Notas importantes: Twilight pertence a Stephanie Mayer. E a história original pertence a Lora Leigh.
Capítulo 9
POV Edward
Eles levaram o seu uniforme. Edward estava sentado silenciosamente, o seu olhar preso sobre a revista, embora ele não tivesse ideia do que dizia. Ele sentia-se estranho, pois raramente usavam roupas civis. Elas eram bastante confortáveis, mas não eram as roupas especialmente feitas sob medida para o seu corpo. E sua arma.
Ele quase rosnou novamente. Eles tinham confiscado a arma dele. Os executores que estavam atrás dele foram bastante corteses, mas a raiva feral que quase o consumiu garantiu que a arma nunca seria usada novamente. Ela estava em tantos pedaços no quartel que sabia que não seria nada além de lixo.
Ele deveria ter saído. Inferno, ele mesmo considerou. Empacotar suas coisas e então, porque ele não tinha muita coisa mesmo, e bastava dar o fora. Ele teve bastantes ofertas de emprego ao longo dos anos, apoio financeiro fora do Santuário não seria um problema. Mas Bella não estava em qualquer outro lugar no mundo. Ela estava aqui e era responsabilidade dele. A fome dele. Ele se mexeu na cadeira, ainda não estava acostumado às calças jeans como ele era ao uniforme, e conteve a raiva que ainda queimava dentro dele.
Maldita Carmen. Que diabos ela estava tentando fazer com ele? A traição presa em sua garganta até que ele não podia descobrir como se desviar dele. Ele a considerava sua amiga, o que talvez tenha sido o seu erro. Fazer amigos não foi fácil, mesmo aqui no Santuário. Ele lembrou a outras raças de onde vieram, e a maioria não Raças olhavam para ele com medo e fascinação, assustados para chegar perto demais dele.
Muitas vezes ele se sentiu como se do lado de fora olhando para ele, em busca de um calor que não existia e que ele nem sabia dizer o que era. Um lugar para ser seu, talvez.
Ele olhou suas mãos segurando a revista. Nas garras de suas unhas que cresciam muito rápido. Elas estavam mais espessas do que o normal, com uma pequena curvatura. Mantê-las aparadas e lixadas para ter uma boa aparência era uma tarefa trabalhosa. Se fosse deixada de lado, as unhas se tornariam perigosas garras no verdadeiro sentido da palavra. Garras de animal.
Ele quase se viu, ao pensar sobre elas, quase que recordou a sensação de como foi fácil às unhas grossas e duras, furarem a carne e os ossos mais fortes que seus dedos, quando perfurou o peito da Raça Coiote e arrancou seu coração. Não teve nenhum trabalho. Foi tão fácil. A raiva que cresceu muitas vezes o cegando agora o fez se encolher involuntariamente de medo ao pensar naquilo. Agora, sentado em frente à Bella, sentindo a selvageria, uma vez que o lado selvagem era uma parte dele, ele sentiu um momento de preocupação.
Uma vez, muito tempo atrás, ele era um homem à vontade com a criatura selvagem que ele era. O animal e o homem coexistiam, senão em harmonia, em um estado de trégua. Agora, ele sentia que o animal selvagem dentro dele tinha desaparecido, mas a selvageria, a raiva estava crescendo. Ele sentia crescer, se esticava, a sua atenção centrou-se na mulher sentada tão silenciosamente na sala. Ela não se concentrava na leitura dos arquivos mais do que ele se concentrava na revista. A tensão entre eles crescia, e crescia sufocante, tempestuosa.
- Você está com medo de mim agora?
Ele vira a página da revista enquanto falava, fingindo ler. Sabendo que não lia e não leria mais nada.
- Eu tenho algum motivo para ter medo de você agora?
Ela virou um dos documentos que ela provavelmente não lia antes conferi-lo com outro que ela puxou no computador. Ele olhou para suas mãos novamente, se perguntando se elas poderiam realmente machucar algo tão frágil, tão doce como a mulher sentada na frente dele.
- E se eu lhe disser que eu não soube?
Ele observou a revista, sabendo que ela olharia para ele, e ela finalmente levantou a cabeça surpresa.
- Então eu diria que você permite que sua boa doutora mexa um pouco com sua cabeça grande, não é?
Aquela pequena ponta de sotaque o intrigou mais do que deveria e o fez ficar duro feito pedra como nunca esteve na vida dele. As calças jeans justa contivera a ereção dele. O uniforme de missão teria permitido que ele se sentisse confortável, mas não esconderia o engrossamento e a tenda que formaria. Claro que ele nunca teve nenhum problema em controlar a onda de luxúria que despertava a fome voraz no pau dele e apertava as bolas dele. Até Bella. Desde o momento que ele puxou o cheiro dela na primeira vez que a viu, ele soube que ela seria um problema ao bom senso e ao controle que ele lutou para conseguir. Ele mudou de posição na cadeira, esperando aliviar a pressão.
- Por que eles levaram seu uniforme?
Ela abaixou a cabeça outra vez, fazendo a pergunta como se não tivesse nenhuma preocupação entre eles dois.
- Eu sou agora um risco à comunidade.
Ele encolheu os ombros.
- Se eu arrancar o coração do peito de algum deles, então eles não me querem fazendo isto usando as insígnias da comunidade das Raças.
Os lábios dele torceram zombeteiramente.
- E isto é algo que você faz diariamente? Arrancar corações?
Os lábios dela quase se contraíram e ele jurava que sentiu a diversão no movimento.
- Eu normalmente espero por permissão para fazer isso.
Ele informou laconicamente.
- Nós fomos ensinados desse modo nos laboratórios. Meu treinador sempre me educou para eu estar certo de estar arrancando o coração do homem certo.
- Muito interessante.
Ela acenou com a cabeça.
- Mas você está falando comigo e me distraindo.
Ele ia distraí-la. Ele olhou para a câmera de vigilância, desejando saber quanto tempo ia levar para os técnicos na sala de controle convencer alguém para ir ali tirar o suéter da frente da lente da câmera. Ele olhou o relógio no pulso dele. Ele sentia que não demoraria muito tempo. Não teria tempo o bastante para ceder diante da excitação que crescia dentro dele e ele não sabia quanto tempo mais ele teria que esperar para tocar estava toda abotoada; a blusa sem mangas que ela usava não era feia como as roupas que ela normalmente usava para trabalhar e a suave cor creme acariciava inacreditavelmente os seios sob o tecido.
Ela também usava outra daquelas saias horríveis. Desta vez era preta com uma pequena barra dos joelhos. Uma saia tulipa era assim que Lauren tinha chamado aquilo uma vez quando ela estava tentando convencer Gianna, a mãe dela a comprar uma para ela. Embora o que ela escolheu para ela fosse curtinho. Por alguma razão Lauren Mallory achava que Edward era a escolta perfeita para as viagens de compras dela e da mãe.
Ele teve que admitir que a saia de comprimento mais longo em Bella era sensual como o inferno. Quanto mais ela escondia suas curvas, mais ele ficava maluco de desejo de ver seu corpo. A última coisa que ele precisava agora era ter um executor ou Carmen, entrando na sala quando ele a tivesse derrubado sobre a escrivaninha novamente. Ele puxou o ombro da camiseta que usava. Maldição, ele perdeu o uniforme. E talvez tenha perdido até mesmo o sentido de aceitação que uniforme tinha lhe dado. Um lugar para pertencer, não importa que por pouco tempo.
Ele não fez careta, ele não permitiu que sua expressão mudasse, mas sentia que se traía dentro dele o desejo de sexo doía até o centro dos seus ossos. Ele nunca faria mal a alguém que não merecia isto. Ele sempre controlou sua força, ele sempre controlou suas ações porque sabia que o aspecto físico dele era pouco confortável para todos ao redor dele.
Ele amedrontava até as Raças da mesma espécie que ele, com exceção de muito poucos. Ele amedrontava humanos que entraram em contato com ele e ele era muito atento quando as missões envolviam sua presença limitada entre os não-raça. Quando os jornais informaram tudo que seus jornalistas fotografaram dele, ele era a imagem que seguia as crianças e adultos humanos nos pesadelos deles.
"O bicho-papão" um jornal o tinha intitulado.
Ele encarou a revista e sentia que uma compreensão sombria o enchia. Ele disse a si mesmo que tinha se encaixado aqui, no Santuário, mas ele estava errado. Ele só se ajustaria enquanto seguisse os parâmetros silenciosos estabelecidos que agora sentia que foram postos em volta dele.
Ele estava preso aqui tal como ele foi preso nos laboratórios, e nem mesmo percebeu isto. Imediatamente após esta compreensão, a maçaneta da porta do escritório clicou e quando a fechadura não abriu, uma forte batida soou contra a madeira. Bella ergueu a cabeça e o encarou.
- Eu ficaria muito desapontada se eu tivesse que ver sangue.
Ela o informou.
- Até mesmo a menor quantidade tem o poder para me deixar doente.
Um sorriso subiu aos lábios dele enquanto colocava a revista de lado, ficou de pé e destrancou a porta, depois voltou para cobrir Bella, protegendo-a com seu corpo. Tudo dentro dele estava em alerta total, nada importava só protegê-la. A porta abriu vigorosamente, batendo contra a parede ao lado antes de parar completamente aberta.
Edward encarou a Raça que tinha a arma erguida, pronta para a batalha, e sentiu que o sentimento de raiva cresceu mais forte. Ele lutou ao lado desta Raça muitas vezes e, no entanto, aqui estava ele, com a arma levantada como para se proteger enquanto o magro e brilhante Tyler, o mais importante técnico em Controle de Segurança, entrava com arrogância na sala.
Edward olhou furioso à arma que a Raça segurava. Antes que Tyler pudesse dar mais um passo adiante, Edward o barrou, estendeu a mão e arrancou o poderoso rifle automático, tirando-o das mãos do guarda enquanto o empurrava e rosnava o aviso para ficar lá.
Cabelo loiro cheio de pontas, os olhos cinza dele um pouco malicioso, Tyler zombou de Edward enquanto avançava para ele. O cheiro de ego encheu a sala. Ele achava que estava seguro, capaz de mandar em outras Raças ao redor por causa da sua posição no Santuário e não pela força. A maior parte dos executores apenas o suportavam. Olhando furioso para ele, Edward viu quando Tyler foi até o canto, retirou o suéter da câmera e lançou o suéter no chão.
Edward rosnou furiosamente ao desrespeito descarado da ação. Ele levou sua mão à arma presa no coldre em sua coxa e a sacou enquanto o Executor de Raça dava um passo para trás, engolia firmemente e depois olhou do técnico para Edward.
- Apanhe o suéter.
Edward ordenou ao pequeno técnico bastardo que sempre tinha pescado com isca falsa para subir.
Tyler Crowley era um técnico em computação e um perito técnico de segurança, formado pelo Conselho, e o sentimento de poder cresceu ao longo dos anos no Santuário, quando ele passou a comandar através da sala de controle. O sacana zombava dele com seus pequenos caninos.
- Ele pode levar o suéter até ela.
E ele se moveu para se virar e sair da sala, claramente ignorando a Raça poderosa com quem ele estava tratando, bem como o fato que as regras normais que regiam todos os agentes não se aplicavam mais a Edward. Antes que Edward pudesse se conter, ele já tinha posto a mão envolta da garganta de Tyler e empurrado o outro homem para a parede, atento a Bella de pé perto da escrivaninha.
- Não há nenhum sangue, Bella.
Ele informou a ela, olhando a pequena cara pálida, desprezível de Tyler.
- Pelo menos ainda não.
- Edward, cara, deixe-o ir.
O jovem executor Raça falou com uma ponta de nervosismo na voz enquanto Edward mantinha sua mão ao redor da garganta do técnico. Medo. O perfume disso bateu nos sentidos de Edward, fazendo seus lábios se apertarem, enquanto um rosnado retumbante cresceu no seu peito.
- Apanhe o suéter.
Edward rosnou na face de Tyler quando o libertou apenas o bastante para mudar o aperto para a nuca e o forçar para baixo. De joelhos, Tyler viu quando o outro homem apanhou o suéter, tomando fôlego e com dor pelo forte aperto que Edward usava sobre sua nuca. Seria tão fácil arrancar a pequena cabeça dele fora os ombros e vê-lo sangrar. O desprezo que ele entregou a Bella era intolerável. Não seria permitido. Puxando-o de pé, Edward fitou nos olhos dele, vendo o medo nos ossos de Tyler enquanto tremia como um fraco covarde.
- Respeito.
Ele deixou a palavra estrondar de sua garganta.
- Na presença dela. Ou você morre menininha.
Ele usou o pior insulto que poderia ter usado à arrogante pequena Raça. O olhar dele chamejou primitivamente, perfeitamente pressionado, a camisa amarela perfeitamente engomada, abotoou até a garganta e ofuscante contra a pele escura da Raça, o cabelo castanho arrepiado e cheio de pontas.
- Antes de você me desafiar, menininha, espere até crescer algumas bolas.
Ele rosnou, o empurrando para fora pela porta, quando mais uma vez Riley, Jasper e Eleazar corriam no corredor.
- Ele é louco.
Tyler ofegou, sua voz alta e aguda fazendo todos estremecerem quando ele apontou para Edward.
- Ele tentou me matar. Ordenaram que eu observasse esta sala e ele tentou matar-me por retirar esse maldito suéter.
Jasper virou para ele, Eleazar se apoiou contra a parede oposta e Edward sentiu Bella passar para o lado dele enquanto ela olhava tudo, o cheiro da raiva dela flutuando em volta dele. O cheiro voava com tanta facilidade até ele, que até mesmo ele podia cheirar o que ela sentia.
- Edward, deixe a câmera de segurança descoberta, pelo amor de Deus.
Jasper ordenou, olhando-o com raiva.
- Por quê? Eu estou com ela. Não há como roubar os arquivos enquanto eu estiver aqui vendo ela.
- Talvez não os arquivos, mas estamos preocupados com ela.
Carmen entrou na briga, mantendo uma distância cuidadosa quando o encarou angustiada.
- Droga Carmen, desde quando não nos preocupamos com a Srta. Swan?
Jasper estalou.
- Segurança é a minha preocupação aqui.
Edward a encarou, sofrendo. Seu peito doía de verdade, sentindo vários olhos treinados sobre ele com desconfiança e cautela.
- Sr. Whitlock, você deu a ordem para descobrir a câmera de vigilância?
Bella perguntou com a voz insípida, cuidadosamente neutra.
- Srta. Swan, esses arquivos são o coração e alma do Santuário.
Ele rebateu a ela, os olhos dele brilhando agora.
- Eu não permitiria ninguém sozinha nesta sala com eles.
- Eu não estava sozinha.
Ela mostrou. E Jasper concordou.
- Até que nós saibamos o que infernos está acontecendo aqui, é meu trabalho proteger todo o mundo. Até mesmo você.
Ele afirmou, irritado com Edward.
- Eu voltarei agora para minha cabana.
Bella virou, pegando sua bolsa e a garrafa térmica grande que usava para trazer café com ela.
- Eu presumo que você terá notícias do meu chefe pela manhã.
Ela saiu da sala, os quadris balançando, delicada, mas com um andar de força e confiança e Edward não hesitou em segui-la. Fodam-se! Ele pôs sua vida em risco pelo Santuário durante dez anos ou mais. Seguiu ordens e por muito tempo ele brincou de pequeno e bom felino e ainda assim até mesmo o Líder das Raças Felinas, seu líder não confiava nele.
- Edward.
Ele parou quando Jasper rosnou o nome dele. Virou-se lentamente, encarou o outro homem, os anos que acreditou que eram de confiança e amizade penderam entre eles, puxando a ele.
- Sua segurança não é menos importante do que o Santuário.
Edward assentiu com a cabeça, mas sorriu cinicamente. Ele se opunha ao Líder das Raças Felinas dele.
- Sim, não pode ter o bicho-papão arrancando corações com todos vendo, não é? Só quando ordenam.
Igual a como era nos laboratórios. Só quando ordenassem. Ele encolheu os ombros.
- Minha missão é proteger aquela mulher. Até onde eu sei, eu ainda sou operacional.
Ele olhou para Eleazar. Todos eles olharam para Eleazar. E Eleazar sorriu.
- Até onde eu estou preocupado, você é. E a mulher está indo na sua frente, Executor.
Ele indicou a porta em que ela desapareceu.
- Bom dia, Líder das Raças Felinas Whitlock.
Edward cumprimentou com a cabeça respeitosamente a ele. Jasper era um homem que ele respeitava, mesmo que Jasper não confiasse nele.
- Se você precisar de mim, certamente que o Diretor Fuller me avisará.
Com isso, Edward se virou e seguiu o caminho que Bella tomou. Ela não tinha partido. Ela esperava por ele encostada do lado do passageiro da caminhonete com a porta aberta, olhando a casa esperançosamente. Quando ele chegou, ela entrou no carro e esperou ele deslizar no banco do motorista. Na frente deles, a picape quatro por quatro conduzida por Lawe liderava o caminho.
- Há um jogo de poder no Santuário.
Ela disse quando ele engrenou o carro e se dirigiu aos portões. Ele olhou para ela surpreso.
- Jasper não permite isso.
Os portões se abriram, manifestantes correram envolta da picape à frente deles, depois em volta do carro deles. Agitando os cartazes e gritando: "Raças São Monstros aos Olhos de Deus" e "Morte às Raças" era cantado por eles e seus rostos enfurecidos encheram as janelas.
- Animal.
Uma mulher gritou batendo na janela do motorista.
- Raças desgraçadas.
Edward continuou dirigindo pela multidão até que desapareceu atrás deles, o som cantante na cabeça dele muito tempo depois que o som diminuiu. E como o canto era a declaração de Bella. Um jogo de poder. Jasper não permitia jogos de poder, mas ele não estava no auge de sua força ainda. O ferimento do tiro que quase o matou há dois meses o enfraqueceu muito e ele ainda estava se recuperando. Alguém estava se movimentando para ameaçar o Santuário enquanto o Líder das Raças Felinas estava debilitado?
Edward negou com a cabeça. Ele não podia pensar nisso. Riley e Eleazar vigiavam as costas de Jasper, como faziam os irmãos de Jasper, Peter e Randall. Ele tinha uma capacidade extraordinária e uma aura de poder e competência à sua volta. Um jogo de poder não era possível. Mas outras coisas eram.
Edward era apenas um executor despojado de suas armas e divisas de graduação de oficial de elite da Força Militar do Governo das Raças Felinas, tiraram até seu uniforme. E também os amigos que ele acreditava que tinha.
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POV Jasper
Jasper bateu a porta de seu gabinete violentamente, depois que Eleazar, seu guarda costas Demetri, Riley, Carmen, o pequeno estúpido Tyler e o executor que tinham apontado uma arma para Edward entraram na sala. Ele fez um sinal para Carmen, Tyler e ao executor no fundo da sala, fora do alcance de sua voz, enquanto ele acenava aos outros à sua sala e olhou furioso para Eleazar.
- Por que diabo Edward não estava de uniforme?
Ele rosnou para Eleazar. Ele nunca viu Edward sem o seu uniforme, quando estava de plantão como um executor de elite. Com respeito a Edward, não foi ouvido por ele. E nesse ponto, parecia como uma bofetada deliberada contra a autoridade de Jasper detinha dentro da comunidade.
Eleazar o encarou com surpresa, antes de olhar de relance ao outro lado da sala. Carmen tinha seus braços envoltos sobre seus seios enquanto andava de um lado para o outro, o técnico e o jovem executor estavam nervosos encostados na parede. Eleazar se voltou e olhou fixo em Jasper atentamente.
- Porque você ordenou que as divisas de graduação dele fossem canceladas, revogadas. Seu uniforme e sua arma foram tomados, Jasper.
Jasper encarou Eleazar, calando, todo instinto dentro dele rugindo agora em desafio. Porque ele não tinha dado nenhuma ordem.
- Que diabos está acontecendo aqui?
Ele manteve sua voz calma, baixa o suficiente para não ir além dos homens em torno dele, mas ele não conteve o rosnado retumbando em seu peito.
- Não cancelei ou revoguei a graduação de ninguém. Menos ainda de Edward. Mas posso muito bem me preparar para fazer isso agora.
Ele voltou seu olhar furioso para os outros no fundo da sala. Carmen vacilou, o executor empalideceu, e se Tyler Crowley pudesse afundar as costas contra a parede, então ele se afundaria mais ainda agora.
- Você.
Ele apontou para Tyler.
- Gostaria de dizer-me o que diabos você estava fazendo?
Tyler piscou.
- Seguindo suas ordens, senhor.
Sua voz tremeu quando Jasper parou para olhar em choque furioso.
- Minhas ordens? Eu ordenei para antagonizar deliberadamente outra raça?
Sua voz baixou ainda mais. Algo estava errado aqui, porque ele não tinha dado nenhuma ordem, e ele estava certo que não tinha revogado a graduação de executor de elite de Edward. Tyler era agora uma pasta branca, os lábios dele tremiam quando os lambeu nervoso.
- Não, senhor. O Senhor ordenou descobrir a câmera de vigilância.
Terror enchia sua voz.
- Ele respondeu a chamada.
Ele apontou ao executor jovem como se a falta fosse dele. O jovem executor levantou. Jasper lhe deu crédito por isso, mas o olhar dele era totalmente de medo.
- O Senhor pediu a Tyler e quando ele desligou disse que era para descobrir aquela câmera de vigilância e para eu ir com ele.
Jasper encarou os dois homens. Eles não eram mentirosos. Alguém tinha conseguido o personificar, dentro de sua própria casa. Jasper virou lentamente para Riley, abaixando a voz de novo.
- Veja se você pode entrar no sistema. Veja se aquela chamada pode ser localizada. E eu quero que as ordens que saíram relativas ao grau de Edward sejam localizadas também. Descubra o que diabo está acontecendo aqui.
- Você não deu a ordem?
Eleazar perguntou com cuidado, seus olhos prata rodando com força assustadora. Jasper deu um olhar de desgosto quando Riley permaneceu calado.
- Qualquer ordem desse nível seria dada a você, Eleazar. Não a um executor jovem e de patente de graduação abaixo da de Edward.
- Jasper, você tem que fazer alguma coisa sobre Edward.
Carmen declarou então, a voz dela subindo com raiva. Desespero e medo tremiam na voz dela enquanto Jasper olhava para Eleazar e leu a tensão, forte raiva na expressão do diretor.
- Carmen.
Jasper virou para ela, lutando para conter a raiva enquanto indicava que ela se sentasse antes dele.
- Que tipo de jogo você está jogando com Edward?
Riley e Eleazar se levantaram de suas cadeiras também, vendo quando a doutora avançou cautelosamente e se sentou. Com um estalar de dedos, Jasper mandou o técnico e o jovem executor saírem da sala.
- Ele é perigoso, Jasper.
Ela alisou seus cabelos com dedos nervosos e o encarou enquanto esfregava o pescoço, claramente preocupada, angustiada.
- Estes exames não mentem. O Conselho desenvolveu os critérios para descobrir a febre feral. Está se desenvolvendo, crescendo e alguém vai morrer se você não o confinar e voltar ao tratamento com os medicamentos.
- Confinar Edward?
Jasper a encarou em choque.
- Você quer prender Edward? E drogá-lo?
Descrença o encheu. Para onde foi a compaixão dela? Esta não era a doutora que tinha vigiado as companheiras deles, a comunidade deles, e os protegeu quando as irregularidades nos sistemas deles ficaram todas erradas, enlouquecidas. A Carmen que ele conhecia nunca teria considerado uma coisa dessas.
- É o único local seguro.
Ela argumentou, acreditando claramente no que dizia.
- Jasper, nós não podemos correr o risco dele virar um selvagem. Se a imprensa entendesse como uma sugestão disto, poderia nos destruir.
- Besteira!
Todos os olhos viraram a Eleazar.
- Como ousa!
Carmen rosnou ao se virar para ele.
- Você está jogando seus jogos malditos novamente. Fale ao nosso Líder das Raças Felinas como você recusou me permitir trazer meus resultados para ele ou Edward. Ordenando que eu não os revelasse. Você está arriscando as nossas vidas.
Jasper assistiu a confrontação, inalando lentamente, profundamente, tentando entender as emoções ou o motivo do comportamento dela.
- E você é uma cientista paranoica com nada melhor para fazer do que perseguir sombras.
Eleazar grunhiu.
- Você está irracional ultimamente, Carmen. Já fez um teste em você mesma?
Ele olhou com desgosto para ela.
- Você tem que fazer alguma coisa com ele.
Carmen se levantou quando Jasper se recostou na cadeira e observava toda a cena com um sentimento de descrença.
- Sente-se, Carmen.
O Líder Felino ordenou.
- Não vou sentar aqui e ouvir os insultos dele.
Ela soltou.
- Ele está protegendo Edward enquanto manipula todos num jogo que ele está jogando, e eu já tive o suficiente dele. Quero que confinem a Raça e farei os exames nele. Eu exijo isso.
- Você exige isto?
Ele se endireitou lentamente.
- Por que razão você exige qualquer coisa?
Ele olhou a cientista de perto agora. As feições dela estavam agitadas, os olhos brilhantes com a raiva que corria por ela.
- Eu levarei meus resultados ao Gabinete de Governo das Raças se você recusar me ouvir.
Ela rosnou na cara dele. Ela estava desafiando-o, não só desafiando como também deliberadamente contestando ele.
- Você quer resolver agora?
Ele olhou ao redor da sala.
- Temos três do Conselho Deliberativo do Gabinete de Governo das Raças aqui agora, discordando de suas sugestões. O que te faz pensar por um segundo que você pode receber o voto que precisa para considerar suas exigências?
Seus punhos se fecharam com a raiva que queimava dentro dela, o que era anormal em Carmen. Carmen era controlada, calma. Ela nunca se enfureceu desse jeito, nunca se rebelou e nunca sugeriu uma coisa tão odiosa quanto prender uma Raça.
- Você não é nem um pouco melhor do que o Conselho então.
Ela gritou.
- Pelo menos eles tiveram o bom senso de confiná-lo numa cela e encontrar um tratamento para ele. Você só vai permitir que ele se destrua e destruir a comunidade das Raças no processo.
Todos eles a olharam chocados. Jasper deu se um segundo, então outro. Então antes que pudesse se controlar, ele estava com o rosto quase colado no rosto dela, com seus caninos a mostra e rosnando furioso, enquanto ela caía na sua cadeira, congelada e empalidecida.
Jasper escorou suas mãos nos braços da cadeira dela, o rosto ainda colado na cara dela ameaçadoramente, se inclinado sobre ela, seus olhos sempre a encarando, impondo sua autoridade e domínio sobre ela, que sentiu a força do animal dentro dele se expondo, e ela o temeu.
Ele era o Líder das Raças Felinas. Eram as suas decisões que dirigiram sua comunidade com mão de ferro, e maldição ao inferno com ela, mas se submeteria a essas decisões. Ele continuava encarando de perto a ela, ele esperou até seu olhar deixar o dele e ir para o seu ombro em sinal de respeito, e o cheiro de medo superou o cheiro de sua arrogância.
- Você gostaria de repetir para mim o insulto que disse há pouco?
Ele perguntou a ela, a forte aspereza do animal fluindo em sua voz furiosa. Ela baixou o olhar, insegura, respirando forte.
- Eu peço desculpas.
Ela sussurrou.
- Eu não tinha o direito de dizer isso.
Os olhos dela levantaram novamente, e ele viu o medo e a preocupação em seu olhar enquanto olhava seu ombro novamente.
- Jasper, estou assustada por Edward, e por aquela mulher. Ele é perigoso e você não vai me ouvir, porque ele é seu amigo. Eu entendo isso. Mas você tem que fazer alguma coisa.
- Eleazar.
Jasper manteve seu olhar sobre os olhos de Carmen, bloqueando ela, impondo sua força, impondo seu comando.
- Você ordenou a ela que mantivesse em segredo esta informação de mim?
- Eu ordenei sim, Líder das Raças Felinas.
Eleazar era mais esperto que a cientista, ele com voz calma. Jasper foi para trás, vendo como o olhar de Carmen abaixou as mãos cruzadas em seu colo, sua postura mais calma agora.
- Por quê?
Ele se virou para o diretor. Em termos de poder dentro da hierarquia do Gabinete de Governo das Raças, Eleazar era o segundo, mas ele, Jasper Whitlock era o Líder de Governo, poder absoluto. Se a situação ficasse crítica, Eleazar podia eventualmente se impor em certas áreas limitadas de poder inerente exclusivamente a ele, Jasper, o líder supremo das Raças Felinas, mas Eleazar entendia a batalha que estavam lutando. Algumas vezes.
- Eu discordo da avaliação dela.
Afirmou Eleazar calmo, confiante, embora Carmen lançasse a ele outro olhar confuso.
- Você viu os exames?
Jasper perguntou a ele.
- Eu vi os resultados dos exames. Eu comparei esses resultados com o vídeo de segurança de Edward e a Srta. Swan, como também o vídeo do laboratório no dia que Carmen retirou o sangue do braço dele. Ela o enfureceu deliberadamente, e depois tirou o sangue dele. Os resultados do sangue colhido momentos antes, mais cedo, não mostraram nenhum do hormônio feral. Só estava no sangue que ela levou enquanto o acusou de tentar estuprar a mulher dele que o hormônio feral apareceu.
- Ela não é a mulher dele.
Carmen estalou.
- Eu fiz todos os exames, Eleazar. Não há nenhuma possibilidade disto.
Jasper virou, e antes que ele pudesse detê-lo, soltou um rugido de fúria masculina. De Animal para animal, de Raça para Raça, o som teve o poder de chocar aos dois, porque era um rosnado diferente que Jasper nunca utilizou. Era um aviso de força e poder, e que ela estava atravessando o limite. Jasper se voltou então para Eleazar.
- Qual a sua opinião agora, Diretor Fuller?
Ele rosnou.
- Jasper, Edward sempre teve o hormônio selvagem.
Eleazar suspirou.
- Os relatórios de laboratórios mostram isso. A terapia medicamentosa que eles utilizaram apenas o manteve sob o seu controle. Ele matou quando ordenaram a ele. A droga o controlou, silenciou o desejo de liberdade dentro dele e a raiva que sentiu pela morte de seus amigos da mesma Raça. Você não o vê no campo de batalha, ou durante as missões. Eu sim. E eu bloqueei as tentativas de Carmen de examiná-lo antes e depois das missões dele. A preocupação da Dra. Denali por Edward é louvável, mas desnecessária.
Os olhos de Jasper se estreitaram.
- Por que você bloqueou os exames, nessas vezes?
Eleazar suspirou asperamente à pergunta.
- Porque ele é o que foi criado, para estar no campo de batalha, lutando. Eu não tenho nenhum executor melhor que Edward. Ele é esperto, impiedoso na batalha e é assustadoramente inteligente. Sua taxa de execuções mortais é muito menor que a de todos os executores porque ele tem força suficiente para derrubar o inimigo fisicamente, lado a lado, em grande número, mas sem precisar matar, e ele é inteligente o suficiente e com muito controle para saber quando matar, e quando não matar.
- E não fui informado destes possíveis problemas por que razão?
Jasper rosnou para ele.
- Porque a Agência de Assuntos das Raças não é controlada pelo Santuário, Jasper.
Eleazar declarou, embora respeitosamente.
- Os executores são meus para zelar e se eu digo isso, é porque eu faço um maldito bom trabalho em zelar por eles. Eles têm que aguentar no meio do calor de acasalamento, aos supremacistas e manifestantes puristas protestando e se aglomerando em nossos traseiros toda vez que vê um de nós nas ruas. Esses são meus homens, e embora a Dra. Denali tenha pequenas suspeitas paranóicas, de manipulações que ela me acusa de alguma maldita estratégia brilhante, mesmo assim eu digo. Meus executores são um sucesso e tem êxito em todas as missões, e aquele relatório fala por si mesmo.
Riley falou então.
- Eu quero saber o que fez a Dra. Denali suspeitar o bastante para enganar um amigo e deliberadamente o enfurecer antes de tirar o sangue. Você sempre foi alguém em que pudemos confiar, Carmen. Uma pessoa que poderíamos contar para descobrir o que acontecia com nossas companheiras, e nas Raças, com os corpos delas. Por que enganou Edward?
Ela encarou suas mãos.
- Isso é algo no qual estou interessado também.
Jasper declarou, fitando Carmen.
- Por que você focalizou seu olhar em Edward?
Ela levantou a sua cabeça, mas não olhou em seus olhos. Fitou no seu ombro, o animal dentro dela, percebendo o limite perigoso em que caminhava agora.
- Os exames de calor de acasalamento.
Ela disse baixo.
- Ele não é o companheiro dela, então qual é o problema? Além da adrenalina feral que se apareceu nele.
O olhar de Carmen cintilou.
- Ela fará ele piorar. Os hormônios dela intensificam a febre feral nele.
Ela sussurrou.
- Por alguma razão, quando fiz exames de acasalamento neles o hormônio do tipo feral apareceram imediatamente na adrenalina. Ela o destruirá. A reação dele para ela o matará.
- Ou ela o completará.
Eleazar falou, desviando os olhos de Carmen para Jasper.
- Eu estudei os relatórios de laboratório, Jasper. Eu não acho que Edward perdeu a companheira dele naqueles laboratórios sul americano, em vez disso perdeu o animal interior dele. Eu acho que Bella talvez seja a companheira dele, bem como a presença da força naquela adrenalina feral prova isto. Os resultados dos exames de Edward nunca estão iguais aos das outras Raças. O DNA animal flutua em recessão, como pode confirmar Carmen. Eu acredito que os resultados desses exames de acasalamento são mais uma indicação de que ela é a companheira dele, ao invés de ser uma ameaça a ele. Eu acho que a leoa que morreu "poderia" ter sido um dia a companheira dele. Mas eu acredito que Bella é a companheira dele.
A raiva de Carmen cresceu, o cheiro da raiva fez Jasper dar a ela um olhar afiado.
- Respeitosamente, ela finalmente falou, onde obteve seu diploma de doutor em genética, Diretor Fuller? Porque sua suposição é a carga mais perigosa de besteira que já ouvi.
- Respeitosamente, Dra. Denali, Eleazar declarou então, eu não preciso ser graduado para saber que não se deve trair um amigo. Mas parece que talvez sua finíssima educação falhou nesse quesito.
- Conheço a ciência, e eu conheço a genética de Raça.
Ela o fulminou com o olhar, embora estivesse mais calma que antes.
- Todos conhecem a sua arrogância.
- Perguntamos a você, Carmen, é possível de alguma forma que os seus resultados possam ter sido manipulados? Porque se você afastasse a sua mente seus conhecimentos científicos por tempo suficiente, perceberia que Edward está sob total controle.
- Carmen, saia da sala agora.
Jasper ordenou-lhe, olhando para ela, alguma coisa dentro dele endurecendo no sentido de certeza fanática que ele podia sentir o cheiro de manipulação.
- Volte para seu laboratório. Vou avisar quando eu precisar falar com você de novo.
- Jasper, você não pode deixá-lo continuar este jogo.
Ela disse com voz de choro, ficando de pé na frente dele com uma ponta de desespero.
- Procure e organize todos os seus relatórios e exames em ordem e mande por fax para este escritório.
Disse ele, sua voz dura.
- Espero ver tudo dentro de uma hora.
Ela o encarou, respirando rápido, antes de apertar os punhos e sair da sala. Jasper a observou sair, os olhos dele estreitaram as próprias suspeitas despertas agora quando ele se voltou para Eleazar.
- Qualquer ordem que eu der com respeito a Edward virá de mim, pessoalmente.
Ele virou para Riley.
- Descubra quem está falsificando minhas ordens e traga essa pessoa a mim. Eu quero saber exatamente o que diabos está acontecendo aqui.
- O executor que retirou de Edward sua arma e uniforme veio até mim depois, Eleazar disse a ele.
- Ele disse que a ordem veio do escritório de Tyler Crowley. O próprio executor atendeu a chamada. Alguém está representando você, no mínimo.
Jasper esfregou a pele ainda sensível do peito dele onde levou um tiro meses atrás e virou para Riley.
- Esta sala está segura?
Riley se levantou, foi do outro lado de uma gaveta na escrivaninha de Jasper e ergueu em sua mão detector digital de escuta.
- Diz que nós estamos limpos.
Ele murmurou, desligando o aparelho. Mas os olhos verdes pálidos dele estavam desconfiados. Ele se afastou um segundo depois quando o telefone ao lado dele tocou.
- De modo nenhum alguém consegue me personificar diante de minha esposa.
Jasper rosnou quando ele encarou Eleazar.
- Se você estiver considerando uma ordem em dúvida, traga Alice a mim. É a única precaução de segurança que nós vamos depender. Até então, descubra que merda é essa que está acontecendo aqui, e de onde estas ordens vieram.
- Cavalheiros.
Riley suspirou quando abaixou o telefone que tocou momentos antes.
- Nossos problemas apenas cresceram.
O olhar de Jasper era cortante. Que inferno, era exatamente isso que precisavam... De um problema maior ainda. Como lidar com Eleazar e Carmen cabeceando novamente em cima dos executores não fosse o bastante. Riley olhou zombeteiramente para eles.
- A Srta. Swan acaba de avisar ao seu chefe que o trabalho dela está sendo bloqueado, que ela foi insultada e pediu a ele que envie o heli-jato da Cullen para levá-la até o aeroporto onde o jato particular da família Cullen irá buscá-la. Agora podemos dar um beijo de adeus em nosso financiamento foi bom enquanto durou.
Gentem, não é que o Tyler teve a "coragem" de ir lá, mas não sem uma escolta para protegê-lo, covarde. Mas tomou uma lição lindo do Edward..rsrsrsr
E o que foi essa reação da Carmen na sala do Jasper, tentando colocar o Jasper contra o Eleazar, mas parece que o tiro saiu pela culatra.
E aí tem coisa, pois ela tá muito insistente em fazer os exames no Edward e em confiná-lo, e ainda tá jogando a culpa disso pra cima da Bella. Esperamos que essa situação se resolva.
E a ameça da Bella não foi exatamente uma ameaça, já que ela entrou de fato em contato com Emmett. Será que o Santuário irá perder o seu maravilhoso financiamento.
Bom saberemos amanhã! Até! Beijinhos.
Att. Izzy Duchannes
