Capítulo 68 – Pré-adolescentes
Tempos depois...
A família esteve no Canadá nas semanas anteriores. House tinha uma palestra então, como usual, foram todos.
Dias atrás House terminou de escrever seu segundo livro. Estava com a editora para revisão.
Rachel com dezesseis anos era uma adolescente bastante madura, seus pais confiavam muito nela, até House passou e ser menos possessivo com a filha. Ela era uma bela garota, seios muito desenvolvidos, pernas e glúteos avantajados, ela chamava a atenção por onde passava. Além disso, Rachel ostentava um cabelo castanho comprido e liso, olhos que lembravam o da mãe, mesmo não sendo filha biológica e boca que era toda de House, mesmo não sendo seu pai biológico. Ninguém diria que ela não compartilhava os genes dos pais. Ela já tinha uma estatura maior que a de Cuddy aos dezesseis anos, mas não chegaria perto de seu pai como Rachel almejava.
Rachel namorou com Joe, um jovem de dezessete anos, por quatro meses, mas não deu certo. Cuddy e a filha mantiveram esse relacionamento longe de House, elas não queriam abusar do bom comportamento recente do pai da jovem.
Bella era uma pré-adolescente de onze anos, a menina lia compulsivamente e mantinha uma postura altiva e autoconfiante, mas com uma doçura como contraparte. Ela nem pensava em garotos, e tão pouco era tão sociável como seus irmãos, Bella era um tanto solitária e isso preocupava a mãe, mas House dizia que Cuddy deveria considerar que ele não era o ser mais sociável do mundo, logo a filha tinha a quem puxar. Quando Madonna ficou doente, Bella quase adoeceu junto, felizmente ambas estavam bem agora.
A menina chamava a atenção por onde passava, aqueles olhos azuis brilhantes, boca carnuda e vermelha naturalmente, cabelos castanhos brilhantes e encaracolados. Cada dia que passava ela parecia-se mais fisicamente com Cuddy, apesar da cor dos olhos e o nariz serem como os do pai.
Cuddy começou a se preocupar, pois sua filha estava chegando à adolescência e precisavam ter 'a conversa'. Ela sabia que não seria nem de perto igual à conversa que teve com Rachel. Mas ela precisava abordar esse tema com a filha e logo. Um dia, quando estavam sozinhas, ela viu a oportunidade ideal.
"Bella, filha... Preciso falar com você". Cuddy começou.
"Pois não, mamãe". Bella respondeu.
"Você tem onze anos agora e em breve seu corpo vai começar a mudar para se tornar uma mocinha...". Cuddy começou e foi interrompida pela filha.
"Mamãe, eu já sei de tudo isso que você vai me dizer". A menina falou e Cuddy ficou surpresa.
"Do que você já sabe?". A mãe perguntou.
"Eu li tudo no livro 'O corpo da feminista do futuro'". Bella falou.
"Esse livro não é para crianças". Cuddy falou séria.
"Mas deveria ser, é bastante esclarecedor". Bella disse.
"Você leu sobre... tudo?". Cuddy estava perturbada.
"Li sobre bastante coisa. Menstruação, hormônios, sexo, gravidez, orgasmos, métodos contraceptivos, coisas assim". Bella disse e Cuddy corou.
"Tudo bem... Você tem alguma dúvida?". A mãe perguntou sem jeito.
"Por ora não". A menina respondeu e Cuddy lembrou-se de House dizendo 'que menina fala assim?'.
"Tudo bem, filha". Cuddy ia saindo sentindo-se derrotada, mas voltou.
"Bella, as coisas na vida não são como nos livros. É ótimo ler, mas tem coisas que só aprendemos na pratica. E alguém que já vivenciou isso e te ama muito, pode ajudá-la. Se precisar de alguma coisa, se tiver duvidas, venha falar comigo".
Ela saiu e Bella ficou reflexiva.
"Como foi?". House perguntou horas depois.
"Primeiro eu pensei que foi péssimo, depois acho que foi bom". Ela disse e House continuou olhando para ela sem entender.
"Ela leu tudo em um livro... O corpo da feminista do futuro'".Cuddy disse.
"Como ela teve acesso a esse livro?". House perguntou. "E quem escreve um livro desses?".
"O livro é meu, ela deve ter encontrado nas minhas coisas. E quem escreveu foi uma feminista muito talentosa, é um bom livro, mas não para crianças".
"E o que ela leu nesse livro?". House perguntou.
"Tudo". Cuddy respondeu.
"Oh meu Deus!". House deixou escapar.
"Pois é... Até formatos de himens, como atingir o orgasmo múltiplo, como se masturbar...".
"Pare! Já é trágico demais". House falou chocado. "Por que você comprou um livro desses? Você não está feliz com o que temos?"
"Claro que sim". Cuddy falou se aproximando do marido. "Mas eu preciso estar atualizada para o beneficio de nós dois". Cuddy disse beijando-o.
"Eu já estou feliz com o que temos". Ele falou enquanto se deixava levar pelos beijos de sua esposa.
"Então vem aqui, me deixa testar algo que aprendi no livro, chama-se: sufoca ganso".
"Uh... sugestivo. Mas pensar que Bella aprendeu isso também é um tanto quebra clima".
Cuddy riu. "Nossa filha pode ser sexóloga daqui a pouco".
"E você acha isso bom?". House perguntou preocupado.
"Bella é... peculiar". Cuddy falou. "Talvez isso seja bom para ela. Ninguém pode negar que ela está bem informada".
House balançou a cabeça em negação. "Que isso fique só na leitura, que não venham experimentos práticos".
Cuddy riu. "Bella nem pensa nisso agora, mas quando ela pensar, tenho dó do garoto".
Ela riu, mas House estava muito incomodado com a autossuficiência da filha. A cada dia a menina lembrava mais ele mesmo, isso era assustador.
Tommy estava com onze anos também, ele já era um atleta mirim promissor e estava sendo monitorado por especialistas. O menino tinha um desenvolvimento físico surpreendente, era muito alto e os músculos já estavam se desenvolvendo. Cabelo loiro escuro com poucas ondulações, olhos e todo o resto de seu pai. Ele chamava a atenção das meninas mais velhas, pois quem olhasse para ele nunca imaginaria que o rapaz tinha apenas onze anos de idade. Nas últimas semanas ele teve seu primeiro beijo de língua, foi com uma jovem de treze anos. Tommy gostou tanto que só pensava em repetir. Ele não era nada tímido ou contido, então ele fez questão de contar para todos sua experiência durante um jantar.
"E você Tommy, como foi o seu dia?". Cuddy sempre perguntava isso para todos durante o jantar. House caçoava dela, mas nesse dia até ele foi surpreendido.
"Foi bem. Tive prova na escola e fui bem e também treinei na piscina depois. Ah... eu beijei uma menina da escola". O menino respondeu e House riu.
"Você beijou? Como?". Todos arregalaram os olhos esperando a resposta.
"Beijando... com a boca, com minha língua".
"Eca!". Gael disse. O menino ainda não tinha nenhum interesse no sexo oposto.
"Foi bom". Tommy complementou.
"Você beijou de língua?". Rachel perguntou.
"Sim, ué. Qual o problema?". Tommy perguntou, para ele não havia nenhum problema.
"Papai... você surtou comigo quando eu beijei pela primeira vez. E Tommy? Ele tem só onze anos". Rachel cobrou seu pai.
"Tommy... você está beijando as meninas por ai?". Cuddy perguntou chocada, seu coração estava doendo, afinal, ele era seu bebê.
"Eu só beijei essa, por enquanto".
House riu.
"House!". Cuddy disse.
"O que posso fazer?". House perguntou.
"Faça um inferno da vida dele como você fez da minha vida". Rachel respondeu.
"Rachel!". Cuddy chamou a atenção da filha.
"Tão humanos". Bella falou balançando a cabeça negativamente.
"E você é uma alienígena chata". Tommy disse para a irmã.
"Ignorando em três... dois... um...". Bella falou.
"Parem todos. Tommy, você vai conversar com seu pai depois do jantar. Você e Gael". Cuddy ordenou.
"Comigo? Por quê?". House falou.
"É... Por quê?". Tommy perguntou.
"E por que eu também? Não tenho nada a ver com isso. As meninas dizem que eu sou fofo, mas eu não quero enfiar minha língua na boca delas". Gael falou.
"Vocês vão falar com seu pai sobre coisas de homens". Cuddy falou.
"Boa sorte!". Rachel disse rindo.
"Era melhor se eles tivessem lido algum livro". Bella falou.
House olhou para a esposa tentando entender, mas Cuddy o ignorou completamente.
Gael tinha dez anos, estava crescendo muito, mas manteve o cabelo na cor mel com lindos cachos. Olhos azuis de sua mãe e as covinhas e furo no queixo continuavam lá. Ele nem pensava em garotas, ele gostava de brincar com Mandy e com seus colegas da escola, ainda praticava judô, já estava na faixa amarela, inclusive na última faixa que Gael recebeu, Cuddy quase morreu do coração durante o exame devido à queda em sua pressão arterial. Mas o que Gael realmente amava era a música. O menino se dedicava tanto que já tocava inúmeros instrumentos. House e ele divertiam-se nos finais de semana.
Após o jantar daquele dia Cuddy foi procurar House que se escondia na Caverna do homem.
"Não adianta se esconder". Cuddy falou.
"Eu não vou falar com eles, Tommy deu um beijo e Gael tem dez anos e nem pensa em meninas".
"Você vai!". Cuddy o ordenou. "Logo eles serão adolescentes".
"Ano que vem eu falarei com eles".
"Agora!". Cuddy disse séria.
"Você não manda em mim". House disse a provocando.
"Se você não falar com eles eu não vou falar com o pequeno Greg".
"Você não precisa falar, basta...". Cuddy o interrompeu.
"Não farei nada com o pequeno Greg".
"Quem me disse que nunca mais me chantagearia com sexo?". House a confrontou.
"Eu já te disse uma vez... Eu menti".
House bufou.
"House, Tommy tem onze anos e já está beijando meninas. Se você quiser falar com ele separadamente de Gael...".
"Não. Se terei que fazer isso será como arrancar um curativo: de uma vez".
"Quando você teve sua primeira ejaculação?". Cuddy perguntou.
"Não lembro... Tive tantas depois...".
"Sério que você não se lembra?". Cuddy perguntou desconfiada.
"Com uns doze anos... Eu acordei assustado por estar todo molhado após um sonho particularmente intenso, fui correndo tomar banho e queimar minha cueca".
"Queimar a cueca?". Cuddy perguntou surpresa.
"Se meu pai descobrisse que eu molhei as calças eu estaria ferrado. Não sabia que aquilo era ejaculação, se bem que... se ele descobrisse que eu gozei nas calças iria ser ainda pior". House desabafou.
Cuddy o abraçou. Sempre a abalava ouvir sobre a infância difícil de seu marido.
"Então... você quer o mesmo para nossos filhos? Que eles não saibam o que é quando acontecer?".
"Eles sabem que não seremos violentos porque eles molharam as calças". House argumentou.
"Mas serão ignorantes com relação ao resto?". Ela falou enquanto beijava o pescoço do marido.
"Hoje em dia todo o garoto sabe das coisas, internet, televisão...".
"House fale! Por favor!". Cuddy pediu dando mais um beijo nele.
House finalmente concordou.
No dia seguinte House chamou seus garotos para a Caverna do homem.
"Vamos ter uma conversa de homem para homens". House disse.
"Fizemos algo errado?". Tommy perguntou confuso.
"Não... Agora que vocês estão crescendo, logo vão ser adolescentes, precisamos falar sobre algumas mudanças que acontecerão nos corpos de vocês. Em breve vocês vão começar a perceber as diferenças... Vão aparecer pelos pelo corpo de vocês, o pênis de vocês vai mudar, ele começará a ter outras... funções além da de eliminar a urina. E vocês começarão a sentir-se... bem... quando ele estiver ereto".
"O que é ereto?". Gael perguntou.
"Duro". House respondeu sem rodeios.
"Nosso pênis vai ficar grande?". Tommy perguntou.
"Vai começar a crescer...". House respondeu tentando não rir.
Ninguém disse que seria tão difícil conversar com seus filhos de coisas naturais.
"Além disso, vocês vão se interessar por outras... coisas. Vão ficar um pouco obsessivos sobre essa coisa. Tudo isso é normal... Não é errado ou pecado". House continuou.
"O que é essa coisa?". Tommy perguntou.
"Garotas para alguns, garotos para outros. E alguns pensam nos dois...". House disse, ele não queria confundir seus filhos, mas ele precisava falar a verdade. "Adolescentes geralmente pensam obsessivamente sobre isso... É normal, vocês não estarão ficando loucos ou depravados".
"Obsessivo quanto?". Tommy perguntou.
"Isso depende... Para mim isso representava 80% dos meus pensamentos adolescentes". House explicou.
"Wow!". Os dois disseram ao mesmo tempo.
House falou com os filhos sobre ejaculação, esperma, masturbação e gravidez. Pediu para eles irem até ele quando a primeira ejaculação acontecesse, assim ele poderia orientá-los melhor.
"Mas qual é a cor do esperma?". Tommy perguntou, como sempre interessado em detalhes do corpo humano.
"É meio branco leitoso, meio transparente. Pode variar de acordo com o tempo de abstinência ejaculatória do individuo".
"Qual é o cheiro?". Tommy continuou.
"Lembra água sanitária, cândida. Também pode variar com a dieta do sujeito".
"Você sente alguma coisa quando ele sai?". Tommy continuou sua saga investigativa.
House riu. "Você sente-se muito bem quando ele sai".
"Como assim você se sente bem?". Tommy perguntou confuso.
"Filho, tem coisas que você aprende com o tempo, não precisa perguntar todos os detalhes". House falou querendo cortar as perguntas.
"Dá para ver os espermatozoides?". Gael perguntou assustado. "Eu tenho bichos dentro de mim?".
House riu.
"São microscópicos, seu burro!". Tommy respondeu para o irmão.
"Eu não sou burro". Gael respondeu de volta.
Então começou uma discussão.
"Ótimo!". House exclamou frustrado.
"Em resumo". Tommy comentou. "Então colocamos o pênis duro dentro de uma garota e o esperma sai, entra dentro dela e encontra o óvulo e isso gera um bebê?".
"Basicamente isso". House respondeu.
"Quem vai querer fazer isso?". Gael perguntou confuso.
House riu. "Acredite em mim, daqui a alguns anos é tudo o que vocês vão querer fazer".
"Por quê?". Tommy perguntou.
"Porque é bom, te dá uma boa sensação". House respondeu. Ele queria morrer para poder sumir de lá.
House ainda falou de preservativos e de como ele previne gravidez e doenças. Falou sobre menstruação.
"Sempre achei as meninas estranhas... agora está provado: elas sangram". Gael disse e fez seu pai rir.
"Como é se masturbar?". Tommy perguntou.
"Você nunca fez isso?". House perguntou desconfiado.
"Já, mas não senti nada muito bom como dizem por ai". Tommy respondeu.
"Você vai... acredite em mim". House respondeu. "Só... não deixe sua mãe ou irmãs te pegarem fazendo isso porque será constrangedor para ambos. Dica: Faça isso durante seu banho embaixo do chuveiro ou... ache algo para esconder sua... arte final. Mas depois limpe tudo. Ouviram? Limpe tudo sem deixar evidencias".
"Mas isso é nojento, eu não vou querer me masturbar". Gael disse.
House riu. "Vamos conversar novamente daqui a dois ou três anos aí você vai me dizer".
"Você se masturba?". Tommy perguntou.
Realmente ele queria sumir dali. "Às vezes, agora não muito porque... homens casados tem outras distrações". House respondeu.
"Quais distrações?". Gael perguntou.
"Sua mãe!". House disse.
Os meninos ficaram pensando e House tratou de encerrar a conversa.
"Tudo bem... tudo bem... vocês vão aprender muita coisa com o tempo. Quando vocês tiverem a primeira ejaculação me avisem e conversaremos mais a respeito dessas coisas. Antes disso, mantenham seus pênis dentro de suas calças". Ele falou e saiu.
Cuddy o viu saindo e correu para seu marido.
"Falou com eles?".
"Sim e foi bizarro". House respondeu.
"Bizarro como?". Ela estava preocupada e curiosa. "Venha!". Cuddy o arrastou até seu escritório.
"Conte-me tudo!". Ela ordenou.
"Nunca mais quero fazer isso". House disse.
"Fale logo!". Ela estava impaciente.
"Tommy só queria saber tudo a respeito de tudo. Ele ficou super interessado nas características do sêmen e em se eu me masturbo".
"E o que você respondeu?". Cuddy perguntou arregalando os olhos.
"Sobre as características do sêmen?".
"Não... sobre se você se masturba".
"A verdade... que às vezes eu ainda me masturbo, mas que você é suficiente para a maioria do tempo".
"House!".
"Cuddy!".
"Não fale de nossas intimidades para nossos filhos". Ela disse.
"Não falei. E Gael... ele estava com medo dos espermatozoides".
Cuddy riu.
"Eu te disse que eles eram muito jovens, especialmente Gael". House falou.
"Mas eles estão avisados e quando acontecer algo... eles irão falar com o pai deles". Cuddy disse.
"É o que esperamos". House complementou.
"Ótimo". Cuddy deu um beijo nele.
"Da próxima vez eu compro um livro e pronto. Você teve sorte com Bella, a autodidata".
Cuddy riu.
"Mais tarde eu vou te compensar brincando com seu esperma". Ela falou maliciosa.
"Uh!". House gemeu. "Esses meninos não fazem ideia do que a vida os reserva, tão inocentes".
Naquela noite...
"Onde está o unicórneo?". House perguntou para a esposa referindo-se ao vibrador dela.
"Nem sei...". Ela falou enquanto escovava os dentes.
"Você o guardava em uma caixinha de madeira". Ele falou.
"Eu não faço ideia. Deve estar no meu guarda-roupas. Nunca mais precisei dele já que tenho algo melhor agora". Ela falou maliciosa enquanto usava o fio-dental.
"Ah é?". House levantou-se e foi até ela no banheiro. Ele a pressionou contra o armário do banheiro e começou a roçar seu pênis ainda flácido na bunda de sua esposa por sobre a calça enquanto aplicava beijos pelo pescoço dela.
"Você quer agora o que é seu?". Ele sussurrou no ouvido dela.
"Eu quero a toda hora o que é meu". Ela respondeu largando o fio dental e se concentrando nas sensações que ele a fazia sentir.
Eles continuavam a dança e Cuddy podia sentir House duro atrás dela.
"Então eu vou te dar o que você quer aqui mesmo". Ele falou com voz de desejo.
Ele arrancou a toalha que a cobriu e começou a massagear sua vulva, ele estava atrás dela. Cuddy gemeu e abriu mais suas pernas para dar-lhe melhor acesso.
"Tão molhada para mim". Ele falou e aplicou uma mordida no pescoço dela.
"Argh!". Ela gemeu de dor e prazer ao mesmo tempo. "Se me deixar marcada eu te mato".
Ele riu e já a penetrou.
Cuddy não esperava e gemeu surpresa enquanto seu corpo acomodava o pênis expressivo de seu marido.
"Sente isso?". Ele perguntou com uma voz sussurrante perto do ouvido dela.
"Sim. Tão bom! Tão grande!". Cuddy respondeu gemendo.
"É seu! Todo seu!". Ele falou lambendo o pescoço dela.
"E eu sou sua também. Toda sua!". Ela respondeu.
Ele começou com movimentos lentos mais firmes. Ela gemia. Depois de alguns minutos Cuddy estava apoiada sobre a pia e House a levando por trás. Os movimentos eram rápidos, mas House tirava todo o seu pênis antes de mergulhá-lo novamente.
"Oh meu Deus!". Cuddy gemia com cada novo mergulho do pênis de seu marido.
E assim foi por mais alguns minutos até que estavam perto do clímax.
"Eu vou...". Cuddy gemeu.
"Goza para mim, baby". House a incentivou e não precisou de mais, Cuddy gozou forte. House sentiu-a apertar a seu redor e foi junto com sua esposa.
"Oh meu Deus!". Cuddy falou ainda com House dentro dela. "Não se mova senão eu caio. Minhas pernas estão moles".
"E como você acha que minhas pernas estão?". House respondeu.
"Sua perna dói?". Cuddy preocupada perguntou.
De fato nos últimos dias a perna de House voltou a dar sinais de dor, ele intensificou exercícios e fisioterapia.
"Não só aquela perna, a outra também". Ele disse e Cuddy riu.
"Eu preciso sair. Meu pênis está sensível". House falou e puxou-se para fora dela.
Cuddy se segurou a pia para não cair.
"Foi... intenso". House falou enquanto limpava seu pênis com a mão.
"Foi ótimo". Ela respondeu sorrindo enquanto o sêmen de seu marido escorria por suas coxas.
"Eu sempre gosto dessa imagem". Ele falou.
"Você sempre foi pervertido". Cuddy respondeu.
"Isso não é perversão, é arte". Ele disse e Cuddy riu.
Na manhã seguinte ao sexo no banheiro eles já estavam tomando café, as crianças ainda dormiam, como era domingo eles deixaram seus filhos na cama até mais tarde.
"Olha o que você me fez". Cuddy apontou para uma marca roxa em seu pescoço.
House riu. "Isso é a marca do amor".
Cuddy riu. "Sim, é o que devo falar para quem perguntar?".
"Claro".
Ela balançou a cabeça, mas sua atenção mudou para o telefone que tocou. Ela atendeu.
"Oi Wilson". Cuddy falou e House sorriu. Seu amigo passou por maus momentos por conta de Mel, mas estavam se recuperando.
"Prenderam o suspeito?". Cuddy falou olhando para House. "Mel terá que ir reconhecê-lo".
House arregalou os olhos, era uma ótima notícia, mas péssima ao mesmo tempo. A garota estava finalmente deixando essa história para trás mas agora teria que ir reconhecer o sujeito?
Nesse momento a campainha da porta tocou e House foi atender.
"Bom dia, senhor House".
Continua...
