Notas importantes: Twilight pertence a Stephanie Mayer. E a história original pertence a Lora Leigh.


Capítulo 7

POV Carmen

Carmen entregou os frascos para Collin Littlesea, seu assistente de laboratório, com um sorriso vago se ofereceu para substituí-los para ela. Ele era uma das poucas Raças que ela permitia ajudar nos exames de acasalamento, e ele estava mostrando uma grande aptidão para eles.

Ela incluiu uma amostra do último frasco de sangue que ela tinha tirado de Edward, transferiu para um tubo de análise, selou e o colocou na centrífuga do laboratório de última geração que as Indústrias Cullen ajudaram a ela para adquirir.

Ela esperou impacientemente, enquanto os hormônios individuais eram separados e, em seguida, extraiu da amostra e colocou no computador de análise. As respostas que apareceram segundos depois não trouxeram nenhum conforto.

Ela cobriu o rosto com as mãos por um longo tempo antes de olhar para os resultados mais uma vez. Os hormônios selvagens estavam definitivamente misturados às cepas de adrenalina agora. Aquele não era o primeiro em três frascos, mas sim o quarto frasco analisado, tirado na hora que a raiva aumentou nele, se revelando nele.

Aqueles olhos tinham-na apavorado. A cor quente de mel tinha endurecido em ouro fundido e no fundo do olho cor de ouro cintilou um leve tom de verde. Ela nunca tinha visto nada tão assustador em uma Raça em todos aqueles anos, ela sempre foi uma pesquisadora das Raças, mas nunca tinha visto aquilo.

Pesquisava há muito mais tempo do que os anos que eles foram libertados dos laboratórios. Mas ele apenas confirmou o que ela já suspeitava, de que Edward se tornou novamente uma fera selvagem. Os cientistas do laboratório em que ele foi criado detectaram o mesmo fenômeno.

Salvou os resultados, encaminhou-os ao programa de encriptação e enviou a mensagem com os anexos criptografados para Eleazar via e-mail com assinatura digital, seguindo os parâmetros de segurança ordenados por ele. Ela não argumentava com ele ainda. Somente um relatório científico e um apanhado geral dos exames, em tom de relatório. Se ele não respondesse rapidamente, então ela iria a Jasper. Esqueça-se da hierarquia de comando ele sempre lembrava a ela, mas Jasper era seu líder de Raça, não Eleazar. Não importa que ele cobice ou não a posição de líder.

Digitou sua senha de acesso no computador, armazenou as amostras e as salvou, depois esfregou a nuca cansadamente.

- Tudo bem, Dra. Denali? Collin parou ao lado dela, fitando-a em seus olhos dóceis marrons esverdeados.

- Tudo bem, Collin. Sorriu de volta para ele antes de se levantar de seu banquinho.

- Estarei em meu escritório se você precisar de mim.

- Sim, minha senhora. Assentiu antes de voltar aos exames que ela o incumbiu de fazer.

Fazer combinações de companheiros potenciais de Raça era difícil, um trabalho demorado que exigia tempo e paciência. Ela estava contente por ter achado um assistente confiável. Mas os exames em Edward eram outro assunto.

Sentou-se em sua escrivaninha e cuidadosamente anotou a informação em seu diário. Ia ter que achar uma maneira de convencer Edward a continuar os exames. Precisava desta informação, porque havia sempre a possibilidade de acontecer outra vez. Ninguém sabia o número de Raças que tinham desenvolvido a febre de fera selvagem antes dos resgates dos laboratórios. E ela esperava que ninguém jamais descobrisse.

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POV Eleazar

Eleazar olhou fixamente o relatório, seus olhos se apertaram ao ler os resultados que Carmen enviou, antes de apertar a tecla do interfone com o escritório da sua secretária. Ou melhor, o escritório de sua robô loira, pensou com um gemido silencioso. Para uma mãe nova, a mulher era decididamente dedicada ao trabalho.

- Irina, eu preciso do heli-jato preparado para um retornar ao santuário. Informe o Demetri que nós estaremos nos dirigindo para lá outra vez.

- Sim senhor, Sr. Fuller.

Fez careta ao ouvir sua competente voz indiferente. Ele perdeu sua última secretária, Gianna, mas ela partiu em uma tempestade de lágrimas por alguma maldita razão há mais de três meses. Ele ainda não tinha entendido por que ela estava tão chateada com ele. Mas pelo menos ela tinha personalidade.

O bloco de papel sobre a escrivaninha agora estava tediosamente seco e limpo.

- Sr. Fuller, você tem uma reunião com a Sra. Tanner em uma hora. Devo remarcar?

- Deus sim. Ele murmurou.

A última reunião que ele teve com o Diretor que ele tinha jurado que as Raças geneticamente transformadas estavam fora de mira quando ela exigiu respostas para o desaparecimento de um cientista de Conselho. Os olhos dela estavam com raiva e a pequena face atraente tinha ficado tensa, quase com antipatia. Por alguma razão, ela parecia não acreditar que ele não tinha nenhuma ideia de onde estava o cientista Marcus Amburg. Não que ele não estivesse mentindo; ele sabia muito bem onde o cientista estava atualmente. Ele só não tinha nenhuma intenção de lhe falar.

- O Sr. Demetri está aqui, agora, senhor, ela disse a ele.

- O heli-jato aguardará sua chegada na cobertura, com destino ao Santuário. O senhor deseja mais alguma coisa?

Sim, uma secretária com um senso de humor seria um bom começo. Onde diabos a Alice Whitlock encontrou aquela robô? Mas no momento sua secretária-robô era a menor de suas preocupações. Ele levantou sua mala sobre a escrivaninha, e a carregou com os relatórios e os arquivos, então desconectou seu PDA do computador. Ele tinha tudo agora.

Fechar seu gabinete levou apenas alguns minutos, em seguida, ele caminhou até a porta abrindo-a enquanto Demetri se levantava, a sua expressão impassível como sempre. Mas desta vez notou que havia uma pitada de diversão em seu olhar.

Eleazar deu um olhar duro à sua secretária. Ela o encarou, calma como sempre. Ele ia ter que informar a ela o quanto ele não apreciava vê-la entretendo os agentes-executores dele quando ela se recusava a entretê-lo. A mulher maldita.

- Parece que estamos indo para casa para o fim de semana, Demetri. Ele anunciou, afastando para longe de sua mente a falta de lealdade de sua secretária. Ele ia lidar com ela mais tarde.

- Tenha um bom fim de semana, Sr. Fuller. Ela disse quando ele deixou o escritório.

Ele não se incomodou em retornar a despedida.

- Há algum problema? Demetri perguntou enquanto passavam pelos corredores vazios do edifício do Ministério da Justiça. Sábado à noite não era exatamente a hora de pico.

Eleazar fez careta, o potencial de uma catástrofe até agora reduzido a apenas "um problema" era ridículo.

- Edward. Ele informou com voz calma, uma vez que entraram no elevador e Eleazar bateu o botão para a cobertura.

Demetri respirou fundo.

- Aquela pequena assistente administrativa da Cullen?

Assistente Administrativa, secretária ou o seja o que for era a sua bunda. A Srta. Swan estava procurando alguma coisa, Eleazar só não sabia ainda o que era.

- Essa é a minha suspeita.

E Eleazar esperava que sua suspeita fosse certa. Sua própria investigação em anos de laboratório do Edward o fez chegar à conclusão que a febre de fera selvagem não era nada além que pura raiva.

Por um tempo, Edward ficou perto de um animal selvagem, feroz como um leão. Seu sentido de olfato estava fora dos registros, sua capacidade de correr distâncias longas tinha quebrado todos os recordes das Raças. Sua visão, audição, olfato e paladar tinham sido excepcionais.

Até que ele começou a mostrar os sinais de deslocamento de fera selvagem. Foi preso numa jaula enorme. Rosnava de irritação, se recusou a executar suas missões dentro de seus próprios parâmetros. E o hormônio desconhecido se unia à adrenalina que inundou o seu corpo nessas ocasiões de recusa de missões e irritação. A febre Feral ou o deslocamento feral selvagem como os cientistas tinham-no chamado. Eleazar preferia pensar nele como O Chamado Selvagem. Todos os sinais que Edward tinha exibido nos laboratórios eram os mesmos sinais de um animal selvagem indo à loucura em sua procura pela liberdade.

Mas isso não explicava o que acontecia agora. Ou porque o hormônio se revelava de novo. A menos que, de alguma forma Edward estivesse no acasalamento com a pequena "secretária ou assistente administrativa" como Demetri a chamou.

- Dê o espaço a Edward, Eleazar. Demetri o aconselhou quando entraram no heli-jato.

- Se ele estiver agindo estranho, então ele merece isto. Aquele homem tem um jeito muito malditamente calmo.

E Eleazar teria concordado com ele, até que o relatório de Carmen chegou. Agora ele estava começando a se preocupar e preocupação não era algo que ele gostasse. Preferia a ação, movimento a frente decisivo. E neste caso, ele sentia que não ia ajudar muito.

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POV Bella

A cabana estava muito quieta e ela tinha se acostumado à presença de Edward. Até mesmo antes de ele ser nomeado para ficar dentro da cabana com ela, antes ele só entrava para checar as trancas e janelas por alguns momentos. Ele a fez se acostumar com ele, fazendo-a querer que ele ficasse por mais um pouco de tempo com ela antes dele sair da cabana.

Ela nunca teve certeza aonde ele ia depois que saia da cabana, mas ele sempre voltava na manhã seguinte para escoltá-la até o Santuário. Agora ela se sentia perdida sem ele.

Havia bastante trabalho para fazer. Ela ainda tinha o chip de memória que tinha retirado escondido do Santuário esta semana, agora ela ia analisar achar as discrepâncias que estava achando com uma regularidade alarmante.

Alguém estava passando as informações do Santuário e vendendo para um laboratório de pesquisa, determinada a destrancar o segredo da suspensão do envelhecimento que era acionado com o calor do acasalamento. Esqueça entender por que o calor de acasalamento acontecia, ou o desenvolvimento de algo para aliviar os sintomas disto. Não, todas estas pessoas se preocupam apenas com a inversão do envelhecimento e com a fortuna que criariam para si à custa do desespero de milhões de pessoas. Seria um pesadelo na fabricação.

E ela ia trabalhar nos chips que continham a informação que interessava, quem no Santuário poderia estar vendendo esses segredos. Claro que ela não ia. Ela estava marchando no quarto dela, esfregando os braços com frio que parecia entrar na cabana e se perguntando onde Edward tinha ido.

Quando se virou e voltou em direção à cama, um raspar na janela a fez girar rapidamente, e fitando surpresa quando a janela se abriu e Edward, incrível com todo o seu um metro e noventa e quatro de altura de músculos, entrou facilmente em seu quarto. Fechou a janela, trancou e fechou as cortinas grossas antes de se voltar para ela.

- Como você passou pelo patrulhamento de Raças lá fora? Ela lhe perguntou surpresa.

Ele bufou.

- Você não desliza passando por Lawe e Rule. Eles sabem que eu estou aqui.

De repente, a longa camisola violeta e o roupão que usava pareciam muito pesados, muito quentes. Onde antes ela sentia frio, agora senti um calor enorme.

- O que diabos você pensa que está fazendo aqui?

Ela assobiou quando ele encarou o quarto dela, os olhos âmbar mais escuro, com as pequenas faíscas de brilho verde neles. A expressão dele era sombria, o olhar dele estava muito parado e muito cheio com coisas que ela não queria ver, porque eles mostravam coisas que ela não queria admitir, muito de perto de como ela se sentia.

- Nunca teve um homem entrando em seu quarto?

Ele lhe perguntou enquanto se movia à porta do quarto, abriu e conferiu antes de se voltar a ela. Ele trancou a porta e manteve o olhar dele preso no dela enquanto fazia isto.

- Você está com medo? Ele perguntou curiosamente.

Bella rodou os olhos.

- Não, claro que não. Mas minha pergunta inicial permanece. Por que diabos você entrou furtivamente em meu quarto em vez de usar a porta?

- Talvez eu esteja tentando cortejar você?

Ele arqueou uma sobrancelha e ficou sensual como o inferno. Que pena, ela sabia mais coisas do que ele dizia.

- Eu estou abrigando uma Raça fugitiva agora? Ela inclinou a cabeça olhando de cima abaixo.

- Emmett compra jóias para mim para que eu permita ser envolvida nos pequenos esquemas dele. O que tem você para me oferecer, Sr. Masen?

Oh, aquele sorriso. Apenas com uma ponta de amargura, mas faminto, confiante e muito controlado.

- Jóias não mantêm você quente à noite, ele lhe falou calmamente.

E isso era muito verdadeiro. Jóias eram duras e frias e ela sempre achou pouco consolo neles diferente do conhecimento que eles tiveram o poder para conter Emmett. Às vezes.

- E você pode? Ela lhe perguntou.

Ele avançou. Um passo de cada vez, devagar, confiante de que assim forçaria a acalmar a respiração dela.

Ele poderia mantê-la quente na noite de inverno mais fria ela pensou. Ele era bastante grande, alto o bastante para envolver todo o corpo dela e manter o frio à distância.

- Você saiu hoje e esqueceu-se de seus deveres, ela o lembrou, ouvindo o nervosismo na voz dela.

- E ainda supõe que eu o recompensarei agora?

Os olhos dele brilharam.

- Eu nunca fui para longe de você. Você apenas não me viu. Você pode me recompensar por isso se sentir à vontade.

Ele parou em frente a ela, encarando-a com todas aquelas sombras de fome selvagem nos olhos dele. Ela podia sentir o desejo crescer entre eles, se fortificando. Lutar contra isso não parecia ajudar muito, porque ela queria ceder muito desesperadamente.

- O que você está fazendo aqui, Edward?

Ela suspirou, erguendo as mãos para colocar sobre o tecido preto da camisa de missão dele. Pesado, o tecido estava quente com o calor do corpo dele e ele realmente precisava tirar isso, ela pensou irracionalmente.

- Você tentou me proteger hoje. Ele disse suavemente.

- Eu acho que ninguém nunca pensou em tentar mentir para mim.

A voz dele era pensativa, como se ele tentasse entender por que ela tinha feito isto.

- Não era tanto como uma mentira. Ela disse para se desculpar.

- Eu fiquei muito contente de ver aquela câmera ir embora.

- Estou contente por poder o acomodar então.

A curva dos lábios dele indicavam diversão, o que a fez apertar suas coxas uma contra a outra, excitada.

- Quebra câmeras de segurança com frequência? A voz dela tremia tanto que era fácil perceber.

O sorriso dele aumentou, os dentes enfileirados e brancos, os olhos inclinados assumiram uma expressão sensual, sonolenta.

- Não com frequência, ele admitiu.

- Uma pessoa teria motivos para mentir frequentemente para você? Ela mentia para Emmett o tempo todo.

- Eu sou bastante honesto. Sua voz baixou mais ainda.

- E quanto a aquelas saias feias que você usa, eu não preciso me esconder atrás delas.

- Minhas saias não são feias. Elas eram horrorosas.

- Essa é muito melhor. Ele ergueu a mão e tocou o ombro do roupão sedoso dela.

- Você parece uma princesa vestida nisso. Todo esse cabelo solto em suas costas. Eu devia ser ferido pelas coisas que eu desejo fazer com você. Ela lambeu os lábios e inspirou forte.

- Como o que? Ela quase se estremeceu ao perguntar.

Foi um dia infernal, ela pensou. A tensão de roubar informação do Santuário, o risco de saber que poderia ser pega a qualquer momento e agora isto. O conhecimento de que não tinha trabalhado rápido o bastante e ficar presa em suas próprias emoções. Não. Nada de emoções, ela avisou a si mesma.

- Coisas como tirar a tristeza dos seus olhos, talvez? Ele baixou sua cabeça, pressionando os lábios contra a testa.

- O que se passa por esta cabeça bonita quando seus olhos escurecem assim?

Sem emoções. Sem complicações.

Ela estava se enganando. Ele tinha enfeitiçado ela desde o primeiro momento em que o viu, e como olhava para ela agora. Ela estava derretendo contra ele como manteiga.

- Como você foi tolo de entrar sorrateiramente pela janela quando as portas funcionam perfeitamente bem? Ela perguntou ansiosamente.

- Será que todos os homens das Raças são tão complicados?

- Humm. Seus dedos se enroscaram nos cabelos, segurando firme sua cabeça dos lados.

- Eu só quero um bom beijo de boa noite e depois vou embora.

- Você não tem que ir.

Ele parou com seus lábios quase tocando os dela.

- Tem o quarto de hóspedes, ela se apressou em dizer, sentindo seu coração pular contra o seu peito, o desejo correndo por ela.

Ele sorriu.

- Apenas um belo beijo de boa noite. Ele repetiu.

- Muito inofensivo. Eu prometo.

Inofensivo? Como o inferno seria!

Os lábios dele cobriram os seus com os mesmos resultados destrutivos como eles tiveram antes. Ela não pôde pensar, ela não queria pensar. As mãos dela se ergueram, enfiando os dedos nos cabelos compridos dele e ela gemeu de prazer.

Ela alguma vez conheceu um beijo tão bom, tão mau quanto o de Edward? Ele não apenas moveu seus lábios contra os dela, ele lambeu, afagou e mordeu, quando finalmente a língua dele entrou dentro de sua boca e tocou a língua dela, estava tão pronta para ele que ela o chupou avidamente na sua boca.

Como se ela tivesse tropeçado num interruptor escondido, suas mãos seguraram a cabeça, segurando-a firme mais ainda. Os lábios dele se apertaram mais sobre os seus e foguetes explodiram na cabeça dela. Ela não queria que aquele beijo acabasse. Ela nunca mais queria perder este sentimento, o gosto dele, o tato dele, a certeza que nunca haveria outro beijo que abalasse a alma dela como este fez.

- Deus, você faz um homem esquecer o que ele veio fazer.

Ele puxou os lábios dos dela, mas ele ainda a segurou. Suas mãos grandes segurando firme a cabeça dela, esfregando os dedos dele contra o couro cabeludo dela.

- Você veio para algo mais que o beijo? Ela o encarou, aturdida, entontecida.

- Eu preciso que você me prometa uma coisa. Ele pôs a testa dele contra a dela.

- Apenas uma pequena coisa.

- Tá bom. O que é? O corpo dela? Já era dele. Tudo que ele tinha que fazer era tomá-lo.

- Nenhum teste. Ele disse suavemente.

- Me prometa Bella, prometa que você não deixará ninguém levar amostras para os exames que Carmen vai exigir. Ela levou um tempo para entender seu pedido, puxar a mente dela das visões dos lábios dele devorando seu corpo.

- Eu tinha nenhuma intenção disso. Ela finalmente soltou.

- Mas por que me perguntar? O que interessa?

- Eu não sei. Ele negou seu olhar ficando duro.

- Eu não sei o que está acontecendo com ela e eu não quero você envolvida. Prometa-me. Nenhum exame.

- Tudo bem. Eu prometo. Ela se afastou um pouco dele antes de voltar a olhá-lo.

- É foi por isso que me beijou? Para me convencer?

O olhar dele mexeu com ela, lentamente, sua expressão mudou, escurecendo.

- Não, Bella. Esse beijo era porque eu estava morrendo para sentir seu gosto. E se eu não der logo o fora daqui, farei muito mais do que sentir o gosto do seu beijo.

Mas ele não estava se movendo tão depressa como ele queria dizer. Ele a puxou para ele novamente, os dedos dele abrindo o cinto do roupão dela. O cinto sedoso escorregou livre, as abas do roupão se abriram o bastante para revelar o corpete justo da camisola.

Bella o olhava insegura, respirando difícil, sentindo a ponta dos seios duros e apertados contra o tecido que os cobriam.

E ele viu isto. Os olhos dele com aquela cor sem igual de ouro velho e os dedos dele se ergueram, as costas deles roçaram no seio cheio que transbordava pelo decote do corpete da camisola roxa em estilo princesa.

- Se eu provar você aqui, eu não vou conseguir te deixar. Ele murmurou rouco, erguendo os olhos para ela.

- Eu vou guardar somente seu gosto comigo. E o levarei.

Havia algum problema nisso?

Ela estava tremendo, cada movimento dos seios apertando a carne dela mais firmemente contra os dedos dele.

- Boa noite, Bella. A mão dele se afastou lentamente dos seios cheios e se afastou dela.

Ela ficou de pé lá, como uma boba. Dolorida, o corpo queimando furiosamente para sentir mais do toque dele, e ela apenas ficou de pé lá enquanto ele partia, apavorada para chegar até ele. Dolorida enquanto o via partir e se amaldiçoando por isto. Ele podia ficar, mas ela sabia que uma vez permitisse o acesso à cama dela, ela estaria totalmente perdida com ele.

Ela olhou enquanto ele partia. Ela não protestou, ela não podia. Teria sido tão fácil de lhe pedir para ficar e tão difícil perdê-lo quando este trabalho terminar. Mais uma vez, ela estava brincando com fogo, mas ela temia que desta vez ela ia ser definitivamente queimada.


Meu pai do céu o que será que a Carmen tá aprontando. E não fui com a cara desse Collin, muito solicito demais pro meu gosto. Aí tem.

E o que foi essa implicância do Eleazar com a Irina, será que tem alguma coisa aí?

Mas o ponto alto do capítulo foi a invasão do nosso leãoward no quarto da Bella, ele indo pedir que ela não fizesse nenhum exame, mas esquecendo tudo ao vê-la e não resistindo e a beijando, foi quente e fofo ao mesmo tempo, se é que isso é possível.

Bom sábado a todas e até amanhã. Beijinhos.

Att. Izzy Duchannes

PS: Vocês devem ter notado a mudança no nome e fotos. Mas por um bom motivo. Criei um perfil no facebook. Lá irei soltar alguns spoilers e novidades. O perfil está como Izzy Duchannes. Espero vocês lá.