NOTAS IMPORTANTES: Pessoal, eu fiz um trailer pra fanfic . Não contem spoiler propriamente dito. Quem quiser dar uma olhada, o vídeo está disponível no Canal LMedits BR, com o nome do vídeo "Everybody Loves - Trailer de Fanfic House MD"
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Um emprego no Hospital Escola Princeton-Plainsboro, em um novo pais logo depois de terminar sua residência já era surpreendente, mas não esperava que Cuddy a contratasse para a equipe do renomado doutor Gregory House. Ela não esperava ceder aos seus desejos carnais e dormir com o Wilson e House. Talvez a amizade de House e Wilson esconda sentimentos que para eles, são obscuros.
_É câncer! Precisamos de uma biopsia. Boa parte dos sintomas virá ser apenas uma reação do cérebro por não compreender o que está acontecendo com seu copo, e como reações liberadas podem explicar os outros ... -Foreman disse alto, se calando quando House emitiu o som de uma sirene estridente, fazendo sentido que não acreditava no diagnóstico.
_Mas não é comum! Câncer causa paralisia, dor de cabeça, confusão mental, algum distúrbio neurológico, sonolência, dificuldade de fala. -Fase questionou balançando em sua cadeira breve. - O cara tem dor nas juntas, dor de garganta ... -House imitou o som novamente.
_Leves convulsões, dormência e visão vai e volta! É câncer! -Taub argumentou, erguendo os braços para Chase, que revirou os olhos.
_É uma alergia. -Uma voz baixa ecoou então todos os olhos foram até a porta, e ali parada estava um jovem de jaleco, com os cabelos ondulados presos em um rabo de cavalo alto, olhando para cópias dos exames em suas mãos, sentindo o rosto tornar-se vermelho pelo silêncio e olhares interessados.
_Está perdida? -House questionou irônico. -Ele não comeu nada de diferente, não apresenta nenhum sintoma de alergia. -House disse erguendo seu corpo sobre a cadeira a analisando atentamente. -Belos olhos ... e seios. -Ele comentou, voltando uma cadeira em direção a parede. -As aulas não são nesse andar. Próximo diagnostico.
_E-ele tinha diarreia à primeira vez que veio aqui. - Ela arriscou com a voz tremula, olhando para o chão, ainda sentindo o rosto queimar. - E-eu vi as receitas, o que o primeiro médico receitou ... Bem, retarda o efeito alérgico que ...
_Esses remédios não retardam a alergia, ele não tem mancha na pele, não está inchado, empolado, aliás, você ainda está aqui? - Ele questionou se virando novamente para ela. - Alergia? De que? Não seja louca, está no lugar errado, pode nos dar licença? -Ele selecionado, a bola em suas mãos
_O ... estomago ... -Ela sussurrou, olhando para baixo.
_Pedra, olho, sabão. -House cantarolou. -Sua vez. Não? Achei que estivéssemos palavras falando aleatórias. Saia! -Ele ordenou, e ela enrijeceu, agora o olhando, sentindo a respiração pesada. -Vamos! você é surda?
Ela olhou para Foreman, sentindo o corpo arder, então deu um passo para trás cauteloso, murmurando um "Desculpe", então virou-se para ir em bora, porem comum a voz.
_Não, espera. - House disse, erguendo a mão para ela, mordendo os lábios inferiores enquanto sua mente parecia vaguear. -Ela está certa! - Casa ergueu-se de sua cadeira.
_O que? -Foreman questionou olhando House. - Você está bem? Ela disse alergia, House. Quais sintomas sintomas indica alergia? Ele tem câncer, você viu os mesmos círculos na ressonância? Lembra? Lá no cérebro, na parte superior do corpo?
_Eu sei o que são cérebros, ressonância e câncer. -House aproximou da jovem ainda a olhando de cima a baixo. -Ela está um terço certo. Ele tem alergia gastrointestinal. -Ele disse, encarando-a enquanto ela tentava sustentar aquele olhar estranho e falharia se ele não desviasse o olhar para Foreman. - "Oh, mas House, ainda não explica o cérebro, blá blá blá ..." Ele tem Taenia Solium.
_Solitária ?! - Treze questionou, franzindo a testa para House em sinal de desaprovação do diagnóstico que ele expressava então se virou para um jovem. -E ele comeu quatro horas antes de vir para o hospital.
_Sim, isso explica como manchas no cérebro que foram inconclusivas na biopsia. Claro, se tivéssemos feito mais testes com o tecido, biopsia descobriremos a solitária, mas não a alergia, que se desencadeou quatro horas depois de comer. Enquanto corria compulsivamente. Algumas reações alérgicas só se manifestam depois de uma série pesada de exercício. -Ele mordeu os elogios uma mulher que ainda estava parada em sua sala. -Bom, e ainda não sabemos quem é você e o porquê está aqui. - Casa questionou, balançando a bengala ainda apoiada no chão, olhando-a atentamente.
_Eu fui contratada ontem. -Ela disse e House sequer esperou-a acabar e alimentou a voz em uma exclamação, olhando para seus funcionários e voltando a olhar para ela.
_E quem é seu superior? -Ele perguntou, batendo a bengala duas vezes no chão erguendo ambas as sobrancelhas para ela, com interesse. -Sabe, só pra saber. Preciso ir lá descobrir quem deixaria uma gostosa como você escapar. Ou é uma mulher, ou um idiota sem escrúpulos.
_É você. -Ela disse assim que os lábios de House se fecharam, olhando-a como se tentasse se lembrar se havia requerido uma nova funcionaria para seu departamento, então contraiu os lábios antes que fizesse sua voz ser ouvida uma vez mais.
_Não! Não sou não. -Ele disse, franzindo mais ainda seus olhos e tombando a cabeça, percebendo que todo mundo havia parado o que estava fazendo para olhar a casa.
_Sim! É sim - ironizou a jovem- Cuddy me mandou para cá. -Ela também franziu a testa, o olhando como se tentasse compreender o que estava acontecendo. -Você é o House, não é? Gregory House? -Ela perguntou voltando a olhar os papéis em suas mãos para certificar-se do que dizia, então o rosto de House adotado tomar uma proporção estranhamente desconfiada.
Ele inspirou o olhar de todos em si, então caminhou até o fundo da sala, apanhando para si um copo e o preenchido com agua enquanto sentia os olhares firmes em si, consumindo cada movimento que executou, cada gole que seu corpo ou denunciava dar, então quando finalmente o conteúdo do copo se tornou inexistente com um de satisfação, ele olhou processando o que faria a seguir.
_Foreman, Taub, façam as biopsias e prove por si próprio o quão absurdamente errado você está. -House olhou para eles finalmente, fazendo uma breve pausa quase imperceptível. -Nada mais justo do que Chase e Treze faça os exames pra alergia, onde com certeza vocês discutirão enquanto seu malvado chefe vai demitir uma nova integrante da equipe diretamente com uma malvada diretora geral do Plainsboro. -Ele disse, e eles se levantara quando uma pausa de House levantara se tornar incomodamente longa. -Nova integrante. -E todos pararam de pé ainda onde estavam sentados a poucos segundos. -Faça as minhas horas da clínica. -Ele jogou o crachá para ela, onde uma foto de House Deveria estar na verdade havia a do Taub colada por cima. -Pode assinar, como enfermeiras estão acostumadas. -Ele informou,
Ela olhou para Foreman, com a boca entreaberta como se esperasse alguém lhe informar o que realmente acontecia ali, porem Foreman apenas acenou com a cabeça como se dissesse a ela que isto era absolutamente sério, que ele realmente esperava que ela clinicasse as horas de House por ele.
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_Não, não, não, não! -House disse alto, entrando na sala de Cuddy, então ela ergueu o olhar até Casa com a boca entreaberta para ele, que permanecia com uma bengala erguida, ocorrerá para ela, então ela abaixou o olhar vagarosamente.
_Desculpe sr. Miller, eu já volto. -Ela disse para o homem sentado à frente de sua mesa, dando um sorriso curto e erguendo seu corpo para se colocar de pé olhando House com os olhos cerrados enquanto o homem se virava e saia pala porta.
_Você é louco? -Ela perguntou assim que a porta se fechou, se virando totalmente para o médico manco a sua frente, encarando-o furiosamente, mas ela sabia exatamente o porquê ele estava ali, a incomodando e colocando em uma situação inoportuna. Na verdade, ela esperava que isso acontecesse. -Você sabe quem é aquele?
_E você sabe quem é aquela na minha sala indesejadamente? -House ironizou no mesmo tom de Cuddy, olhando como se fosse uma blasfêmia todo ato que ela havia feito ou poderia fazer daqui em diante. -Uma dica, é jovem, com peitos firmes - Casa baixou os olhos até o decote de Cuddy e ponderou por um segundo - uma concorrente digna, cabelos castanhos e ondulados, e o mais importante, não deveria estar lá, porque não quero uma medica nova pra que eu fique de babá! -Ele estremeceu a voz encarando-a com fervor.
_Claro LeBlanc. -Ela suspirou, voltando o olhar aos objetos a sua volta
_O que?! -Ele revirou os olhos, encarando-a. -Achei que motivou claro quando disse várias coisas aleatórias que eu não queria, não aceito e não vou ficar como responsável por ela. - A ironia parecia sair de si como se já fizesse parte do seu ser encardindo sua alma.
_House, você não tem escolha, ela foi escolhida com cautela, ela não vai voltar já que você se ofereceu para contrata-la, dando a ela finalmente o visto permanente. -Ela disse levando seus punhos a cintura, o encarando com fervor, então ele franziu a testa.
_Ela não é daqui? -Ele solicitado, então voltou a olha-la com os lábios em um "O". -Espera, eu me ofereci? Quando? -Ele questionou, erguendo uma sobrancelha para ela, que girou os olhos dando um sorriso divertido para ele.
_Quando eu redigi um documento e uma citação por escrita seu afirmando ser do meu e seu interesse que ela recebesse o visto permanente, citando especificamente que seria gratificante ranro para você quanto para um recém-formada imunologista em um contrato extremamente benéfico e oportuno de seu passar conhecimentos a uma mente jovem e suscetível a influencias pelos próximos anos "e assinou os relatórios que Foreman deu sem ler e quando eu coloquei-as no meio. -Ela deu de ombro olhando-o enquanto ele desfazia sua face surpresa.
_Você vai me forçar a ficar com ela e passar a ler as coisas que eu assino? -Ele questionou ironicamente, se virando para ir embora. -Que monstro você se tornou, Cuddy? -Ele aumentou a voz.
_E vai aceitar isso assim? -Cuddy questionou erguendo os braços para ele, encarando suas costas andando vagarosamente no caminho de volta para sua sala, então ela-o olhar brevemente para trás sem cessar seu andar.
_Sim, é claro. -Ele disse calmo e continuado andando, então o silencio bateu aos ouvidos de House e ele parou, virando seu corpo parcialmente para ela. -Você acreditou nisso?! -Ele questionou, então ela bufou se virando para a porta de vidro de sua sala. -Não, você é já chata, não pode ser burra também. -Ele concluiu alto, dando de ombros e voltando a andar para sua sala.
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_Eu vim fazer as horas do Dr. House. -Ela disse para a enfermeira, recebendo um olhar de pena para ela, e ela apenas sorriu desajeitadamente de volta para ela, percebendo que aquilo era realmente comum de acontecer, então ela a mulher anotar o início do turno clínico do "Doutor House", então ela acena para uma enfermeira e se vir em direção a uma área comum para clinicar as horas do e House.
A atenção sobre suas fichas em suas mãos quase a distraiu, ali, parada, se preparando para atender seu primeiro paciente real. Não era mais uma residente, por mais que um sangramento nasal não fosse o caso de seus sonhos, era um sentimento estranho ser finalmente uma medica totalmente independente.
_Ah, olá, Dra. Casa. -Ela bit uma voz, então ergueu o olhar para a voz, encarando o homem de cabelos castanhos claros, pontas chegavam a ser brevemente loiro médio, olhando o crachá emendado que ela usava.
_Doutor Wilson. -Ela cumprimentou brevemente, dando um sorriso curto, olhando para baixo um breve segundo, decidindo o que deveria fazer. -Eu queria agradecer que me tinha salvado ervado chuva. -Ela disse timidamente, lembrando-se que havia sido pega pelo tempo ruim a um tempo atrás a espera de um táxi e Wilson o oferecido oferecido um pouco de seu tempo e um pedaço de seu guarda-chuvas enquanto aguardava o carro. -E, claro, pelo emprego. -Ela sorri novamente, enquanto ele acena. Foi muito grata por ele ter recolhido seu currículo mesmo dia prometendo entrega-lo à diretora do Princeton-Plainsboro.
_Claro, eu não tinha esperado nada como a equipe do House, pra ser sincero. -A sinceridade de Wilson vem acompanhado de um sorriso curto para ela. -Mas que bom pra você. -Ele dá brevemente de ombros, voltando o olhar para suas fichas. -Ou talvez, meus pêsames. -Era a segunda vez que encontrava o chefe da oncologia, a primeira desde o incidente com a chuva. -Vai descobrir que House é um ser humano insuportável. -Ele disse sem tirar os olhos das fichas de seus pacientes. -mas acho já está começando a descobrir. -Ele disse como se fosse algo casual, então fechou as fichas a sua frente, voltando a encara-la. -Acho que vamos nos ver com mais frequência do que eu acreditava, já que sou o único insano que aprecia uma companhia e amizade sádica e desumana de Gregory House. -Ele informou, e deu um breve sorriso. -Bom, vou terminar minha clínica. Até mais.
