NOTAS DO AUTOR:
Yo!
Gente, primeiramente quero me desculpar pelo atraso! Sei que eu deveria ter postado ontem, mas o dia foi bastante conturbado e no fim do dia, que foi quase de madrugada, eu estava esgotada, sem condições nenhuma de revisar esse capítulo e postar. Não sei se me acompanham de outras fanfics, mas ando bastante ocupada nas últimas semanas, então não tive oportunidade de vir antes como disse que tentaria para algumas leitoras, nem mesmo uma prévia consegui lançar. Me perdoem.
Quero aproveitar a deixa e agradecer imensamente a três leitoras muito especiais que me incentivam e me inspiram a continuar: PipocaVdoce, Mady-san e BruLima102 do Social Spirit, muito obrigada pela força! Se não fosse vocês me procurar e conversar comigo sobre a fic… eu nem sei o que seria dessa fanfic nesses tempos sufocantes que venho passando.
E aos demais leitores que comentam, vocês também têm méritos nessa continuação! Cada comentário que leio é uma injeção de ânimo, por isso posso demorar, mas respondo cada um. Interagir com vocês é um bálsamo! Por isso, continuem comentando, me procurem sempre que quiser, nem que for pra me dizer que amou, porque me motiva demais!
Sobre esse capítulo, vou avisá-las de que vai rolar um clichêzão aqui… mas não do tipo clichê normal, bem, vocês vão entender quando lerem!
Tem fofura, mas também tem uma coisa meio… ahn… enfim, vai rolar algo que provavelmente vai deixar vocês… bravas(?) Kkkkk
Não queiram me matar, por favor!
É isso, boa leitura!*~
[…]
You may never know my devotion…
Você pode nunca conhecer minha devoção…
Feel my breath in the quiet night…
Sinta minha respiração no silêncio da noite…
[…]
Ela se preparou, também conferindo o nível de chakra – um pouco mais da metade – para o caso de precisar, já que era impossível afirmar que as coisas poderiam ser tranquilas estando ao lado de um Nukenin – e, tão logo terminou, Itachi saiu do banheiro.
Virou-se na direção dele e o encontrou com a inexpressividade de sempre, inabalável como se nunca tivesse se mostrado diferente, além de recomposto com a aura serena de sempre.
Estranhou, embora o sentimento proeminente fosse alívio. Vê-lo tenso e irritado do jeito que estava antes de se isolar, a deixou receosa, preocupada e afetada.
Não queria vê-lo daquele jeito.
E, mais importante, queria que ele ficasse bem e tranquilo como na noite anterior.
— Estou pronta. — avisou, recebendo um aceno positivo em resposta.
Ele nem mesmo olhou em sua direção ao passar por si, apenas porque seu destino era o criado-mudo, onde pegou algo e enfiou dentro do manto negro com nuvens vermelhas.
Quando ele passou por si novamente para sair do quarto, segurou-o pelo braço, sentindo-o ficar tenso sob o toque inesperado.
Inesperado até mesmo para ela.
Engoliu a seco sentindo o coração à mil quando processou o que fez e deixou as palavras escorregarem por seus lábios por saber que era impossível contê-las:
— Está tudo bem? — Ele não a olhou, nem por sobre o ombro. Continuou imóvel, embora não a tenha repelido. — Itachi?
O chamado o fez fechar os olhos com força, ela viu pelo ângulo de perfil que as posições de ambos permitiu, depois respirou fundo e abriu os olhos com o cenho franzido, fixando o olhar a frente.
De repente, sentiu como se houvesse um muro invisível entre eles. Como se aquela distância emocional de quando iniciaram aquela jornada tenha retornado.
— Vai ficar. — ciciou ele, olhando-a por sobre o ombro com a frieza digna de um Uchiha.
Digna de um jeito que a fez lembrar de outro Uchiha.
Engoliu a seco e o soltou quando o olhar dele caiu sobre a mão dela, sentindo-o se afastar a passos calmos.
Engoliu a seco. Confusa sobre tudo aquilo.
Por que sentiu que ele não estava dizendo aquilo para ela e sim para ele mesmo?
Depois de dar baixa na estadia e de deixá-la se despedir de Aya, seguiram viagem sob um chuvisco que não demorou a virar tempestade, como imaginava mais cedo.
O temporal parecia um reflexo de como estava se sentindo: frio, desvairado e angustiante.
Itachi só interrompeu a viagem porque estavam ensopados e o frio era devastador. Nem mesmo seus mantos conseguiam protegê-los.
— Vamos nos abrigar naquela caverna. — ele disse, colocando-se a frente durante o percurso de forma protetora.
E, por instantes, sentiu como se o homem gentil com quem conviveu nos últimos dias estivesse ali, principalmente quando ele acendeu uma fogueira logo quando chegaram e a envolveu com um braço, esfregando o braço dela com a outra mão no intuito de aquecê-la.
Seu corpo estava trêmulo de frio, seus dentes batendo um contra o outro, seus dedos dos pés e das mãos estavam tão congelados que temeu perdê-los, mas sentiu-se acalentada naquele meio abraço caloroso, principalmente diante da preocupação dele, que apartava qualquer angústia de antes.
— Perdão. — ele sussurrou e ela abriu os olhos que estavam fechados com a sensação agradável, confusa se começou a alucinar ou ele disse algo mesmo — Perdão. — ele repetiu, deixando-a petrificada por dentro, porque por fora continuava tremendo involuntariamente.
— Pe-pelo… — a garganta seca doeu, mas ela se esforçou para dizer algo — pelo quê?
— Não considerei as circunstâncias. — ele explicou em tom culpado, o braço que a envolvia a abraçou mais forte — Só está assim porque não considerei as circunstâncias.
Negou com a cabeça na medida do possível, permitindo-se abraçá-lo com o braço encolhido ao rodeá-lo.
Itachi tremia fortemente também, conseguia até ouvir os dentes dele rangendo.
— Está tu-tudo bem. — estremeceu e não soube dizer se foi porque aninhou o rosto no peito dele e isso o fez acolhê-la melhor em seus braços ou por causa do frio absurdo que o corpo estava sentindo.
Fechando os olhos por um instante, buscou ouvir as batidas do coração dele. Era calmo, tranquilo como ele.
— Não adormeça. — ouviu-o pedir e o envolveu com o outro braço, abraçando-o completamente ao se acomodar mais para perto — Sakura.
Queria responder ao chamado aflito, mas suspirou trêmula. No fundo de sua mente, sabia que ele estava certo.
A hipotermia era traiçoeira e, ao mesmo tempo que o corpo inteiro doía pelo frio e pela tensão do encolhimento e da tremedeira violenta contínua, sentia uma letargia quase irresistível.
Só que ela era uma médica e fez um juramento de manter-se viva e aos que estavam sob sua responsabilidade, no caso, ele.
Isso a fez abrir os olhos e, com dentes cerrados, desespero e mãos débeis, se afastou dele bruscamente, assustando-o, já que ele arregalou os olhos.
Tirou o próprio manto sem destreza alguma e o jogou para longe, fazendo o mesmo com o manto dele.
— O que está fazendo? — ele sussurrou, assombrado e a segurando para impedi-la.
— O tecido mo-molhado… — engoliu a seco, a garganta doendo ainda mais ao tentar falar. Esticou o braço para tentar tirar dele novamente, mas ele segurou seus pulsos — vai baixar… a te-temperatura corporal ainda mais.
Os dentes bateram um contra o outro e quando ele soltou seus pulsos, tirou o manto dele também.
Trêmula e sob os joelhos de frente para ele, olhou ao redor da caverna, abrindo e fechando as mãos atrapalhada, tentando fazer a circulação voltar as extremidades.
— Co-Consegue fazer mais fo-fogueiras?
Estremeceu pelos braços estarem descobertos e se encolheu diante da brisa fria, olhando para a entrada da caverna.
Naquele ritmo, morreriam antes mesmo de perceber. A situação era emergente.
Itachi nada respondeu, mas assentiu e se levantou cambaleante e ela pegou a mochila que tinha deixado no chão assim que chegaram, tirando suas roupas extras angustiada.
— Vou procurar madeira seca.
Negou com a cabeça, incapaz de pôr em palavras sua ideia. Explicá-lo o que estava pensando demandaria esforço e energia, coisa que quase não tinha mais, por isso só espalhou as roupas em três improvisadas fogueiras mais perto do que a primeira acesa por Itachi em torno de onde estava e o olhou num sinal para usar o Katon – Liberação do Fogo.
Se levantou sentindo-se zonza e, com uma dificuldade colossal, andou até a entrada, previamente fazendo inúmeras tentativas de controlar e concentrar o chakra no punho, socando a estrutura da entrada para criar um desabamento que pudesse fechá-la para o local aquecer mais rápido. Se não morressem naquela tentativa desesperada de sobreviver, pensariam numa maneira de sair de lá depois.
Afastou-se desastrosamente alguns passos diante do sucesso no que se propôs e caiu de bunda observando a névoa de poeira começar a asfixiá-los.
Burra, burra, burra!, acusou-se cobrindo a boca com a mão. Olhou para trás procurando Itachi e o encontrou tossindo.
Se obrigou a se levantar e, mesmo com a tontura, se aproximou dele, já infundindo chakra de cura no peito com uma mão e no pescoço com a outra no intuito de limpar suas vias respiratórias.
Ficou aquele tempo todo segurando a respiração, piscando com lentidão devido a pressão baixa e asfixia proposital.
Quando a névoa de poeira baixou, permitiu-se respirar. E ao sinal de melhora na tosse dele, parou o processo de cura, não querendo arriscar a sorte já que o chakra estava desordenado e quase não conseguia controlá-lo corretamente.
As fogueiras já estavam acesas e se levantou, levantando-o junto de si para voltar para onde estavam, que era o centro do calor delas e Itachi a puxou contra si e assumiu o caminho levando-a consigo.
Mesmo que tenha erguido o rosto para olhá-lo, ele continuou olhando para frente.
Ele se sentou e a forçou a se sentar entre as pernas dele, abraçando-a de forma protetora e acolhedora, restando-a apenas correspondê-lo e abraçá-lo para aquecê-lo tanto quanto estava sendo aquecida.
— Não adormeça. — ouviu-o repetir e assentiu, se encolhendo ainda mais.
Depois da temperatura corporal baixar tanto, frio era frio. E, graças a isso, não conseguia saber se o que fizeram funcionou ou se, pelo menos, a caverna se tornou um pouco mais quente.
Itachi tremia tanto quanto ela, mas não afrouxou o aperto do abraço em nenhum momento.
Ambos tinham a respiração pesada e dificultosa, mas o acolhimento que estava sentindo facilmente sobrepôs qualquer incômodo ou dor com o passar dos minutos.
— Ita-chi…? — sussurrou, tentando manter os olhos abertos. Era muito tentador simplesmente se entregar a letargia do frio congelante, mas, mais do que estar preocupada consigo, estava com ele, pois a respiração dele se tornou contínua — Ita-…
— Estou aqui.
Suspirou, fechando os olhos aliviada. Assentiu e o sentiu apertá-la ainda mais, apoiando o queixo no topo de sua cabeça.
Mais alguns minutos se passaram, onde se manter acordada ficou cada vez mais difícil, por isso decidiu iniciar um diálogo para mantê-los acordados e também para tocar num assunto que esperou muito tempo para trazer à tona.
— I-Itachi? — ele murmurou um "Hn" que a fez suspirar em alívio — Está do-doente.
O corpo dele ficou tenso, mas ele assentiu, sentiu o movimento dele.
— Graveme-mente doente, — ele assentiu de novo e suspirou — mas po-posso curá-lo.
Nada foi dito por um bom tempo e ela se desesperou achando que ele tinha dormido, mas, ao tentar se afastar para olhá-lo, foi impedida pelo abraço firme dele.
Ele afundou uma mão entre os fios róseos e a outra mão a apertou mais contra si, no entanto permaneceu em silêncio.
Lágrimas se acumularam nos olhos dela ao sentir que aquela era a maneira de ele rejeitar a proposta e todas as vezes que o olhar dele transbordou tristeza, culpa, medo, solidão, dentre tantas coisas ruins, lhe vieram a mente, deixando-a ainda mais desestabilizada.
No decorrer do tempo, que realmente não soube medir, ficaram em silêncio, fortemente abraçados e contemplativos, ouvindo a respiração trêmula um do outro e ela ouvindo, além de tudo, o bater do coração dele.
E, no meio daquele calor inevitável que começou a envolvê-los pela fogueira e aproximação, adormeceu.
Despertou desorientada, levando um bom tempo para se lembrar do que tinha acontecido. Quando lembrou, se afastou sem movimentos bruscos, pois Itachi, que ainda tinha um braço sobre ela e o outro caído sobre o colo, permanecia dormindo.
Ambos adormeceram sentados e, se ela, que estava praticamente sobre ele, sentia dores nas costas, não conseguia imaginar como ele ficaria quando acordasse por ter aguentado, além de tudo, o peso dela.
Olhou ao redor, percebendo as fogueiras apagadas, mas ficou aliviada por ao menos tê-los aquecidos antes.
Suspirou e se levantou com cuidado, esticando os músculos ao se espreguiçar. Não fazia a mínima ideia de quanto tempo havia se passado e a caverna escura fechada, com poucos feixes de luz vindo do desmoronamento que causou na entrada iluminando pouca coisa, não permitia saber. Foi até lá pensando em como faria para abrir caminho sem fazer barulho, no entanto não foi preciso, ouviu a movimentação do Itachi e se virou para vê-lo, observando-o se levantar devagar com uma mínima expressão de incômodo.
— Desculpe. — não sabia pelo que estava se desculpando: por acordá-lo ou por tê-lo deixado pior do que estaria se ela não tivesse dormido sobre ele.
Ele negou com a cabeça e olhou para atrás de si e ela fez o mesmo.
— Já que acordou, vou abrir caminho do jeito mais fácil. — avisou e em seguida socou o acúmulo de rochas empilhadas com uma boa quantidade de chakra, tendo sucesso no que se propôs mais uma vez.
Assim que as pedras caíram a luz estonteante de um dia ensolarado quase a cegou e demorou algum tempo até se acostumar com a claridade. Nem parecia que um temporal atípico e frio ocorreu na noite anterior e quase os matou.
Itachi se colocou ao seu lado, olhando para o céu azul como ela.
— Vou caçar algo para nossa refeição. Me espere aqui.
Usando velocidade Ninja, ele se retirou sem ao menos aguardar por uma resposta, mas, de alguma forma, não se incomodou. Já estava se acostumando a taciturnidade dele, assim como a introspecção maior logo após qualquer expressividade que ele apresentava.
Decidida a colaborar, acendeu uma fogueira com o conhecimento de "métodos de sobrevivência" adquirido ainda na Academia Ninja. Certamente um usuário Katon tinha facilidades, mas não era como se fosse impossível viver sem lidar com técnicas Ninja.
Itachi chegou com duas aves já em espetos e algumas frutas e fizeram a refeição em silêncio, partindo em viagem em seguida.
Quatro dias se passaram onde nenhuma palavra foi proferida, embora o silêncio não tenha sido incômodo ou pesado. Ela se sentia confortável com a aura tranquila que ele emanava, assim como ele parecia confortável com a presença dela.
Em nenhum momento ele se ausentou deixando um clone, mas, por várias vezes, interagiu com uma invocação de um corvo, além de criar e enviar alguns Clones para algum lugar que não fazia ideia.
Quando completou cinco dias e meio, numa tarde nublada, Itachi cessou os passos repentinamente e, sem virar para ela, disse algo que, além de chocá-la, a transtornou.
— Ninjas de Konoha estão a três quilômetros daqui a sudoeste. Seu antigo Time está entre eles.
Transtornou porque não esperava encontrar aqueles que deixou para trás tão cedo e, não esperava mais ainda receber aquela informação.
Franziu o cenho, confusa sobre a revelação e o motivo por trás dela.
— Você está livre para ir.
Arregalou os olhos e recuou um passo involuntariamente, como se seu corpo tivesse recebido um golpe físico. Um soco doeria menos, certamente.
Estática, respirou fundo, buscando racionalidade.
Só podia ter entendido errado.
— O… que está dizendo?
Ele se virou, a inexpressividade na face e a frieza no olhar a nocautearam como o mais eficiente dos golpes que um inimigo poderia lhe dar.
Itachi estava estranho no último dia, era evidente pelo distanciamento cada vez menos sutil que ele impôs, mas não imaginava que aquela distância física e, sobretudo, emocional, os levaria àquele ponto.
— Está livre para ir. — ele repetiu calmamente.
Ofegou como se tivesse levado outro golpe físico, outro soco que doeria bem menos.
Desviou o olhar ainda mais transtornada, a razão e a emoção se misturando perigosamente e o descontrole a rodeando até envolvê-la de vez.
Recuou outro passo e levou uma mão à cabeça, sentindo-se zonza.
Sem perceber começou a hiperventilar e não demorou a explodir.
— Então é isso?! — exclamou e o encarou, irritada — Você me tirou de casa afirmando que o faria a qualquer custo e me arrastou por aí por todo esse tempo para simplesmente chegar aqui, depois de tudo o que passamos juntos, e me dizer que estou "livre para ir"?! Que jogo é esse?!
Ele não pareceu se importar com seu tom de voz alterado, assim como seus gestos nervosos. Continuou pleno e inabalável encarando-a com a frieza que esperava nunca mais ver.
— Diga alguma coisa! — exigiu e, por um milésimo de segundo, viu o olhar dele refletir um brilho incomum, um brilho que não conseguiu decifrar, mas que deixou claro ser reativo ao que ela disse. Esperou algum tempo, mas o silêncio perdurou e isso a enfureceu — Quer saber?! Está bem! Se é o que quer, estou indo!
Marchou a passos furiosos para o lado que ele tinha informado e quando estava prestes a deixar a clareira, ouviu a voz dele.
— É o que você quer.
Petrificou no lugar ante a acusação e o coração ressentido e raivoso, já acelerado pela explosão, pareceu parar.
Então a mente dela se lembrou do último dia que tiveram na hospedaria, conversando com Aya antes de Itachi entrar e anunciar que partiriam.
"— Você sente saudades de casa?"
Aya tinha perguntado e lembrava-se de ter respondido um: "Eu mentiria se dissesse que não, mas…", foi quando ele entrou bruscamente interrompendo-a e não teve chance de continuar, porque Aya foi embora e Itachi não disse nada a respeito, apenas que iam partir.
Ele entendeu tudo errado! Santo Deus!
Ela sentia falta de casa, mas não era como se quisesse voltar, não naquele momento, não do jeito que estava, não quando estava se aproximando cada vez mais dele e apreciando o que a convivência pacífica estava fazendo com ela.
Quando ia se virar para contestá-lo, ouviu a voz grave dele ao pé do ouvido, sentindo-o atrás de si simultaneamente e repentinamente, tão próximo que a respiração dele soprou os fios róseos ao lado de seu rosto e o calor do corpo dele envolveu-a pelas costas.
— Não se perca novamente.
Então se virou e ele desapareceu sob corvos voando rumo ao céu.
[…]
NOTAS FINAIS:
O trecho em negrito e itálico no início do capítulo é da música Vanity – Yuki Kajiura.
AAAAAAAAA! É isso, povo! Depois de tudo, Itachinho ainda abre mão dela.
Vocês gostaram desse capítulo? Dessa aproximação física?!
Aposto que imaginaram que ia rolar um hentaizão clichê, né? Mas, bom, a escritora sou eu, então isso não ia rolar, não desse jeito, nem nesse momento rsrs
Isso estragou as coisas para vocês? Ou a fanfic continua boa? Contem para mim, sim?
E tenho certeza que esse capítulo deu um norte mais forte para vocês sobre o motivo de ele tê-la tirado de casa ou, pelo menos, teorias novas, então vamos lá outra vez para a pergunta de ouro: POR QUE ITACHI TIROU A SAKURA DE KONOHA?!
PRÓXIMO CAPÍTULO: Lealdade.
DATA DA POSTAGEM: 31/08/2021 – Quarta-feira.
Até a próxima!*~
Obs.: Caso queiram ter prévias de capítulo, spoiler e interagir comigo além daqui, me sigam no Twitter por SenpaiNani, Instagram por NaniSenpaiNK e Facebook por Haruno Sah ou Nani Senpai!
Obs.²: Agora tenho um Cronograma! Deem uma olhada se acompanham outras fanfics minhas, o link está no meu perfil. Lá tem todas as minhas fanfics, quantidade de capítulos postados, previsão de cada atualização, outros projetos que estão a caminho e também já está disponível do mês de agosto também ^^
