Saint Seiya e esses personagens não me pertencem. A única coisa minha é esse enredo... Devo avisar q ao final do capítulo, há uma versão sobre o q teria acontecido ao Ikki. Leiam e opinem! Bom, aqui vão as respostas das reviews:
Madame Verlaine: Minha nee-chan, conselheira de plantão! Obrigada pelos elogios e é conversando que se entende, né? Viu como eu não sou tão m�? Bom, o meu desafio começa agora e espero que goste dessa nova parte, onde o Ikki já estará falando. E sim, eu concordo com você quanto a dar tempo ao tempo, mas eu precisava avisar... rs. Bom, até a próxima, beijos! (Espero poder sempre conversar contigo por msn. Aprendo e me divirto muito) Ah eu dedico esse fic a vc tb, pois sem a sua ajuda, ele não chegaria nesse nível...
Bab's: Teoria interessante essa sua! Já pensou ele catando a Marin? (eu não consigo imaginar esse "par romântico", rs). Infelizmente ainda vai demorar um pouco para ele lembrar do que aconteceu, mas vamos ver o andamento dessa fic. Beijos.
Lola Spixii: Outra amiga de longa data... Eu sabia que você não agüentaria e daria uma espiadinha... rs! Gostei das suas explicações, principalmente do ato heróico do nosso Fênix. Eu amo receber seus elogios, pois assim como a Madame Verlaine, você é outra q me encanta com a sua forma de escrita. É exagero dizer que sou Ikki-maníaca, mas é sempre bom escrever um fic dos irmãos Amamiya né? Bom, eu sei que a gente vai se esbarrar por msn muitas vezes, portanto até logo. Bjs.
anonima: Oba, fiquei feliz em saber que vc gostou das outras aparições e ainda mais com os seus elogios. Qt a Shun e Hyoga são realmente fofos, mas, antes que me pergunte, ainda n pretendo fazer yaoi. É q depois de escrever 3 fics consecutivos com esse conteúdo pretendo variar o cardápio. Ah gostou desse final? Tentei caprichar... rs. Bjs e até mais!
Luly Amamiya: Na verdade, o q aconteceu foi q eu já tinha respondido a sua review, mas qdo fui te dar algumas explicações da fic, fikei com preguiça de escrever e copiei um trecho da sua resposta. Amiga de msn tem disso, ou melhor... Cunhada de msn! Rs. Depois dizem q eu sou a sanguinária... ser atropelado... e por uma ambulância? Hauahuhauhauahuahauhauhauhuahauha. Desculpe, mas eu não resisti ao lembrar das nossas conversas. Bom, é isso aí, até logo. Bjs!
Atalanta de Tebas: Ai, eu estou demonstrando a verdade. Vai dizer q o Shun não se comportaria assim se isso tivesse mesmo acontecido... Fico feliz com esse retorno, pois significa q eu estou conseguindo passar as emoções e os sentimentos dos personagens. Td bem q o Ikki é um pouco revoltado, mas q imagem vc faz dele... ser odiado por TDS os deuses é algo impressionante! Rs. Eis mais um capítulo caprichado. Bjs.
Arthemisys: Eu concordo que um acidente de carro seja mt fraco pra quebrar a cabeça-dura do nosso Fênix. Rs. Não se preocupe, pode mandar quantos reviews quiser seria interessante saber o q as pessoas pensam do acidente. Obrigada pelos elogios e até breve, ou melhor, até logo! Bjs.
Juliane.chan: Eu tb passei por isso. Qdo meu irmão caçula tinha 11 anos (hj tem 19) ele foi atropelado e teve traumatismo craniano. Os médicos juravam q ele n sobreviveria e se isso acontecesse, ele certamente teria seqüelas. Felizmente ele sobreviveu depois de 15 longos dias de UTI e não teve nenhum problema. 1 mês depois dele ter saído do hospital nem parecia que ele havia se acidentado. No caso do Ikki ele ainda vai sofrer um pouquinho, senão a fic não teria graça, né? Continue comentando, nem q seja pra xingar... (o q é normal qdo "machucam" algum personagem q vc gosta). Bjs grandes e até a próxima!
Gemini-sama: Não seja modesta! Vc merece... hehe. Ah! Obrigada pelos elogios. Qto a esse negócio de coma, eu acredito q seja verdade, pois como já comentei com a Juliane.chan, eu já tive a desagradável experiência de passar por isso.
Eu não entendi pq vc culpou o Milo e o Camus... justo os meus keridinhos? Hehe. Mais uma q acredita em acidente automobilístico? Interessante... Bom, vamos ver o q vai dar. Não se preocupe, eu adoro presentear meus amigos. Valeu por td, bjs.
Pisces Luna: Sou má mesmo! Mas vc ainda vai mudar de idéia qto a isso. Achei mt engraçada essa tese da moto... rs! Descobrir algo do passado... hum interessante! Qto a Esmeralda, é outra hipótese interessante. Bom, devo confessar q o pior n será o acidente e sim as seqüelas, q vc já poderá acompanhar nesse capítulo. Continue acompanhando, bjs!
Ada Lima: Bom, aí está parte das suas respostas. A partir desse capítulo, Shun cuidará do irmão. Ikki ainda está um pouco confuso com a sua nova situação, mas vamos ver o q o tempo e a convivência pode fazer aos dois. Obrigada pelos elogios e espero que goste da surpresa desse episódio. No próximo capítulo vc vai ter a resposta da sua outra pergunta (Ikki se recupera ou não?). Bom, então até logo... bjs!
Minako Amamiya: Devo confessar q a senhorita coração de pedra aqui tb partilha da sua opinião. Eu qse chorei qdo escrevi a cena do reencontro deles no hospital! Nesse novo capítulo tentei mostrar a confusão de sentimentos q habita no interior do Ikki. Leia e confira!
Angel (por msn): Tem razão, o Ikki ficará bem debilitado e dependente. Ao ler esse capítulo, vc vai ver o como o nosso Fênix reagirá e terá surpresas incríveis... Bom, certamente terá uma confusão nas reações dele, mas isso é normal. Agora não estragarei a surpresa... leia e emocione-se!
persefone-sama (por msn): Mana, eu sei q vc já leu este capítulo e gostou mt. Saiba q eu te adoro, mesmo sabendo q vc tem mania de não comentar... rs! Até logo.
Aos demais que estão lendo e não comentam: é sempre bom saber o quanto as pessoas estão gostando. Por mais tímidos q sejam, eu sinto a força e a emoção de vcs do outro lado. Bjs grandes e até logo!
III. A Visita
Depois de 10 longos dias, Ikki finalmente recebera alta e pôde ir para o apartamento de Shun. Para felicidade de todos, um dia depois de ter acordado do coma foi tirada a sonda e feita uma transferência para uma outra ala, pois Ikki não precisaria mais da unidade semi-intensiva. No dia seguinte ele já falava normalmente.
Saori ofereceu um quarto de sua mansão para instalá-los, mas Ikki recusou a oferta. Não queria ficar vendo o olhar de piedade de ninguém. Para piorar, ele ainda não conseguia se mover, estava tetraplégico, por isso precisava de uma cadeira de rodas especial e da ajuda de outras pessoas até para comer. O problema era que a mansão era cheia de degraus e escadas... Além do mais, seu orgulho o impedia de ficar pedindo e aceitando a ajuda dos outros.
"A Saori me deu férias... poderei ficar aqui, ajudando com a sua fisioterapia." – Shun sorria docemente.
"Fico feliz que seja você e não um estranho qualquer... Quem diria, eu sempre cuidei de você e agora é você quem cuida de mim. É estranho!"
Mesmo tendo acabado de chegar ao apartamento de Shun, Ikki sabia como seria a sua vida de agora em diante. Ele sabia tudo o que passara, ainda via as mãos de enfermeiros cuidando de sua higiene pessoal, dando-lhe de comer. Não só a sua vida, mas também a do caçula mudaria radicalmente e para pior.
"Eu sou seu irmão, não há por que fazer essa cara. Ikki, você já lembrou o que aconteceu... Por que está assim?"
"Ainda não e isso me dá um pouco de medo."
"Eu te amo, Ikki e não deixarei isso acontecer de novo, eu prometo!"
Shun abraçou o corpo inerte do irmão, que estava deitado na cama. Andrômeda chorava no peito de Ikki, que nada poderia fazer para consolar-lhe. A não ser usar de suas carinhosas palavras.
"Shun, por favor, não chore!"
"Desculpe Ikki! Você sabe que eu sou uma manteiga derretida..."
"E como esquecer? Infelizmente agora não passo de um inválido e nem posso mais abraçá-lo e reconfortá-lo como antes."
Fênix estava inconformado e revoltado com a sua situação física. Por mais que quisesse, por mais que tentasse, era impossível aceitar. Ikki se sentia o pior dos vermes. Seus membros eram inúteis e nem para confortar seu doce irmão lhe serviam... Cada vez mais ele pensava se a morte não teria sido um destino menos cruel.
Shun já se acostumara a essas crises depressivas do irmão e sabia que não poderia fazer nada. No fundo, Ikki tinha razão de sentir-se um lixo. Sempre fora forte mental e fisicamente e agora... Shun juntou todas as suas forças dizer, numa tentativa reanimadora:
"Não, Ikki, você não é um inválido! Você é meu niisan, é quase um pai para mim! Não importa que você não possa se mover, eu estarei aqui e o ajudarei a levantar-se novamente... ou você não acredita em mim?"
"Shun..." – Ikki emociona-se e deixa que as lágrimas caiam de seu rosto.
"Niisan..." – Shun sorri, secando as lágrimas no rosto do irmão.
Olhando para Shun, Ikki via o quão egoísta estava sendo. Sim, a morte seria menos cruel para ele, mas e Shun? Seu irmão o amava e dificilmente se recuperaria de tal tragédia. Cada vez mais Ikki aprendia a admirar o caçula e chega a comentar, em tom de deboche:
"Shun, você é muito especial... Agüentar esse meu jeito rabugento por todos esses dias e ainda ter forças para me ajudar."
"Você faria o mesmo por mim, niisan."
"Será mesmo?" – Ikki pergunta num tom de brincadeira.
"E aí, Ikki, abusando muito do Shun?" – Seiya perguntava entrando no quarto.
Ao ver e ouvir a voz do visitante, Ikki irrita-se. Ele ainda sentia-se humilhado por estar tão indefeso e não gostava de receber visitas. Numa tentativa de expulsão, Ikki fala, de forma sarcástica:
"O que você está fazendo aqui? Pelo que sei você deveria estar trabalhando... Ah já sei, o preguiçoso fugiu novamente de suas responsabilidades! Se a Saori não gostasse tanto de você, seria mais um desempregado pras estatísticas."
"Ei, olha como fala comigo! Eu não sou preguiçoso... E não estou no emprego pelo fato da Saori gostar de mim e sim por minha competência!"
"Ah sei! Vou fingir que acredito..."
"Hnf! Você tem sorte de não poder se mover, caso contrário iria ver só uma coisa. Viu Shun, eu não falei que não demoraria pro seu irmão ficar nos importunando?"
Ikki congelou ao ouvir isso. De tudo o que Seiya poderia ter falado, tinha que ter tocado logo em seu ponto fraco... em sua deficiência? Sentiu vontade de espancá-lo, tirá-lo de sua vista o mais rápido possível, mas seu corpo não o obedecia e o seu orgulho o impedia de deixa-lo sem uma resposta digna. Num tom desafiador, declarou:
"Você é que tem sorte deu estar tetraplégico..."
"Rapazes, parem de brigar, por favor!"
Shun finalmente se manifesta, tentando acabar com aquela discussão inútil. Ele temia as conseqüências daquela conversa. Sabia que Seiya nunca atacaria Ikki fisicamente, mas poderia tentar um ataque verbal, o que deixaria seu irmão ainda pior. Não queria perder o amigo, mas também precisava dar apoio ao irmão, mesmo sabendo que era Fênix quem estava errado.
"Foi ele quem começou!"
Seiya diz, apontando Ikki. Ao ouvir essas palavras, Shun sentiu seu sangue subir à cabeça e perdeu a calma, Ele respirou fundo antes de começar a falar de forma mais contida, mas ao mesmo tempo rigorosa:
"Seiya, pára de agir como criança. Meu irmão errou ao ofender-lhe, mas... quer saber? Se quiser ser infantil, eu o tratarei como tal. Venha aqui!"
"Mas... mas..."
Seiya tentava argumentar, em vão, enquanto era puxado pela mão, como se fosse uma criança que havia feito uma grande travessura. Ao chegar à porta do quarto, Andrômeda volta a adotar a seu jeito carinhoso e avisa:
"Ikki, estarei aqui fora. Se precisar é só chamar."
Fênix não responde e Shun encosta a porta para que seu irmão não ouça ou veja o que ele tanto falava com o amigo. Andrômeda respira fundo antes de começar a falar baixinho:
"Seiya, eu te trouxe aqui para esclarecer algumas coisas. Como você sabe, devido ao misterioso acidente ocorrido há quase um mês atrás, Ikki ficou com quase todo o sistema nervoso comprometido. A fisioterapia ainda não tem mostrado resultados e você conhece o meu irmão. Ele está sofrendo muito... Quase todo dias ele pergunta se tem sido um fardo, afirma ser um inválido inútil e até se chama de bebezão... Só eu sei o quanto o meu irmão está sofrendo. Eu não falo, mas sei que ele anda chorando muito e tenta esconder isso de mim... Como se fosse possível!"
"Ikki chorando?"
"Para você ver... Eu sei por que estou sempre ao lado dele, fazendo a higiene e cuidando dos remédios, da fisioterapia e de tudo o mais. – suspiro cansado – Para evitar maiores danos ou uma deformação de um membro, é preciso mudá-lo de posição constantemente. Eu faço isso por ele... Às vezes ele pede para que eu o ajude a virar para um determinado lado, mas é muito raro. Eu que tomo a iniciativa, pois vejo nos olhos dele a súplica para fazer alguma coisa, embora ele proteste, às vezes. Eu sei que ele está um pouco implicante e rabugento, mas tente se colocar no lugar dele... Não é fácil! Não pense que estou reclamando, muito pelo contrário. Eu só quero que tenha um pouco de paciência com ele... Ikki precisa do nosso apoio e amizade mais do que nunca. Por favor, Seiya, me ajude!"
Ao terminar o discurso, Shun mostrava-se emocionado. Ele estava acompanhando Fênix desde o tempo que ele estava no hospital. Para melhorar a auto-estima e diminuir as crises de depressões de Ikki, os médicos resolveram deixar que Shun ficasse ao lado do irmão e ajudasse no tratamento. Aos poucos, Fênix começava a negar ajuda de enfermeiros e exigir que só seu irmão o tocasse, pois não gostava de sentir-se tão indefeso perante estranhos.
"Shun? Você tem razão!" – Abraça e conforta o amigo.
"Se me dá licença, eu vou ao banheiro. Fique com o meu irmão, mas sem brigas!"
"Pode deixar."
# III #
Seiya entra novamente no quarto de Ikki.
"Já levou esporro do meu irmão?"
Ao ouvir essa provocação, o visitante teve vontade de revidar à altura, mas lembrou-se das palavras do amigo. Ele refletiu melhor e começou a arquitetar uma resposta onde não fosse preciso se rebaixar, mas ainda assim precisava dar uma lição de moral em Ikki.
"Nós só conversamos como dois adultos, Ikki. Eu sei que você está falando desse jeito para tentar afastar todos de seu convívio. Saiba que isso não funcionará comigo."
"Hnf! Agora virou psicólogo?"
Fênix não esperava por essa resposta. Ele havia ficado sem palavras e agora teria que ouvir o intruso. Felizmente a resposta do amigo veio num tom calmo e seguro, demonstrando certo arrependimento pelas provocações anteriores.
"Não, mas vim pedir desculpas pelo que te falei, agora a pouco... Eu sei que nunca nos demos muito bem, mas vim dizer que, se precisar de um ombro amigo, use o meu."
"Eu tenho pena do Shun... Perder a sua juventude e o seu tempo comigo. Talvez eu fique assim para sempre. No fundo, acho que seria melhor eu morrer."
Seiya sentiu-se profundamente irritado. Simplesmente não suportava aquele jeito de Ikki. Claro que a morte seria mais fácil, mas ele estava sendo egoísta. Não poderia pensar um pouco nos sentimentos de Shun? Ele não viu outra alternativa a não ser provocar Fênix, tinha que ajuda-lo de alguma maneira.
"Vai desistir? Você só começou a batalha e vai se dar por vencido? É mesmo um covarde!"
"Eu não sou covarde! Eu sou Ikki, a Ave Fênix."
Esbraveja Ikki. Ele não podia sair perdedor daquela batalha. Podia estar tetraplégico, mas ainda tinha seu orgulho, o fel de suas palavras.
Seiya adorou a reação, foi até melhor do que o esperado. Tanto que continuou provocar. Tinha que ser bem planejado, pois não queria humilhar ainda mais o amigo e sim levantar a sua moral.
"Não parece! O Ikki que eu conheci lutaria com todas as forças para superar um desafio e você já está desistindo antes de tentar lutar."
Ao ouvir isso, Ikki fica novamente sem palavras. Fênix fecha os olhos de um modo pesado, demonstrando que concordava com tudo. Ele volta a encarar Seiya. Acabou lembrando de Shun e não exitou em perguntar:
"Ele está sofrendo muito, não é mesmo?"
"Quem?"
"Meu irmão... Shun deve estar muito decepcionado comigo."
Ikki lembrou-se de todos os momentos em que passou ao lado do irmão, protegendo-o de tudo e de todos. Sabia que Shun o considerava como um ídolo, quase um Deus Onipotente. Agora estava assim, indefeso, precisando de ajuda até para escovar os dentes ou pentear os cabelos.
Seiya sentiu a dor do amigo e agora não iria provoca-lo e sim apóia-lo.
"Ele te ama, mais do que tudo no mundo."
"Por isso mesmo! Eu venho sendo um chato encrenqueiro, um verdadeiro velho ranzinza, enquanto ele cuida de mim com todo carinho."
Aproveitando a deixa, Pégaso resolveu fazer uma piada. Afinal, como sempre ele era considerado o cabeça-de-vento, sabia que Ikki não se ofenderia se ele usasse as palavras certas.
"Pelo menos você admite... não é tão ruim assim!"
"Ei, está falando que sou um velho ranzinza?"
Fênix entrara no jogo. Sabia que esse era o momento para brincar, esquecer um pouco o melancolismo e tentar divertir-se com aquele amigo alegre e um pouco atrapalhado, que continuava dando apoio em seu tom brincalhão.
"Não disse nada, só concordei!"
"Dá no mesmo, hnf!"
"Esse é o Ikki que eu conheço! Não o outro: melancólico, deprimente. Ikki, eu não imagino o quanto esteja sofrendo, mas posso garantir que, apesar de tudo, seu irmão está muito mais feliz e animado com a sua companhia. Posso afirmar isso, pois estive ao lado dele nos 15 dias em que você esteve em coma."
Agora resolveu encher a bola, reconhecer o valor do cavaleiro mais velho. Não poderia deixar de tocar em seu ponto fraco e por isso falou em Shun. Sabia que agora Ikki prestaria mais atenção, tentaria descobrir uma forma de amenizar a dor de Shun, mesmo não podendo executar nenhum movimento do pescoço para baixo. Num tom de interesse, Ikki falou:
"Verdade? Conte-me o que aconteceu... O Shun já me contou a versão dele, mas ele tem mania de menosprezar o seu sofrimento e de me poupar de seus problemas... Mas antes poderia virar o meu corpo um pouco para a direita? Ficar na mesma posição, já está começando a encher."
Seiya o ajuda com cautela, enquanto vai contando tudo o que viu e ouviu... Das noites que Shun passou em claro rezando pela saúde do irmão, do choro e tristezas compulsivos que Andrômeda apresentava sempre que o irmão piorava ou logo que voltava do hospital, vendo que seu niisan não apresentava um único sinal de vida... Ikki emocionou-se com o depoimento de Seiya e permitiu-se chorar na frente do amigo, que logo depois secou suas lágrimas.
CONTINUA
É sério, eu estou um pouco assustada com a quantidade de retorno que ando recebendo por essa fic. Eu sabia q era um tema polêmico e estou muito feliz com as críticas q ando recebendo e o carinho com o qual as pessoas andam me tratando.
Eu inovarei e colocarei a minha idéia sob julgamento. A minha idéia original era que Ikki descobrisse que a mãe está viva, mas perdeu a memória e está morando num lugar muito pobre, com uma nova família. Perto do lugar onde eles moram, há uma linha férrea, onde muitas crianças brincam, mesmo sabendo que está em funcionamento. Antes que Fênix pudesse conversar com a mãe, ele salva a vida de um menino que ficara com um dos pés presos ao trilho, mas acaba sendo atropelado e ficando com traumatismo craniano. Penso em fazer com que no futuro ele descubra que o menino (que escapou ileso do acidente) era um dos seus irmãos.
Por favor, não esqueçam de dizer se gostaram ou não da minha idéia. Ainda há tempo de mudar! Agora deixa de falatório pq logo terá mais um emocionante episódio. Até breve... Beijos e abraços grandes...
