Já coloquei tanta coisa aqui que quase não tenho mais criatividade para dizer que Saint seiya não é meu, por isso eu pedi para que Milo me acompanhasse a uma visitinha ao senhor Kurumada e ele aceitou. Agora vamos ver o que isso vai dar...


VIII. Flashback

Desde o dia em que fizera as pazes com seu doce irmão, Ikki só pensava em uma coisa: desvendar seu passado, seu verdadeiro passado! Estava cansado de tantas mentiras, de tanta farsa, por isso queria descobrir a verdade. A cada dia surgia um dado mais sórdido sobre suas origens e já não admiraria se descobrisse que Shun não fosse o seu legítimo irmão. Condenou-se por isso. Sabia que nunca aceitaria tal informação e ele seria capaz de ir ao inferno e buscar os corpos de seus pais só para provar que ele e Shun eram irmãos de sangue, como sempre soubera...

Apesar dos seus constantes desaparecimentos, aproveitou-se da oportunidade de estudos que Saori oferecera aos cavaleiros de bronze. Ele não se importava em aprender história, geografia, matemática ou qualquer outra matéria básica. Ikki só pensava em uma coisa: deveria dominar o inglês e outras línguas e por isso tornara-se um cidadão do mundo. Sabia que Mitsumasa Kido guardava documentos nessa língua e não poderia confiar em ninguém para traduzi-los.

Depois de tanto treino, tanta humilhação, sabia que não era idiota e, se realmente quisesse, poderia dominar qualquer língua no mundo. Estava realmente determinado a descobrir todas as mentiras sujas de seu passado cruel... Apesar de não gostar de Saori, conquistara a sua confiança e isso seria muito útil agora. Iria aproveitar-se dela para saber quem realmente era.

Ikki já ouvira tanta coisa, tantas mentiras! Poderia não saber nada de genética, mas nunca acreditou quando seu maldito mestre o informou que todos os cavaleiros de bronze seriam seus irmãos... todos eram filhos de Mitsumasa Kido. Não poderia ser! Prova disso era Hyoga, pois era um rapaz loiro de olho azul. Como poderia ser filho de um japonês? Essa farsa o revoltava e por isso precisava tanto descobrir a sua verdadeira identidade.

Apesar de suas maneiras grosseiras, conseguia cada vez mais conquistar a amizade de Saori e dos outros. Não demorou até descobrir o velho depósito onde constavam os documentos e todas as informações sobre os cavaleiros de bronze. Usando de sua inteligência, conseguiu convencer Saori a deixá-lo organizar a papelada. Obviamente não comentou nada do que teria de tão importante naquele depósito sujo e abandonado, mas mesmo assim conseguiu passagem livre por ali, embora Tatsume tenha sido contra tal decisão. Ele temia que descobrissem a verdade, mas não poderia falar... Finalmente sossegou-se ao lembrar que os dados mais importantes estavam em inglês e Ikki não sabia essa língua. Pelo menos era o que pensava, já que o cavaleiro de Fênix fazia um curso intensivo às escondidas.

Ao entrar no galpão abandonado, ele percebeu o desafio que teria, pois parecia que um furacão passara por ali, tal era a desorganização das caixas e papéis. Muita coisa havia se espalhado ou estava jogada no chão, como se não tivessem importância nenhuma. Usando de suas habilidades de cavaleiro, começou a organizar tudo, separando cuidadosamente tudo o que pertencia a ele ou a Shun. Iria ler calmamente depois, mas primeiro teria que ter toda a papelada em mãos. Não demorou ao deixar tudo realmente organizado e separar 2 caixas de documentos pertencentes aos irmãos Amamiya.

Leu calmamente um a um. Sim, era verdade! Os dados mais escabrosos estavam em inglês e graças à sua determinação, conseguia ler perfeitamente. A cada linha se revoltava mais e sentia que seu coração explodiria de amargura e decepção. Aquilo era muito triste, muito grave...

Através de laudos e análises, descobriu que sua mãe não havia morrido no parto do Shun, mas ficara com amnésia. Ikki estava enojado com essa descoberta. Como alguém pode ser tão cruel a ponto de tirar 2 crianças dos braços da mãe? Isso era medonho! Sua mãe não tivera culpa, estava doente e talvez nem se lembrasse deles. Segundo o diagnóstico, foi complicação durante o parto, mas Fênix já não tinha tanta certeza se aquilo era verdade ou se a complicação também havia sido forjada. Depois de tanta crueldade, não duvidaria que Mitsumasa Kido tivesse mandado matar a sua mãe para usar os meninos como escravos, para humilhá-los com a desculpa de serem cavaleiros de bronze.

Agora sentia seu peito arder. Tinha que falar com a sua mãe. E se ela estivesse procurando por eles? Sim, ela poderia ter lembrado dos filhos e estar numa procura desesperada, mas também poderia ter sido enganada e agora achava que os filhos estivessem mortos, assim como ele e Shun tinham certeza de que a mãe estava. Havia uma última possibilidade: a sua mãe não se lembrava de seu passado e nem deles devido à amnésia. Ikki não sabia qual seria a melhor das situações, pois agora pensava no estado emocional dela.

A pior dor do mundo para uma mãe talvez não seja a de ver um filho morto e sim de saber que ele morreu e não ver o seu corpo, ou pior, saber que seus filhos estão desaparecidos e não ter como encontra-los, não ter a certeza de que eles estejam vivos e saudáveis. Pensando em tudo isso, Ikki decidiu procurar pela mãe que agora morava na periferia de Tóquio. Com o endereço em mãos, partiu para o encontro, sentia que precisava falar com ela, conhece-la...

Sem saber o que falar ou como agir, leu o papel em suas mãos inúmeras vezes, conferindo se aquele seria mesmo o local. Avistou a casa onde deveria entrar, mas afastou-se em seguida. Deveria saber o que falar, pensar em como encarar a sua mãe. Afinal, segundo suas informações, ela tinha 2 filhos: um menino de 10 anos e uma menina de 6. Havia se casado novamente e formado uma nova família, mas para infelicidade do cavaleiro, não haviam fotos de seus parentes, a não ser de sua mãe. Era uma bela mulher, muito parecida com Shun por sinal.

Distraiu-se vendo um bando de crianças brincando numa linha de trem que passava ali perto e era muito movimentada por sinal. Assustou-se com a tranqüilidade das crianças, mas não iria interferir. Eles já deveriam estar acostumados com aquilo e Ikki não ganharia nada se fosse bater boca ou dar bronca neles. Sentou-se no chão e ficou observando, enquanto sua mente bolava o diálogo que deveria ter com a sua mãe.

Quando decidiu levantar-se e conversar com ela, sentiu que o trem se aproximava e alguns meninos ainda estavam no trilho, numa disputa idiota de coragem, onde o mais covarde pularia primeiro. Era muito arriscado e Ikki temia uma tragédia. Não sabia o que fazer, até ouvir uma garotinha de uns 6 anos gritar:

"Niisan, não faça isso!"

Ikki imediatamente lembrou-se de seu irmão. O carinho que Shun sempre lhe dava e o quanto sofreria com a sua perda. Como haviam 5 meninos nos trilhos, não saberia a quem ela estava se referindo e a observou. Seus olhos marejados em lágrimas, os lábios curvados e com um pequeno bico, pronto para chorar a qualquer momento. Encantou-se com a imagem. Ela tinha cabelos cor de mel e olhos castanho-esverdeados. Trajava um simples e delicado vestido verde e tinha longos cabelos cacheados, presos por uma fita verde que tinha um tom mais escuro que o vestido. Em seus pés, calçava um par de tênis brancos, muito batidos. Certamente seu único calçado... Sua vontade era abraçá-la e dizer que daria tudo certo, que o irmão dela sabia o que estava fazendo, mas sabia que era mentira. Numa atitude insana, postou-se à frente dos meninos e gritou:

"Saiam daqui! Isso não é local de criança."

"Ih olha só quem fala... Até parece que é muito mais velho que a gente. O que foi, está com medo, tio?" – quem respondia era um garoto de 10 ou 11 anos, com cabelos num tom azul-petróleo e olhos verdes. Estava encarando Ikki.

"Eu com medo? Pff! Você não me conhece mesmo, mas isso é muito perigoso. Olha, o trem já está a caminho e vocês não terão tempo de correr para um local seguro." – Ikki apontava para uma direção da onde era possível ver o trem.

O menino continuou a encará-lo, mas sentiu certo medo. Pela sua experiência, saberia que levaria cerca de 5 minutos para que o trem esmagasse todos que estavam ali, mas ele não iria ceder. Não iria obedecer a um estranho. Normalmente fazia amizade com todos, mas Ikki o havia irritado de uma forma inexplicável. Se não aparentasse tão grande e forte, já o teria encarado para a briga. Aproveitou e disse, num tom de desafio:

"Assim como eu não te conheço, você não me conhece... Eu vivi a minha vida toda nesses trilhos e sei bem o que faço. Você não é meu parente e não tem o direito de me dar ordens."

"Posso não ser seu parente, mas e sua mãe? O que pensaria se o visse agora? Você tem uma mãe, não tem?"

Ikki não entendeu o porquê de sua própria pergunta. Afinal, qual era o motivo dela? Por que se lembrara na mãe? Coincidência? Talvez! Mas aquele menino lembrara tanto ele mesmo quando era mais jovem...

O garoto rapidamente pensou nas palavras do cavaleiro. O trem já estava perigosamente próximo e agora via a irmãzinha encolhida, chorando, gritando pelo irmão. Olhou para trás e viu que ainda tinham 2 rapazes mais velhos e sentiu vontade de sair dali, mas seu orgulho era muito forte para se dobrar perante aquele estranho.

"Lave a sua boca imunda antes de falar da minha mãe. Eu sei muito bem o que estou fazendo. Saia daqui e me deixe em paz!"

Nesse momento, Ikki percebeu o quão ridículo estava sendo, discutindo com um garoto em meio a uma linha férrea! O cavaleiro afastou-se sem olhar para trás. Nem ligou ao ser chamado de maricas ou ouvir as vaias dos garotos que insistiam com aquela tolice. Decidiu observar a cena, precisava saber até que ponto iria a coragem daqueles meninos.

Havia chegado o momento de pular, não havia mais tempo ou escolha, o trem crescia cada vez mais à frente deles, provocando um barulho ensurdecedor. O menino que encarara Ikki continuou ali, mas parecia desesperado. Tentava puxar a sua perna e olhou para trás, no intuito de pedir ajuda, pois seu pé ficara preso nos trilhos. Não havia ninguém ali. Seus grandes amigos o haviam abandonado à própria sorte e ele sentiu que não sairia em tempo. A menina gritou, desesperada, prevendo a fatalidade:

"Niisan!"

Mais uma vez Ikki sentiu seu coração apertar e falar mais alto. Sentiu-se na obrigação de salvar o menino. Sabia que não teria mais tempo para que ele escapasse ileso, mesmo se pulasse agora. Usou as suas habilidades de cavaleiro para correr até a linha e tirar o menino dali. Sem pensar 2 vezes, jogou-o em meio a alguns sacos de lixo, pois saberia que ele não iria machucar-se, pelo menos não muito.

Iria sair dali quando viu uma senhora de cabelos verdes e olhos azuis. Era a sua mãe! Teve certeza. Por um momento, esqueceu-se da vida, do tempo e da situação em que estava, então uma forte luz clareou o lugar, cegando Ikki, que não soube o que teria acontecido posteriormente.

CONTINUA


Vamos logo às respostas das reviews:

Angel: Por menor que seja, um pequeno sinal de melhora como esse do Ikki deve ser sempre muito comemorado. Quanto ao sonho (ou melhor, pesadelo) que bom que gostou! Bom, hoje só deu Ikki praticamente, mas também, o que esperava do Flashback? Rs. Até logo, bjs!

Juliane.chan1: Vc n ficou decepcionada por eu não ter deixado o Saga mal, ficou? (segurando o riso) Bom, no fundo ele acabou sendo, mas o nosso querido Fênix conseguiu dominar a situação XD. Eu sei q às vezes o site dá umas crises e não aceita mandar review ou mesmo atualizar, mas felizmente ele volta ao normal depois... Voltando à fic, eis o Flasback e o Ikki saudável novamente, pelo menos por 1 capítulo... u.u'

Agora só podemos entrar em vigília pela recuperação dele! E esperar pra ver o q vai acontecer... Nem eu sei o ritmo q terá ainda essa fic, por isso, prepare-se para tudo! Bjaum. É sempre uma honra contar com a sua presença!

Madame Verlaine: Devo confessar que devo a você essa minha evolução e por isso digo que vc tem todo o direito de considerar como se fosse seu! Obrigada por tudo... Espero que continue sempre sendo motivo de orgulho e admiração de uma pessoa tão especial como você, uma pessoa q sempre respeitei mt e tenho como uma irmã. Até a próxima, bjs!

Megawinsone: Oi, seja bem-vinda, amiga! Eu tentei fazer o sonho o mais real possível e fico feliz em saber que consegui... Eu sei q o final do flashback ficou um pouco obscuro, mas foi a intenção! Confesso que estou tentada a deixar por isso mesmo e fazer cada leitor imaginar o como Ikki teria sobrevivido a esse acidente. Bom, eu já tenho alguns capítulos prontos na minha cabeça, mas ainda não sei onde terminar... Mas o destino deles já está selado e vai surpreender mta gente, eu prometo! Até a próxima, bjs.

Lola Spixii: Eu sou realmente má e confesso! Mas, como você pôde perceber, tudo não passou de um terrível pesadelo do Ikki e serviu para ele avançar na recuperação... Foi algo duro, difícil, mas preciso! Que bom que você perdoou o cavaleiro de Gêmeos. Eis o acidente... Bom, to sem palavras para descrevê-lo, mas viu como eu não sou tão sanguinária assim? Nem descrevi o q teria acontecido durante a colisão... (era só o que faltava! Rs) Bjs e até a próxima.

Sinistra Negra: Sim, a intenção era tornar o pesadelo real... principalmente ao Ikki e funcionou. XD Finalmente ele se mexeu! Foi algo simples, mas muito importante. E aí, o acidente foi como você imaginou? Com esse capítulo, acho que já posso dar como encerrada essa primeira parte. Agora começará a segunda, onde eles irão atrás de seus passados, reencontrar seus parentes, mas já adianto que NÃO será no próximo capítulo. Na verdade, ainda nem comecei a escrever esse reencontro, mas já imagino o q vai dar... Até a próxima, bjs!

Pisces luna: Se eu conheço Pluft! Eu qse apresentei uma peça de teatro com a história dele, mas n deu por falta de homem. u.u' Pois é, assim como falta mulher no Santuba, faltava homem no nosso grupo de teatro. O único q tinha saiu no meio do ano e tivemos q ensaiar outra peça às pressas para a tradicional apresentação de final de ano, mas deixa isso pra lá q n tem nada a ver com a fic.

Bom, na verdade, o q apareceu acho q nem foi o fantasma realmente, foi só um pesadelo e bem real do Ikki. Lembra q ele chegou a comentar q esperava n ver o fantasma do Saga por ali? Pois é. Ele andava tão depressivo e temeroso, q os seus medos se condensaram num único e terrível pesadelo. No início, eu havia planejado outra coisa, como o Jabu aparecendo e ameaçando o Ikki, mas usei o bom senso para imaginar q nada teria mais efeito a ele do q ver o irmão ameaçado e daquela forma tão covarde, suja... enfim! Não pense q foi fácil escrever essa cena. Digo q foi necessária e mt importante, mas até eu me senti angustiada ao escreve-la e cheguei a passar para 2 amigas antes de publicar, pois temia q tinha ficado mt forte. Fiquei feliz ao perceber q o pessoal aprovou e se comoveu pela situação dos dois.

Bom, aí está a cena de acidente e tudo o q aconteceu no dia. O q achou? Eu sou má, mas n sou nenhuma sanguinária desumana, por isso n descrevi (e nem pretendo descrever) como o trem teria pego o Ikki e o q teria acontecido. Cada um q imagine a cena, certo? Bom, prepare seu coraçãozinho, pois o novo capítulo, como o nome diz, promete surpresas. Pode ficar tranqüila q n tem nada a ver com yaoi. Já bastou o capítulo anterior...

Em relação às suas fics, parabéns pela conclusão da primeira e, boa sorte com a das namoradas. Fic q estou acompanhando e participando com mt orgulho. Eu tb pensei q nunca fosse conseguir escrever uma fic de humor, mas até q consigo escrever boas cenas e, às vezes, bons capítulos de A Falsa Atena, n concorda? Bom, vou ficando por aki, pois hj eu tb exagerei contigo. Acho q me empolguei pelo tamanho da sua review e não consegui parar de falar. Desculpe! Um hiper mega bjo e até a próxima!

Minako Amamiya: Oba! Consegui a minha intenção! Qse matei meio mundo do coração... XD. Confesso q foi a cena mais difícil q já escrevi em toda a minha vida, pois n queria q ficasse vulgar, mas ao mesmo tempo, tinha q ficar horripilante aos olhos do Ikki, q sempre defendeu seu irmão. Ele juntos todos os seu medos e angústias para "dar realidade" a td isso!

Obrigada pela compreensão e por n deixar ninguém me matar. (não conheço o Heero, acho q é de Gundam Win – ou algo dessa forma -, mas conheço o Hiei e tenho medo desse baixinho de 3 olhos) Agora... vou dar uma dica: se quer me torturar, acho melhor chamar o Kurama, pois sou alérgica a perfume de flores, louca por um homem de olho verde ou azul e... bem, vc deve entender o q eu digo, né? XD E aí, gostou do acidente? Nem foi tão violento assim... pelo menos a parte violenta n apareceu... u.ú

ps – se ker me achar, procure por Poseidon, pois na minha cidade chove qse td dia e isso só significa q Poseidon mora por aki, não? Aliás, ultimamente, Zeus e Poseidon andam lutando mt por aki, pois anda tendo tempestade com raios e chuva forte. Aproveite essas dicas... hehe. Bjaum e espere mtas surpresas!

Atalanta de Tebas: Estava de férias? Q inveja! Kero as minhas férias de novoooooooo! TT Agora o momento seriedade: Eu percebi q a maioria de vcs encarou como se o Saga tivesse feito aquilo. A minha intenção foi a de deixar implícito para saber qual seria a interpretação de cada um, mas desde o início, eu imaginava q aquilo não se passava de um pesadelo onde o Ikki condensou todos os seus medos e angústias numa única cena, q acabou ficando mt real por sinal. Bom, para sanar a curiosidade alheia, eis o acidente. Espero q tenha gostado... bjs!


Aos que lêem, mas não comentam: Obrigada pela preferência. Se tiver alguma crítica construtiva, pode mandar bala, pois estou aberta a opiniões alheias. Qualquer dúvida ou sugestão serão devidamente respondidas. Por hoje é só! Espero que vocês continuem se emocionando. Até a próxima, bjs!


O próximo capítulo será: SURPRESAS