Capítulo 40 – Tempo em família

O choro não parava, a cama deles parecia um hospital. Bebês febris espirrando e tossindo. Uma mãe também febril com enxaqueca. Uma menina de seis anos manhosa. O único que não tinha nada era House.

"Não sei se agradeço nessas horas pelo motivo de que nem os vírus gostam de mim, ou se fico bravo com isso". Ele pensou, pois estava tendo que correr atrás de tudo, remédios, chás, lenços de papeis, inalação, termómetro.

Começou com Bella, depois Tommy, Rachel e, por fim, Cuddy.

Os bebês estavam com 9 meses agora e Cuddy com 30 semanas de gestação. House não estava tão preocupado com Cuddy pois a gripe a pegou de forma mais leve, apenas causando enxaqueca e coriza. Rachel estava em estado mais gripal, mas nada preocupante também, agora Tommy e Bella eram a preocupação de seu pai, já que ele eram muito novinhos. House os monitorava o tempo todo, ajudava o fato de ser médico e ter acesso a instrumentos hospitalares e a medicações.

"De onde veio esse vírus?". Cuddy perguntou.

"Com certeza daqueles seus parentes que vivem nos visitando". Ele disse irritado.

"Até parece, pode ter vindo de seus pais, ou de Wilson". Ela revidou.

"Ninguém ficou doente do meu lado, e do seu? Você sabe?". House provocou de volta.

O fato é que Cuddy estava mais cansada desde que completou as 30 semanais de gestação, o seu humor estava mais oscilante também.

E pensar que duas semanas antes, era o dia da véspera de natal e a família estava saudável na sala de estar.

"Filhos, de quem vocês mais gostam?". Cuddy brincava com os dois bebês e House virava os olhos.

"Isso não é justo com eles". House reclamou.

"Só falar mamãe ou papai". Ela continuava para seus filhos.

De repente Rachel chegou comendo biscoitos e se sentando no sofá com seu ursinho de pelúcia e todos ouviram duas vozes que vinha do chão.

"Biscoito". "Urso".

O som não foi claramente esse, mas certamente algo bem parecido com isso, e todos olharam chocados.

"Ele falou biscoito?". House perguntou.

"Ela falou urso?". Cuddy perguntou.

"Sim!". Rachel quase gritou.

"Oh meu Deus, as primeiras palavras deles". Cuddy disse emocionada indo abraçar seus filhos.

"O que isso diz sobre eles? Meu filho pede comida em sua primeira palavra. Minha filha pede brinquedo. Onde foi que erramos?". House perguntou surpreso.

"Eles não são nada normais". Cuddy disse sorrindo.

"São nossos filhos, o que esperávamos? Um reles papai e mamãe?". House disse rindo.

Nos próximos dias os dois bebês falaram papai e mamãe, ou algo próximo disso.


Algumas semanas atrás, House teve sua segunda palestra em Princeton. O sucesso foi ainda maior que a primeira, House foi aclamado pelo público e ao final ele foi envolvido por uma multidão que queria uma palavra, uma vaga para estagiar com ele, oferta para edição de um livro. No meio disso apareceu uma figura conhecida.

"Ora... Ora... Dr. House". Era Denise Ashley.

"Olá". Ele respondeu e os olhos de águia de Cuddy já avistaram a cena a distancia.

"Vejo que você está muito bem. Gostaria de convidá-lo para um jantar de negócios". Ela propôs.

"Denise!". Cuddy se aproximou rapidamente.

"Olá Dra. Cuddy". Denise a cumprimentou irritada.

"Você tem algum assunto a tratar com Dr. House?". Cuddy perguntou.

"Estava o parabenizando pela excelente palestra". A mulher respondeu.

"Foi uma ótima palestra mesmo. Se me dá licença, eu e meu marido temos compromisso". Cuddy disse e puxou House.

"Nós vamos fazer sexo na sua sala? Se sim, preciso avisar Wilson". House falou.

"Minha barriga mal me deixa fazer sexo em nossa cama". Ela respondeu.

"Você sabe que eu não fiz nada, certo?". House perguntou preocupado.

"Sim, eu vi aquela vagabunda se aproximando de você. Aliás, o que ela faz nessa palestra? Ela não deve ter entendido nada, pois foi o tema foi muito técnico".

"Ela veio olhar minha beleza". House falou orgulhoso.

"É bom que sua beleza não dê asas para nenhuma vagabunda, caso contrário não terá sorte em casa".

"Dr. House. Dra. Cuddy. Preciso falar com vocês". Era Dra. Clemens.

"Parabéns House, você foi impressionante. Tão incrível que chamou a atenção de um canal de televisão. Eles querem uma entrevista com você".

House riu.

"O que?". Cuddy perguntou.

"Uma entrevista com House". Dra. Clemens repetiu.

"Sobre o que?". Cuddy perguntou.

"Provavelmente eles querem me convidar para que eu seja o garoto do tempo em algum noticiário. Tenho beleza, tenho carisma, tenho elegância". House disse sarcástico.

"Lembra aquele cantor famoso que morreu semana passada de uma doença misteriosa? Eles querem falar com você a respeito".

"Desculpe-me, mas isso é ridículo. Aquele sujeito nem cantor era, ele só fazia barulho. E outra... com certeza ele morreu pelo uso de substancias ilícitas que não interagiram bem entre si, mas eu nem cheguei a examiná-lo então não tenho evidencias para provar meu ponto, logo... não há nenhum fundamento em falar sobre isso". House falou incomodado.

"Melhor deixar House fora disso, para o bem do hospital". Cuddy orientou Dra. Clemens.


Voltando a atualidade. House só queria dormir, fazia três dias em que ele não dormia nada. Os bebês estavam respirando melhor essa noite, mas Cuddy se negava a tomar medicamentos para evitar qualquer efeito em Gael.

"E você acha que Gael quer a mãe com dor de cabeça liberando substancias não benéficas na corrente sanguínea?". House tentava convencê-la, mas Cuddy era mais teimosa que ele. Até que, depois horas, ela foi convencida.

Rachel estava tão cansada, que House preparou uma inalação com medicamento e a menina dormiu profundamente.

Ele olhou para a cama que dividia com Cuddy e estava cheia, nessa noite todos os cinco dividiram essa cama. Mas como ele estava tão cansado, ele deitou e dormiu imediatamente entre a multidão que era sua família.


Duas semanas atrás houve uma festa de final de ano no hospital. Dra. Clemens organizou com uma pequena ajuda de Cuddy.

House e Cuddy foram, ela estava em um lindo vestido azul e ele em seu smoking. Sentaram em uma mesa reservada, próxima ao palco. O jantar foi servido, depois começou o show de uma banda que tocava sucesso dos anos 80 e 90.

"Você quer dançar um pouco senhora?". House perguntou.

"Claro senhor". Ela respondeu e eles foram para a pista de dança.

A música terminou e antes de começar a próxima a banda anunciou: "Temos um pedido de música. O homem misterioso quer dedicar essa música para sua garota festeira. Ele manda dizer que ela trouxe alegria para sua vida novamente, a ponto dele vir a uma festa chata dessas e achar divertida, UAU!".

Muitos burburinhos, risadas e aplausos. A música começou.

I come home in the morning light my mother says
When you gonna live your life right?
Oh, mother dear, we're not fortunate ones
And girls, they wanna have fun
Oh, girls just wanna have fun

The phone rings in the middle of night, my father yells
What you gonna do with your life?
Oh, daddy dear, you know you still number one
But girls, they wanna have fun
Oh, girls just wanna have

That's all they really want, some fun
When the working day is done
Oh, girls they wanna have fun
Oh, girls just wanna have fun

(Girls, they want
Wanna have fun
And girls
Wanna have)

(...)

"Você é louco". Cuddy disse para o marido rindo.

"Você é minha eterna garota festeira". Ele falou e a abraçou enquanto dançavam no ritmo da música.

"Você torna minha vida interessante, divertida. E garotas só querem se divertir". Ela disse e o beijou.

"Pensei que você ficaria brava com a parte da festa chata". Ele falou sarcástico.

"Sem isso eu teria dúvidas de que o recado teria vindo de você mesmo". Ela disse sorrindo.

Naquela mesma noite houve o sorteio de alguns brindes. Sortearam viagens, televisões, faqueiros e...

"Vamos agora sortear esse lindo kit de maquiagens profissionais: Você mulher. O kit mais completo. Vamos ver quem será o vencedor". Começou Dra. Clemens.

"Número 6849. Quem é? Venha até o palco!".

De repente, Wilson subia para receber seu prêmio.

"Oh meu Deus! Quem disse que essa festa era chata?". House falou aplaudindo muito.

"QUERO TE VER COM O BATOM VERMELHO E A SOMBRA AZUL". House gritava e muitas risadas eram ouvidas.

Wilson queria matá-lo, mas controlou-se e recebeu seu prêmio. Quando desceu do palco foi direto até Cuddy.

"Não liga para House, você sabe como ele é". Cuddy falou.

"Você tem que concordar que essas coisas femininas procuram você. Talvez porque agora você está se tornando uma mãe". House disse zombando do amigo.

"Cala a boca House!". Wilson falou. "Tome Lisa, meu presente de natal para você".

"Wilson tem certeza?". Ela perguntou.

"Pois é, tem certeza? Depois não vem pedir maquiagem emprestada para minha esposa". House complementou. "Afinal, é o kit Você Mulher, o mais completo".

"Tenho Lisa, é seu. E vá se foder, House!". Wilson falou virando um copo inteiro de Martini.

"Mama mia, Wilson!". House falou rindo.

Mais tarde naquela noite...

"Temos uma música dedicada à futura mamãe do ano. A mensagem diz: Não importa de quem é a barriga, ou de quem é os 50% dos outros genes, você sempre será a única e exclusiva mãe. Não entendi nada, mas aqui vai a música".

(...)

Mamma mia, here I go again

My my, how can I resist you

Mamma mia, does it show again

My my, just how much I've missed you

Yes, I've been brokenhearted

Blue since the day we parted

Why, why did I ever let you go

Mamma mia, now I really know

My my, I could never let you go

(...)


Voltando a cama populosa. No meio da noite Cuddy acordou e a imagem que ela viu fez seu coração vibrar de amor. Todos os três filhos estavam agarrados ao pai.

Ela foi ao banheiro com muito cuidado para não acordar ninguém e voltou deitando-se e aconchegando-se com a família. Ela fechou os olhos e se lembrou da semana anterior.

Foram ao parque, as crianças adoravam aquele lugar. House estava estimulando Tommy a andar.

"Ele não completou nem nove meses, House". Cuddy falava sorrindo.

"E daí? Taz é diferente, ele é um bebê gênio em coordenação motora". O pai respondeu orgulhoso.

"Já te disse para não chamar seu filho assim".

"Taz". O bebê repetiu.

"Está vendo?". Cuddy falou.

"Esse meu filho é inteligente". House disse e beijou a bochecha rosada e fofa do garoto.

"Vamos Tommy". House pegou a mão do filho e ele começou a andar.

"Mamãe, Tommy está andando". Rachel chamou a atenção dela.

Cuddy não sabia o que fazer, se ela ia abraçar Tommy, se ela pegava o celular para gravar ou se ela chorava.

"Oh meu Deus! Você conseguiu Tommy". Cuddy disse.

"Não te falei? Esse menino será um atleta". House disse como um verdadeiro pai coruja. "E você Bella. Quer andar também?". Ele perguntou.

Bella se jogou nos braços do pai e beijou a bochecha dele. "Chantagista". Ele disse sorrindo para a filha e a beijando de volta.

"E essa ai, vai fazer o que quiser com você". Cuddy falou divertida.


O natal para eles foi simples, mas feliz.

Rachel insistiu para os pais montarem uma árvore natalina como a que havia visto no ano anterior na casa da avó Blythe, então os pais cederam. A árvore era linda e iluminada, Rachel ajudou a decorar.

Ficaram em casa mesmo e na véspera receberam poucas pessoas para jantar: Blythe, Arthur e Wilson. Arlene não quis ir a uma celebração pagã, o que todos os presentes agradeceram em silêncio.

Jantaram, conversaram, riram, House tocou piano enquanto Rachel e sua avó Blythe cantavam e os bebês aplaudiam e agitavam-se empolgados.

Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock

Jingle bells swing and jingle bells ring

Snowing and blowing up bushels of fun

Now the jingle hop has begun

Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock

Jingle bells chime in jingle bell time

Dancing and prancing in Jingle Bell Square

In the frosty air.

What a bright time, it's the right time

To rock the night away

Jingle bell time is a swell time

To go gliding in a one-horse sleigh

(...)

"Sua mãe ia morrer se visse isso". Wilson falou baixo para Cuddy que gravava a cantoria.

"Com certeza". Ela riu.

"Árvore de natal, música de natal". Ele riu.

"E você de Papai Noel". Cuddy falou ainda rindo.

Wilson tinha ido com uma touca de Papai Noel.

As crianças ganharam presentes, Cuddy deu presentes para os pais de House em nome dos dois e para Wilson ela deu um urso gigante.

"Primeiro presente de seu bebê, estou retribuindo". Ela falou abraçando o amigo que estava tentando conter a emoção.

"Cinco semanas de gestação, eu nem convivo com ele/ela, mas eu já me sinto diferente". Wilson disse.

Arthur deu a House uma relíquia de família.

"Essa é a única coisa que ficou comigo quando fugi de casa, vindo para os Estados Unidos". Ele estendeu uma espada para House. A espada parecia de ouro branco com pequenos diamantes e outras pedras. Havia um brasão da família marcado no punho do objeto.

"Caramba!". House falou. "Você tem certeza que quer me entregar isso?".

"Sim. Essa espada veio de seus antepassados, você pode fazer o que quiser com isso, meu filho".

Ainda era estranho usar essa palavra, para Arthur e mais estranho ouvi-la, para House.

"Obrigado!".

A noite continuou animada e divertida. Todos tiveram um grande momento juntos. Ao final os bebês já estavam dormindo e Rachel, que não queria perder nada, se negava a ir para a cama e agora estava desmaiada de sono no sofá.

"Você é judeu, celebrando o natal vestido de Papai Noel e comendo tender de porco, quão hipócrita você é?". House falou para Wilson.

"Não mais do que Cuddy que ofereceu um jantar de natal, tem uma árvore natalina na sala, cozinhou tender de porco, presenteou a todos e não circuncidou seu filho". Ele respondeu fazendo os dois rirem.

"E a vasectomia? Pensou a respeito?". Wilson perguntou.

"Você quer estragar uma legitima noite natalina com esse assunto, Papai Noel?". House desviou.

"Tenho um presente que talvez te ajude com a parte técnica". Wilson disse entregando um livro para o amigo.

House olhou desconfiado para o Wilson, mas abriu o embrulho. Lá estava o livro: Manual de castração de gado.


De volta a cama. As 7:00 todas as três crianças acordaram agitadas e manhosas.

"O homem devia sofrer uma esterilização natural, assim como acontece com a mulher. Como um sujeito mais velho tem energia para isso?". House resmungou sonolento.

"Até Gael está agitado e se mexendo sem parar". Cuddy falou e colocou a mão de House sobre sua barriga.

"Gael, você precisa vir para manter a paz no reino, por favor". House disse fazendo Cuddy rir.

"Eles já estão melhor, eu já estou melhor, agora eles estão manhosos, querem a atenção do pai". Cuddy falou.

Mas foi só Bella fazer beicinho que House se derreteu todo.

"Oh filha, papai está aqui". Ele abraçou a menina e Cuddy riu.

Tommy pediu o colo da mãe e ela prontamente o atendeu.

"Fala de mim com Bella, mas Tommy não pode chorar que você já está lá protegendo sua cria". House disse.

"Você estava com Bella, eu peguei Tommy para ajudá-lo". Ela desviou.

"E eu?". Rachel perguntou enciumada e os dois pais foram abraçá-la ao mesmo tempo.


No Ano Novo a família também ficou em casa, dessa vez Wilson, Dorothy e a filha Jennifer de cinco meses, Alice e o namorado vieram. Blythe estava viajando com Arthur e Arlene estava brava com a filha.

Tommy que havia começando a andar nesse dia não parou mais, a noite ele fazia a festa dos presentes com sua fofura andando pela sala de estar.

"Seu filho é precoce". Wilson falou para House.

"Puxou o pai". House respondeu orgulhoso.

Depois de algum tempo House, Wilson e Tommy foram para a Caverna do Homem. House fez questão de pegar seu filho e levá-lo com ele.

"Meu filho ficará com o pai no espaço masculino da casa". Ele disse.

House e Wilson jogavam vídeo game, tomavam cerveja e Tommy brincava ao redor sendo vigiado por seu pai.

Cuddy chegou com Rachel.

"House!".

"Cuddy aqui é o espaço masculino proibido para mulheres". Ele respondeu.

"Eu estou aqui para ver como Tommy está, você fica bebendo e jogando e esquece de vigiá-lo, lembre-se de como ele é terrível".

"Taz está sob controle". Ele falou.

"Não o chame disso". Cuddy falou e Wilson riu.

"Papai... eu também quero ficar aqui com vocês". Rachel resmungou.

"Filha, vamos ajudar mamãe a servir o sorvete?". Cuddy perguntou para a menina.

"Vamos!". Ela gritou feliz.

"Você me deve uma! E atenção com Tommy". Cuddy falou antes de sair.

"Como está a barriga de aluguel?". House perguntou.

"Eu tenho noticias semanais. Ela estava começando a sentir enjoo". Wilson disse.

"Você não tem curiosidade de saber quem ela é?".

"Tenho, mas é contra as regras e pode gerar um enorme problema". Wilson falou.

"E se eu descobrisse?". House insinuou.

"House, não! Fique longe disso, por favor". Wilson falou quase em desespero.

"Tudo bem Jimmy, só estou dizendo...".

A noite terminou e os convidados se foram. Cuddy e House colocaram os filhos para dormir e foram para a cama.

"Que lençóis são esses?". House perguntou.

"Gostou? São novos".

Os lençóis eram cheirosos, macios em um nível que beirava o luxo.

"Você pagou quanto nesse jogo de cama? Um milhão de dólares?".

"Cale a boca e aproveite". Cuddy disse sorrindo.

"Bom saber que o dinheiro destinado aos estudos de nossos filhos está indo embora em jogos de cama luxuosos".

"Você está ganhando um bom dinheiro, tenho uma grande responsabilidade por isso, se eu não tivesse te aturando por tantos anos, hoje você seria um desempregado ou um médico de emergência em um hospital qualquer". Ela falou segurando uma risada.

"Ah, agora a senhora é a principal responsável pelo meu talento?".

"Pela gestão competente de seu talento. Sim!".

House a abraçou pelas costas e começou a beija a orelha de sua esposa. Logo ele estava acariciando os seios.

"Sabe... não te dei nenhum presente de natal antes, estou pronto para dar agora". Ele começou a sussurrar no ouvido dela.

"Ah é? O que é?".

"Está aqui no meio das minhas pernas". Ele disse com a voz rouca.

"Que sutil esse meu marido é". Ela disse já excitada.

"Bebês dormindo, Ano Novo...". House dizia tirando a calcinha dela. "Gael, aprenda como tratar uma dama, elas gostam assim".

Com essa frase House a penetrou de surpresa. Ela já estava pronta para ele mas gemeu com o movimento, então ele ergueu a perna dela para ter um melhor ângulo e conseguir atingir seu ponto G.

"Ai Deus, House!".

"Bom?".

"Muito! Não pare nunca".

E ele continuou aumentando ainda mais o ritmo até que as nuvens do orgasmo tomassem os sentidos dos dois.


Músicas do capítulo:

Girls Just Wanna Have Fun – Cyndi Lauper

Mamma Mia - Abba

Jingle Bell Rock – Bobby Helms