Raiz Do Problema
"EU JÁ ME CANSEI." Gritou Lincoln ao entrar no quarto das irmãs Lori e Leni e tomando de volta suas fronhas e lençóis. "Essa briga besta de vocês estragou o dia todo. Tá na hora de superarem isso e fazerem as pazes."
"Lincoln. Isso tem que seguir seu curso. Protocolo de briga de irmãs."
"Esqueça o Protocolo, Luan. Ele não funciona mesmo."
"Eu não vou dormir no mesmo quarto que ela." Disseram as mais velhas na mesma hora.
"Então é hora dos adultos desta casa tomarem as rédeas e irem até a raiz dessa besteira." Lincoln deixou o quarto e seguiu até as escadas.
"Não, Lincoln. Papai e mamãe sabem do protocolo e entendem as regras dele." Lana tentou segurar o irmão, mas tudo que recebeu foi um solavanco giratório quando Lincoln puxou a camisa de volta.
Diante da porta do quarto dos pais, tratou de bater. "Mãe. Pai. Saiam daí e venham resolver essa bagunça."
"Suas irmãs...terminaram a briga?" "Não, mãe, mas já tá mais do que na hora..." "Então espere até eles se acalmarem."
"Ouça sua mãe, garoto. Por isso que temos o protocolo..." Mas Lynn nem teve como completar a sentença devido ao som de algo sendo batido com força. Num chute - CRASH - a porta abriu.
"SAIAM LOGO DAÍ."
"Lincoln. Não fique chutando as portas."
"Eu chuto o que eu quiser. Parem de agir como coelhos medrosos acuados por lobos selvagens. Vocês são adultos, então ajam como tal."
"Filho. Procure entender que temos que respeitar o protocolo das suas irmãs." Falou Rita.
"É. Só assim todos ficam satisfeitos. Pelo bem da família toda."
"Claro, 'da família toda', menos pra mim que preciso ficar no meio do tiroteio. Quer dizer que elas estão certas de ocuparem a cozinha e o banheiro só pra esfriar a cabeça e quem necessita desses cômodos se lasque?"
"Bem, não, querido, mas..."
"E está certo elas me surrarem por eu querer ver a TV, alegando que meu programa de caminhões-monstros não vai 'resolver' a briga delas?"
"Certo que não, mas..."
"Então se justifica elas me tomarem as fronhas e lençóis do meu quarto pra fazer divisas entre elas em lugar de usar os delas ou as que estão guardadas no porão?"
"Espera. Elas tomaram seus lençóis?"
"Oh. Não sabia disso, mãe? Achei que conhecessem o protocolo de cabo a rabo, inclusive a parte onde se justifica me expulsar do meu próprio quarto pra fazer uma área neutra. Então apoiam tudo de estúpido que elas estipularam nessas regras sem as ler primeiro?"
"Expulsar...você...do seu quarto? Elas fizeram isso mesmo?" Confirmação à questão do pai.
"Isso não pode se dar. Tem razão, filho. Hora de sermos os adultos responsáveis. MENINAS. TODAS AQUI PRA BAIXO JÁ E SEM DEMORA." E no mesmo instante à chamada de Lynn sr., a trupe de irmãs desceu, ficando perante o quarto dos pais. "Exigimos uma explicação, mocinhas. Que papo é esse de enxotarem o Lincoln do quarto dele?"
"Faz parte do protocolo de briga, pai. Precisávamos de uma área neutra pra Leni não se encontrar com a Lori e como o quarto do Fedolincoln estava disponível..."
"UMA OVA QUE ESTAVA." Lincoln berrou para Lynn jr. "Eu não dei autorização pra usarem meu quarto. Já não basta todas as vezes que o invadem sem eu deixar, quebrando os trincos e maçanetas quase toda vez e me arrastando pra suas besteiras sem nexo ou para contarem algo que não me importa ou me puxarem para ter que fazer algo que não quero e etc.? E depois, suas desmioladas, tem tantos outros pontos da casa que podiam usar pra suas frescuras como o sótão, porão, quintal e a garagem. Pra que monopolizar os lugares de acesso geral e o meu quarto com tantas opções a mão, hein?"
Um silêncio caiu diante das meninas, incapazes de darem uma resposta à indagação levantada pelo único menino da casa.
"Sótão? Porão?" Questionou Lola.
"Garagem? Quintal?" Prosseguiu Luna. "Cara, não me passou isso pela cabeça."
"Bem, certo. Tá bom que tinha essas escolhas, mas Lincoln, precisa entender que necessitamos do protocolo pra impedir conflitos de se alastrarem e você, mais do que todos, devia estar ciente disso."
"Não estou ciente porque ninguém me deu uma explicação nem de leve sobre essas regras idiotas, mas é natural que o Bobby soubesse disso, não é, Lori? Afinal, ele é o seu 'ursinho'. À mim, ninguém falou nada e por quê? Porque sou o único menino daqui e portanto, não me encaixo no seu 'círculo perfeito de ações'? Não entendo isso de briga por roupas iguais porque como menino, não entenderia a 'coisa de irmãs', como a Lucy descreveu?"
"Mas é claro que devia saber. Lynn, você não ficou de contar pra ele sobre o protocolo?"
"Bem, Lisa. Eu ia dizer, mas tava atrasada pra um jogo naquele dia e então eu falei pra...Leni...contar?" A Loud esportiva abaixou a cabeça por não ter onde enfiar a cara de constrangimento por sua ação. Leni teve os olhares focados nela.
"Oh, então era isso que me pediu pra dizer pro Lincoln? Ei, Lincoln, eu e as meninas estabelecemos umas regras. Ia te contar naquela hora, mas acabei indo ao shopping, porém fiquei encucada, já que tinha de falar algo que não lembrava, mas agora lembrei. Nós criamos um..."
"Não precisa dizer mais." Lori gesticulou pra irmã da moda. Lincoln não parecia satisfeito com nada ao se virar pros pais.
"Estão vendo só? Viu o que dá deixarem as raposas fazerem a festa no galinheiro? Tudo vira bagunça. Naturalmente, tudo isso não necessitaria se dar se cumprissem seus papéis de pais responsáveis, porém não rola isso. Afinal, elas são as suas favoritas, não importa o que aprontem e caso seja eu que faça algo de errado, a história é outra."
"Que é isso, Lincoln? Sabe que não é verdade."
"Seu pai está certo. Não temos nenhum favoritismo. Amamos cada um sem distinção."
"Não foi o que me pareceu você querer dizer quando pensamos que iam se livrar de nós e você, mãe, falou que éramos as 10 coisas mais importantes de suas vidas e só corrigiu porque o papai te deu uma cotovelada, significando..."
"Nem pense em dizer tal coisa, Lincoln. Você é nosso filho e é uma absoluta certeza que nunca mudará, nem mesmo na chegada do fim do mundo. Apenas me confundi naquele instante, mas amamos você como todas as suas irmãs, nem mais nem menos."
"Sério? Você não pôde me comprar o cereal de 4 pratas que pedi por estar 'fora do orçamento', mas você e o papai não hesitam em fazer um segundo jantar e dessa forma, gastar uns trocados a mais pra deixar suas filhinhas contentes. Está certa de que estou na lista de filhos amados desta casa, mãe? Se é o caso, por que preciso ficar sem meu quarto devido às birras delas?"
"Escuta, Lincoln." Luan disse. "Estou tratando de me adiantar sem ser um relógio. Ha, ha, ha, ha. Entenderam? Mas é sério, você tem razão sobre os cômodos extras, seu quarto e de não termos o direito de pegarmos suas fronhas, mas precisa entender que só seguindo o protocolo que tudo vai se ajeitar e pra dar certo, não pode ficar se metendo nos assuntos dos outros."
"Escutou bem o que disse, Luan? Eu não tenho que me intrometer nos seus negócios? E quando se intrometem nos meus? Lembra da valentona que falaram que gostava de mim e que as agressões eram um sinal de amor? Fui lá beijá-la à conselho de vocês e o que ganhei? Um olho roxo e por quê? Porque vocês se meteram. E aquela pegadinha da Lola me punir por não ter prestado atenção ao 'favor que ela pediu' simplesmente por ignorá-las, usando tapa-ouvidos? Eu só queria um pouco de paz das suas ladainhas e loucuras pra quais sempre me puxam e me deram privacidade? Não, não deram. E minha festa do pijama com o Clyde? Além de arrebatarem ele, todo garoto que tentei trazer de alguma maneira, vocês tocaram daqui por não terem o mínimo de autocontrole. Quando ninguém quis fazer as coisas que gosto e quis focar minha atenção pra Lily, o que aconteceu? Decidiram, por inveja, tentar me tirar ela. Sei que gostam da minha companhia, mas tenho uma vida própria e necessidades. Me acusam de me meter no seu protocolo imbecil e não respeitá-lo, mas não possuem nenhum respeito à minha pessoa, nem o que quero ou não fazer. Me cansei disso e quero mudanças. Mãe, pai. Vão agir como adultos maduros agora ou vão só se esconder debaixo da cama como sempre? Ainda mais que tudo isso começou porque a Lori e Leni compraram vestidos iguais."
"Ei, espera aí. Está dizendo que...essa baderna foi por causa de vestidos? Meninas, é verdade?"
"Entenda, pai. Eu comprei o vestido antes e portanto, a Leni tinha que devolver."
"Mentira. Eu comprei primeiro que a Lori." As duas já iam começar o bate-boca que levaria a outra discussão quando subitamente...
BAM. "BASTA." Berrou Rita batendo o pé com tanta força que quase fez uma fissura no chão. Todos ficaram paralisados perante a mulher com fúria nos olhos. "Chega dessa discussão inútil. Lincoln tem razão, querido. Hora de sermos pais responsáveis." Visão voltada às filhas. "Não acredito que esse barraco se deu por causa de vestidos. Vocês deviam ser mais maduras que isso. Permitimos que criassem o protocolo de briga por acharmos que saberiam lidar com diversas situações."
"Mas só o permitimos com a condição de o usarem em causas justificadas e não pra besteiras de moda ou algo do tipo. Também o autorizamos desde que ele fosse justo pra todos e quando enfatizo 'todos', Lincoln está incluso, pois ele é seu irmão e ele está certo de reclamar sobre a apropriação do quarto e de metê-lo em suas briguinhas bobas ou de se intrometerem em sua vida quando lhes convêm. Também não é justo monopolizarem a cozinha e o banheiro pra esfriarem a cabeça, sendo que há muitos lugares na casa e fora dela para esse intuito. Se não podem seguir esses procedimentos, talvez sua mãe e eu devamos ditar todas as normas, incluindo as idas ao shopping, eventos esportivos e similares."
Todas as meninas Loud entraram em discussão quase chorando, implorando aos pais por uma segunda chance. Pensando bem no assunto, Lynn e Rita se manifestaram.
"Tudo bem, tudo bem. Daremos mais uma chance, mas tratarão de reformar o protocolo de modo à ser justo e partidário pra cada membro da família e o lar, especialmente pro seu irmão e sem nenhuma exceção, do contrário, nós ditaremos todas as regras, o que incluirá restringir suas liberdades. Entendido?" Concluiu a mãe da família. Concordância unânime de todas.
"Excelente. Agora, pra cama e tratem de se comportar e arrumarem as regras do protocolo. Lincoln, não se preocupe. Se voltarem a te importunar, chame sua mãe e eu, e obrigado por nos dar um toque. Tem razão: adultos devem agir como devem agir."
"De boa. Boa noite pra todos. Boa sorte, meninas, pois vão precisar e cá entre nós, o vestido não cai bem nem na Lori e nem na Leni." Lincoln subiu pra seu quarto assobiando ironicamente. Lynn jr. quis ir atrás dele, mas Luna a deteve.
"Vai parando aí, mana. Quer se encrencar tão cedo?"
"Mas...mas...você viu o que ele fez. Se ele não se metesse..."
"Se NÓS não nos metêssemos em suas atividades ou avançássemos a linha de sua privacidade, esse infortúnio não seria se concretizado e sendo bastante sincera, nosso irmão tem justificativa em suas acusações sobre nossas pessoas. Era nossa obrigação alertá-lo sobre o protocolo ou devo dizer, irmã desportista, VOCÊ que tinha o dever de lhe explicar e não o realizou devido à sua obsessão em atividades corporais, desviando-o para nossa irmã de capacidade mental limitada."
"Lisa está completamente certa." Lucy se manifestou do nada como era de seu costume, assustando suas irmãs. "Nada fizemos senão darmos ao Lincoln uma dor-de-cabeça contínua, o jogando em nossas confusões e nos metendo quando ele não queria. Será melhor revisarmos as regras e torná-las aceitáveis e justas, ainda mais pra ele."
"Bem dito, Lucy. Meninas, temos literalmente um longo trabalho pela frente. Pro meu quarto e já."
No dia seguinte, Lincoln despertou e notou um completo silêncio ao redor. Sem barulhos, estouros ou coisas quebradas com força. Achando que as irmãs ainda dormiam, seguiu pra banheiro, felizmente desocupado.
"Ah. Que dia ótimo. Acho que elas aprenderam a lição e viram como aquele protocolo bobo delas era..."
"Lincoln." Lori saiu do quarto, focando a atenção ao irmão caçula. "Pode vir aqui, por favor? Precisamos conversar."
"P-precisamos? Escuta, Lori. Não acha um pouco cedo...?" Mas o dedo indicador apontado pra baixo, significando 'agora', não lhe deu chance de argumentar. No quarto, as meninas se encontravam sentadas e no aguardo. O garoto de cabelo branco engoliu em seco perante os olhares.
"Err, oi, meninas. Acordaram cedo, não? Bem, o que vocês...?"
"Ei, tenha calma, irmão." Luan foi pro seu lado. "Garantimos que não está encrencado e nem vamos te machucar."
"Antes de tudo," Prosseguiu Lana. "queremos nos desculpar pelo jeito que te tratamos, desde de enxotá-lo do quarto até nossas insistentes intromissões."
"E dizer que tinha razão. O protocolo devia ser justo pra todo mundo e não só pra nós, meninas. Não é uma menina, mas é nosso irmão, e merece estar por dentro dele." Leni falou de uma forma bem esperta, o que era raro dela fazer.
"E reavaliando cuidadosamente as normas estabelecidas, concluí haver inúmeras falhas e incertezas em várias regras dele, nos levando a corrigir as inverdades, tornando o acordo mais plausível e de acesso positivo a cada parte desta unidade familiar." Lincoln pareceu um pouco atrapalhado diante da explicação de Lisa, mas Lola tratou de explicar.
"Significa que será justo pra todo mundo da família, inclusive você."
"Uau. Conseguiram corrigir tudo numa só noite?"
"Pode crer, cara. Redigimos cada regra e diretriz e queremos te apresentar em primeira mão. Se houver algo que precisa mudar ou quiser dar algum acréscimo ou sugestão, somos toda ouvidos, pois sua opinião também conta." Luna passou um bloco de anotações pro irmão, tratando de revisá-lo em voz alta.
"Vamos ver então. Vejamos..."
Primeiro: o acordo será chamado, para ser de total justiça para todas as partes, de Protocolo de Briga Loud, enfatizando a inclusão de cada membro da família, incluindo os pais;
Segundo: este entrará em vigor caso houver situações verdadeiramente reais. Assuntos como escolha ou compra de roupas iguais não serão validos, sendo estes pontos estritamente pessoais, podendo ser resolvidos em conversas pacíficas entre os indivíduos sem qualquer agressão ou indícios de tal ação;
Terceiro: caso o assunto leve à um impasse incapaz de ser resolvido só entre as meninas e Lincoln, os pais poderão determinar a solução mais viável;
Quarto: nenhuma das áreas compartilhadas pela família ou particular, sendo estes os quartos dos familiares, cozinha, banheiro e sala de estar estarão sujeitas ao requinte de resfriamento de nervos durante os conflitos sem permissão. Somente serão aceitos pra tal propósito o sótão, o porão, a garagem, o quintal e similares;
Quinto: cada membro que não tiver ligação com o problema estará livre pra exercer suas atividades normais, incluindo ver TV, leituras e hobbys em geral e de modo algum sujeito a castigos verbais ou físicos;
Sexto: se for necessário empregar objetos para divisórias de quartos como fronhas ou lençóis por exemplo, somente serão utilizados os armazenados no porão e outras partes da casa ou oferecidos voluntariamente. Nenhuma dessas coisas será tirada de seus proprietários sem a devida autorização;
Sétimo: ninguém deverá ser incluso contra sua vontade no assunto em questão e caso alguém decida buscar uma solução ao conflito, embora possa não ter a ver com o mesmo, terá o direito de ser ouvido e ter a resposta analisada se mostrar ser plausível ou aceitável a resolução do problema;
Oitavo: a ninguém mesmo, não importando suas intenções, lhe será dado permissão de se intrometer em quaisquer assuntos de um ou mais membros da família sem aprovação destes, como festas do pijama e encontros, e deverá acatar a decisão, seja de quem for.
"E então, Lincoln? Acha que está bom o bastante?"
"Devo dizer, Lucy, que se mostrou bem aceitável e justo, uma vez que agora usa o nome da família, mas quero fazer mais um inclusão: permissão de poder entrar nos quartos sem sofrer ameaças do tipo 'ser transformado em um pretzel humano' ou algo do tipo. Afinal, vocês todas compartilham quartos e se podem entrar no meu, quero ter esse direito no que diz respeito aos de vocês. Aceitam?"
"Tudo bem pra gente. Afinal, quem iria fazer uma ameaça dessas?" Lori indagou meio envergonhada. A proposta foi aceita e inclusa no bloco, recebendo a assinatura de cada membro para ser oficializada, até de Lily que foi feita por uma manchinha de mão, achando fofo o feito da caçulinha.
"Bem, Creio que aprenderam a lição sobre estabelecer regras e dar respeito." Disse Lynn, escutando tudo do lado de fora da janela.
"Acho que poderemos ter alguma paz, mesmo momentânea, e digo mais, querido: nada vai conseguir nos separar de nossas crianças."
"Nem superstições, Rita?"
"Nem isso, meu bem. De onde poderia vir uma ideia dessas?"
"Está correta, querida. Só sendo um bobão para pensar em levar à sério algo tão absurdamente idiota."
FIM.
Desde que assisti esse episódio, procurei achar um modo de adaptá-lo pra algo que levasse a um final mais inteligente e correto, uma vez que Lincoln tinha uma forte razão em crer de que o protocolo de suas irmãs não funcionava direito e seus pais foram grandes covardes em termo de falta de coragem.
Estabelecer as normas do protocolo foi um ponto bem trabalhoso, incluindo em evitar a grande repetição de termos e palavras, tendo um desafio similar ao modo de falar científico de Lisa.
O fim do conto leva a um ponto irônico dos futuros acontecimentos e só pra enfatizar, apesar de tê-lo feito em outras histórias, eu odeio o episódio 'Não Dá Sorte' como muitos outros fãs do desenho e por mim, ele nunca teria sido escrito de tão estúpido que é, mas apesar disso, ele será uma base pra outra história de TLH que deverá sair do forno, tão logo me motive a escrevê-la e como será escrita.
