Notas importantes: Twilight pertence a Stephanie Mayer. E a história original pertence a Lora Leigh.
Capítulo 10
POV Bella
Em toda sua vida, Bella não se lembrava de ter estado tão furiosa quanto esteve ao sair do Santuário. Ela sequer podia explicar o motivo de tanta raiva queimando seu corpo todo tão poderosamente. No momento que entrou na cabana, ela colocou a sua maleta sobre o balcão, tirou o laptop e o pôs na mesa e levantou a tela. Ela abriu seu e-mail, muito consciente de que a sua conexão não era segura pela rede do Santuário e que com certeza seria interceptado. Ela não se incomodou em encriptar com segurança o e-mail que digitou para Emmett, e teclou "enviar". Ela sorriu. Ela não tinha nenhuma vontade de deixar o Santuário, mas traria Emmett nos traseiros deles como uma tonelada de tijolos.
- Você não vai a lugar nenhum.
Edward declarou quando passou por trás dela a caminho da cozinha.
- E você precisa comer. Você não comeu hoje.
Ela apertou os dedos contra o balcão e engoliu a resposta malcriada que pairou nos seus lábios. Sim, ela era uma vadia. Ela sabia que era uma vadia, mas era uma atitude que funcionava para ela. Geralmente. Ela tinha a sensação que a consequência daquela atitude poderia ser mais do que poderia tratar. Além disso, sabia como ser uma vadia cautelosa. Era o caminho inteligente a seguir quando Emmett estava de mau humor; ela esperava que também funcionasse com Edward.
- Esta não é a hora de tratar-me como se eu fosse um de seus subordinados.
Ela o informou friamente, embora sentisse qualquer coisa menos frieza.
- O Santuário tem alguns problemas graves neste momento, Edward.
- E cancelar o refinanciamento deles vai ajudar nisso?
Roncou enquanto a enfrentava do outro lado do balcão.
- Se há um jogo de poder dentro das forças armadas do Santuário, então temos que descobrir quem é o que está fazendo isto, e onde tudo isso vai dar.
- Por que eu deveria me preocupar? Por que você deveria?
Ela o olhou com raiva, ele a puxava a um limite que nem mesmo ela sabia que tinha.
- Acha que eu não li o seu arquivo no Santuário?
Ela não tinha copiado os arquivos de laboratório.
- Você sabia Edward, que o seu líder felino, desautorizou você?
Seu sotaque saiu livre. Merda.
- Então, por que diabos eu me preocuparia? Obviamente você não.
Ela levou suas mãos atrás e tocou o coque apertado na nuca, sua dor de cabeça aumentando a cada minuto que aquilo pesava em sua cabeça. Os fios longos de cabelo ondularam pelos seus dedos, como desviou e empurrou os seus dedos por ele em frustração.
- Você sabe...
Ela partiu o silêncio enquanto se voltava para ele.
- Edward?
Ele contornou o balcão, lentamente. Os seus olhos dourados eram ligeiramente próximos ao âmbar, com faíscas verdes que intensificaram mais a cor. Viking Bárbaro. Uma vez, há muito tempo, seus antepassados tinham apavorado os conquistadores ingleses com sua brutalidade e força.
Porém não era selvageria ou ódio que ela viu nos olhos dele, era fome. Excitação. A mesma excitação sexual que a atormentava há dias desde o dia daquele beijo. O beijo que a deixou queimando toda noite, inflamada de desejo, a fazendo se virar e revirar na cama lutando contra o desejo pelo corpo dele e o desejo de proteger o coração dela.
- Eu gosto dessa blusa.
Parou na frente dela, as costas de seus dedos acariciando ao longo do ombro da blusa de seda que ela usava.
- Porque você não tira isso?
- Tirar?
Ela sussurrou.
- Porque eu faria isso?
Sua expressão parecia de repente mais selvagem que o normal? Seus olhos mais sensuais?
- Dessa maneira eu não teria que rasgar ela de você.
Disse com a voz áspera, olhando para seus dedos sobre o tecido sedoso antes de olhar para ela.
- Eu não quero destruir essa sua roupa bonita.
Ela queria que ele rasgasse a blusa dela. Queria tanto que não entendia porque, e ela agora descobria coisas sobre si mesma que nunca soube antes. Queria que o amante dela fosse selvagem. Mas tanto quanto queria que ele rasgasse suas roupas, ela queria rasgar as dele também.
E isso a aterrorizava. Não era uma amante selvagem. Inferno, até mesmo um de seus amantes lhe disse que ela era muito educada na cama para o seu gosto. Mas Edward, ela a fazia querer que ele fosse um amante selvagem. Ele a fazia uma selvagem. Afastou-se dele, prestando atenção ao seu olhar brilhante, sua expressão zombadora.
- Está com medo?
Perguntou-lhe.
- De você, ou de mim mesma?
Perguntou-lhe nervosa, tentando sair de perto dele, somente para subir quando o braço dele a agarrou e envolveu sua cintura e a puxou a parando. Olhou para cima, o fitou fixamente. Um metro e noventa e quatro era muita diferença para um metro e sessenta. O topo de sua cabeça mal chegava ao tórax dele, sua altura e largura a fazia se sentir completamente feminina.
- Por que você estaria amedrontada com você mesma?
Ele perguntou, usando a outra mão para acariciar embaixo do cabelo dela, na nuca, como que a acalmando. Os dedos dele se entranharam nos fios sedosos, os acariciou, derrubou a cabeça dela mais para trás, sempre a olhando nos olhos.
Bella engoliu firmemente.
- Nós já temos problemas o bastante, misturar isto com uma relação sexual entre nós não é uma boa ideia.
Ela mal podia respirar. E centrando-se em todas as razões pelas quais uma relação sexual era uma péssima ideia foi ficando mais difícil a cada segundo. Até a puxada em seu cabelo. A carícia por dentro dos fios de cabelo, no couro cabeludo. Ela nunca considerou seu cabelo particularmente sexy até este momento, até que ela o sentiu acariciar seus cabelos, gozando com o toque dele.
- Uma relação sexual entre nós é um fato já determinado.
Disse ele, com um rosnado grosso na voz que enviou arrepios por sua espinha e seios.
- Eu acho que você sabe disso, querida.
Ele a chamou de seu amor, e ele disse de uma maneira que nunca disse a ela antes, quando a mão dele apertou em seu quadril e puxou ela para mais perto dele. Ela sentiu sua ereção sob o seu jeans, grosso e duro apertando o estômago dela.
- Edward.
Sua cabeça abaixou. Sua mão deslizou sob o cabelo dela, fechou no lado do pescoço dela com o aperto mais erótico que sentiu, enquanto ele revolvia seus lábios contra os dela
- Beije-me, Bella.
Ele sussurrou.
- Não me deixe sozinho no frio. Aqueça-me, como só você pode me aquecer.
E supunha que ela negaria isso a ele? Nenhum homem jamais lhe pediu para aquecer ele. Para não deixá-lo fora no frio, onde ela sempre achou que estava sozinha e no frio também. Mas não havia frio aqui. Quando os lábios de Edward se abriram sobre os dela, apertando os lábios dela, só havia calor e prazer, a sensação de suas mãos a acariciá-la, construindo um incêndio no seu interior e acalmando uma parte dela. Não supunha que seria assim. Ele já havia se acasalado. Ele nunca poderia pertencer a ela. Não realmente de toda alma e para sempre pertencer somente a ela. Mas ela não podia negar que ele a queria.
Um soluço de rendição deixou seus lábios, encontrou seu beijo, suas mãos levantaram de seu tórax para seus ombros. E depois para o seu cabelo. Áspero, grosso, quente. Ela enfiou os dedos nos fios e puxou-o para ela enquanto ele a beijava lentamente, possessivamente.
A língua dele lambeu a dela. De leve, apenas o suficiente para fazê-la pensar do que a lambida da língua dela faria em outras partes do seu corpo. Ele era dominador, possessivo, mas carinhoso sobre os lábios dela, sobre a língua dela, e quando ele prendeu sua língua e chupou forte ela gemeu sentindo falta do gosto do hormônio do acasalamento. Um sabor que ela ouviu dizer que era condimentado e o homem dava para a mulher, deixando aos dois selvagens.
Ela deixou suas mãos acariciarem o couro cabeludo dele, ela se apertou contra ele, lambendo a boca dele, seus lábios o beijando, lutando para sua alma possuir uma parte da alma dele. Mesmo que fosse só por um breve momento, para reclamar uma parte dele como possessão dela.
Foi por isso que ela lutou contra o crescimento da atração entre eles. Porque sua entrega era controlada, levantou sua mão para ele, lutando contra o desejo de lhe dar partes dela que ninguém nunca tinha tocado antes. Esse centro selvagem crescendo dentro dela, isso que a fazia querer rasgar as roupas dele e marcar ele. Esse interior feminino primitivo louco que não aceitava que ele pertencia a outra, mesmo que a outra estivesse morta. Ele rosnou quando se separou dos lábios dela.
Bella abriu os olhos dela, fitando o olhar primitivo dele enquanto as mãos dele agarraram as curvas cheias do traseiro dela e as apertou. Ela estremeceu, fagulhas de desejo subindo pelo seu corpo a forçando a fechar os olhos, depois se forçou a abrir mais uma vez.
- Eu estou machucando você Bella?
Ele disse calmamente, levantando a mão e tocando a face dela quando ela o fitou com surpresa.
- Como eu estou machucando você, minha Bella?
Ela negou com a cabeça, enquanto puxava o cabelo dele, tentando o puxar para ela.
- Não pare Edward. Beije-me mais.
Ele tocou suavemente ao longo do cabelo para trás seu ouvido quando ela queria que ele emaranhasse fortemente os dedos em seus cabelos.
- Por que você está fazendo assim?
Ela gemeu.
- Não me provoque.
- Diga-me como eu estou machucando você.
Ele exigiu, mas mesmo assim sua voz era suave. Ela fechou os olhos sabendo que não haveria nada que ela pudesse esconder dele, e nem ele poderia esconder dela.
- Porque eu sou louca.
Ela sussurrou, abrindo os olhos novamente e olhando para ele.
- Porque eu o quero mais do que eu deveria. Ele parou, sua expressão sombria, mas os olhos dele fitavam-na com consciência primitiva, com fome desesperada.
- O que quer você, Bella?
- Eu quero tudo de você.
- Então tudo de mim é exatamente o que você terá.
Ele prometeu.
Seus lábios tomaram novamente os dela, beijou-a ferozmente, e ela sentiu a selvageria dentro dele quando ele soltou a rédea. Ele chupou em sua boca, então bombeou a língua dentro da boca dela e a levantou nos braços e se virou e levou-a até o sofá. Ele a depositou sobre as almofadas enquanto ele se curvava ao longo dela, ainda colado nos lábios dela, permitindo-lhe espaço para se retorcer por baixo dele, para que seu joelho pressionasse entre suas coxas.
- Tire.
Ela separou seus lábios dos dele, puxando a camisa dele. Ele agarrou a bainha e tirou. Então ele agarrou à frente de sua blusa e rasgou dela.
- Maldita blusa bonita.
Ele estava olhando para o que tinha se revelado, e não o que ele tinha rasgado.
- Merda!
Ele correu as costas de sua mão sobre a curva cheia dos seios que subiam sobrando do sutiã de renda.
- Eu sabia que eu podia ver as pontas dos seus mamilos embaixo desse maldito tecido, e agora eu sei por quê.
Porque seu sutiã era tão apertado e justo que pressionavam os mamilos através das rendas.
Bella tentou acalmar sua respiração, mas nada podia acalmá-la. Ela precisava de seu beijo de novo, ela precisava de mais dele. Ela levantou suas costas, se arqueou, exibindo seus seios e rezou para que ele cedesse a fome dele por eles. E ele fez. Sua cabeça abaixou para eles, seus lábios cobrindo uma ponta sensível e chupando-o em sua boca.
Bella estava em êxtase. O prazer foi aumentando dentro dela como uma onda varrendo através de seus medos. Amanhã. Ela se preocuparia com as complicações amanhã. Agora, esta noite, ele era dela. Ela tinha mais dele agora do que qualquer homem que ela já tinha tido no passado. O que importa se ele não estava se acasalamento com ela? Se ele não estava reclamando ela? Ela não queria ser mantida de qualquer maneira, não é?
Uma parte dela sofreu com a pergunta, mas foi governada ferozmente pela sensação de lava quente queimando sua carne. Era destrutivo o roçar da sua língua contra seu mamilo, mesmo através da renda do sutiã. O toque de suas mãos puxando a saia por de suas pernas, desnudando-as para ele, se virando para ver o resultado de seu trabalho.
Seu mamilo estava vermelho e enrugado. Os lábios dele cobriram o outro seio, chupou e lambeu, suas mãos vagando sobre sua coxa e, finalmente, rasgou a calcinha dos quadris dela.
Bella quase teve um orgasmo. Ela nunca teve a sua calcinha rasgada em seu corpo. Aquilo foi tão erótico, tão selvagem que ela sentiu sua vagina se encharcar de fluídos femininos e seu botão inchado pulsou loucamente em contrações palpitantes, quente e fazendo-a procurar desesperada por suas carícias.
- Linda.
Ele inclinou para trás, passou os dedos de leve ao longo dos pelos escuros entre suas coxas.
- É tão macia e quente. Tão molhada.
Os cachos umedecidos se colaram aos seus dedos.
Bella assistiu ele tocá-la, em seguida, ele a olhou quando ela tocou-o. Seus dedos pressionaram contra seu duro abdômen, sentindo a sedosa carne beijada de sol, a pele e os músculos tensos. Seus dedos grossos separaram a carne entre as coxas dela enquanto sentia-a mover os dedos para seu cinto. Ela queria que ele ficasse nu. Ela desejava tocá-lo.
Um grito fugiu de sua boca. Seu olhar focalizou entre suas coxas, onde ele enterrava lentamente, muito lentamente enterrava dois dedos enormes dentro dela. Movimentando-os em sua vagina apertada, torcendo-os com movimentos curtos de vai e vem de seu pulso e forçando uma lamúria em sua garganta.
Ele trancou o queixo cheio de desejo, seus lábios apertados, um rosnado baixo revelando as pontas dos caninos. Selvagem. Primitivo e bárbaro, ele a fazia selvagem. Suas costas se arquearam e ela abriu mais as pernas, subindo mais seus quadris para os dedos dele e gritou o nome dele.
Longos, grandes dedos. Oh Deus, ela jamais seria capaz de ver um homem com dedos, sem pensar nos dedos de Edward. Sem lembrar isso. A sensação dos dedos dentro dela, acariciando-a, excitando-a até que ela se arqueou mais contra ele, seus quadris se agitaram enquanto ela lutava para ele ir mais profundo, mais rápido, mais forte.
- Estou indo provar você, Bella. A rosnadura na sua voz fez sua espinha tremer da cabeça aos pés e sentiu um prazer doloroso.
Ela abaixou a cabeça, sua mão soltou o cinto da calça dele para agarrar o pulso dele, para mantê-lo no lugar.
- Não pare!
Ela arquejou.
- Por favor. Por favor, não pare.
Ele empurrou seus dedos dentro dela novamente, mais profundo, mais duramente, mais forte, e ela manteve a sua respiração, lutando pelo seu orgasmo como ele parou repentinamente. Ele não ignorou seu protesto enquanto abaixava seu corpo, puxando seu corpo para a beira do sofá e ele se ajoelhou no chão e abaixou a cabeça. O primeiro toque da sua língua contra seu clitóris congelou-a no lugar, o segundo toque fez seus quadris se moverem aos arrancos. No terceiro toque ela estava perdida, enlouquecida. A sua língua áspera. Uma pontinha só de aspereza, somente o bastante para transformar sua excitação em prazer brutal e absoluto.
As mãos dela prenderam sobre o cabelo dele e se ergueu para ele sentindo os dedos escorregarem dela. Os dedos dele se retiraram e a língua dele mergulhou profundamente. As pernas dela se enrolaram ao redor dos ombros dele, os quadris dela se erguendo quando ele fodeu sua vagina com estocadas fortes, penetrantes da língua dele e rosnou na carne dela.
As mãos dele seguraram firme o traseiro dela, erguendo-a mais para ele e ela sentia as pontas das unhas dele perfurando sua carne e empurrou concha contra sua boca dele com um prazer tão extremo que sentia que seu coração dela fosse explodir no peito dela.
Ela estava indo para além do prazer, o desejo crescia selvagem, desesperado dentro dela. Ela tinha que gozar. Ele teve que deixá-la gozar. Quando ele empurrou a língua dele bem fundo dentro dela com golpes mais ferozes, o dedo polegar dele foi para o clitóris e girou, acariciou e enviou-a para o voo livre do orgasmo. Ela estava explodindo em pedaços e não se preocupou.
Ela se agarrou a ele com ambas as mãos, segurou-o mais perto e gemendo de prazer, nem mesmo se aborrecendo por nunca ter gemido de tanto prazer na vida dela.
- Você é tão doce.
A língua dele se retirou, levantou a cabeça para beijar suavemente a carne muito sensível do clitóris. Aquele toque suave a fez ofegar com o raio de sensação que correu por ela.
- Calma, meu amor.
Ele murmurou, ainda beijando, movendo a língua para baixo, não dando a ela nenhum tempo para descer do orgasmo, logo ele começou a fazê-la desejar por outro. E ele fez isto, ternamente, suavemente. Os golpes mais macios da língua dele, os beijos mais suaves ao redor do clitóris dela.
- Eu quero tocar você.
Ela gemeu, as mãos agarrando os ombros dele enquanto as unhas curvas e poderosas dele, apertavam o traseiro dela contra sua boca com intensidade primitiva.
- Ainda não.
Ele mordeu a coxa dela, fazendo-a choramingar com no limiar entre a dor e o prazer.
- Deixe-me provar você. Deixe-me ter você assim, Bella. Deixe-me encher meus sentidos de você. Eu quero sentir o seu gosto, seu cheiro comigo. Em meus poros. Do mesmo modo que eu darei uma parte de mim a você.
Uma parte dele.
Ela gemeu o nome dele quando ele abriu mais as coxas dela e beijou os lábios inchados, a concha molhada dela. Então ele a chupou novamente. Dentro e fora. Ele a deixou fraca. Ele a fez desesperada. As unhas dela se cravaram nos ombros dele, arranhou sua pele quando uma onda de luxúria começou a crescer e se agitar novamente dentro dela. Ela precisava dele. Precisava mais que os beijos famintos dele e língua diabólica.
Lutando por ar, moveu as mãos dela até seus seios, os envolveu e apertou-os com os próprios dedos dela e o sentiu parar. Ela apertou os mamilos entre os dedos polegares e indicadores, abriu os olhos e o encarou. Ofuscado, quase louca de desejo que queimava o corpo dela até o fim da espinha, ela o observou a olhá-la, viu os olhos dele se dilatarem, os lábios dele descobriram os dentes quando rosnou fortemente.
Ele a beijou subindo por seu corpo. As mãos dele se moveram para seu cinto, a sua calça. Ela teve só um segundo para vislumbrar a cabeça furiosamente excitada do seu sexo antes que dele se inclinar e colar os lábios cobrissem ferozmente o mamilo duro o chupando selvagemente na sua boca.
Um segundo depois, a cabeça do pau pressionou contra ela, quente, grosso, seda por cima do ferro, e pressionando forte. Ele fez uma pausa, a sua respiração áspera e quente, o suor cobriu os seus ombros de gotas de cristal, cintilando sobre os pelos curtos quase que invisíveis que cobriam seu corpo.
- Você me prometeu.
Ela lembrou-lhe bruscamente.
- Você prometeu para mim, Edward. A primeira vez. Forte e rápido. Você me encheria com tudo de uma só vez, enterrando tudo com um só golpe.
Ele colou sua testa contra seu ombro, e beijou mordiscando sua carne enquanto rosnava.
- Eu preciso disso.
Ela choramingou se arqueando contra ele, ofegando ao sentir a ereção dura e mais longa ainda contra sua concha.
- Por favor. Você prometeu.
Suas mãos apertaram os quadris dela e ela se arqueou mais se aproximando. Ele rosnou novamente, seus lábios abertos, seus dentes prenderam seu ombro enquanto que seus quadris se juntaram e ele empurrou. Duramente. De uma só vez. Lançando o pênis bem no fundo dentro dela, enquanto o nome dele se tornava um grito de prazer tão doloroso que por um segundo, um momento ela viu tudo preto.
E ainda, ela não o tinha inteiro dentro dela. Ele recuou, movimentando-se para frente e para trás dentro dela devagar dessa vez. Ele pressionou a vara dura com força outra vez, duramente e profundamente. Ele enterrou todo o comprimento de seu pinto dentro dela e queimando-a com a fúria de seu desejo por ela, com uma fúria desesperada. O empalamento do ferro duro dentro dela ameaçou roubar sua mente enquanto sentia os delicados músculos internos de sua vagina se contraindo, em espasmos palpitantes apertando o pênis dele enquanto ele fodia dentro da concha apertada dela.
E ele estava mordendo ela. Seus dentes trancaram no seu ombro, quando ele se tornou selvagem embaixo dele. Um braço enrolou os cabelos e firmou a cabeça dela mais firmemente a imobilizando, mantendo firme a sua mordida. A outra mão dele segurou firmemente suas costas quando ele começou a estocar mais fundo, ela cravou suas unhas nas costas dele enquanto os dentes dele se enfiavam mais em seu ombro e sua pica dura fodia ela profundamente em estocadas duras.
Cada estocada a levou mais alto, lançou-a mais além no redemoinho de sensações. Ela jurou que tinha esquecido como respirar. Respirar não importava. Quando eles acabassem, ele respiraria por ela. Ou ele morreria de falta de ar porque ela precisava de toda sua força para isto. Ia ao encontro de cada estocada, se mantendo apertada contra ele, sentindo os quadris dele se movimentando selvagemente, o pênis comendo ela, seus músculos apertando contra ela.
Sentia que voava nos braços dele. Era isso que Edward a fazia sentir. Ela voou nos braços dele e gritou ou tentou gritar de prazer que o orgasmo produziu nela.
Era selvagem e pulsando. Estava preenchida com a sensação de queimar, correndo pelos nervos dela partindo-a em pedacinhos. Era a sensação final da estocada final dele, o jato pesado do sêmen quente dele, o rosnado no ombro dela e depois sentiu seus lábios cobrindo os seus enquanto os quadris dele se movimentavam mais rápido e profundamente, bombeando selvagemente, fodendo num vai vem brutalmente selvagem entre as coxas dela.
Era o prazer mais primoroso que ela imaginou que acharia nos braços dele e aquilo quase, quase obscureceu a dor. Porque não havia nenhuma lingueta, nenhum pequeno pênis trancando-o dentro dela. Nenhuma extensão inchando a cabeça do pau dele para segurá-lo dentro dela enquanto a encha de sêmen, da semente de vida dele. Nenhum hormônio derramando dentro da vagina para garantir que ele nunca sairia da vida dela. Porém o que aconteceu foi isso, dor e êxtase e o conhecimento de ela estava definitivamente atada a ele. Ela quisesse ser ou não.
Descobrimos o inicio do porque a Bella mandou o e-mail para o Emmett. Mas nunca imaginaríamos o que viria a seguir, achei que ela fosse continuar fugindo dele, mas parece que o Edward não deixou ela fugir dessa vez e ainda a fez confessar e implorar por ele.
Mas infelizmente não havia nenhum hormônio. :(
Não me matem que amanhã eu volto! Beijinhos.
Att. Izzy Duchannes
