Nota da tradutora: Próxima parte será a última... obrigada a Autunmbane e GodzilLiah pelos comentários :*


Do you wanna die?

Parte VI

Na última parte...

"Tire tudo.", ele afastou o tecido do haori e do kimono interno, deslizando os dois pelos ombros dela de uma vez, expondo a bela pele ao olhar acalorado dele. "E suas botas e calças. Este Sesshoumaru não quer nada entre ele e a companheira".

Be my angel.

Rin assentiu, um forte rubor manchando as bochechas enquanto lentamente se sentava, tirando o restante das roupas e as botas e descartando-as com o hakama.

Be my angel

Ele afastou as sedosas mechas do cabelo para deslizar a mão nas costas nuas dela, silenciosamente maravilhado com a sensação da pele macia sob a palma calejada. "Perfeita".

Sentou-se ao lado dela, envolvendo-a com um braço enquanto o outro explorava os suaves contornos do rosto e do pescoço dela, deitando-a no chão, a forma nua dele projetada por cima dela.

Rin estremeceu quando ele afastou as coxas dela e acomodou-se entre as pernas.

"Shhhhh"

Be my angel

"Relaxe".

Do you wanna die?

"Se-Sesshoumaru?"

"Shhhh... Está tudo bem." Ele ficou mais próximo, descendo os lábios sobre os dela enquanto a mão trilhava pela frente do corpo.

Rin choramingou.

A mão dele viajou pelos ombros delicados, pelas curvas dos braços, pelos largos quadris, pela ventre tonificado enquanto sussurrava palavras de alento e elogios.

Coisas tão estranhas vindas dele. Ela? Adorável? Linda? Delicada e cálida?

Levou a boca até o seio direito dela, sugando e estimulando o bico duro enquanto a mão direita acariciava o esquerdo, apertando o volume com a palma da mão, rolando o mamilo entre as garras do indicador e do polegar, as pontas do cabelo dele fazendo cócegas por onde passava na pele tonificada.

Rin se contorcia embaixo dele, as mãos espalmadas pelos ombros despidos e costas, o corpo dela silenciosamente pedindo para ele tomar o que ela queria tanto oferecer, os gritos sem fôlego preenchendo o área da floresta antes silenciosa.

Sesshoumaru cessou os movimentos por um instante, parando para observar o rosto corado da jovem companheira, o olhar caloroso entrando nas profundezas dos olhos castanhos.

Rin piscou, temporariamente dissipando a névoa de desejo que nublava a mente, assustada com a súbita perda de sensações. Mas...

Que instigante era a visão: o corpo do lorde por cima do dela, sustentando-se sob braços e joelhos, a pele pálida iluminada mesmo nas sombras mais escuras, os olhos queimando num profundo cobre, examinando-a, seduzindo-a, pedindo permissão para que continuasse.

E o corpo dele era tão quente e convidativo – um calor penetrante irradiando da pele macia, o corpo forte e perfeitamente esculpido em músculos tesos da figura elegantemente gloriosa. A coluna reta, as curvas dos ombros, dos bíceps, o peito largo e cintura esbelta... as linhas de cada parte do abdômen gravadas naquela pele perfeita como porcelana.

E, se ela ousasse olhar adiante, havia uma intrigante trilha de pelos prateados que parecia começar abaixo das últimas linhas do abdômen definido e terminava em algum lugar nos recessos mais obscuros do corpo dele.

"Rin..."

A voz a trouxe de volta para o rosto dele – a lua crescente em azul na testa, os fios prateados do cabelo, as tiras magentas de cada lado do rosto e aqueles olhos... enquanto estivesse viva, jamais esqueceria as promessas contidas neles para aquela noite – paixão, prazer... pedido?

"Rin," ele falou suave e mais insistentemente, a ponta dos dedos correndo em círculos delicados ao redor do seio esquerdo, os olhos nunca deixando os dela.

"Pelos deuses...", os olhos começaram a fechar lentamente quando uma sensação particularmente prazerosa passou por todo o corpo e fixou-se no meio das pernas.

Ele continuou a estimular o sensível seio ao mesmo tempo em que se colocava por cima dela e enterrava o nariz na base do pescoço dela, inalando profundamente e deslizando a língua para sentir o gosto doce da pele. "Dói... não é?"

Rin deixou escapar um suspiro, o corpo dolorido sob o toque dele. "C-Como você sabe disso?"

Ele beijou a região do pescoço, a ponta das presas arranhando de leve no ponto pulsante. "Este Sesshoumaru... também deseja estar com você".

A respiração dela ficou presa na garganta ao sentir algo quente, longo e duro se manifestar contra a perna direita.

"Deseja estar dentro de você, minha Rin," ele correu o membro turgido contra a pele trêmula dela, procurando um pouco de alívio para a crescente tensão. "Você negar?" ele perguntou. "Vai me negar?" O membro deslizou perigosamente próximo da entrada do corpo dela, o calor e umidade convidativos demais para serem ignorados. "Vai negar o extremo prazer de se tornar minha companheira?"

Rin estremeceu debaixo dele, a mão esquerda agarrada ao ombro direito dele. As palavras dele eram tão suaves, tão doces, tão demasiadamente sedutoras... e doía tanto!

Como o lorde conseguia fazer aquilo com ela?

Ele deslizou a mão das curvas macias dos seios, passando pelo ombro, até chegar à elegante parte de trás do pescoço. Com o polegar, ele voltou o rosto dela para o dele e tomou os lábios num abrasador beijo, a língua forte e os lábios macios inflamando as chamas finais do desejo na boca do estômago, fazendo-a gritar, agarrando forte os ombros dele enquanto os quadris, pressionados na folhagem verde daquele chão, arqueavam.

"Por favor", ela quase soluçou. "Por favor, faça... Por favor, faça parar."

Contendo-se para não possuí-la ali mesmo, ele bruscamente tirou os lábios dos dela e os pressionou contra a orelha direita, o hálito dele quente, a voz rouca com desejo. "Você deseja este Sesshoumaru?"

"Siiim... por favor... dói..."

Do you wanna die?

O membro dele estremeceu em resposta às súplicas, a virilha apertou, o sangue quase ferveu. "Vai doer", ele suavemente a avisou, a voz severa, a mão segurando a perna dela. "A primeira vez quando este Sesshoumaru entrar. Vai haver dor".

"Não me importo," a voz dela ficou rouca. Doía tanto... ela queria tanto...

Queria morrer. Qualquer coisa que fizesse aquilo parar. A dor latejante, pulsante, maçante, persistente... Nada podia ser pior que aquilo.

E então sentiu: duas mãos fortes e grandes segurando-a pelos quadris, pressionando-os contra o chão, seguida pela aguda sensação de perda de calor; o peso e corpo dele pairando sobre ela.

Os olhos dela abriram e sentou-se. Ela queria ficar perto dele, não distante.

Os dois se encararam – ela, sentada, pernas afastadas, joelhos quase na mesma altura do peito; ele, ajoelhado entre as pernas partidas dela, as mãos apoiadas nos quadris dela. Os rostos estavam a meros centímetros separados, os narizes quase se tocando quando Rin falou: "O-O-O que está fazendo? Por que parou?"

A mão direita dele lentamente deslizou do quadril para a coxa dela, a palma da mão cuidadosamente seguindo a curva do longo músculo torneado. "Não parou. Só está começando. Vamos, deite-se para mim."

Rin deu um ligeiro aceno de cabeça enquanto a mão dele deslizou novamente ao quadril dela, os dedos correndo de um lado a outro nas coxas delas. Ela respirou fundo e soltou o ar quando as costas nuas fizeram contato com a superfície fria do chão, as folhas dobrando e quebrando sob o peso dela, o cabelo totalmente espalhado.

Ele tirou para si um momento para estudar a futura companheira, os olhos perspicazes divertindo-se ao ver a mulher exposta diante de si. Focou-se no rosto dela, depois no pescoço e nos olhos, apenas para se prolongar na curva dos seios com bicos salientes, mamilos cor de caramelo e extremamente macios. Os olhos desceram mais e seguiram o ventre torneado e curvas dos quadris, estendendo-se até as coxas... e entre aquelas pernas... uma região de pelos negros encaracolados que cobriam a feminilidade, tentando esconder as dobras rosadas e úmidas, o centro de prazer excitado e o interior apertado, quente e molhado.

Tirou uma das mãos do quadril dela e começou a se tocar, deliberadamente, vendo em silencioso deleite os olhos de Rin arregalarem, maravilhada, e o rosto corar de constrangimento. "Não deixe de olhar", ele a instruiu. Depois deslizou a outra mão entre as pernas dela, tocando no sexo dela, o polegar roçando em círculos no pequeno e macio pedaço de pele.

"Ohhh... O-O que está fazendo?"

"Preparando você.", falou simplesmente. Continuou a acariciar a ambos, o dedo médio dele deslizando no sexo dela.

Rin ofegou.

Do you wanna die?

Deuses... que coisa boa...

Que maravilhosa visão era Sesshoumaru ajoelhado entre as pernas abertas, a cabeça curvada, olhos no rosto corado dela e as outras regiões em combustão. As sensações provocadas pelo dedo dele passavam como ondas pela espinha enquanto ele a estimulava com uma mão e se acariciava com a outra. O som da respiração pesada dele misturando-se com a ofegante dela e com as súplicas cheias de paixão. O cheiro do almíscar dele misturado ao próprio prazer dela. O gosto salgado dos lábios dela enquanto os umedecia para não deixá-los secos...

"Siiim..." ela sussurrou. "Tããão boom..."

Sesshoumaru deixou de lado a própria ereção em favor de excitar mais a companheira. Usou os dedos da mão direita para penetrá-la enquanto o polegar da esquerda roçava o nó excitado entre as dobras úmidas do sexo. Ela era tão apertada e tão receptiva ao toque dele...

Um dedo logo virou dois, depois três. Esticando-a, preenchendo-a, os longos e hábeis dedos iam e voltavam enquanto o interior dela os apertavam, enviando estremecimentos de calor por todo o corpo dela. Ele a queria, queria tanto quando ela arqueou as costas, os quadris se erguendo do chão para acompanhar o ritmo das investidas dele. Queria sentir o corpo dela no dele enquanto ela pressionava os quadris nos dele, mordiscando o pescoço dela, provando a língua, lambendo o suor da pele enquanto ela gritava e gritava o nome dele, o falo enterrado nela. Os seios pressionados no peito dele, os lábios macios provocando a orelha dele, as delicadas mãos agarrando e enterrando as unhas nas costas dele.

Seria maravilhoso e cada centímetro da masculinidade dele sabia disso.

"Por favor", ela pediu sofregamente. "Eu... Eu... unhhhh..."

Sesshoumaru rosnou em aprovação quando a excitação de Rin aumentou e se transformou em um fascinante musgo com cheiro de rosas, sakura, terra e chuva. Sentiu como se estivesse se afogando, deliciosamente dragado pela corrente do orgasmo dela.

Num movimento fluído, ele tirou os dedos molhados e posicionou a ponta do membro dele na entrada dela, o calor e umidade do apertado canal clamando os instintos básicos dele, exigindo que ele acabasse a brincadeira e simplesmente entrasse de vez nela. Mas não. Ele a tomaria, mas sem pressa.

Não importasse o quanto o matasse.

Do you wanna die?

Do you wann die