Olha eu aqui *-*

Espero que gostem, é meio que uma 'versão' de Pedra Filosofal.

Beijos :*

Florence D. P. Snape: Não, não é a mãe do Voldemort. rs. Como você e só o amor salva, eu criei Mérope sem lembrar da mãe do Voldemort, então inventei um significado pra isso depois, rs. Entendeu? Minha fic é tão confusa as vezes que nem eu entendo. Mas você, com seu intelecto superior, entende, concerteza. Florence continua Florence, e poucas datas são alteradas. *---* Mérope fica mais bonita e corajosa, prometo.

Thainá Rickman: Vocês vão saber logo, prometo. Segundo ano. Agora o Harry, assim como o Sev, é bobo. Só sabe do meio pro final.


Sua cabeça doía, mas o resto do seu corpo estava anormalmente confortável.

- Acho que devíamos ter contado sobre a parte de parecer pegar fogo. - comentou Fred.

- Ela está fraca. Olhe como está magrinha e pálida. - disse a senhora Weasley.

Mérope abriu os olhos, vendo vários ruivos preocupados observando-a.

- Está bem?

- Sim, senhora.

A garota sentou no sofá, e logo Molly apareceu com um prato tão cheio que Mérope pensou ser para os sete filhos e ela. Depois de comer ela e Rony foram até o pomar, conversaram bastante e ela o achou bastante agradável. Gina era muito quieta, mais foi gentil emprestando suas roupas para Mérope. Depois de um banho, dos cuidados de Molly em suas cicatrizes e alguns dias - depois de muito dizer que poderia voltar para o orfanato e que não queria incomodar - Mérope estava muito mais bonita, feliz e saudável.

Senhor Weasley era muito simpático, mas Mérope se sentia muito mal abusando da hospitalidade deles. Gostava da casa deles, deles e principalmente da comida de Molly.

***

Setembro de 1991

Mérope e Ronald procuravam uma cabine vazia no Expresso de Hogwarts, sem sucesso. Acabaram encontrando um quase vazio, onde um garoto magrelo, de cabelos negros despenteados e olhos verdes, estava sozinho.

- Podemos sentar com você? As outras cabines estão vazias. - perguntou Ronald.

- Claro.

Os dois se acomodaram e acomodaram suas malas em um silêncio constrangedor.

- Eu sou Ronald Weasley. - começou, estendendo a mão - E essa é minha amiga, Mérope.

Mérope não gostou de ser apresentada por Rony. Ela podia falar sozinha, não precisava de ajuda nenhuma.

- Sou Harry. - disse apertando a mão de Ronald, depois a de Mérope - Harry Potter.

Rony pareceu chocado, mas Mérope não achou grande coisa. Nome legal, olhos bonitos... cicatriz engraçada.

- Você é Harry Potter?! - questionou o ruivo.

Claro que ele era Harry Potter. Ora, Ronald não ouviu da primeira vez?

Harry confirma, encabulado.

- Você tem... - Ronald olha para os lados - Aquela cicatriz?

Agora havia passado dos limites! Ela havia visto a cicatriz, como Ronald, que estava mais perto, não havia visto?

- Sim. - respondeu levantando o cabelo.

- Ual.

Mérope percebeu que deveria haver algo nessa cicatriz e nesse nome, algo que ela, que passara a vida sem saber nada sobre o mundo bruxo, não sabia ainda. Perguntar na frente de Harry não lhe parecia agradável.

Ela mudou sua posição sobre isso quando Harry disse que não tinha time de quadribol, porque não sabia o que era isso. Talvez ela não fosse a única perdida.

***

O castelo era gigante, e os alunos eram divididos por casas. Nesse momento, um chapéu velho, que acabara de cantar, estava sobre sua cabeça, gritando:

- GRIFINÓRIA.

Mérope correu até a mesa onde estavam os Weasley e Harry. Havia sido a última a ser selecionada.

O jantar era tão gostoso que seria comparável a comida da senhora Weasley. O que mais a incomodou foram os fantasmas, principalmente Nicholas.

- Tudo bem, Harry? - perguntou Percy.

- Sim... - ele olhou para Snape - Quem é aquele professor?

- Snape, ensina poções.

- Ele não tem cara de que ensina poções. - disse Mérope.

Ela havia imaginado alguém gentil, talvez uma mulher, como a senhora Weasley.

- Tem cara de que ensina mil e um modos de tomar banho sem molhar os cabelos, não acha, Mérope? - perguntou Fred.

Mesmo sendo errado rir de um professor, Mérope riu. E não se sentiu culpada.

- Ele gosta das Artes das Trevas. - disse Percy, que não havia dado nenhuma risada.

- Deveria gostar mais de shampo. - falou Jorge.

Mais risadas.

***

As aulas de feitiço eram por conta do pequeno professor Flotwick, que ficou radiante com a presença de Harry. Defesa contra as Artes das Trevas era a aula mais patética, o que pareceu, para Mérope, desapontar Harry.

Sexta-Feira foi o melhor dia de Mérope, Harry e Ronald, porque pela primeira vez conseguiram chegar ao salão principal na primeira tentativa.

- Que aulas temos hoje, Mérope? - perguntou Harry.

- Poções duplas com a sonserina. - respondeu, checando seu horário.

- Todos dizem que o professor Snape protege os alunos da sonserina. - disse Ronald.

- Vamos descobrir? - perguntou Mérope, levantando-se.

As masmorras era o lugar mais frio de todo o castelo, e o professor Snape tinha uma voz baixa e controlada, deixando Mérope, que não havia dormido muito, morrendo de sono.

Ela viu Ronald quase cair sobre a carteira, aquele dever de transfiguração devia ter sido deixado para o final de semana! Pelo menos não corriam tanto risco de morrer irritando Minerva como tinham irritando Snape.

Durante a chamada ela percebeu a ironia ao chamar Harry de celebridade e estranhar, assim como a maioria dos outros professores, o fato de Mérope não ter sobrenome. Mas ele pareceu mais intrigado do que qualquer outro.

Só quando Snape levantou um pouco a voz para fazer perguntas a Harry, Mérope lembrou-se de onde estava. O que diabos era losna? Mérope só não riu de medo do professor e pena de Harry.

Um menino loiro no fundo da sala começou a rir das respostas de Harry, - Não sei, professor - mas com um olhar firme, Mérope fez ele se calar imediatamente.

Logo após o show de perguntas, o professor pediu, ou melhor, mandou que tods misturassem corretamente uma poção para curar furúnculos. Com tudo rotulado e as instruções no livro, Mérope achou bem fácil e divertido.

Harry pareceu mais irritado com o fato da poção de Mérope estar perfeita e Snape fingir não ter visto do que ela mesma. Já estava acostumada a nenhum reconhecimento por seus acertos e muita punição por seus erros.

- Ficou incrível. - comentou Harry.

- Obrigado, a sua ficou ótima também. - mentiu.

Imediatamente, ouve uma explosão e um menino, Neville, disse Harry, ficou coberto de furúnculos. Era o fim da aula.

***

Os três subiam as escadas para fora das masmorras.

- Harry, acho que Snape não gostou de você.

- Você acha, Mérope? - perguntou chocado.

- O que você estava dizendo antes, sobre Hagrid? - perguntou Ronald, mudando de assunto.

- Ele disse para ir visitá-lo, querem ir? - perguntou Harry.

- Claro. - respondeu Ronald.

Mérope não os seguiu.

-E você, Mérope?

- Ah, vão vocês, Harry.

- Vai ficar sozinha? - perguntou Harry.

- Não, olhe que escola cheia.

Ouviu a risada de Ronald ficar mais baixa conforme se afastava deles, voltando para as masmorras. Mérope acabou encontrando o professor Snape, que parecia bastante perturbado. Mérope pensou em ignorá-lo, como ele havia feito com sua poção, mas algo a impediu.

- Tudo bem, senhor? - sussurrou.

Ela não pode negar que ele ficou surpreso, ela ficou surpresa com a própria ação também! Mas pela primeira vez, desde o primeiro dia de aula, ela se arerpendeu por rir do professor, agora lhe parecia algo tão terrível.

- Sim. - respondeu, incerto.

Mérope já havia voltado a andar quando ele disse:

- Seu nome está incompleto na lista de chamada.

- Não, senhora. É só aquilo mesmo.

Logo, Mérope percebeu que "aquilo" não havia sido a palavra mais adequada para se referir ao próprio nome. Ela acenou vagamente e voltou a caminhar.

Não muito mais tarde Harry e Ronald voltaram com uma novidade:

O banco dos bruxos, Gringotes, havia sido arrombado no mesmo dia em que Harry e Hagrid haviam entrado no bando e, curiosamente, no mesmo cofre em que Hagrid havia pego um pacote secreto para Hogwarts.

- Sei que o Hagrid sabe mais, só que não quer me contar.

- Teorias de conspiração, Harry? - Mérope riu baixinho - Vamos para o Salão comunal.

Harry ficou frustrado com a falta de atenção que Mérope deu para o arrombamento. A sua "fama" não tinha significado para ela, isso não o irritava, o que irritava era o fato dela, as vezes, se achar tão esperta.