Notas importantes: Twilight pertence a Stephanie Mayer. E a história original pertence a Bonee Dee.
CAPÍTULO 1
POV Bella
Bella fitava o caos instalado na sala de aula e o coração de plástico vermelho brilhante pressionado na vidraça. O sol brilhou através dele, fazendo uma sombra rubra no chão, uma versão distorcida do coração no vidro. Ela queria colocar a mão na luz colorida, para vê-la banhada em vermelho sangue, mas havia um grupo de crianças em torno de sua mesa exigindo atenção. Sem tempo pra excentricidades, pensamentos inúteis, não havia tempo para si mesma, mesmo depois da escola.
- Eu posso, Srta. Swan? Posso?
Thony Cullen fez de tudo, exceto subir sobre sua mesa para conseguir sua atenção. Sua mão acenava freneticamente no ar.
- Sinto muito, Thony. Alyssa está no comando dos biscoitos. Mas você pode passar os guardanapos.
Ela entregou-lhe uma pilha de guardanapos escarlate para combinar com os pratos de papel. Érica já os estava distribuindo entre os alunos. Bella quase comprou copos também, antes de reconsiderar e escolher suco de caixinha, uma alternativa menos derramável de bebida.
- Agora?
Alyssa exibia uma carranca ansiosa vincando a testa.
- Posso começar?
Bella sorriu para a menina meio tensa, cujo estado quase constante de ansiedade lembrava a si própria.
- Sim. Dois de cada.
Ela decidiu controlar a ingestão de açúcar das crianças este ano. Os cartões de namorados era o principal evento do dia, de qualquer maneira. Ela congelaria se os pais que enviaram biscoitos extras retirassem a ajuda no futuro.
O nível de ruído na sala de aula abaixou um pouco enquanto as crianças ingeriram os biscoitos em forma de coração e tomavam o suco, mas subiu novamente quando Bella levou a caixa de papelão decorada para sua mesa e a abriu. Ela considerou deixar um dos melhores leitores da sala entregar os cartões, mas depois de ler alguns dos garranchos ilegíveis nos envelopes, decidiu fazer o trabalho sozinha. Além disso, se houvesse alguma criança com um pequeno número de cartões recebidos, ela teria alguns cartões extras anônimos para adicionar à sua coleção.
Com a caixa na curva do braço, fez seu caminho ao redor da sala. Ela examinou pequenos envelopes brancos, indicando pacotes econômicos de Namorados com trocadilhos tolos, envelopes de papel confeccionados por crianças com mães artísticas e ocasionalmente grandes envelopes rosa ou vermelho de uma menina ou menino que queria impressionar alguém especial. O Dia dos Namorados apesar de todos os esforços para torná-lo igualitário, destacava a hierarquia social da sala de aula. As meninas lindas e populares tinham aqueles envelopes especiais. As crianças socialmente inadequadas tiveram a sorte de receber um punhado de cartões temáticos no ano passado.
Eu odeio Dia dos namorados também Brian. Carrie soprou um par de seus cartões anônimos, assinados com cores diferentes e uma inclinação diferente nas letras. Ela sorriu para o menino e bateu levemente no seu ombro quando passou por ele. Nenhum cartão para mim também garoto. Não tem como ficar melhor só porque você envelhece.
O resto da tarde passou depressa até o sino final anunciar a liberdade. Logo, Bella teve a última criança agasalhada, lanche embalado, saindo pela porta. Suspirando aliviada, caminhou para a janela e olhou a multidão de chapéus multicores embarcando nos ônibus ou na fila de carros que esperava no meio-fio. Mais um dia. Outra noite tranqüila pela frente.
Em vez de outra noite tranquila e sozinha, ela adoraria compartilhar um jantar do dia dos namorados romântico com alguém especial, mas de bom grado se contentaria com uma relação amorosa quente e fortuita qualquer. O sol se pondo pela janela iluminava o coração vermelho em seu ombro e braços. Estou vestindo meu coração em minha manga. Ela sorriu para a ironia.
- Srta. Swan?
Uma voz profunda na porta a sobressaltou.
Ela se virou para o homem em pé dentro da sala de aula, e seu coração saltou para sua garganta.
- Oh!
Seu queixo estava caído? Ela estava embasbacada? Ele era fascinante de altura, ombros largos, cabelo escuro, com olhos que a flecharam através da sala. Que inferno acabou de acontecer aqui? Ele estava vestido com um jeans rasgado e uma camiseta debaixo de uma jaqueta marrom surrada. Botas de trabalho empoeiradas cobriam seus pés, poças de neve derretidas amontoavam ao redor.
Ele deu outro passo na sala e Bella resistiu ao desejo de voltar um passo. -Você queria conversar comigo sobre Anthony?
Ele perguntou. O "A" arrastado de Nova Iorque com o sotaque espanhol tornou as palavras inocentes em sons exóticos e carregados de sexualidade. Sua vagina apertou em resposta.
Bella lembrou-se de respirar.
- Oh, sim. Mas eu pensei que nosso compromisso era amanhã. Eu estou… Ela caminhou em sua direção com a mão estendida.
- Eu sou… Desculpe. Eu só estava… Meu erro. Você está certo. Era hoje, Sr. Cullen.
Ele segurou sua mão e apertou. Sua palma era calejada e enorme, envolvendo a sua calorosamente por um momento antes de soltá-la.
- Eu sabia que era hoje. Eu planejei minha agenda em torno disso.
Os dentes brancos refletiram contra a pele morena, então desapareceram. Seus lábios cheios fecharam em uma linha fina, mas era impossível para aquela boca sensual parecer severa.
- Thony está aprontando? Eu vou corrigi-lo se estiver lhe causando problemas. - O quê?
Beije-me.
- Oh não. Nada disso. Ele é um encanto, muito imaginativo, brilhante.
Ela inalou e o cheirou, uma parede sólida de feromônios. Cristo, como podia o suor masculino cheirar tão maduro e rico que uma mulher só quisesse rolar nele?
Sua sobrancelha finamente arqueada ficou ligeiramente mais alta.
- O que é então?
Ela limpou a garganta.
- Por que você não se senta, Sr. Cullen?
Com ele elevando-se acima dela, era impossível pensar. Melhor pôr alguma distância entre eles. Ela o levou à frente da sala, e ofereceu uma das cadeiras de tamanho adulto que mantinha para reuniões de pais e professores, e retrocedeu atrás de sua mesa.
Sentada em sua posição de professora, ela recuperou um pouco de sua compostura e lembrou-se do por que marcou essa conversa.
- Você tem tempo para conversar? Thony não está esperando por você lá fora?
- Não. Ele vai para a casa da minha mãe depois da escola. Eu não disse a ele que eu estaria aqui hoje.
Ele acomodou sua grande estrutura na cadeira pequena de madeira, suas pernas estiradas à frente.
- Se o menino não está em dificuldades, o que eu estou fazendo aqui? - Ele perguntou sem rodeios.
Bella só encontrou Esme Cullen, a avó, em reuniões, e agora entendia por que nunca viu o pai do Thony antes. Ele era do tipo de pai se-não-está-errado-não-me chame-pra-corrigir. Desde que seu filho tirasse boas notas e ficasse fora de problemas, ele estava satisfeito e não via nenhum motivo para falar com o professor.
- Honestamente, é difícil dizer exatamente o que está errado. Eu estou sentindo, ultimamente, que Nando está infeliz. Ele não está interagindo com as outras crianças como costumava. Suas notas são boas, mas sua atenção durante a aula… está em outro lugar.
O Sr. Cullen a olhou atordoado, como que esperando ela acrescentar algo mais. Ela teve tempo para notar um cacho escuro perdido caindo sobre sua fronte, antes dele franzir o cenho e dizer:
- Que é isto? Ele não está se portando mal?
Ela se sentiu imediatamente tola por chamá-lo.
- Bem, não é nada, Sr. Cullen, e eu pensei que talvez juntos, nós pudéssemos compreender o que o está aborrecendo e talvez cortar o mal pela raiz antes que suas notas declinem.
- Edward. Chame-me Edward.
Ele se debruçou adiante na cadeira, descansando os braços nos joelhos.
- Olhe Srta. Swan, às vezes crianças estão só mal-humoradas. Eu tenho certeza que Thony superará o que o estiver aborrecendo.
- Então, você notou isto também? Você conversou com ele?
Seus olhos estreitaram-se.
- Com mais de vinte crianças em sua classe, eu fico surpreendido que você tenha tempo para se preocupar com o mau humor temporário de uma criança.
- É meu trabalho prestar atenção.
A irritação de Bella começou a subir, mas manteve o tom tranqüilo. Nunca foi uma boa ideia antagonizar um pai ao interrogar suas habilidades na educação dos seus filhos.
- Pensei que você gostaria de saber o que eu notei e discutir isto, mas se não, só tome as informações e faça com elas o que você quiser.
Os olhos de Edward fizeram uma varredura ultra-rápida na porção de seu corpo visível acima da escrivaninha antes de encontrar seu olhar.
- Quanto tempo você está ensinando, Srta. Swan?
Nunca é uma boa ideia antagonizar um professor questionando suas habilidades, tampouco.
- Tempo suficiente para saber quando algo está aborrecendo uma criança. – Ela encontrou seu olhar, recusando-se a baixá-los. Os cabelos em sua nuca arrepiaram e seus seios pareceram de repente rijos, apertados no bojo de seu sutiã. Ela queria cruzar seus braços sobre eles, mas manteve suas mãos descansando em seu colo.
Edward se debruçou de volta em sua cadeira. Seu olhar vago sobre sua escrivaninha, e sentou-se silenciosamente por um longo momento antes de exalar ruidosamente.
- Certo. Eu sei que as coisas não estão certas com Thony. Desde que sua mãe… Ele só fica triste às vezes. Vem e vai. É natural. Ele se recuperará em seu próprio tempo.
Ela esperou para ver se ele diria mais. Esme Cullen mencionou que Thony perdera sua mãe para o câncer de mama quase dois anos atrás. E embora Bella achasse que a dificuldade do menino estava arraigada naquela perda, quis conferir com seu pai para ter certeza se não existia nada mais o aborrecendo.
Um momento de silêncio prolongado. A dor nos olhos escuros de Edward fez seu peito apertar. Suas palavras poderiam ser sobre seu filho, mas estava claro que falava por ele mesmo também.
- Eu sinto muito. - Ela disse suavemente. -Eu não queria tocar em um assunto tão sensível.
Levantando uma mão, ele fez um mudo sinal negativo.
- Está tudo bem. Tenho que falar sobre isso pra passar, não é assim? É isso que todo mundo diz. O ponto é que a criança vai ficar deprimida às vezes, mas não existe nada para ser feito sobre isso. Ele só precisa de tempo pra curar.
- Que tal você?
Carrie revelou, cruzando uma linha. Ela não era uma conselheira. Ela era a professora da terceira série do seu filho, mas as palavras brotaram antes de poder segurá-las:
- Como você está fazendo?
Ele olhou para cima surpreso franzindo a testa, mas com um meio sorriso curvando seus lábios.
- Péssimo. Obrigado por perguntar. - Encolhendo os ombros, ele gesticulou na sala ao redor deles. - Dia dos namorados fudido! Desculpe. Desculpe a linguagem. É difícil. Tânia costumava amar o maldito feriado. Corações, flores, chocolate, tudo aquilo.
E eu aposto que você deu a ela todos eles. E aposto que é o tipo de homem que sabe como cativar uma mulher quando está apaixonado por ela.
- Eu sinto muito. - Bella repetiu, não sabendo mais o que dizer.
- Não é tão ruim quanto foi logo depois de que ela se foi. Está melhorando. Mas hoje…
Seus grandes ombros ergueram e caíram novamente.
- É apenas o maldito dia, sabe.
Ela movimentou a cabeça. - Eu odeio este feriado, também.
Sua confissão foi tão suave que era apenas audível, ainda assim as palavras pareceram ecoar e encher a sala. Ela estava definitivamente cruzando outra linha aqui, descendo a ladeira do antiprofissionalismo.
- De jeito nenhum. - Ele levantou a cabeça e a estudou. - Uma mulher como você provavelmente tem que escolher entre os caras para levá-la pra sair no Dia dos Namorados, ou, no inferno, qualquer dia da semana.
Um elogio. Ela estava encantada e subjugada, surpreendida e emocionada.
- Obrigada, mas não, não sou tão afortunada. - Seu rosto parecia que de repente estava queimado pelo sol, sabia que suas bochechas estavam coradas.- De qualquer maneira, feriados são difíceis para todo mundo.
- Isto é um fato.
Ele bateu seus dedos, ásperos e sujos debaixo das unhas, contra seu jeans. Eram as mãos de um homem que fazia trabalho manual, as mãos de um duro trabalhador, que não estava acostumado a parar de trabalhar cedo para alguma reunião sem sentido com uma professora para discutir os sentimentos de seu filho. Mãos ásperas que deveriam ser gentis acariciando a pele de uma mulher.
Ela estremeceu e arrastou seu olhar para longe. Escondida segura atrás de sua mesa e várias camadas de roupa, sua vagina latejava imaginando aquelas ásperas mãos de trabalhador a tocando por todo o corpo.
- Onde trabalha Sr. Cullen?
Ela perguntou ciente de que a conversa estava caminhando para uma conclusão e não querendo terminá-la, não querendo ver seu belo corpo sair porta afora.
- Edward. - Ele lembrou a ela. - Eu sou co-proprietário da Mecânica Masen na rua Barclay com a Terceira Avenida. Eu trabalhei lá como mecânico durante o ensino médio e posteriormente. Tirei alguns certificados e quando o velho estava pronto para aposentar, ele permitiu comprar a minha parte.
- Então você gosta de carros.
- Amo carros, mas especialmente amo ter meu próprio negócio. É algo que meu papai sempre quis para si mesmo, mas nunca conseguiu. Agora tenho algo que eu posso deixar para meu filho.
Bella sorriu, perguntando-se se Thony gostava de carros ou se tinha sonhos diferentes.
- Você sempre quis ensinar?
Novamente seus olhos negros olharam para ela e dentro dela, roubando sua respiração.
- Bem… - Seu sorriso virou uma pequena risada. - Provavelmente não deveria dizer isto para o pai de um aluno, mas, não, ensino não foi minha primeira escolha de carreira.
- O que você quis ser?
Mais uma vez ele se debruçou adiante, escorando os antebraços em seus joelhos e diminuindo o espaço entre eles.
- Quando eu era jovem, queria ser uma dançarina. Minha mãe me matriculou em sapateado, jazz e balé clássico, mas em última instância eu me acomodei no balé. Desejo apenas, infelizmente, não é suficiente no mundo da dança. Você tem que ter mais que um pouco de talento para tornar uma paixão uma carreira.
- Mmm. Eu posso te ver como uma dançarina. Você se move muito graciosamente.
Bella tinha o pulso acelerado. Talvez ele fosse perito em elogios fáceis, um flerte natural, ou talvez a notou caminhar quando foi à frente através da sala. Talvez seus olhos tenham sido atraídos para seu traseiro, observando seu requebrado, e talvez ele pensou "Ela se move como uma dançarina."
- De qualquer maneira.- Ela riu nervosamente. - Quando era adolescente, percebi que a dança era só um sonho que eu tinha que colocar de lado. Nada mais mexeu comigo assim… Oh Senhor, não devia dizer que me acomodei para o magistério. Embora possa ter feito a princípio, verdadeiramente cresci amando isto. As crianças são freqüentemente um desafio, mas maravilhosas também. Eu não desistiria por qualquer coisa.
Ele sorriu.
- Eu penso que foi sorte para estas crianças que você tenha desistido de dançar. Meu filho fala sobre você o tempo todo, que a Srta. Swan disse ou fez hoje. Você é uma grande professora.
- Obrigada. E, por favor, chame-me de Bella.
Ela retribuiu seu sorriso e por um momento, quando seus olhos se encontraram e seus sorrisos saudaram um ao outro, o ar entre eles ficou carregado com energia. Novamente o cabelo eriçou no pescoço, e sua pele formigava por toda parte como se ela tivesse febre. Ela quebrou o contato com uma piscadela, e só o olhou em lugar de ser sugada naqueles hipnotizantes olhos novamente.
- De qualquer forma, como disse, Thony é uma alegria. Ele é normalmente ávido por participar ou voluntário para ajudar com as tarefas de sala de aula. Você fez um bom trabalho com ele.
Edward deslocou-se na cadeira demasiado pequena e fez a sua própria parte de olhar fixamente em torno da sala de aula em vez dela.
- Minha mãe fez. Desde que Angelina morreu, ela é responsável por muito do trabalho de criá-lo. Eu tenho estado tão ocupado mantendo meu negócio e…- Ele cessou bruscamente, agitando sua cabeça. - Você provavelmente ouve muito essa desculpa.
- Não deve ser fácil ser pai solteiro, equilibrando trabalho e o tempo com a família. - Bella o consolou. - Estou certa que você está fazendo tudo que pode.
Um triste sorriso torceu sua boca.
- Se estou aqui, em um dia de semana à tarde conversando com você sobre meu filho estar infeliz, então não posso estar fazendo tão grande trabalho, certo?
O pincel grosso de seus longos cílios varreu seu rosto quando ele piscou, e seu estômago deu outro salto. Senta menina.
- Eu tenho certeza que você está correto e é um estado passageiro. Ele provavelmente estará brilhante e alegre novamente em breve. - Ela o assegurou. - Ele estava certamente ávido para ajudar com a festa hoje.
Edward esquadrinhou os cartões com corações através da superfície de sua mesa, a maior parte deles proclamando "Para a Professora" na parte superior.
- Então, nenhum cartão de dia dos namorados de adulto para você? Nenhum plano especial para o dia?
- Hum, não. - Ela ficou surpreendida pela mudança abrupta de assunto. Ele estava realmente perguntando a ela?
Ele riu.
- Ah, inferno, não existe nenhum jeito suave para perguntar isto. Saindo do motivo que conversamos aqui, mas se você não estiver ocupada agora, você gostaria de ir tomar uma xícara de café?
- Eu…
Havia alguma restrição na escola sobre encontros de professores com pais de alunos? Não se lembrou de nada no manual, entretanto ela não esperava que a situação acontecesse. Certamente não esperava que um de seus alunos tivesse um papai tão quente que sua calcinha estava molhada só do timbre de sua voz e o magnetismo de seus olhos.
- Eu acho que seria…
O sol se moveu por detrás de uma nuvem e enviou um raio de luz penetrante pelo coração de plástico vermelho na janela, ao mesmo tempo lançando sua luz na parede oposta à janela.
Um coração rubi perfeito ardeu em frente a sua contraparte.
Ela olhou o pai do Thony nos olhos.
- Sim, Sr. Cullen… Edward. Eu posso tomar um café agora. Obrigada por perguntar.
E aí o que vocês acharam do primeiro encontro deles.
No próximo veremos como vai ser esse cafezinho.
E podem ficar felizes essa será um pouco maior que a outra.
PS: Feliz dia dos namorados.
Beijinhos.
Att. Perfect Cullen
