Saint Seiya não me pertence, pois ao chegar ao Japão, acompanhada de Milo, descobri que ele não falava japonês e não conseguimos um acordo. Se eu soubesse disso, eu teria escolhido outro... Paciência!
Ah antes q eu me esqueça... Esse capítulo foi betado pela minha linda e adorada nee-chan, a Madame Verlaine e passou pelas mãos da minha grande amiga Sinistra Negra, q me ajudou a bolar o capítulo 10 e me deu grandes idéias pro futuro dessa fic. Obrigada às duas!
IX. Surpresas
Estávamos em plena segunda-feira quando Shun acorda com um barulho vindo da cozinha. Ventava muito e sempre aparecia algum bicho naquele ambiente, por isso nem estranhou que algo caíra no chão... Assustou-se ao olhar a cama ao lado e não ver a presença de seu irmão. O pior é que a cadeira de rodas também não estava ali, por isso correu com toda a sua velocidade em direção à cozinha, sem se importar em trocar o pijama.
"Tentei fazer o café da manhã..."
A verdade é que, o tempo havia passado e agora Ikki já movia normalmente o corpo da cintura para cima, mas ainda não conseguia mover ou sentir nada na parte inferior. Os próprios cavaleiros de ouro estavam impressionados com a recuperação do jovem, pois era espantosamente veloz... Realmente o rapaz estava tendo muita força de vontade e coragem para superar seus limites, mas estranhamente sua recuperação não estava mais evoluindo e, cada vez mais, tinha-se a certeza de que o rapaz ficaria paralítico para sempre. Apesar disso, o ex-cavaleiro de Fênix já estava mais alegre por ter reconquistado grande parte de sua independência e as crises de depressão já estavam praticamente extintas.
Ao lado da cadeira de rodas tinha uma imensa poça de leite e uma jarra de vidro em pedaços, que Ikki certamente derrubara ao tentar preparar a mesa de café da manhã. Shun sorriu com a imagem e a expressão do irmão. Parecia um menino arteiro que aprontara das suas. Aproximou-se calmamente e tocou o rosto do primogênito. Após um rigoroso check-up geral, pôde averiguar que não houve um arranhão no outro e o abraçou, declarando:
"Estou muito feliz por você ter tentado. Ikki, pode parecer um falha, mas é uma evolução..."
"Evolução? Essa bagunça?"
"Isso mesmo. Como meu niisan, você sabe melhor do que eu: quantas vezes caímos para aprender a andar e lutar?"
"Não sei. Muitas..."
"Cada queda foi um aprendizado, uma conquista e não um fracasso completo. Concorda?"
"Olhando por esse lado..."
"Então se alegre! Pense que é com os erros que se aprende ou você esqueceu que só não erra quem não se arrisca?"
"Tudo bem, mas e agora? Você limpa e eu fico olhando?"
Shun sorri e avalia os estragos. Teria que arrumar tudo ali, evitando um ataque de formigas ou outros insetos, mas não poderia deixar seu irmão só observando enquanto ele fazia o serviço, pois sabia que ele detestava sentir-se inútil e dependente. Ao mesmo tempo, não teria como pedir a Ikki que limpasse o chão devido à sua deficiência. Conseguiu achar uma solução e, com uma expressão séria, declara:
"Não pense que vai ficar por isso mesmo. Eu sou seu irmão caçula e não o seu escravo."
"Nani?"
"Não se faça de desentendido! Iremos dividir as tarefas. Como você anda muito folgado, decidi que hoje você limpará a cadeira de rodas e as suas pernas enquanto eu limpo o chão e os móveis. Depois você me ajudará a fazer o café da manhã. Combinado?"
Com essas palavras, Shun estava querendo que o irmão desistisse do estereótipo de inválido. Sabia que ao fazer um simples trabalho como esse, Fênix poderia inflar o ego sem ferir o orgulho. Para evitar maiores danos ou uma maior bagunça, Andrômeda ajeitou uma das cadeiras da mesa, carregou Ikki em seus braços e o colocou na cadeira que ajeitara.
Ikki sorria com tudo aquilo, embora não tivesse entendido no começo. Só percebera a situação ao sentar na cadeira que o irmão preparara e ver melhor "o estrago" que fizera. Se tivesse saído do lugar, um dos cacos poderia ter entrado no pneu e, mesmo que não o furasse ou cortasse, poderia ficar numa posição onde causaria algum tipo de corte em seus braços ou em suas mãos. Também já percebera que o caçula fazia aquilo para mostrar que, mesmo sem andar, ele poderia ajudar em muita coisa e, com o tempo, se adaptaria de tal forma que sentiria comum o fato de estar paralítico.
Alheio aos devaneios do primogênito, Shun já havia estendido um tapete velho ao lado de Ikki e colocado a cadeira de rodas sobre ele, ao alcance do irmão. Agora, Andrômeda trazia baldes de água e produtos de limpeza. Entregou uma esponja macia ao mais velho e estendeu mais uma sabonete líquido para que ele pudesse limpar as pernas. Sobre a mesa havia colocado uma toalha e alguns panos para auxiliar na tarefa.
Ambos brincavam e conversavam muito durante seu serviço, relembravam momentos da infância e da adolescência. Não sabiam explicar como, mas haviam terminado juntos. Quando Shun se aproximou para recolher os baldes, que agora estavam com água suja, Ikki enfiou a mão na água e o molhou.
"Ei!"
"Não gostou do banho não?"
"Agora você vai ver, niisan!"
Shun afastou a cadeira de rodas para evitar algum tipo de acidente e logo começou uma guerra aquática. Ao final, os dois ficaram imundos e encharcados. Riam muito de seus estados deploráveis, mas também estavam sentindo muita fome. Resolveram tomar banho e fizeram o café juntos, como o combinado, sempre inventando alguma disputa.
-------------- # IX # --------------
"Ikki! Ikki..." – Aiolia gritava desesperadamente.
"Bom dia Aiolia!" – cumprimentava Shun.
"Bom dia Shun. Onde está seu irmão?"
"No quarto. O Aldebaran está fazendo um tipo de massagem ou fisioterapia, sei lá."
"Acho que sei o que é... Ele já fez isso em mim quando quebrei o pé de tal forma que foi preciso deixá-lo imobilizado por 2 meses. Parece que é uma técnica onde você estimula o sistema nervoso, evitando que os músculos se atrofiem e possam recuperar mais rapidamente a força e a agilidade."
"É... Acho que foi isso mesmo que ele falou."
"Faz muito tempo que começou?"
"Hum..." – olha no relógio e fala – "Pouco mais de 30 minutos."
"Só isso? Então vai demorar..." – Diz em tom de desânimo.
"Para você estar nessa angústia toda, deve ser algo importante. Pode me acompanhar... Eu te levo até ele."
"Obrigado."
Aiolia já havia conquistado a amizade dos irmãos de tal forma que os dois já o tratavam como uma espécie de irmão mais velho e não tinham segredos entre si. Para o cavaleiro dourado, aquela estava sendo a melhor época de sua vida, pois sentia que a dor da perda de Aiolos amenizava a cada dia. Era óbvio que Leão nunca esqueceria de seu irmão mais velho, mas agora sentia que os jovens cavaleiros de bronze estavam ganhando uma grande importância em sua vida, como se tivessem realmente o mesmo sangue.
O grego decidira fazer o impossível para ver Ikki novamente em pé e era um dos poucos que ainda acreditavam que o rapaz poderia voltar a vestir a armadura de Fênix e lutar novamente quando fosse preciso. Ao mesmo tempo em que fazia de tudo pela recuperação do amigo, sentia uma ponta de tristeza ao pensar que os dois voltariam ao Japão assim que o tratamento estivesse terminado. Mas ao invés de rezar para que o tempo passasse lentamente, desejava que pudesse ver Fênix de volta o quanto antes e agora estava obstinado a fazer dele seu substituto. Com isso, poderia contar com a presença dele ao seu lado por um bom tempo e aí sim ia fazer o tempo parar...
-------------- # IX # --------------
"Não acredito... Aiolia acordando cedo numa segunda-feira? É o fim do mundo! Bom, quem você quer que eu mate?" – brincava Ikki.
Ele estava numa espécie de maca especial, onde sempre ficava para poder receber as sessões de fisioterapia tanto de profissionais quanto dos cavaleiros de ouro. Ikki estava deitado, enquanto Aldebaran massageava e usava as suas técnicas em suas pernas. O moreno já se acostumara tanto com esse tipo de procedimento que não se importava mais de conversar com as pessoas enquanto estivesse recebendo o tratamento. Os cavaleiros dourados também encaravam a situação como normal e nem se chocavam mais com as cenas que presenciavam.
"Bom dia para você também... Ikki." – cumprimentava o grego.
"Bom dia Aiolia." – Ikki respondia.
"Caiu da cama, Leão?" – Aldebaran se divertia.
"Eu não acordo tão tarde assim!" – reclamava o cavaleiro de Leão.
"É verdade. Você sempre acorda de manhã... lá pelas 11 horas! Afinal, como você almoçaria se não fosse assim?" – Agora era Shun quem falava.
Aiolia olha os dois mais jovens mostrando a sua indignação e lança um olhar de reprovação a Aldebaran, mas depois ri junto. Mais calmo, ele pede:
"Ikki, você precisa me ajudar!"
"O que foi?" – agora Fênix perguntava seriamente.
"Er... Você poderia nos dar licença, Aldebaran?"
"Tudo bem. Depois a gente termina..." – responde o taurino.
Com a saída do brasileiro, Ikki senta-se na maca. Ele encara o amigo com um olhar de seriedade e fica esperando que ele desabafasse. Shun, que já havia percebido que aquela seria um conversa que só dizia respeito aos leoninos, sai do quarto de forma tão discreta que eles demoram a perceber. Ao se ver a sós com Ikki, Aiolia desabafa:
"É que eu recebi uma carta em inglês. Eu até peguei o dicionário da sala do grande mestre e tentei traduzir, mas..."
"Já sei! Você não entendeu nada e não saberia responder, não é?"
"É..." – o cavaleiro mais velho confessa timidamente.
Ikki dá um meio sorriso sem demonstrar deboche. Agora se sentia um professor ouvindo um de seus alunos que tentara fazer um exercício difícil, mas não conseguia. Mesmo antes de recuperar os movimentos das mãos, já começara a ensinar inglês ao irmão caçula e com isso ocupava a cabeça quando não tinha nada a fazer. Aiolia chegara durante uma dessas aulas para fazer a sua parte no tratamento e por isso ficara sabendo dessa habilidade especial do outro.
Aiolia estava curioso com o conteúdo daquele documento e fica prestando atenção nas expressões faciais de Ikki, que já estava com a carta em mãos. A cada palavra, Fênix sentia como se estivesse levando uma punhalada no coração e tinha cada vez mais certeza de que nascera sob uma estrela de azar, pois tudo sempre dava errado em sua vida. O destino era cada dia mais cruel com ele, mas ao mesmo tempo, sabia que deveria comemorar, pois era uma chance única para o homem que já considerava como seu melhor amigo, seu quase irmão...
"E então... o que diz?" – Aiolia perguntava ansioso.
"Meu deus... O que você andou aprontando Aiolia?" – falava com uma expressão séria.
"Como assim?"
"Isso é... É muito grave!"
"Por Zeus, Ikki! Fale logo... está me deixando preocupado."
Nesse momento, Ikki olha nos olhos de Aiolia começa a rir, como se estivesse lendo alguma piada. O cavaleiro dourado fica cada vez mais tenso e apreensivo. O que poderia ter de tão importante ali?
"Eu não sabia que você era desse tipo. E ainda queria ser meu mestre... tsc, tsc."
Aiolia o encara com um olhar interrogativo. Nem ele entendia o que estava acontecendo, pois não lembrava de nenhuma atrocidade ou algo comprometedor que pudesse resultar naquela maldita carta. Percebia o olhar de apreensão e surpresa de Ikki, alternado com expressões alegres. Às vezes parecia que o jovem estava querendo rir da sua cara.
"Aiolia, eu nunca imaginei que um cavaleiro de ouro pudesse passar por tudo isso... To de queixo caído!"
"Me dê isso aqui!" – toma a carta da mão de Ikki.
Aiolia a analisa e fica girando, como se estivesse tentando descobrir um meio de decifrar a carta. Ikki chora de rir ao ver a atitude do amigo, que olha para ele com repreensão. Depois de respirar fundo e se acalmar, o mais jovem finalmente revela:
"Essa é uma carta de uma universidade de Londres."
"O quê? Ta brincando..."
"Não, não estou! Bom... não sei como falar isso, pois é um assunto um tanto delicado..."
"Eu nem sei falar inglês, como posso ter feito algo errado em Londres..."
"Você não fez nada errado."
"O que eles querem comigo então?"
Aiolia sentia o coração na mão, não entendia o motivo, mas estava agitado demais com tudo aquilo. Ele era um cavaleiro de ouro, mas também era humano e aquele suspense o estava deixando extremamente nervoso e apreensivo. Ikki percebeu que não era hora para brincadeiras e fala:
"Você ganhou uma bolsa de estudos nesta universidade. Estudará fisioterapia se aceitar..."
"O quê? Isso é impossível! Você está brincando, não está?"
Aquele era o maior sonho de Aiolia e por isso não sabia se ria ou chorava. Ser alguém, ajudar as pessoas, enfim... Olhava Ikki e lembrava tudo o que tinha feito por ele, como tinha sido a companhia e a evolução do amigo e sabia que muitas pessoas estavam na mesma situação. Mas nem tudo era perfeito... Se ele aceitasse, teria que morar em Londres, mesmo que temporariamente. Não precisava abandonar seu posto de cavaleiro, mas iria se afastar dos irmãos Amamiya e morar numa terra estranha, com uma língua desconhecida.
"Eu não brincaria com algo tão sério, amigo. Eu sei que você está assustado, mas eu posso ajudá-lo. Tenho um ano para tornar o inglês sua língua nativa."
Apesar de passar confiança, Ikki sentia um nó em sua garganta, uma ponta de decepção por um destino tão cruel. Ele seria o responsável pela separação entre eles, mas também poderia ajudar a realizar o sonho do outro.
Era estranho... o mais jovem sempre foi um uma pessoa arisca, arrogante e só confiava no irmão, mas agora não conseguia mais se ver afastado de Aiolia. Sentia estar perdendo um irmão, assim como já não admitia mais ficar longe de Shun. O solitário Ikki Amamiya já havia praticamente morrido e um novo tomou o seu lugar, um que prezava as verdadeiras amizades e estava determinado a preservá-las a todo custo, um jovem que já não conseguia viver sozinho...
Num misto de emoções, ficaram ali, se encarando mutuamente. Tentando esconder sua tristeza, Ikki resolveu traduzir cada trecho da carta ao amigo. Só se deram conta do tempo que haviam passado conversando quando Aldebaran entrou novamente no quarto. Aiolia esbanjava um largo sorriso e pediu:
"Você ficaria muito chateado se nós trocássemos de dia nessa semana?"
"Como assim?" – perguntava o brasileiro.
"Já que eu tomei um grande tempo do seu dia, eu faço a minha parte hoje e você viria na sexta..."
"Tudo bem! Dá pra ver que vocês têm muito que conversar..."
Os leoninos sorriem levemente. Aiolia olha de forma maléfica para Ikki e, antes mesmo do brasileiro encostar a porta, fala:
"Avise ao Shun que ele pode passear à vontade, pois agora eu vou me vingar de uma brincadeirinha que o nosso amigo aqui me fez..."
"Ai, Zeus! Socorro!" – Ikki fingia sentir medo e desespero.
"Pode deixar que darei o recado. Cuidado para não machucar o garoto..." – pede o brasileiro, que completa – "Eu não quero vê-lo tetraplégico novamente."
"Confie em mim, não serei tão cruel assim!"
Os três caem em gargalhadas. Parecia incrível como uma tragédia poderia trazer tanta coisa boa e mudar radicalmente a vida e os sentimentos de tantas pessoas... Ainda teriam muito trabalho pela frente, mas era cada dia mais divertido e desafiador a continuação do tratamento.
CONTINUA
Vamos logo às respostas das reviews:
Angel (por msn): Eu sempre quis dar uma família aos 2 irmãozinhos, pois acho que eles merecem, não concorda? Bem, se tudo ocorrer como o previsto, eles se reencontrarão com a mãe no capítulo 11, por isso já vá preparando os lencinhos. Bom, nem preciso dizer o qto eu t adoro e te admiro, né? Continue sendo sempre essa pessoa maravilhosa q vc é. Até a próxima, minha maninha escorpiana. XD
Sinistra Negra: Vc é demais... Hehe! Esse capítulo e o próximo n serão novidades pra vc. Aliás... devo agradecer às dicas q me deu. Foi graças a ela que eu consegui escrever o capítulo 10, q há mt estava me assombrando. Por isso, eu tive q te mostrar (q sacrifício, não?) Agora é bola pra frente e pensar no reencontro familiar... Bjaum e até logo.
Ada: Oi querida. Eu sei q o sonho ficou mt forte, mas foi essencial... Bom, aqui está mais um momento relax e mais uma evolução do Ikki (graças ao avanço do tempo). Sim, pretendo apresentar a mãe dos Amamiya no capítulo 11 e tentarei fazer mt gente chorar. O Mitsumasa é o maior canalha q já apareceu. Ele é o verdadeiro vilão, n acha?
Eu já preparei alguma coisa para os outros, mas não pretendo comentar o destino de cada cavaleiro de bronze. Tentarei encaixar o passado do Seiya, Shiryu e Hyoga na história, sem perder o foco principal, que são os irmãos Amamiya. Ainda não sei como, mas darei o melhor de mim XD. Saiba q a sua opinião sempre é mt importante para mim, pois vc foi uma das que acompanhou diretamente o meu desenvolvimento. Obrigada por td e mts bjs.
Madame Verlaine: Viu, vc pediu e eu fiz! Os leoninos estão se dando mt bem, n acha? Eu devo confessar q não gostei mt desse capítulo, mas o próximo q vc tb já viu vai compensar... De qq forma, obrigada pela paciência e por todos os conselhos q me dá e, me desculpa se alguma vez a decepcionei um magoei. Vc sabe q eu t amo como uma irmã mais velha e tenho mt respeito por ti. Bjaum de sua pupila q ainda tem mt a aprender e q, é tão inocente q acaba fazendo besteira e falando o q n deve. Até a próxima, bjs.
Pisces luna: Nuss... Vc REALMENTE ficou irada com o menino, heim... bom, detesto informar, mas ele reaparecerá novamente. Não, n vai ficar na frente do trem, mas certamente vai aprender a lição. Qto à mãe do moleque... n seja tão rigorosa! Quem diz q a coitada n fica o dia todo trabalhando pra ajudar no sustento da família e deixa os filhos com alguém?
Eu tb concordo com vc, em alguns pontos. Nada justifica a atitude do moleque! Bom, pra vc ficar mais alegrinha, finalmente uma melhora justificativa. Ah o próx. capítulo foi feito com base na primeira parte da sua review, mas ainda n será a visita à família.
Qto à Falsa Atena, acabei não tendo tempo de preparar nada antes e tive um bloqueio pra comédia tb TT. Por isso não consegui escrever nada. Ah o review saiu inteiro sim! Obrigada pelos elogios e, espero sinceramente, que um dia eu possa conhece-la por msn. Se vc tiver resolvido o prob com o seu, o meu end ta na bio. Caso n tenha resolvido, instale a nova versão e pronto! XD. Bom, espero q fike feliz com esse novo capítulo e não se esqueça q o próximo é seu! Bjaum.
ps- qdo vc pensa atualizar a fic das namoradas? Eu to com saudade XD
Atalanta de Tebas: Vc n achou q, com exceção do hyoga todos os outros fossem filhos de chocadeira, né? Calro q têm uma mãe e um pai... rs A senhora Amamiya ainda vai dar mt o q falar... já estou prevendo. Bom, a previsão é que ela já apareça no capítulo 11 com muitas revelações e muitas emoções. Espero que goste dela... Por enquanto continuemos no santuário, felizes por mais essa melhora do Ikki.
Anna-Malfoy: Eu até pensei sobre isso, mas cheguei à conclusão de q não teria coragem de tamanha covardia. Fazer com que Shun e Ikki não tenham laços de sangue é a pior das crueldades... Ao invés disso eu dei mais dois maninhos fofos pra eles XD. Sem falar na amizade com o Aiolia... Espero que tenha gostado. Fico por aqui hj. Até a próxima.
Minako Amamiya: Bom, segura as pontas que a família dos irmãos Amamiya só deve aparecer no capítulo 11 e esse encontro promete ser muito emocionante. Eu sei que demorei um pouco para atualizar, mas não tive tempo de me preparar. Meu estoque de capítulos acabou e a faculdade me consumiu. Ninguém merece...
Ah sim, não preciso nem dizer nada sobre o senhor Kido, né? EU ODEIO ELE! E qto ao garotinho, bem, a cor do cabelo era pra ser azul-esverdeado (mais ou menos como o do Camus no anime, um pouco mais escuro talvez, mas é por aí). Bom, vou ficando por aqui, se não daqui a pouco eu entrego o final da fic... rs. Até a próxima! o/
betinha: Oi querida sobrinha. Eu não consegui lhe mandar review pra fic das novas discípulas e sei que não esperei vc comentar, mas sou mt impaciente mesmo, fazer o q? De qq forma, eu sei o qto vc está gostando e sempre é uma honra poder ter a sua companhia no msn, mesmo q sejam por 15 min. Divirta-se com a recuperação do Ikki... Te espero no próx. bjaum!
Aos que lêem, mas não comentam: Bom, como eu aceito reviews anônimas, vocês não precisam ser cadastrados ao site para falar. Por isso, basta clicar nesse botãozinho escrito "Go" e escrever o que acharam. Tudo bem… eu sei! O site às vezes fica de TPM e a janelinha não abre… Por isso só posso agradecer a todo apoio que ando recebendo por e-mail ou msn. Até a próxima, bjs!
O próximo capítulo será: O BLEFE
