Eric disse certa vez para Lorrah que Henrietta é seu oposto, enquanto a redneck é como uma analogia com fogo, Henrietta é de gelo. Até as casas por coincidência representa essa diferença: enquanto a casa da ruiva é vermelho, a casa da gótica é azul. Se a casa do Cartman fosse roxa seria mais coincidência, afinal a cor é combinação de azul e vermelho, contudo é verde.
Uma semelhança entre Henrietta e Eric são suas respectivas mães. Lorrah pode não ter encontrado pessoalmente, mas pela foto pode ver que é das típicas mães que mimam os filhos com muito orgulho. Diferença que ela tem pai e um irmão mais novo. O interior da casa não tem tanta diferença como as outras casas de South Park, contudo o quarto apresenta uma decoração e cor diferente. Um quarto gótico e sombrio tendo muita referência músicais e literatura.
— Nossa. Que quarto diferente - disse Lorrah olhando em volta.
— Gostou? - pergunta a gótica sentando na cama.
— Tem algumas coisas que acho bizarro como a caveira com velas e o tapete de pentagrama, mas a cor do quarto e alguns postes de filmes antigos gostei muito.
— Você é a primeira pessoa não gótica que trago para meu quarto - ela cruza as pernas para sentar.
— Sério? Nem para aquelas pessoas que você precisou fazer trabalho escolar?
— Conformistas levo para o porão. Amigos e afins levo para meu quarto.
— Eric já entrou aqui?
— Não. Quando veio aqui perdeu muito tempo em mostrar que é um rapaz… direito - disse Henrietta com náuseas a última palavra -... que não teve tempo para convidá-lo para meu quarto.
— Você queria que entrasse no seu quarto?
— Apesar ver que o filho da puta iria falar do meu quarto. Não que fosse dar meu cu para ele aqui como fiz na casa dele.
— Etta - Lorrah cora.
— Que foi? Não é relacionamento, algum problema em falar que já trepei com ele?
— Isso é meio… direto demais - diz toda envergonhada.
— Vai me dizer que ele ainda não tirou seu cabaço?
— Isso não vem ao caso - Lorrah cora - aliás como pegou o gosto para cultura gótica?
— Quando era conformista lá quando estudava no primeiro ano do ginásio andava muito com aqueles grupinhos das menininhas. Não tinha dificuldades de interagir, mas toda hora escutar brincadeiras com meu peso me enchia a paciência. Daí conheci Michael e Peter que me apresentaram a cultura gótica estou firme até hoje.
— Até bem mais comum que pensava.
— Nós góticos somos considerados um grupo que reflete muito sobre as dores e o sofrimento, não significa que todos são infelizes. Cada um tem seu problema, mas não significa que vai ser o pilar de nossas vidas. Os conformistas pensam que só pessoas que deixaram dominar pela tristeza viram góticos.
— Eu também achava - disse Lorrah sem graça.
— Aposto que você é redneck por ter se deixado levar.
— Então quadro bonito - disse vendo uma ilustração do poema "O Corvo" de Edgar Allan Poe.
— É bonito - disse Henrietta ao se levantar e aproximar da ruiva - mas tem coisas mais interessantes.
— Como que? - disse sem tirar os olhos do quatro.
— Como uma ruivinha carente - a abraça por trás onde suas mãos já ficam por cima da barriga da magra.
— Etta - ela cora.
Logo Lorrah se vira para um beijo nos lábios da gótica. A mais cheia já corresponde retribuindo, ou melhor, tendo controle dos lábios da outra. Suave e intenso, talvez sejam as palavras apropriadas para descrever a ação. Henrietta abraça a cintura fina de Lorrah que retribui apoiando suas mãos na nuca da mais robusta. A gótica morde os lábios inferiores de Lorrah e logo sussurra com uma voz com uma mistura sua tradicional frieza com leve tom provocativo:
— Está hora de conhecer a experiência de está na cama com uma mulher.
— Etta - Lorrah cora.
Não precisa de muitas palavras apenas as duas vão para a cama espaçosa (parece que Henrietta e Eric são os únicos que conhece que tem o luxo de estarem em cama de casal). Lorrah está receosa ao mesmo tempo excitada, nunca teve uma experiência tão… 'intensa' como uma mulher. Como amante ao ramo culinário sempre está aberta de experimentar novos… 'sabores'.
As duas param de andar e sem perder tempo Henrietta lambe o pescoço de Lorrah fazendo ela gemer. Ao mesmo tempo a primeira já tira os óculos da segunda e joga no canto da cama, enquanto lambe aquela pele pálida e sardenta. A segunda quase cai no chão, mas sua parceira a segura na cintura meio que a segurando.
A blusa de Lorrah é puxada para cima para ser tirada junto com a camisa. Para ajudar levanta os braços para cima para facilitar o processo. Não impede da mesma virar as peças pelo avesso. Desta vez são jogadas no chão.
Lorrah é empurrada na cama caindo de costas. Parece que Henrietta também abraça a filosofia de 'respeite minha autoridade'. Observa a gótica dando um sorriso malicioso ela abre o zíper atrás do seu vestido. Ela só puxa para baixo ao mesmo tempo que rebola de forma leve.
A ruiva fica sem palavras pela cena que está vendo. Para ela, a mulher que está de calcinha e sutiã é a representação do perfeccionismo anatômico de uma mulher ocidental. Seios fartos, bunda gigante e um acúmulo de massas muito bem distribuído. Mesmos os 'pneuzinhos' da barriga da gótica dá um ar de graça para a mulher. Henrietta não é gorda, mas sim a representação física de mulher atraente. O corpo que Lorrah gostaria ter. A gótica está usando calcinha e sutiã preto uma meia calça transparente preta
Já viu muitos relatos que animais predadores conseguem dominar suas presas apenas com olhar. Nesse momento que sente quando Henrietta a encara. Só sai do transe quando gótica fala:
— Tire seu short jeans. Não é fácil de tirar.
— Cadê toda aquela técnica de tirar a roupa de forma.
— Em histórias de casais lésbicos normalmente usa uma roupa fácil de tirar. Você usa roupas de frio.
— Aliás, por que você não usa roupa de frio?
— Eu me aqueço meu ódio. Vai querer conversar ou fazer sexo? Porque se for a primeira já coloco meu vestido.
— Não. Pera um pouco - Lorrah tira seu short jeans ficando só de sutiã e calcinha vermelhos e as meia calça grossas colorida.
— Então você gosta de usar vermelho? - Henrietta sobre na cama ficando em cima de Lorrah.
— Antigamente usava branco, mas como Eric usa muito vermelho me apaixonei pelo vermelho.
— Já pensou usar preto?
— Queria dá mais cor para Eric, afinal duas namoradas de preto ficaria repetido.
— Não é o Eric que você precisa se preocupar, mas sim comigo. Relaxe, você vai gostar.
— Tá bom.
As duas se beijam de forma intensa, enquanto um faz calicia no corpo da outra usando o tato para curtir a textura da pele. Ambas são macias que só os cuidados da vida moderna poderiam oferecer. A respiração acontece ao mesmo tempo do beijo proporcionando gemidos baixos e abafados na troca dos batons de cor vermelho leve com o intenso preto. Henrietta sente as mãos de Lorrah diretamente na sua bunda. Não vai só repousar naquela grande e farta parte, mas já aperta com vontade, só não chega a ser do nível de machucar.
— Parece que você adora minha bunda - disse Henrietta gemendo.
— Com certeza - Lorrah disse mordendo os próprios lábios - ela é tão grande e farta.
— Você também tem uma bunda grande.
— Mas ela não chega nem perto da sua.
— Isso porque você é magrinha.
— Por isso que amo seu corpo.
— Se você gosta tanto da minha bunda - se afasta um pouco e fica de quatro - aproveite.
— Oba - Lorrah diz com os olhos brigando.
A gótica esperava toques ou palmadas, mas a mais magra em vez disso ela esfrega sua cara com tanta intensidade na bunda que parece que está esfregando seu rosto em um travesseiro. O rosto feminino praticamente se enterrando nas bandas daquela região sentando a fragrância da pele, da intimidade da gótica e também de algo… naturalmente que distancia muito… de um exemplo de um… bom cheiro. Também tem as mãos femininas que apertam e mexem as bochechas da bundas.
— Caralho - disse Henrietta em uma mistura de surpresa e gemido reprimido.
A gótica sente sua calcinha sendo tirada para deixar ela totalmente exposta. Sua entrada já está bastante molhada e úmida pela excitação e esperava a língua da redneck, contudo a língua foi para uma outra entrada… mais seca e mais… nada recomendado em questões de higienes. Em outras palavras Lorrah sem nenhum pudor está chupando o ânus de Henrietta de uma forma parecendo um tamanduá enfiando a língua querendo seu alimento. Talvez a sorte da redneck segundo Henrietta que não tá tendo 'munição'.
Não sabia que Lorrah assim como Eric era disposto ao beijo grego. A diferença que o masculino lubrificava a entrada, enquanto Lorrah está literalmente 'fudendo seu cu com sua língua'. O primeiro orgasmo de Henrietta faz sua intimidade jorrar como geiser tendo assim pela primeira vez uma ejaculação feminina.
— Gostou? - disse Lorrah em um jeito maroto.
— Caralho. Parecia que sua língua era um pequeno pênis que tava me fodendo - Henrietta tira sua calcinha por completo.
— Me empolguei demais.
— Preciso dá uma lição em ti – Henrietta abraça Lorrah por trás e começa lamber em volta da orelha.
— Etta – Lorrah fecha os olhos se entregando facilmente pela dominação da outra.
— O que foi? Apenas estou começando – acaricia o queixo – nem vai tentar bancar a difícil? – já acaricia o abdômen da ruiva - esperava mais desafio.
— Etta – diz sussurrando.
— Até que você tem um sabor bem gostoso – começa lamber o pescoço da outra.
Lorrah solta seu primeiro gemido pouco alto.
— Você vai querer algo mais hardcore ou mais suave? – a gótica pergunta, mas não houve resposta – que tal começar te morder um pouco?
Henrietta nunca foi fã do grupo de vampiros, mas histórias mais tradicionais com esse tema sempre gostou. Até gostaria que suas presas crescessem, mas isso é apenas um detalhe. Já derruba Lorrah e chupa o pescoço deixando sua marca no pescoço.
"Eu sabia Henrietta também deixaria sua marca no meu pescoço" pensa redneck.
Mais uma vez as duas se beijam e indiretamente Henrietta sente seu "sabor" na língua de sua namorada.
Henrietta não diz nada, apenas tira seu sutiã fazendo que seus seios tenham finalmente liberdade e ficando desta vez só com a meia calça. Lorrah se levanta um pouco para tirar seu sutiã. Seus seios não são tão grandes, mas já está conformada com isso. Pelo menos tem os seios de sua namorada para compensar a falta que ela tem.
Vendo Lorrah seminua já atiça Henrietta a continuar chupando e mordendo o corpo da redneck. É incrível como mistura um ar de inocência com sexualidade, algo comparável com as gueixas que esperam seus clientes como uma virgem em sacrifício, porém tendo a diferença que em Lorrah tem muito o ar do interior rural.
Mais uma vez inicia um beijo mais suave para depois explorar com sua língua os lábios da outra, assim como queixo e pescoço. Enquanto suas mãos apalpam os seios da virgem. Lorrah fecha os olhos para curtir cada momento.
Apalpa os seios como se fossem duas espumas suaves, enquanto sua língua lambe toda extensão da região sentindo a textura da pele pálida e pulsação sanguínea que bate acelerado sentindo cada toque que tem objetivo de dar prazer ao máximo na outra. Entre beijos e lambidas que tentam tardar a chegar naquelas auréola rosa em gradiente que encontram rígidos e transbordantes de prazer. Os gemidos da redneck ficam cada vez menos inibidos a cada momento. Até quando chega em um dos bicos que suga como se a mamífera estivesse atrás de leite.
Enquanto se ocupa em saborear os seios não deixa de abrir a passagem entre as pernas de de Lorrah para ter um acesso prévio daquela entrada que até aquele momento tendo a única proteção a calcinha de renda que cada momento encontrasse emudecida pelo prazer sentido.
Henrietta até gostaria de continuar toda sua atenção nos seios, mas sua namorada precisa de atenção em todo corpo. Sem perder o ritmo, começa trilhar caminho com sua língua para a barriga com a finalidade de chegar a entrada de Lorrah.
— Posso? – a cega pergunta como se clamasse para ter permissão para ter acesso a entrada imaculada.
Lorrah não responde apenas balança a cabeça em sinal de confirmação. Para susto de Lorrah, Henrietta rasga a calcinha de Lorrah onde a primeira pode ver o sexo com detalhes de cor da intimidade de sua namorada. Henrietta começa a lamber toda extensão do sexo da ruiva começando com clitóris para os pequenos e grandes lábios no sentido horário. Lorrah segura nos lençóis se contorce e a não abrir sua boca como se sentisse culpada do prazer que está sentindo dando impressão que está cometendo um grande sacrilégio em pecar, porém seu corpo denuncia o contrário.
Henrietta está sentindo com sua língua que Lorrah está gostando, mas quer forçar empenhar mais para fazer sua namorada gemer como se não houvesse amanhã. É
de forma mais carinhosa diferente do Eric que consegue ser mais agressivo. Aumentando a intensidade faz massagear o clitóris com a ponta da língua de forma de maneira circular para seguida penetrar a vagina para conseguir a essência de Lorrah, que joga os quadris em direção da gótica e solta um gemido alto.
Cada vez via mais aceitação da parceira Henrietta mais continuava e intensificava suas lambidas, chupadas e beijos no sexo da outra. Lorrah sente as contrações musculares de sua vagina mostrando que está perto do orgasmo. Não demora muito para Lorrah ter seu primeiro orgasmo com sua namorada, soltando sua secreção na cara da sua namorada.
— Foi bom pra você? – Henrietta fala depois de limpar a boca.
— Foi – Lorrah disse de maneira tímida.
— Quem é melhor para chupar sua buceta: Cartman ou eu?
— Sabe que essa pergunta é meio difícil de responder. Você sabe onde lamber, enquanto Eric tem mais sede ao pote.
— Agora vem a melhor parte – Henrietta se aproxima de Lorrah e faz sentar para guia para o próximo passo.
— Não vai ter algum brinquedo ou algo assim?
— Se tiver não vai ter a exclusividade do sexo lésbico.
A insegurança da redneck ainda é nítida já que é a primeira vez que faz sexo com uma mulher. As duas se ajeitam entre as pernas em uma posição clássica chamada "tesoura". O primeiros movimentos são suaves para que as duas pegasse o ritmo, principalmente na parte da Lorrah que é sua primeira vez. Cabe Henrietta conduzir e ensinar sua recente parceira inexperiente que está sendo boa aluna.
O atrito entre as duas intimidades é algo bem diferente que a tradicional penetração, mas Lorrah começa aproveitar o ato. Parece um pouco de briga com brincadeira, segundo a opinião da ruiva.
— Etta– Lorrah geme o nome da amante mostrando que perdeu todo pudor.
Essas palavras foi uma melodia direto do paraíso para os ouvidos aguçados de Henrietta que intensifica os movimentos para conseguir dar mais prazer para sua namorada como intensificar seu próprio prazer.
Os movimentos ficam frenéticos chegando ao auge da velocidade que conseguem. Gritos de prazer são emitidos como se esquecesse dos outros habitantes da casa. Suores são os sinais do esforço que ambas fazem para se amarem. O vermelho se mistura com o preto azulado fazendo cair por terra a frase que 'azul é a cor mais quente'. Logo as duas chegam ao êxtase e entram em orgasmo juntas.
— Nossa. Sexo lésbico é bom, mas dá trabalho - disse Lorrah exausta.
— Com alguns brinquedos pode ficar mais interessante - disse Henrietta - mas queria que você conhecesse a tesoura.
— Eu gostei muito. Eu te amo, Etta.
— Tá tanto faz.
— Você não me ama?
— Preciso falar?
— Sim.
— Tá bom. Eu te amo.
— Espero que esteja falando com sinceridade.
— Lorrah. Vai tomar no cu - Henrietta se deixa.
— Se for seu cu eu tomo.
— Sua tarada.
— Sou mesmo - Lorrah está ansiosa para ter um momento de sexo desta vez junto com seu namorado e sua namorada.
CONTINUA
