Preliminares
Carol não sabia como tudo havia ficado tão bom, mas as mãos fortes de Daryl Dixon estavam deixando ela as palavras sussuradas no ouvido e os beijos quentes no pescoço só fazia com que ela ficasse mais molhada.
Ele deu pequenos beijos em sua barriga arrancando dela alguns gemidos, e uma das coisas que lhe dava mais tesão era a forma como ela se comportava, uma suavidade tremenda e ao mesmo tempo um olhar de luxúria arrebatador.
Daryl queria mais, muito mais...Ele tinha que provar ela, ele queria provar tudo daquela linda mulher.
Ele colocou a mão na barra da calcinha e a olhou como se estivesse pedindo permissão, ela deu um pequeno sorriso que foi o suficiente para encorajá-lo.
Num movimento rápido ele tirou a calcinha e ficou olhando pra ela em sua mudez total...Ele deu um pequeno beijo em sua coxa que a fez rir.
Carol amava o jeito que aquele homem a olhava, ela se sentia bonita e sexy. Quando ele a beijava ela não acreditava na sorte que estava tendo, mas ela não poderia imaginar é que ele também se sentia o filho da puta mais sortudo do planeta por estar com ela naquele momento.
Logo em seguida ele começou a lamber seu clitóris, que ja estava inchado de tanto prazer, e suavemente colocou um dedo dentro dela fazendo gemer e contrair os quadris para sua mão de tanto tesão. Assim ele enfiou o segundo e foi fazendo movimentos que fez Carol ver estrelas.
Ela era tão apertada e molhada que ele achava que podia vir só com a sensação de seus dedos em seu núcleo quente.
Ele começou a chupar seu clitóres mais difícil sentindo o delicioso sabor que ela tinha... E foi percebendo que ela estava mais ofegante e mais apertada a cada impulso.
Carol não sabia como ele podia fazer ela se sentir dessa forma apenas com as mãos. Afinal, ela já tinha ouvido histórias de mulheres que tinha chegado a um orgamos pelas mãos do parceiro, mas as mão de Ed. não eram nada delicadas e ela não se sentia bem quando ele a tocava, mas esse não era Ed. e sim Daryl.
Daryl foi diferente de qualquer experiência que ela já teve, era como se eles fossem feitos um para o outro.
Então ela começou a sentir como se uma corrente eletria estivesse passando por todo seu corpo e ela sabia que estava muito perto.
" Daryl...hummmm...não pare, eu estou tão perto".
Foi no mesmo momento que Daryl sentiu ela estremecer em sua mão e atingir seu clímax.
Ele puxou os dedos e lambeu sedutoramente com um olhar perverso para ela.
"É a minha vez" ela disse.
Carol empurrou Daryl sentado e colocou a mão no seu pau que já estava pulsando com antecipação, ele era macio e ao mesmo tempo muito duro, ela começou a fazer pequenos movimentos olhando fixamente nos olhos dele.
Ele jogou a cabeça para traz e xingava algumas obsenidades. Ela estava adorando dar esse prazer a ele.
"Carol, porra..."
Carol continuou massageando pra cima e pra baixo mais rápido até que lambeu a cabeça, o que fez Daryl uivar de prazer, ela colocou seu pau completamente em sua boa e começou a chupar mais rápido enquando apertava delicadamente suas bolas.
Daryl sabia que aquilo não iria durar muito, ela já podia se sentir vindo, então ele tentou avisa-la para sair, mas foi ai que ela o foi surpreendeu novamente.
Ela queria sentir o gosto dele, ela queria ele por completo.
Mais alguns segundos e Daryl derramou sua semente leitosa na boca dela, segurando o cabelo curto com força.
"Mulher, você vai acabar me matando" ele riu.
Carol deu um pequeno sorriso e foi deitar no colo de Daryl.
Eles não sabiam o que tinham pela frente, se iram sobreviver ao governador, se iram se mortos por errantes, seu futuro era incerto, mas de uma coisa eles tinham certeza, eles estariam juntos até o final.
