Notas importantes: Twilight pertence a Stephanie Mayer. E a história original pertence a Lora Leigh.


Capítulo 2

POV Bella

- Oi, Sr. Fuller. Que prazer conhecê-lo finalmente. Isabella aceitou o aperto de mão de Eleazar Fuller quando entrou no escritório dele no Santuário e deu uma olhada a sua volta, no escritório bem mobiliado.

Não era extravagante de jeito nenhum, mas era grande, espaçoso e confortável. A escrivaninha de nogueira foi usada pelos cientistas do Conselho que tinham controlado a propriedade antes das Raças tomarem posse de tudo.

Escuros, pesados arquivos estavam colocados ao longo das paredes. Ele mantinha seus arquivos perto dele. A cópia em papel era um pouco antiquado, mas pelo menos ele manteve-os por garantia. Ela sabia que seu gabinete no DC era totalmente eletrônico e livre de quaisquer linhas externas do seu gabinete que não fosse o PDA e o laptop que muitas vezes viajava com ele.

- Eu tinha trazido café da cozinha. Eleazar estendeu a mão para a pequena área off ao lado da sala. Um divã, sofá e duas cadeiras em torno de uma deslumbrante mesa de café pesada de nogueira. O café posto em bandeja de prata, no centro da mesa, com um sedutor perfume que tentou os sentidos dela.

- Meu ponto fraco. Ela sorriu, com evidente apreciação enquanto ele a conduzia ao sofá. - Eu devo admitir que quando meu corpo não se adapta bem aos diferentes fusos horários, como costumava antes. Eu recorro ao uso da cafeína.

Eleazar fez um pequeno som reservado em sua garganta, uma espécie de cruzamento entre um gemido e um zumbido irritado de suspeita.

Ele sentou de frente para ela, enquanto Edward silenciosamente sentou-se ao lado do divã.

- Eu deveria servir? Ela indicou o serviço de café posto diante deles.

A sobrancelha de Eleazar arqueou. - Se você gosta. Ele se recostou enquanto ela servia o café e dava então uma xícara a Edward antes de se servir, equilibrou a xícara no pires de porcelana delicada e se recostou.

Erguendo a xícara pela asa, ela inalou primeiro, o cérebro reluzindo em antecipação antes de tomar um gole cautelosamente. Era realmente difícil achar um bom café.

Ela estava contente por descobrir que essa bebida era uma das melhores opções. Suas pálpebras quase flutuavam em êxtase.

Eleazar sorriu. - Você gosta do seu café, ele comentou enquanto bebia o seu, olhando-a com os olhos únicos cor de prata.

- Eu adorei o meu café. Ela tomou outro gole e, em seguida, relaxou mais contra o sofá e olhou entre ele e Edward.

Ela havia chegado no dia anterior e foi levada para a cabana que Emmett tinha alugado para ela. Ela ficava na borda do Santuário, mas não dentro do limite do composto propriamente dito.

Cerca de quinhentos metros a partir da cabana, um limite garantido foi criado. Ela sabia que a maior parte do equipamento foi projetado para ser sem vedação. Tanto Cullen Industries, assim como as várias empresas de Seth Lawrence tinham contribuído para a segurança do Santuário.

Os leões vagavam na área das fronteiras do Santuário e as Raças patrulhavam incansavelmente. Ela tinha ouvido os leões a rugir na noite anterior, obviamente patrulhando o perímetro apesar das temperaturas frias que desceram por cima da montanha.

Foi só o primeiro dia de outubro e as temperaturas já estavam baixando na zona fria. Ela podia sentir aquele frio indo para os ossos dela.

- Eu entendo as preocupações de Cullen, Srta. Swan.

- Oh, por favor, me chame Isabella. Ela sorriu brandamente a ele. Não há necessidade de ter cerimônia. Afinal de contas, eu conheço bastante sua família.

A expressão dele ficou branca, mas os olhos prateados chamejaram com animosidade súbita.

- Duvido muito disso, ele resmungou.

Ela piscou para ele. - Mas eu tenho. Seu pai e seu irmão cuidaram de mim após a morte da minha mãe. Eles foram muito gentis.

Seus olhos estreitaram-se quando ela literalmente esfregou em seu nariz o fato de que ele não podia mais tratá-la exatamente como uma empregada. E ele certamente parecia não aceitar muito bem o fato de seu parentesco. Ao contrário de Jasper, a mãe de Eleazar não era Esme, a companheira de Carlisle. Os cientistas usaram o esperma de Carlisle e o óvulo de outra cientista do Conselho, em sua criação. Edward deslocou perigosamente na cadeira ao lado dele, transformando o seu olhar sobre Eleazar, o olhar âmbar escurecido brilhando antes de voltar a Isabella.

- Isabella. Eleazar sorriu para ela com escárnio pesado. - Como eu tenho certeza que você sabe, eu a investiguei da mesma maneira que sei que Emmett, ele rosnou o nome, - Investigou o Santuário e todos os seus habitantes. Os Cullen não a adotaram. E você não é uma filha estimada.

Isabella pôs a xícara na mesa, cruzou as mãos no colo e encarou-o placidamente. Ele não estava falando algo que ela não sabia.

-Sr. Fuller, eu nunca insinuei qualquer coisa dessas. Eu disse que eu conheço bastante bem a sua família. Eu já trabalho para Carlisle e Emmett desde que eu tinha dezoito anos, como você sabe. Pagaram toda a minha educação, e antes disso me alimentaram e me vestiram e me deram cultura. Diante de tudo que fizeram por mim... Ela se inclinou para frente apenas o suficiente para deixá-lo saber que ela não se intimidava com o olhar fixo dele. - Nunca duvide disso, eu sou uma amiga querida da família Cullen, e como tal, minha lealdade é absoluta à família, à sociedade e as Indústrias Cullen e ao trabalho ao qual fui incumbida de fazer sob sigilo.

- Fui enviada para catalogar, analisar e, em essência, para determinar se o Santuário é seguro o suficiente para continuar a receber todos os pequenos brinquedos tecnológicos para fazer certas jogadas de primeira. Não restam dúvidas de que a minha opinião tem peso. E não duvide que meu trabalho seja seguro, não importa que você faça protestos. - Agora, ela se recostou no sofá, vamos fazer isso de uma maneira civilizada ou vou ouvi-lo rosnar e ver o brilho afiado e pontudo dos caninos em minha direção, como o seu irmão faz, quando ele está exageradamente chateado?

Eleazar rosnou.

- Eleazar. Edward se inclinou para frente, praticamente na frente de Isabella, protegendo-a.

Isabella manteve seu olhar sobre a perigosa mudança de cor dos olhos de Eleazar, enquanto Edward chamava a sua atenção.

- Que? Eleazar perguntou cuidadosamente.

- Se você quebra mais alguma mobília neste escritório, Isabella deu uma olhada em torno da sala, falando antes de Edward, - Então Jasper pode começar a limitar sua conta de despesas de escritório. Eu estava revisando os registros de provisão de escritório semana passada. Parece que em seis meses este escritório foi remodelado com duas mesas de centro de nogueira diferentes, como também um metal muito resistente. Você perdeu três escrivaninhas em um ano e a vidraça em seu apartamento foi substituída duas vezes. Você tem muito mau gênio não é, senhor?

- E mais alguma coisa. Ele disse com um sorriso forçado.

Isabella esperou que ele dissesse a verdade enquanto ela olhava o chão. Ela sabia a verdade. As janelas de vidro no apartamento dele quebraram devido a várias tentativas contra a vida dele. O metal da mesa de centro explodiu pela rajada de um explosivo que passou despercebido pela segurança dele, um explosivo de tecnologia altamente avançada. Porém, as duas mesas de madeira foram devido ao seu mau temperamento.

Finalmente, ela permitiu que ele visse seu olhar brilhante, para que ele entendesse a sua posição de domínio. Ele não tinha pesquisado sobre ela o bastante. Ela não se curvava nem mesmo para Emmett.

- Muito bem. Ela respirou profundamente. - Eu realmente não desejo me antagonizar com você. Mas é melhor para todos nós saber com antecedência por que estou aqui. O meu trabalho é determinar se os fundos que o Santuário recebe regularmente, se deve continuar, se deve aumentar, se deve diminuir ou se deve ser tudo totalmente suspenso.

O seu trabalho é garantir que eu tenha total e irrestrito acesso a todos os seus arquivos que envolvam qualquer tipo de compra, pagamentos, contratos ou prestação de serviços terceirizados contratados pelo Santuário tanto na forma eletrônica como na forma de arquivos impressos. Eu gostaria de começar a trabalhar amanhã se você não se importa.

Ela se curvou, pegou seu café e sorveu um gole enquanto cruzava suas pernas e esperou.

Ele continha obviamente seu rosnado, enquanto que Edward a olhava com um brilho de divertimento nos olhos.

Eleazar, infelizmente, parecia-se demasiado com Emmett. Infelizmente para ele, porque Isabella tinha aprendido como tratar com Emmett com o passar dos anos. Recebia seu bônus na forma de jóias luxuosas de todo o mundo como forma de pagamento por permitir a ele manipulá-la. E assim ele fazia, manipulava-a.

Ela sorriu para Eleazar. - Eu realmente sou uma pessoa muito agradável. Café ajuda bastante..

Edward bufou. Eleazar olhou com raiva para ela.

- Emmett Cullen está por trás disto, não está? Ele sorriu com zombaria.

- É por isso que Carlisle está repentinamente tão interessado em como o dinheiro que ele investe aqui dentro está sendo gasto...

Isabella franziu a testa. - Carlisle não pode ser manipulado, Sr. Fuller. Quando você conseguir conhecê-lo, entenderá isso. Talvez do modo mais duro, da mesma forma que Emmett fez muitas vezes.

Eleazar suspeitava, entretanto, e isso não era um bom presságio para Emmett. Ou para ela. Carlisle não a despediria, mas rapaz, ele garantiria que ela desejasse que ele tivesse feito algo tão humano como simplesmente demiti-la.

Carlisle a conhecia. Ele sabia como fazê-la ter sentimento de culpa. E ele poderia fazer isso com força chocante.

-O que exatamente você precisa? Eleazar perguntou-lhe entre dentes.

-Como eu declarei anteriormente, cópias impressas e informações de cópias eletrônicas relativas a compras, contratos, vendas ou negociações que interessam para minha auditoria contábil. As únicas coisas que eu não preciso são arquivos individuais de laboratório das Raças ou arquivos secretos de missões. Qualquer coisa relativa aos negócios financeiros do Santuário deverá estar disponível para mim.

-E isto vai levar quanto tempo? Ele rebateu.

O pesar brilhou dentro dela, porque soube que estava perto de antagonizar com ele, talvez fazendo dele um inimigo. E ele a lembrou tanto de Emmett. Ela gostava muito de Emmett, ainda que fosse um manipulador, um homem calculista e controlador, que a convenceu a vir até aqui.

Carlisle ia matar a eles dois, mas o perigo que o Santuário corria a horrorizou. Olhou de Eleazar para Edward e abandonou seu comportamento marginal para abrandar-se.

- Esperamos que não por muito tempo, ela disse a ele. – Na verdade, Sr. Fuller, fazer de você um inimigo não é o meu desejo, mas nem mesmo isso é algo que perturbará meu trabalho. Embora, eu juro a você, a viabilidade do Santuário significa muito para mim, assim como para Carlisle e Emmett. Não estou aqui para pôr em risco a sua segurança, eu estou aqui para reunir informação financeira. Tudo que eu preciso é a sua cooperação. Não importa a minha vontade, eu sei que Carlisle e Emmett estão dispostos a continuar a trabalhar com o Santuário, em continuar o relacionamento que o Santuário goza com Cullen.

Mesmo que vazasse dinheiro feito uma peneira toda rasgada, Carlisle nunca consideraria suspender os fundos. O Santuário podia vazar dinheiro pelo ralo até que o inferno se congelasse e Carlisle ainda despejaria dinheiro nele. Mas esse não era o caso. Não era dinheiro que estava vazando, era algo muito mais vital.

- Você terá o que precisa. Eleazar ficou em pé. - Na parte da manhã.

Ela se levantou também, consciente que Edward também se endireitou.

- Espero ansiosamente para isso. Ela pôs o café sobre a mesinha e estendeu a mão mais uma vez. – Foi um prazer conhecê-lo.

Ele apertou firmemente sua mão, mas ele não correspondeu ao seu aperto; ele não tentou mostrar-lhe sua força, e sua raiva. Porque ela sabia que ele estava furioso.

- Edward, leve-a de volta para sua cabana. Você, Lawe e Rule serão as seus seguranças pessoais. Certifique-se de que ninguém a mate. Porque hoje parece que ela não se preocupa muito sobre seu próprio bem-estar. E ela terá de estar no laboratório de Carmen na parte da manhã para o exame médico.

Isabella parou.

- Não haverá nenhum exame, Sr. Fuller. Eu forneci os exames necessários antes da minha chegada. Não darei mais nenhum dado.

Ele parou e se voltou para ele, um músculo pulsava em seu queixo antes dele sorrir.

-Você gosta de brincar com fogo, não é verdade, a Srta. Swan?

Ela deixou escapar uma leve risada quando olhou para ele.

-Sr. Fuller, Emmett diz muitas vezes que é exatamente o que faço melhor. Acho que minha mãe me acusou disso várias vezes também. Mas na verdade você não achará em mim um inimigo.

- Eu não considero mulheres meus inimigos. Ele encolheu os ombros e no seu rápido sorriso ela viu todo o charme que ele era capaz de jogar. – Talvez, combatentes.

Aquilo a tocou. Ela assentiu concordando antes de se virar ao seu guarda-costas pessoal. Foi o suficiente para fazer uma mulher desejasse que a palavra tivesse outra conotação diferente. Como ela nua e na cama dela.

Relacionamento muito ruim e também não se misturam. Além disso, ela soube que as Raças acasalavam. Eles eram brincalhões, eróticos e maus, mas sempre que amavam uma mulher vinha com um acasalamento. E o acasalamento era quase instantâneo.

Por enquanto, ela não teve nenhum desejo incontrolável no ponto em que o seu corpo estava preocupado. Irracional talvez, mas isso não contava.

Ela lutou para restabelecer o equilíbrio mais uma vez conforme Edward a escoltava da casa da propriedade para a limusine. Deslizando na parte de trás, ela o viu se sentar de frente para ela antes que o carro começasse a se mover da calçada.

Os dois ficaram em silêncio enquanto atravessavam os portões e um grupo de manifestantes que cantavam do lado de fora.

Fazer alarde de boatos abastecia os protestos. Rumores de desejos sexuais forçados devido a um vírus que as Raças possuíam estavam novamente nas fofocas. Também havia a história do assassino profissional que se uniu às Raças.

Os alardes abasteciam combustível aos protestos no portão e agitação e suspeita em torno das duas Raças do Santuário e à Raça de Lobo do Composto do Porto.

-Você forçou a barra com Eleazar. Eu sugeriria não forçar outra vez por um tempo. Edward indicou enquanto se dirigiram de volta à cabana.

Olhou para ele silenciosamente antes de falar. - Eleazar, como Emmett, exige alguma compreensão para tratar com ele. Se ele pensava que eu seria fácil de atropelar, ele gastaria seu tempo negando o que preciso e vetando minhas tentativas.

Mas isso não muda o fato que enfrentá-lo não foi fácil. Seu coração pulsou na garganta com frequência e controlar toda a sugestão do medo foi quase impossível.

-Lidar com Eleazar não é a mesma coisa que lidar com Emmett Cullen, Isabella. Não se engane. Ele pode ser um inimigo difícil.

-Como Emmett pode. Ela encolheu os ombros.

Ela o olhou, a posição que ele escolheu a tentando. Ela queria se aconchegar no seu peito. Aquecer-se de encontro a ele.

Ilógico. Irracional. Insano.

Na noite anterior ela sonhou muito com ele. Ele tinha saído para patrulhar a área em torno de sua cabana, ela sabia. Estava muito próximo. Demasiado tentador.

Pelo menos ele não entrou realmente na cabana. Ela não partilhava o seu espaço muito bem, não importava o quanto ela fosse atraída por um homem.

Ela era uma teimosa solitária. Decidiu isso há muito tempo. Pessoas partiam com muita facilidade. Elas entram, faz você se acostumar com a presença delas e depois partem, deixando, deixando você sozinho. Foi uma lição difícil de aprender, e lembrava-se sempre que isso acontecia de se perguntar como seria partilhar uma casa de verdade com alguém.

- Por que vocês não têm um amante?

Colocou na cabeça dela em torno da questão.

- Desculpe-me? Ela piscou para ele em choque e seu corpo quase queimou ao ver a olhada que ele dava nela.

Sua expressão era decididamente sensual.

- Por que vocês não têm um amante? Ele perguntou de novo, pronunciando bem as palavras, como se ela tivesse problemas de compreender o Inglês. -Você é bonita. Solteira. E você está sozinha.

- Eu não vejo uma mulher pendurada em seu braço, ela rebateu. -Talvez eu tenha deixado em casa.

Ele negou com a cabeça. -Não há um cheiro de homem sobre você. Se você tivesse um amante, o cheiro de sua excitação iria se fixar em volta de você por semanas, mesmo que estivesse separada dele. Então você não tem um amante.

- E eu não o considero isso um assunto seu, disse-lhe, esforçando-se para a calma.

- Eu transo.

Seu coração pulou no peito dela, o sangue subiu à cabeça, e quis saber se aquela reação era um início de um derrame cerebral. Porque isso nunca tinha acontecido antes.

- Eu não. Ela olhou-o cautelosamente agora.

- Emmett não devia tê-la enviado aqui sozinha, ele disse a ela com voz calma, muito macia, perigosa. -Você é tentadora, Senhorita Swan. E você é um desafio. Duas coisas que uma Raça tem alguma dificuldade para ignorar.

Ela estava derretendo no assento dela. Tentadora e um desafio? Ela era comum e sabia disso. Para temperar isto, ela usava roupas íntimas sensuais e o presente que Emmett trazia. Não eram sempre jóias. Às vezes uma echarpe, às vezes algo tão simples quanto uma obra de arte estranha achado em um mercado desconhecido.

Ela gostava de coisas bonitas em volta dela, porque sabia que não era tão bonita. Ela não era tentadora. E apesar da afirmação dele, ela não seria muito de um desafio se decidisse a quisesse em sua cama.

- Você não precisa jogar comigo, Edward, disse a ele, ciente que não podia encobrir uma ponta de tristeza na sua voz. – Eu faço meu trabalho. Não é importante a tentação para mim.

E poderia tentá-la. Podia ser sua queda.


Eita gente que esse embate foi lindo de ver, Bella mostrando que não abaixa a cabeça para ninguém.

Gente essas interações do Edward com a Bella quase me matam, há faíscas voando para todos os lados.

Por hoje é só, até amanhã. Beijinhos.

Att. Perfect Cullen