Saint Seiya não me pertence! E mt menos as figurinhas cá citadas...

Para os mais curiosos: meu endereço de e-mail, msn e icq (ele ainda existe? Rs) está na minha bio. Eu só n poderei atender aos sinais de fumaça por morar numa cidade onde seca é sinônimo de 1 semana sem chuva. Sinto muito... qq outro meio eu tento responder. Agora chega de blábláblá... vamos logo à fic!


VI. Enfim Sós

Era um dia claro e tranqüilo na Grécia. Ikki acordara primeiro, mas resolveu deixar o irmão dormir mais um pouco. Só o chamaria em último caso. Felizmente não precisou esperar muito para vê-lo de olhos abertos. No intuito de mostrar que estava acordado, chamou:

"Shun?"

"Bom dia, Ikki!" – Shun diz espreguiçando-se.

A voz dele mostrava o seu bom humor. Parecia que esse seria o dia mais feliz da vida de Shun. Ikki observou-o assoviando uma música alegre enquanto se vestia.

"Que alegria..." – Ikki comenta da cama.

"É que hoje é domingo e poderemos ficar juntos."

Shun adorava esse momento. Apesar do sacrifício, sempre era muito bom poder ficar a sós com o irmão. Nem ele entendia o motivo, mas hoje pedia mentalmente para ficar a sós com o primogênito. Não queria receber visitas nem mesmo se fosse dos amigos. Seria só ele e Ikki.

"J�? Este é o segundo domingo que passamos aqui."

"É verdade. Poderíamos aproveitar para fazer um passeio, que tal?"

Como Ikki gostaria de sair dali, mas não poderia. Sabia que o que mais tinha naquele Santuário era terreno irregular e degraus. A única forma dele passear ao lado do irmão seria se Shun o carregasse no colo e isso não era justo. Ao mesmo tempo, ele não poderia segurar o caçula em casa, por isso respondeu:

"Não tem como ficar conduzindo uma cadeira de rodas nesse lugar e você sabe disso. Se você quiser dar uma voltinha..."

"Nunca! Eu não vou te abandonar."

Shun não poderia deixar o irmão sozinho em casa. Ikki não poderia se virar sozinho e hoje era o dia dos dois ficarem lado a lado. O mais estranho era que Andrômeda já sentia que a desculpa da deficiência do irmão não era mais a única coisa que o prendia àquela casa. Ele gostava de ouvir, brincar e aprender com Fênix. Ele poderia ficar preso àquele lugar durante o resto de sua vida que não se enjoaria da companhia do irmão, que tristemente lhe diz:

"Mas não é justo que você fique preso a essa casa!"

Shun senta ao lado de Ikki e põe a mão direita dele entre as suas. Com um sorriso meigo e uma expressão carismática, ele desabafa:

"Ikki eu não me sinto preso a lugar nenhum. Tudo o que faço é pensando no seu bem-estar, na sua saúde. Eu faria qualquer coisa pra ver novamente o seu sorriso, o brilho dos seus olhos e sentir o calor de suas palavras... Somos irmãos, mas não é por isso que estou cuidando de você e sim por tudo o que você sempre representou... Tudo o que você sempre foi e fez para mim. Ikki, por favor, deixe-me ajuda-lo como você já me ajudou outras vezes."

Ao ouvir as palavras de Shun, Ikki começa a pensar melhor em seu passado e tentar dar uma chance ao irmão, mas não conseguia. Por mais que tentasse, não poderia acostumar-se com isso. Queria poder conseguir trocar de papel com o caçula, mas algo o impedia de encarar essa situação como normal. Ele acaba perguntando, em tom de desabafo:

"Porque tem que ser tudo tão difícil?"

"Por que você complica." – Shun sorri de forma brincalhona.

Ikki dá um meio sorriso e finge desviar a cabeça, mas logo volta a encarar seu irmão, sorrindo ternamente e declarando:

"Eu te amo, Shun."

"Eu também, niisan. Não saberia viver sem você!"

"Falando em viver, estou com fome."

"Eu também. Hoje estou com vontade de preparar algo especial, diferente."

Ao ouvir isso, Ikki lambe os lábios e resolve brincar com o irmão. Com uma expressão alegre em seu rosto, comemora:

"Oba! Gostei! Não precisarei comer aquela comida de hospital..."

Shun surpreende-se um pouco, mas resolve entrar no jogo e exige:

"Confesse que eu não cozinho mal."

"Vai fazer o que se eu não fizer isso? Vai me deixar passando fome?"

Ao ouvir o jeito desafiador do primogênito, Shun tem vontade de rir, mas para continuar com o clima de provocações e disputas, resolve falar de sua forma branda e terminando num tom de ameaça.

"Eu não teria coragem de fazer isso, mas posso muito bem fazer um lanche caprichado para mim e te dar um prato de mingau. O que você tem a falar?"

"Isso é covardia! Só por causa da sua ameaça hoje eu exijo que você me leve à cozinha... Quero garantir que comeremos a mesma coisa."

A verdade era que Ikki queria mesmo ficar ao lado de Shun, mas não queria deixá-lo penalizado ou chateado. Sabia que dizer essa frase e fazer esse tipo de brincadeira deixaria o caçula mais à vontade. Assim os dois poderiam conversar e tentar relaxar apesar de tudo.

Andrômeda entendera a inesperada decisão. Ele nunca foi burro e sabia que esta era a hora de aproveitar um pouco esse momento de paz e alegria. No início ele fingiu ofender-se com as palavras de Ikki, mas logo depois mostrou-se sério.

"Sim, senhor! O senhor é quem manda niisan!" – Shun fala totalmente em pé, batendo continência e arrancando sorrisos de Ikki.

# VI #

Logo após o término do café da manhã, Shun levara o irmão ao banheiro no intuito de escovar seus dentes. Andrômeda pegou a escova de dentes do irmão, colocou a pasta, molhou e, quando ia levar à boca de Ikki, foi surpreendido por uma gostosa gargalhada dele. Completamente estático e com uma engraçada expressão interrogativa, o caçula fitou o irmão, perguntando:

"O que foi?"

"Não me pergunte como e nem por que, mas de repente veio à minha mente uma imagem de quando você era quase um bebê e não tinha paciência e nem coordenação motora para escovar os dentes."

Ao ouvir a declaração de Ikki, Shun deu seu sorriso mais singelo e carinhoso e deitou a escova na pia. Sabia que provavelmente viria alguma traquinagem, alguma coisa que o faria ficar vermelho e sem graça, mas queria ouvir. Afinal, qual criança não aprontou artes que as fazem pagarem mico mais tarde, quando são relembradas por um conhecido mais velho? Ele afastou-se e encostou na parede, curvando-se discretamente enquanto encarava seu niisan.

Ikki percebeu o brilho nos olhos de Shun e que teria que explicar os lances mais sórdidos desta história, mas aquele não era o local... Ambos ficariam desconfortáveis. Fênix olhou de relance a escova de dentes pronta e voltou a encarar o caçula. Depois de um pequeno suspiro e um sorriso triste, falou:

"Acho melhor você fazer a sua obrigação. Depois a gente conversa..."

Ao ouvir essas palavras, Shun sentiu seus músculos retraírem numa leve sensação de tristeza. Ikki tinha razão! Depois de terminada a higiene bucal, o caçula levou o primogênito à sala, a pedido do mesmo. Posicionou a cadeira de rodas de forma que ficassem frente a frente e aconchegou-se no sof�, pedindo:

"Agora que já estamos confortáveis, a sós e sem nada para fazer, você poderia me contar o que o fez rir daquele jeito?"

"Tem certeza que quer ouvir?"

"Tenho. Deve ser o mico..." – disse frisando o artigo.

"Bom, como eu disse, você ainda era quase um bebê. Já corria por todo o canto, mas ainda não tinha muita coordenação motora. Eu nunca confiei nas mulheres que cuidavam de nós, temia que elas o machucassem e fazia questão de escovar seus dentes e dar banho, embora eu acabasse tomando banho junto, pois a nossa diferença de idade não é tão grande assim e por mais cuidado que eu tivesse, eu sempre me molhava muito..."

Ikki foi interrompido por uma gargalhada de Shun, que agora imaginava a cena dos dois tomando banho. Realmente, Shun era só 2 anos mais novo que o primogênito, mas a diferença parecia muito maior, devido aos cuidados exagerados de seu irmão. Um pouco vermelho, Fênix continuou:

"Acontece que eu lembrei de um momento onde você havia ficado gripado. Apesar de não ser nada grave, eu já estava muito mais preocupado e fazia tudo mais delicadamente. Num dos dias, eu fui escovar os seus dentes. A sua boca já estava cheia de espuma branca e, num gesto meio exagerado, você virou a cabeça e livrou-se da escova, que ainda estava dentro de sua boca. Eu estranhei, mas não demorou até vir a resposta. Você não conseguiu desviar a tempo e espirrou em cima de mim, fazendo com que a minha roupa e a minha pele ficassem totalmente pintadas. Detalhe: a minha camiseta era azul escuro e a calça de malha era preta, o que tornou a situação ainda mais cômica e me rendeu um belo puxão de orelha."

Shun sorria da história e ao imaginar a cena, mas também se sentia culpado pelo que acontecera posteriormente ao irmão. Ikki sempre se arriscara muito por ele e já levara muita surra em seu lugar. Sem aviso prévio, Andrômeda estendeu sua mão até o rosto de Fênix e acariciou com um sorriso em sua face. De uma forma melancólica, ele declarou:

"Eu já lhe causei muitos sofrimentos, não foi?"

"Nunca mais repita isso!"

Ikki gritava de forma agressiva, tentando encarar o irmão. Ele nunca se arrependera de nada. Não mudaria nenhuma de suas atitudes se pudesse voltar ao passado, pois tudo o que fizera foi por amor e respeito e sentia-se ofendido ao ouvir aquela pergunta. Depois de respirar fundo, ele usou de seu tom mais doce para falar ao caçula:

"Desculpe-me por ter gritado contigo, mas eu te amo e não admito que você fique se culpando por tudo o que aconteceu no nosso passado. Eu faria tudo de novo se pudesse voltar no tempo."

"Ah niisan, eu acredito e é por isso que te amo!" – abraça Ikki.

"Ama mesmo?"

"Sim. Eu faria qualquer coisa por você."

"Então... Eu quero um suco gelado."

"Do quê?"

"Sei lá. O que tem aí?"

"Ah tem tudo o que você imaginar. Além de alguns tipos de frutas frescas, têm sucos de saquinho, os concentrados e poupa de frutas."

"Tem acerola e laranja?"

"Quanto à acerola, só não tem a fruta em si. Já a laranja tem todas as formas que imaginar..."

"Então prepara um suco com a poupa da acerola e com laranja fresca."

"Isso é medo de pegar gripe? Não quer que eu esprema um limão também?" – sorrindo.

"Não seria má idéia... Mas não é só o medo de ficar gripado não. É que é uma mistura saborosa. Você nunca experimentou?"

"Eu não costumo misturar frutas quando faço suco..."

"Então eu quero que você também experimente. Você vai ver..."

"Se você indica, eu vou confiar."

# VI #

Estava uma noite linda. O céu estrelado e uma gostosa brisa adentravam pela grande janela que tinha uma rústica veneziana de madeira. Deitado em seu leito, estava Ikki, com um belo pijama azul claro, que Shun comprara quando o irmão ainda estava no hospital.

"Shun, estive pensando... Será que isso que está acontecendo comigo não é uma espécie de castigo por todas as maldades que fiz?"

"Claro que não! Você nunca foi tão mal assim..."

"Como não? Eu nunca consegui esquecer de quando terminei meu treinamento na Ilha da Rainha da Morte e voltei ao Japão... Eu o feri. Não foi nada grave, mas poderia ter matado você e os outros e depois mandei uns capangas para castigá-los..."

"Niisan... Olha, eu entendo que você se sinta culpado, mas você havia sofrido uma espécie de lavagem cerebral e, no fundo, não sabia o que estava fazendo. Depois disso, você nos ajudou muito e salvou as nossas vidas muitas vezes, portanto, esqueça isso, poi eu já esqueci e acho que os outros também."

Shun sentou na cama, no lado direito do irmão, pegou a mão dele e começou a acariciá-la suavemente. Ikki fica observando o gesto do caçula. Desejava tanto sentir aquele toque... Precisava desesperadamente da sua sensibilidade de volta! Não resistiu e encarou o irmão nos olhos enquanto falava, com a voz embargada pela raiva e decepção:

"Não adianta!"

"Nani?"

"Eu não sinto nada. Nem o seu toque..."

"Sua pele continua macia, mas está gelada. Acho melhor cobri-lo."

Ao dizer essas palavras, Shun mostrava que não queria continuar com aquele assunto. Era mais uma crise de depressão e queria cortar o mal pela raiz. Ikki, por sua vez, não entendera e até sentiu-se revoltado com o comentário. Era como se Andrômeda quisesse provocá-lo, mostrar os seus defeitos, a sua debilidade... Por isso respondeu, demonstrando sua revolta:

"Eu não sinto frio!"

A resposta de Shun veio num tom calmo e seguro. Precisava demonstrar ao irmão a sua situação e por isso explicou num tom doce e extremamente gentil:

"Suas unhas estão adquirindo um tom arroxeado e sua pele está extremamente fria..."

"Deve ser porque o meu corpo está morto."

Shun rapidamente soltou a mão de Ikki, como se ela desse choque e levantou-se. Aquela frase o havia deixado sem palavras e com uma angústia muito grande dentro de si. Sem fazer um único comentário, dirigiu-se ao armário e pegou um cobertor. A verdade era que não conseguia falar nada e sentia-se como se estivesse numa espécie de piloto-automático. Esbanjando delicadeza e serenidade, começou a cobrir o corpo do outro que se arrependera amargamente da frase que proferira, principalmente quando viu que seu irmão entrara numa espécie de estado de choque.

"Desculpe Shun."

"Tudo bem, agora dorme. Você deve estar cansado."

Cansado? O que faria Ikki cansar-se? Ele nem podia mover-se... Ah sim, havia uma coisa que poderia deixá-lo cansado: seu orgulho. Por causa dele magoara seu querido irmão novamente e sabia que provavelmente isso se repetiria. Aquilo tinha que acabar... Após receber o agora tradicional beijo de boa noite na testa, Ikki confessa:

"Estou com medo..."

"Medo de quê?"

Shun novamente sentava-se ao lado do irmão. O que poderia deixar Ikki com medo? Justo ele que sempre fora valente e destemido...

"De tudo: temo não poder voltar a ficar em pé, temo pela causa desse meu incidente, temo por você!"

"Por mim?"

"Sim, tenho medo do que possa lhe acontecer. E se eu fui atacado? E se começar uma nova guerra?"

"Eu o defenderei de tudo e de todos. Lutarei até a morte por você."

Shun lutando? Justo ele que não gostava de violência? Isso era cruel demais! Ikki tinha que impedir-lhe de fazer uma loucura dessas.

"Nunca me perdoaria se algo lhe acontecesse. Não admito que você contrarie os seus princípios por mim..."

"Posso não gostar de violência, mas sou capaz de matar qualquer um que o machuque. Seria uma espécie de..."

"Por favor, não prossiga! É horripilante ouvi-lo justificar-se por um homicídio. Eu odeio ver as suas mãos sujas de sangue e é por isso que sempre o defendi, sempre lutei por você... um homem puro não merece tamanho sofrimento, tamanho fardo..."

"Eu entendo os seus sentimentos, Ikki, e sei que logo você estará lutando por mim novamente, assim como eu luto por você agora."

"Mas e se eu não conseguir? E se eu nunca mais voltar ao normal?"

"Você vai voltar a ser o que era antes."

Ikki encara a expressão de esperança do caçula com uma ponta de tristeza. Adoraria ter um pouco do otimismo que o outro esbanjava, mas não conseguia... Não via a luz no fim do túnel e isso o consumia internamente. Ele só dormiu depois de um período de carícias que Shun fazia delicadamente nos seus cabelos, uma das poucas partes de seu corpo que faziam com que ele se sentisse vivo.

CONTINUA


Devo agradecer a todos os elogios recebidos pelo capítulo anterior e pela fic num todo. Bom, hoje eu não irei importurnar-lhes com os meus devaneios. Vamos logo às respostas das reviews:

Persefone-sama (por msn): EU SEI QUE JÁ LHE PEDI POR MSN, MAS NOVAMENTE... PERDOE-ME POR NÃO TER RESPONDIDO A VC NO CAPÍTULO ANTERIOR ( Se ajoelha e fica cabisbaixa ) Infelizmente minha memória não anda tão boa assim, por isso eu esqueci que vc tinha comentado por msn. Como eu não lembro o que vc tinha falado, IMPLORO POR PERDÃO! Bom, eu realmente não lembro se vc tinha me perguntado algo, mas desde j�, agradeço a sua companhia e espero de coração q vc perdoe essa sua irmã que não está passando por um bom momento. Beijos, abraços e desejo td de bom por e pra vc, kerida. Da sua irmã maluca q tanto t adora, mas anda mt avoada. ME DESCULPE!

Ada Lima: Já devo avisar que a cena do incidente já foi betada pela minha kerida nee-chan, Madame Verlaine e aparecerá no capítulo 8. Por isso, espere só mais um pouco...

Pisces luna: Eis aí a minha mais alegre e empolgada leitora! Bom, ainda não foi nesse, mas eu sei q vc logo vai dar um jeito de eu axar o Shun na sua fic XD. Já te disse isso, mas eu to adorando mt ela. Acho que já me decidi pelo destino dos irmãos Amamiya, mas não vou falar agora, senão perde a graça... Já basta ter contado o motivo q levou Ikki a ficar desse jeito! Sobre o Saga puxar o pé deles... eu não posso contar... rs, mas prometo ter surpresas no próximo capítulo (ah saiba q a fic das namoradas do zodíaco está nos meus favoritos. E olha q seleciono bem o q leio. Portanto, saiba q vc merece XD. Bjaum e até o próximo capítulo...

Minako Amamiya: Bom, por enquanto o Shun só está pensando em cuidar do irmão, mas vamos esperar o tempo passar pra saber qual seria a decisão do nosso virginiano de cabelo verde. Já que gosta tanto dos irmãos Amamiya, hj vc deve ter se esbaldado né? Eu n resisti e fiz um capítulo só com eles... Bjaum!

Madame Verlaine: (reverencia) oi, sensei, td bem? Viu como sua aluninha está evoluindo? Eu sei q vc já conhece os próximos capítulos por ser minha beta e conselheira de plantão. Espero q tenha gostado desse onde só deu os dois maninhos fofos! Até a próxima... bjs!

Betinha: Eu não vou me ater a detalhes do tratamento por falta de tempo para pesquisas e pq n kero pisar numa casca de banana e sair metendo os pés pelas mãos, mas espero q vc tenha gostado desse capítulo onde só deu irmãos Amamiya. Tem uma surpresinha especial pra vc no próximo capítulo. Espero q goste... Até logo, bjs!

giovana: Nana felizinha por n ter cometido nenhuma gafe XD. Espero q possa continuar assim e q continue atraindo a atenção de gente q conhece o assunto como vc. Bjs e até a próxima.

Sinistra Negra: Oba, minha kerida amiga Sini! É uma honra tê-la entre a minha lista de leitoras. Não vou ficar te atentando, pois sei q vc é mt ansiosa e já deve estar roendo a unha em desespero pelo próximo capítulo. Por isso, até a próxima... bjs!

Lola Spixii: Ai, o q posso dizer pra vc, amiga? Estou mt emocionada por vc n ter desistido de acompanhar essa minha fic, que tem um valor sentimental mt grande pra mim, vc deve imaginar, né? Ainda n sei se conseguirei detalhar o tratamento com a sutileza necessária, pois n quero cometer nenhuma gafe e devo confessar q até imagino como seja o estilo de cada dourado, mas ainda estou insegura para descrever e por isso, devo pedir desculpa e dizer q, por eqto, ficarei devendo. Espero q continue gostando mesmo assim. Bjaum...

Anna-Malfoy: Se vc gosta d ver o Shun cuidar do Ikki deve ter gostado desse capítulo. Teve emoção de tudo que é tipo... Pelo menos foi o que eu tentei fazer. O próximo capítulo já está devidamente betado e esperando ansiosamente pela quantidade necessária de reviews antes de ir ao ar. Por isso, bjs e até semana q vem!

Bab´s: Foi uma grande reviravolta na vida do nosso Ikki. Concordo que o Fênix sozinho bateria em metade dos dourados, mas infelizmente aconteceu essa tragédia... Agora vamos ver o qu o destino e a minha mente insana reservam a ele. Continue comentando, pois sempre cresço mt e ganho grandes idéias lendo a opinião alheia. Até logo.

Angel (por msn): Oi, amiga, td bem? Esse capítulo foi dedicado a vc. Espero q tenha gostado do presente e... desculpe se eu n respondi corretamente aos seus elogios, mas infelizmente minha cabeça n anda mt boa. A minha sorte é que já havia escrito esses capítulos há algum tempo... Como sempre mts abraços, bjs e felicidade. Vc merece td de bom. Até a próxima...

Juliane.chan: Senti sua falta... Eu sei q vc continua lendo e se emocionando, mas agora q vc tem o meu msn, sabe como me achar. Bom, aí está um capítulo exclusivo com os irmãos Amamiya e espero que tenha curtido. Adorei t conhecer e espero q possamos nos tornar amigas, assim como aconteceu com outros leitores. Até logo... Bjs!


OBS.: Se eu esqueci de alguém, me perdoe, mas n foi proposital. Como faço faculdade em tempo integral, sempre ando meio avoada devido ao número de trabalhos e provas. Desde j�, agradeço a compreensão e o carinho que ando recebendo de todos. Até a próxima... bjs

Aos que lêem, mas não comentam: Gente, eu sinto a energia de vocês e por isso estou tão motivada a continuar. Não é qq coisa que consegue atrair a atenção de tanta gente ao mesmo tempo. Obrigada por tudo. Espero que vcs continuem se emocionando. Até a próxima, bjs!


O próximo capítulo ser�: O ESTRANHO