Epilogo.
Quinze dias depois...
Robert praticamente infartara quando descobrira há duas semanas atrás que Harry fugira do Saint Mungus. Dobby, a mando de Harry, saiu no dia seguinte da fuga como seu porta voz, notificando ao hospital e ao treinador que Harry estava bem e muito bem, em sua casa, são e salvo, aos cuidados de Draco.
Ninguém interferiu de imediato, embora a direção do hospital tenha sido muito compreensiva, deixando bem claro que se Harry morresse de algum mal súbito durante os dias decorrentes, que o falecimento seria de inteira responsabilidade da imprudente atitude do moreno, por ter fugido de suas instalações sem receber alta.
Depois do chilique do treinador, o time teve um mês completo para descansar, enquanto Robert estava no Saint Mungus firme e forte realizando um check-up a mando de sua esposa. A equipe dos Arpies respirava aliviada as férias merecidas que aconteciam finalmente, mesmo que de uma forma inesperada e forçosa da parte de Robert.
A esposa de Robert temia que o marido batesse com as dez pelo estresse e a obsessão pelo quadribol, embora o treinador discordasse com veemência sua compulsão pelo trabalho.
Robert embora concordasse em fazer todos os exames para provar que seu coração era de ferro, não parava de pensar em um só minuto em novas táticas e fintas, bem calado, para que desse a sua esposa a impressão de tranquilidade.
Contudo, como ele era o chefe atual dos campeões, Robert não poderia se dar ao luxo de descansar e relaxar, o homem estava focado em trabalhar de alguma forma até a morte, se fosse preciso, para garantir a sorte e a vitória ao lado dos Arpies, sempre.
Rita Skeeter ficou como a maior insatisfeita de toda a confusão de Harry. O besouro pomposo passou maus bocados depois que um colega seu de profissão lhe passou a perna entrevistando Dino Thomas primeiro do que ela, roubando sua chance de furo.
A situação que já parecia ruim para a repórter fofoqueira, piorou consideravelmente depois que fora flagrada em cenas comprometedoras com um residente na sala de administração de poções, onde ela fazia certos favores, humildemente ajoelhada, de boca bem ocupada, em troca da informação de qual era exatamente o quarto de Harry James Potter e Dino Thomas.
Tentando se livrar da vergonha, Rita desapareceu do radar público, empenhando-se em se recuperar do golpe em uma ilha paradisíaca, mantendo sua carapaça e antenas bem baixas, ignorando os jornais, com o seu rosto em manchetes como:
"Rita Skeeter: Repórter ou Ninfomaníaca Aproveitadora de Residentes Corrompidos pelo Desejo?"
Draco enviou seu respeito, carinho e agradecimento a Snape em forma de ingredientes raros, quase ilegais para poções. Obviamente os favoritos do professor sombrio, deixando claro que era a sua forma de zerar seus débitos, o que no vocabulário particular da Sonserina queria dizer "muito obrigado".
O mestre de poções não ficou feliz com a atitude do seu praticamente pupilo, não era dele sentir felicidade, mas encontrou-se satisfeito ao menos, mesmo sem externar de alguma forma.
Para Severus a vida continuava normalmente. Atolado na correção de deveres, caçando alunos indefesos para cumprir detenções, dando pontos extras aos sonserinos, odiando e achando medíocre qualquer coisa que não envolvesse a casa verde e prata e seu tão admirável fundador, Salazar.
Sterton recebeu outro uniforme de presente de Harry, em agradecimento pelo batedor ter ajudado mesmo sem querer na fuga do moreno do Saint Mungus.
O uniforme era novo, mas estava lavado e cuidado por Dobby. Philip ficou tão eufórico com a demonstração de amizade de Harry que convidou com o consentimento de Draco e do moreno, os três elfos, Dobby, Dink e Fany para virem até sua residência, conhecer sua elfo, Flicket, planejando férias para as criaturas e ele, em um lugar protegido e próprio para a espécie curiosa de serviçais.
Em um rápido passeio ao Beco Diagonal, o casal encontrou com Hermione na loja de logros dos gêmeos. Mesmo a contra gosto Draco fora muito simpático com Fred e George e até educado com Hermione, para a surpresa do moreno.
Entre amenidades Harry comentou que precisavam voltar para casa rápido, para colocar em ordem alguns afazeres domésticos, por que os elfos "ganharam férias" e estavam a passeio.
Fora uma daquelas coincidências absurdas quando Hermione contou empolgada que Philip Sterton era integrante participativo do seu movimento: o FALE.
Harry fingiu muito bem acompanhar o assunto, mesmo que sua mente estivesse nas perversidades sexuais que pretendia fazer com o marido assim que retornasse ao lar e Draco se mostrava abertamente a epítome do desinteresse enojado, embora sua educação exemplar o permitisse concordar e balançar a cabeça quando era apropriado.
Estava explicado: o batedor dos Arpies era tão louco quanto Hermione, pelas criaturinhas orelhudinhas de olhos grandes, quase fora de suas órbitas, que nascem e morrem somente para servirem seus amos. O mundo poderia ser muito dissimulado e diabólico às vezes, contudo, Harry e Draco não poderiam se importar menos em ter a casa somente para eles.
Embora Dink e Fany reclamassem constantemente de saudades de sua rotina e residência para cuidar, por não gostarem nada, nada, de férias forçadas, Dobby parecia bem interessado em ficar com amo Sterton no paraíso dos elfos.
Flicket era muito mais bonita e companheira do que Wink, sua antiga namorada, falecida.
A cirrose provocada pela cerveja amanteigada levou à pobre elfo dos braços de Dobby. Nada melhor do que um novo amor para curar as feridas do outro.
~oOo~
Quinze dias depois, em Godric's Hollows, na residência do casal...
Para Harry e para Draco, finalmente um pouco de paz!
Naquela tarde como nos últimos três dias, o loiro tentava a todo custo aprender os macetes e truques da culinária. Mesmo com o auxilio cuidadoso de Harry ele encontrava dificuldades.
- Então, você tem que mexer no mesmo sentido, de um jeito bem delicado, se não o suflê míngua antes de ir para o forno. De uma olhada, está vendo? A massa está com umas bolinhas de ar, Grey e para ela ficar fofinha, você não pode parar de mexer! Tipo como emulsificar sangue de Dragão para poções. – Explicava Harry com toda paciência, mas quando olhou para Draco ele tinha o olhar distante e malicioso, nada condizente com o andamento da receita.
- O que foi? Você não escutou uma palavra do que eu disse não é, Grey?
Draco despertou ouvindo Harry pronunciar seu apelido.
- Desculpe, Anjo, mas você notou que rebola gostoso enquanto bate a massa? – Draco ofereceu um sorrisinho cafajeste. – Achei tão bonitinho que me distrai. – Admitiu.
- Você não presta! – Exclamou Harry carinhosamente, mexendo o suflê competentemente, rebolando sem ter consciência que o fazia.
- Ah, eu presto, presto e muito. – Respondeu Draco, galanteador metendo o dedo indicador na tigela, o chupando, sugestivamente em seguida.
- Grey! – Harry o repreendeu, mesmo que se divertisse com o jeito mimado e libidinoso do outro.
Dois minutos depois Harry largou sua bonita e aerada construção culinária em cima da pia e mostrou a Draco como regular a temperatura do forno elétrico.
Quem visse a careta compenetrada do loiro memorizando as temperaturas pré-programadas, acharia que Draco estava realmente interessado em como regular a chama do eletrodoméstico, só que não.
Não é que estivesse se negando a aprender, o professor, seu pseudo-marido, era um espetáculo e lógico que Draco passaria mil noites tendo aulas com todo o prazer, mas algo não estava funcionando e o loiro não sabia o que era!
Seu moreno era mil vezes mais apetitoso do que qualquer cardápio do mundo, com uma personalidade ridiculamente simples e cativante, dentro daquela embalagem primorosa de covinhas lindas nas maçãs do rosto coradas de alegria, os olhos brilhantes e verdejantes naquele tom único, gentil, forte, sensual, com aquele cabelo rebelde e macio em tom carvão corvo, que era delicioso de puxar com força nos momentos realmente quentes e com uma bunda, na verdade um corpo tão incrível, comestível ao cubo, que lhe dava água na boca só de olhar e a maior vantagem do universo? Harry era todinho de Draco e só dele para degustar e ponto!
Porém, o loiro andava muito distraído ultimamente, sua mente flutuava basicamente vazia e intensamente feliz, gravitando em torno de Harry, seus cuidados e carinhos.
Draco nunca esteve tão radiante, despreocupado e alheio ao seu redor do que agora. Fazia ao menos uma semana que tivera um sonho estranho, muito estranho mesmo, com uma figura muito peculiar que deveria ter sido sua tataravó, lhe contando coisas importantes que ele não conseguia se lembrar, mas deveria, por mais que se esforçasse às vezes.
Quanto mais tentava buscar os detalhes em sua mente, mais brumosa a experiência se tornava e isso era no mínimo irritante e improdutivo, se o loiro tinha algo a dizer sobre o assunto e lá estava Draco em mais um de seus tantos momentos de devaneio, quando o moreno o censurou suavemente dizendo:
- Draco, se você não está mais a fim de cozinhar, é só me dizer. Não vou ficar MUITO chateado.
Harry era lento para perceber as coisas ao seu redor, mas não tanto a ponto de perder o comportamento pensativo e distante do loiro, que acabou por preocupá-lo instantaneamente.
- Eu quero, Harry, juro, só estou um pouco cansado. Sem os elfos por aqui temos que fazer o dobro de tarefas, mesmo que seja com a varinha e não estou acostumado e tem o meu trabalho, que faz mais de duas semanas que não chego nem perto, então essa rotina improvisada me deixou meio bagunçado eu acho.
- Grey, eu te conheço bem, não parece só isso. – Refletiu Harry, analisando atentamente Draco. – Tem algo errado? Está com vontade de alguma coisa? É só me dizer! Pode falar que eu faço!
Harry apertava ansiosamente uma bela refrataria entre as mãos, enquanto encarava o marido, aguardando.
Por sua vez, mesmo que não quisesse, Draco tinha um ar misterioso, reflexivo, com os lábios minimamente afastados, considerando se contava ou não contava como se sentia.
Por fim, ele resolveu ficar calado. Nada no mundo valia sua atenção mais do que Harry naquele instante e por isso, somente por isso, o loiro resolveu amenizar a situação para afastar aquela ruguinha charmosa, mas persistente entre as pestanas espessas juntas de seu marido, lhe sorrindo todo canalha e sexy, efetivamente distraindo o outro de sua ansiedade momentânea.
- Hum, não é nada Harry, relaxa. Juro por todos os meus cabelos que estou bem com nosso tempo juntos, afinal ficar assim com você é como ter uma segunda lua de mel! – Comentou Draco, satisfeito, já que não era uma mentira de verdade.
O semblante de Harry serenou drasticamente. Ele finalmente soltou o ar que nem sabia que estava prendendo quando um pensamento de repente o iluminou.
- Grey! Você me deu uma ótima ideia!
Draco sentou-se na mesa, com as pernas bem afastadas, colocando o peso do corpo nos braços apoiados na superfície plana de madeira, assistindo Harry ampliar um belo sorriso alinhado, muito animado.
De um jeito bastante ousado e totalmente deselegante, o loiro jogou a cabeça ligeiramente para trás, com uma leve inclinação para o lado, fazendo seus cabelos escorrerem como uma cascata perfeita dourada, expondo sua garganta lisa pálida e atrativa, esperando Harry se render e naquela minuto o moreno já havia perdido totalmente a força de vontade de ensinar, diante do fenômeno avassalador que era Draco, esquecido de que o forno estava preparado para receber o suflê, enquanto ele antecipadamente comia o marido com os olhos.
- Céus, quando Harry Potter diz que teve uma ótima ideia é fato que vai dar merda! – Draco anunciou manhoso, encarando em retribuição o moreno, parecendo muito mais focado e abertamente faminto. Apesar de si, Harry não resistiu e gargalhou do comentário sardônico do loiro.
Balançando as pernas um pouco, como um menino travesso, Draco umedeceu vagarosa e diabolicamente os lábios antes de acrescentar:
– Você não quer vir aqui, me contar essa ideia incrível de ótima, bem ao pé do meu ouvido?
Harry estremeceu em um daqueles arrepios que se sabe que nada de santo seguirá depois, dando um passo a frente desapercebido, atraído como uma mariposa fascinada pela luz.
- Depende, o que eu ganho em troca? – Barganhou o moreno se aproximando ainda mais de um jeito gatuno, quase ronronando, colando em Draco, corpo a corpo.
Draco fungou possessivamente o ponto sensível do marido no pescoço, fechando os olhos entregando-se ao calor convidativo que emanava da pele ligeiramente mais bronzeada que a sua, lambendo lascivamente as dobras macias do lóbulo de Harry.
- Hummmmm... Isso é golpe baixo. – Harry gemeu, deixando a refrataria na beirinha da mesa, abraçando a cintura de Draco, tomando os lábios do loiro ternamente.
- Não é não.
É amor. Draco concluiu para si, sentindo as mãos fortes de Harry, passando por suas costas, pela sua nuca, eriçando todo o seu corpo.
Dentre muitos talentos extraordinários que Draco exibia, talvez um dos mais privados e apropriados ao seu relacionamento, era seduzir Harry em qualquer momento, lugar ou situação a ponto de fazer o moreno esquecer o próprio nome, além de achar superfícies dinâmicas, bem resistentes, para transar sem sentindo em cima, toda vez e quando lhe apetecia e a mesa que os sustentava naquele instante era prova física disso.
O loiro sacou a varinha ainda de olhos fechados, lançando um feitiço rápido e simples que desligava a chama, por ter aprendido a duras penas que o fogo era muito perigoso para pessoas desatentas.
Tão envolvido como estava, Harry tão pouco prestou atenção, só escutou o clique do aparelho se desligando, embora ele não podia se importar menos com isso.
Sabendo os pontos certos que fariam Draco derreter e desossar no ritmo certo, Harry beijou, mordiscou e acalmou suas mordidas e chupadas fortes, lambendo e soprando calidamente o pescoço do seu loiro, seguindo o pequeno espaço desprotegido pela camiseta, deixando suas mãos calejadas percorrerem o corpo firme, anguloso e apetitoso por onde bem entendessem.
- Hummm... Harry, sabe que eu tive um ideia também? – Gemeu o loiro sentindo o outro abrindo os botões de sua bermuda bem devagar.
- É... Qual? Vou querer que você me conte, ao pé do ouvido também. – Respondeu o moreno com a voz mais densa, carregada de desejo, mal prestando atenção no que era dito. O loiro ergueu o tronco um pouco mais, abandonando o beijo, se demorando para soltar o lábio inferior de Harry preso cuidadosamente entre seus dentes.
- O que você acha de termos um filho?
Harry ficou tão surpreso que retesou o corpo como se tivesse levado um choque. Suas mãos se movimentaram tão rápido se afastando do loiro que a tigela na beirada da mesa acabou se espatifando no chão com estardalhaço.
- Her... Hm... Um... Quer dizer, bebê? Daqueles pequenos? Onde vamos conseguir um? – O moreno perguntou perdido.
Draco riu assustado com a quebra da refrataria e constrangido com toda a perplexidade do moreno.
- Da caixa do cereal, obviamente? É zoeira seu idiota! – Draco gargalhou abertamente, com gosto. - Só para ver se você estava prestando atenção de verdade. Por Morgana Reluzente, a sua cara foi impagável! Acho que vou usar a penseira mais tarde, só para ver de outro ângulo! – Zombou, com seu sorriso torto perfeito de lábios inchados e molhados por beijos, aproveitando seu espírito travesso e malicioso para perturbar o moreno.
Fora muito divertido realmente, Draco não tinha ideia da onde a frase havia surgido em sua mente, mas valeu totalmente à pena, soltar uma pérola assim, para assistir Harry arregalar os olhos em pânico, ficando quase catatônico e completamente perdido com a possibilidade absurda deles terem uma criança.
O moreno suspirou aliviado e acanhado por ter levado a sério, por um ínfimo instante que fosse, a brincadeira sem noção do loiro.
No minuto seguinte, ainda meio que rindo junto, Harry relaxou novamente e logo seus lábios voltaram a se abrir frouxamente maliciosos e se encontraram com a devida paixão aos de Draco.
Não foi preciso perguntar para o loiro "A onde paramos?" por que Draco puxou Harry no mesmo instante em que o moreno se lançava de novo contra o corpo maravilhoso do loiro.
Draco logo fez com que o moreno perdesse o rumo entre seus fogosos amassos, afagos, mordidas, suspiros, gemidos e movimentos intensos de mistura e desejo, entrega e resgate.
Era bom fazer amor, era bom ver desejo jorrando entre dois corpos enrolados um no outro, dando e recebendo o máximo de carinho misto com prazer que podiam proporcionar um para o outro.
Meia hora depois, quando conseguiram se separar, as roupas espalhadas pela mesa e pelas cadeiras voltaram para seus donos, novamente assentadas nos corpos de Draco e Harry.
Finalmente o moreno pegou uma nova travessa e colocou o descansado e inflado suflê no forno. Draco cantarolava enquanto a sua varinha sumia com os cacos de vidro ainda espalhados pelo chão.
- Harry você me enganou! – Falou o loiro se lembrando. – Você não me disse o que estava planejando.
- Ah... Eu te enganei? Ou foi você que não me deixou contar? – Harry se encostou na pia, cruzou os braços se sentindo leve, bem tratado, satisfeito e contentíssimo.
- Tanto faz. – Disse Draco, de frente para Harry, curioso. – Desde que você me conte logo!
O rosto do moreno se abriu novamente e com um glorioso sorriso ele anunciou:
- Vamos viajar em uma segunda lua de mel, Grey! O que acha? – Harry perscrutou o semblante de Draco a espera de uma resposta.
Certas coisas nunca mudavam. A principio a face do loiro estava impassível, neutra, mas logo se abriu m um sorriso lindo, luminescente, esplendoroso.
Nada com Draco era tão simples como parecia ser, embora Harry interpretasse a postura do outro como uma demonstração de contentamento, ele mal sabia que as tramóias, digo, os "grandes planos" do loiro se encaixariam mais que perfeitamente com uma nova lua de mel.
E com a faca e o queijo na mão, com a melhor das melhores intenções, que tanto enchem o inferno, Draco foi até Harry o abraçando forte dizendo:
- Perfeito, Harry! Mal posso esperar! Sinto tanta saudade de Paris!
- Eu não disse que vamos a Paris, Grey. Dessa vez eu escolho o roteiro!
Draco estava abraçado com o moreno, fazendo carinho nos cabelos assanhados azul aço, por esse motivo não viu o alargar de lábios diabolicamente travesso estampado no rosto de Harry, que também tramava algo.
Não era somente Draco que estava formulando "planos" para a viagem.
Dentro ou fora de Paris, com mel ou calda, sem lua ou com lua, mas efetivamente com banana, a viagem prometia.
Mas isso já faz parte de outra estória!
~oOo~
NA: Cara, só queria dizer que nem acredito que terminei de postar está fanfic! É um marco que não demorou tipo uns quinze anos igual a outra, embora isso se deva ao fato de que está estória já estava totalmente completa e o laptop não morreu, me fazendo perder tudo o que tinha produzido (Snif, snif, igual a outra) e só precisei revisar muito, muito mesmo! Sei que não tenho a escrita perfeita dos meus sonhos ou dos sonhos de todos, mas enfim, espero que ao menos esteja aceitável para ler, não tão sofrida! Rsrsrs... Mesmo que me sinta sozinha nessa terra de fanfics Drarry, a quem interessar possa, estou desenvolvendo uma Drarry m-preg, também no mesmo estilo, algo leve, com alguns dramas, contudo, caprichada no exagero, onde a nossa rainha DM e o nosso plebeu HP serão ainda mais loucos e obcecados! É uma continuação do Segredo da Banana Caramelizada de Harry Potter que se chamará: A Panaceia Universal de Draco Malfoy! Se tiver alguém interessado, só me dizer, ficarei imensamente grata se receber o milagre de um comentário! Kkkkkkkkkkkkkkkkkk... Também tenho outros projetos em andamento, que são diferentes desses, a maioria Drarry também, mas em outros cenários! Assim que terminar posto!
Se alguém estiver lendo, agradeço! Beijos, até a próxima!
