Capítulo 12
Boa Leitura!!!
Bella sentiu-se desorientada ao ver as feições de Edward desfiguradas pela raiva quando ele se virou da janela.
O rancor escurecia-lhe os olhos, despidos de qualquer outra emoção.
Devagar, ela levantou-se e endireitou o vestido.
— Edward, por favor, deixe eu explicar.
— Agora não.
Com a cabeça, ele fez um gesto brusco em direção ao horizonte.
Fumaça. Apanhada de surpresa pela mudança de assunto, Bella olhou pela janela e viu espirais de fumaça negra na distância. Elas só podiam indicar problemas.
Edward já afivelava o cinturão com a pistola.
— Maldição! Com toda a certeza, foi obra de James.
A mão de Bella tremia ao afastar os cabelos do rosto.
— De onde vem vindo?
— Da fazenda dos Halle.
O pânico a invadiu.
— Ai, Deus misericordioso, você acha que ele os atacou?
Edward a pegou pelo braço e a levou rumo à escada.
— É o estilo dele. Vamos voltar.
O tom dele era distante e Bella queria desesperadamente transpor o abismo que os separava. Mas não havia tempo. Mentiras e pecados do passado teriam de esperar até que soubessem se o casal amigo estava em segurança.
Quando chegaram ao pátio de casa, Seth, Blue e Carlisle já estavam reunidos e com os cavalos encilhados, inclusive o de Edward.
Carlisle entregou Kate para Bella enquanto indagava dele:
— Você viu a fumaça?
Edward verificava se a pistola estava carregada. Como estivesse, enfiou-a de volta no coldre antes de responder.
— Vi. Foi James, aquele desgraçado.
A transformação nas feições de Carlisle e dos vaqueiros, assustava Bella. Embora já; houvesse vislumbrado o lado implacável deles, quando James tinha vindo procurar Edward, a natureza afável dos três, no dias seguintes, a fizera esquecer que a sobrevivência nesta terra exigia impiedade.
— Como você sabe que James está por trás disso? —ela indagou.
Edward contraiu os músculos do rosto.
— Emmett me contou que o bandido apareceu na fazenda dele na semana passada. Não cometeu nenhuma ilegalidade, mas fez questão que Emmett o visse.
— James sabe que você é amigo dos Halle. Ele não seria tão idiota de lhes fazer mal. — Blue opinou.
— Exatamente por isso que os atacaria. —Edward afirmou.
Carlisle cuspiu e pisou no cuspe com a bota escalavrada.
— Se cavalgarmos a galope, chegaremos lá pelo meio da tarde.
Edward aquiesceu com um gesto de cabeça.
— Foi o que calculei. Podem montar.
— Espero que James não tenha feito mal algum para os Halle. Eles são tão bons. — Seth comentou.
Edward semicerrou os olhos.
— Se ele tiver atacado meus amigos, eu mesmo enforcarei o maldito no lugar onde o encontrar. —Virou-se para Blue. —Quero que você fique aqui para proteger Bella.
O vaqueiro tocou a aba do chapéu.
— Sim senhor, patrão.
— Se alguém que você não conheça pisar em minhas terras, atire nele.
— Farei isso. Vá sossegado.
Assustada, Bella apertou Kate contra o peito.
— Edward você não deveria ir à cidade avisar o xerife?
Ele calçou as luvas e vestiu o casaco para cavalgar.
— Não podemos perder tempo com isso. Tenho de socorrer os Halle e não quero que o rastro de James desapareça.
Bella lembrou-se do rosto simpático de Rosalie e de seu sorriso alegre.
— Você está esperando problemas, não está?
Edward apertou a rilha na montaria.
— Estou, sim.
Com um arrepio de medo, ela se aproximou do marido e apoiou a mão no peito dele, onde podia sentir as batidas do coração.
— Tome cuidado. Ele pode estar lá, esperando por você.
Edward olhou para sua mão e, depois, recuou, quebrando a união passageira. Pôs o chapéu, puxou-o bem para a frente enquanto dizia num tom seco:
— Sei cuidar de mim mesmo.
Suas mentiras tinham, obviamente, magoado Edward profundamente e Bella rezava para que ele voltasse são e salvo para que pudesse lhe explicar tudo e ser perdoada.
— Ficarei esperando. —prometeu.
Edward montou.
— Não se dê ao trabalho. Não faço ideia de quanto tempo vou gastar rastreando James. Blue vai ficar aqui para vigiar a fazenda e protegê-la. Se você precisar de alguma coisa, fale com ele.
Um arrepio de medo percorreu a espinha de Bella.
— Está bem.
Edward enrolou as rédeas na mão enluvada.
— Fique dentro de casa e tranque as portas da frente e de trás.
— Farei isso.
Uma rajada de vento frio fustigou-lhe o rosto e penetrou pelo xale fino de lã. O chapéu de copa baixa de Edward, puxado para a frente, sombreava-lhe, os olhos. O vento também agitava o casaco para cavalgar.
Por um instante, ele fitou a mulher, mas com olhar frio e indiferente. Ela detestava vê-lo assim, ainda mais porque era por culpa sua.
Bella endireitou os ombros numa atitude o mais digna possível.
— Ficaremos esperando.
Uma leve emoção o perturbou. Tirou o chapéu, passou a mão pelos cabelos e tornou a colocá-lo na cabeça.
— Você não precisa se preocupar Kate e eu também sabemos nos cuidar. — Bella acrescentou.
Edward franziu a testa como se a ideia não o agradasse. Tocou a aba do chapéu com a mão ligeiramente trêmula, mas de maneira tão sutil que Bella imaginou se não teria sido imaginação sua. Os três homens cavalgaram num galope desenfreado, mas chegaram tarde demais.
A casa dos Halle estava reduzida quase inteiramente a cinzas. Ainda subia muita fumaça dos escombros e brasas continuavam a queimar e a soltar fagulhas no ar.
— Onde estarão Rosalie e Emmett?— conjeturou.
O rosto curtido pela intempérie tinha envelhecido anos em minutos.
— Não faço ideia.
Todos já tinham desmontado e Edward estava no lugar onde ficava o terraço da frente dos Halle. Com uma vara longa, remexia as cinzas à procura de seus corpos. Como não os encontrasse, fechou os olhos e, com uma leve esperança, fez uma prece, implorando a proteção divina sobre os amigos.
Três semanas atrás, encontrava-se sentado naquele terraço, ao lado de Emmett, ambos saboreando charutos. Tinham acabado de se deliciar com um dos jantares excelentes de Rosalie e conversavam sobre o preço do gado.
Naquela noite, Emmett tinha surpreendido Rosalie com três fitas azuis para seus cabelos, compradas no armazém de Saddler Creek. Era um presente pelo décimo aniversário de casamento deles. Rosalie tinha beijado Emmett na boca com uma paixão cheia de promessas para quando fossem para a cama mais tarde.
E agora os dois estavam desaparecidos. De repente; imagens de Bella trancada numa casa em chamas passaram pela mente de Edward.
Fúria aguda e enlouquecedora apertou-lhe o peito antes que ele pudesse apagar a cena na cabeça.
— Você acha que foi falta de sorte, um acidente talvez? — Seth perguntou.
Edward enxergou cartuchos de bala brilhando sob a luz do entardecer. Abaixou-se e os pegou, chacoalhando-os entre as mãos.
— Isto não foi acidente.
— Você pensa que James esteja por trás do incêndio?
— Não tenho a mínima dúvida.
Edward enfiou as capsulas no bolso. Olhou para os escombros incandescentes, jurando não esquecer o que via e jamais parar de procurar, enquanto não encontrasse, o homem responsável por tal maldade.
— Talvez Rosalie e Emmett estejam escondidos em algum lugar. — Seth opinou.
Edward ergueu-se.
— Pode ser. Existe uma touceira de arbustos daquele lado, perto de uma ravina seca. Vamos lá dar uma olhada.
Os três homens puseram-se a andar em direção do tal lugar que ficava não mais do que cem passos da casa. Na verdade, Edward não tinha a mínima esperança de encontrá-los lá. James não costumava deixar ninguém para trás. Ainda mais vivo.
Deram uns dez passos quando ele viu marcas de sangue na terra seca. Abaixou-se, pegou um pouco e esfregou-o entre os dedos.
— Está fresco.
— Você imagina que seja de Rosalie ou de Emmett? — Seth indagou.
— Espero que não.
— Quem sabe eles atiraram em James e escaparam sem se ferir. —o vaqueiro murmurou.
— Emmett saberia que eu tinha visto a fumaça. Ele não teria ido muito longe. —Edward disse.
Deixou o olhar correr pelo capinzal seco dos campos e pelas montanhas na distância.
— Vamos nos separar para cada um procurar de um lado. Temos poucas horas de luz e se eles estão vivos, precisamos nos apressar.
Os três se espalharam e iniciaram a busca. Uns cinco minutos depois, Seth encontrou Emmett na ravina, encolhido de lado e com os olhos fechados.
— Patrão, achei Emmett. Acho que ele está morto! —gritou.
Edward correu e escorregou pelo barranco da ravina. A cabeça latejava quando ele se ajoelhou ao lado de Emmett e, com o máximo cuidado, o virou de costas.
Terra e transpiração sujavam o rosto imóvel demais do amigo e uma boa quantidade de sangue espalhava-se da barriga para a coxa direita dele. Por um momento, Edward esqueceu-se de respirar.
— Todos no vale eram amigos de Emmett. — Seth disse. — Diabo, ele nem gostava de andar armado.
— Quem atirou nele fez a sangue-frio. — Carlisle murmurou, tirando o chapéu. — Que o desgraçado arda nas chamas do inferno para sempre.
Edward praguejou ao curvar a cabeça. Seth também tirou o chapéu.
— Era um homem tão bom.
Carlisle ajoelhou-se ao lado do corpo magro de Emmett e tocou-lhe o pescoço com os dedos.
— Ele não está morto!
Edward ergueu depressa a cabeça.
— Continua vivo?
Com expressão aflita, Carlisle desabotoou a calça de Emmett e fez uma careta quando viu o buraco da bala.
— Sim, mas está muito mal. Vamos ter de levar o coitado para a cidade para tentar salva-lo.
Edward achava cedo demais para fazer uma prece de gratidão.
— Temos de encontrar Rosalie. Seth atrele seu cavalo na carroça dos Halle que deve estar no estábulo. Carlisle, faça o que puder por Emmett. Eu vou procurar Rosalie.
Com o coração martelando-lhe o peito, Edward saiu correndo ao longo da ravina. Tinha a sensação de que explodiria de frustração. Mas então, viu uma ponta de tecido azul perto de uns arbustos. Em questão de segundos, encontrava Rosalie, caída de bruços.
Ajoelhou se a seu lado e, com o máximo cuidado, virou-a de costas. Sangue começava a coagular em sua têmpora esquerda, porém, ela respirava. Edward não perdeu tempo com preces de gratidão.
Ergueu-a nos braços e a carregou até os destroços da casa. Lá, Seth e Carlisle já tinham deitado Emmett na parte de trás da carroça e, apressados, atrelavam o cavalo do vaqueiro nela.
Edward gritou.
— Encontrei Rosalie! Ela está viva!
Depressa, Seth foi-lhe ao encontro e o ajudou a carregar Rosalie até a carroça, onde acomodaram seu corpo inerte ao lado do de Emmett. Para pessoas tão fortes e vibrantes, eles estavam pálidos demais e aparentavam grande fragilidade.
Edward sabia como a vida podia desabar num abrir e fechar de olhos, mas sempre o coração se despedaçava quando a tragédia atingia um amigo. Carlisle tinha tirado um cobertor da mochila presa à sela e o colocado sobre o casal.
— Acho melhor nos apressarmos.
Edward fechou a parte de trás da carroça. Sentindo-se impotente, olhou para os amigos inconscientes.
— Carlisle, amarre seu cavalo aqui atrás e vá junto com eles para o caso de precisarem de cuidados. Seth, você dirija a carroça.
A única coisa que ele mesmo podia fazer pelos amigos era rastrear James e mandá-lo para o inferno.
— Vocês dois, passem por minha fazenda, peguem Bella, Kate, alimentos e roupas que acharem necessários. Eu os encontrarei na cidade assim que puder.
Carlisle apertou-lhe o ombro.
— Aonde você vai?
— Atrás de James.
— Uma péssima ideia, Edward.
— Esta não é uma boa hora para discutir comigo. —disse Edward ao cerrar os punhos.
— Com todos os diabos, é sim! Não vou deixar que você saia por aí antes de se acalmar e refletir com clareza. Ainda mais sozinho.
Edward mal continha a vontade de esmurrar James da cabeça aos pés. Enquanto não fizesse isso, quem tentasse impedi-lo corria sério risco.
— Sou eu quem dá as ordens aqui.
— Temos poucas horas de luz. — Carlisle ponderou. —Será impossível rastrear James e os homens dele durante a noite.
— Encontrar sujeitos como eles é o que faço melhor.
— Você vai acabar num acampamento armado. Aqueles criminosos cruéis matarão qualquer pessoa que chegar perto.
— Conseguirei entrar lá.
— Acredito, mas tem a chance de uma bola de neve no inferno de sair inteiro.
— Eu quero James.
Carlisle praguejou.
— Não vou acompanhar você até sua cova. E é nela que vai parar se continuar cego com essa sua fúria. Primeiro, precisamos cuidar de Rosalie e Emmett. A vingança vem depois.
Num gesto instintivo, Edward levantou os punhos cerrados.
— Aquele monstro atirou em meus amigos como se eles fossem animais.
Sem piscar, Carlisle encarou Edward.
— E nós o pegaremos amanhã quanto contarmos com a luz do dia e estivermos com a cabeça fria.
Edward enrolou as rédeas da montaria na mão.
— Eu vou agora. Seth, suba nessa carroça e vá embora.
Dirigiu um olhar contundente ao rapaz como se o desafiasse a desobedecê-lo. O vaqueiro, aflito, olhou para Carlisle com ar interrogativo, mas a lealdade sobrepujou o bom senso.
— Claro, patrão.
— James o está esperando, Edward, e você sabe disso. — Carlisle afirmou. —Se quer mesmo apanhá-lo, você precisa de gelo nas veias e não de fogo.
— Pare de falar, Carlisle.
O capataz não se intimidou e prosseguiu:
— Digamos que, por um milagre, você passe pelos homens de James e o mate, escapando em seguida. Então o que acontecerá? Você será julgado e condenado por cometer um assassinato a sangue-frio.
Edward não precisava, para si mesmo, de mais provas para caçar James e matá-lo, mas a lei as exigiria. Ele, entretanto, preferia exercer a justiça das regiões agrestes e desertas e dispensar tribunais, advogados e prisões.
— O xerife Denali jamais me prenderá. Ele sabe que James pertence à escória da humanidade.
— Ele é um policial cuja prioridade é o cumprimento da lei e não os deveres da amizade. — Carlisle segurou as rédeas. —Quem irá cuidar de Kate e de Bella se você for morto?
Bella. A menção de seu nome despertou emoções que Edward não se atrevia a analisar. Pensou no choque que havia sofrido ao descobrir sua virgindade. A mulher tinha mentido para ele. E isso apesar de, nas últimas semanas, ele haver se esforçado tanto para conquistar-lhe a confiança.
— Eu escaparei com vida.
— Não seja tão idiota a ponto de se arriscar. Pela primeira vez na vida, você conseguiu exatamente o que queria: uma mulher excelente, uma filha e a promessa de muitos mais num futuro brilhante. Não jogue tudo fora.
Edward titubeou, Carlisle tocava num ponto sensível. Ao acordar pela manhã, ele teria concordado com o velho capataz. Naquele momento, não estava seguro do que tinha, ou não.
E se Edward não voltasse para casa... Cada vez que pensava na possibilidade de o marido a abandonar, Bella sentia um frio cortante envolver-lhe o corpo. Ela havia aceitado a deserção dos pais e de Jacob, mas a ideia de que Edward pudesse deixá-la era insuportável.
Bella olhou pela janela. Apesar de ainda ser dia claro e antes de se trancar em casa, ela havia pendurado uma lanterna acesa, do lado de fora da porta para o terraço. Duvidava que, quando a noite caísse, sua luz fraca oferecesse mais do que uma pequena proteção contra a escuridão sem fim.
Inquieta, ela foi até a lareira e esticou as mãos na direção do fogo. As chamas altas crepitavam, aquecendo-lhe as palmas e o rosto. Ela respirou fundo e tentou relaxar os músculos contraídos do peito.
— Edward vai voltar para casa. — murmurou.
E quando chegasse, ela lhe contaria a história inteira de Kate e também a de seu próprio passado. Rezava fervorosamente para que o marido perdoasse suas mentiras e não a mandasse embora.
Apertou os braços cruzados sobre o peito. Quando havia aceitado a proposta de casamento de Edward, tinha certeza absoluta de que manteria as emoções sob um controle rígido. O acordo entre eles não deveria passar de um tipo de negócio.
Naturalmente havia esperado companheirismo e respeito mútuo, mas nada mais além disso. Entretanto, no momento em que tinha posto os olhos em Edward, naquela rua coberta de poeira, ela havia começado a se sentir numa posição instável. Ele lhe provocava sensações tão estranhas e primitivas que, em certos momentos, ela não reconhecia a si própria. Ela havia agido de maneira descontrolada e leviana, exatamente como Victoria. Em vez de obedecer as ordens do bom senso, tinha cedido às emoções. Ela havia passado a vida inteira rodeada por pessoas, entretanto, até conhecer Edward, nunca se dera conta de como sua existência era vazia e solitária.
E agora, esse tesouro precioso ameaçava escapar por entre seus dedos como se fosse areia. Desejava, mais do que qualquer outra coisa, que Edward a tomasse entre os braços e terminasse o que tinham começado nessa tarde. Havia se esforçado tanto para ser uma esposa perfeita, preocupando-se em lavar roupa, cozinhar e dar um aspecto aconchegante à casa. Mas na verdade, tinha negligenciado a qualidade mais importante em uma mulher.
Honestidade. Bella levantou a cabeça, decidida a encontrar a maneira de ordenar a grande confusão que havia criado. Talvez Edward nunca chegasse a amá-la, mas haveria de confiar nela. Levaria tempo para reconquistar a confiança com que ele a acolhera tão prontamente. Mas tempo era o que não lhe faltava. Afinal, ela não ia a lugar algum. O ruído de rodas de carroça e o timbre de vozes masculinas afastaram os pensamentos de Bella.
Ela correu para a janela e afastou a cortina. Edward, com o rosto sombreado pelo chapéu, desmontava e prendia as rédeas do cavalo na carroça. Os ombros dele estavam ligeiramente curvados. Um alívio imenso a inundou. Correu para a porta, destrancou-a e a escancarou.
— Edward!
Ele levantou a cabeça ao ouvir-lhe a voz. A espessa barba por fazer acentuava a expressão sombria dele. Bella desceu depressa os degraus do terraço e o encontrou na metade do caminho.
— Graças à misericórdia divina vocês três estão bem. —disse ao abraçá-lo. —E quanto a Rosalie e Emmett?
Edward não respondeu e nem retribuiu o abraço. Bella baixou os braços e afastou-se do calor reconfortante do corpo dele.
— Edward?
— Vá buscar Kate. Vocês duas vão embora.
Que capítulo tenso em??! O Edward não ficou nada feliz pela Bella ter mentido para ele sobre sua vida passada! E agora esse quase assassinato contra a Rosalie e o Emmett!! Mas se vcs perceberam essa história está quase no fim! Então aproveitem muito e comentemm!!! Ahhh vou publicar mais duas adaptações amanhã! Bjimmm!!!
