Eu sei q devo declarar q Saint Seiya não é meu e bláblábl�!

Caso alguém não goste de ter seu review respondido, por favor, me avise e eu não responderei mais. Eu sempre respondo a todos, pois acredito que a integração entre leitor e autor á muito importante, mas eu sei que nem todo mundo gosta desse tipo de coisa. Desde já agradeço a compreensão e peço desculpas se magooei alguém.

Não esqueçam! As respostas das reviews estão no final


V. O Santuário

Já haviam chegado aos pés da escadaria das 12 casas. Ikki sente um arrepio ao ver aquela imagem e não tem coragem de encarar ninguém nos olhos. Se já dependia de Shun para conduzir sua cadeira mesmo em locais planos, imaginava agora. Sem perceber a reação de Fênix, Mu logo anuncia:

"Devido aos resultados da última batalha, algumas casas estão vazias. Vocês poderiam ficar na 13ª casa, junto à sala do Grande Mestre ou escolher entre as casas de: Gêmeos, Câncer, Sagitário, Capricórnio, Aquário ou Peixes. Aconselho escolher uma das 3 primeiras citadas, pois terá um cavaleiro de ouro como visinho."

Baseado em sua experiência, Andrômeda começa a visualizar o local ideal antes mesmo de receber a oferta de uma casa. Ainda um pouco distante, Shun comenta:

"Tem que ser um local espaçoso e sem muito degrau..."

O ariano logo percebe que deveria deixar a cargo deles a melhor decisão de qual casa escolher. Eles já haviam adquirido certa experiência nas limitações de Ikki e por isso seriam os mais indicados para fazer a escolha. De sua forma branda, Mu oferta:

"Vocês gostariam de conhecer as casas antes de instalar-se? Poderíamos deixar as suas coisas na minha casa e assim que for decidido o local de suas acomodações nós levamos."

"Claro, boa idéia, Mu! E então, Ikki, vamos?" – Shun convida alegremente.

Ikki entende a reação do irmão, mas sabe que pode atrapalhar se for junto. Teria que ser carregado para cima e para baixo, só daria trabalho. Além do mais, o que iria adiantar ele escolher? Era Shun quem cuidaria dele e faria tudo por ele. Tentando não ser grosso e nem magoar o irmão, o primogênito fala:

"Se você não se importar, eu não gostaria de acompanhar-lhes. Já basta ter que ser carregado pra lá e pra cá..." – apesar do esforço, Fênix não consegue terminar a frase devido ao nó que se formou em sua garganta.

"Então faremos o seguinte: enquanto Shun procura um lugar para ficar, Ikki pode descansar em minha casa. Depois o levaremos para a casa escolhida, junto com os seus pertences. E não se preocupe Andrômeda, eu não descuidarei do seu irmão." – Áries logo começa a esquematizar as coisas, evitando um maior constrangimento para os jovens cavaleiros de bronze.

# V #

Depois de algum tempo, Shun chega esbaforrido, mas sorridente ao templo de Áries, chamando:

"Mu?"

Como já estava preparado para ouvir a voz e o chamado, Mu atendeu prontamente. Estava um pouco surpreendido pelas atitudes do jovem cavaleiro, mas achou que fosse melhor assim. Quanto mais animado ele estivesse, melhor seria o ambiente e a preparação para o tratamento de seu irmão.

"Foi rápido, Shun. Para onde vamos?"

"Ao templo de Gêmeos."

Mu logo começou a pensar na escolha do rapaz, mas viu que era a mais precisa. Além de ser um dos mais espaçosos, também era aconchegante e eles não teriam problemas com degraus, pelo menos pelo que lembrava. Com uma expressão de orgulho e fascinação, Mu declarou:

"Excelente escolha!"

Analisando a sala e estranhando a ausência de Ikki, Shun pergunta:

"E o meu irmão, onde est�?"

"No meu quarto de hóspedes, siga-me. – já andando, ele vai falando baixo – Consegui o fazer dormir e tomei a liberdade de deitá-lo na cama."

Ao ouvir aquilo, Shun adorou. Sabia que os outros estavam compadecidos da situação do irmão e agora via o gesto de carinho que eles aos poucos iam oferecendo. Realmente Ikki deveria estar cansado da viagem e um pouco estressado por sua nova condição perante os poderosos cavaleiros de ouro. Nada melhor do que algumas horas de sono para relaxar um pouco. Andrômeda agradece, de forma cortês:

"Fez bem, obrigado. E agora, como faremos a mudança?"

"Eu posso teleportar vocês e os seus objetos pessoais para lá."

"Não é incômodo?"

Incômodo? Mu quase riu da pergunta do rapaz a sua frente, mas conseguiu conter-se. Era a sua hora de mostrar cortesia e boa vontade.

"Não se preocupe, não é nada que exija sacrifício de minha parte..."

"Agradeço a sua gentileza, Mu! Acho que nunca poderei retribuir o que você e aos outros cavaleiros de ouro estão fazendo por nós."

Mu estava pasmo com aquilo. Ele era quem deveria agradecer ao amigo, pois era muito bom poder usar os seus poderes daquela forma. Estava cansado de guerras e essa seria uma boa oportunidade de fazer o bem a alguém, mesmo sendo um caso tão grave. Sentia-se vivo novamente e o melhor era poder ter a companhia daquele jovem rapaz que se mostrava sempre tão educado e prestativo. Eles iriam aprender muito com os dois irmãos.

"Será muito agradável ter a sua companhia, Andrômeda."

Shun só responde com um sorriso. Ele imaginava que o cavaleiro estava sendo sincero, pois assim como ele, Áries também era pacifista e o fato de poder usar o seus poderes e conhecimentos para uma atitude tão nobre certamente lhe fazia muito bem. Ele já começava a achar que aquele não seria um período tão triste assim...

# V #

Como já estava tarde, Ikki acabou acordando apenas no dia seguinte. Ele havia aberto os olhos, mas não reconhecia o local. Devido à sua debilidade física, conformou-se em procurar seu irmão movimentando apenas a cabeça, quando viu que ele estava numa cama ao lado, chamou:

"Shun? Shun..."

"Ikki?" – o rapaz responde sonolento.

Havia trabalhado muito no dia anterior e ainda não terminara de fazer a mudança. Ele estava cansado, mas sabia que o outro precisava dele, por isso nem questionou se deveria fazer onda ou não. Sentou-se na cama esperando o pedido de ajuda do irmão.

"Onde estamos?"

"Na casa de Gêmeos."

Havia esquecido desse detalhe. Ikki estava dormindo quando partiram para lá e certamente estranhava a casa. Para espantar o sono de vez, resolveu espreguiçar-se. Agora que estava acordado iria começar o dia.

"Com tantas casas você foi escolher justo essa?"

Shun quase riu ao ouvir a reclamação de Ikki. Já estava tirando seu pijama e colocando uma roupa. Depois de vestir-se e ficar em pé, ele começa a explicar:

"Bom, a de Câncer ainda tem um cheiro desagradável, a de Sagitário não é muito boa para nossas instalações, a de Aquário era muito pequena e tinha muito degrau e nem entrei na de Peixes por saber que certamente você detestaria ficar lá."

"Tudo bem. Só espero não ter que me encontrar com o fantasma do Saga por aí..." – Ikki diz enquanto percorre o quarto com os olhos.

"É bom saber que o seu senso de humor está funcionando." – Shun brinca.

"É mais fácil quando somos só nós dois. Falando nisso, como vai ser essa tal ajuda dos cavaleiros de ouro?"

"Eu também não sei. Eles iriam fazer uma reunião ontem à noite e alguém virá nos dizer como devemos proceder."

"Falando em procedimento, como iremos nos virar com comida?"

"Inicialmente usaremos os mantimentos do Saga. Depois chegará a lista que eu entreguei... Acho que até o fim da tarde de hoje eles entregam."

"Pelo menos estamos na 3ª casa... É mais rápido chegar aqui."

Era óbvio que seu irmão estivesse com fome e por isso fazia aqueles comentários. Ouviu o próprio estômago roncar em protesto e anunciou:

"Falando em rapidez, acho melhor eu preparar o nosso café da manhã. Ainda nem sei o que tem da despensa. Você prefere ficar deitado ou quer que eu te leve à cozinha?"

"Faça como preferir..."

Dessa vez Ikki não usara um tom depreciativo ou melancólico. Apenas queria dar liberdade de escolha ao caçula. Gostava cada vez mais de ficar ao lado de seu irmão, mas suas limitações o incomodavam... Se não fosse tão grave, se ao menos pudesse mover seus dedos, seus braços... Sentir o toque do irmão. Ficou feliz ao ouvir a decisão de Shun.

"Então o levarei comigo. Assim fico mais tranqüilo."

Depois de muito garimpar, Shun acaba preparando uma tigela de leite com cereais e coloca um guardanapo na blusa de Ikki para servir como uma espécie de babador. Ao ver aquilo, como sempre, Fênix faz uma careta e reclama:

"Desse jeito eu me sinto um bebê babão."

"Ah Ikki! Não começa..."

Shun sorri enquanto dá as colheradas na boca de Ikki e usa o guardanapo para limpar o leite que escorre da boca. Para não ouvir mais reclamações do primogênito quanto ao tipo de comida e o fato de estar recebendo tudo na boca, Shun também come algumas colheradas de vez em quando.

Aiolia chega exatamente no momento em que Shun dava de comer ao irmão e depois colocava a mesma colher em sua boca. Imediatamente lembrou-se de Aiolos, seu irmão mais velho e deixou uma lágrima correr pela sua face. Percebendo que chegou num momento impróprio, dá meia-volta, mas Ikki pergunta:

"Ficou chocado, Aiolia?"

"Bom dia, Ikki. Bom dia, Shun."

A verdade era que ficara sim, mas as lembranças de Aiolos eram as responsáveis pelas suas emoções. Abaixou a cabeça e confessou com a voz embargada por um choro contido:

"Na verdade, eu estava lembrando do meu irmão... Aiolos sempre me tratou como um pai."

Como Ikki pôde esquecer-se disso? Estava sentindo-se muito mal. Ficou tão preocupado com o próprio orgulho que havia esquecido algo tão óbvio e importante. Sentia a dor de Aiolia e imaginava o quão difícil era, para ele, ver uma cena daquelas. Engoliu o seco, percebendo a grosseria que havia feito.

"Desculpe Ailoia. Eu tinha me esquecido, sinto muito..."

"Tudo bem, não precisa ficar assim. Era para eu falar com os dois, mas vejo que estão ocupados. Posso voltar mais tarde..."

Aiolia demonstra que está em posição de sair. Não queria interromper aquele momento e muito menos causar mais sofrimento aos irmãos. Surpreendeu-se ao ouvir a voz de Ikki.

"Pode falar. Nós já terminamos o café da manhã. Não é, Shun?"

"Ahn? Ah, sim, niisan."

Shun coloca a tigela com um resto de leite e cereal na pia, termina de limpar o rosto do irmão e tira o guardanapo que havia prendido na camiseta dele. Andrômeda oferece uma cadeira ao leonino, que aceita educadamente, sentando-se de frente para Ikki e em seguida fala:

"Eu fiquei encarregado de explicar o como será o tratamento do Ikki."

"Ah sim, pode falar." – Ikki pedia ansiosamente.

"Ele baseará de duas etapas: físico e mental. Shaka e Mu serão responsáveis exclusivos para acabar com os efeitos psicossomáticos. Aldebaran, eu e Milo cuidaremos essencialmente da parte física. O mestre ancião irá dividir-se entre o mental e o físico, vai depender das condições que Fênix se apresentar no dia que ele for tratá-lo. A cada dia da semana, um de nós fará a sua parte. Segundo nossas agendas, tratamos que ficaria: Aldebaran na segunda, Mu na terça, Milo na quarta, Shaka virá quinta, eu na sexta e o mestre ancião virá no sábado."

"E no domingo?" – pergunta Shun.

"Domingo é dia de descanso. Podem relaxar e aproveitar da forma que achar mais conveniente. Preciso saber se vocês preferem começar o tratamento hoje ou amanhã." – Shaka pede.

"Já que dependo disso para voltar ao normal, prefiro que comece o quanto antes..."

Como não tinha opção, Ikki queria sentir-se livre novamente e, por mais humilhante que fosse, iria fazer qualquer coisa para voltar a andar. Ele sabia que quanto antes começasse o tratamento, mais cedo poderia começar a readquirir pelo menos um pouco de sua independência. A cada dia conformava-se com o fato de não mais poder voltar às suas funções de cavaleiro e se contentava se um dia pudesse pelo menos voltar a mover as mãos e os braços.

"É assim que se fala! Como hoje é quinta, chamarei Shaka para começar a parte dele."

Ikki faz uma careta, demonstrando que não gostou, mas Aiolia acaba rindo. Era perceptível a mudança de comportamento no jovem e felizmente as suas amargas lembranças de tudo que acontecera com Aiolos servira para suavizar ainda mais o coração de Ikki e quebrar a resistência inicial. Sentiu que aquele poderia ser um começo de uma bela amizade, mas não disse nada. Despediu-se educadamente e saiu de Gêmeos, rumo à casa de Virgem.

# V #

"Bom dia, Shaka" – Shun cumprimentava da sala.

"Bom dia Shun, bom dia, Ikki."

"Oi, então vai começar o meu tratamento..."

"Já que estou aqui, vou aproveitar para convidar o Shun para tornar-se meu pupilo. Acredito que essa personalidade calma e pacífica possa ser muito vantajosa para uma melhor assimilação dos meus ensinamentos."

Assimilação de ensinamentos? Então Shaka queria transformar Shun num monge budista como ele? Isso era um absurdo e Ikki não poderia ficar calado. Não aceitaria um destino desses ao seu querido irmão e decide protestar:

"Eu não quero ter um irmão zumbi!"

"Você não acha que é seu irmão quem tem o direito de escolher seu caminho?"

A intenção de Shaka era provocar o cavaleiro e ver como estava o seu orgulho. Sabia que numa condição normal, Ikki lutaria até a morte para defender o irmão e precisava saber o quanto a sua nova condição o havia mudado.

Ikki refletiu sobre as palavras do cavaleiro mais velho. Talvez ele tivesse razão e Shun deveria trilhar seu próprio caminho, mas ao mesmo tempo, não aprovava os modos de Shaka. Por mais comportado que fosse, Andrômeda não poderia transformar-se 'naquilo', pois era tão encantador aquele modo sensível dele... Mesmo não admitindo, Fênix gostava do irmão assim, como uma verdadeira manteiga derretida e não suportaria vê-lo com as atitudes duras de Shaka. Numa tentativa de justificar-se, falou:

"Talvez você tenha razão, mas como irmão mais velho eu tenho o direito e o dever de ensinar e proteger o Shun, dando conselhos ou, como fazia antigamente, lutando e salvando a vida dele."

"Muito bom, então quer dizer que você ainda não perdeu o seu orgulho? Já estamos com meio caminho andado... Mas a proposta está de pé. Pode me procurar quando a resposta for sim."

"Obrigado Shaka, mas agora eu não seria um bom discípulo... Estou mais preocupado com o meu niisan, entende?"

Shaka estava cada vez mais feliz. Mesmo já esperando por esse tipo de resposta, ele pode sentir firmeza na resposta de ambos e interessava-se cada vez mais na convivência com eles. Conforme o combinado, ele seria um dos que ajudariam com o lado psicológico do tratamento e estava sentindo um cheiro de desafio no ar. De forma inexpressiva, ele declara:

"Acho melhor começar o tratamento. Preparado, Ikki?"

"Por que pergunta se já sabe a resposta?"

"Então vamos l�!"

Ao perceber que sua presença ali já não era mais necessária, Shun logo arranja uma desculpa para deixá-los a sós.

"Ótimo! Se ninguém se importar, eu irei aproveitar o tempo para terminar de desencaixotar algumas coisas..."

"Pode ir, Andrômeda. Eu cuido do Fênix de agora em diante."

Shun sai e deixa os dois a sós. Shaka leva Ikki para um lugar ermo da casa, onde eles poderiam ficar tranqüilos e não seriam incomodados por barulhos externos. Ele começaria a parte psíquica do tratamento e, apesar da responsabilidade, o indiano estava muito à vontade com tudo aquilo. Seu objetivo era não só fazer Ikki recuperar-se, mas também precisava descobrir o que o deixou naquelas condições e já se preparava para uma guerra.

CONTINUA


Finalmente, mais um capítulo! Esse capítulo será especialmente dedicado à vê minha querida nee-chan e à Pisces Luna, que sempre me encanta com seus comentários alegres e cheio de bom-humor. Agora vamos às reviews...

Atalanta de Tebas: Sim, Shun está muito cansado, mas agora terá uma ajuda especial. O próprio Ikki está se conscientizando do sofrimento do irmão e tentando mudar sua conduta. Te espero no próximo capítulo, até!

Pisces Luna: Que delicadeza da sua parte! Fico feliz por ler seus comentários e por ser chamada de moça aos 22 anos. Ah eu também não testei e não vou testar a teoria dos trilhos de trem, pois não sou tão louca assim... rs. Mais uma participação especial dos douradinhos XD. O Ikki está amolecendo, com o tempo, mas ainda terá algumas crises depressivas... é inevitável! Eu amei as suas idéias explicando o porquê dos Amamiya não serem irmãos. Tem umas que eu não tinha pensado... (sobre a Nazaré conheço sim e foi uma das possibilidades q eu já tinha pensado).

Ah q drama lindo o seu... me esganei de rir no final. Tinha q vir de vc mesmo... Bom, devo confessar que ainda não me decidi sobre o passado do Shun e do Ikki. Se eles são ou não irmãos, mas pode saber que eu já estou pensando no assunto e refletindo muita coisa a respeito (não sou espelho, mas reflito!). Estou mt orgulhosa de estar nos seus favoritos. Você também é uma grande escritora. Eu estava lendo "Os cavaleiros vão sair de férias", mas me atrasei e agora vou ter q lembrar onde parei... rs. Até o próximo capítulo, beijos!

Juliane.chan: Oi, tudo bem? Tadinho do nosso Fênix... Ainda vai sofrer muito nas minhas mãos, mas fazer o quê? Eu AMO esse carinho entre os irmãos Amamiya e por isso gosto de explora-lo. Sobre o meu msn, é só olhar na minha bio. (é o mesmo endereço de e-mail no site). Eu adoro ouvir elogios seus, pois você é uma ficwriter de muito talento! Até a próxima, bjs.

Bab's: Bom, não sei se ficou como vc imaginava, mas o Ikki e o Shaka finalmente se bateram de frente. Até que para 2 cabeças-duras eles se deram bem... rs! Bom, vamos ver o q irá acontecer no futuro. Até a próxima, bjs!

Madame Verlaine (Vê): A partir de agora, eu passarei a chama-la de Vê, td bem, nee-chan? Bom, aí está uma primeira aproximação entre os dois, mas pretendo intensificar a participação dos outros cavaleiros só a partir do capítulo 9, mas sem perder o foco, que é o carinho entre os irmãos. Seu Muzinho tb fez a sua parte hj, como sempre e o Shaka finalmente apareceu! Espero que tenha gostado da aparição do loiro e do seu presentinho. Até a próxima, bjs!

giovana: É verdade, é difícil imaginar o Ikki numa situação desses, mas eu adoro um desafio e uma novidade, por isso o deixei nessa situação. Obrigada pelo apoio e, se tiver alguma crítica ou sugestão, ela será bem aceita. Até a próxima, beijos.

Angel (por msn): Não lembro mais o q vc comentou, além dos elogios... de qq forma. Eu quero dizer q te adoro mt. E, mesmo q vc n comente nunca mais, sempre saberei q vc está acompanhando. É uma amiga mt especial... te adoro! Bjs!