss.

– Água. – Repetiu Bruce.

- Uma fonte de água subterrânea. – Disse.

– Bem aqui embaixo. – Disse.

- Disse. – E quando se tornou uma cidade fantasma e ainda ninguém quer vir, que bem na época isso e apenas um local amaldiçoado e sem futuro.

E assim você veio para cá. – Dizia.

E Heleanor perguntou.

- Um aquífero. – Disse Bruce.

– Wayne não fez nada?

- Eu era jovem. – Disse Bruce.

– Na época eu não sabia. – Disse.

- Havia um lençol freático. – Disse Bruce.

- E esta questão jamais foi questionada.

- Voce, querido, abandonou aos insetos esse local também, não tem impostos e apenas uma cidade fantasma sem qualquer lucro.

- Alguns acionistas aliados a Murdoch estavam encobrindo alguns gastos. – Disse Bruce.

- Desviando fundos. – Disse.

- E matando alguns acionistas para encobrir a minha aliança. – Disse Lupus...

- Queria impedir que você atrapalhasse meus planos. – Disse.

- Cada vez que eu pensava que eu desse um paço você estava ali impedindo que isso acontecesse.

- Voce matou em outras cidades. – Disse.

- Sim, fazia vítimas especificas. – Disse.

– De pessoas especificas. – Disse Bruce.

- Eram todos que de alguma forma atrapalhavam seus planos. – Disse.

- Crianças. – Disse Bruce.

- E você estava atrapalhando. – Disse Joe.

- Atrapalhando? – Questionou.

- Meu objetivo principal. – Disse Chill.

– Voce é Maxwel Moxon. – Disse Bruce.

De cidade em cidade, provavelmente ele não deveria dizer exatamente.

– Queria as terras o dinheiro. – Disse. – E mulheres estupradas. – Disse Bruce.

- Um símbolo que você procura. – Disse.

- Mais do que isso. – Queria...

- A lembrança do medo. – Disse.

– Nunca se esqueçam de mim. – Disse Bruce.

- Sim. – Disse Lupus.

- Eu deveria ter matados todos os Wayne. – Disse Joe.

- Na verdade a pessoa que eu queria matar era você. – Disse ele.

- E seus pais sem deixar testemunhas. – Disse.

- Bem. – Disse o homem.

– Tudo que fiz foi pelo bem maior Henry...

- Sim esse sou eu. – Disse.

- Não dá certo desparecer. – Disse

- E nem fingir a morte. – Disse Bruce...

E as explosões pararam...

E ele ligou o satélite e estava transferindo algumas informações ao mesmo tempo que ligava as câmeras ao redor de cada rede de televisão...

- Bem. – Disse Bruce.

– Já que eu vou morrer poderia sanar minha curiosidade? – Questionou.

- Inicialmente eu tinha dois planos recrutar Joe, matar a velha guarda de criminosos assumir e controlar e fazer meu próprio exército...

- E ter úteros e amantes. – Disse.

- Usando os filhos de seus inimigos. – Disse

- Quando os mafiosos de Gotham se uniram pela primeira vez, era para parar o filho de Moxon. – Disse Bruce.

- Isso. – Disse Moxon, ou Joe Chill.

- E a ideia foi entre um médico obscuro. – Disse Bruce.

- Voce mataram os antigos aliados e quem quer que fosse. – Disse. – Quem soubesse era morto.

- E você passou décadas drogando e estuprando mulheres – Disse Bruce.

- E você usava sequestrava aquelas mulheres em questão, as crianças, filhas de seus antigos inimigos. – Disse.

- E de alguma forma você descobriu. – Disse Chil...

- Voce era, meu professor. – Disse Bruce.

- Eu vi as crianças. – Ele disse.

– Eram meus amigos. – Disse.

- Voce não me sequestrou porque eu estava próximo de você. – Disse.

– Não queria revelar quem era o assassino. – Disse.

- Voce ficou próximo de todas as crianças que eram para ser as próximas vítimas.

- Eu fui forçado a reorganizar meus planos e fugir, porque não consegui matar você. – Disse ele.

- Então, Chill...

– Ele deveria acabar com o problema que ele começou a não terminou, não é mesmo Chill

- Uma criança. – Disse

– Uma criança o que parece ver cada passo que eu dou. – Disse

– Cada uma das meninas dos ricaços que eu queria levar. – Disse.

– Você estava antes.

– Cada local que eu ia. – Dizia.

- Sim. – Disse.

– Voce sabe, você sabia.

– Meus planos eram pegar cada uma das antigas propriedades indígenas... – Disse.

- Seus pais eram um dos que estavam atrapalhando, também. – Disse.

– E ele disse com uma expressão machucada e uma voz esganiçada...

- Eu

- Eu queria ajudar ele. – Disse. – Pensei que esta fosse a solução...

- Porque você fez isso? – Quis saber...

- Bem. – Disse Lupus.

– Quem acreditaria em qualquer louco, mesmo. – Questionou Lupus.

- Seus planos foi fazer experimentos em loucos porquê?

- Quem sentiria falta?

– Reclama ou faz qualquer reivindicação? – Questionou.

- Meu plano é mais profundo do que qualquer experimento. – Disse.

– Eu apenas usei isso para meus propósitos. – Disse.

- Que seria? – Questionou.

- Dinheiro e vingança. – Disse ele enigmático...

- Meu objetivo principal e fazer escravos, minha prole e vingar. – Disse.

- Voce. – Disse ela.

- Voce e o assassino dos Wayne... – Disse.

- Mas porque Wayne. – Disse

- Bem tudo começou antes. – Disse.

- Esses locais escondem uma enorme mina de ouro e está sobre o nome de Wayne.

– De algumas pessoas. – Disse

- Não. – Disse.

– Na verdade. – Disse.

- Eu sigo parte do plano.

- Wayne estava chegando perto, estava atrapalhando. – Disse uma voz.

- E que seria?

- Os Wayne estavam aqui.

– Sem ele...

Eu ficaria livre sem interferência e com as propriedades e a riquezas e caminho livre sem ele não teria ninguém atrapalhando.

- Meu filho Joe Chill o coiote Chil

- Que seria? – Questionou.

- Dominação. – Disse.

- Bruce está atrapalhando os planos. – Disse.

- E que seria...

- Bem o plano veio em algumas partes. – Disse.

- Tenho um filho em questão que faz muitos problemas pra simplesmente continuar quieto.

- E ele o persegue. – Disse.

- E quando eu percebi que era algo mais que sobrenatural...

- As antigas propriedades foram tomadas de um amigo. – Disse

- E este amigo, era você. – Disse.

- O mundo era melhor com você afastado sem se machucar sem dar falsas esperanças.

- A muitos anos atrás, eu fiz uma promessa que iria me vingar.

- E você estava ali cada passo a minha frente de alguma forma atrapalhando meus planos.

- Mas agora. – Disse ele. – Se armas não o matam. – Disse.

– E o cajado não o mantem inconsciente. – Disse.

- Uma faca para cortar sua jugular seria o suficiente. – Disse

- Manter você morte. – Deve ser um bom trabalho, e eu vou ficar ocupado. – Disse Joe.

E ele o pegou pela garganta.

- Não. – Gritou Heleanor e George ao mesmo tempo...

Um porque se preocupava com ele e o outro que era um louco que queria jogar por mais tempo...

E a sua mão maneta com uma mão de madeira ali o segurando imóvel.

E ele iria mesmo cortar sua jugular, estavam milímetro próximos...

E quando iria cortar permanentemente...

Uma série de acontecimentos surgiam uma atrás da outra...

E era como você soubesse cada passo que eu desse antes de eu dar.

A presença de Clark nos dias de hoje sempre o fez sentir-se menos do que desejável, mas com o quão perto eles estavam, parecia que eram séculos de distância...

E ele esqueceu que com os toques fugazes que o outro homem tão facilmente.

E deu no que deu...

E o novo sentimento e sensação e esta que era uma víbora dentro dele...

E esse sentimento que o deixavam louco, e o machucava tanto quanto o aquecia, mas agora, ele não tinha mais esse sentimento era raiva, raiva pelo que ele passou...

Mas essa sensação escura e virulenta..., aquela sensação horrível como uma serpente...

E ele sabia que a liga chegou...

E naquele momento houve uma explosão...

E os portões de ferro ao final foram arrombados...

E todos surgiam ali lutando com os guardas membros do clã e todos aqueles lutadores, usando magia...

E com isso foi o suficiente...

- Como eles chegaram aqui tão rápido. – Se surpreendeu Lupus.

- Voce me deixou sozinho próximo dos controles e monitores. – Disse Bruce.

E a liga entrou em peso... a intensidade nos olhos de Clark naquele momento em que ele começou a dizer... o que quer que ele fosse dizer, tinha feito o sangue de Bruce congelar em terror desconhecido sob sua pele.

E pela segunda vez naquela noite seu coração tinha feito sua traqueia sua casa.

"Não podemos ter certeza de que nenhum de nós ainda estará por perto a esta altura no próximo ano", disse ele petulantemente, tentando libertar seus pulsos e agora, dando uma chave de braço torcendo o braço e arrancando a adaga estranha que iria cortar sua garganta segundo antes...

E ele deu uma torção e o socou eles deram uma luta com ele socando-o mantendo uma boa distância entre eles.

- Voce... – Rosnou Lupus.

– Eu faço isso por você. – Disse.

– Eu vou fazer todos perceberem que você deve ter o que merece. – Disse.

- Eu faço isso por você. – Disse.

– Eu sei tudo ao seu respeito. – Eu nunca vou parar. – Disse.

- Voce apenas pensa que sabe. – Disse Bruce.

– Nem mesmo os deuses podem me parar o que faço é a justiça dos vingadores.

E em seguida ele empunhou o seu cajado e em seguida ele conjurou uma enorme força magica, abrindo portais e surgiam monstros ao redor...

E com isso atacando a todos ao redor...

- Voce vai perceber que a única saída sou eu. – Rosnava.

E tudo iria acabar de uma forma e outra...

E feras imensas surgiam ao redor, os magos surgiam ao redor tentáculos surgiam ao redor...

Ondas de choque, ondas de água e fogo, ventania e toda uma imensidade de forças sobrenaturais surgiam ao redor...

E ele o agarrou. – Ele tentou o beijar arrancar algo dele, mas ele não sabia o que...

- Nada disso importa. – E ele tentou novamente, aparecendo (mas ainda não se sentindo) mais calmo do que antes.

Capturando o olhar de Lupus, Bruce disse:

- Não importa, porque um dia, talvez até mais tarde hoje ou amanhã cedo, eu serei apenas outra memória.

- Não. – Rosnou. – Não vai. – Rebateu...

Eu poderia cair de um parapeito instável sem garra, talvez algo tão mundano como ser atropelado por um carro atravessando a rua.

E ou talvez eu vou ser baleado entre os olhos em um beco escuro sem armadura..., mas um dia eu vou morrer, e aqueles que eu deixar para trás serão forçados a lidar com as consequências.

Eles ficarão com a memória de mim, os fantasmas da minha vida que deixei andando pela terra, e cada vez que os atingir, eles redescobrirão a dor da minha perda.

- Voce é mais do que isso. – Disse. – Ninguém esquecerá você. – Disse.