17

E novamente Chil o tentou esfaquear, ele torceu seu braço deu uma torção em seu braço...

Mas algo aconteceu...

Superman, Constantine e Doutor Destino voaram em direção a eles...

- Bruce. – Gritou o Superman em sua direção...

E foi quando Lupus segurou seu cajado soltou um brilho com uma batida em no chão, ela vibrou e criando um vórtice, e com um som de um sino...

E ele atirou em direção a todos eles, Superman se desviou...

A adaga criou vida e flutuou e o atacou...

- Essa faca não é uma adaga qualquer, você ainda não aprendeu o suficiente e não será capaz de dominar.

- Enquanto estamos aqui vamos brincar um pouco. – Disse George.

- Tem que valer a pena ir para a prisão concordou Henry.

- Vocês não podem. – Chorou Heleanor...

E ele os empurrou pegou um escudo no chão de uma estátua caída e se defendeu da adaga dourada com rosto...

E em seguida pegou nas mãos de Heleanor e fugiu...

E eles correram pelos obstáculos e assim corria descendo pelas escadarias de pedra em direção a cúpula.

- Maldição. – Disse...

- O que faremos? – Chorou Heleanor...

- Correr. – Disse.

E enquanto que eles tentavam se desviar dos ataques da adaga dourada esculpida com um rosto demoníaco voava e atacava o cortando e voando em direção aos dois...

E de alguma forma o céu escureceu, raios e trovões surgiam ao redor, e ate mesmo os espelhos mostravam as ondas e os raios ao redor...

E foi necessário três super heróis para lutar contra Lupus...

E como se saíssem de pesadelos do inferno...

As estatuas ganharam vida, serpentes surgiam ao redor...

As mãos se tornavam serpentes em seus dedos se alongando de todos que estivessem ali.

E as cobras que antes eram dedos mordiam todos ao redor...

E de alguma forma a corda da verdade, bem ela foi transformada em uma serpente e se enroscando na amazona...

E insetos, víboras cobras, minhocas, e todas as peçonhas atacavam os inimigos.

E os inimigos e aliados, houve uma imensa destruição atacados por todos os lados...

E os pequenos insetos cresceram e se transformaram em monstros peçonhentos e atacando ao redor...

- Corre. – Disse ele empurrando Heleanor.

E os próprios servos de Lupus se tornavam demônios e ao redor eles em formas ferais monstros atacavam os membros da liga da justiça...

E a liga da justiça e os vilões lutando ao redor...

E também a galeria de vilões que estavam ali para causar arruaça..., se uniram...

E ele corria, em sua mente, Zariel, dizia.

E ele tentava a todo o custo se distanciar ou até mesmo ele não conseguia a adaga o queria furar e morder...

- A mente e o controle é a força que comanda essa criatura, ela obedece a mente mais, forte. – Disse.

- Apenas concentre-se. – Disse.

- Faça apenas um comando. – Disse.

E ele tentava a todo o custo, realmente isso era um trabalho difícil no dado momento em todas as explosões ao redor...

E entre os pilares da capela distorcida cobertas de corpos do chão ao teto.

E eles foram acuados...

E ele chamou a atenção da adaga enquanto que ela corria.

E foi nesta hora, ele parou, respirou e pensou, limpando a mente, a adaga veio voando apontando em sua direção...

E era ao que parecia estavam correndo pela sala de troféus, objetos espalhados e colocados em vidraças...

Haviam mesas e objetos ali ele correu por eles e observando cada uma delas...

E foi quando ele gritou...

Quase a milímetros de sua cabeça...

E em meio ao seu comando, ele disse,

- PARE. – E assim a pegou..., e em pleno ar...

E esperando seu comando...

E ele surpreendeu a Chil.

- Eu não. – Rosnou.

E mesmo que se desviasse a adaga atravessava cada vidraça e quebrando o vidro e no último instante ele desviava...

E assim ele a pegou e a jogou em sua direção...

Mas o homem a pegou de volta.

E ele correu em direção a um vidro, havia o que ele seria um braço azul...

- Estupido. – A adaga o mordeu. – E ele a cortou, o fazendo a soltar.

E o vidro quebrou e o braço azul longo como um cachecol se enroscou nele...

E ela ficou no ar, segundos antes de voar em direção a Bruce, e ele a pegou e a jogou em seguida...

A adaga quicou em um pilar.

- Idiota. – Disse. – Voce errou, mesmo que tentasse se desvencilhar do braço azul...

- Não. – Disse ele.

E fazendo um movimento com a mãos sem esperar a adaga quicou duas vezes seguida e voou em direção a cabeça de Chill, sem como se defender...

E afundando do lado esquerdo de seu crânio.

E ele caiu no chão...

E em meio a isso, ele se aproximou de Chil pegou a adaga e a tirou de sua cabeça...

E ele tirou o cachecol enrolado ao redor de Chill...

Quando surgia uma rajada em sua direção cortando seu pescoço e ele caindo no chão em seguida...

E ele caiu no chão, realmente essa situação era inevitável...

E era Henry, ele surgia com um fio de navalha do cajado...

E andando em sua direção...

E ele teve a jugular cortada...

Maldição todas as minhocas cobras e baratas surgiam...

E rastejando para trás. – Disse.

- Maldito. – Chorou sangrando...

- O que uma adaga não faz a magia, faz. – Disse.

- Não. – Disse. – Eu não vou morrer. – Disse.

– Não agora. – E as ondas e as tempestades os quadros se moveram.

E ele pulou em sua direção o derrubando, socando e em seguida tirando o cajado de suas mãos...

- Use o cajado, dele. – Disse Zariel em sua mente.

Quando ele percebeu, ele se levantou e o jogou, se jogando sangrando em sua direção...

E pegou seu cajado de suas mãos e usando em si mesmo, inesperadamente se curando.

E ele se levantou e ele olhou em sua direção...

E ele primeiro ficou em cima dele e o socou, várias vezes, seguidamente e sem descanso até que se cansasse...

Seu rosto sangrento sem um dente...

E ele sentia uma mão na sua mão invisível em meio aos socos...

- Isso é pelos estupros, isso é por todas as humilhações. – Disse.

– Pare. – Ordenou Zariel.

E ele parou...

E socando ele sem parar, mas ela disse, que o fez parar.

- Porque? – Chorou ele respirando descompassado.

- Tire o que faz dele um mago. – Disse ela.

– Isso seria pior que o inferno para ele.

- Isso é possível? – Questionou.

- Vai me matar? – Questionou.

- Acha mesmo que isso vai me parar? – Questionou ele.

- Voce tem sorte de eu não o matar. – Disse...

- No momento que tira a magia de um mago, ele não é mais nada. – Disse. – Nem mesmo um empecilho. – Disse.

- Eu ouvi dizer que é fácil tirar o poder de um mago se souber como fazer. – Disse ele.

- E como seria isso...?

- Como seria sua vida sem magia? – Questionou.

E ele pegou o cajado e em seguida o bateu no chão uma vibração.

- Eu impeço você. – Disse ele.

- Não. – Disse Henry...

– Isso é o que me liga a meu irmão. – Chorou.

- Não. – Disse.

E ele sentia algo dele sendo puxado, ele sentia fios se desprendendo. – Havia o que seria fios de seda...

Sua magia..., mas como... ele deveria ser apenas um homem...

- Não faça isso, eu imploro. – Chorou...

Raios e trovoes, ondas de energia uma espécie de portal acima deles sugando os fios dele...

Ondas de energia surgiam a sua volta, mas ele não iria desistir assim tão fácil...

E ele o chutou empurrando, mesmo que o homem não soltasse o cajado...

- Um cajado roubado não o faz um mago. – Rosnou Henry...

E ele enviava um raio que ele desviou com seu cajado...

E ele lançava outro raio..., mas sem sucesso...

- Não, mas o impede de usar magia. – Disse.

E com um movimento circular ele virou o cajado e o golpeou, e deu várias bastonadas em seu corpo, atingindo sua perna o virando o golpeando e dobrando sua perna com uma batida no mesmo local em que ele quebrou sua tíbia uma vez...

E ele o derrubou com um grito...

E de alguma forma ele foi colocado inutilizado com golpes o suficiente para o deixar imóvel e incapaz de se mover...

E ele o imobilizou sentando em cima de seu peito imóvel...

E agora...

- Eu não preciso de magia? – Questionou ele.

- Vamos terminar... – Disse.

- Voce precisa de vontade. – Disse a sua voz interior...

E ele dizia...

- Não. – Ele precisa acreditar.

- A sua vontade sobre a dele...

– Disse. – Que não tem poder. – Disse.

- Não... por favor. – Mendigando...

- Eu o impeço...

- Eu o impeço de fazer o mal. – Disse.

- E ele não terá mais.

- Por favor. – Chorando...

- Eu o impeço...

- É a única coisa que nos liga. – Chorou.

- Não, mais. – Eu o impeço de fazer o mal. – Disse...

E os raios e os trovoes, como que envolto de uma nuvem negra sugando o que quer que fosse dele...

E em seguida ele quebrou o cajado ondas de energia que se desprendia...

E a sua vontade foi levada dele, isso é um jogo de vontade. – Disse a voz...

E junto com o resquício do que ele era seria perdido...

E as ondas desapareceram...

E em seguida a jogando longe..., escura e sem brilho...

Mas inesperadamente antes de se virar...

Ele recebeu um soco no seu rosto, torcendo e caindo de lado no chao...

E era...

Uma garota estava sorrindo, belo sorriso no meio de uma ravina, comendo no meio de um Pic-Nic, com seu namorado...

Haviam momento em que alguém estava tirando fotos, como tal, andando de bicicleta, correndo no parque...

Ela era espancada no meio de uma sala, seus olhos inchados...

Sentado no meio de uma sala iluminada, com archotes, ele estava dentro de um tanque...

- Isto é uma visão – Ele ouviu alguém falar...

O deserto mostrava aquele milharal, uma garota nua e morta sendo jogada dentro de uma cova...

A cena seguinte...

Pulava...

E era um jogo de xadrez na mente dele, ela sorria com fascinação, mas no instante seguinte ele a virava na mesa abrindo seu peito...

Ele estava estrangulando uma garota, no meio de uma estrada deserta, ele via ela

Uma das garotas mais belas estava sorrindo era um campo aberto, sua longa cabeleira loira estava envolta de seu rosto...

E ele lembrava era Janice...

Uma das vítimas de George...

A nova chance...

E no momento seguinte dançando sobre cordas...

George..., antes que ele se virasse... ele foi tomado pela visão...

Era ele sendo levantando e socado...

E ele foi subjugado e jogado ao chão, o homem o imobilizou...

Arrancou suas calças...

E ele estava o estuprando...

- Não... Não...

E ele tentava novamente isso o parecia o divertir.

E ele se virou levantando com tudo ele o socou...

Mas ele estava vestido e não havia acontecido nada...

Ilusão...?

Novamente uma nova visão, sendo golpeado... uma onda de negritude cobriu sua visão...

E ele o empurrou, não apenas com a mente o socou o fazendo cair desprevenido no chão...

E o chutou ele se defendia, afinal George não era um homem pequeno, da mesma altura, musculoso, e magico...

E um soco atrás do outro, vendo o sorriso maníaco daquele maldito psíquico, ele foi empurrado, levou um chute, ele tentou novamente enviar as ilusões, aquela garota ruiva, chorando em meio ao estupro...

Barbara? – E ele levantou com tudo...

E esse jogo é para dois, eu posso não ser um psíquico com o caçador de marte, mas o que pode ser enviado pode ser defendido...

E ele pode enviar de volta, isso é uma linha igual de telefone, que pode receber também pode ser enviada...

Fechar a mente afinal, não era difícil...

E ele empurrou a imagem, ele se concentrou empurrou George...

Aquela mesma lembrança, aquela mesma imagem...

E ele enviou isso de volta, ele estava sentado no meio do milharal, e novamente entre aquele aquário, ele estava se afogando, se afogando e caindo, em meio a um enorme tanque...

E ele pulou e subiu, e naquele local, ele via o policial sendo empurrado e afogado no rio se debatendo em meio a um luar...

E ele parou...

E se levantou com um chute nas costelas de George e em seguida, deu um soco, o maníaco revidou com uma cabeçada...

E ele torcido quase caindo ele levantou e bateu em sua cabeça...

E o nocauteou com tudo um soco no maxilar o deixando imobilizado...

E ele se levantou pensando que logo o sonar iria começar a ligar...

E ele foi surpreendido por um aplauso, seguido era um eco...

Afinal ele vinha em sua direção, mas ele percebeu que os alto-falantes estavam ligados, ouviu um chiado de preparação...

Bem, bem, bem, meus parabéns você se defendeu dos meus filhos. – Disse Lupus...

E ele vinha lentamente com o cajado em mãos, mas atrás deles, vinham como que surgindo da escuridão, todos os que vieram a sua ajuda...

Olhos vítreos, corpos duros como robôs, eles andaram duros e pragmáticos...

E ele vinham como uma horda, lentamente...

E ele correu, sabia que àquela hora, era inútil, mesmo assim o fez...

E olhando o momento certo...

E ele olhava, em direção aos alto-falantes..., e luzes acendendo, Barry correu em sua direção, ele sabia os movimentos repetitivos, e ele pegou um ferro se defendendo do soco mal localizado de Barry e o jogando no chao...

E ele em seguida se levantou e tentou o chutar ele desviava e corria, mas ele se levantava em seguida, e ele usava qualquer coisa que estive em mãos e furou a perna de Barry e o jogando com um soco, mas no último instante que ele levantou correndo se possível de Superman...

- Eu sei que você tentou. – Disse. – Mas meus poderes, são mais do que um simples truque de mágica, não é igual da maioria...

E ele tentou se desviar, eles eram lentos, burro e controlados como marionetes...

- Eu não vou desistir. – Disse.

- Eu sei. – Disse Lupus.

- E por isso... – Disse. – Eu irei. – Disse. – Fazer com que você esqueça tudo. – Disse.

- Nem você e nem nenhum deles irão escapar daqui. – Disse Lupus.

- Aos poucos todos esquecerão que estiveram aqui. – Disse.

E ele recuava ele estava novamente na entrada da sala de controle...

E ele viu de longe a contagem regressiva faltava pouco...

– Aos poucos, não terão mais lembranças que existem.

- E ninguém irá se lembrar que eu sou eu, ou que você está vivo, ninguém saberá que estou fazendo aqui. – Disse.

- Eu não acho. – Disse ele.

E eles com um movimento do cajado, Superman a sua direita e Mulher-Maravilha a sua esquerda segurando seus braços...

- E todos esquecerão que você existiu. – Disse.

Cada vez mais próximo, o cajado sendo colocado em sua direção...

E inesperadamente enquanto que aquela luz estava dirigida até seu templo, um sino tocou, alto aumentando como um pulsar, e esse pulsar, vibrou.

E era como um sonar, uma onda de choque e foi um som tão alto e ensurdecedor, como que vibrasse...

Uma pulsação uma onda de som, irritando e parou...

Ele via o contador zerar e ligando, ele sabia que a meses havia intensificado uma onda sonora interferindo diretamente em frequência mágica.

E que poderia neutralizar qualquer onda cerebral frequência especifica.

E em seguida destruir a conexão com cérebros e também poderes psíquicos especificamente de marcianos e interferindo a magia...

E nesta hora a ideia surgia.

A ideia era vender televisões rádios com uma única peça que iria se conecta com as ondas especificas e iria cria a frequência certa especifica...

Seria similar a uma única onda de som, seria uma frequência especifica, que apenas alguns poderiam ouvir, sentir e ou seguir, seria mais do tipo de animais podem ouvir.

E alguns sons específicos que os animais se comunicam, simulando uma onda sonora que apenas alguns sonares podem ouvir, e não seria ouvido por um meta-humano, mas poderia ser uma vibração.

E esta que iria interferir diretamente na conexo e vibração especifica que iria neutralizar a magia...

E no instante seguinte a vibração era tão intensa sendo enviada a todas as direções em todos os autofalantes, e em todas as ondas de rádios em uma frequência especifica...

E havia uma sala escura, com mais de cem marcianos verdes, sentados a frequência onda sonora fez com que eles gritassem interferindo diretamente em seus córtex cerebrais

Especificamente era um sonar, que atingia diretamente o cérebro uma vibração especifica que se misturava com as ondas de rádio.

E poderia ser convertida e propagada e até disseminada pelo globo e intensificada por satélites...

E em uma frequência que aumentava e se conectava com as ondas sendo intensificadas via satélite e se propagando e sendo enviadas em todas as direções.

E elas se convertiam em ondas de rádio, ondas de televisão e se propagavam fazendo um som tão irritante e estridente como que os sonares de baleias e morcegos...

E ele sabia que os computadores das cavernas conectaram e todas as televisões e satélites estavam conectados...

E naquela hora, todos gritavam e se abaixavam com uma possível dor...

- Como? – Disse o mago surpreso.

- Surpresa. – Disse ele.

– Eu disse, que não era para me deixar sozinho.

E ele ficou imóvel, seu cajado vibrava e ficava sem conseguir mover, magia desapareceu e todos ficavam instáveis e todas as criaturas.

E ali e agora se desvaneceram e no momento seguinte voltavam ao normal e os insetos e outros bichos peçonhentos se desvaneceram juntos...

E naquela hora, ele se desvencilhou de Superman e Mulher-Maravilha e em seguida correu em direção a Lupus tomou o seu cajado de suas mãos, e o socou...,

E ele se defendeu, ou tentou, mas já era tarde, e os heróis recobraram a consciência em meio ao fato dele estar socando o velho mago.

E ele teve seu pulso segurado, Superman no meio da vibração...

- Já deu, Bruce. – Disse o homem de aço.

E ele percebeu que o homem caiu no chão quase que desfalecido...

E enquanto que o sonar parava gradativamente, ele percebeu que todos se levantaram...

E ali ele percorria o local, em todos os meios eles não iriam levar tudo de lá mesmo era seu por direito, e ele desligou as ondas de rádios, e transferiu para a caverna alguns registros...

Rápido o suficiente, ignorando alguns heróis e se mantendo afastado...

E ele se afastou de Superman, ficou afastado ali naquele canto até que um policial apareceu...

- Senhor Wayne... – Tentou o policial.

- Sim. – Disse ele. – Pode vir conosco...

- Tudo bem. – Disse ele abraçando-o em direção ao corredor...

E ele andou com o policial e o escoltou até uma ambulância...

E ali depois de horas em que alguns policiais se aproveitavam e vinham peritos...

E o que ele temia começou, tomaram seu depoimento e perguntaram quem eram aquelas pessoas se a conheciam...

E para falar a verdade foi difícil, muito difícil, Heleanor, de alguma forma ficou do seu lado, estavam sentados em silencio algum tempo na ambulância, ele não viu Kate nem Barbara...

E ele viu várias pessoas sendo levadas de maca, haviam muitos sacos pretos saindo da propriedade...

E praticamente ele viu os quatro homens que os prenderam em macas, de alguma forma histéricos com camisas de força.

E ele viu Clark, e Barry o velocista estava sendo tratado com curativos em uma outra ambulância...

E ele como os outros não parecia se aproximar, ele não viu nem tentar, a princípio ele também não queria falar muito além de que ele respondia a perguntas, de policiais...

E parecia demorar muito, até o anoitecer, a outra ambulância, ele entregou a adaga para o policial e aquela corda azul...

E no total iria ser o resto do dia...

Muitos policiais chegaram ali, peritos e viram e libertaram as vítimas...

E entre elas ele sabia que estavam Kate e Barbara...

E ele foi levado para o hospital logo depois entrando na maca, ele chegou no hospital particular de Gotham Central.

E logo depois que ele chegou foi colocado em uma cadeira de rodas, e levado para fazer exames...

- Senhor, Wayne. – Disse uma enfermeira de cabelos cacheados e morena...

E que estava ao lado de um perito da polícia ruiva e alta de cabelos curtos e uma policial loura alta ao seu lado, magra e bem construída...

- Precisamos fazer alguns exames. – Disse ela delicadamente...

Ele olhava bem, para alguém que foi torturado...

- E vamos tomar seu depoimento mais tarde. – Disse a policial. – Meu nome é Thereza Wear. – Disse...

E a perita se apresentou. – Me chamo, Tiping.

- Tubo bem. – Disse ele.

- Vamos tirar sua roupa. – Disse ela... – Posso?

- Sim. – Disse. - Não tem problema.

E a enfermeira fechou a porta e começaram...

E ele foi pego pelas mãos quentes de medica que chegava ao seu lado...

E em meio a tirarem a roupa, e usando a máquina fotográfica tirando fotos...

E ele levantou tirando rápido a blusa e a as calcas e o sapato...

E ele observou pela primeira vez, mesmo que seu corpo não tinha cicatrizes, mas em compensação, tinham estranhas inscrições...

E eram como tatuagens em sua pele, e inscritas em sua pele haviam linhas circulares como que enroscando umas nas outras do seu ombro envolto de seus braços e acabando em direção as costas de suas mãos...

E eram como se fossem setas em seu corpo...

E haviam as inscrições que eram azuladas, como que pudessem brilhar na completa escuridão...

E seu cabelo era bem longo, liso e preto e era ate o chão, cinco centímetros maiores que sua própria altura...

E suas unhas eram pontudas e vermelhas mãos e pele lisa...

E foi o que viram ao apagarem as luzes e como que fossem tatuagens feitas horrivelmente com sangue...

E realmente poderiam ser se não o eram que ele pode perceber sumérias, elas tinham as mesmas substancias...

E ele não tinha uma cicatriz, o que era estranho era que não haviam nem mesmo uma marca...

E a marca dos experimentos, haviam as inscrições em suas coxas onde haviam feito o local onde quebraram minha tíbia, mas elas haviam cicatrizado...

E ele era bem construído, seus músculos, peitorais, deltoides, e abdômen...

E ainda que parecia que ele nunca tenha terminado de praticar, e ele sabia bem que não...

Mas haviam furos de cateter e um em questão havia um tubo fino em seu braço esquerdo, mas uma marca estranha...

E em todo o seu corpo de agulhas, e um número em sua cocha esquerda, 7-7

E o seu cabelo era longo liso e preto bem sedoso, como que brilhasse ao luar e a escuridão...

E seus olhos continuavam tão azul quanto eram, mais hipnotizantes que pareciam fascinar...

Pele branca como leite...

E eles foi conduzido até que ele viu que tinha pedras ovais como opalas de fogo...

E como que colocadas nas costas de cada uma de suas mãos, cirurgicamente colocadas ao que percebeu...

Quase que enraizadas...

E eram vermelhos e ovais e cobriam as costas de suas mãos, e uma pedra verde arredondada como uma pedra.

E ele viu ao virar a mão direita, uma pedra vermelha como que fosse um olho nas costas das mãos e várias pequenas pedras e na palma da mão.

E nos seus pés também haviam as mesmas linhas que se cruzavam da sua cintura até seus pés...

E havia horrivelmente uma boca com muitos dentes pontiagudos, e até mesmo uma língua, e eles viram que horrivelmente saia veneno...

E fizeram raio x, tomografia, biopsia, eletroencefalograma, endoscopia, e correr na esteira, eletrocardiograma...

E o que viram foi uma cicatriz na base da coluna, mais precisamente haviam cicatrizes internas...

E no osso da pélvis..., mais precisamente..., exames para leucemia...

Haviam cicatrizes na medula óssea...

E eles constataram...

Esses exames são geralmente realizados da parte posterior do osso da pelve, do esterno

E exames sanguíneos, contagens genéticas...

E olharam com piedade de todos ali, silencioso e austero quase monossilábico...

E ao final da noite, ao terminar a bateria de exames, ele era levado com um pijama do hospital na cadeira de rodas em direção ao quarto isolado ao outro extremo do hospital...

E Amasteus tinha sido contatado por Alfred, na mesma hora em que ele ouviu o som, o rádio era sintonizado em uma frequência especifica...

E ele saiu se trocou, arrumou a mala, organizou documentos, pegou o carro e saiu em direção a mansão Wayne...

E ele sem pestanejar pegou uma chave reserva entrou na mansão...

Alfred já estava preparado, ambos entraram em contato com os administradores, e organizando tudo eles, acionariam vários contatos ao mesmo tempo e seguiram em direção a polícia e depois ao hospital.

E haviam alterações em seu organismo uma cirurgia invasiva, e substancias estranhas em seu corpo e organismo...

E eles foram em direção ao policial que estava literalmente na frente da investigação, naquela hora, Amasteus precisava acionar contatos...

Ele sabia que alguns dados e informações deveriam ser mantidas secretas...

E foi diretamente com Alfred falar com algumas informações diretamente com eles...

E eles foram falar com os responsáveis pelos exames...

E o médico enumerava várias alterações em seu corpo, e geneticamente ele era Bruce Wayne, mas era algo mais...

- Quimera humana. – E foi o que o médico disse. – Quatro pares de DNA diferentes...

E ao ficar naquele quarto espaçoso, de lençóis brancos, pensava entre si, sua mente não era caótica, mas ele ouvia o que Zariel dizia.

Ele estava com as pernas em cima da cadeira, encolhidos ali, olhando pela janela, e enquanto que abraçava as pernas com o queixo encostado no joelho.

E sentado em uma poltrona com um cobertor envolto dele, olhando a janela, haviam seguranças do lado de fora...

Era uma noite estrelada, e quando ele ouvia a porta abrir sem se virar, ele não estava no clima para qualquer conversa.

Ele sabia que logo alguém viria, mas não tornou fácil, ele iria logo, logo ter que falar a respeito...

- Senhor, Wayne. – Disse a voz suave e gutural da polícia Thereza Wear...

- Eu estou acompanhada de seu advogado. – Disse.

– E o seu mordomo. – Completou.

- Precisamos conversar. – Disse.

- Tudo bem... – Mas não se mexeu...

E ele sabia que eles se entreolhavam estranhamente, estava parecendo que seria difícil falar, mas ele estava se preparando mentalmente para o martírio de que seria falar sobre isso...

E ele respirou fundo, puxando o ar, Alfred chegou e o abraçou, apertado e com lagrimas nos olhos, ele chorou nos seus ombros...

E o homem parecia ter envelhecidos anos..., parecia ter mais de setenta anos...

- Alfred. – Disse Bruce. – Eu estou bem. – Disse.

Amasteus olhava preocupado. – Olá, garoto. – Disse seu advogado.

- Padrinho. – Disse Bruce.

- Oh, meu menino. – Disse Alfred. – Eu me preocupei muito...

- E assim. – Ele passou as mãos em suas lagrimas.

– Eu vou ficar bem. – Disse.

E ele foi abraçado por Amasteus.

Naquela hora ele parecia mais que estava no lugar errado, não se sentia bem com tamanha emoção, estava deslocado, isso o surpreendeu mais do que qualquer coisa...

- Eu sei. – Disse seu mordomo.

- Vamos falar? – Tentou a policial.

- Sim – Disse ele. – O que você quer?

- Tudo que puder dizer. – Disse ele.

- Sente-se. – Disse ele. – Vai ser uma longa história. – Disse.

E ele parou algumas vezes durante seu relato, para respirar e precisa pensar para reorganizar as ideias, para não dar na telha que ele viajava no tempo..., ou pior que era vidente, ou algo do gênero...

E ele deu a entender para que pudesse ver ou ele era vidente ou uma criança prodígio...

Lúpus..., bem..., durante sua custodia preso em uma cela de segurança máxima...

Tinha seguranças para todos os lados...

No Black Gate... e esperando o julgamento, não conseguiram descobrir sua identidade real, ele sabia que não conseguiriam afinal...

Estava sendo mantido isolado de qualquer contato que não seja com os advogados escolhidos pelo Estado...

Joe Chil, bem este homem enlouqueceu, na melhor das hipóteses, ele conseguiu sobreviver ao punhal na cabeça, bem..., fizeram uma cirurgia de emergência uma lobotomia frontal...

Esta inteiro conseguia se mexer, mas um pouco louco...

E seria está a parte do cérebro que segundo Amasteus responsável pelo uso da magia, então ele nunca mais poderia acessar aquela parte do cérebro...

E já havia se espalhado como rastro de pólvora, ele era o assassino dos Wayne...

Todos já sabiam...

Ao acordar tentou controlar mentalmente sem sucesso um enfermeiro do Arkham, sem sucesso...

Henry..., bem este não teve muita sorte, risonho, louco amarrado na cama...

E dizendo a plenos pulmões, rindo e sem qualquer coerência...

E ele dizia, ele me deu poder, ele me deu poder, e repetia até gritar e até chegar uma enfermeira que o sedava...

E as enfermeiras, bem se não soubessem o que ele fez, estariam com dó...

George ficou inconsciente por dois e até cinco dias...

E ao acordar percebeu que o morcego o pegou.