Lucy

Lois observava as lindas estrelas com o telescópio de Clark no loft do celeiro dele, Clark subia as escadas para conversa com ela.

— você não disse que telescópio é para patetas e tarados? — ao ouvir sua voz, Lois de imediato virar-se para Clark abrindo seja braços e um sorriso pequeno.

— é como ficou provando nos últimos dias, eu não sei julgar bem as pessoas.

— ah.

— se você venho me expulsar da fazenda, eu posso entender — disse dando alguns passos à frente, e Clark andou até aproximar mais perto de Lois.

— na verdade, eu vim te dizer que tem comida no forno se tiver com fome.

— valeu — sorriu com agradecimento.

— como é que você está?

— eu tava no telefone com general.

— ah, por isso toda gritaria que ouvir em casa.

— é, pelo visto ele se decepcionou muito comigo por causa do que aconteceu, sabe e, enquanto a hierarquia da minha família eu sou o elo mais fraco.

— eu lamento.

— tudo bem. Sabe é uma grande catarse mandar um general de três estrelas pra o inferno — Lois virou-se — pois é, todos esses anos que achei que conhecia minha irmã, mas — voltou olhar a Clark — a realidade que ela é uma estranha pra mim.

— ainda que fosse verdade, eu acho que se ela ligasse amanhã você não deixaria de ajudar-lá.

— claro que não, ela é minha irmã — Clark voltou a dar mais uns passinhos.

— eu não acho Lucy tão ruim assim.

— você é incrível, sabia? — Clark ficou com interrogação no rosto — sempre ver o lado bom das pessoas mesmo quando elas abusam de você.

— é — concordou — isso explica porque somos amigos.

— nós somos?

— ué, eu não conto pra ninguém se você não contar — os dois sorriam um para outro e Lois fez um velho gesto de dar um soco no braço de Clark.

— realmente tem comida no forno, ou foi uma desculpa para conversa comigo? — Lois foi até o sofá do loft e Clark suspirou derrotado.

— na verdade, os dois, tem comida mesmo no forno, mas eu achei bom vim conversar com você — falou até sentar ao lado dela um pouco afastado, deixou seu braço tocar o acento e Lois também colocou seu braço no acento deixado tocar com ao do Clark. Clark sentiu um pequeno arrepio, que venho de seu braço e passou pelo corpo inteiro.

— algum problema Smallville? — Lois perguntou entranhado Clark, porém ela havia sentido o mesmo arrepio que Clark, mas não queria admitir.

— nada, apenas um formigamento — os dois trocaram olhares rapidamente até desviarem ao chão, Clark começou a remexer o pé, parecia um silêncio desconfortável e Lois Lane destestáveis silêncio desconfortáveis.

— então Smallville, triste pela minha irmãzinha ter indo embora, ou melhor fugido?

— não muito, mas, por que a pergunta?

— eu não sei, vocês dois parecia que estava dando-se muito bem pelo meu gosto.

— ciúmes? — Perguntou com um sorriso sacana.

— claro que não — revirou os olhos — mas caso esteja de olho na Lucy, vou avisar que ela é muita areia para seu caminhozinho.

— você não sabe o quanto eu aguento — sorriu convencido e Lois entregou um olhar duvidoso.

— sei.

— eu aguento você na minha casa, não vejo por que não aguentaria Lucy, eu não acho que seja tão difícil de aturar ela como eu aturo você.

— então você realmente está afim da minha irmãzinha? — Lois perguntou com um tom de ciúmes, e os dois perceberam isso, porém ninguém tocou naquilo.

— não, acho que ela viaje demais.

— sim é verdade, e por isso acho que vai ser difícil procurar- lá.

— você vai atrás dela?

— eu não sei, mais o general quer que eu vá atrás dela, já que ela é de acordo co, general minha "responsabilidade" — suspirou frustada, estava cansada dessa vida de resolver os problemas da Lucy e dar uma de mãe.

— eu posso da duas sugestões — Lois voltou olhar para Clark curiosa.

— quais?

— à primeira seria eu oferecendo companhia não vejo mal de ajudar.

— não! Você ainda nem terminou o colegial e nem sabemos quanto tempo levará, e ficamos muito juntos causarem uma guerra nuclear — disse desabrochada.

— eu não acho que causaríamos um guerra.

— sei, óleo e água não mistura-se, eu lembro disso nas aulas de química.

— então vamos encontrar uma forma de nos misturar — sorriu sugestivo.

— e qual seria à segunda sugestão? E tomara que seja melhor que à primeira.

— dizer não pra seu pai, mesmo que ele seja seu pai e Lucy sua irmã, acho que você merece da atenção para você mesma, deixa seu pai preocupar com a Lucy é o trabalho dele como pai cuidar da Lucy também. — Lois gostou da sugestão, levantou do sofá e andou até a janela.

— eu vou ficar com à segunda opção então, parece melhor pra mim, realmente preciso de tempo só pra minha mesma, acho que ficarei algum tempo mais em Smallville aqui nos Kents.

— acho que terei que mudar definitivamente no loft — Clark levantou, ficando olhando nas costas de Lois, sua atração pela Lois cresceu ainda mais. Clark ficou pensativo, Lois era uma garota forte que falava o quê tinha em sua mente, Lois Lane é única e Clark Kent tem sorte de ser amigo dela e ter-lá por perto.

— desculpa Smallville, sugiro que compre um sofá-cama — disse sacana e Clark andou lentamente até ela, Lois era durona e especial e Clark sentia muito isso, algo muita mais do que um relacionamento de farpas, Clark ficou imaginando o quê seria aquilo que cutucava em sua mente em relação a Lois — você sabe que eu não gosto muito de silêncio.

— desculpe, eu fiquei pensativo.

— sobre o quê?

— nós.

— nós? Não tem nós.

— eu sei, mas acho que agora não vejo minha vida sem você nela — Lois sorriu grande e foi até a Clark, agora os dois olhavam um ao outro com olhar brilhante. Lois ficou olhando os traços do rosto dele, e aqueles lindos olhos azuis, Clark era gigante e forte e atraente, e ela sabia que ele era especial, de alguma forma era, por ter uma família perfeita e amigos que importa com bem estar, e agora ela considerava sortuda por viver com Kents, os três importava com ela e a colheram como uma dela, e agora Clark a colhiam.

— eu também. Obrigada por ter vindo conversar comigo, acho que vou jantar e dormi — disse passado por ele.

— espera! — Lois parou bruscamente, curiosa. Clark não soube o quê foi aquilo, ele correu até sua estante e pegou uma caixinha preta e voltou até Lois, entregando a caixa a Lois.

— o quê é isso? — Abriu a caixa, e teve um brilho no olhar, um bracelete de prata com uma pedra azul.

— é um bracelete da tribo kawacthe.

— aquele da caverna?

— essa.

— como conseguiu esse bracelete?

— ganhei, o dono acha que eu tenho o direito do bracelete, ele acredita que eu sou Namar.

— e esse bracelete pertence a Namar?

— mais ou menos, pertence a mulher destinada a ficar com Namar — Lois olhou de imediato para Clark, aquilo parecia muito uma declaração.

— calma aí Smallville, você não acredita nisso? Né? — Clark riu, pegou o bracelete e colocou no pulso direito.

— não tenho certeza de eu ser Namar e de você ser destinada a Namar, acho que preciso fazer algo para ter certeza.

— e seria?... — Clark a puxou para um beijo longo, Lois abriu bem olhos, tentou soltar-se, mas Clark foi persiste e continuou o beijo, Lois começou a cair pelo beijo, passou suas mãos até o pescoço dele e ele na cintura dela, Lois fechou os seus olhos e começou a retribui o beijo... Separaram, mas continuaram com corpos juntos olhando um a outro, respirando ofegante com aquele beijo, o melhor de cada um, Lois nunca havia sido beijada daquele jeito em sua vida e foi especial, Clark também sentiu aquilo, nenhuma mulher comprava a Lois mesmo, ele sorriu para ela e ela retribuiu o sorriso — não sabia que você tinha esse lado Smallville.

— nem eu, acho que foi você que despertou esse lado.

— agora você areeiro nesse Namar?

— ainda não tenho certeza, mas eu acredito que você é o quê eu realmente preciso.

— acredita mesmo? Esqueceu somos óleo e água.

— não somos não, eu sei que isso pode dá certo, eu sinto isso no meu coração — Lois escutou e percebeu a sinceridade, ficou analisado tudo aquilo e pensativa, queria tempo para si mesma, e Clark parecia querer envolver com ela romanticamente, estava acontecendo muita coisa em apenas um dia.

— eu não sei.

— não estou pedindo para ser minha namorada, apenas uma chance para ficamos juntos e ver no que dará — Lois engoliu seco.

— ainda estou incerta sobre isso, não acha que está indo rápido demais? Enquanto a outra L.L.

— você fez perceber que meu amor por ela era apenas algo juvenil de um sonho perdido de vida passiva, com você na minha vida, vejo que preciso fazer mais, e vejo que é você na minha que eu quero ter,

— Smallville...

— minha vida sem você não seria divertido — Lois aproximou e beijou ele dessa vez...

— acho que posso dar uma chance, fazer algo novo, mas ninguém pode saber.

— tudo bem, acho que será bom ter um tempo só pra nós, para descobrir como isso terminam — Clark e Lois soltaram-se, Lois andou até as escadas para ir embora.

— você não vai vim não? — Clark sorriu grande, e foi até companhia dela.