Olá! Essa história está chegando ao final e eu estou ficando triste, então acho que vou demorar para escrever o resto!
Mentira, não vou demorar, mas realmente está chegando ao fim. Acho que mais 3 capítulos e essa história que começou lá em 2009/2010 no finado Orkut, terá seu fim.
=)
Eles voltaram para casa no sábado de manhã. Todos ficaram na casa do House. Na segunda, os Wilson voltaram para casa.
House e Cuddy não mandaram as meninas para a escola na segunda e também não foram trabalhar, mas saíram, foram ao parque pela manhã, almoçaram no shopping e voltaram para casa no fim da tarde.
Rachel: Aquele é o tio Tom? - Enquanto o pai parava o carro na garagem.
Cuddy: Parece que sim. - Tentando enxergar de longe.
Todos desceram do carro.
House: Tom? - Chamou o amigo que estava sentado em frente à porta.
Tom: Oi pessoal - Se levantou - Desculpe aparecer assim sem ligar, mas estava difícil ficar em casa.
Cuddy: Não se preocupe – sorriu – vamos entrar.
As meninas cumprimentaram o tio e foram para o quarto.
House: Como você está, Tom? - Servir uma bebida para ele.
Tom: Caiu a ficha, sabe? - Bebeu um gole da bebida. - Depois que todo mundo foi embora, só ficamos o Adam e eu e foi um choque de realidade saber que a Stella não vai mais voltar – algumas lágrimas rolaram em seu rosto.
Cuddy: Eu sinto muito, Tom – o abraçou.
Tom: O Adam teve que voltar para a capital e eu fiquei sozinho. Não consegui ficar na casa, então sai e dirigir até aqui. Posso ficar um pouco com vocês?
House: Você é mais que bem-vindo! - Serviu mais bebida para o amigo e para ele.
Tom: Prometo não ficar muito, só uns dias enquanto coloco a cabeça no lugar.
Cuddy: Fique o tempo que for preciso! Vou arrumar o quarto para você.
Ela subiu e arrumou o quarto da Louise que ficaria com a Rachel durante o período.
Tom: Não quero atrapalhar – quando Lisa voltou.
Cuddy: Você não vai atrapalhar nada! - colocou as mãos na cintura.
House: Estamos aqui por você! - colocou a mão no ombro dele.
Tom: Obrigado! - Tentou sorrir – o que vou fazer da minha vida agora? - Sentou-se no sofá - de quem vou receber ordens? Minha esposa e minha chefe morreu! Não sei receber ordens de outra pessoa!
Os 3 ficaram em silêncio. House olhou para Cuddy e aconteceria a mesma coisa caso ela morresse. Uma tristeza muito grande o atingiu.
House: A Stella não iria querer ver você assim. Vai ser difícil no começo, mas você vai superar!
Tom: Eu sei, obrigado - Tentou sorrir, de novo.
Eles passaram o resto da tarde conversando. Por volta das 21:00 foram se deitar. House já tinha tomado banho, enquanto Cuddy terminava o dela. Ela saiu do banheiro, passou seus cremes, colocou a camisola e deitou, House já estava quase dormindo, mas a abraçou.
House: Não morra antes de mim, por favor – Falou baixo e inconsciente; ela sorriu e durante a noite toda ele não a soltou.
No dia seguinte suas rotinas voltaram: Cuddy acordou, acordou as filhas e o House. As 07:00 estavam todos de pé e o Tom também.
Cuddy: Dormiu bem, Tom?
Tom: Dormi sim, obrigado Lu! - Ele parecia descansado.
Louise: De nada, tio! - sorriu para ele.
House: Quais seus planos para hoje? - bebendo café.
Tom: Não sei! Posso ir para o hospital com vocês? Prometo que não vou atrapalhar.
Cuddy: Claro que pode!
Terminar o café, levaram as meninas para escola e foram para o hospital.
Chegando lá, House foi para a sua sala e Cuddy para sua e Tom ficou na clínica.
Cuddy: Você tem certeza de que não quer ficar aqui no meu escritório?
Tom: Não, eu fico por aqui mesmo. Não se preocupe.
Cuddy: OK.
Enquanto House estava em sua sala se atualizando sobre o caso que Foreman tinha pegado, Cuddy foi até a sala da Zoey para pegar o serviço que perdeu.
Bateu uma vez, duas, cinco vezes e ninguém atendeu. Tentou abrir a porta, mas estava trancada e a assistente não estava lá em seu lugar.
Cuddy: Ué! - A médica estranhou, então foi até a sala do oncologista - Wilson! - Entrou depois que bateu - Onde está a Zoey?
Wilson: Ela ficou em casa hoje. Ela não está bem.
Cuddy: Por causa da Stella?
Wilson: Sim, depois que a gente voltou, ela desabou em lágrimas e ainda não se recuperou - Ele também estava triste pela esposa.
Cuddy: Meu Deus. Quando a gente voltou, ela parecia triste, mas não sabia que estava tão triste assim. Você acha que eu devo ir lá visitá-la?
Wilson: Acho que seria uma boa ideia! - Sorriu - O que ela precisa agora é de um colo de mãe e pai!
Cuddy: Eu vou falar com House e vamos lá sim!
Ela saiu da sala do amigo e foi até a sala do marido.
House: Quem quer tirar o braço da criança dessa vez é Foreman, não sou eu! - Levantou os braços se explicando.
Cuddy: Que? - sem entender do que ele estava falando - não vim falar sobre isso, podemos falar em particular?
House a seguiu até a sala menor: O que aconteceu?
Cuddy: A Zoey, ela não está bem, ela nem veio trabalhar hoje. Vamos lá na casa dela?
House: Ela não veio hoje? Wilson não me falou nada! - indignado.
Cuddy: Eu acabei de sair da sala dele e ele falou que ela não está nada bem depois a morte da Stella. Ele acha melhor nós irmos até lá.
House: Claro, vamos agora! Só um momento - Colocou a cabeça no escritório maior - Foreman, não arranque o braço da criança até que eu volte!
O casal seguiu até o estacionamento e foram de carro até a casa da filha mais velha.
Bateram na porta e uns minutos depois Zoey abriu.
House: Oi Criança! - Ele estava preocupado.
Zoey: Oi pai, entra - Eles entram e foram para a sala.
Cuddy: Zoey, eu sinto muito pela sua perda, eu sei que a Stella era muito próxima a você.
Zoey: Obrigada - Ela estava sentada no sofá com cobertor jogado nas costas - Eu simplesmente não acredito que ela tenha morrido - ela tinha um olhar perdido - Eu já perdi alguém, meu avô, mas nunca uma figura materna. Claro que perdi minha mãe, mas não conta, até porque quando ela morreu foi o dia que eu nasci, então não tenho lembranças dela, mas é a Stella... Quando eu não tinha ninguém era ela que me socorria, ela me ensinou tantas coisas e agora ela se foi - Lágrimas corriam pelo seu rosto.
House: Eu sinto muito, Criança - Sentou-se ao lado dela e a abraçou.
Cuddy: Tem alguma coisa que a gente possa fazer? - sentou-se do outro lado e também a abraçou.
Zoey: Não morrer já ajuda bastante! Como está o check up de vocês? A partir de amanhã vamos malhar juntos, chega de comer besteira, chega de beber, vou pedir exames completos para vocês fazerem! Vocês vão morrer a partir dos 98 anos e de morte natural!
House: Eu vou morrer com 130 anos e andando de moto! - Sorriu.
Zoey: Você não vai andar mais de moto! - Olhou feio para ele - Você já é velho, vai que perde o equilíbrio aí, cai, bate a cabeça e morre! Amanhã mesmo vou colocar sua moto para vender.
House: Não vai não! - ofendido pelo 'velho'.
Zoey: Vou sim! E a senhora, pode parar de andar que nem uma louca de carro que você tem 3 filhas para cuidar!
Cuddy: Eu não ando que nem uma louca!
Zoey: Anda assim! Acho melhor eu buscar e levar vocês para casa, é mais seguro!
House: Acho que você está exagerando, Criança.
Zoey: Pode ser, mas não vou correr o risco de perder mais nenhum pai e nenhuma mãe!
O casal de médico ficou consolando a filha mais velha durante a manhã e depois do almoço a convenceram ir para o hospital.
Tom: O que aconteceu? - Ele parecia desesperado - Aonde vocês foram?
House: Fomos ver a Zoey - Achou estranho o comportamento do amigo - Por quê?
Tom: Eu estava sentado aqui e quando olhei para a sala vocês tinham saído! Só achei estranho. Desculpa se pareci um lunático - Sorriu.
Cuddy: A Zoey precisava de nós e fomos até lá, não conseguimos avisar você, foi meio de supetão mesmo.
Tom: Eu não queria parecer invasivo, desculpa! Vocês não me devem explicação!
House: Imagina, Tom! Você veio para ficar com a gente e a gente desaparece. Devemos explicação sim.
Tom: Agora eu fiquei sem graça - sorriu – vamos mudar de assunto – estava com as bochechas vermelhas – como está a Zoey, ela está aqui?
Cuddy: Está assim, ela foi para a sala dela.
Tom: Eu vou lá falar com ele então, talvez possa ajudar!
House: Boa ideia! Ela vai adorar te ver.
E Tom seguiu para o escritório de Zoey.
House: Foi meio estranho essa reação dele não foi? - Olhou para a amada.
Cuddy: Foi sim! - Olhou para ele sorriu - talvez seja porque ele não está acostumado a ficar sozinho. House? - mudando de assunto - Uma curiosidade, o Tom é o padrinho da Zoey?
House: Não, o Junior que é. Por quê?
Cuddy: A tá! É que ela nunca falou sobre padrinho então não sabia quem era.
E os dois continuaram sua rotina de trabalho.
Na sexta-feira da outra semana a rotina era a mesma: as meninas iam para a escola e House, Cuddy e Tom para o hospital. Tom era um hóspede bem legal, não atrapalhava o fluxo da casa, era o primeiro a levantar e o último a dormir. Era prestativo, mas o lado egoísta de House estava achando que ele era prestativo até de mais com a Cuddy.
House: O que você acha que o Tom fica fazendo no escritório com a Cuddy? - os dois estavam na clínica pela manhã.
Wilson: Como assim? - lendo alguns prontuários.
House: Semana passada ele ficava sentado aqui na clínica e desde o começo dessa semana, ele fica enfiado lá com ela! - Estava formando uma ruga em sua testa por causa disso.
Wilson: Eles são amigos, devem estar colocando o papo em dia – deu de ombros.
House: Eu sou amigo dele e a gente nem conversou tanto assim! - tentando olhar melhor o que acontecia dentro da sala da amada.
Wilson: Sério que você está com ciúmes do Tom, a essa altura do campeonato? - olhou para ele.
House respirou fundo, poderia mentir.
House: Sim, estou! - sincero – você não ficaria se um cara bonitão ficasse o tempo todo com a Zoey?
Wilson: Não - House olhou para ele – ok, ficaria, mas eu conversaria com ela. Sabe, o amor é mais do amar!
House: Do que você está falando, Wilson? - fez uma cara de total dúvida.
Wilson: Quando foi a última vez que você comprou flores para ela? Ou ouviu o que ela tem a dizer sobre coisas que só ela gosta? Sabe quantas vezes eu ouvi a Zoey falar sobre as bandas de rock dos anos 80? Eu não gosto de rock, mas ela ama e quando ela fala dessas bandas, os olhos dela brilham e eu ouço só por causa disso. Ouça a Cuddy! Ela não vai te largar pelo Tom, se você mostrar que se importa com o que ela gosta, porque o que eles mais fazem lá dentro é conversar.
House: Ok! - ficou pensativo.
Wilson: Você entendeu o que eu quis dizer, não é? Não vai fazer o contrário do que eu disse, né?
House: Não vou – sorriu – às vezes você é útil, Wilson! - e saiu da clínica, precisava conversar com alguém que pensava igual a ele – oi Criança! - abriu a porta do escritório da filha e se sentou em sua frente.
Zoey: Oi pai! - ela estava lendo resultado dos exames de seu paciente.
House: Como você está?
Zoey: Melhorando e você? - olhou com ternura para o pai.
House: Melhor agora! - sorriu para ela – mas mudando de assunto, você acha que eu sou uma pessoa romântica?
Zoey: Não! - respondeu com segurança.
House: Nossa, demora mais um pouco para responder! - um pouco ofendido.
Zoey: Ah, era para mentir? - sorriu – mas você não é romântico! Você tem o jeito Gregory House de ser!
House: Eu sei ser romântico! - se defendendo.
Zoey: Você sabe, mas não é! E nem tenta!
House: Hey! - bastante ofendido.
Zoey: Ué, você perguntou! - levantou as mãos - mas por que a pergunta?
House: Talvez eu esteja com ciúmes do Tom ficar conversando com a Lisa o dia todo e ela perceber que eu não sou o suficiente.
Zoey: Uau, que pesado! - viu que ele falava sério - eu tenho quase certeza de que ela não te largaria pelo Tom, mas você tem que se esforçar para agradar a Lisa, senão ela te deixa mesmo!
House: O que você sugere? - preocupado.
Zoey: Do que ela gosta?
House: Ah... - ficou pensando.
Zoey: Você conhece a mulher há 30 anos e não sabe do que ela gosta? Ela devia te largar mesmo!
House: Você não está ajudando, filha querida! - sarcástico.
Zoey: Ela gosta de flores, de sapatos, yoga, de café, de fofoca, falando em fofoca, você soube que o carro da enfermeira do PS foi riscado, não soube? - se endireitou na cadeira para falar.
House: Sim! - ele resolveria a questão da Lisa depois – e já sabem quem foi?
Zoey: Sim, foi a enfermeira da UTI! - bateu na mesa.
House: Não! Por quê? - pareciam dois adolescentes.
Zoey: Parece que a enfermeira do PS estava de graça com o farmacêutico da tarde.
House: Mas o farmacêutico não namora a moça da lanchonete? - chocado.
Zoey: Sim, mas ela está afastada, pois está com o pé quebrado.
House: Mas a enfermeira do PS foi tirar satisfação com a enfermeira da UTI?
Zoey: Satisfação de que? Ela está errada!
House: Uau! E o farmacêutico?
Zoey: Mal saiu da farmácia ontem! E parece que a moça da lanchonete não sabe de nada ou pelo menos não sabia. Alguém deve ter contato.
House: Mas ele é feio! - indignado.
Zoey: Ele é feio, mas compensa na lábia! O bicho é bom na conversa! - sorriu.
House: Você já caiu na lábia dele, Zoey? - perguntou com a sobrancelha erguida.
Zoey: Ele veio com graça pra cima de mim quando ele era da manhã, mas logo cortei!
Eles ficaram fofocando sobre os funcionários do hospital por horas!
Já era fim de tarde quando Cuddy voltou para seu escritório depois de uma reunião do conselho. Tom não estava lá e nem da clínica. Ela não achou ruim ficar um pouco sozinha. Ao entrar na sala, tinha um buque de rosas brancas e um cartão.
'Flores lindas para a mulher mais linda! Greg'
Ela sorriu, ele podia ser um fofo quando queria. Arranjou um vaso, colocou água e colocou as flores.
House: Uau, que linda! - ela não ouviu a porta abrir.
Cuddy: São lindas mesmo! - ajeitando o arranjo.
House: Estava falando de você, as flores são ok – encostado na porta.
Cuddy: Obrigada – corou – o que você aprontou?
House: Nada! Um cavalheiro não pode dar flores para sua amada dama? - chegou perto dela, todo galanteador.
Cuddy: Você não faz o estilo cavalheiro! - deixou ele se aproximar.
House: E você prefere os cavalheiros?
Cuddy: Eu prefiro você! - sorriu para ele. Ele a beijou.
House: Eu te amo! - sorriu para ela.
Cuddy: Eu também te amo!
House: O que você diz se nós formos jantar naquele restaurante novo que abriu? - com ela em seus braços.
Cuddy: E você fez reserva? Deve ter fila de espera!
House: Claro que fiz a reserva!
Cuddy: Como você conseguiu? Liguei três semanas atrás e só teria agenda para daqui a dois meses.
House: Eu tratei o dono ano passado e ele ficou muito grato!
Cuddy: Seus pacientes não te dão presente – achou estranho – um processo, ok, mas presentes?
House: Ok, a Zoey tratou o cara – rolou os olhos - você quer ir ou não? - sorriu.
Cuddy: Claro que quero! - animada – e as meninas?
House: Elas estão na casa da Zoey.
Cuddy: E o Tom?
House: Você quer que o Tom vá com a gente? - soltou ela e fez cara feia.
Cuddy: Não, só precisa avisar ele! - ela o abraçou - não precisa ficar com ciúmes do Tom.
House: Quem te contou? - fez cara de bravo, mas logo sorriu.
Cuddy: Wilson – sorriu também.
House: Como ele é fofoqueiro! - balançando a cabeça - Falando em fofoca, sabe quem riscou o carro da enfermeira do PS?
Cuddy: A enfermeira da UTI! O que mais você sabe? - os dois se sentaram no sofá para fofocarem no conforto.
House: Foi por causa do farmacêutico da tarde, o feio!
Cuddy: Só isso que você sabe? - ela sorriu maliciosamente - não sai daqui – falou baixo – na verdade a enfermeira da UTI só riscou o cara dele, porque ela é irmã da moça da lanchonete!
House: Mentira! - pasmo.
Cuddy: Aham! A moça da lanchonete quebrou o pé e desde então o farmacêutico está aproveitando e jogando seu charme para todo lado. Pelo que eu fiquei sabendo, ela terminou com ele.
House: E ele jogou o charme para você? - ergueu a sobrancelha.
Cuddy: Se tentou, não prestei atenção. Mas a fofoca não acabou!
House: Conte! - chegou mais perto dela.
Cuddy: A moça da lanchonete está grávida do farmacêutico!
House: Eita! - arregalou os olhos.
Cuddy: Pois é!
House: A enfermeira da UTI devia riscar o cara e não o carro da enfermeira do PS.
Cuddy: Mas não foi só por isso que ela riscou o carro dela, é porque ela também está grávida do farmacêutico!
House: O que? Como assim? - chocado em cristo.
Cuddy: Pois é! Ela veio me contar hoje à tarde.
House: Mas ela não é casada? - quase em pé no sofá.
Cuddy: É. Era, o marido descobriu e saiu de casa e levou as crianças! Ela veio pedir férias.
House: O farmacêutico já sabe?
Cuddy: Ela disse que contou para ele e ele não reagiu muito bem.
House: Meu Deus! - atônito – que tipo de funcionário a senhora contrata? - sorrindo.
Cuddy: Ele é um bom funcionário, mas é um pouco bobo. E ele não é feio! - rindo.
Eles ficaram fofocando até a hora da reserva no restaurante. Chegaram lá, ficaram em uma mesa reservada, comeram, beberam, conversaram sobre outras coisas não relacionadas ao hospital.
Cuddy: Gostei daqui! - saboreando a sobremesa.
House: Eu também, mas prefiro a companhia – sorriu para ela.
Cuddy: Uau, você está tentando me seduzir? O que te deu hoje?
House: A gente se conhece há quase 30 anos e as coisas nunca foram fáceis para gente: a gente não ficou juntos desde o começo e nos desencontramos, aí no reencontramos, mas estava com a Stacy e tudo o que aconteceu com minha perna e pessoa que me tornei depois disso. Ai, ficamos juntos, a Zoey e a Rachel são sequestradas. Depois a gente é meio que sequestrados. Mais uma separação nossa até estarmos aqui. E agora a morte da Stella. Parece que quem escreve nossa história nos odeia! - ela riu – mas, como já disse, você estando no meu futuro, eu faria tudo igual. Você disse que não queria se casar, mas eu queria te pedir em casamento mais uma vez – ele colocou a caixinha em cima da mesa – eu te amo tanto, você esteve no meu lado no meu pior e espero que esteja nos meus melhores. Você me completa. Mesmo que a gente não case oficialmente, você quer casar comigo?
Cuddy: House – seus olhos brilhavam – com você eu quero tudo! - sorria - você é uma pessoa muito difícil de amar, mas só descobri isso depois de me apaixonar por você! A maioria das minhas lembranças felizes e tristes, você está nelas. Você me deu filhas lindas, as 3! Não poderia ser mais grata. É claro que eu me caso com você!
Ele colocou o anel no dedo dela e se beijaram.
