A fanfic é classificada como M desde o início. Esse capítulo também não é diferente.


Capítulo 45 – Genética importa

Trinta e cinco dias após o parto Cuddy tinha consulta com Dr. Phillips. Ele a examinou e a liberou para retorno a vida normal, ou seja, a vida sexual.

House também estava 100% recuperado da Vasectomia. Com a desculpa de que ele precisava ejacular muito para liberar eventuais espermatozoides retidos no canal, Cuddy o ajudava diariamente com a tarefa, quando ela não podia, dado ao cansaço extremo, ele resolvia isso por si só durante o banho. Ele fez diversas observações nesse período e não notou absolutamente nenhuma diferença após a vasectomia, isso o proporcionou grande alívio.

Nesse dia Cuddy tratou de comprar preservativos, já que só seriam liberados para sexo desprotegido após alguns meses da vasectomia e com a confirmação do espermograma.

As crianças estavam agitadas, demoraram a dormir, mas finalmente todos estavam dormindo profundamente.

"Finalmente!". House disse já se aproximando de Cuddy.

"Calma lá. Não fazemos sexo há semanas precisamos de algo especial". Ela disse maliciosa.

"No que você está pensando?".

"Estou com desejo de chocolate com morangos". Cuddy disse mordendo o lábio inferior.

House arregalou os olhos quando ela o mostrou cobertura de chocolate e morangos frescos.

"Tire sua roupa toda e deite-se". Ela ordenou.

House excitado obedeceu.

Cuddy começou pelos pés dele. Dando tanta atenção a cada pequeno pedaço de pele.

"Eu amo seus pés. Eles são lindos". Ela disse mordendo o tornozelo dele. House não sabia o quão erógena era essa região de seu corpo.

Depois ela subiu pelas pernas dele, pulou a região da virilha, passou para a barriga, peito. Ela aproveitou e jogou muito chocolate nos mamilos dele e os lambeu, os mordeu. House estava já muito duro. Depois ela partiu para a clavícula e pescoço, ela chupou tanto o chocolate do pescoço e dos mamilos que House tinha certeza que ela deixaria marcas nessas regiões, mas ele pouco se importava. Então ela chegou a boca. Beijaram-se apaixonadamente, línguas eróticas entre chocolates e morangos.

"Uhhh". House gemia muito a essa altura.

Cuddy então desceu para a região da pelve do marido. Lambeu e mordeu a virilha. O pênis de House latejava a essa altura. Até que ela chegou lá. Cuddy jogou a calda de chocolate e começou a limpeza.

"Eu não vou durar muito assim". House avisou. "A menos que você queira comer chocolate com recheio de leite condensado". Ele falou malicioso.

"Uhhh, eu adoraria isso, mas hoje prefiro cavalgar".

Então, quando o pênis do marido estava totalmente limpo do chocolate, ela enrolou o preservativo e o montou selvagem.

"Calma, você... não está doendo?". House perguntou com dificuldade.

"Eu estou tão excitada... tão molhada... que não dói nada". Cuddy respondeu também com dificuldades.

"Você reparou que é a primeira vez que fazemos sexo com preservativos?". House perguntou.

"Sim!". Ela respondeu com poucas palavras começando a montá-lo com força e vigor.

"Que saudades de você". House disse apertando os seios dela que voavam para cima e para baixo enquanto ela o cavalgava.

"Eu também... oh... amo seu pau".

"Então se foda forte no meu pau". House dizia com olhos de desejo.

Os movimentos ficaram erráticos, eles não controlavam mais os gemidos, era puro prazer e paixão.

"Eu vou... eu vou...". Cuddy dizia.

"Vai... eu também... oh meu Deus! Isso é bom demais".

E gozaram.

Quando terminaram e voltaram de sua luxuria, House retirou o preservativo vermelho, deu um nó e o deixou sobre o criado-mudo.

"Você tinha que comprar um preservativo vermelho?". Ele disse se virando, abraçando Cuddy e a beijando no pescoço.

"Dizia que era pele com pele, eu queria menos plástico nos separando". Ela falou ainda recuperando o fôlego.

"Em breve não teremos mais nada entre nossas genitais". House falou agora beijando o mamilo dela.

Cuddy riu. "Sim. Em breve".

"Devo ter chocolate dentro da minha uretra". House falou com a voz cansada e Cuddy riu.

Depois de alguns minutos ela levantou-se e House estava dormindo profundamente. Ela pegou o preservativo para desprezá-lo em um local apropriado.


Cuddy estava cada vez mais afastada do hospital e mais interessada na consultoria de House e em sua família.

Já havia passado sete semanas desde que voltaram a fazer sexo, sempre com preservativo. Cuddy já havia voltado a trabalhar, mas sua cabeça não estava mais em Princeton. Naquela noite ela resolveu conversar com House.

"Eu estava pensando". Cuddy começou. "E se criarmos uma consultoria independente? Eu administro essa consultoria e você é o responsável pelos diagnósticos?".

"Você diz... sair definitivamente do hospital?". House perguntou surpreso.

"Sim!".

"Nunca pensei que esse dia chegaria. O hospital sempre foi seu bebê".

"Mas agora eu tenho três bebês em casa e duas crianças". Ela falou e riu.

"Sabe que quando você fala isso você se coloca em uma posição de pedofilia, não sabe?".

"Cale-se". Ela falou batendo no braço do marido.

"Eu adoraria". Ele falou.

"Ótimo. Vou pensar em algo, em uma maneira de realizarmos isso de forma a ganharmos mais dinheiro do que hoje e termos mais autonomia e férias". Ela disse.

"Tenho certeza que você vai. Daqui a uma semana teremos gráficos completos de vinte possíveis cenários e todos os detalhamentos de cada um, desde a concepção até dez anos no futuro". House falou bem humorado.

"Você se casou com uma louca por controle e planejamento. O que posso fazer?".

"Nada! Você é perfeita". Ele disse e a beijou suavemente.

No dia seguinte House tinha um espermograma agendado no consultório de Dr. Davis. Por orientação do médico, House estava em abstinência sexual de três dias, isso incluía masturbação, ele não podia ejacular nesse período.

"Você podia vir comigo amanhã e me dar uma mãozinha, literalmente". Ele falou para a esposa.

"Eu adoraria, mas duvido que deixariam que eu entrasse no espaço reservado para... o trabalho sujo". Ela riu. "No mais, temos uma creche aqui em casa, esqueceu?".

House foi até lá, ansioso e nervoso, e se ele não conseguisse o estímulo necessário para ejacular no pote? Qual embaraçoso isso seria. Mas se até Wilson conseguiu...

Chegando à clínica ele recebeu o frasco e a recepcionista o guiou até a sala destinada para a safadeza consentida. Mas antes transmitiu algumas recomendações.

"O senhor está abstinente de sexo e ejaculação nos últimos três a cinco dias?".

"Sim. Infelizmente". House respondeu.

"Tudo bem. As orientações são: Higienizar o pênis e as mãos com água, sabonete e secar com toalha limpa. Colher todo volume do esperma no frasco. É proibido usar lubrificante ou saliva durante a coleta".

"Tudo bem". House concordou.

O local era limpo, decoração simples, mas de bom gosto. Havia uma poltrona, abajur, opção de escolher diferentes cores de luzes, revistas, uma televisão com um DVD e um catalogo de filmes pornográficos diversificados. Mas pensar que inúmeros homens se masturbaram ali não estava ajudando. House pegou o álcool disponível e higienizou a poltrona, ele não iria confiar na higienização de mais ninguém.

"Tudo bem, precisamos nos animar". Ele falou para seu próprio pênis, mas antes o higienizou conforme orientação. Uma vez limpo ele retirou as calças, pendurou no cabide e sentou-se na poltrona.

Então ele olhou para o frasco. "Isso é intimidador. Será que alguém enche isso? Só se for um sujeito que não goza há séculos".

Nada estava ajudando, os pensamentos não estavam no tipo de coisa que precisava.

"Eu sempre pensei bobagem quando não devia, agora que preciso...".

Ele estava com seu celular então ligou para sua esposa.

"House, você já fez o exame?".

"Estou aqui e não consigo me animar o suficiente. Por favor, me ajude". Ele disse e Cuddy riu.

"Tudo bem, me dê um momento, me deixe ir para o quarto". Ela pediu para Marina e sua sobrinha Maria olhar os pequenos porque ela precisava atender a uma ligação importante.

"Pronto. Sou toda sua agora". Ela falou maliciosa.

"Comece a me animar porque o Pequeno Greg está derrubado".

"Uhhh... Imagine eu pegando seu pau e batendo ele de um lado para o outro. Depois eu lambo só a grande cabeça brilhante e apetitosa, adoro a cabeça do seu pau, adoro quando ela começa a se mostrar por trás da sua glande. Eu viro minha língua lambendo e chupando e soprando".

Nessa altura House estava duro e gemendo.

"Ai minha língua desce até a base, correndo todo o longo caminho que é seu pau grosso e pesado. Ele está enorme e rosado, não está?".

"Sim!". Ele disse gemendo.

"E as veias saltando, adoro todo o seu pau, ele é lindo, é gostoso".

"Uhhhh".

"Então, depois de provocá-lo e prová-lo eu finalmente o afundo em minha boca quente, fazendo movimentos para cima e para baixo, te deixando louco. Deixo que ele desça pela minha garganta, tão grande... Tão grosso... Eu tenho reflexo de vomito, lágrimas saem pelos meus olhos, eu canto alto e a vibração de minha voz te deixa louco, selvagem, eu estou molhada, muito molhada para tê-lo bem fundo dentro de mim, batendo no colo do meu útero...".

Nesse momento Cuddy ouve um gemido conhecido, com certeza ele estava gozando.

"Oh meu Deus!".

Ela esperou... esperou...

"Tudo bem, eu quase gozei fora do frasco, ia voar pela parede toda desse lugar, mas consegui colocar o frasco no último minuto". House falou.

"Que bom". Ela disse.

"Você é que é boa. Obrigado! Eu não vejo a hora de você fazer isso de verdade".

House desligou. Limpou-se, limpou o frasco, olhou para ele com orgulho, a quantidade de sêmen era respeitável. E saiu para entregar seu material genético.

No dia seguinte o resultado do exame apontou: zero espermatozoide na amostra. Ele estava liberado para sexo sem preservativos.


Seis semanas depois Wilson chegou desesperado para falar com House.

"Eu acho que algo aconteceu".

"O que? Quando? Onde?". House perguntou sarcástico.

"Olha isso". Ele mostrou o ultrassom 4D de sua filha com 32 semanas de gestação.

"Parece normal para mim". House respondeu.

"Veja que ela não se parece nada comigo. Nem lábios, nem rosto, nem queixo, nada".

"E você está surtando por isso? Agradeça a Deus que ela não puxou você".

"Não é que... e se trocaram meu material genético por o de outro homem? E se trocaram o material genético da doadora e o meu?".

"Wilson você sabe que o controle sobre esses materiais é enorme, é muito pouco provável".

"Mas tem uma probabilidade, pequena, mas existe. Você não teve esse problema, você tinha certeza que o material genético no útero de Cuddy era seu".

"Com Tommy e Bella eu não posso duvidar, mas Gael é uma mistura muito imprecisa". House falou bem humorado.

"Gael é seu filho. Ele tem características suas bem claras".

"E qual é o seu ponto?". House perguntou divertido.

"Eu farei um DNA quando nascer".

"Wilson tenha paciência. Ela está no útero dentro de líquidos por oito meses, deixa Mad sair e então você verá".

"É Mandy. Eu não quero devolvê-la. Meu medo é se ficar provado que não sou o pai biológico".

"Cuddy te daria melhores conselhos sobre isso, só te digo: Não surte muito".

De fato Wilson ficou completamente tenso e paranoico depois desse ultrassom. Cuddy tentou falar com ele e trazer alguma paz para o amigo, mas ninguém teve êxito.

Nesse ponto House e Cuddy haviam estruturado o projeto de consultoria. Continuariam com a parceria com Princeton que seria administrado pela Dra. Clemens, mas o casal teria maior participação nos lucros de consultorias e palestras e maior autonomia. Além de trabalharem de casa usando os recursos dos hospitais consultantes.

Cuddy estava em seu último dia em Princeton como reitora. Ela recebeu uma pequena festa com bolo, flores e um certificado enquadrado como reconhecimento pelos anos de trabalho árduo. Cuddy chorou, mas tudo valeu a pena e a vida nova que se apresentava para ela valeria a pena também, ela nunca teve tanta certeza.


"Eu não quero ir". House lamentava.

"Dorothy sempre esteve presente em nossos eventos, no mais Bella é amiga dela". Cuddy dizia.

"A menina fará um ano, Bella tem um ano e quatro meses, como você pode dizer que são amigas? Elas nem sabem que são seres humanos ainda".

"É modo de falar, elas sempre estão brincando juntas e não temos escolha, você não tem escolha, temos que ir".

Gael estava com cinco meses agora. Ele tinha definitivamente os olhos de Cuddy, mas era uma mistura dos dois, algo que deu certo. O menino era um belo bebê. Bochechas grandes rosadas, covinhas fofas, buraquinho no queixo, boca que tinha o formato de um biquinho, cabelos castanhos. Ele ainda estava sendo amamentado no peito por Cuddy. A cada dia ele queria se comunicar mais, ouvia música e cantava junto emitindo sonoras vogais. Era um bebê calmo e seus pais eram gratos por isso.

Tommy colocava qualquer coisa na boca, ele chegou a engolir uma peça de lego certa vez, seus pais preocupados o levaram para fazer um ultrassom, mas a peça saiu naturalmente no dia seguinte sem nenhum problema, Cuddy quase morreu até lá. O menino não podia ficar sem supervisão em nenhum segundo. Cuddy comprou livros de bebês para ele e Bella, a menina adorava ver as imagens em 3D, Tommy rasgava as páginas e comia.

"Bebê come au au". Ele disse quando comeu a imagem de um cachorro.

"Não olhe para mim eu não o ensinei a comer cachorros". House disse para a esposa.

O menino era um pequeno gênio. Ele sabia contar até dez e ler as vogais, está certo que sua mãe os incentivava, mas o menino era surpreendente. Os cabelos de Tommy eram loiros na tonalidade média e começaram a ondular um pouco, nada demais, só não eram mais tão lisos como anteriormente. O menino estava correndo o tempo todo, vivia com as bochechas rosadas de tanto correr.

Bella tinha cabelos castanhos escuros e encaracolados, lábios carnudos e vermelhos e grandes olhos azuis. Quando estava no supermercado com Cuddy recebeu proposta para um comercial de televisão, Cuddy agradeceu orgulhosa, mas recusou. A menina adorava pintura com as mãos, enquanto seu irmão adorava pintar as paredes. Cuddy quase teve um colapso uma vez que os deixou sozinhos por um minuto e quando voltou as paredes do quarto estavam todas coloridas, Tommy foi o autor da obra de arte. Bella gostava de pegar minhocas no quintal para beijá-las e as devolver para a terra.

Rachel estava cada dia mais independente e magra, a evolução na ginástica artística era evidente, a menina praticava por lazer, mas levava a sério e treinava bastante em casa. Seus cabelos estavam cada vez maiores, ela proibia sua mãe de pensar em cortá-los.

House queria comprar um cachorro, mas Cuddy era resistente.

"Com essa bolsa gigantesca Dorothy vai pensar que você morará lá pelos próximos anos e não que está só indo a uma festa". House disse para a esposa.

"Se você não notou temos três bebês. Tenho que levar coisas para os três".

Chegaram a festa, Bella estava brincando com Jennifer, Tommy com outros bebês e um tutor. Gael no colo de seu pai e Rachel se misturou com outras crianças.

"Que festa chata". House disse.

"Shhhh. Quieto House". Cuddy chamou a atenção dele.

"Se compararmos a uma série de televisão, nossas festas são as séries legais cheias de ação e essa é aquele tipo de série de televisão parada, onde nada acontece". Ele continuou.

De repente o tutor veio chamar o casal. "Seu filho Thomas puxou o cabelo de outra criança".

Os pais foram até lá.

"Thomas". Cuddy o chamou.

"Você é a mãe desse menino mal-educado?". A mãe da menina perguntou.

"Veja lá como você fala do meu filho". Cuddy respondeu irritada pegando Tommy.

"A minha filha não sai por ai puxando cabelo de ninguém". A mãe da menina continuou.

"O meu filho é extremamente inteligente e quer explorar o mundo, é uma criança curiosa. Só uma mente pequena acha isso ruim". House falou.

"Venha Tommy". House disse arrastando sua esposa e filho para longe de lá.

"Filho, você não pode puxar o cabelo de outra criança". Cuddy falou. "Isso dói".

"Dodói?". O menino perguntou.

"Sim. Dodói".

O menino riu.

"Não é para rir filho, isso é ruim, errado, não pode, é feio". Cuddy continuou.

"Feio?". O menino perguntou.

"Feio sim". Cuddy continuou.

"Filho vamos ver uma coisa legal". House pegou Tommy e entregou Gael para Cuddy.

O pai levou seu filho para ver o aquário de Dorothy.

"Peixinho". O menino disse feliz.

"Sim! Sua irmã Bella tem que ver isso, ela vai adorar".

"Pegar!".

"Não pode pegar Tommy, eles vão morrer se você tirá-los da água".

O menino olhou para ele sem entender.

"Dodói nos peixinhos se eles saírem da água". House explicou.

"Dodói!". O menino falou e riu.

"Deus me ajude que você não seja um psicopata, filho". House falou preocupado.

No final da festa, batidas na porta foram ouvidas. Dorothy foi atender e era o pai de Jennifer, o anão.

"Vim ver minha filha". Ele disse.

"Você não tem filha nenhuma". Dorothy disse batendo a porta na cara dele.

O pai da menina começou a bater insistentemente, todos os convidados pararam o que faziam e ficaram acompanhando o desenrolar das coisas. Depois de um tempo ele tentou pular a janela falhando miseravelmente.

"Retiro o que eu disse. Que final de temporada surpreendente". House disse.