Capítulo 34 – Será?
Completava um mês do nascimento de Tommy e Bella. House havia voltado a trabalhar na semana anterior, mas exclusivamente de casa. Ele prestava consultoria, uma por vez, e auxiliava seu time em Princeton sempre que necessário. Cuddy ainda estava de licença maternidade.
De dia Cuddy e Marina cuidavam dos bebês, House ajudava sempre que estava com os casos sob controle. Rachel passava o dia na escola e voltava a tarde. Durante a madrugada os bebês passaram a dormir mais tempo, acordavam a cada 2,5 horas para mamar e trocar fralda Cuddy geralmente tomava conta disso, para que House pudesse descansar e trabalhar durante o dia. Mas ele ajudava nas noites em que Cuddy estava mais desgastada.
Blythe ia pelo menos duas vezes na semana para auxiliar, em algumas delas ela dormia por lá e deixava Cuddy descansar. Arlene desistiu de competir com Blythe, ela não tinha muita paciência nessa idade para passar noites em claro.
Tommy não parava coberto, ele transpirava muito e sua mãe precisava tirar as cobertas, diferente de Bella que sentia muito frio. Ainda não era possível ver a cor definitiva dos olhos dos filhos, mas os olhos dos dois estavam clareando significantemente.
"Será que eles ficarão com os olhos de Greg? Veja como estão muito mais claros do que estavam semana passada". Blythe comentou.
"Eu gostaria que sim". Cuddy falou sorrindo. "Eu amei os olhos dele desde a primeira vez que os vi".
"Eu também. Blythe disse".
Os narizes eram definitivamente os do pai, aliás, Tommy era um clone de House, Cuddy não conseguia encontrar nada dela nele. Mas Bella era diferente, ela tinha o formato do rosto da mãe, a boca da mãe, até a maneira de olhar de Cuddy.
Os comportamentos eram bastante próprios de cada um, Tommy era chorão e esfomeado. Bella era mais quieta e adorava banho. Tommy já segurava forte os dedos e mãos de seus pais e Bella parecia acariciá-los. Para Cuddy era isso mesmo que ela fazia, House caçoou dela dizendo que a mente materna estava criando algo além do que existia de fato.
O casal estava na cama e começaram a beijar-se.
"Quantos dias faltam?". House falou entre beijos.
"Eu tenho que parar de sangrar e fazer meu exame para ser liberada". Ela disse ofegante.
"Não aguento mais esperar".
"Nem eu, mas temos que aguardar. Só mais alguns dias".
"É muito!".
"Estamos fazendo outros tipos de sexo que não envolvem penetração". Cuddy lembrou.
"Graças a Deus! Mas sinto falta de estar dentro de você".
"Eu também, quero você dentro de mim, mas falando nisso... terei que começar a tomar anticoncepcionais e precisamos ser cuidadosos no início". Cuddy disse.
House parou de beijá-la. "Você quebrou o clima com essa ideia de ser cuidadoso".
Cuddy riu. "Vem cá, deixa eu te ajudar com isso". Ela disse apontando para a ereção do marido.
Na manhã seguinte estavam todos tomando café juntos. Os bebês dormiam tranquilamente para o alívio dos pais.
"Papai... mamãe. Eu convidei meu namorado para vir brincar comigo". Rachel falou e House cuspiu o café.
"Com quantos anos eles começam a brincar de médico agora?". Ele perguntou para Cuddy.
"Não é de médico que vamos brincar". Rachel corrigiu e House riu.
"Filha, quem é seu namorado?". Cuddy perguntou.
"Davi, eu já falei". Rachel disse impaciente.
"Oh é, o velho David". House falou.
"É Davi!". Rachel praticamente gritou acordando seus irmãos.
"Filha não é para gritar quando seus irmãos estão dormindo". Cuddy falou frustrada.
"Eu vou lá olhar a manada enquanto você trata desse assunto de namorado". House disse.
"Não temos manada, temos filhos". Cuddy corrigiu enquanto House saia.
Nisso ouvem batidas na porta. Era Wilson.
"Trouxe Donuts para a família feliz". Ele disse.
Naquele momento Rachel cantava, os bebês choravam alto, Cuddy gritava com House e Wilson falando de família feliz não condizia com a situação.
"Desculpe Wilson, essa é nossa casa". Ela explicou.
Wilson foi ajudar House, eles amamentaram os bebês enquanto conversavam. Cuddy ainda bombeava leite materno para a amamentação, ora no peito, ora na mamadeira, se bem que Bella estava ficando preguiçosa para mamar no peito e começou a rejeitar, o que deixou Cuddy arrasada. Tommy não, esse menino comia qualquer coisa em qualquer lugar.
"Eu vi Wilson. Você tomou o comprimido enquanto amamenta meu filho. Se drogando na frente de um bebê". House acusou.
"Não é nada". Wilson despistou.
"Daqui a pouco veremos sua pupila então".
Minutos depois House foi trocar a fralda dos filhos e quando voltou olhou nos olhos do amigo que apresentavam as pupilas ligeiramente aumentadas.
"Olha aí suas pupilas como estão!". House falou e começou a procurar nos bolsos de Wilson. Pegou alguma coisa e olhou. "Seu filho da puta!".
Wilson riu.
"Você está fazendo isso só para me provocar". House acusou.
"É muito engraçado ver você louco sem entender nada e achando que eu estava me drogando". Wilson disse.
House tinha em mãos um colírio midriático, esses medicamentos dilatam as pupilas.
"E que comprimidos são esses?". House perguntou curioso.
"Bala de menta". Wilson disse rindo.
"Filho da puta!".
Era assim a amizade deles.
Quando completou 38 dias do nascimento dos gêmeos Cuddy parou de sangrar. Imediatamente ela marcou uma consulta com Dr. Phillips e foi. Sem contar para House absolutamente nada, ela queria fazer uma surpresa.
"Aparentemente está tudo muito bem Lisa. Cicatrização, o ultrassom que fizemos não apresentou nenhuma alteração, não vejo razão para você não retomar sua vida sexual normal". Dr. Phillips disse.
"Devo começar hoje o anticoncepcional?". Cuddy perguntou.
"Sim. E cuide-se nesse primeiro mês, pois seu ciclo ainda está irregular".
"Phillips, será que existe a possibilidade de algum desconforto no ato sexual?". Cuddy perguntou tímida.
"Existe Lisa, mas nada que o tempo não resolva".
"E, eu sei que é uma pergunta tola, pois depende de cada caso. Mas, será que meu canal vaginal foi alargado com o parto? Sei que geralmente ele laceia e volta ao seu tamanho original, mas, em alguns casos...". Cuddy estava preocupada que seu marido fosse sentir alguma diferença, ele que adorava dizer como ela era apertada, será que ela não estaria mais assim?
"Relaxe Lisa. Tudo vai dar certo. Aproveite ao invés de preocupar-se".
Cuddy agradeceu e saiu, mas relaxada era a última coisa que ela estava.
Ela bombeou bastante leite durante o dia e pediu para Marina passar a noite. Ela disse para Marina que precisava dormir, mas na verdade queria fazer sexo com seu marido.
Ela despediu-se de seus filhos, tomou um banho, passou o creme hidratante corporal que o marido mais gostava, colocou uma lingerie preta nova e foi para cama. House já estava deitado e olhou para ela surpreso.
"Isso é sacanagem mulher".
"O que?". Ela perguntou maliciosa.
"Você vestida assim do meu lado e eu tendo que manter o celibato".
"Celibato? Eu faço sexo oral em você quase diariamente". Ela sorriu.
"Você entendeu".
"Quem sabe hoje eu possa fazer algo a mais?". Ela olhou para ele passando a língua sobre os lábios inferiores.
House olhou para ela com olhos arregalados e com a boca aberta. "Você... pode...".
"Podemos, só precisamos usar preservativos porque eu comecei hoje as pílulas". Cuddy disse montando nele e beijando a orelha do marido. "E não podemos ser muito barulhentos porque Marina está no quarto".
"Eu não tenho preservativos".
"Eu trouxe". Cuddy disse.
House a virou e subiu em cima dela, começou a beijá-la com ardor e desejo. "Não vai ser a mesma coisa com preservativos, eu vou tomar cuidado, não vou gozar dentro".
"House..."
"É nossa primeira vez desde o nascimento, quero te sentir". Ele falou e Cuddy cheia de desejo cedeu.
Quando House a penetrou, ele foi cuidadoso, como se ela fosse uma virgem novamente. Cuddy sentiu um desconforto no início como se voltasse a seu tempo na adolescência, descobrindo o sexo. Mas logo o desconforto desapareceu e ela sentiu uma urgência em ir mais rápido.
"House mais rápido".
E ele obedeceu.
"Eu amo sua buceta apertada". House disse e Cuddy quase teve um orgasmo ali com a satisfação de saber que ele ainda a sentia apertada.
Estavam contendo os gemidos e sussurros até que Cuddy chegou ao orgasmo. House esperou Cuddy e quando ela terminou, ele retirou seu pênis e gozou na barriga dela".
"Oh meu Deus! Como senti falta disso". House falou.
"Eu também". Cuddy disse sorrindo. "Como foi para você? Você sentiu a mesma coisa? Algo mudou?". Ela perguntou receosa.
"Sua vagina continua a mesma de sempre, minha preferida". Ele falou dando beijos nas coxas dela.
"Estou pensando em fazer uma pequena recepção aqui em casa quando os gêmeos completarem três meses. Não fizemos nada até hoje". Cuddy falou.
"Desde que não seja para mutilar meu filho, você pode fazer o que quiser". House disse e Cuddy jogou um travesseiro nele.
"Seu aniversário acontecerá em breve Lisa, você quer fazer alguma coisa?". House perguntou e ela achou fofo que ele se lembrou e a chamou pelo primeiro nome.
"Quero ficar com minha família aqui tranquila e fazer sexo com meu marido a noite". Ela respondeu.
"Funciona pra mim". Ele sorriu.
"Mas no seu aniversário podemos fazer a recepção aqui em casa, eles já estarão com três meses". Cuddy sugeriu.
"Eu meio que quero o mesmo que você". House disse sorrindo. "Vamos deixar a recepção para quando eles estiverem com quatro meses. Será verão, podemos fazer um churrasco lá fora".
"Combinado!". Cuddy respondeu feliz abraçando House.
Quando os bebês completaram dois meses, o sexo entre seus pais acontecia com frequência maior do que pais de gêmeos pensariam ser possível. Não usaram preservativo nenhuma única vez, mas House sempre foi cuidadoso.
Seus filhos continuavam desenvolvendo-se bem. Tommy era muito ativo e Bella mais tranquila. Os olhos estavam definitivamente ficando claros, provavelmente ambos herdaram essa característica do pai.
House chegou em casa, ele havia ido até o supermercado e lá estava um menino brincando com sua filha.
"House, você comprou minha água com gás?". Cuddy perguntou desviando a atenção dele.
"Sim. Quem é esse menino?". Ele perguntou curioso.
"Davi". Cuddy respondeu enquanto carregava Tommy e ouvia Bella começar a chorar.
"O namorado de Rachel?". House perguntou.
"House, segure Tommy enquanto eu vou pegar Bella". Ela saiu sem responder.
House foi até o sofá com Tommy nos braços. O menino estava brincando com a barba de seu pai e sorrindo. "Tommy, Tommy, nós temos que cuidar das mulheres dessa casa, somos só nós dois contra elas três".
House ficou observando as crianças brincando com o Lego de Rachel.
"House, segure Bella, preciso ir ao banheiro". Ela entregou a filha para ele. A menina sorriu quando o pai a pegou e beijou seu rostinho. A barba arranhando era uma sensação que os dois irmãos achavam muito interessante e divertida.
"Aqueles são meus irmãos Davi, mas eles são chatos ainda, eles não fazem nada. Mamãe disse que eles farão quando crescerem, mas demora muito. Eles já nasceram faz um milhão de anos e ainda não cresceram". Rachel falou para seu amiguinho fazendo House rir.
"Filha, veja sua irmã, não vá por esse caminho. Você deve se resguardar até pelo menos uns 35 anos". House falou para Bella. Tanto Tommy quanto Bella riam quando o pai falava. "Vocês devem me achar muito engraçado, mas aqui estou eu falando sério".
De repente Davi pegou na mão de Rachel e House surtou. Ele arregalou os olhos e chamou pelo menino.
"David, venha aqui".
"É Davi!". Rachel falou.
"Davi, por favor. Venha aqui meu jovem". O menino foi até ele.
"Davi, veja bem, você é uma criança e não precisa pegar na mão de uma menina ainda, nem precisa chegar muito perto. Na verdade, na sua idade, você deveria odiar meninas". House falou.
"Mas eu não odeio Rachel". O menino falou inocente.
"Esse é um problema. Viu como temos um problema aqui?".
O menino olhou confuso. "Você quer que eu odeie Rachel?".
"Vamos combinar assim, você não precisa odiar Rachel, mas também não precisa tocá-la ou ficar muito perto dela".
"Beijar é tocar?". O menino perguntou inocente e House arregalou os olhos.
"Se você beijar a minha filha..."
"House!" Ele foi interrompido por Cuddy que chegava. "O que você está fazendo?"
"Defendendo a honra de minha filha". Ele disse.
"Pare de bobagem, ele é uma criança".
"Pior! Ele é um tarado juvenil e o errado sou eu?".
"O que é tarado?". Davi perguntou e Cuddy corou.
"Nada Davi, pode voltar a brincar, o pai de Rachel estava apenas contanto uma piada para me irritar". Cuddy falou.
"Eu não estava!".
"House!". Ela olhou feio.
"Rapaz, só não beije, toque, chegue perto ou qualquer coisa assim da minha filha".
As crianças estavam dormindo, Rachel foi para a festa do pijama na casa de Julia, então House e Cuddy resolveram assistir a um filme, coisa que ele não faziam há meses.
No meio do filme começaram a trocar caricias e beijos deliciosos, a atenção foi desviada definitivamente e as coisas começaram a ficar quentes e agitadas.
Em pouco tempo Cuddy estava montada em seu marido e se movia com muita urgência.
"Oh meu Deus, como você se sente bem dentro de mim". Cuddy falava gemendo.
"Você é tão gostosa". House falava acariciando os seios de sua esposa e os beijando delicadamente evitando sugar leite já que ela estava amamentando seus filhos.
A cavalgada de Cuddy está descontrolada a essa altura, House está se controlando quando Cuddy faz um movimento particularmente prazeroso e começa seu orgasmo, o aperto e o movimento que ela fez foram demais e House não resiste e goza.
Quando os dois desceram de suas alturas Cuddy percebeu o que aconteceu.
"House, você gozou dentro de mim?". Ela falou assustada saindo de cima do marido.
"Você... estava muito bom". Ele falou com dificuldades.
"Você não se controlou? E agora?".
"Você estava montando em mim como se não houvesse amanhã, não tive a oportunidade de parar".
"Simples assim?".
"É o que é".
"E se eu engravidar? Você deveria ter usado preservativo..."
House a cortou. "Acalme-se. Você está tomando anticoncepcionais".
"Você sabe que eles podem falhar".
"Você quer que eu te compre a pílula do dia seguinte?". House ofereceu.
"Não. Eu não vou colocar essa quantidade de drogas no meu organismo que ainda está tentando voltar ao normal".
"Então acalme-se. Tudo vai dar certo".
Nesse momento Tommy começou a chorar. "Vou ao banheiro, trate de ir pegar seu filho e torça para que não tenha outro filho a caminho".
Duas semanas e meia haviam passado e Cuddy estava louca para sair de casa. Ela estava praticamente reclusa com os bebês desde o parto.
"Hoje eu vou ao supermercado, preciso de ar". Ela foi e deixou House cuidando das três crianças.
"Wilson, não quer vir tomar uma cerveja?". House ligou para ele.
Wilson chegou e não esperava por isso. Uma sinfonia de choro de bebês e Rachel cantando mais alto que o choro de Tommy e Bella.
"O que diabos é isso?". Wilson perguntou.
"Bem-vindo ao meu lar!". House falou abrindo a porta. "Cuddy foi ao supermercado e estou de baba".
"Faça alguma coisa". Wilson falou. "Pensei que fossemos tomar uma cerveja".
"Pode pegar as cervejas na geladeira, eu vou trocar as fraldas e já volto". House falou saindo.
"Tio Wilson, tudo bem?". Rachel se aproximou.
"Oi Rachel. Como você está?".
"Competindo com meus irmãos para ver quem grita mais alto".
"É, eu meio que notei isso".
Wilson foi pegar cerveja e Rachel pediu suco, ele colocou o suco de laranja em um copo para a menina e foi para a sala esperar House.
"Pronto! Fraldas novinhas para a próxima tragédia. Tommy vai com o tio Wilson". House entregou o filho para Wilson.
"É impressionante como esse bebê parece com você. Coitada da Cuddy". Wilson disse.
"Vai se foder!". House falou abrindo uma cerveja enquanto estava com Bella nos braços.
"Papai o que é foder?". Rachel perguntou.
"Rachel, se você fingir que nunca ouviu isso eu te dou um biscoito" House disse.
"Tudo bem, papai". Ela concordou.
"É assim que você educa seus filhos?". Wilson perguntou chocado.
"Não, só Rachel. Tommy e Bella ainda não comem biscoitos". House respondeu.
"Como está a enfermeira?". House perguntou.
"Você nunca lembra o nome de ninguém?".
"Lembro o seu, dos meus filhos, de Cuddy, da minha mãe. Já é alguma coisa".
"Não estamos mais juntos". Wilson respondeu.
"Por quê? Você não para com ninguém".
"Olha quem fala". Wilson disse.
"Eu estou casado e com filhos o que isso diz sobre mim?".
"Que Cuddy é uma santa". Wilson respondeu rindo. "Mas antes dela você vivia com prostitutas". Wilson falou com a voz baixa.
"Eu não queria relacionamentos, se quisesse me sairia melhor do que você".
Bella sorriu.
"Essa sua filha é muito fofa, não é possível que seja sua filha. Tommy eu já acho que tem a ver com você porque ele já urinou em mim". Wilson disse.
"Ambos são meus filhos. Conforme-se! Rachel é minha filha também, três a zero para mim".
Wilson chacoalhou a cabeça.
Nesse momento a porta abriu e Cuddy entrou.
"Olá, Wilson, como vai?".
"Estou bem. Você parece bem também".
"Eu estou, obrigada". Ela falou cumprimentando o amigo e indo para a cozinha
"Claro que você está bem, seu marido cuida direitinho de você". House falou enquanto Cuddy ia para a cozinha. Ela sorriu.
Chegando lá Cuddy ficou séria. Deixou as sacolas de compras na mesa e levou para o quarto um pacote. Ela abriu o embrulho e retirou dois testes de gravidez comprados na farmácia.
Continua...
