Sem palavras
Autora: Theka Tsukishiro
Desafio 100 temas - 33. Songfic
Disclamer: Saint Seiya não me pertence! Pertence sim ao tio Kurumada e etc, etc e etceteraetal. Se você não gosta de Yaoi e Lemon (cenas de sexo entre homens) não complica a ler essa fic. Pode fechar ali em cima no xizinho, ou mesmo clicar em voltar em seu navegador, pois não vou aceitar nenhum tipo de reclamação ou comentário maldoso. Ler é por sua conta e risco. Essa fic é sem fins lucrativos, apenas para diversão minha e de quem ler.
Lembretes: Para que todos se situem, essa fic se passa logo após o término da Saga Hades. Todos os Saints foram ressuscitados e voltaram para seus templos no Santuário, bem como os outros cavaleiros também seguiram suas vidas.
Música inspiração: Speechless - The Veronicas
Beta: A fic não foi betada. Assim que passar por uma revisão, os possíveis erros serão corrigidos. Espero que me perdoem!
Dedicatória: Dedico essa fic a querida amiga Slplima.
Hoje é seu aniversário, minha doce amiga, e eu espero de coração que eu tenha acertado a mão nesse seu presente. Bem, é de coração, então, aproveite!
Feliz Aniversário, meu bem!
Te desejo tudo de bom, muita inspiração sempre e que nossa amizade perdura por muitos anos!
Beijocas da Coelha
oOoOoOo
Mansão Kido – Japão
A noite ia alta lá fora. O céu estrelado podia ser visto pela janela balcão do quarto em que estava o jovem casal. Aos vinte e três e vinte e dois anos, nenhum dos dois havia mudado muito, apenas uma coisa aqui ou ali. O amor, bem este passara por muitas provações, mas ali estavam: juntos, mesmo com a teimosia e frieza do loiro aquariano. O virginiano tinha o dom de dobrá-lo, de quebrar suas barreiras.
Olhos ávidos percorreram o corpo nu ao seu lado. Deslizou os dedos, calmamente e com cuidado para não acordar o amante, pela pele alva marcada por arranhões, mordidas e chupões. Quanto tempo se passara desde a hora que despertara? O loiro não sabia dizer. Ficara quieto, apenas observando, velando o sono de seu amado virginiano.
Adorava quando podia fazer aquilo, pois mesmo dormindo, Shun tinha o dom de conseguir passar uma calmaria, aquela mesma sentida quando se está de volta em casa e, mesmo após tantos anos juntos, contando claro com os que não haviam se tornado um casal, e eram apenas amigos, parecia a Hyoga que ele sempre buscara a companhia do virginiano. O sentimento era como se fosse de um déjà vu. Como se realmente sempre se conhecessem. Na realidade, mesmo o aquariano sendo como era, sentia em Shun seu porto seguro, onde podia ser ele mesmo sem medo de demonstrar como era realmente.
Parece que eu sempre te conheci
E juro que sonhei com você
Todas aquelas noites sem fim em que eu estava sozinho
É como se eu tivesse sempre procurado
E agora sei que valeu
Com você me sinto finalmente em casa
Afundou a mão nas mechas castanhas, tocando-o na nuca. Deixou que as unhas roçassem lentamente sobre a pele enquanto ele apreciava ver Andrômeda se mover lentamente, mas sem abrir os olhos. O Cisne almejava que seu amado os abrisse logo, queria poder ver o brilho das gemas que lembravam a pedras preciosas, e sentir-se mergulhando naquela mansidão esverdeada.
Hyoga nunca imaginara que o que sentira ao ver a primeira vez Shun, se tornaria em algo tão forte, que fosse além de tudo o que se possa imaginar. Além da morte, além dos deuses... toda vez que via seu amado a lhe sorrir, sentia-se bem, e adorava se perder nos braços dele. Talvez devesse ser o contrário, mas não... o loiro não tinha vergonha de admitir que Shun o completava de todas as maneiras.
Estou caindo
Pensei que soubesse como era
Mas com você parece que é o primeiro dia da minha vida
Baixando um pouco o tronco, roçou os lábios, língua e dentes pela pele do ombro direito do virginiano. Sabia que ele estava muito cansado, mas não podia evitar, vê-lo largado entre os lençóis desgrenhados, era uma tentação que já não conseguia mais resistir. Puxando os cabelos sedosos um pouco mais para o lado, raspou os dentes na nuca do namorado e sorriu vitorioso ao escutar o primeiro gemido baixinho, que lembrava mais a um grunhido incoerente.
Com um sorrisinho de lado, Hyoga mordiscou-lhe o lóbulo da orelha. Segurou a respiração ao notar as pálpebras tremularem e aos poucos irem se abrindo. As íris brilhantes o brindaram, fazendo imaginar-se caindo em uma imensidão verdejante. Ao mesmo tempo que gostaria de dizer-lhe várias coisas, parecia não conseguir entabular uma única frase. E o fato era que a mesma coisa acontecia com argumentos para qualquer coisa. Talvez o loiro estivesse perdendo o jeito, mas ele se rendia aos encantos do amante quando sozinhos em quatro paredes estavam.
Porque você me deixa sem fala, quando fala comigo
Você me deixa sem ar da maneira como olha pra mim
Você consegue me desarmar, minha alma está brilhando
Não posso evitar me render a você
- Hmm… - Shun ronronou ao conseguir focalizar o loiro tão próximo a si. Fechando os olhos, tentou render-se aos sonhos mais uma vez, mas mesmo que quisesse não iria conseguir. Sentindo seu corpo se arrepiar com o deslizar das mãos calejadas sobre sua pele, deixou que um sorriso leve surgisse em seus lábios. Fazia algum tempo que não era acordado daquela maneira, na realidade, a primeira vez que fora acordado daquele jeito, o virginiano ainda tentava resistir aos encantos do loiro.
Com um sorriso matreiro, Hyoga continuou a fazer o que havia começado. Queria deixar Shun excitado. Queria vê-lo ronronar, gemer e arfar. Poder ver seu rosto com as bochechas escarlates.
- Desperte meu belo adormecido! Abra seus lindos olhos, Shun! – Hyoga murmurou. A voz levemente rouca. Os lábios roçando o lóbulo da orelha provocando, atiçando.
Houve um tempo que o russo havia tentado negar o que sentia. Na verdade não poderia dar-se ao luxo de amar tão lascivamente a Andrômeda, mas os pensamentos por vezes podem ser malogrados, supridos e até mesmo vencidos. Ainda mais quando de doces lábios o Cisne experimentara. Tudo era muito diferente, sua vida um tanto sem cores, ganhara tudo o que imaginara que nunca poderia ter.
Hyoga um dia pensou ser forte! Mas não o era! Não quando tudo se resumia ao que sentia por Shun! Poderia até ser considerado um dos melhores dos Santos de Bronze, mas aquilo não tinha nada a ver com o que pensava. E Shun com seu jeito, com sua amizade verdadeira o cativou, conseguindo passar pelas barreiras geladas que o jovem detentor da armadura de Cisne havia levantado em torno de seu próprio coração.
Fora uma surpresa!
E todas as vezes assim seria! O virginiano com apenas um olhar, um sorriso lhe desarmava. Conseguia que ele mostrasse o que havia de melhor em si mesmo. E era até gozado, pois o Cisne se via como seu mestre nas teias do idílio amoroso que o Santo Dourado de Escorpião parecia o prender.
Shun havia conseguido roubar-lhe o coração, a sanidade e até mesmo se tornando parte de sua fortaleza.
Pensei que pudesse resistir a você
Pensei que eu era forte
De alguma maneira você é diferente do que eu conheci
Não vi chegando
Você me tomou de surpresa e
Roubou meu coração antes que eu pudesse dizer não
Sentindo mãos delicadas deslizarem por seu peitoral, o loiro voltou as íris cerúleas em direção de seu homem, e com um sorriso enternecido sentiu-se perder naquele verdejando olhar. Caindo perdido, apaixonado.
Nunca pensara que se entregar aquele Santo de Bronze, deixar ser amado, e amar sem medidas seria algo que iria querer ter para si. Mas como sempre, Hyoga estava errado, assim como seu mestre Camus, o jovem russo aprendera que o amor verdadeiro pode ser encontrado nas pequenas coisas, nos doces sorrisos e nas entregas do coração enamorado.
Outros poderiam achar que ele havia caído em um abismo sem volta, mas talvez amar fosse de fato algo parecido a isso; estar caindo, e caindo em íris que o lembravam ao mais perfeito e belo mar. Em ondas de amor, aceitação, lealdade e honra.
Um beijo... um beijo ancorando Hyoga ao lado daquele que ele havia eleito para estar consigo pelo tempo que lhes fosse possível... Por toda a eternidade!
Voltando os olhos para sustentar os de seu par, sentiu-se como no primeiro dia! No primeiro beijo, na primeira noite de amor, e o Cisne queria nunca se ver sem aquele ser de luz que lhe iluminava os dias.
Estou caindo
Pensei que soubesse como era
Mas com você parece que é o primeiro dia da minha vida
Ele queria falar, queria dizer que o amava! Bradar aos céus que Shun lhe pertencia, e que o amor dos dois tudo venceria, mas parecia ficar sem fala diante daquela pessoa maravilhoso. Diante daquele ósculo carregado de emoções, volúpia, paixão!
Entregando-se ao momento, Hyoga puxou mais para si o seu bem maior. Entrelaçando as pernas, deixou que seus desejos já despertos roçassem em uma lenta provocação.
Mãos que deslizavam entre os corpos, alisando, apertando, massageando e por vezes até deixando que as unhas fizessem uma trilha de marcas pela pele alva, buscavam por áreas erógenas que já conheciam e quem sabe, localizar alguma nova que por algum tipo de descuido tivesse sido esquecida.
Almejando ter os mamilos rosados do virginiano entre lábios, o aquariano movia gentilmente os dedos, prensando com um pouco mais de força mesclando a dose que sabia poder usar para a parte sensível do castanho o preparando para o que viria. Com um sorriso matreiro, deitando a língua para fora da boca, deslizou lentamente, como se fosse um ferro em brasa marcando a pele aveludada até por fim abocanhar um entumecido mamilo entre os dentes.
Regozijando-se com o arfar e o gemido um pouco mais alto que escapava por entre os lábios levemente apertados. O loiro entendia que Shun não queria chamar atenção de nenhum xereta desavisado que poderia estar caminhando àquela hora da madrugada pela mansão, mas ele queria ouvi-lo vocalizar seu prazer.
Antes de dispensar o mesmo tratamento para o outro mamilo esquecido, Hyoga selou os lábios de Shun em um beijo exigente, enquanto movia seus quadris em direção ao membro do amante, roçando os corpos em um louco frenesi.
- Hy-oga! – suspirou Shun entre um arfar e outro. – Não morde! – pediu ao sentir novas mordiscadas em seus mamilos.
Gemendo baixinho ao sentir as pequenas mãos afundando entre seus fios loiros e os puxando um pouco, mirou em deleite ao virginiano. Cisne queria mais, o queria entregue a si. Com apenas um olhar tudo parecia perder o foco, faltar-lhe o ar. Hyoga se concentrou no que queria fazer, e assim, deslizando os lábios entre beijos esvoaçantes, chupões que deixariam marcas arroxeadas mais tarde, mordidas e lambidas, finalmente o loiro se aproximou do baixo ventre de seu homem.
Você me deixa sem fala, quando fala comigo
Você me deixa sem ar da maneira como olha pra mim
- Shun, olhe para mim, moya lyubov' (meu amor)! – pediu o russo carinhosamente. – Se não olhar para mim não farei mais nada! – gracejou para tentar desarmar o mais novo, e vê-lo corar mais ainda. Sem muita paciência, algo que era da índole do loiro, baixando um pouco o rosto, deixou que seus lábios sugassem com maestria e força a lateral de uma das coxas torneadas de Andrômeda.
O gemido alto escapando pelos lábios levemente inchados pelos muitos beijos trocados, parecia como a mais bela sinfonia para o Cisne.
- Olhe para mim Lyubov'! – Hyoga pediu mais uma vez, e ao ser brindado por aquele brilhante olhar que lhe transmitia uma calmaria sem fim, pode notar também a luxuria que dominava a seu homem. Com um sorriso decidido, por fim abocanhou o falo entumecido o sugando com vigor, começando lentamente para logo em seguida e com a ajuda de uma de suas mãos dar-lhe o prazer que merecia.
Ouvir Shun chamar-lhe de um jeito sôfrego, lhe arrepiava a espinha. O aquariano o desejava ardentemente. Mirando-o com interesse, sustentou-lhe o olhar por alguns minutos. E sem palavras, apenas gemidos, com apenas um olhar podiam se entender. Assim, o loiro estendeu o braço direito, lhe oferecendo a mão com os dígitos estendidos.
Abrindo a boca, Shun deixou que dois dedos invadissem a cavidade quente e úmida, para logo em seguida começar a sugar e lamber em perfeita volúpia. Sua língua deslizando calmamente pelas falanges oferecidas, os gemidos abafados, tem o poder de deixar o loiro enlouquecido. E tão logo este tem seus dedos liberados, sem desviar seu olhar penetrante dos do namorado, e continuar a lhe chupar com maestria, desliza finalmente um digito na cavidade quente e acolhedora.
Sentindo o corpo abaixo estremecer, Aquário começa um vai e vem lento que sabe despertara o desejo de seu querido virginiano.
- Hyo-ga... – suspira Shun ao sentir o corpo todo tremendo. Estava quase por vir, e não queria se esvair antes do loiro. Mas por mais que tentasse lhe avisar, não conseguia, pois nova onda de prazer o atingia ao sentir o segundo digito o invadir e o outro começar a fazer movimento de tesoura.
Rendição!
Se entregando ao prazer, Shun deu vazão aos espasmos de seu corpo, e deixou-se ir naquela boca aveludada que lhe causava um estrago, que lhe levava ao delírio!
Você consegue me desarmar, minha alma está brilhando
Não posso evitar me render a você
Hyoga deixou que o castanho se esvaísse todo em sua boca, recebendo com certa surpresa os jatos quentes no fundo de sua garganta, mas desta vez sem se engasgar ou mesmo desperdiçar uma única gota!
- Meu Shun... – ronronou o loiro assim que liberou o falo ainda em riste, enquanto se esticava para buscar pelo tubo de lubrificante o qual ficara esquecido na cabeceira da cama. Aproveitou o ato em si para dar um novo beijo luxurioso, e deixar que seu desejo roçasse lenta e tortuosamente pelo vale das nádegas arredondas e levemente empinadas.
- Eu preciso de você! – Shun cantarolou entre um arfar e outro.
Mordiscando o lábio inferior, Hyoga sapecou novo beijo nos lábios rosados de Andrômeda, e ajoelhando-se entre as pernas abertas deste, calçou-lhe o corpo com um travesseiro embaixo das nádegas. Ao perceber o movimento das pernas levemente dobradas para dentro, como se quisesse cobrir a área em questão, o loiro volveu seus olhos para o rosto bonito. Não pode conter um sorriso. Não importava quanto tempo passasse, quantas vezes estivessem nesta posição, Shun sempre ficaria com suas bochechas escarlates.
Era algo inevitável e ao mesmo tempo adorável!
Queria lhe dizer algo. Queria poder enumerar quantas e quantas vezes seu coração era arrebatado por simples gestos, mas sabia que aquele não era o momento, e seu sexo doendo, o lembrava que precisava com urgência possuir a seu homem!
Besuntando com o lubrificando a base de água seu membro teso, Hyoga direcionou com uma mão o seu desejo para aquele local acolhedor, o enfronhando lentamente, e ancorando o amante com ambas as mãos em sua cintura esguia.
- Shun... – gemendo alto, o loiro o puxa mais para si, unindo mais os corpos, se enterrando mais nas entranhas aveludadas.
Os lábios oferecidos pelo virginiano sendo tomados com urgência. Um beijo lascivo e exigente sendo iniciado, e retomado sem tréguas, sem tempo quase para se respirar.
Palavras não eram necessárias!
Um toque e o aquariano sabia que já poderia começar a se mover.
Desenfronhando seu membro, o enfronhou lentamente, novamente, e mais uma vez. Os gemidos de ambos se misturando em uma perfeita melodia... Uma sinfonia prazerosa!
Movimentos cadenciados, as pernas do castanho envolvendo as cadeiras do namorado impedindo que o mesmo o deixe e aprofundando um pouco mais as penetrações.
Os lábios abertos, sem conseguir pronunciar palavra sequer! A busca de ar!
O prazer sendo intensificado ao sentir Hyoga ajoelhar-se entre as coxas o penetrando mais forte.
Em deleite, Shun até tentou levar uma de suas mãos ao falo que novamente estava em riste, mas Cisne não o deixou, e com apenas um olhar, deslizou uma das mãos ao seu desejo e com movimentos quase idênticos as suas investidas, começou a massagear-lhe, dando mais e mais prazer.
Os corpos suados, trêmulos! Os gemidos mais altos! Faltava muito pouco!
Você me deixa sem fala (a maneira que você sorriu, a maneira como você tocou meu rosto)
Você me deixa sem ar (é algo que você faz que eu não consigo explicar)
Eu correria milhas pra escutar você dizer meu nome
Meu Bem
- Lyubov', juntos! – o russo murmurou ao penetrar o namorado com mais força e fazer o mesmo com a mão que o estimulava.
Os gemidos se tornando mais altos, o fogo da paixão os consumindo! Não demorou muito para que o castanho viesse em jatos que explodiram sobre seu peito e a mão do loiro.
Com o aperto sentindo em seu desejo, o loiro se esvaiu em um gemido extasiado, deixando seu corpo deslizar para frente, abraçando-se ao seu homem. Mordiscando-lhe o lóbulo da orelha, e a base do pescoço com o ombro.
- Te amo! – Shun murmurou bem próximo ao ouvido do Cisne, ao deslizar lentamente suas mãos sobre as costas do outro em uma leve carícia.
Contendo ainda os ofegos, Hyoga o mirou diretamente nos olhos. Queria lhe dizer tantas coisas, mas sentia-se incapaz. Com um sorriso radiante, apesar de cansado, deslizou com delicadeza para o lado, puxando o namorado junto de si e o abraçando, mantendo perto de si.
- Também te amo, meu Shun! – se pronunciou.
Sabia que não era fadado a demonstrar o que sentia, mas ali, nos braços de quem realmente lhe importava muito, podia deixar que seu lado carinhoso viesse à tona! Poderia também não dizer nada, pois Shun o conhecia muito bem!
- Devo me sentir muito feliz, não? – gracejou o castanho ao se apoiar um pouco no peito largo e másculo. Um sorriso jocoso nos lábios. Hyoga saberia por que ele estava a lhe dizer aquilo.
- Ora seu engraçadinho! Talvez eu deva não mais lhe dizer que te ame! – o loiro lhe sorria acompanhando-o em sua brincadeira.
- Não tem problema, pois eu sei que eu o deixo mesmo sem fala! – e sem esperar retaliações, pulou sobre o loiro o beijando, e dando por encerrada a brincadeira.
Você me deixa sem fala, quando fala comigo
Você me deixa sem ar da maneira como olha pra mim
Você consegue me desarmar, minha alma está brilhando
Não posso evitar me render a você
oOoOoOo
Momento Coelha Aquariana no Divã:
* arrumando uma fanfic nova para colocar no ar, a Coelha não percebe que por cima de seu ombro, um certo demonho está a ler uma fic prontinha para ir ao ar *
Kardia: Gelo! Corre aqui! * aproveitando que a loirinha está usando o fone de ouvido luminoso para escandalosamente gritar para o aquariano. *
Dégel: * baixando o livro que lia a tarde toda * Perdeu a noção do perigo, mon chèr? * pergunta ao arrumar os óculos de leitura sobre a ponte do nariz *
Kardia: Que mané perdi! Eu não tenho nada para perder! * e puxando o ruivo para ver o que ele acabara de ler, volta a carga * Ela voltou a escrever com Saint Seiya!
Dégel: E o que tem isso? * arqueando as sobrancelhas * Ela está escrevendo com Shun e Hyoga ... compreendeu? Shun e Hyoga, e não Kardia e Dégel!
Kardia: Mas ela pode voltar a escrever conosco e ...
Dégel: * ficando mudo e voltando a ler *
Eu posso voltar a escrever? Sim, claro que posso, mas não seria hoje, nem amanhã e muito menos depois! Vaza Kardia! Se eu perder esse presente, eu juro que depois de acabar com sua raça, eu vou chorar largada!
Kardia: Mas não perder mesmo o jeito fino em me tratar ... vou indo, pra não precisar ser eu o culpado de algo que nem fiz! * mostrando a língua e saindo devagar *
Misericórdia! Eu ainda não sei quem é pior! Kardia, Viktor ou o Bunny! * riso nervoso *
Queiram me desculpar! Obrigado por quem aqui chegou. Perdoem meus erros possíveis, como dito lá no comecinho, logo ali em cima * localidade pro alto * A fic não foi betada, mas assim que possível, os erros possíveis serão corrigidos.
Se se sentirem tocados, por gentileza, deixem seus comentários, afinal ficwriter feliz, produz mais!
Merci!
Beijocas
Theka Tsukishiro
